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PRONAC 241416Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Ópera Yara

NGS EVENTOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 2,81 mi
Aprovado
R$ 2,81 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Óperas
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Nova Lima
Início
2024-08-01
Término
2025-07-01
Locais de realização (7)
Belo Horizonte Minas GeraisCaxambu Minas GeraisDiamantina Minas GeraisOuro Preto Minas GeraisSabará Minas GeraisSão João del Rei Minas GeraisParati Rio de Janeiro

Resumo

Esta proposta prevê a montagem e estréia nacional em Belo Horizonte bem como tournê em outras 6 cidades da ópera Yara, inédita, brasileira, em 3 atos e 2 quadros, escrita entre 1937 e 1939. A proposta encontra-se dividida em duas etapas (produtos) principais: montagem: Espetáculo de Artes Cênicas e apresentações, incluindo tournê: Apresentação Musical.

Sinopse

Sinopse A ação se passa em Minas Gerais, na região aurífera, onde faiscadores e aventureiros procuram ouro e diamantes. Mas as águas misteriosas, onde seus diamantes se escondem, são também o refúgio da Yara, um ser sedutor e perigoso que atrai os passantes para o fundo das águas. Luiz, o personagem central do drama, anda à procura de uma pedra que possa garantir-lhe um futuro faustoso e casar-se com sua amada Beatriz. Partindo em busca de riqueza, Luiz abandona Beatriz, que reluta em deixá-lo partir. Depois de muitos encontros e desencontros com faiscadores e alguns aventureiros bateadores. Luiz encontra finalmente o almejado e enorme diamante. Beatriz alerta-o para o fato de que pedras de tal quilate pertencem sempre ao Rei. Surge das águas Yara, que tenta seduzir Luiz, impedindo-o de prosseguir sua jornada. O dueto Yara/Luiz é um dos momentos mais belos da ópera. Luiz, entretanto, prossegue sua viagem, movido pelo desejo de conhecer outras terras e usufruir de sua fortuna. Depois de muito vagar em busca da felicidade almejada, Luiz descobre que deixou para trás o seu verdadeiro amor, Beatriz, e decide voltar à sua terra natal Alquebrado e envelhecido, nem sequer é reconhecido pelos habitantes locais. Ninguém mais se recorda de Beatriz. Descobre que Beatriz, depois de muito sofrer pelo abandono, morreu de tristeza. Pedro Vaz, o velho pai de Beatriz, não suportando a morte de sua filha, também morrera. Luiz, desesperado, reconhece que a enorme pedra preciosa que encontrara, tinha sido na realidade toda a razão de seu infortúnio. A esperança de uma vida faustosa e cheia de riqueza teria sido uma ilusão. O drama termina com um coro de faiscadores que, continuando a batejar, enaltece a terra em que nasceram e preveem um futuro próspero e feliz para os vindouros.

Objetivos

Este projeto tem como objetivo geral a viabilização da ópera inédita Yara, trazendo a público estreia em local aberto e mais 6 apresentações em cidades do interior de Minas Gerais e Paraty no Rio de Janeiro, sempre com acesso gratuito. Proporcionar ao público o acesso gratuito a atividades artístico-culturais normalmente restritas a ambientes fechados e pagos. Oferecer espetáculo que expresse a diversidade da cultura brasileira em particular e específicamente neste caso que desmistifique a ideia elitizada de consumo cultural. Despertar na população local o interesse em participar dos programas e eventos culturais de bom nível cultural, ampliando seus horizontes. Como objetivos específicos esta proposta trás a montagem dessa obra contemplando desde os arranjos e cópias de partituras até sua finalização. a montagem do produto espetáculo de artes cênicas: Arranjos adaptação da partitura e cópias para os diversos instrumentos Produção de Figurinos Produção de Cenários Montagem de coreografia Ensaios com músicos, cantores sob a regência de Maestros de orquestra e de coro. Ensaios de cena Visitação de alunos de escolas públicas durante os ensaios finais da estréia. e apresentações (produto: apresentações musicais) em Belo Horizonte, Parati, Ouro Preto, Sabará, Diamantina, São João Del Rey e Caxambu. sendo em Belo Horizonte ao ar livre e nas demais cidades em teatros com entrada franca.

