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PRONAC 2414135Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Olhar Amazônico: Perspectivas da cultura alimentar e da justiça ambiental.

THE FACTORY LTDA
Solicitado
R$ 3,08 mi
Aprovado
R$ 3,08 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (11)
Manaus AmazonasAlenquer ParáBarcarena ParáBelém ParáBragança ParáOriximiná ParáSantarém ParáSoure ParáTomé-Açu ParáÓbidos

Resumo

O projeto visa apresentar a realidade amazônica com foco na cultura alimentar e, como esta, pode ser afetada pelas mudanças climáticas. O objetivo é capacitar jovens a registrarem sua relação com a biodiversidade local mediante a fotografia; retratando sua relação com os produtos da floresta. Tais produtos são: Cacau, Castanha do Pará, Cupuaçu, Açaí, Farinha de mandioca, Acari, Tucunaré, Aviú, Queijo de Búfala, Farinha de Uarini e Pequi. Serão realizados treinamentos itinerantes em localidades da Amazônia Legal (Combu, Óbidos, Tomé-Açu, Barcarena, Bragança, Alenquer, Oriximiná, Santarém, Soure, Manaus e Palmas) ligadas diretamente com a produção desse insumos mencionados acima. Os treinamentos serão registrados para compor um documentário do projeto, culminando em um evento expositivo com os registros fotográficos desses participantes, apresentando a importância da preservação da cultura alimentar para as populações amazônicas.

Sinopse

O objetivo principal do treinamento é relacionar a gastronomia, a cultura, a floresta e a justiça ambiental. É necessário que os participantes tenham um celular para participar das oficinas. Diante disso, o treinamento terá uma carga horária total de 18 horas, divididas em três oficinas com 04 horas cada. Tais oficinas serão compostas de um momento teórico, um intervalo de descanso para lanche e um momento prático. Para tanto, serão selecionadas 660 pessoas a serem atendidas pelas oficinas. Serão 33 turmas com 20 pessoas cada. As oficinas terão os seguintes temas: “Oficina de fotografia - Olhares e vivências amazônicas” - Esta atividade tem como foco apresentar técnicas de fotografia utilizando celulares e, ao mesmo tempo, fazer uma conexão com o cotidiano, despertando esse olhar para a relação do usuário com a Amazônia. “Dualidade no cenário gastronômico: abundância e falta”- O segundo momento do treinamento é apresentar provocações do cenário gastronômico, referências de culturas alimentares indígenas, ribeirinhas, quilombolas e europeias que tem uma contribuição no contexto gastronômico, a proposta da oficina é despertar para sua realidade, o que tem em abundância? o que tem falta? Nesse contexto será provocada uma atividade onde os alunos farão registros da sua realidade conectando a temática proposta na oficina. Justiça e racismo climático: perspectiva alimentar, "quem tem acesso aos nossos insumos da floresta? No terceiro e último momento do treinamento, serão selecionados onze elementos da nossa cultura alimentar e divididos em grupos para construírem uma sessão fotográfica a partir das suas realidades. Os onze elementos selecionados são: Cacau, Castanha do Pará, Açaí, Farinha de mandioca, Cupuaçu, Acari, Tucunaré, Aviú, Queijo de Búfala, Farinha de Uarini e Pequi. Os treinamentos serão realizados nas seguintes localidades: Combu, Óbidos, Tomé-Açu, Barcarena, Bragança, Alenquer, Oriximiná, Santarém, Soure, Manaus e Palmas. Nos quais, serão realizados três treinamentos com 20 participantes cada. Tais locais foram selecionados devido a sua importância para a produção desses alimentos e para a Região Norte, em especial os Estados da Amazônia Legal (Pará, Amazonas e Tocantins. Após a finalização das oficinas será construído um vídeo documentário com os pontos principais do projeto, este artefato será apresentado como um registro do que foi construído e será um produto final apresentado ao patrocinador. Por fim, os produtos gerados serão disponibilizados por redes sociais e presencialmente por meio de um evento aberto, com mesa redonda contando ativamente com a participação de quem fez parte do projeto. Para o evento, serão esperadas 400 pessoas presenciais, além da transmissão online ao vivo com um público de 2.000 pessoas. O evento será a abertura de uma exposição com imagens captadas por esses participantes das oficinas, retratando sua ancestralidade e cultura mediante fotografias.

