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PRONAC 2414168Expirado o prazo de captação totalMecenato

Expresso

ASSOCIACAO DOS ARTISTAS E PRODUTORES DO CENTRO DE SAO PAULO
Solicitado
R$ 1,82 mi
Aprovado
R$ 1,82 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-03-03
Término
2026-03-03
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Criar um ateliê em artes, formado por 12 artistas contemporâneos das artes visuais, os artistas trabalharam com 60 adolescentes que cumprem medida socioeducativa na cidade de São Paulo, cada dupla de artistas trabalharão com 10 adolescentes, durante o período de 8 meses. Além da formação de 10 meses, como contrapartida realizaremos uma mostra dos trabalhos produzidos pelos jovens, registro documental do processo artístico e lançaremos uma publicação dos trabalhos realizados e textos dos participantes. A fim de expandir os conhecimentos artísticos dos adolescentes, eles terão aulas e oficinas com os artistas educadores e oficinas de arte com artistas convidados.

Objetivos

Objetivo Geral Democratizar o acesso a bens culturais para crianças e adolescentes que cumprem medida socioeducativa na cidade de Sa~o Paulo, jovens egressos da Fundação CASA - extinta FEBEM/SP, e adolescentes que vivem em situaça~o de risco e vullnerabilidade social; Reinserção social dos jovens no circuito das artes no âmbito da formação livre e construção de identidade, considerando a subjetividade de cada um; Aprofundar nossa relação com esses jovens em um ambiente que forneça estruturas para o seu crescimento e desenvolvimento como ser-humano; Oferecer elementos de cultura que enriqueça seu repertório lúdico, seu desenvolvimento e inserção social, bem como desenvolver capacidades de convivência, de ser e estar com outros em uma atitude básica de aceitação e respeito, de confiança e auto-confiança que permitirão acesso simultâneo aos conhecimentos mais amplos; Manter esses jovens longe da criminalidade e do uso abusivo de drogas; Reduzir a gravidez na adolescência; Contribuir para que os jovens voltem a estudar e consequentemente a diminuição da evasão escolar; Combater a fome e a miséria por meio da redistribuição de renda, uma vez que os jovens recebem bolsa incentivo na iniciativa que contribui financeiramente no dia a dia; Fornecer amparo psicológico por meio da arte contribuindo para a diminuição do desamparo familiar e social; e Apresentar novas possibilidades de futuro por meio da arte e da educação. Objetivos Específicos Criar um ateliê de artes formado por 12 artistas convidados pela curadora, Carol Lauriano e um curador a definir, que recebera~o 60 adolescentes egressos (as) da Fundaça~o Casa, que cumprem medida socioeducativa e adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social, um espaço colaborativo de produça~o arti´stica, onde esses jovens podera~o desenvolver suas habilidades arti´sticas e este´ticas. Os adolescentes tera~o aulas com os artistas educadores e oficinas de arte com artistas convidados; Realizar uma mostra com os trabalhos produzidos pelos jovens; Realizar duas conversas/debates sobre os direitos das crianças e dos adolescentes; Realizar duas exibições do documentário produzido. Prouzir uma publição com registro fotográfico e textos escritos pelos jovens, direção do projeto e artistas educadores.

