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O projeto colaborativo "Ecomuseu da Serra de Ouro Preto _ trajetórias de um processo em construção: elos de representatividade do patrimônio vivido", visa a organização e publicação de uma série composta por cinco cadernos de orientação, formação e testemunho dos processos museológicos, culturais, sociais, históricos e afetivos que fundamentam e sustentam a formação e [r]existência do ecomuseu como processo de valorização e pertencimento do patrimônio vivido da comunidade do Morro São Sebastião da Serra de Ouro Preto.
A série de cadernos “Ecomuseu da Serra de Ouro Preto – trajetórias de um processo em construção: elos de representatividade do patrimônio vivido”, segue uma organização sistêmica da ampla produção de trabalhos acadêmicos desenvolvidos pelos graduandos do curso de Museologia da Universidade Federal de Ouro Preto, por intermédio das disciplinas de Ecomuses e Museus Comunitários e Arqueologia, tendo como principal orientação, o dedicado trabalho da professora e museóloga Yara Mattos; das atividades de extroversão da memória e representatividade cultural e afetiva, desdobradas por uma série de oficinas, rodas de conversa, entrevistas, exposições, feiras de artes e artesanatos capitaneados e desenvolvidos pelo Núcleo do Morro do São Sebastião – Ecomuseu da Serra de Ouro Preto; dos mapeamentos e relatórios desenvolvidos pelo museólogo, administrador e consultor francês, Hugues de Varine, entusiasta dedicado ao planejamento e desenvolvimento do ecomuseu em tela. A metodologia de pesquisa evidenciará análise em fonte primária do acervo do Ecomuseu da Serra de Ouro Preto e do LAPACOM/UFOP, pesquisa em fonte secundária e sua contraposição (mecanismos de coleta e de análise de dados) com a temática na contemporaneidade e o objeto de estudo de cada pesquisador envolvido. As diretrizes traçadas a partir dos objetivos da pesquisa perfazem a construção de uma metodologia da pesquisa factível com o tempo estimado de execução do projeto. Os procedimentos de investigação serão delineados a partir da constituição de uma Comissão formada por membros do Ecomuseu em tela e dois professores Consultores, sendo uma museóloga e uma arqueóloga, envolvidas diretamente com o projeto, além de pesquisadores convidados a colaborar com o desenvolvimento do projeto. A contribuição dos professores-consultores, enfatiza ainda a organização da edição dos cadernos, historicizando o movimento da museologia social no território de Ouro Preto discutindo suas relações de alteridade tanto com os membros ativos das comunidades, quanto com os atores envolvidos em sua comunicação museológica, como o consultor internacional Hugues de Varine. A edição dos cadernos, representará de modo singular, um suporte material para uma rede de pesquisadores e educadores interessados nas questões que envolvem os processos museológicos comunitários, e no papel dos museus na valorização do patrimônio científico nas ciências humanas e sociais aplicadas, assim seguem delineados: Caderno 1: “O Ecomuseu da Serra de Ouro Preto - caminhos de uma trajetória em construção”: Este caderno abordará a formatação e contextualização da formação do ecomuseu até os dias de hoje. Considerando o laboratório de gestação inicial dentro do Universidade até sua emancipação. Aqui ainda devemos explorar o papel desenvolvido pela Museóloga Yara Mattos desempenhou para engendrar o Ecomuseu. Caderno 2: “Identidade Tropeira – uma [re]descoberta do presente”: esse caderno visa relatar um conjunto de ações e experiências endógenas ao Ecomuseu, com o desenvolvimento da identidade tropeira no seio da comunidade. Assim, os Encontros de Tropeiros, as oficinas do saber fazer tradicional, encadeados ao tema perfazem um movimento de reconhecimento da própria comunidade para com seu patrimônio vivido, criando elos de pertencimento, espaços de memória e de extroversão entre as gerações da comunidade com o hoje, e com a identidade da cidade de Ouro Preto. Caderno 3: “Caderno de Receitas e Afetos - as mulheres do Morro São Sebastião”: Esse caderno, visa, sobretudo, dar voz e representatividade as mulheres da comunidade, seu protagonismo no direcionamento econômico do lar. Esposas de tropeiros, quando os maridos saiam para as jornadas de trabalho, elas eram o sustento moral da casa, assim como, participantes ativas na vida religiosa do bairro, participando ativamente das quermesses, rezas, procissões, louvores em devoção ao orago do bairro, São Sebastião. Caderno 4: “O Ecomuseu da Serra de Ouro Preto - pesquisas e empoderamento de uma comunidade”: nesse caderno será trabalhado a série de estudos acadêmicos, desenvolvidos pelos alunos do curso de Museologia da UFOP, que ao longo dos anos, vem atuando conjuntamente na comunidade do ecomuseu, assim como a formatação do LAPACOM e o quanto esses trabalhos incidiram diretamente no ecomuseu, contribuindo para o processo de amadurecimento das amplas perspectivas de ações para o seu desenvolvimento. Esse caderno tem como premissa abordar a educação e suas metodologias, organização Nida. Caderno 5: “Memórias enterradas - o patrimônio arqueológico e a história de Minas Gerais”: Esse caderno versa sobre os trabalhos, projetos desenvolvidos pela arqueóloga Márcia Arcuri, a partir do monumento natural e arqueológico do Morro da Queimada. Possui uma linha de articulação direta com a história de Minas Gerais, mas sobretudo, com a própria história de ocupação de Ouro Preto, e consequentemente ao ocorrido histórico no Morro da Queimada como sítio arqueológico do que foi a Sedição de Vila Rica, em 1720, conhecida também como Revolta de Filipe dos Santos.
