Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Entraremos nas escolas para em regime de contraturno para auxiliar os professores com sensibilização através da arte sobre a otica da cultura hip hop.Executaremos Oficina de Graffiti em 4 escolas publicas e centros de acolhida com 6 meses de duração
Objetivo Geral Executar ações da cultura Hip Hop em escolas, cursos livres e oficinas referente a cultura. Trabalhar auxiliando as diretorias das escolas e proporcionar aos jovens cultura,arte e educação. Objetivos especificos Produzir Saraus escolaresProduzir Oficinas da Cultura HIP HOP nas escolasProduzir Shows em escolasProduzir Oficinas nas escolas
Ribeirão Preto possui poucos pontos culturais, além do fato dos eventos constantemente desenvolvidos não terem capacidade de atingir a população mais pobre por vários fatores como a falta de equipamentos culturais nas periferias, falta de acesso à informação, dificuldade de locomoção, entre outros. A cultura dos sistemas de som mostra-se de grande importância, não apenas musicalmente, mas também social e politicamente, já que está historicamente alicerçada na resistência cultural como uma das formas do povo afrodescendente e caribenho empobrecido se expressar artisticamente de maneira contra-hegemônica. Além disso, os sistemas de som, trazem a possibilidade de se fazer diversos tipos de manifestações culturais nas ruas, sendo acessíveis a toda população. Dessa maneira, esse projeto se justifica: 1 - pela necessidade de aproximar o jovem periférico em torno da possibilidade de construir, montar e executar um sistema de som, possibilitando a aprendizagem de competências e habilidades - como marcenaria com equipamentos de ponta e profissionais especializados, noções de acústica, de eletrônica, de solda, de pintura, operação de potência e mesa de som por exemplo - e, por consequência, a profissionalização e acesso ao mercado de trabalho relacionado à arte e à cultura - já que há poucos profissionais desse tipo na cidade, mas não só, possibilitando também a abertura de um grande leque de opções; 2 - pela proposição de oportunizar à população periférica um maior acesso à arte e à cultura de maneira popular e gratuita com o "REAÇÃO na Comunidade", promovendo com o grafitti, uma exposição a céu aberto; com o breakdance, contato com esporte olímpico e dança que se origina e integra com a rua e, para além disso, um festival musical com vários MCs e DJs, brinquedo para as crianças e alimentação gratuita ocasionando dias inesquecíveis pelo grande impacto que eventos como esse produzem em comunidades carentes; 3 - pelo fomento e apoio aos artistas independentes da cena do HIP HOP entre outras culturas musicais, como Reggae, Grime, Música Eletrônica e Músicas de Matriz Africana por exemplo, possibilitando a volta de suas apresentações; 4 - pela retomada de um movimento cultural periférico, que há muito tempo é negligenciado na cidade e não conta com apoio, fomento ou políticas públicas que deem a devida importância ao HIP HOP - um movimento representativo e relevante para os sujeitos periféricos. 5 - pelo fortalecimento da organização social reação que desde 2019 atua com arte, cultura, saúde e educação através da ótica do HIP HOP que compreende a produção de arte e cultura, preservação do patrimônio imaterial, construção de laços e vínculos com as comunidades, economia solidária circular, entre outras coisas . Além disso, por ser uma organização social, o REAÇÃO acredita que esse projeto se adeque aos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU, compreendendo os tópicos de erradicação da pobreza; saúde e bem estar; educação de qualidade; igualdade de gênero; trabalho decente e crescimento econômico; indústria inovação e infraestrutura, redução das desigualdades, cidades e comunidades sustentáveis, Ademais, historicamente, o projeto se justifica no sentido de: 1. Valor histórico e cultural dos sistemas de som (o ínicio da cultura HIP HOP): A independência da Jamaica em 1962 não alterou a situação da maioria da população. A economia, que era baseada na agroexportação, estava em declínio, provocando êxodo rural e a formação de grandes favelas (shantytowns). Os afrodescendentes da Jamaica sempre estiveram à margem das decisões políticas que eram dominadas por uma elite branca. Diante da opressão sofrida, tanto