Justificativa

Justificativa de acordo com a legislação vigente De acordo com o Art 1 da Lei 8.313/91, o projeto contemplará os seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dosdireitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismoda cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serãocaptados e canalizados os recursos do PRONAC atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicosbrasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; b) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização eaperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realizaçãode exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Justificativa conceitual do projeto O Ambiente Um ambiente criativo tem potência de construção conjunta e integração social inerentes aos motivos que nos levam a idealizar este projeto. Um espaço que possibilita a não dissociação da produção e convívio de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, a relação de acesso a estes espaços - muitas vezes negados a estes jovens por questões de ordem social, econômica e geográfica. Surge então uma urgente demanda de ressignificação constitutiva a partir da construção de um ambiente de pertencimento, que possibilite a valorização do sujeito e das suas subjetividades. Os direitos A juventude representa uma fase crucial da vida, repleta de descobertas, aprendizados e desafios. Nesse contexto, garantir os direitos humanos dos jovens é fundamental para promover o desenvolvimento pleno e saudável de cada indivíduo, bem como para fortalecer as bases de uma sociedade justa e inclusiva. Os direitos humanos dos jovens abrangem diversas áreas, desde o direito à educação de qualidade e à saúde, até o direito ao lazer, à liberdade de expressão e à participação política. Esses direitos são fundamentais para assegurar que os jovens possam desenvolver todo o seu potencial e contribuir de forma significativa para o progresso de suas comunidades e do mundo em geral. No entanto, apesar dos avanços significativos nas últimas décadas, muitos jovens ainda enfrentam A importância do trabalho com adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa Os debates em torno da juventude brasileira têm recebido certa notoriedade no conjunto da sociedade, seja no âmbito acadêmico, sociojurídico ou mesmo nos processos de militância em defesa dos direitos dessa população. Não se pode negar, ainda, que no bojo desses debates são incorporadas às discussões midiáticas, que, sobretudo ao tratarem do tema relacionado ao ato infracional, fortalecem a ideia de associação da imagem desses jovens à vadiagem e à periculosidade. Neste contexto, um questionamento é inevitável, qual seja, a respeito de qual juventude se fala? Cabe reconhecer primeiramente que há lugares diferentes a serem ocupados pelos sujeitos sociais, os quais são legitimados pelo modelo de uma sociedade dividida em classes e regida pela ordem capitalista. Assim, a juventude a qual nos referimos é aquela que vive nas periferias, jovens negros, pobres, que vivenciam a intensificação das expressões da questão social, o processo desenfreado da criminalização e marginalização da pobreza. Jovens que enfrentam uma verdadeira batalha pela sobrevivência em uma sociedade que privilegia uma classe sobre a outra, explora, segrega e assume formas cada vez mais violentas, opressoras e moralizantes como forma de garantir a ordem social, mas o fato é que esse modelo tem impacto direto na produção e reprodução da condição de vida desses adolescentes, principalmente daqueles que cometeram atos infracionais. Nesse cenário, o Estado revela o seu papel punitivo em detrimento da garantia da proteção integral. Desse modo, as poucas e tímidas tentativas de oferecer resposta às expressões da questão social na cena contemporânea, pautasse na adoção de medidas coercitivas para se restabelecer a ordem pública, sustentando a falsa promessa de uma cultura de paz em defesa de uma sociedade que também clama por justiça, como se essa pudesse ser legitimada com a adoção de um sistema opressor e eficaz, capaz de garantir o encarceramento indiscriminado dessa população. Com base nessas discussões, aqui algumas reflexões acerca do encarceramento juvenil e como a violência atravessa o cotidiano dessa população. Para adentrar nesse cenário serão apresentadas discussões acerca da intensificação das expressões da questão social e o modo como historicamente o Estado legitima sua ação controladora e repressiva como parte integrante de um projeto societário pautado e regido pelo sistema capitalista. A partir disso, busca-se trazer à tona a trajetória sócio-histórica da política de atenção à infância, adolescência e juventude no Brasil, observadas as conquistas, desafios e retrocessos, sobretudo quando os discursos se centram na situação dos adolescentes e jovens infratores. Por fim, são apresentados dados da política de encarceramento juvenil que contrastam com dados da violência e do extermínio desses sujeitos sociais. Questão social e Estado Penal: incongruências de um discurso nem sempre convincente. O tempo presente tem sido marcado por retrocessos dos direitos sociais, avanço do conservadorismo, valorização de discursos e práticas que demarcam o cunho coercitivo e opressor do modo como o Estado responde à intensificação das expressões da questão social. O projeto se faz importante na medida em que contribiu com os jovens, para que possam em primeiro lugar ter acesso aos seus direitos constitucionais no que se diz respeito ao acesso à cidadania, cultura e a arte, ao contribuir que o índice de reincidência criminal diminua entre os participantes, utilizando a arte como ferramenta de transformação social e novas possibilidades de futuro.

Estratégia de execução

Todas informações foram incluidas nos campos anteriores.