OBJETIVO GERAL O objetivo geral é materializar a concepção de pesquisa acadêmica construída coletivamente entre universidade, instuições da sociedade civil, estudantes e detentores do patrimônio cultural que dão sentido especial à prática participativa na preservação do patrimônio cultural. OBJETIVO ESPECÍFICO • Publicizar o patrimônio vivo da comunidade do Morro São Sebastião da Serra de Ouro Preto _ organização, edição e publicação de cinco cadernos, com tiragem de mil (1000) exemplares cada, de forma gratuita. • Contrapartida social: a) Garantir a gratuidade às ações a serem realizadas; b) Realizar dois eventos, sendo uma de abertura e outra de finalização oficial do projeto, com o propósito de criar condições de acesso a um grande número de pessoas à manifestação cultural de cunho material e imaterial; c) Realizar Seminário e Lançamento das publicações: Seminário: Panoramas históricos, provocações reflexivas e proposições empíricas na contemporaneidade, através dos estudos do Ecomuseu da Serra de Ouro Preto; d) Democratizar o acesso à produção cultural disponibilizando na internet, a partir do lançamento, a íntegra da série de cinco cadernos em formato PDF com tradução em dois idiomas: inglês e francês em plataforma virtual do proponente; e) Criar registos fotográfico e audiovisual das manifestações culturais da comunidade do Morro São Sebastião da Serra de Ouro Preto; f) Disponibilizar durante 12 meses no sitio da proponente www.engenhocultural.com, as publicações, o material da pesquisa, registos fotográfico e audiovisual com depoimentos ligados ao projeto; g) Elaborar uma sistematização de pesquisa sobre a cultura caipira, com foco na vertente tropeirismo, para basear a historicidade das informações e dados levantados e adequar o resultado às exigências do IPHAN, apresentando um pedido de registo como patrimônio material e imaterial da cultura brasileira;
A proposta cultural se enquadra, segundo o art. 1º, da Lei 8313/91, na finalidade de captar e canalizar recursos para o setor cultural de modo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; e, V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; De modo que a proposta apresentada, conforme art. 3º, da referida lei supracitada, alcance os seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais (subitem d); e, IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos (subitem b). De forma que atenda também a Declaração Universal da Diversidade Cultural da UNESCO, quanto a garantia à diversidade cultural como patrimônio comum da humanidade (art. 1º); como pluralismo cultural (art. 2º); e, como fator de desenvolvimento (art. 3º). Além de assegurar a salvaguarda e a promoção da cultura como fins em si mesmas e contribuir de forma direta para muitos dos ODS _ Objetivos de Desenvolvimentos Sustentáveis, da Agenda 2030 da ONU - Organização das Nações Unidas, com benefícios à implementações culturalmente conscientes e efetivas para cidades seguras e sustentáveis, trabalho decente e crescimento econômico, redução das desigualdades, meio ambiente, promoção da igualdade de gênero, e sociedades pacíficas e inclusivas. Desta forma, justificamos a utilização do mecanismo da Lei Rouanet para viabilizar a organização e publicação da série de cadernos de orientação, formação e testemunho dos processos museológicos, culturais, sociais, históricos e afetivos que fundamentam e sustentam a formação e [r]existência do ecomuseu como processo de valorização e pertencimento do patrimônio vivido da comunidade do Morro São Sebastião da Serra de Ouro Preto, com intuito em fortalecer a produção, difusão e democratização do acesso à cultura.