Justificativa

A proposta de montagem da ópera Yara visa trazer ao público uma composição mineira, inédita composta no início do século passado, que representa de forma indiscutível a capacidade criativa do brasileiro, utilizando de temática local em um gênero pouco explorado em nossa realizade musical. A ópera será apresentada de forma gratuita em local aberto ao público,no caso de Belo Horizonte, em sua estréia, recurso pouco usado e que permite atrair um público maior e terá também acesso gratuito nas demais apresentações, o que contribuirá com a democratização e popularização do gênero, o acesso a bens culturais e o interesse em torno da apresentação objetivando a realização de ações que vão de encontro aos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8313/91 ou seja: I -Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II -Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Em relação ao artigo 3 da lei 8.313/91 e conforme o inciso II o projeto tem o objetivo de fomentar a produção cultural e artística mediante: A promoção de espetáculos abertos ao público, sempre promovendo inclusive o intercâmbio de conhecimento entre pessoas ligadas a música, nas cidades em que o projeto irá trabalhar. Contribuir com a divulgação do gênero enquanto trás a público um espetáculo de um gênero pouco explorado, quando se trata do ineditismo e nacionalidade, bem como contribuir com a democratização da cultura em todas as suas manifestações, vide as visitas programadas de alunos de escolas a ensaios finais antes da pré estréia. A montagem de um espetáculo com estas características de lançamento e mesmo sua apresentação em seis outras cidades impicam num alto custo o que sem incentivos, se torna impossível de realizar. Assim, para que possamos trazer a público esta obra, vimos recorrer ao apoio da lei Federal de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet.

Estratégia de execução

NT

Especificação técnica

A Ópera está classificada como de livre acesso a qualquer idade - censura livre. É uma ópera de três atos e dois quadros.

Acessibilidade

O projeto adota medidas de acessibilidade e suas ações atendem ao artigo 23, promovendo ações dirigidas a deficientes.Como é totalmente gratuito e suas ações acontecem ao ar livre em Belo Horizonte, local aberto e nas demais cidades com entrada livre nos teatros onde será apresentada a ópera, as apresentações contam com acomodação e acesso preferenciais para as pessoas com deficiência, os idosos com idade igual ou superior a 60 anos, as gestantes, as lactantes e pessoas com crianças de colo e os obesos, conforme estabelecido pela Lei nº 10.048, de 8 de novembro de 2000. Os locais escolhidos são em áreas mais centrais das cidades contribuindo com a acessibilidade. Esses locais serão sinalisados.Há que se destacar o atendimento ao artigo 46 do decreto 3.298 de 20/12/99, promovendo o acesso e participação de deficientes, e o respeito a lei nº13.146, de 2015 e Decreto 9.404 de 2018 A preocupação com a acessibilidade é uma constante do projeto. São providenciados acentos para a apresentação ao ar livre para conforto de idosos e pessoas com problemas de locomoção, bem como reservados espaços para cadeirantes e outras pessoas com perfil prioritário. São definidos para a realização dos eventos os locais de fácil acesso, bem como a sinalização adequada. Assim, para cada apresentação previmos a exibição de letreiro com o texto do espetáculo, para atender os que tem dificuldade auditiva de compreensão. Também háverá a contratação de um ônibus para levar idosos a cada uma das apresentações.

Democratização do acesso

O projeto, totalmente franqueado ao público será levado a praça pública de Belo Horizonte, propiciando a possibilidade de acesso ao maior número possível de pessoas. Nas demais cidades apresentado em teatros terão entrada gratuita. Por ser totalmente gratuito, tem em sua concepção e em seus objetivos a democratização e a acessibilidade, havendo para tanto ampla divulgação.Em atenção ao artigo 21 da IN nº2/2019, a ópera terá sua estréia em praça pública e em teatros com acesso gratuito, disponibilizando em todas as apresentações transporte para grupos de idosos assistirem. Conforme inciso II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos.