interna quanto externamente, eles resistiam por meio da religião, da delinquência, da música e da emigração para os EUA. Esta possibilitou a fusão da música popular jamaicana com a do Bronx, em Nova Iorque, dando início àquilo que hoje chamamos de HIP HOP. 2. Surgimento do HIP HOP: Emergiu em meados da década de 1970 nos subúrbios negros e latinos-caribenhos de Nova Iorque. Estes subúrbios enfrentavam diversos problemas de ordem social como pobreza, violência, racismo, tráfico de drogas, carência de infraestrutura e de educação, entre outros. Os jovens tinham apenas a rua como espaço de lazer e, geralmente, entravam em gangues que se confrontavam violentamente na luta pelo domínio territorial. Esses bairros eram também habitados por imigrantes do Caribe, vindo principalmente da Jamaica, que trouxeram a cultura das festas de rua com equipamentos sonoros ou carros de som muito potentes - os Sound System para o Bronx (bairro nova iorquino de maioria negra) pelo DJ Kool Herc. Herc introduziu o Toast (modo de cantar com levadas fraseadas e rimas bem feitas, muitas vezes politizadas, cantadas em cima de uma base de reggae instrumental), que futuramente daria origem ao RAP. Nesse contexto, nasciam diferentes manifestações artísticas de rua, formas inovadoras de fazer música, dança, poesia e pintura. Alguns DJs, que participavam dessas expressões de rua, passaram a organizar festas onde essas manifestações tinham espaço, assim nasceram as "Block Parties". As gangues foram encontrando nas novas formas de arte uma maneira de canalizar a violência em que viviam, e passaram a frequentar as festas. Passaram a competir com passos de dança e não mais com armas. Em 12 de novembro de 1973, foi criada a primeira organização fundamentalmente voltada ao HIP HOP, cuja sede ficava no Bronx. A "Zulu Nation" objetivava acabar com os vários problemas dos jovens do subúrbio, especialmente a violência. Começaram a organizar batalhas não violentas que eram competições artísticas. O HIP HOP (união entre música, dança e grafite) é hoje uma das mais fortes expressões da cultura periférica, tendo sido fortemente influenciado pelas "sounds system". 3. Reggae: Para entender o desenvolvimento do Reggae como estilo musical e fenômeno social é importante entender os "sounds system". Com seus DJs, Mcs e espaço para manifestação de ideias, o Reggae acabou se transformando num retrato da música e cultura jamaicana. Ganhou importância a partir de 1962, após a independência política, quando a música ganhou novas configurações na Jamaica. Um país de população extremamente pobre onde não havia recurso para as necessidades primárias. O desemprego atingia boa parcela da população e apenas a elite e a pequena classe média ligada ao governo tinham poder de consumo. Esta situação fez com que os "sounds system" - de origem periférica e popular - fossem praticamente a única fonte de lazer para o povo. Em nenhum outro lugar houve desenvolvimento e difusão de uma cultura popular de maneira tão rápida. Assim, fica evidenciado o valor simbólico, histórico e cultural dos sistemas de som, fundamentais para o desenvolvimento do HIP HOP e do Reggae, estilos que também representam a cultura negra e periférica no Brasil. Diante do resgate histórico apresentado é possível compreender a grande importância dos sistemas de som na difusão da arte e da cultura do povo periférico podendo facilmente serem montados em qualquer espaço público, possibilitando a realização de eventos em todos os bairros da cidade de maneira acessível e socialmente referenciada nas demandas das localidades em que acontecerão. Isso confere ao projeto um tom inovador pois tem capacidade de beneficiar diversas pessoas, principalmente as das regiões periféricas da cidade, contribuindo não apenas com a difusão cultural, mas também com o resgate de jovens marginalizados através da profissionalização e do acesso à cultura. Além disso, o projeto promove um resgate da cultura HIP HOP que se origina, se cria, se reproduz e representa a periferia, justamente no ano em que esse movimento completa seus 50 anos de existência, oportunizando o engajamento da juventude periférica em algo que ela se reconheça; a retomada de apresentações de artistas independentes e - de maneira cuidadosa e afetiva - momentos de lazer a todos os moradores das comunidades.