Objetivos

Objetivo Geral: Retratar a realidade climática, sob a perspectiva gastronômica e da economia criativa, utilizando o meio fotográfico. Objetivos Específicos: Realização de uma oficina composta por três encontros para retratar a perspectiva de residentes da região amazônica a respeito das mudanças climáticas e sua influência na cenário gastronômico;Produção de um documentário registrando o desenvolvimento e resultado das oficinas;Realização de um evento de exposição fotográfica aberto ao público e gratuito para apresentar os resultados das oficinas.

Justificativa

O projeto visa inserir um olhar para a cultura alimentar na região amazônica, a importância desses produtos e a influência das mudanças climáticas em relação aos meios de produção e consumo de tais alimentos, principalmente, o Cacau, a Castanha do Pará, o Cupuaçu, o Açaí, a Farinha de mandioca, o Acari, o Tucunaré, o Aviú, o Queijo de Búfala, a Farinha de Uarini e o Pequi. Tais alimentos foram destacados devido sua importância para a preservação ambiental e para a bioeconomia na região, além de sua relevância cultural. Sendo assim, o projeto pretende apresentar a realidade da região do ponto de vista dos residentes e sua relação com os alimentos típicos. Segundo a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), o Estado produziu cerca de 150 mil toneladas de amêndoas, o que representa o valor 51,80% na produção nacional. Destacando sua importância para a economia local e mundial, e, notadamente, para a agricultura familiar que possui mais de 31,5 mil produtores na cadeia produtiva, passando seus conhecimentos por gerações. Além disso, vale destacar que o Pará também é um dos maiores produtores de Castanha do Pará no Brasil. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são mais de 8,8 mil toneladas, o que representa um valor superior a R$ 31 milhões em produção. Tal produto fortalece a bioeconomia e com o apoio de pesquisas e investimentos na capacitação de produtores, atualmente, a produção ocorre de forma sustentável para preservar o meio ambiente. Também é importante mencionar a produção do Cupuaçu, uma fruta de um sabor característico e uso versátil. Segundo dados do IBGE, o Pará produz cerca de 27 mil toneladas de Cupuaçu, valor que tende a aumentar à medida que o produto ganha espaço em outras regiões do Brasil e do mundo. Adicionalmente, quando se trata do Açaí, o Estado do Pará é protagonista disparado. Somente em 2022, 90,4% do fruto do Brasil foi produzido no Pará. A fruta é parte da rotina alimentar de grande parcela dos amazônidas, imprescindível quando o assunto é cultura e tradição. Por outro lado, a Farinha de Bragança também possui ênfase no projeto, visto que foi declarada como patrimônio cultural de natureza material do estado e possui traços culturais fortíssimos na sua produção, passados por gerações, o que proporciona seu sabor diferenciado. Em outras localidades da Amazônia Legal, encontramos produtos como o Acari, em Alenquer, no Pará, símbolo gastronômico da região e a partir do qual é realizado um festival para conciliar o aproveitamento do potencial pesqueiro do Acari, a geração de renda para a comunidade e o fomento à cultura local. Do mesmo modo, em Oriximiná, no Pará, ocorre a tradicional Pesca do Tucunaré, sendo um dos municípios do Baixo Amazonas que mais contribui para a pesca desse tipo de peixe. Além disso, em Santarém é pescado o Avium/ Aviú, um camarão pequeno de água doce, utilizado em diversas receitas como fafofas e arroz paraense. Na região do Marajó, em Soure, encontramos o Queijo de Búfala ou Queijo do Marajó, que é um dos poucos queijos do Brasil que possui Identificação Geográfica, reconhecido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A produção do queijo é cercada de cultura, tradicionalidade e ancestralidade, agregando valor e história a sua produção. No estado do Amazonas, encontramos a Farinha de Uarini, declarada Patrimônio Cultural da Natureza Imaterial do Estado, fortalece a economia e a cultura local. São mais de 70 mil agricultores familiares e produtores rurais que se dedicam à produção do alimento para subsistência e comercialização. Já no Estado do Tocantins é o segundo maior produtor de Pequi, porém seu diferencial se encontra no tamanho, sendo um dos menores Pequis produzidos no mundo. Diante desses dados, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art 1°da Lei n° 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Visto que o projeto pretende apresentar as manifestações culturais relacionadas a gastronomia amazônica e proporcionar capacitação dos residentes locais para ampliar suas expertises e difundir tais manifestações. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto busca valorizar os recursos humanos por meio de treinamentos para que aprimorem sua visão quanto à cultura local. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto permitirá a ampla divulgação dos criadores culturais e suas criações, além de apresentar com mais detalhes a culinária e a cultura amazônica. Por meio de sua divulgação nas rede mundial de computadores, tais manifestações culturais serão conhecidas mundialmente com a intenção de preservá-las. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Estes incisos são contemplados pelo projeto visto que a divulgação das perspectivas visuais por meio da fotografia tem o objetivo de proteger os modos de fazer e os produtos amazônicos das mudanças climáticas que podem transformar essas realidades de maneira negativa, prejudicando não só ambiente, mas também as pessoas que possuem sua sobrevivência ligada diretamente a ele. IX - priorizar o produto cultural originário do País. A intenção do projeto é a valorização da cultura amazônica em suas multifacetas, sendo representada inclusive na culinária e na importância da sua preservação, desde a origem, ou seja, na proteção da floresta em pé, promovendo justiça climática. Quanto ao art. 3, tem-se: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; Uma vez que um dos produtos do projeto será o documentário a respeito do treinamentos e apresentação das diversas manifestações culturais relacionadas a gastronomia e os modos de fazer amazônicos. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O projeto culminará em um evento onde serão expostas as fotografias e contará com mesas redondas para discutir o tema cultura x mudanças climáticas. Inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Haja vista que o projeto visa proteger as tradições populares quanto a produção e o consumo da culinária local. Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O projeto inteiro, desde o treinamento até o evento final, será gratuito ao público alvo.