Ficha técnica

Felipe Nabuco-Silvestre - Diretor da NGS: Coordenação Geral e Direção Administrativo Financeira - Cravista - Maestro- Brasileiro, estudou na Alemanha e se diplomou na Staatliche Musikhochschule Freiburg, quando freqüentou os cursos de Análise e Estética nos “Cursos Internacionais de Música Contemporânea em Darmstadt” na classe de Pierre Boulez. Como cravista, integrou o Freiburger Kammer Trio, e gravou para as emissoras: Suedwestfunk Baden Baden, Suedwestfunk Freiburg, Sueddeutscher Rundfunk Karlsruhe, Hessischer Rundfunk Frankfurt, Radio em Televisie Brussels, Radio und Fernsehgesellschaft Basel, ORTF Strassbourg, Bayerische Rubdfunk Munique.Participou dos festivais: Bach Festival Reutlingen RFA, Bienal Internacional de Música da Universidade de SP, Festival de Inverno de Campos de Jordão, Festival Internacional de Cravo do Museu de Arte Moderna de SP. Foi professor de Cravo e Música de Câmera na Universidade de São Paulo, na Escola de Música de Brasília e no Conservatório Calouste Gulbenkian em Braga- Portugal. De 1987 a 2001 dirigiu os “Encontros com o Barroco”, festival realizado anualmente em Porto-Portugal, e nos “Cursos Internacionais de Música Barroca”, quando produziu as séries “Barroco ao fim da Tarde” e “Música Antiga-Jovens Intérpretes”. Em 1992 fundou o “Centro de Estudos de Música Barroca” e o “Coro de Câmera do Centro de Estudos de Música Barroca”. Sob o patrocínio da União Européia, criou e dirigiu por 3 anos o “Ensemble Barroco Europeu”, orquestra de câmera composta por jovens músicos de Portugal, Alemanha, Itália, França, Áustria e Inglaterra. Apresentou-se como cravista em 2 recitais em Buenos Aires, nas comemorações dos 25 anos da Academia Bach, e em Santiago, onde dirigiu a Orquestra de Câmera do Chile, com um programa dedicado a Bach e Haendel. Apresentou, em primeira audição na Europa, o concerto para cravo e cordas “O Vôo do Colibri” de Lindemberg Cardoso, a ele dedicado. Apresentou essa peça com as seguintes orquestras : Russian Virtuosi ( tournée sulamericana 2..., Orquestra de Câmera de Budapest, Camerata Bachiana-Rio de Janeiro, Orquestra de Camera da UFMG, Orquestra de Camera do Festival de Opole. Norma Graça Silvestre – Direção de Cena - Aos 10 anos de idade ingressou no Coservatório Mineiro de Música. Estudou piano com a Profa D. Carlinda Tinquintela e teoria com Hotílio Soares, Carmen Vasconcelos, Flausino Valle, e Regência Coral com Yolanda Lodi. Prosseguiu os estudos nos Seminários de Música Pro Arte - SP, onde foi aluna do Prof. H.J. Koelreuther (Análise Musical e Contraponto) e do Prof. Josef Kliass (piano). Nesse período, em um duo pianístico com Felipe Silvestre, apresentou, em aª audição no Brasil, a icônica obra para 2 pianos de Olivier Messiaen “Visions de L’Amen”. Também a apresentaram na Alemanha, França e Bélgica (gravação pela Radio en Televisie Bruxelas). Com bolsa de estudos do Deutscher Akademischer Austauschdiesnt estudou 4 anos na Staatliche Musikhochschule Freiburg. Frequentou os cursos de piano com Edith Picht-Axenfeld, canto com Fritz Harlan e òpera com o encenador Walter Jokisch. Frequentou, os Festivais Internacionais de Música Contemporânea em Donaueschigen e Darmstadt, onde participou dos cursos de Análise com Pierre Boulez, Henry Pousseur, e piano com Alois. Kontarsky. Iniciou a sua atividade como encenadora em 1970, na Alemanha, com a encenação da ópera “Bastien et Bastienne” de Mozart, com crianças entre 8 e 13 anos de idade. No Brasil assumiu a Direção Artística do Palácio das Artes em Belo Horizonte, entre 1974 a 1979. Encenou pela primeira vez na cidade a ópera de Mozart “Cosi fan Tutte”. Entre 1980 e 1989, dirigiu as temporadas líricas do Teatro Nacional de Brasília, encenando as óperas: W.A. Mozart - Cosi fan Tutte Flauta Mágica Bastien e Bastienne As Bodas de Fígaro. C. Orff Carmina Burana – primeira ópera encenada no Teatro Nacional-Brasilia. G. Puccini Bohéme - M. Butterfley. G. Verdi - Traviata. G. Bizet - Carmen. G. Gershwin- Porgy and Bess. G. Rossini - O Barbeiro de Sevilha. Na Alemanha em 1984, foi assistente de August Everding na encenação de “Elektra”, de R. Strauss, na