Para garantir a acessibilidade do Circuito Cultural Reação a todos os públicos, incluindo idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, implementaremos um plano abrangente de acessibilidade comunicacional e física. Nosso objetivo é assegurar que todos possam participar e usufruir das atividades culturais e educacionais oferecidas pelo projeto. AudiodescriçãoDescrição: A audiodescrição fornece descrições detalhadas do conteúdo visual das performances, graffitis e outras atividades para pessoas com deficiência visual. Implementação: Durante os eventos, utilizaremos dispositivos de audiodescrição e ofereceremos audiodescrição em tempo real para apresentações ao vivo. Profissionais especializados prepararão as descrições para garantir precisão e clareza. Serão realizadas sessões de treinamento para os locutores, garantindo que as descrições sejam informativas e sensíveis ao contexto cultural dos eventos. Libras (Língua Brasileira de Sinais)Descrição: A tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) garantirá que as atividades e conteúdos sejam acessíveis para pessoas com deficiência auditiva. Implementação: Contrataremos intérpretes de Libras para todos os eventos e oficinas, incluindo apresentações musicais, performances e rodas de conversa. Também disponibilizaremos materiais educativos e informativos traduzidos em Libras. As salas e espaços serão adaptados para permitir a visualização clara dos intérpretes durante as apresentações. BrailleDescrição: Material informativo e educativo será disponibilizado em Braille para facilitar o acesso à informação para pessoas com deficiência visual. Implementação: Produziremos brochuras e cartazes em Braille, que serão distribuídos durante os eventos e disponibilizados em centros comunitários, escolas e pontos de acesso público. A produção de material em Braille será feita com a colaboração de organizações especializadas para garantir a qualidade e a legibilidade. VideodescriçãoDescrição: Vídeos descritivos detalharão visivelmente o conteúdo dos eventos para pessoas com deficiência visual. Implementação: As gravações das performances e oficinas serão acompanhadas de trilhas sonoras com descrições detalhadas dos elementos visuais. Esses vídeos serão disponibilizados em plataformas digitais e reproduzidos durante os eventos, garantindo acessibilidade a todos os participantes. Espaços e Infraestrutura AcessíveisDescrição: Todos os locais do Circuito Cultural Reação serão acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida. Implementação: Realizaremos uma análise detalhada dos espaços escolhidos para os eventos, assegurando que estejam adaptados para cadeirantes e pessoas com dificuldades de mobilidade. Isso incluirá a instalação de rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização adequada. A equipe de logística será treinada para atender qualquer necessidade específica que possa surgir. Materiais e Equipamentos InclusivosDescrição: Equipamentos e materiais serão disponibilizados para facilitar a participação de pessoas com deficiência. Implementação: Forneceremos materiais educativos adaptados, como tablets com softwares de leitura para pessoas com deficiência visual, e legendas em tempo real para as apresentações. Além disso, serão disponibilizados recursos tecnológicos como amplificadores de som e dispositivos de comunicação alternativa, conforme necessário. Treinamento da EquipeDescrição: A capacitação da equipe e dos voluntários garantirá um atendimento adequado às necessidades das pessoas com deficiência. Implementação: Realizaremos treinamentos regulares sobre práticas de acessibilidade e inclusão, abordando o atendimento a diferentes tipos de deficiência. O treinamento incluirá técnicas de comunicação e assistência, além de informações sobre a importância da abordagem sensível e respeitosa. Comunicação e DivulgaçãoDescrição: Assegurar que todas as informações sobre os eventos sejam disponibilizadas em formatos acessíveis. Implementação: As informações sobre o Circuito Cultural Reação serão divulgadas em formatos acessíveis, incluindo texto simples, áudio e Libras. Criaremos um site do projeto que será totalmente acessível, com opções de leitura de texto e navegação por voz. Também utilizaremos redes sociais e plataformas digitais para garantir que as informações sejam amplamente disponíveis e inclusivas. Monitoramento e AvaliaçãoDescrição: Garantir a eficácia das medidas de acessibilidade através de avaliações e feedback contínuo. Implementação: Realizaremos avaliações regulares das medidas de acessibilidade e coletaremos feedback dos participantes com deficiência para identificar áreas de melhoria. Ajustes serão feitos conforme necessário para aprimorar continuamente o acesso e a inclusão. Um comitê de acessibilidade será formado para supervisionar e revisar as práticas de acessibilidade durante todo o projeto.