O projeto de organização e produção da Série de Cadernos “Ecomuseu da Serra de Ouro Preto – trajetórias de um processo em construção: elos de representatividade do patrimônio vivido”, tem como objetivo a partir da organização sistêmica da ampla produção de trabalhos acadêmicos, desenvolvidos pelos graduandos do curso de Museologia da Universidade Federal de Ouro Preto, por intermédio das disciplinas de Ecomuseus e Museus Comunitários e Arqueologia, tendo como principal orientação, o dedicado trabalho da professora e museóloga Yara Mattos; das atividades de extroversão da memória e representatividade cultural e afetiva, desdobradas por uma série de oficinas, rodas de conversa, entrevistas, exposições, feiras de artes e artesanatos capitaneados e desenvolvidos pelo Núcleo do Morro do São Sebastião – Ecomuseu da Serra de Ouro Preto; dos mapeamentos e relatórios desenvolvidos pelo museólogo, administrador e consultor francês, Hugues de Varine, entusiasta dedicado ao planejamento e desenvolvimento do ecomuseu em tela, publicar uma série de cadernos, que visem sobretudo, para além de salvaguardar a trajetória de atuação de um dos primeiros ecomuseus do Estado de Minas Gerais, no coração de uma das primeiras cidades reconhecidas como patrimônio mundial da Humanidade pela UNESCO, servir de base para que outros ecomuseus, museus de território, processos museológicos de base comunitária, possam criar suas bases para o encadeamento de seus processos. Afinal, não existem “receitas” prontas para a validação desses processos, mas visamos, iniciar um processo único e de vanguarda em Minas Gerais, para o encorajamento de novos processos, da valorização do patrimônio para além da pedra e cal, mas da vida intrínseca ao homem, a sua identidade, ou a soma delas, do território, que marca memórias e processos de vida, da comunidade, riqueza maior do processo, que interliga histórias de vida, memórias, pertencimento, criando elos de r[existência]. Assim, ancorado sobre um profícuo arcabouço acadêmico e do saber endêmico de uma comunidade dedicada a valorização, compreensão e extroversão do seu patrimônio, do seu território, da sua comunidade, é que se baseiam os pilares para o pensar e fazer do Ecomuseu da Serra de Ouro Preto, núcleo do Morro São Sebastião. Afinal, a construção do conhecimento, nesse processo não é unilateral, uníssona, mas transversal, multivocal, globalizante, todos somam, todos têm muito a contribuir na construção de uma grande colcha de retalhos, da qual todos são ao mesmo tempo únicos (singulares) e plurais (soma do conhecimento) e, participantes ativos de um processo que não se estabelece de momento, mas a curto, médio e longo prazo, produzindo e construindo um bem em conjunto, que não possui um modo de fazer, na medida em que, todos participam e decidem em conjunto o melhor modo de fazer. O Morro São Sebastião está localizado a cinco quilômetros da Praça Tiradentes, centro histórico de Ouro Preto. E está umbilicalmente ligado à formação da cidade de Ouro Preto, pois por essa região chegaram às bandeiras paulistas que acompanhavam o fluxo intenso de expedições que se lançavam às minas em busca de ouro. A ocupação da Serra foi evoluindo em conjunto com o crescimento da população que não parava de chegar no transcorrer do século XVIII para a exploração e o trabalho nas minas. A região da Serra de Ouro Preto é assinalada por importantes fatos históricos que marcam tanto a história local, como a nacional, devido à magnitude dos acontecimentos. Notadamente percebemos, o grande contingente populacional existente nos morros, se comparado aos distritos mais populosos e consequentemente, o fato do declínio da produção aurífera nesse período, o que nos leva a crer, que o número de pessoas vivendo nos morros no século anterior, ou seja, o XVIII, era bem mais expressivo. Contudo, o que vivenciamos hoje no Morro São Sebastião, é a infraestrutura de um bairro, composto por pessoas advindas de diversos lugares, incluindo famílias dos distritos de Antonio Pereira, Glaura, Catarina Mendes, que evidenciarão os personagens e o cenário para o desenrolar dessa pesquisa, principalmente no que tange a construção de laços comuns, identidade, e recuperação da memória tropeira, visto a região ser um elo de sustentação