Ópera Estadual de Koeln. Atendendo a convite da “Internationes”, visitou todos os grandes teatros de ópera da Alemanha e, a convite da Secretaria de Estado do Governo Americano, realizou uma viagem de estudos para conhecer os principais Teatros e Escolas de Ópera nos Estados Unidos. Realizou trabalhos de tradução e adaptação de óperas, que se destinam a produções voltadas para o público jovem e espectáculos didáticos para a formação de novos públicos. Em Portugal foi professora de Interpretação Cénica e criou o “Estudio de Ópera” na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto. Encenou então as óperas: F. Poulenc – La Voix Humaine I. Strawinsky – Le Rossignol P. Hindemith – Hin und Zurueck J. Offenbach – La Lesson de Chant Electromagnetique Brecht – Auferstethung und Fall der Stadt Mahagonny Pergolesi – La Serva Padrona - Il Maestro di Capella - H. Purcell – Dido e Aeneas. Atualmente exerce a função de Conselheira Artística na empresa FAS Arts Management – NY- www.fasartsmanagement.com ANGELA FRAIHA – Coordenadora do Projeto e Consultora Empresária e Produtora Cultural - Licenciada em Letras/ UFMG –1975: Participou de congressos e seminários sobre Leis de Incentivo à Cultura, sobre a área educacional e social e gerencial. Em 2008 fundou a C2A Produções Culturais através da qual vem desenvolvendo inúmeros projetos de Lei de Incentivo. Desde 2012 é Coordenadora de Projetos Criança no Museu e Manutenção da Fundação Inimá de Paula - Museu Inimá de Paula. Foi Coordenadora Geral do Projeto Circuito Cultural Trombetas, da 1ª à 4ª edições de proponência da C2A. Desde 2007 – Membro do Conselho Diretor da Fundação l’Hermitage, Diretoria de Eventos, Projetos e Comunicação Social. Elaborou inúmeros Projetos de Lei de Incentivo à Cultura para a Fundação Universa de Brasília (Ligada à UCB). Coordenou o Pop Rock Brasil – 24ª e 25ª edições / 2013. Como Diretora da C2A realizou: a Semana de Direitos Humanos – edição 2010 e elaborou e realizou a edição de livros Ouro Preto – Olhar Poético de Carlos Bracher e Ouro Preto – 300 Anos de Imagem. Foi em 2006/2007 – Diretora de Projetos Captação e Marketing do Instituto Cultural Sérgio Magnani Em 2005/2006 como Diretora do Núcleo Marista de Produção produziu recitais de Nelson Freire em Brasília e BH, Pop Rock Brasil em 2007 e 2008, e o Seminário de Arte e Cultura em Brasília. 2004/2005 – Assessora de Comunicação Social e Cultura da UBEE (mantenedora dos colégios Maristas) 2003/2004 – Coordenadora Executiva e Diretora Interina do Marista Hall (hoje Arena Hall). 1995/2003 – Diretora do Teatro Dom Silvério – B.H. 1997/98 e 2000 – Eleita membro representante da área cultural não governamental em BH da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura, para análise e aprovação de projetos culturais. Foi por duas vezes a mais votada. 1988/1995 – Produtora Cultural - Realizou inúmeras produções em Belém-PA ,. Produção executiva do projeto “Terça Maior”, em 1993, no Palácio das Artes,com grandes nomes da MPB, Lançou CDs de Tunai e Geraldo Azevedo. 1987 – Gerente do Coral da Fundação Clóvis Salgado.1979/1987 – Secretária da Diretoria Artística, Assistente de Direção e de Produção das montagens realizadas pela Fundação Clóvis Salgado. FRANCISCO MAYRINK- Direção de Produção e Diretor Assistente de Cena - Músico, produtor cultural e diretor de cena, foi regente e diretor artístico do Coral da Refinaria Gabriel Passos – REGAP, BH, de 1980 a 1991, além de diretor da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais – OSMG; de 1978 a 1991. Por 3 anos Diretor de Promoção Artística da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes,BH, até 2011. Secretário de Cultura de Sabará/MG, de março de 2005 a dezembro de 2008. Em 2013, foi nomeado membro do Conselho Deliberativo do Patrimônio Histórico e Artístico de Sabará/MG. Na área de direção cênica de espetáculos líricos, trabalhou como assistente de Tisuka Yamasaki, Bibi Ferreira, Fernando Peixoto, Juarez Cabello e Elvécio Guimarães. Assina a direção de mais de 90 montagens, apresentadas nos mais importantes teatros brasileiros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.