Visando promover o acesso a cultura e a oportunidades de formação educacional, técnica e artística, o projeto será realizado garantindo as formas de democratização cultural, no que segue: Acessibilidade Garantir a acessibilidade ao oferecer todas as ações que contemplam o projeto de forma gratuita, em diferentes regiões da cidade, incluindo as periferias. A utilização de espaços públicos como locais para cursos e eventos visa facilitar o acesso de todos os moradores, especialmente aqueles com menos recursos. Considerando a diversidade populacional, os lugares, necessariamente, poderão receber todas as pessoas, inclusive pessoas com deficiência. Ações Afirmativas O projeto promove ações afirmativas ao priorizar a inclusão de artistas emergentes e da velha guarda da cultura Hip-Hop, além de garantir a participação de jovens e crianças das periferias. Ao oferecer vivências e experiências que abordem os quatro elementos da cultura Hip-Hop e outras atividades socioculturais, contribuindo para a valorização e o reconhecimento da periferia como precursor do movimento Hip-Hop. Cultura Popular O objeto do projeto Circuito Cultural Reação é de cultura popular e negra. Os elementos da cultura Hip-Hop, por si só, refletem a herança cultural e histórica do movimento, proporcionando um espaço para que a cultura seja reconhecida e celebrada, em uma cidade em que ainda faltam políticas públicas de incentivo para ações de cultura negra e periférica, que atenda amplamente a necessidade local. Atuação em Rede, Benefícios Sociais, Comunicação e Mapeamento O projeto promove a atuação em rede ao envolver diversos artistas e agentes culturais locais, além de agentes de saúde e educação, entre outros profissionais, criando um ambiente colaborativo que amplia o alcance e impacto das atividades. O mapeamento das áreas de atuação e a comunicação direta com as comunidades fortalecem os benefícios sociais e a visibilidade do projeto. Formação, Capacitação e Educação O oferecimento de vivências, workshops e cursos como os de Operador de Som e Graffiti, que proporcionam formação e capacitação técnica, assim como as rodas de conversa sobre temas como saúde, direitos e empreendedorismo oferecem educação contínua e prática para adolescentes, jovens e adultos, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e profissional. Participação Social O Circuito Cultural Reação promove a participação social ao envolver a comunidade local na organização e realização dos eventos. As rodas de conversa e atividades voltadas para temas relevantes para a população garantem a inclusão da voz dos moradores nas discussões e decisões sobre questões sociais e culturais, visando fortalecer a conexão entre artistas urbanas, profissionais de diversas áreas e as comunidades beneficiadas pelo projeto.
FICHA TÉCNICAHenrique Rafael de Oliveira Brito - Produtor Executivo/ Oficineiro Sistemade SomPriscila Helena Xavier Defende - Coordenadora GeralClara Lume Dola Cunha - Escrita de Projeto - AdministrativoCarolina Helena Xavier Defende- Produção/Oficineira GraffitiJoão Pedro Luchiari Raimundo- Produção/Oficineiro Rimas e Poesias HENRIQUE RAFAEL DE OLIVEIRA BRITO, 35 anos, formado em ProcessosFonográficos pela Universidade Santana, morador da periferia de RibeirãoPreto. Produtor cultural, engenheiro de áudio, arte-educador e músicobeatmaker. Durante 4 anos foi Mc da Batalha da XV, onde pela primeira vezpode produzir um evento cultural e por 4 anos produziu a festa de aniversárioda Batalha da XV, evento que já contou com mais de 40 artistas musicais,sendo totalmente gratuito e independente. Participou dos coletivos MOIOSUJO, África Mãe do Leão Sistema de Som, Freiabarca e Impact Sounds. Seapresentou e produziu eventos no Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e MinasGerais. Já atuou na “Virada do Idoso”, “Virada Cultural de São Paulo”, “Mês daConsciência Negra”, “Virada Independente” em Ribeirão Preto e Curitiba, alémde ajudar jovens na gravação e divulgação de seus trabalhos artísticos.Trabalhou como produtor do Atlântida HOW em Ribeirão Preto, e produziushows de rap com Cabes MC, Vietnã entre outros. Desde 2019 se dedica àconstrução da Organização Social REAÇÃO - como seu produtor executivo ediretor - que tem por objetivo levar às periferias da cidade arte, cultura,educação e saúde. Em 2020, diante da pandemia organizou um plano decontingência e deu uma guinada em seu trabalho para ajudar as pessoas maisnecessitadas construindo as cozinhas comunitárias, o que proporcionou aentrega de mais de 1200 refeições diárias em seis comunidades e favelas deRibeirão Preto, projeto que durou até o fim de 2021 e que englobou e envolveudiversos outros trabalhos como a “Virada Cultural Solidária” e “Humanizarte”,por exemplo. Depois disso, voltou-se novamente às ações artístico culturais econstroi constantemente evento a festa “Porão 016”, o evento gratuito “Reaçãona Comunidade”, que consiste em um dia onde se proporciona alimentação,oficinas de Grafitti, oficina s e batalhas de rima e de Breakdance, além deapresentações musicais com DJs e MCs, oportunizando um dia de arte ecultura socialmente referenciado nas periferias, além de ser o idealizador doprojeto “Amplifica Quebrada” e do projeto “Estúdio Comunitário”. Em agosto de2023 produziu a celebração de 50 anos do HIP HOP no parque Maurílio Biaggiem Ribeirão Preto.PRISCILA HELENA XAVIER DEFENDE, 30 anos, mulher preta, mãe da Aziza,estudante de Pedagogia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP.Teve contato com o meio artístico através do teatro em 2010, participando deproduções como: “Nada vai conseguir mudar o que ficou” e da adaptação do espetáculo “O Despertar da Primavera” vencedor do Mapa Cultural Paulista2011/2012, com o Grupo Leilitch. Desde então, vem atuando em movimentossociais e independentes. Iniciou sua trajetória no movimento de arte de rua(Graffiti) no início de 2018, juntamente à artistas mulheres da cidade, atravésdessa união nasceu a primeira Crew feminina de graffiti de Ribeirão Preto/SPintitulada “G.I.F.” (Grito de Insatisfação Feminina) que proporcionou a produçãoe a execução da primeira ação de mulheres no Hip Hop, envolvendo seusquatro elementos, o evento cultural intitulado "RuElas", realizado em 2019 naSecretaria de Cultura de Ribeirão Preto. Nos anos de 2019 e 2020 participoucomo artista urbana em ações e eventos de Graffiti em Ribeirão Preto e região.Em 2020/2021 realizou e produziu ações em comunidades periféricas dacidade através da ONG REAÇÃO, onde atua como coordenadora desde a suafundação: Reação na Comunidade, Cozinha Solidária, Virada Cultural solidária,Recepção Solidária da Filô, e o Graffiteria - onde faz oficina de grafitti emescolas públicas da cidade, entre outros. Em agosto de 2023 ajudou aorganizar e produzir diversos eventos e também a celebração de 50 anos doHIP HOP na cidade, no Parque Maurilio Biaggi. CLARA LUME DOLA CUNHA, 32 anos, graduada em história pelaUniversidade Federal do Paraná em 2012. Atuou como coordenadora nacionaldo Levante Popular da Juventude entre os anos de 2015 e 2019, onde realizoutarefas de organização e articulação com a juventude em âmbito regional,estadual e municipal. Organizou e produziu o III Acampamento Nacional daJuventude em Belo Horizonte - Minas Gerais em 2017. Organizou e promoveua décima sétima e décima oitava “Jornada de Agroecologia” em 2017 e 2018.Além disso, de 2015 a 2023 foi coordenadora executiva do jornal Brasil de FatoParaná, com funções de coordenação logística, coordenadora de escrita deprojetos internacionais, recursos humanos e também atuou comoadministrativo. A partir de 2020 passa a fazer parte do REAÇÃO, em 2021ajudou a articular o projeto “Cozinhas Solidárias” e foi coordenadora executivada região sul da “Virada Cultural Solidária”. Hoje atua como coordenadora deprojetos.CAROLINE HELENA XAVIER DEFENDE, 20 anos, mulher negra e periférica,estudante de Pedagogia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP.Foi atendida pelo cursinho popular Paiva assistida pelos projetos do REAÇÃO,hoje se tornou aprendiz em produção cultural tendo organizado e produzidoseventos como a “Virada Cultural Solidária”, Festa “Porão 016”, Palestra “InfinityClass - feira do livro”, entre outros e já faz parte do projeto Garfitteria comoassistente, fazendo oficinas de Grafitti em diversas escolas públicas deRibeirão Preto. JOÃO PEDRO LUCHIARI RAIMUNDO, nome artístico “Jãoziin”, 20 anos,ensino médio completo. Produtor musical, produtor de eventos, empreendedor,aprendiz de técnico de som. Faz parte do grupo de RAP independente “MECMob” e é um dos realizadores do Sistema de Som “Potiron”. Participou comoprodutor dos eventos da festa Porão 016 (todas as edições), de diversos eventos do “REAÇÃO na Comunidade” entre eles o junino e o de páscoa etambém do Aniversário da Batalha Nova Era, do Evento Nova Era - Estrela Bet,da Virada Cultural Solidária, do Circuito Cultural - Batatais e do Circuito Cultural- Ribeirão Preto. É um dos co-fundadores do “Estúdio Comunitário” onde éaprendiz em todas as etapas, desde o beatmaking até a gravação e mixagem.Como rapper, já se apresentou em diversas cidades da região de RibeirãoPreto, como Serra Azul e Batatais.É facilitador de oficinas de música entre elaspercussão e rimas, tendo experiência em oficinas ministradas em escolaspúblicas de Ribeirão Preto e região e em diversos eventos do “Reação naComunidade”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.