Estratégia de execução

O projeto será executado em parceria com a Fluxo e com a Maniva, empreendimentos ligados às áreas de Negócios e Cultura, respectivamente. Essa será uma parceria estratégica que visa o maior alcance do projeto. Por meio da Fluxo, o projeto visa estabelecer contatos estratégicos para uma próxima edição e com a Maniva o projeto terá uma aporte ainda mais cultural e acessível, possibilitando seu compartilhamento.

Especificação técnica

Será realizada uma exposição com duração de um mês para apresentar um registro de cada participante. Será contratado um curador especialista para fazer essa seleção. Cada registro terá informações sobre a cultura alimentar, ancestralidade e pratos feitos a partir desses insumos da floresta, com narrativas amazônicas. Esse será um dos produtos materiais produzidos pelo projeto. A exposição terá abertura no evento que será realizado para 400 pessoas e será gratuita ao público de Belém.

Acessibilidade

Para a acessibilidade, o espaço escolhido para o evento terá o acesso adaptado a cadeirantes, contando com uma infraestrutura adaptativa, bem como para pessoas cegas ou com baixa visão. Ainda de acordo com as normas regulamentadoras, uma área de acessibilidade estará adaptada com rampas, corrimão, mesas e cadeiras para pessoas portadoras de deficiência e pessoas com mobilidade reduzida e seus respectivos acompanhantes. Também contará com banheiros acessíveis conforme a legislação vigente (Lei 13.825/2019), ou seja, no mínimo 1 ou 10% sobre o total de banheiros. Além disso, serão contratados intérpretes de LIBRAS para estarem durante a programação e pessoas com deficiência terão assentos privilegiados durante o evento. Por fim, os materiais audiovisuais produzidos terão a interpretação em libras.