através dos tempos, do caminho dos tropeiros desses distritos para a cidade de Ouro Preto, principalmente a partir das primeiras décadas do século XX. Ecomuseu da Serra de Ouro Preto Tendo como premissa as questões norteadoras para a efetivação dessa pesquisa: a compreensão da comunidade do Morro São Sebastião por ecomuseologia e museologia comunitária; as motivações que os levaram ao empenho na revitalização da memória tropeira como elo identitário e o porquê; e como o desenvolvimento da práxis cotidiana em confronto com os ditames da teoria acadêmica sobre a ecomuseologia atuam e deliberam em favor do ecomuseu, assim como todo o cabedal de informações até aqui apresentados, dão o suporte necessário para a conclusão desse projeto. Pessoas essas que são valorizadas em seu cotidiano, nas encomendas de enxovais, na feitura de encomendas de doces para os festejos familiares, no desenvolver de trabalhos manuais, como artesanatos, e objetos religiosos, como santos, estandartes votivos para as celebrações religiosas que congrega toda a população do bairro. Esse reconhecimento, seguido da valorização cotidiana, é de suma importância, na medida em que, não precisam do olhar do pesquisador de fora da comunidade para perfilhar seus valores, patrimônios, já os reconhecem e dão ênfase a essas questões, tão caras, a muitas comunidades, de modo, tão familiar, caseiro, próprio, que lhes dignam a não reconhecer o patrimônio material e imaterial que possuem, mas de serem esse patrimônio. Embasados nessas considerações, os membros desse núcleo do Ecomuseu, são detentores dos saberes e conhecedores das motivações que os levaram ao empenho na revitalização da memória tropeira como elo de identitário e motivados por esse reconhecimento, desenvolvem caminhos endógenos para a extroversão de suas motivações. Assim, trago três passagens do pai da museologia comunitária, que sustentam essa afirmação, “como o DNA é a carteira de identidade do indivíduo que o associa à sua linhagem inteira, do mesmo modo o patrimônio é a carteira de identidade da comunidade atual ligada a uma continuidade sem limites[1]”. Ou ainda, “o patrimônio (...) é antes de tudo de natureza comunitária, isto é, emana de um grupo humano diverso e complexo, vivendo em um território e compartilhando uma história, um presente, um futuro, modos de vida, crises e esperanças[2]”. Desse modo, reconhecedores de seu patrimônio, das histórias de vida, do saber fazer, da identidade local, desenvolvem ações que estabelecem e fortalecem a base identitária e criam um diálogo na organização de respostas às necessidades comunitárias. Pois, desenvolvem um trabalho conjunto ancorado na primeira pessoa. Ora, uma comunidade que reconhece seu patrimônio e o valoriza, e busca endogenamente organizar um ponto de memória de sua identidade tropeira, articulando do interior da comunidade para fora, tem como base os preceitos da ecomuseologia e da museologia comunitária em sua linha mais atuante, ou seja, a prática. São conhecedores dos conceitos da ecomuseologia e museologia comunitária, por participarem desde 2005 do processo de constituição do Ecomuseu da Serra de Ouro Preto, mas com maior propriedade a partir de 2011, quando a atuação nesse ponto nuclear da Serra, passou a ser o polo de irradiação dos trabalhos do ecomuseu. [1] VARINE, Hugues de. As raízes do futuro: o patrimônio a serviço do desenvolvimento local. Tradução Maria de Lourdes Parreiras Horta. Porto Alegre: Medianiz, 2013, p. 45. [2] VARINE, Hugues de. As raízes do futuro: o patrimônio a serviço do desenvolvimento local. Tradução Maria de Lourdes Parreiras Horta. Porto Alegre: Medianiz, 2013, p.44.
Serão impressos mil (1000) exemplares, totalizando de 200 unidades de cada caderno, com a seguinte especificação:Miolo: Formato: 29,7 x 21 cm; Quantidade de Páginas Miolo: 200; Cores: 4x4 (colorido); Papel: Offset 90g; Acabamento: Lombada Quadrada; Capa: Formato: 29,7 x 21 cm; Quantidade de Páginas Capa: 4 Páginas; Cores: 4x4 (colorido); Papel: Couché Fosco 300g; Acabamento: Refile; Enobrecimento: Laminação Brilho Frente; Extras: Vinco. Caixa - Organização da Coletânea - Tamanho: L 33 x A 10 x P 32 cm; Impressão: Externa; Cor: 4x0; Papel: Reciclato 180g + Onda E; Acabamento: corte-vinco; Auxiliaries: Acoplagem em Onda E.