Especificação técnica

O curso de iniciação em artes visuais e produção musical da ASP se baseia no processo de formação artística e crítica de cada jovem. Dessa forma, acreditamos que os jovens desenvolverão importantes ferramentas não só para desenvolver suas habilidades artísticas, mas para tornarem cidadãos comprometidos com uma sociedade mais justa, uma vez que as artes visuais promovem um ambiente de discussão sobre a sociedade por meio de obras de arte. Umas das grandes responsabilidades do curso é que os jovens, ao mesmo tempo que recuperam sua autoestima, também possam aprender sobre questões étnico-raciais, de gênero e pautas identitárias. As formações consistem em aulas, exercícios práticos. As aulas e vivências artísticas se dão no formato presencial, as atividades envolvem temas atuais como racismo, machismo, homofobia e transfobia. Artistas e suas dinâmicas, cada artista trabalha uma temática diferente, de acordo com sua linguagem artística e plano pedagógico, assim como uma dinâmica de trabalho pensada para cada grupo de jovens. Todos têm uma relação estreita com arte-educação ou já ministraram aulas para adolescentes e/ou crianças durante as suas trajetórias, todos artistas da ficha técnica possuem notório saber. Formação artística: A disciplina de Artes Visuais é ensinada para atender as necessidades específicas de cada fase de desenvolvimento do aluno durante sua trajetória no curso. Aqui, a arte é trabalhada como experiência, a partir da descoberta dos processos poéticos das obras, das relações entre os saberes, das descobertas e investigações. Conforme os jovens vão se desenvolvendo, novas perspectivas da Arte como linguagem, seus códigos, seus processos poéticos e históricos, os artistas-produtores e a sociedade. Caminha-se para a percepção da alteridade quando o aluno, constrói narrativas poético-imagéticas sobre si e sobre o mundo a partir do diálogo e da percepção do outro. Formação Crítica: É uma abordagem que busca que cada uma e cada um possa dizer a sua própria palavra, de modo emancipado, a partir de uma leitura livre e consistente do mundo e de forma problematizada. Significa ter a capacidade de resolver problemas de modo livre, pleno, autoral e pautado em valores democráticos. A formação crítica dos jovens é estimulada por meio de leituras, sessão de vídeos, filmes e documentários e atividades extracurriculares, com visitas a museus e exposições de arte. ABORDAGEM PEDAGÓGICA: O eixo metodológico do curso de introdução às Artes Visuais da ASP situa-se no campo da reflexão crítica sobre experiências pedagógicas, fundamentadas na aprendizagem dialogada entre os diversos atores do processo de formação em questão. Para fomentar os diálogos serão utilizadas ferramentas no ambiente de ateliê, em trabalhos colaborativos e na articulação dos processos de aprendizagem com a prática profissional dos próprios jovens, possibilitando experimentações (metodológicas/poéticas/artísticas) que proporcionem um aprofundamento técnico e conceitual dos jovens. TÉCNICAS DE ENSINO: Cada dupla de artista-educador irá desenvolver um plano de aula que contemple duas técnicas distintas, mas que sejam complementares entre elas, de forma que cada grupo possa aprender as várias possibilidades de criar artístico. Dentre as abordagens práticas que estão sendo abordadas neste ciclo de aprendizagem estão: colagem, serigrafia, aquarela, pintura, instalação e desenho. Todas as práticas artísticas serão realizadas em um ateliê de arte específico para dar o suporte necessário para o desenvolvimento técnico e conceitual de cada jovem.

