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PRONAC 2414173Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Alfabetos nas Escolas

luiz fernando milagres vitral
Solicitado
R$ 458,4 mil
Aprovado
R$ 458,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-01
Término
2026-02-02
Locais de realização (2)
Barão de Cocais Minas GeraisBelo Horizonte Minas Gerais

Resumo

"Alfabeto nas Escolas" é um projeto de criação de murais de caligrafia/graffiti produzidos pelo artista POESIA e seu convidado BSC8, em 04 escolas da Rede Pública de Ensino, sendo duas em Belo Horizonte, cidade natal do artista, e duas em Barão de Cocais, sede do patrocinador. A proposta é criar grandiosos painéis sobre a caligrafia ocidental e apresentar um panorama histórico/evolutivo da letra através da escrita, do alfabeto gótico usado na era pré-Gutemberg até os alfabetos contemporâneos do graffiti, além do LIBRAS. Serão utilizadas técnicas variadas, de pincéis e rolinho até os sprays e estêncil. Prevê a realização de conversas com os alunos, professores e comunidade sobre a arte urbana e caligrafia, a distribuição de cartilhas criado pelos artistas, de conteúdo artístico/instrutivo/educativo com exercícios de escrita, fazendo referência ao conteúdo dos murais. Contempla também a gravação de documentário de até 10 minutos com o registro e a documentação do projeto.

Sinopse

Mural de alfabetos:Mural de caligrafia que apresenta um panorama histórico e evolutivo do alfabeto romano, desde as letras góticas que eram usadas nas bíblias escritas às mãos pelos monges na era pré-Gutemberg até o pixo, alfabeto contemporâneo urbano, além do alfabeto LIBRAS. Pintado com técnicas artísticas variadas como o spray, pincel, trincha, rolo de pintura e estêncil, utilizando sprays neutros em carbono, látex e esmalte a base de água. CartilhaEm formato fanzine, é uma publicação de pequeno formato, independente e artesanal, impressa em papel com certificado NFC. Criada e produzida pelos artistas Poesia e BSC8, com conteúdo artístico/instrutivo/educativo. Inclui pautas e exercícios para a escrita, fazendo referência direta às técnicas de escrita demostradas nos murais produzidos nas escolas. Oficina / ConversaConversas sobre caligrafia, arte urbana e graffiti. Direcionadas aos alunos e suas famílias, professores e equipe das escolas beneficiadas, além de membros da comunidade do entorno das escolas. Documentário:Registro e documentação audiovisual do projeto, de classificação livre. Documenta, registra e revela todas as etapas e passos da realização do projeto. Conta com depoimentos dos artistas, alunos, professores e equipe da escola, além de revelar o processo de pintura dos murais.

Objetivos

Objetivo geral: Demonstrar graficamente a multiplicidade das formas de representação da letra ocidental, auxiliar na descoberta da arte urbana, incentivar a fruição e o olhar crítico para a arte de rua e registrar nas escolas esta linguagem artística contemporânea. Criar senso de reconhecimento e pertencimento, valorizar a letra, o texto e a cultura popular periférica, promover, valorizar e resgatar a letra escrita como forma de expressão e registro de memórias, enfatizar o texto como arte, realçar a importância do graffiti no contexto da arte pública contemporânea. Objetivos específicos: - Pintar murais de até 60m2 em 4 escolas da rede pública de ensino, utilizando técnicas artísticas variadas, com ênfase em criar um panorama histórico do alfabeto romano, desde o alfabeto gótico usado pelos monges nas Bíblias escritas à mão da era pré-Gutemberg até os alfabetos contemporâneos do graffiti, além do LIBRAS - Pintar os 4 murais durante o ano letivo, para que os discentes e docentes tenham contato com os artistas durante o processo de criação artística, - Produzir e distribuir 4000 cartilhas de caligrafia para os alunos, professores, familiares, equipe e comunidade do entorno para incentivar e difundir a prática da escrita à mão, - Promover 4 conversas sobre caligrafia e arte urbana, entre os artistas e a comunidade escolar e seu entorno - Registrar e documentar todo o processo em um documentário de até 10 minutos. Publicar em plataforma digital de acesso livre e gratuito.