A proposta atenderá as medidas de acessibilidade, sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: I - no aspecto físico / arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas - com sanitários adaptados e rampas e/ou elevadores - de forma a permitir o acesso aos locais onde realizarão as atividades culturais; e II - no aspecto conteúdo / comunicacional, será disponibilizado na internet, a partir do lançamento, a íntegra do livro em formato PDF, podendo ser ampliado a fim de facilitar a leitura; a publicação será traduzido para outros dois idiomas: inglês e francês - ampliando a ramificação do conteúdo para outros países; as ações de contrapartida terão apoio de intérprete de libras; Conforme art. 28, da IN 11/2024, os materiais impressos e virtuais de divulgação conterão informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.
Propomos como meios de democratização o acesso livre e gratuito; O plano de distribuição da série de cadernos impressos atenderá as normativas da IN 11/2024, da seguinte maneira: I - 10% (dez por cento) será distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social e/ou educativo; III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - 70% (setenta por cento) para distribuição gratuita ao público espontâneo participante das ações culturais direta e indiretamente, moradores da comunidade, encaminhamentos às secretarias de educação e cultura de Ouro Preto e região, Instituto Brasileiro de Museus, Sistema de Museus de Ouro Preto, Faculdade de Museologia - UFOP, Museu da Inconfidência, Prefeitura de Ouro Preto. V - não haverá comercialização das publicações. As ações de contrapartida possibilitarão acréscimos de novos públicos além dos beneficiados diretamente com o projeto - como público direcionado: pesquisadores; historiadores; turistas; profissionais e estudantes da área de museologia e afins; público espontâneo; manifestações culturais. Além de, obrigatoriamente, atender conforme instrução normativaos subitens IV, disponibilizar, na Internet, registros fotográfico e audiovisual das atividades e de eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e eventos em meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos.
Proponente - Gestor Projeto Engenho Cultural Assessoria e Consultoria é uma empresa que oferece soluções para gestores do setor público e da iniciativa privada por meio de assessoria nas áreas de museu, patrimônio e cultura. Atua na elaboração e execução de projetos culturais; de exposições, expografia e museografia; pesquisa museológica e histórica; mapeamento cultural; registro do patrimônio material e imaterial; plano museológico; educação patrimonial e ações educativas; gestão, conservação, documentação de acervos; diagnóstico de museus; organização de reservas técnicas e treinamento técnico de equipes. Elaboração e formatação de projeto cultural para incentivos fiscais às leis de fomento, agenciamento para captação de recursos e gestão de projeto executivo para projetos culturais e de restauro em bem edificado tombado. Ao longo de seus oito anos, desenvolveu projetos culturais contemplados pelo PROAC-SP, edital nº 18/2016 para itinerância da exposição “Porta, porteira, portão: modos de falar e costumes do interior”; edital nº 13/2019 para reformulação da expografia do Museu do Instituto Lauro Souza Lima em Bauru: “Acesso ao patrimônio cultural em saúde pública no interior paulista”. E, em processo de realização dos projetos contemplados nos editais: nº 40/2021, com projeto “Requalificação do Projeto Educativo do Museu Casa e Fazenda Santa Maria do Monjolinho - Projeto de Ação Educativa, utilizando coleções museais sob a perspectiva da teoria histórico-cultural de Vygotsky”; nº 49/2022, com projeto “Museu Barão de Mauá – Projeto Executivo de Restauro e Revitalização do Patrimônio Histórico e Cultural”; nº 36/2022, com projeto “Plano Museológico do Museu da Cidade de Campinas”; nº 09/2022, com projeto “Cerejeira não é Rosa – vivência poética no Asilo-Colônia Pirapitingui”; nº 33/2023, "Exposição Itinerante – Museu de Esportes de São José dos Campos: conquistas de uma trajetória"; nº 32/2023, "Plano Museológico do Museu Elisabeth Aytai – Monte Mor/São Paulo". Em processo de Captação de Recursos, há três projetos aprovados na Lei Federal de Incentivo à Cultura, Pronac nº 230694 – “Restauro da Casa-Museu de Santa Olímpia – Piracicaba (SP) ”, Pronac nº 231371 - "Monike Cristina - A história de uma bailarina negra brasileira