Acessibilidade

Para cumprimento ao art. 42 e 47 da IN 01/2017 e com o compromisso de atender o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999(**), tomaremos as seguintes medidas na realização do projeto para cada produto: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. Mostra ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Mostra será realizada em local que seja facilitador para deficientes físicos, que possua banheiros, rampas e estrutura adaptada para mobilidade. Entraremos em contato com instituições que atuem com esse público a fim de garantir o cumprimento da lei e os objetivos aqui estabelecidos.Item da planilha orçamentária: O espaço será definido pela curadora, no decorrer da produção, em parceria com espaço público não gerando ônus ao projeto.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Realizaremos uma visita guiada com pessoas com deficiência visual acompanhada de um monitor para deficientes visuais. Entraremos em contato com instituições que atuem com esse público a fim de garantir o cumprimento da lei e os objetivos aqui estabelecidos.Item da planilha orçamentária: Monitor para deficientes visuais e audiodescrição.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Realizaremos uma visita guiada acompanhada de um profissional de libras. Entraremos em contato com instituições que atuem com esse público a fim de garantir o cumprimento da lei e os objetivos aqui estabelecidos.Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Realizaremos uma visita guiada acompanhada de um profissional educador que atua com pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitação aos conteúdos e uma leitura para pessoas que desconhecem as liguagens ou idiomas dos conteúdos. Entraremos em contato com instituições que atuem com esse público a fim de garantir o cumprimento da lei e os objetivos aqui estabelecidos.Item da planilha orçamentária: Monitor para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitação aos conteúdos e educador para pessoas que desconhecem as liguagens ou idiomas dos conteúdos.Registro DocumentalACESSIBILIDADE FÍSICA: A Mostra será realizada em local que seja facilitador para deficientes físicos, que possua banheiros, rampas e estrutura adaptada para mobilidade. Entraremos em contato com instituições que atuem com esse público a fim de garantir o cumprimento da lei e os objetivos aqui estabelecidos.Item da planilha orçamentária: O espaço será definido pela curadora, no decorrer da produção, em parceria com espaço público não gerando ônus ao projeto.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Realizaremos uma visita guiada com pessoas com deficiência visual acompanhada de um monitor para deficientes visuais. Entraremos em contato com instituições que atuem com esse público a fim de garantir o cumprimento da lei e os objetivos aqui estabelecidos.Item da planilha orçamentária: Monitor para deficientes visuais e audiodescrição.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Realizaremos uma visita guiada acompanhada de um profissional de libras. Entraremos em contato com instituições que atuem com esse público a fim de garantir o cumprimento da lei e os objetivos aqui estabelecidos.Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Realizaremos uma visita guiada acompanhada de um profissional educador que atua com pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitação aos conteúdos e uma leitura para pessoas que desconhecem as liguagens ou idiomas dos conteúdos. Entraremos em contato com instituições que atuem com esse público a fim de garantir o cumprimento da lei e os objetivos aqui estabelecidos.Item da planilha orçamentária: Monitor para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitação aos conteúdos e educador para pessoas que desconhecem as liguagens ou idiomas dos conteúdos.

Democratização do acesso

Para cumprimento do Art. 21 da IN no 02/2019. O projeto realizará as seguintes medidas de ampliação do acesso: Publicação Doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados - neste caso 20% da publicação serão gratuitos, calcula-se a impressão de 700 exemplares, sendo assim distribuiremos 140 exemplares nos locais acima citado; Formação Oferecer bolsas de estudo para jovens que cumprem medida socioeducativa na cidade de São Paulo, egressos da Fundação CASA, extinta FEBEM/SP e jovens em situação de risco e vulnerabilidade social - 60 vagas. Mostra Realizar Mostra 100% gratuita, público estimado de 6.000 pessoas Registro Documental Exibir gratutamente registro documental para um público estimado de 200 pessoas. Conversas Realizar duas conversas sobre os direitos da infância e adolescencia um público estimado de 200 pessoas.

