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PRONAC 2414179Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Breaking Down

Weberth Firmino dos Santos Araújo
Solicitado
R$ 198,5 mil
Aprovado
R$ 198,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
24

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2025-03-17
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

Breaking Down Brasil é um circuito de danças urbanas que tem como foco fomentar o segmento das danças urbanas do Distrito Federal e para essa 5º edição, a proposta é impactar a comunidade escolar e periférica de Planaltina - DF, com atividades formativas e culturais gratuitas.O projeto pretende contemplar quatro escolas da rede pública de ensino e a Unidade de Internação de Planaltina com, atividades formativas, palestras e apresentações, sendo explorada uma modalidade de dança urbana em cada escola/instituição. As modalidades de danças urbanas previstas no projeto são o Breaking, o Dance hall, o Vogue e o Hip Hop dance, sendo exploradas uma modalidade por evento nas escolas e unidade de internação, onde cada uma abordará temáticas vinculadas a sua história e representatividade. Ocupar o Centro de Cultural de Planaltina-DF com batalhas de dança e session de deejays, reconhecendo artistas e crews (grupos) tradicionais de Breaking e da cena Hip Hop do DF.

Sinopse

A vida nos grandes centros urbanos consiste em uma multiplicidade de pessoas, histórias e origens,com suas manifestações artísticas e culturais únicas. Em cada lugar, cada grupo de pessoas seexpressa conforme suas tradições e afetos sobre aquele lugar, construindo sua trajetória e os modosde sua “tribo”. Um dos melhores exemplos são as danças urbanas, que representam bem aspopulações periféricas, que constroem manifestações culturais idiossincráticas por, muitas vezes,estarem excluídas dos circuitos oficiais de cultura.Através dos movimentos de dança do break e do hip hop, do house e do top rock dance, os gruposse encontram e se identificam em um ritmo próprio, que reapropria o espaço que ocupam e dividemde uma maneira única.O Breaking Down Brasil é uma mostra dessas formas de reapropriação, apresentando uma mostra de danças urbanas que tem comointuito agregar. Um evento já consolidado, apesar de nunca ter tido patrocinadores público ou privados e que já vai para sua 4a edição, o Breaking Down Brasil oferece um ponto de encontro para várias vertentes da dança urbana de Brasília e cidades do entorno, realizando um intercâmbio cultural de grande valor para a cultura hip hop e fazendo com que o movimento cresça ainda mais mostrando para o País o valor de tudo que está sendo feito no Distrito Federal.

Objetivos

-Realizar atividades formativas e culturais gratuitas em benefício da comunidade em geral, comunidade escolar e unidade de internação de Planaltina-DF;-Fomentar as modalidades Breaking, Dance hall, Vogue e Hip Hop dance, dividindo o circuito em cinco etapas, onde quatro serão realizadas nas escolas e unidade de internação e a atividade final no Complexo Cultural de Planaltina;-Fomentar a economia criativa gerando renda aos artistas, profissionais envolvidos e serviços técnicos do terceiro setor considerando os aspectos de equidade e acessibilidade; Eventos nas escolas e unidade de internação: -Contemplar uma unidade de internação e quatro escolas de Planaltina - DF;-Realizar uma palestra, um workshop e uma apresentação por etapa nas escolas e centro de internação;-Realizar as atividades propostas em um dia por etapa, sendo um dia em cada local, com carga horária de duas horas em cada turno nas escolas contempladas e na unidade de internação;-Alcançar toda a comunidade escolar e jovens infratores dos locais de realização; Evento final no Complexo Cultural de Planaltina-DF: -Realizar as atividades propostas para o evento final em um dia, com carga horária de seis horas de duração em praça pública da cidade de Planaltina;-Promover uma batalha show com grupos de Breaking do Distrito Federal;-Premiar e reconhecer artistas e as tradicionais grupos de Breaking do Distrito Federal;-Convidar artistas de referencia da arte do Graffiti no DF, para confecção de telas ao vivo que serão entregues em homenagem as Crews e personalidades da cultura Urbana do DF;-Realizar Session de Deejays de grande relevância do segmento urbano no DF;-Instalação de espaço de redução de danos e triagem de resíduos sólidos a fim de assegurar as determinações que trata a lei Distrital nº 5.610/2016, o Decreto nº 37.568/2016 e a Instrução Normativa nº 89/2016 do Serviço de Limpeza Urbana - SLU.