que conquista os palcos do mundo" e Pronac nº 223156 – “Restauro da Igreja São Benedito – Piracicaba (SP) ”. Desenvolveu o Projeto Técnico – Expográfico, Curatorial e Educativo e montagem da exposição de curta duração “Tietê – Rio Móvel, Estrada Líquida – o Rio, o Homem, o Lugar”, para a Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari (ACAM Portinari). Projeto de "Educação Patrimonial e ações sistemáticas para preservação e difusão do acervo museológico pertencente ao Museu Histórico e Pedagógico das Monções e do patrimônio histórico e cultural da cidade de Porto Feliz", para a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo, por meio do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP), em parceria com a Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari (ACAM Portinari). E realizou a implantação curatorial do Memorial do Missionário David Miranda, para a Igreja Pentecostal Deus é Amor. Realizou oficinas de capacitação nas áreas de conservação preventiva de Acervos Bibliográficos para o SESC/Piracicaba, de Acervos Museológico para o Museu Gustavo Teixeira e para o Museu Barão de Mauá; oficinas de expografia para o Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP), além de trabalhos de documentação em acervos particulares e públicos. A empresa encontra-se devidamente registrada no Conselho Regional de Museologia - 4ª Região - PJ010 - Categoria E. Site: www.engenhocultural.com - Yara Mattos Função: Organizadora/Autora Possui graduação em Museologia pelo Curso de Museus - MHN/ Atual Escola de Museologia/UNIRIO (1971); especialização em Arqueologia pela AUSU/IAB (1972); doutorado em Ciências Pedagógicas pelo Instituto Central de Ciências Pedagógicas (Cuba) / UFOP (2004). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Ouro Preto/Departamento de Museologia, ocupando a chefia de departamento (out.2014 - out.2016). Foi presidente do colegiado de curso por dois períodos consecutivos (jun.2008 a jun.2013). Tem experiência na área de Museologia e Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: educação em museus, museus e públicos, processos museológicos comunitários, cultura e patrimônio, curadoria de exposições, museu histórico e museu de arte. É articulista do periódico/portal Revista Museu - ISSN 1981-6332 - www.revistamuseu.com.br/18demaio/artigos. Dentre as principais publicações, citam-se: Abracaldabra: uma aventura afetivo-cognitiva na relação museu-educação. Ouro Preto: EDUFOP, 2010. 168p. ISBN 978-85-288-0077-7; Cultura Brasileira: aspectos gerais e instituições. Ouro Preto: UFOP/CEAD, 2009. 80p. ISBN 978-85-98601-34-2; Sala Manoel da Costa Athaide 1985-2000. Ouro Preto: IPHAN/Museu da Inconfidência, 2004. 120p. Ficha catalográfica nº 700.294. Dentre os artigos e textos publicados, destacam-se: Ecomuseu da Serra de Ouro Preto: narrativas híbridas entre espaço de memória social, tempo presente e lugares de relação. In: OLIVEIRA, Ana Paula de Paula Loures e OLIVEIRA, Luciane Monteiro (Orgs.). Arqueologia e Patrimônio de Minas Gerais - Ouro Preto. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2010. p. 23-28. ISBN 978.85.7672- 099-7. Caminhos e Percursos da Museologia Comunitária (com Odalice Priosti). In: Cadernos de Sociomuseologia, Vol. 28. Lisboa: ULUSÓFONA, 2007. p. 1-16. ISSN 1646-3714. Pintura Colonial Brasileira, Retratos, Paisagem, Fotografia. In: MOURÃO, Rui (Edit.). Museu da Inconfidência. São Paulo: Banco Safra, 1995. CDD - 708.981512. Museu Nacional de Belas Artes (conselho editorial). Rio de Janeiro: FUNARTE, 1979. CDU 069.02: 7181. - Márcia Arcuri Função: Organizadora/Autora Marcia Arcuri é graduada em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas/USP (1994), mestre em Estudos Ameríndios pelo Departamento de História e Teoria da Arte da Universidade de Essex - Inglaterra (1996) e doutora em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia / Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da USP (2003). Realizou pós-doutoramento no Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Foi membro fundadora e coordenadora do Centro de Estudos Mesoamericanos e Andinos da Universidade de São Paulo (2001-2010), curadora da exposição "Por Ti América" (Centro Cultural Banco do Brasil 2006-2008) e assessora científica das exposições Tesouros de Sipán - "Esplendor da Cultura Mochica" e "Ouros de Eldorado: Arte Pré-Hispânica da Colômbia" (Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2006 e 2010). Foi coordenadora