Ficha técnica

Ficha Técnica Direção Geral: Daniela Machado Assistente de Direção: Lucas Andrade Coordenação Pedagógica: Ester Cardoso Curadora: Carollina Lauriano Produtor: Wallace Cicero Arte educadores: Raphael Escobar, Camila Bardehle, Pedro França, Carla Chaim, Thomaz Rosa, Kaue Garcia e 6 artistas educadores a definir no inicio do projeto de acordo com as linguagens que forem trabalhadas. Designer: Beatriz Dorea Editor: Guilherme Teixeira Assistente de produção: a definir Assessoria de Imprensa: a definir Fotografo a definir e demais funções a definir. Daniela Machado - Direção Geral Pós Graduada em Gestão de Projetos Sociais Pontifícia pela Universidade Católica de São Paulo (PUC SP), graduada em Ciências Econômicas pela Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU - SP), em 2019 participou do Heyman Program for Philanthropy na Universidade de Nova York. Atuou no setor privado de 2003 até 2010, em áreas financeiras e administrativas. Em 2011 iniciou seus estudos em Artes Dramáticas, em 2012 ingressou na Companhia Teatral Os Satyros, onde ocupou o cargo de produtora da Companhia e permaneceu até 2018. Entre 2015 e 2016 realizou duas oficinas de elaboração de projetos e captação de recursos na SP Escola de Teatro. Em 2017 e 2018 coordenou o curso tecnólogo de Produção Cultural da Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT), em 2019 realizou duas oficinas de elaboração de projetos e captação de recursos no Instituto Tomie Ohtake. Em 2018 fundou a Associação dos Artistas e Produtores do Centro de São Paulo, com atividades voltadas para o cinema, teatro, circo, artes plásticas, literatura e música. Até o momento já desenvolveu mais de 50 projetos ligados à arte e educação. Ester Cardoso - Coordenação Pedagógica Graduada em Pedagogia. Esther tem experiência com a primeira e segunda infância, desde 2012 trabalha com o desenvolvimento de crianças e adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social em projetos de arte e educação. Na ASP é responsável por acompanhar o desenvolvimento de cada criança e adolescente e o acompanhamento com os familiares. Carollina Lauriano - Curadora É formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo. Tem extensão em Pesquisa em arte, design e moda pela Central Saint Martins/ual, atuando como curadora independente desde 2017. Entre 2018 e 2020 atuou como curadora e gestora do Ateliê397, um dos principais espaços independentes de arte de São Paulo. Em suas pesquisas, interessa discutir a inserção, desafios e conquistas de jovens mulheres artistas no mercado da arte. Dentre os principais projetos realizados estão as exposições "Corpo além do corpo", que discutia corpo queer e a transexualidade feminina e a busca pelo protagonismo de novos corpos na sociedade e "A noite não adormecerá jamais nos olhos nossos", na Galeria Baró, primeira exposição a reunir 20 artistas racializadas em uma galeria comercial para apresentar e discutir a produção de corpos dissidentes dentro do mercado de arte. Curadora adjunta da 13ª. edição da Bienal do Mercosul, mostra que acontece em Porto Alegre em 2022. Raphael Escobar - Arte educador Formado em Educação e Cultura pela Fundação Escola de Sociologia e Política. Desde 2008 atua com educação não formal em contextos de vulnerabilidade social ou de disputas políticas, como Fundação CASA, Cracolândia e Albergues. A atuação nesses contextos servem como pesquisa e muitas vezes ativação do trabalho que desenvolve. Sua pesquisa é pautada pelas relações de classe, pretendendo dissolver uma lógica moral da sociedade em relação aos moradores de rua, usuários de drogas e grupos periféricos. Deste modo, usa das instituições e do seu trabalho como ferramentas de fomento e educação, mediando os espaços de den- tro e fora do circuito, usando como ativador desta mediação objetos, substâncias e ações de um cotidiano cultural invisibilizado Já participou de exposições como totemonumento, 36o Panorama da Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna de São Paulo (2019), Quem não Luta tá Mor- to, Museu de Arte do Rio (2018), São Paulo não é uma cidade: invenções do centro, SESC 24 de Maio (2017) , Metrópole: Experiência Paulistana, Pinacoteca do Estado de