Justificativa

O Breaking Down Brasil é um circuito de mostra de danças urbanas que tem como intuito agregar valor e incentivar a prática de novos adeptos. Trata-se também de uma proposta já consolidada, apesar de nunca ter tido patrocinadores público ou privados, que já vai para sua 5ª edição. O Breaking Down Brasil oferece um ponto de encontro para várias vertentes das danças urbanas de Brasília e cidades do entorno, realizando um intercâmbio cultural de grande valor para a cultura Hip Hop, valorizando, homenageando e reconhecendo a trajetória de grupos e artistas do DF.As edições anteriores do Breaking Down Brasil ocorreram em Planaltina- DF (1º edição) e as demais no Plano Piloto, cumprindo a importante função de ocupar os espaços urbanos pelos produtores e mantenedores dessas práticas artísticas na capital, porém para essa edição o objetivo é voltar para Planaltina-DF e impactar a comunidade local, cidade que é berço de seu proponente, que deseja beneficiar a comunidade em que vive.A vida nas periferias consiste em uma multiplicidade de pessoas, histórias e origens, com suas manifestações artísticas e culturais únicas. Em cada lugar, cada grupo de pessoas se expressa conforme suas tradições e afetos sobre aquele lugar, construindo sua trajetória e os modos de sua "tribo". E as danças urbanas, é uma das identidades das populações periféricas, que constroem manifestações culturais idiossincráticas, por muitas vezes estarem excluídas dos circuitos oficiais de cultura nos grandes centros.Através dos movimentos de dança Breaking, Dance hall, Vogue e Hip Hop dance, os grupos se encontram e se identificam em um ritmo próprio, que reapropria o espaço que ocupam de maneira única e potencializa talentos da periferia, o que torna essa proposta necessária para o desenvolvimento artístico e cultural da comunidade escolar e da comunidade de Planaltina - DF de modo geral.

Estratégia de execução

As 4 primeiras etapas dessa proposta, estão inseridas no campo "Exposição Cultural / de Artes" , pois não teria a possibiidade em replicar as mesmas tabelas orçamentárias na proposta. Tendo em vista que serão as mesmas ações, porem em escolas diferentes.no campo "Exposição Cultural / de Artes", está presente a PRÉ-PRODUÇÃO/PREPARAÇÃO, PRODUÇÃO/EXECUÇÃO DAS 4 ETAPAS E A PÓS PRODUÇÃO dessas 4 etapas. Resalto que, pelo motivo dito acima em não poder replicar a tabela orçamentária, os ítens foram postos em "OCORRÊNCIA : 4". No campo "Espetáculo de Artes Cênicas" está descrito a etapa de nº 5, que é a etapa final dessa proposta. nesse ítem está exposto a PRODUÇÃO/EXECUÇÃO da etapa, PÓS-PRODUÇÃO e ACESSORIA CONTÁBIL E JURÍDICA.

Acessibilidade

-As escolas contempladas possuem medidas de acessibilidade em sua estrutura como, corrimãos, rampas e piso tátil;-A praça onde será realizada as atividades possui rampas de acesso para cadeirantes e reserva de vagas no estacionamento para pessoas PCD e idosos;-Em todas as locações do evento serão feitas as adequações necessárias de estrutura para o acesso de espectadores com restrições de mobilidade as áreas de realização das atividades como instalação de rampas de acesso, banheiros adaptados, corrimãos e vagas destinadas para o público PCD, conforme necessidade;-As medidas e aplicação de soluções de acessibilidade do projeto serão geridas por um consultor de acessibilidade conforme ficha técnica;

Democratização do acesso

-Contratação de 2 profissionais interprete da Língua Brasileira de Sinais - Libras para as cinco etapas do projeto;-Contratação de 1 áudio descritor;-Inclusão de textos adaptados para leitores de tela (plano de mídia);-O local determinado para o posicionamento do intérprete de Libras será identificado com o símbolo internacional de pessoas com deficiência auditiva e foco de luz posicionado de forma a iluminar o intérprete de sinais, desde a cabeça até os joelhos.-Disponibilização de estrutura tecnológica de áudio descrição para o público presente; O circuito Breaking Down Brasil está enquadrado no Art. 4º da lei 6.858: peças de teatro, dança e circo e iremos oferecer:-Contratação de 1 áudio descritor para a atividade em praça pública (evento final);-Locação de radio transmissores e receptores;-Placa com mapa de referência do evento com texto adaptado em braile;

