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PRONAC 2414170Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Museu da Banana: valorização da bananicultura além do campo.

INSTITUTO CATARINA BRASILIS
Solicitado
R$ 254,3 mil
Aprovado
R$ 254,3 mil
Captado
R$ 80,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

31.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Corupá
Início
2025-02-01
Término

Resumo

O projeto Museu da Banana: valorização da bananicultura além do campo, consiste na realização de oficinas de artesanato e de gastronomia, um desfile de moda com looks que na sua composição integram a fibra de bananeira e um festival temático, proporcionando uma experiência cultural única e inovadora no município de Corupá, fortalecendo e capilarizando o encontro da arte, saberes e sabores da bananicultura.

Sinopse

As oficinas acontecerão 01 vez por semana com duração de 3 a 4 horas durante 03 meses para pessoas com mais de 14 anos, com no máximo 10 alunos. A oficina de artesanato de fibra de bananeira será prioridade para os estudantes do ensino médio, e não preenchendo as vagas, para pessoas da comunidade que não tem conhecimento sobre. A oficina de gastronomia será prioridade para os estudantes do ensino médio, e não preenchendo as vagas, para quem tem um estabelecimento gastronômico ou seus funcionários para aprenderem mais sobre alimentos à base de banana. O desfile de moda realizaremos com aproximadamente 15 looks, incluindo modelos PCD's. Esta ação possivelmente será a abertura do festival, o qual será de 1 dia com programação e data à definir após liberação para execução. Neste dia, também haverá feira de artesanato e produtos locais, gastronômia, música, dança, contação de história, reunindo a comunidade local e visitantes que gostam de eventos familiares / culturais. A classificação indicativa etária é livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Valorizar e promover a bananicultura além do campo, através da realização de oficinas de artesanato e de gastronomia, um desfile de moda e um festival, proporcionando uma experiência cultural única, inovadora e de gerações no município de Corupá. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Perpetuar a arte da extração da fibra de bananeira, preservando o saber fazer do artesanato local, com a realização de 01 oficina durante 03 meses; 2. Incentivar a produção de alimentos, à base de banana, valorizando as receitas passadas por gerações, com a realização de 01 oficina gastronômica durante 03 meses;3. Inspirar pela busca de conhecimento além da comunidade local, realizando 01 desfile de moda com looks que na sua composição integram a fibra de bananeira; 4. Reunir a comunidade para a apresentação dos resultados, através da realização de 01 festival cultural com atrações para todas as idades, com duração de 01 dia, denominado de 1º Festival da Banana de Corupá - Arte, moda e sabores.

Justificativa

Corupá é a Capital Catarinense da Banana e tem a Denominação de Origem da banana mais doce do Brasil, por meio da Indicação Geográfica"Região de Corupá". Sabendo da importância da fruta para a cidade e região, a diretoria do Instituto Catarina Brasilis percebeu o quão énecessário salvaguardarmos a história da banana no município.A fixação do homem no campo e a valorização do meio está refletida na permanência dos jovens na bananicultura, fortalecendo a agriculturafamiliar com aproximadamente 600 famílias produtoras. Ao realizar visitas de campo, é comum encontrar famílias com a presença de integrantesde três à cinco gerações realizando suas atividades e cuidados diários com a fruta.Com intuito de preservar, valorizar e divulgar a banana de Corupá e região, em 21 de agosto de 2019 foi criado o Museu da Banana. O responsávellegal pelo museu é o Instituto Catarina Brasilis _ ICB, que têm em seus objetivos fortalecer as atividades na área cultural do município de Corupá,realizando ações que envolvam profissionais do segmento e a participação da comunidade em geral.A missão do Museu da Banana é "Difundir o patrimônio histórico da bananicultura, através do cultivo e dos saberes e fazeres artísticos e culináriosda banana de Corupá e região".Corupá iniciou em 2001 a extração e artesanato da fibra de bananeira. O uso de subprodutos da bananicultura tem o objetivo de desenvolver,alternativas ecologicamente sustentáveis e economicamente viáveis, para a utilização desses resíduos e geração de novos oportunidades detrabalho.A fibra de bananeira é produzida a partir das bainhas foliares extraídas dos pseudocaules, que equivale a seu tronco. O corte do pseudocaule éuma prática adotada no sistema de cultivo da banana, após a colheita do cacho, costuma-se retirar a bananeira mãe, de modo a dar espaço anovos brotos da planta. As pesquisas confirmaram a viabilidade de uso destes materiais na confecção de artigos como esteiras, cestas, bolsas, chapéus, bonecas, cadeiras e objetos de decoração, sendo as possibilidades infinitas. A fibra é muito resistente podendo durar vários anos,evidenciando qualidades estéticas como cor e textura, de modo a garantir a boa aceitação dos produtos manufaturados. A partir disso já foramproduzidos na cidade muitas peças de artesanato, revestimento de móveis, biojoias e artigos da moda. Em 2022, foram produzidos dois figurinoscom detalhes em fibra de bananeira para o desfile do Natal de Hansa, um projeto também do ICB.Diante de tanta história e lutas dos artesãos, queremos evidenciar o artesanato da fibra de bananeira. A escolha pelo artesanato se dá pelapreocupação na continuidade desta tipicidade artesanal, devido que atualmente apenas duas mulheres idosas produzem o artesanato desde aextração da fibra, muitas vezes tratado mais como um hobby ou um momento terapêutico.A chave inicial desta ideia aconteceu em 2022, quando realizamos uma palestra em conjunto com uma das artesãs, na escola estadual da cidadeque recebe os estudantes do ensino médio. Após a palestra, realizamos um momento de confraternização e percebemos a movimentação dealguns jovens em volta da artesã para saber mais dos produtos que apresentamos. Inclusive, dois destes, chegaram a ir até na casa dela para termais conhecimento sobre. No segundo semestre de 2024, recebemos recursos do Fundo Social da Sicredi, o qual tivemos a oportunidade de iniciaro projeto da oficina de artesanato e que esta sendo um sucesso, confirmando o que já imaginávamos: adolescente e mulheres queremaprenderem as técnicas deste artesanato.Para o Instituto Catarina Brasilis, será gratificante continuar e inovar nas oportunidades, pois durante o ano de 2023 foram realizadas váriaspesquisas e conversas com profissionais da área de História, Turismo, Gastronomia, Moda e Acessibilidade. Durante uma fala com os profissionaisde estabelecimentos gastronomicos, com os profissionais da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura, e participando de uma feira de ciências etecnologia do ensino médio, percebemos o quanto é necessário realizar oficinas gastronomicas tendo como base a banana. Outra necessidade quesentimos, pela região ter industrias texteis, é a elaboração de peças a partir da fibra de bananeira, resultando num desfile de moda. E tudo istoainda fica melhor quando é possível realizar uma festa popular, um festival com o resultado dos trabalhos das oficinas. Sabemos que unindo avontade de aprender mais o conhecimento técnico, temos convicção que será um ótimo projeto para a cidade e região, especialmente na área dacultura e inovação, envolvendo o patrimônio e a economia criativa, valorizando e aprimorando o que já se tem e trazendo outras perspectivas defuturo para nossos jóvens.A presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