Justificativa

A caligrafia tem uma importância visual e histórica por ser a forma visível e durável da linguagem humana. Através da diversidade de formas de letras e sistemas de escrita percebemos um mundo em mutação constante, que se movimenta a partir de relações sociais e estéticas e da tecnologia disponível em cada época. A escrita manual é uma tradição que vem se perdendo em tempos digitais. É preocupante a distância que as crianças e adolescentes estão desenvolvendo em relação ao movimento do próprio corpo durante a escrita, tornando-a cada vez mais um processo menos incorporado, mais distante das suas emoções e afetos. O projeto aproveita todo o potencial educativo interdisciplinar desta forma de arte. Provoca diálogos, incentiva novos olhares sobre a cidade e abre portas para um relacionamento mais participativo e ativo da criança com o outro, consigo mesma e seu ambiente. "Alfabetos nas escolas" se justifica pela possibilidade da formação de conhecimento crítico do mundo e imagens ao redor. O graffiti é uma linguagem essencialmente urbana/periférica, que tem sua raiz na caligrafia. É uma forma direta e autônoma de transmissão de mensagens e afetos, ferramenta de expressão política, cultural, criativa, social e artística, que transforma o artista, seu entorno e além. Se justifica também pela possibilidade de mostrar aos discentes e docentes como são diversas as formas de aprender. E como existem muitas outras inteligências que não seja a inteligência racional. Muitos alunos ficam "perdidos" no processo educativo por não se enquadrarem à forma tradicional de educação. Esse projeto poderá mostrar as diferentes e diversas formas de aprendizagem. Também importante lembrar que a arte nas escolas mostra aos alunos que fazer arte é um ofício real e possível. Aperfeiçoa a autoestima dos pequenos artistas que ali existem e apresenta possíveis novos caminhos para quem ainda não descobriu o seu. O projeto contribui na descoberta da arte urbana, incentiva o olhar crítico para a arte de rua, registra nas escolas esta linguagem artística contemporânea, cria senso de reconhecimento e pertencimento ao valorizar uma forma de arte que nasce nos subúrbios, valoriza a letra, o texto e a cultura popular periférica, promove, valoriza e resgatar a letra escrita como forma de expressão e registro, enfatiza o texto como arte, realça a importância do graffiti no cenário artístico contemporâneo e da arte pública. Retomar a caligrafia é, portanto, fundamental por ampliar a criação de interesse nos alunos pelas maravilhas infinitas oferecidas pela alfabetização, o universo das palavras, as matérias e assuntos relacionados à literatura, interpretação de textos, leitura crítica de mundo, às letras e artes em geral. Tanto as crianças quanto a sociedade colhem frutos de curto, médio e longo prazo.

Especificação técnica

Mural de alfabetos:4 murais com até 60m2, pintado utilizando técnicas artísticas variadas como o spray, pincel, trincha e rolo de pintura, utilizando sprays neutros em carbono, tinta látex e tinta esmalte a base de água Cartilha:8.000 unidades em papel sulfite com selo NFC 90g com acabamento grampeado, formato 10 x 15cm fechado, com 8 a 12 páginas impressas em 1 cor, frente e verso Oficinas / conversasDuração de 1h com apresentação digital sobre os temas letras, caligrafia, graffiti e artes urbanas. Documentário:Documentário com duração de até 10 minutos, com janela de interpretação de LIBRAS

Acessibilidade

Acessibilidade física: Garantida pela realização da pintura dos painéis em equipamentos da rede pública de ensino, já adaptados conforme exigências da legislação vigente. Acessibilidade de conteúdo: Pintura dos painéis em cores de alto contraste; Textos do material de comunicação com fontes ampliadas; Inclusão do alfabeto LIBRAS no painel; Uso de linguagem simples e acessível; Audiodescrição do mural, Uso de Legendas Closed caption e Janela de Libras no documentário

Democratização do acesso

Acesso livre e gratuito durante a execução dos painéis (respeitadas as normas de segurança das escolas); Distribuição gratuita das cartilhas/fanzines; doação de exemplares para o acervo das bibliotecas nas escolas; Disponibilização das cartilhas/fanzines para download gratuito nas redes sociais dos artistas e do projeto durante um ano; Produção de vídeos e fotos do processo, publicação e transmissão nas redes sociais dos artistas e do projeto; Exibição livre e gratuita do documentário em plataformas de vídeo digitais