Ficha técnica

Weberth Firmino dos Santos Araújo, terá a função de Produtor geral do projeto e DeeJay nas 4 etapas nas escolas, assim como na edição final. ficha técnica:Weberth Firmino dos Santos Araújo: MULTIARTISTA, NATURAL DE BRASÍLIA-DF E MORADOR DA CIDADE SATÉLITE DE PLANALTINA, DJ SAPO, ESTÁ INSERIDO NA CULTURA HIP-HOP DESDE 2011, ONDE TEVE SEU PRIMEIRO CONTATO COM AS DANÇAS URBANAS. EM 2013 INICIOU SUA TRAJETÓRIA COMO DEEJAY QUE É SUA PRINCIPAL ATIVIDADE, PORÉM, ATUA TAMBÉM COMO DANÇARINO, DIRETOR ARTISTICO, ARTE EDUCADOR E PRODUTOR CULTURAL. Thayara Brito Costa, teve seu primeiro contato com asartes e movimentos culturais através da dança. Iniciandonas danças urbanas como Bgirl em 2006.Fez seu primeiro trabalho como produtora cultural no anode 2016, depois do curso de elaboração de projetos ecaptação de recursos no programa Jovem de Expressão,onde também participou e foi contemplada no seuprimeiro edital. Tem investido profissionalmente nosegmento cultural, como empreendedora na ASKALPRODUZ realizando e apoiando diversas atividadesculturais e também atravês dos Coletivos Encontro A.L,Casa das Águas. Moradora da cidade de Águas Lindas deGoiás desde 1998 atua em beneficio da comunidade pretaatravés da Cultura Hip Hop. Rivas: Em meados da década de 80 Rivas, que usava o apelido “Kabala” ainda adolescente, já atuante na Cultura Hip Hop na maioria de seus seguimentos como: B.Boy/dançarino com a primeira formação de sua crew/ grupo de Break Dance “Reforços Breakers” em 84, chegando até a terceira formação/geração em 2000 e ao longo do todo este tempo influenciando na formação de tantas outras crews/grupos. Como Grafiteiro já grafitando os uniformes de seu grupo de dança, auto de data desenvolvendo várias produções nacionais, disseminando e fomentando a cadeia produtiva através da economia solidária e criativa com diversos produtos desenvolvidos a partir do graffiti, explorando ao máximo também este braço artístico da principal cultura urbana global em especial como arte educador, palestrante e produtor cultural, muito requisitado, através de uma proposta artística cuja essência são os benefícios inerentes ao relacionamento próximo entre a arte, cultura e cidadania, principalmente através da “Crew Força Tarefa, FT CRUZ” criada em 2004, equipe interdenomiacional formada em 2005 pelo mesmo e sempre sob sua liderança coordenando coletivos de artistas atuantes em todos os seguimentos da cultura Hip Hop, e projetos voluntários e também que visam inserção e reinserção social, ações afirmativas e cidadania, através de Shows, congressos, oficinas, palestras e workshop, e produções em diversos eventos e em todo país, ganhadora do Prêmio Hip Hop Zumbi 2011. E ainda como MC/Rapper, compondo seu primeiro grupo de rap os “BSB Boys”, uns dos primeiro de todo o DF, passando pela formação do grupo “Álibi” em 95 de expressão e representatividade nacional, seguindo logo após carreira solo a partir de 1990, e em grupo agregando o estilo Black Music gospel através da Betel Band/“Banda Soul+1” em 2000, mas novamente em dupla com o grupo “Antídoto” em 2005, atualmente compões a dupla “Rivas e Ravel”, com seu filho Ravel, privilégio que produz um resultado único e singular ente a Old e New Scholl. Como “Produtor Cultural” realiza também o “Encontro de B.Boys e B.Girls do DF e Entorno” a mais de 33 anos, estando Rivas, desde sua fundação em 1989 em lugar privilegiado no centro da nossa capital, CNB/CONIC/CCR-Complexo Cultural da República, sendo até hoje o único evento fixo e mensal de todo o distrito, tornando se o coordenador geral, responsável por realização relevante e contínua, atualmente acontece no pilotis da Biblioteca Nacional, produzindo suas também edições nacionais dede 2012 com o Brasil Super Batlle em 2018 atuando em 3 estados: PA, MG e GO, o Encontro reuni mensalmente no