Vale ressaltar que o Instituto Catarina Brasilis tem preocupação com meio ambiente, compensando carbono através de empresa contratada que planta árvores em sistemas agroflorestais em propriedades de agricultura familiar. Também participamos do Movimento Nacional ODS Santa Catarina - Comitê São Bento do Sul e Região, no qual sempre estamos atentos a realização de ações com alguma participação em um ou mais ODS da Agenda 2030. Durante a realização do projeto atingiremos os seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: _ Fome zero e agricultura sustentável (2); _ Educação de qualidade (4); _ Igualdade de gênero (5); _ Trabalho descente e crescimento econômico (8); _ Indústria, inovação e infraestrutura (9); _ Redução das desigualdades (10); _ Cidades e comunidades sustentáveis (11); _ Consumo e produção responsáveis (12); _ Parcerias e meios de implementação (17).

Acessibilidade

Para os produtos cadastrados, segue as seguintes formas de acessibilidade que tomaremos o cuidado em ter: Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampas, corrimão, banheiros adaptados, reserva de espaços para pessoacom deficiência.Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição.Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras.Acessibilidade para deficientes intelectuais: profissional qualificado para atendimento a público com neurodivergências.

Democratização do acesso

Para os produtos cadastrados no plano de distribuição, estamos propondo as seguintes ações de democratização de acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil; OBSERVAÇÃO: Toda a programação será de classificação LIVRE e divulgaremos em jornais e rádios locais, outdoors e mídias sociais do evento.

Ficha técnica

Roseli Siewert (através da empresa Siewert Assessoria e Consultoria Ltda), Coordenação geral: É Presidente do Instituto Catarina Brasilis, entidade proponente do presente projeto. Irá realizar a função de Coordenação Geral, o qual será responsável pela gestão administrativa e financeira do mesmo. Desta forma, tem o compromisso de escrever e inscrever o projeto, analisar e contratar a equipe de trabalho, entrar em contato com os fornecedores e assinar os contratos com os mesmos, locar a infraestrutura necessária para a realização do evento, realizar os pagamentos das despesas do projeto e prestar contas juntamente com o contador do presente projeto. É Especialista em Gestão e Políticas Culturais. Tecnóloga em Processos Gerenciais e acadêmica em Museologia. Capacitada em Gestão de Projetos e Empreendimentos Criativos. Iniciou suas atividades culturais em 2009. É sócia administradora da Siewert Assessoria e Consultoria Ltda. Gabriella Eger Lux, Coordenadora Cultural: Graduanda de Museologia (Uniasselvi). Bacharel em Administração com Habilitação em Recursos Humanos (Uniasselvi). Especialista em Museografia e Patrimônio Cultural (Claretiano). Extensão em Museologia (Faculdade São Luiz). Conservadora de Bens Culturais Móveis (ATECOR - Atelier de Conservação e Restauro de Santa Catarina). Formação em Ações Educativas (Percebe Educa) e Inclusivas (Arte Inclusão). Foi Conselheira do Fundo Municipal de Cultura do Município de Jaraguá do Sul/SC. É membra fundadora Instituto Catarina Brasilis e participa da coordenação e produção dos projetos desde o inicío das atividades da instituição. Dejiane Luciana Maia, Produtora Executiva: Tecnóloga em Processos Gerenciais (UNIASSELVI, 2009), atua no ramo administrativo há 20 anos e possui experiência nas áreas de RH, financeiro e contábil. Desde 2023 é conselheira e atualmente a presidente do COMTUR (Conselho Municipal de Turismo de Corupá). É membra do Instituto Catarina Brasilis e colabora nos projetos da instituição nas atividades de produção executiva ou elaboração de prestação de contas desde 2022.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-12-31
Locais de realização (1)
Corupá Santa Catarina