Ficha técnica

O proponente é responsável pela Produção Executiva do projeto. Luiz Fernando Milagres Vitral - Produtor Executivo Formado em Ciências Econômicas na Faculdade Integrada Newton Paiva - Ciências Econômicas, Belo Horizonte – MG, 1988, Artes plásticas na Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Belas Artes Belo Horizonte–MG. 1995. Bolsa de Iniciação Científica no CECOR - Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis – UFMG.1991. Curso de Marketing Cultural - Fundação Clóvis Salgado - Palácio das Artes - Belo Horizonte, 1998. Giramundo Teatro de Bonecos - Belo Horizonte, 1995 a 2004 Grupo de Teatro Armatrux - Belo Horizonte, 2017 a 2019 SESI Bonecos do Brasil, 2016 a 2017, BA, AL, SE, PE, MG Sesi Bonecos do Mundo, 2017 a 2018, MG, RJ Cine SESI Cultural, 2019 a 2020, MG, PB, PE, MS, AL Festival Internacional de Teatro de Bonecos, 2018, GO, MG Terno Teatro de Bonecos - Belo Horizonte, 2010 A 2015 Felipe Fernandes de Carvalho - Artista Plástico - "poesia" Graduado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela FACHA (2015)Pós-graduado em Comunicação e Tendências (2017) e Cultura e Comunicação (2018) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Iniciou seus estudos sobre as letras em 1994, como diretor de arte em agências de publicidade. Desde o início tinha uma predileção especial pelos tipos. Ficava fascinado como uma mesma palavra, escrita com tipos diferentes, comunicava coisas diversas. No ano de 2016, durante seus estudos de pós-graduação na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, começa a escrever nas ruas, muros, portas e paredes de Lisboa. Seu tag - pura poesia - se torna um fenômeno no Instagram, com milhares de fotos publicadas por pessoas diferentes, e passa a ser uma das hashtags mais usadas para definir a cidade e o país. Em 2017 é convidado a apresentar seu tag/assinatura no painel “Research and Action” do SAUC, Seminário Acadêmico de Arte Urbana na Belas Artes da Universidade de Lisboa, além de criar uma obra de arte pública durante o período do seminário. Em 2018 executa seu primeiro muro em um Festival de Arte Pública, o Festival A Porta além de participar de duas edições do Festival Capitão, em Leiria. Criou, em conjunto com mais dois artistas, o #Bando, coletivo de ocupações móveis, que promove eventos de arte em espaços culturais em Lisboa, com performances, música, fotografia, dança e artes plásticas. É convidado a colaborar em projetos de comunicação científica com a Faculdade Nova de Ciências Sociais e Humanas, Universidade de Austin - Texas, nos Emergence Hackatons, onde cria com outros participantes o projeto de vandalismo investigativo #ciênciadátrabalho, plataforma de comunicação científica através do storytelling digital combinado com ações de arte de rua.No ano de 2019 participa do Festival Loures de Arte Pública, na Quinta do Mocho, bairro mais pobre e violento do país, mas também dos maiores museus ao ar livre da Europa. Produz uma série de painéis com os nomes das ruas, até então desconhecidos pelos moradores - ninguém sabia o próprio endereço, além de oficinas, conversas e pinturas coletivas em escolas da rede pública de ensino.Em 2020, com a pandemia de Covid-19 volta para Belo Horizonte onde continua suas pesquisas sobre o alfabeto e a linguagem.Durante o ano de 2022 participa do movimento artístico cultural que se instala no Mercado Novo, no centro de BH, para onde levo seu ateliê, desta vez de portas abertas ao público. Em 2023 fecha o ateliê e junta-se ao Coletivo Rima Viva, dedicando-se exclusivamente à arte pública. Exposições Traços - individual - Catraca 356 - Belo Horizonte - 2023 Portas Abertas - coletiva - Galpão Quina - São Paulo - SP - 2023 liberdade é ter pra onde voltar - individual - Espaço Corda - Belo Horizonte - 2022 Desvio cultural - coletiva - Fábrica Braço de Prata - Lisboa - 2020 Esquina convida: queres te expor comigo? - coletiva - Esquina atelier - Lisboa - 2020 Past for sale - individual - Misturado - Lisboa - 2019 from the outside - coletiva - Pop up Gallery - Lisboa - 2019 Rainbow - coletiva - Cafe Boa Vida - Lisboa - 2019 Saindo do armário - individual - Sirigaita - Lisboa - 2019 Festivais: Festival de Contra Cultura - Centro Cultural Comuna - Belo Horizonte - 2023 Festival de Arte Urbana do Barreiro - Belo Horizonte - 2023 Festival Loures Arte Pública - Loures, Portugal - 2019 Festival Portas - Leiria, Portugal - 2018 VIII Embarcação - Festival Capitão - Leiria, Portugal - 2018 VII Embarcação - Festival Capitão - Leiria, Portugal - 2017 Eventos: Mural Instituto Amar é Simples - Evento coletivo de revitalização - BH - 2024 Mural Escola Estadual Senador Teotônio Vilela - RISA - Rolê Independente de Street Art - Betim–MG - 2024 Mural Escola Municipal Dep. Milton Salles - Evento coletivo revitalização - BH - 2023 Mural Biblioteca Pública de Betim - Evento coletivo de revitalização - Betim - 2023 São Paulo Fashion Week #55 - Colab com a marca LED CD - São Paulo - 2023 Irineu Carlos Vargas Junior - artista convidado Irineu Junior iniciou suas atividades nas artes urbanas em meados dos anos 2000 onde foi contemplado em um festival escolar com um espaço e um kit de materiais artísticos para a realização de um painel na Escola Municipal Mestre Ataíde. Após este mural deu continuidade a sua evolução artística buscando mais conhecimento e habilidades. Em 2015 começou estudar de forma independente as técnicas de pintura a óleo e a realização de pinturas em tela. Irineu Junior tem pinturas espalhadas por Belo Horizonte e região metropolitana. Já participou de eventos na cidade como XIA Graffiti Festival, Festival Graffitação e outros festivais, como os realizados pelo coletivo RIMA VIVA CREW. Além de integrante do coletivo, também contribui para elaboração de projetos e oficinas de iniciativa do coletivo. Participou da organização e suporte no evento ENCONTRO DE GRAFFITI RIMA VIVA realizado na Praça da Ecologia, Vale do Jatoba, Barreiro, Belo Horizonte–MG, em junho de 2023, em parceria com a comunidade e ação indiretamente vinculada ao projeto BH + Feliz, da prefeitura de Belo Horizonte, que contou com a presença de 50 artista de Belo Horizonte, região metropolitana, Unaí–MG e Brasília–DF e a pintura de murais de aproximadamente 300m2.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.