Democratização do acesso

Após a aprovação do projeto, iniciaremos o cronograma com a realização de divulgação das oficinas com a identidade visual estampada em todas as publicações. Além disso, será realizada a divulgação da seleção dos participantes, dos oficineiros, bem como dos selecionados. Sempre buscando transparência nas ações. O projeto visa atender os residentes da amazônia para ampliar seu olhar sobre a culinária local e despertar seu senso crítico a respeito das mudanças climáticas e suas consequências para as múltiplas manifestações culturais ligadas a produtos da floresta. Para tanto, serão selecionadas 660 pessoas para participar das oficinas de forma gratuita. Adicionalmente, o projeto culminará em um evento também gratuito para 400 pessoas presencialmente e contará com uma transmissão ao vivo via mídias sociais. O produto (documentário) permanecerá disponível nas redes sociais da Fluxo e da Maniva (portal cultural da fluxo) para ser disponibilizado para a sociedade civil no geral que tenha interesse em acessar a produção audiovisual. Espera-se alcançar 2.000 mil pessoas por meio da transmissão ao vivo e gravada.

Ficha técnica

Amanda Ferreira. Diretora-Geral: É sócia-administradora da The Factory. Possui experiência em produções globais e locais, com fortes habilidades de comunicação e liderança. Faz parte da Organização Mundial da Criatividade. Será a coordenadora geral do projeto em todos os aspectos de pré, produção e pós produção. Gabriella Salame: Gabriella Salame é paraense, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e pós-graduanda em marketing digital, sendo co-fundadora da Fluxo, Gestora da Maniva e há 6 anos especialista em produção de conteúdo. Já produziu um mini documentário sobre o Festival do Camarão, em Muaná (Marajó) e matérias multimídias com foco em artes e cultura na Amazônia. Heleno Beckmann: Futurista pela AERO.LITO, Comunicólogo e Publicitário pela Universidade da Amazônia. Mestrando em Gestão da inovação e transformação digital pela Universidade Estadual do Pará. Especialista em Brand insights & Estratégia Digital CEO & Founder da FLUXO, Founder da Hive, CO-CEO na BRANVIER, Diretor de Inovação e Marketing no Grupo Liberal. Presidente do Açaí Valley. Clóvis de Senna: Editor de vídeo & Filmmaker: É um Editor de Vídeo e Criador de Conteúdo com ampla experiência em produção audiovisual. Sendo premiado nacionalmente, destacando-se tanto na colaboração da concepção criativa quanto na execução técnica dos projetos. Isolda Carvalho. Controladora de qualidade: Responsável por garantir a qualidade do projeto, possui experiência em equipes de comunicação, tecnologia e publicidade em grandes empresas globais e principais veículos de mídia. Seu sólido histórico em gerenciar garante que o projeto atenda aos mais altos padrões de qualidade e eficácia. Beatriz Linz. Diretora de arte: Designer e Diretora de Arte com uma sólida formação em publicidade, será responsável por criar e produzir peças de design. Sua experiência na indústria publicitária permite que ela crie visuais impactantes e envolventes que ressoam com o público. João Paiva. Roteirista: Especialista na criação de narrativas cativantes para produções audiovisuais. Possui aptidão para estruturar tramas que emocionam e provocam reflexão no público, sendo hábil em traduzir ideias em roteiros detalhados e coesos, garantindo que cada cena contribua para o desenvolvimento da história de maneira impactante. Jamyla Magno. Produtora: Possui vasta experiência no setor político, comunicação pública e terceiro setor. Na área de produção audiovisual, destaca-se na concepção e execução de projetos criativos, desde a pré-produção até a pós-produção. Supervisionará todas as etapas do processo, incluindo desenvolvimento de roteiro, seleção de elenco, direção de filmagem, edição e finalização, garantindo que o projeto atenda aos mais altos padrões de qualidade visual e narrativa.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Pará
Palmas Tocantins