DF, artistas não só da cultura Hip Hop através de todos os seu seguimentos: Djs, B. Boys/Dançarinos e B.Girls/Dançarinas, Rapper e Grafitieros, mas de diversas culturas urbanas em geral, oportunizando o intercâmbio cultura, promoção e projeção dos artistas e suas carreiras. “Rivas” ao longo de sua jornada e carreira de mais de 40 anos, inspirando, influenciando, formando, projetando e oportunizando a formação e desenvolvimento de tantos artistas e seus crews/grupo, consagrando-o artista multi mídia, coerente absolutamente engajado também como porta-voz de gerações com uma forma única, espontânea, relevante e eficaz de se expressar e se comunicar com o mundo. Will Locking: Graduando em licenciatura em Dança pela UNIASSELVI. Arte educador e dançarino profissional no elemento Breaking , atuante na cultura Hip-Hop desde 1993. São 30anos de história, inúmeros títulos nacionais, 2x campeão mundial, representei o Brasil em mais de 8 paísesdiferentes, onde me tornei referencia não só na comarca onde vivo (Ceilandia - DF) mais para muitos brasileirosdançarinos, trazendo esperança e pespectiva de realização e sucesso atraves da dança. Líder do grupo multicultural DF Zulu Breakers reconhecido pela UNICEF e ANDI como grupo que mais fez trabalhosocial nas escolas em Ceilândia. Hoje esta organização coleciona títulos e participações. Eleito como líder pelo fato deser o intregante ativo mais antigo do grupo e ter conquistado grandes títulos para a história do grupo. Idealizador do projeto CEILANSOUL, um dos maiores projetos sociais de arte urbana da ceilandia.Atuei em grandes projetos como Jovem de Expressão , Grupo Atitude , grupo de jovens cristãos Over Bless ( da igrejaMinisterio da Fé ) , no qual desenvolve todo um trabalho de teoria , historia do Hip-Hop ,consciência corporal e estilode vida saudável. Aimê Rivero: Dançarina brasiliense com diversasinfluências, do Jazz ao Dancehall. Atendeu àeventos nacionais como o Congresso deDancehall e RioH2K e participou deworkshops de vários artistas nacionais einternacionais como Mateus dos Anjos, IsraelAlves, Laure Courtellement, e LilGBB. Foibailarina do Grupo Tribo (2014), dirigido porWesley Messias; da Cia de Dança Atemporal(2017), dirigida por Carolina Mercado, KonaZion, Aline Sugai e Eric Oliveira; e da CiaCorpus Entre Mundos, dirigida por Dilo Pauloe Lenna Siqueira. Ministra aulas regulares eem eventos como o 1o Festival de Ragga Brasile Movimento Internacional de Dança (MID). Luana Pereira Silva, conhecida como Lua Nzinga, é uma mulher negra de 28 anos,mãe do Davi, de 5 anos de idade, moradora da cidade de Planaltina DF, AgenteSocial, ativista do movimento negro, de questões que envolvem a periferia,maternidade, acessibilidade e arte educação. Coordenadora de Acessibilidade doPoesia Nas Quebradas, integrante do Grupo de Estudos Afrocentrados (GEAC).Vencedora do Prêmio Artistas Negras do DF de 2021. Intérprete e Grafiteira noProjeto Trupe Urbana em Planaltina DF. Integrante da Rede Nami Afrografiteiras,coletivo do Rio de Janeiro criado pela artista Pamela Castro. Ex Professora deApoio para alunos que possuem deficiência (surdos e autistas) no Colégio EstadualComplexo 05 em Planaltina GO. Possui experiência com arte educação para osocioeducativo, pessoas com deficiência, crianças, jovens e adolescentes estudantesde escola pública do DF. Utiliza a arte através do Graffiti como ferramenta detransformação social e inclusão.Em 2023 Nzinga criou o projeto SaberesInclusivos da Cultura Hip Hop com oobjetivo de capacitar pessoas comdeficiência na cultura Hip Hop. O projetoocorreu no Centro de Ensino Especial dePlanaltina com os estudantes da escola. Quepossuem deficiências múltiplas comodeficiência intelectual severa, surdez,espectro autista, paraplegia, cegueira,síndrome de down, entre outras.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.