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PRONAC 2414094Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

RIOS DE MIRITI : ANO 01

VIANNA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,29 mi
Aprovado
R$ 1,29 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-01-01
Término
2026-01-31
Locais de realização (1)
Abaetetuba Pará

Resumo

O projeto tem como meta principal promover e divulgar a arte e oartesanato de miriti, tradicional da cidade de Abaetetuba no Pará, através da realização de eventos artísticos e culturais amazônicos com exposições, feiras e apresentações musicais em quatro capitais brasileiras: Belém, Vitória, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A iniciativa visa valorizar a cultura amazônica e, principalmente, a cadeia produtiva do artesanato de miriti, ao fomentar a economia local dos artesãos e aumentar o reconhecimento nacional desse patrimônio cultural.

Sinopse

Sinopse da Obra - Exposições de Arte e Artesanato de Miriti: Mostra de peças em miriti, apresentando esculturas e brinquedos que remetem à fauna, flora e tradições culturais da Amazônia. As exposições contam com audioguias, intérpretes de Libras e sinalização acessível, e têm o objetivo de valorizar e divulgar a cultura amazônica. - Feiras de Comercialização de Artesanato: Espaços onde o público pode adquirir peças produzidas pelos artesãos de Abaetetuba, promovendo o fortalecimento da economia local e a valorização do trabalho artesanal. As feiras oferecem preços acessíveis, estimulando o consumo de produtos artesanais amazônicos. - Oficinas de Arte e Artesanato de Miriti: Atividades formativas gratuitas com duração de três dias em cada cidade, onde os participantes aprendem a técnica de confecção do artesanato de miriti e conhecem sua importância cultural. As oficinas são ministradas por artesãos de Abaetetuba. - Apresentações Musicais e Culturais: Programação cultural que integra cada evento, com apresentações de música amazônica e manifestações culturais típicas da região. As apresentações contam com acessibilidade comunicacional, incluindo intérpretes de Libras e audiodescrição.

Objetivos

Objetivo Geral Promover e divulgar o artesanato de miriti de Abaetetuba, Pará, em quatro capitais brasileiras (Belém, Vitória, Rio de Janeiro e Belo Horizonte), por meio de eventos culturais que incluem exposições, feiras e apresentações artísticas, com o intuito de valorizar a cultura amazônica, fortalecer a cadeia produtiva local e ampliar o reconhecimento nacional desse patrimônio cultural. Objetivos Específicos - Realizar exposições e feiras de artesanato de miriti em Belém, Vitória, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, apresentando a técnica, a história e o valor cultural das peças para o público local.- Fomentar a economia dos artesãos de Abaetetuba ao expandir o alcance de comercialização do artesanato de miriti para outras regiões do Brasil, criando novas oportunidades de mercado e de geração de renda.- Ampliar o reconhecimento e a valorização do miriti como patrimônio cultural amazônico, destacando seu valor artístico e sua importância na preservação das tradições e conhecimentos ancestrais da região.- Integrar apresentações culturais amazônicas, como música e dança, aos eventos, proporcionando uma experiência imersiva que ressalta a riqueza cultural da Amazônia e aproxima o público de sua diversidade.- Fortalecer a identidade cultural do Pará e da Amazônia ao sensibilizar novos públicos sobre a importância do miriti no contexto artístico, cultural e social contribuindo para a continuidade e valorização dessa tradição.

Justificativa

O miriti é uma matéria prima amazônica de grande importância cultural e econômica para a cidade de Abaetetuba e cercanias. No entanto, seu reconhecimento ainda é limitado e difundido em épocas específicas, como no período do Círio de Nazaré, em outubro, a maior manifestação do estado do Pará. Ao propor levar esse artesanato para outras partes do Brasil, busca-se criar novas oportunidades de mercado, valorizar os artesãos locais e enriquecer o cenário cultural das cidades onde será realizado o projeto com uma expressão única da arte e cultura amazônica. O artesanato de miriti é fundamental para a economia dos artesãos de Abaetetuba, no Pará, sua produção e comercialização geram renda e sustento para muitas famílias na região, porém com um calendário muito restrito de visibilidade para além da cidade de Abaetetuba. O processo de confecção do artesanato de miriti envolve diversas etapas, desde a coleta da matéria-prima até a confecção e venda dos produtos, proporcionando emprego e contribuindo para a economia local sendo importante para a visibilidade e sustentabilidade que ele possa ser exposto e divulgado em outras praças. O miriti, além de sua relevância econômica, é um patrimônio cultural do estado do Pará. A tradição de transformar a palmeira de miriti em brinquedos e esculturas é passada de geração em geração, preservando técnicas e conhecimentos ancestrais. As peças de miriti são reconhecidas não apenas pela sua qualidade artesanal, mas também como símbolos culturais que representam a riqueza e a diversidade da Amazônia paraense. Seu registro como patrimônio cultural imaterial pelo IPHAN reconhece não apenas o valor artístico das peças, mas também a importância de preservar o conhecimento tradicional, incentivando a continuidade dessa prática que reflete a relação profunda entre os habitantes da Amazônia e seu meio ambiente. A relevância artística e cultural do miriti é especialmente evidente durante o Círio de Nazaré, uma das maiores manifestações religiosas do Brasil. Durante este evento, os brinquedos e esculturas de miriti ganham destaque e fazem parte do imaginário popular. Eles são usados em procissões, celebrações e decorações, simbolizando a fé e a devoção dos paraenses. A presença do miriti no Círio de Nazaré reforça a ligação profunda entre o artesanato e a identidade cultural do estado, perpetuando tradições e conectando as novas gerações com suas raízes culturais.