de socialização do patrimônio arqueológico do CNA/DEPAM - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (2011). Coordena, no Brasil, intercâmbio acadêmico com o projeto arqueológico Ventarrón - Collud e Museo Tumbas Reales de Sipán, vinculados à Unidade Executora 005 Naylamp Lambayeque/MinC Peru. É professora efetiva do Departamento de Museologia da Escola de Direito, Turismo e Museologia da Universidade Federal de Ouro Preto (DEMUL/EDTM/UFOP); docente do Programa de Pós-Graduação em Turismo e Patrimônio da EDTM/UFOP; pesquisadora do Laboratório de Estudos Interdisciplinares de Tecnologia e Território (LINTT) do MAE/USP; e atua como professora colaboradora do Programa de Pós-Graduação do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, orientando pesquisas na área de Arqueologia Pré-Colombiana. Desde 2017 atua como Curadora Adjunta de Arte Pré-colombiana do Museu de Arte de São Paulo - MASP. - Hugues de Varine Função: Organizador/Colaborador Hugues M. de Varine-Bohan, mais conhecido como Hugues de Varine, é um arqueólogo, historiador e museólogo francês. Foi Diretor do Conselho Internacional de Museus – ICOM, de 1965 a 1974, dando continuidade ao trabalho desenvolvido até então por Georges Henri Rivière, seu primeiro diretor. Nos anos 70, atuou como consultor para o desenvolvimento comunitário na França. É o criador do termo ecomuseu, ideia que surgiu a partir do esforço em gerar um novo termo para abarcar as formas experimentais de museus que seriam teorizadas no pensamento acerca da Nova Museologia, desenvolvida, nos anos 80, sob sua influência. Hugues de Varine nasceu em Metz, na região histórica de Lorena, França, em 3 de novembro de 1935. Depois de estudar História, Arqueologia e História da Arte na École du Louvre, Varine trabalhou no Instituto Francês de Arqueologia em Beirute (Líbano), ligado à embaixada da França, onde permaneceu por dois anos atuando como diretor de um centro de documentação cultural e técnica. Ao retornar ao seu país de origem, auxiliou Georges Henri Rivière na gestão do ICOM, no cargo de vice-diretor. Após a saída de Rivière, foi nomeado diretor da instituição, no ano de 1965, permanecendo pelo período de nove anos[²]. Em seguida, exerceu várias funções em escritórios locais e nacionais na França. De 1982 a 1984, dirigiu o Instituto Franco-Português de Lisboa, e fundou uma agência de consultoria de desenvolvimento local e comunitário que liderou por dez anos (1989-1999): a ASDIC. Desde o início dos anos 1980, Varine teve o seu nome atrelado ao Movimento Internacional da Nova Museologia – MINOM, por sua já vasta experiência com os ecomuseus. Por meio do desenvolvimento desse movimento de alcance mundial, principalmente nos países de línguas latinas, Varine se tornaria uma influência central para muitos profissionais e teóricos dos ecomuseus, tornando-se um dos principais incentivadores dessas instituições ao redor do mundo. Nos dias de hoje, atua em questões de desenvolvimento cultural, social e econômico, e do patrimônio, como consultor independente. Participou de diversas missões em comunidades urbanas e rurais na França e na União Europeia, incentivando práticas culturais e de consolidação do desenvolvimento local. Atuou também em projetos na Alemanha, Suécia, México, Brasil, Canadá, Portugal, Grécia, Hungria, Irlanda e Reino Unido, entre outros. - Alessandra da Silva Gonçalves Função: Organizadora/Autora Bacharel em Museologia pela Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP; Pesquisadora vinculada ao Laboratório de Pesquisa e Extensão em Arqueologia, Patrimônio e Processos Comunitários (LAPACOM), ligado ao Curso de Museologia da Universidade Federal de Ouro Preto. Atualmente cursando Especialização em Conservação Preventiva de Bens Eclesiásticos Móveis pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Possui experiência em Museologia Social, Identidade e Memória, Desenvolvimento Local e Comunicação Museológica e Expográfica, Projetos de Educação Patrimonial e Processos Museológicos Comunitários. Desde 2020 atua como Assistente de Conservação do Museu Universitário da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, gerenciando, elaborando, desenvolvendo, ações de conservação preventiva, políticas de gestão e organização de acervos museológicos, documentação, ações educativas, projetos e exposições. Atualmente é Conselheira Efetiva da Comissão de Ética do Conselho Regional de Museologia da 4ª Região (Corem 