São Paulo (2017)X Bienal de Arquitetura de São Paulo, Centro Cultural São Paulo (São Paulo, 2013). Camila Bardehle Ruiz (Chile, 1989) - Arte educadora Formou-se em artes visuais na PontifíciaUniversidade Católica do Chile. Seu trabalho tem como ponto de partida a noção de território, para indagar no diálogo e as tensões entre natureza e cidade. Utilizando diversas linguagens como instalação, fotografia, vídeo e aquarela. Realizou exposição individual em São Paulo e Chile. Participou de exposições coletivas e residências em Chile, Argentina e Brasil. É professora de Aquarela desde 2021, já participou de diversos projetos como arte educadora para jovens. Pedro França - Arte educador Pedro França é artista e membro da Cia Teatral Ueinzz. Estudou na Escola de Artes Visuais no Rio de janeiro entre 2001 e 2005. Desde 2006 realiza atividades pedagógicas diversas, tendo sido professor regular na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2006-2012), no MAM-SP (2010-2020) e no Instituto Tomie Ohtake (2011-2019), e tem mestrado em História Social da Cultura pela PUC – Rio. Desde 2011, vem produzindo pinturas, vídeos e instalações engajadas no rearranjo de imagens e objetos da mídia, da história e da cultura. Entre suas principais exposições individuais e coletivas estão Que Vão Que vem (Galeria Jaqueline Martins, 2020), AI-5 - Ainda não acabou de acabar (Instituto Tomie Ohtake, 2018), Transformers (Auroras, 2018), Don’t Judd me, acabei de chegar e tem uma úlcera gigantesca entre nós (MARP, 2018), Lugares do delírio (MAR, Rio de Janeiro, 2017), Frestas – Trienal SESC, 2017, Objeto da Natureza (Temporada de Projetos, Paço das Artes, 2014) e Homeroadmovie (Centro Cultural São Paulo, 2012). Desde 2011, pedro frança é membro da Cia teatral Ueinzz. Com o grupo participou do desenvolvimento e performances das peças Cais de Ovelhas (2012-15), Gravidade Zero (2015-17) e Mobedique HORS ACVE (2018-19), tendo se apresentado com o grupo em festivais como If I Can’t Dance I Don’t Want to Be Part of Your Revolution (Amsterdam, 2016), Arika Episode 7 (Glasgow, 2015), 31a Bienal de São Paulo (2014) e Festival Internacional de Teatro de Ouro Preto (2014) Finalmente, foi nomeado para o prêmio PIPA em 2016, 2017, 2018 e 2019, e para o Prêmio Marcantonio Vilaça em 2019. Carla Chaim - Arte Educadora Carla Chaim (n. 1983, Brasil) Vive e trabalha em São Paulo. Tanto em seus trabalhos em papel como em suas fotografias e ações gravadas em vídeo, Carla Chaim busca ultrapassar os limites da concepção tradicional do desenho. Mais do que um suporte para o desenvolvimento de uma ideia, ou um esboço inicial de um trabalho a ser criado, o desenho em seu trabalho aparece essencialmente como um vestígio da ação de um corpo em um determinado suporte, um rastro de sua presença, ou mesmo o remanescente sinal de um gesto. Graduada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP (2004), onde também fez pós-graduação em História da Arte (2007), Carla participou de diversas residências artísticas, entre elas AnnexB, Nova Iorque (2018) e The Banff Centre for the Arts, Canadá (2010). Entre seus projetos de 2020, destacam-se a individual Ella, na Fernando Pradilla Galería, em Madri, e a instalação da arena/palco para as apresentações de performances em Histórias da Dança, MASP, SP, quando teve sua obra adquirida pelo acervo do museu. Carla Chaim recebeu no Brasil prêmios como CCBB Contemporâneo e Prêmio FOCO Bradesco ArtRio, ambos em 2015, Rio de Janeiro e em São Paulo em anos anteriores: Prêmio Funarte de Arte Contemporânea e Prêmio Energias na Arte. Em 2016, Carla foi nomeada para o Future Generation Art Prize, onde em 2017 apresentou instalações e fotografias no Pinchuk Art Centre, Kiev, Ucrânia e no Palazzo Contarini Polignac, Veneza, Itália, em um evento colateral à Bienal de Veneza. Sua obra faz parte de coleções como Ella Fontanals-Cisneros, Miami, USA; Museu de Arte do Rio – MAR, RJ, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil; e Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, Brasília, Brasil. Thomaz Rosa - Arte Educador Nasceu em São Caetano do Sul, em 1989, vive e trabalha em São Paulo. Inicia em 2009 sua formação em Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual de São Paulo - UNESP. Entre 2012 e 2013 faz uma residência de 7 meses pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto / FBAUP- Portugal. Trabalhou como assistente para artistas como Lucas Arruda, Claudio Cretti, Caetano de Almeida, Marina Rheingantz , Paulo Monteiro e Sergio Sister. Kaue Garcia - Arte Educador Vive e trabalha em Campinas/SP. Mestrando em Poéticas Visuais no IA-Unicamp e graduado em Artes Visuais pela PUCCAMP. A sua pesquisa se desdobra em investigações de sons, imagens, objetos e hábitos, onde após uma observação ativa a fatos históricos propõe ressignificações, através de novas leituras de caráter: poético, político e crítico. Beatriz de Freitas Dorea Ribeiro - Designer Bea Dorea fez parte em 2021 da Equipe de design da edição da revista Elle Brasil. Em 2020 foi da área de Coordenação de Comunicação do novo selo de literatura da Editora DBA. Além disso teve cursos como: Curso Arte e participação com O grupo inteiro (Pinacoteca de São Paulo), Curso Type design: concepção e produção de famílias tipográficas (Platô Studio), Curso Motion para designers: tipografia em movimento (Platô Studio), Curso Motion para designers: tipografia em movimento (Platô Studio), Curso Arte e participação com O grupo inteiro (Pinacoteca de São Paulo). Fez estágio no estúdio Kolor, em Berlim. Foi Designer no estúdio Alles Blau, de Julia Masagão e Elisa von Randow. Foi uma das designers da publicação da primeira e segundaedição do projeto “,Expresso”. Lucas Andrade - Assistente de Direção Lucas é um artista multi, assistente de direção e produtor. Estreou no Teatro Oficina com 17 anos, na peça Cacilda!!!. Seu primeiro trabalho no cinema foi Corpo Elétrico. O filme, com direção de Marcelo Caetano, ganhouPrêmioAPCA,tevecirculaçãoemdiversosfestivaiseoatorrecebeu notória crítica da revista americana Variety sobre seu personagem. Também atua e assina o figurino de Rã, curta de Ana Flávia Cavalcanti e Julia Zakia que ganhou prêmio de Melhor Filme no Festival de Brasília e passou pela Berlinale - Generation - première internacional. Em 2022, ele estreia como coadjuvante o mais novo longa de Julia Murat, Regra 34 com estréia em agosto deste ano no festival de Locarno. Também no cinema, Lucas co-roteirizou o curta BLUESMAN, de Baco Exu do Blues, vencedor do Grand Prix em Cannes, na categoria entretenimento para música e, prepara para o segundo semestre deste ano sua primeira direção no cinema do filme 'Caminhar Sem Fim'. No mundo das artes, trabalha como diretor artístico da HOA Galeria, primeira galeria de propriedade negra a trabalhar especificamente com artistas racializados e lgbtqa +. Wallace Cicero - Produtor Cicero Costa, pseudônimo de Wallace da Silva Costa, maio de 1994. É artista e produtor cultural. Nascido e criado no centro da cidade de São Paulo. Filho mais novo de Maria Alice da Silva Costa e Antonio Francisco Mendes Costa, ambos nordestinos retirantes. Suas referências humanas e estéticas se desenvolveram a partir do seu contexto geográfico e familiar, através dos ofícios de seus pais, sua mãe vendedora ambulante e seu pai balconista de bar, e a região onde cresceu, entre os bairros do Bixiga, Baixada do Glicério e Brás, onde trabalhou boa parte da sua infância e adolescência, foram decisivas na sua percepção de mundo, e como indivíduo, o que mais tarde se tornaria nítido na sua produção, que gira torno de memórias afetivas e temas que permeiam sua vida, tais como trabalho, traumas, vícios, violência, questões culturais e de identidade. Guilherme Teixeira - Editor Guilherme Teixeira é um escritor, curador e editor baseado em São Paulo, Brasil. Entre as instituições com as quais já trabalhou destacam-se CCSP e Videobrasil, além de galerias e escritórios de consultoria. Entre suas curadorias destacam-se PAREDÃO (CCSP), Ontem Foi Um Dia Longo (MARP), O Grande Susto (ESPAÇO), Ruído e Ausência Contínuos (Galeria Sancovsky), A Imensa Preguiça (Galeria Sancovsky) entre outras. Atualmente atua junto a Pro Helvetia como Coordenador de Comunicação do programa COINCIDÊNCIA, e também como editor de diversas publicações, entre elas a FORT Magazine e o jornal de crítica O TURVO.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.