Especificação técnica

As especificações são as seguintes: - 04 Exposições de Arte e Artesanato de Miriti, em Belém (PA), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e Belo Horizonte (MG). - 04 Feiras de Comercialização de Artesanato, em Belém (PA), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e Belo Horizonte (MG). - 08 Oficinas de Arte e Artesanato de Miriti, em Belém (PA), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e Belo Horizonte (MG). - 12 Apresentações Musicais e Culturais, em Belém (PA), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e Belo Horizonte (MG). - 12 palestras e bate-papos com especialistas e artistas convidados, em Belém (PA), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e Belo Horizonte (MG). - 01 catálogo com o histórico do artesanato de miriti, seus artesãos e obras. (1000 unidades).

Acessibilidade

Acessibilidade Acessibilidade Física: Os eventos e exposições serão realizados em locais acessíveis para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e vagas de estacionamento para pessoas com deficiência. Cada exposição contará com sinalização acessível e áreas de circulação amplas para facilitar o acesso e a visitação. Acessibilidade de Conteúdo: Serão disponibilizados recursos para acessibilidade comunicacional, incluindo intérpretes de Libras para apresentações e palestras, audiodescrição em exposições e materiais impressos com fonte ampliada. Os eventos oferecerão folders e materiais explicativos sobre o miriti em braille e áudio-guia para visitantes com deficiência visual.

Democratização do acesso

O projeto “Rios de Miriti: Ano 01” propõe a democratização do acesso ao artesanato de miriti e à cultura amazônica, através de exposições gratuitas e feiras de comercialização em locais públicos e centros culturais acessíveis nas quatro cidades, além de apresentações artísticas também com acesso franqueado. A distribuição e a comercialização dos produtos dos artesãos de Abaetetuba estarão disponíveis durante as feiras a preços populares, possibilitando que diferentes públicos tenham acesso às peças. Além disso, serão realizados workshops gratuitos em cada cidade, com foco no ensino da técnica de miriti, abordando aspectos históricos e práticos do artesanato amazônico.

Ficha técnica

EQUIPE PRINCIPAL - FICHA TÉCNICA COORDENAÇÃO GERAL DEYSE MARINHO é pesquisadora e produtora cultural com foco na arte e suas interfaces digitais. Mestranda do PPGArtes - EBA- UFMG, museóloga formada pela FAV/ICA/UFPA, coordenadora museológica da Cinemateca Paraense e produtora de todas as suas ações e projetos Pesquisadora de artes visuais e patrimônio histórico e cultural no estado do Pará. Idealizadora e coordenadora geral de três edições e exposições do Salão Xumucuís de Arte Digital (2011, 2013, 2014), Panorama da Arte Digital no Pará (2012), Cinema no Pará: História e Memória (2012), Hiper_Espaços Xumucuís (2014) e idealizadora do Museu de Arte Xumucuís. COORDENADOR EDUCATIVO RAMIRO QUARESMA é curador e pesquisador de artes visuais e cinema amazônico. Doutor em Artes/ Cinema PPGArtes/ EBA / UFMG (2023). Professor do Instituto de Ciências da Arte – UFPA desde 2014, lecionando nos cursos de Teatro, Dança, Cinema e Audiovisual e Produção Multimídia. Documentarista. Artista visual. Curador independente/ pesquisador de artes visuais/artemídia e cinema. Mestre em artes pelo PPGArtes-ICA-UFPA e formado em Comunicação Social – UNAMA. Idealizou os projetos Xumucuís (Artes Visuais) e Cinemateca Paraense (Cinema). CURADOR VALDELI COSTA é abaetetubense, mestre do artesanato de miriti e um dos pricipais articuladores culturais do município. Fundador da ong Miritong, principal organização social dos artesãos de miriti. Reconhecido nacionalmente como uma das principais referências do saber-fazer ancestral do miriti. COORDENADOR DE PRODUÇÃO MICHEL SCHETTERT é paraense, mestre em linguagens e tecnologia da informação pela UFRJ, artista e cineasta. É produtor cultural com vivência há mais de dois anos com os artesãos de miriti da cidade de Abaetetuba onde reside. COORDENADOR DE PESQUISA JONES GOMES é abaetetubense, mestre e doutor em ciências sociais pela UFPA, idealizador e coordenador do Museu do Baixo Tocantins na compus da UFPA de Abaetetuba onde é professor de coordenador do grupo de pesquisa Arte, Imaginário e Sociedade.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.