4R/2023-2024). - Rodrigo Luiz dos Santos Função: Organizador/Autor Formado em Museologia pela Universidade Federal de Ouro Preto; Licenciado em História pela Universidade Metodista de Piracicaba; Especialista em Cultura e Arte Barroca, pela Universidade Federal de Ouro Preto. Cursando Especialização em Conservação Preventiva de Bens Eclesiásticos Móveis pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Atua há mais de 15 anos na área museológica. Atualmente responde como Museólogo e Coordenador do Museu Universitário da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. De 2018 a 2020, ocupou o cargo de Museólogo do Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Campinas; Curador da Exposição Itinerante Porta, Porteira, Portão: modos de falar e costumes do interior e da Exposição “Histórias Cruzadas, Caladas, Curadas - uma perspectiva histórica da Hanseníase no Estado de São Paulo - Museu da Hanseníase do Instituto Lauro de Souza Lima, ambas viabilizadas pelo Programa de Ação Cultural – Editais (São Paulo). Possui experiência em Processos Museológicos Comunitários e Museologia Social; Pesquisador vinculado ao Laboratório de Pesquisa e Extensão em Arqueologia, Patrimônio e Processos Comunitários (LAPACOM), ligado ao Curso de Museologia da Universidade Federal de Ouro Preto; Museólogo responsável pelo Projeto Expográfico da Casa Museu Quinta da Esperança, em Cuba/Portugal; Atuou como Representante Regional da Região Administrativa de Campinas – Grupo de Trabalho do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (GTC-Sisem-SP), no período de 2006-2012; Membro convidado da Comissão de Orientação e Fiscalização do Exercício Profissional (COFEP) com mandato vigente de 10 de janeiro de 2023 até 31 de dezembro de 2024 do Conselho Regional de Museologia da 4ª Região – COREM 4R. Representante da Pontifícia Universidade Católica de Campinas no Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas, no terceiro período consecutivo. - Renata Graziela Duarte Gava Função: Gestora Cultural Historiadora com formação acadêmica pela Unimep - Piracicaba, Especialista em Patrimônio Arquitetônico: Teoria e Projetos pela PUC – Campinas, em Gestão Cultural pelo Senac – RJ e, em processo de formação, em Gestão de Museus e Inovação pela Associação Brasileira de Gestão Cultural. Atua desde 1998 na área museológica e patrimônio de bens materiais e imateriais. Possui experiência na área museológica, com ênfase em gestão de museus, processos curatoriais e educativo. Participou dos projetos “Restauração do Acervo Prudente de Moraes”, com aporte financeiro direto do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional; “Reestruturação museológica e museográfica do Museu Prudente de Moraes” pela Acam Portinari – Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari; “Implantação e criação do Museu da Cana-de-açúcar no Engenho Central de Piracicaba”, pelo Instituto Brasil Leitor; “Implantação do Memorial do Empreendedorismo”, pela Associação Comercial e Industrial de Piracicaba; “Implantação e criação do Centro Cultural Martha Watts”, pelo Instituto Educacional Piracicabano. Gestora do Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes entre os anos de 2008 e 2010 e 2013 a 2020. Curadora das exposições “Prudente de Moraes – vida pública e privada”, “Porta, Porteira, Portão: costumes e modos de falar do interior” e “Histórias Cruzadas, Caladas, Curadas”. Como voluntária, atuou de 2010 a 2020 na Representação Regional no Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP) e desde 2020, no Conselho de Orientação do Sistema Estadual de Museus (COSISEM). - Lucas Diego da Silva Ganzella Função: Pesquisador/Historiador Bacharelado em História (Pontifícia Universidade Católica de Campinas - 2019), possui formação pedagógica para graduados não licenciados (Universidade Cruzeiro do Sul – 2020), além de cursos complementares na área de arquivologia e museologia, principalmente em documentação de acervos documentais. Desde setembro de 2020 atua como assistente de arquivo no Museu Universitário da PUC-Campinas, desenvolvendo atividades técnicas de digitalização de fotos e documentos históricos, processos de catalogação, acondicionamento, conservação preventiva do acervo, auxílio na montagem de exposições, produção de textos para exposições e publicações, além de desenvolver pesquisas acadêmicas para formatação de projetos de cunho cultural e patrimonial.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.