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PRONAC 2414214Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Internacional de Cultura e CIdadania DIgital na Amazônia

PHD TECNOLOGIA DA INFORMACAO E COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 1,72 mi
Aprovado
R$ 1,72 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
PreservaçãoRegistroPromoção d Acervo d Museu/Memór
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-13
Término

Resumo

O Festival Internacional de Cultura e Cidadania Digital na Amazônia promove e valoriza a cultura amazônica, utilizando tecnologias criativas para inclusão e cidadania. Antes do festival, oficinas em comunidades locais capacitarão o uso de dispositivos digitais e preservação de saberes tradicionais. Durante o evento, palestras e debates com especialistas e povos da região abordarão sustentabilidade e preservação cultural, fortalecendo a cidadania digital e enfrentando mudanças climáticas.

Sinopse

não se aplica

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS O projeto, além de enriquecer o debate nacional e internacional, estimulará a participação e o protagonismo digital dos povos da Amazônia, especialmente das comunidades quilombolas, ribeirinhas e dos povos originários. O objetivo é oferecer a essas comunidades a digitalização de suas memórias e saberes através da criação do Museu Amazônia Digital (MAD), com a realização de oficinas e a implementação de ações de conectividade e inclusão digital. Isso promoverá o empoderamento tecnológico e o uso consciente de arquiteturas digitais nas indústrias criativas. Além disso, serão digitalizadas as produções culturais e realizado um registro audiovisual do evento e das atividades. A criação do MAD é vista como a principal contrapartida do Festival para a sociedade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Antes do Festival: realizar as seguintes atividades de formação (oficinas - ementas em Anexos) junto às comunidades (indígenas, quilombolas e ribeirinhas): Oficina: Danças populares afro-amazônicas Oficina: Tecnologias e digitalização da memória Oficina: Etnoterritorialidade e memória digital Oficina: Tecnologias digitais para a promoção da cultura local; Oficina: Produção e a edição de vídeo; Oficina: Criação e manutenção de sites. 2. Debater durante o Festival os significados principais da participação digital promovidas pela tecnologias e softwares presentes nas indústrias criativas (artes visuais e audiovisual). Com destaque para as principais inovações tecnológicas para a promoção e preservação das culturas originárias e amazônicas. 3. Reunir durante o Festival as principais experiências internacionais e nacionais de inclusão e de utilização de tecnologias e soluções digitais para implementar a participação e a inclusão das diferenças linguísticas e étnicas, legado cultural dos povos originários, ribeirinhos e quilombolas presentes nas regiões de atuação do Festival. 4 Criar o Museu Amazônia Digital (MAD) para o registros dos mitos, das memórias e das produções culturais dos povos amazônicos, com uso de registros audiovisuais, imagéticos, sonoros, produzidos pelas próprias comunidades durante as oficinas, que serão apresentados na programação do Festival. 5. Dentro das atividades do museu digital, instituir um observatório geridos pelos representantes das comunidades participantes e equipe do Festival, com as principais experiências da digitalização da cultura, ancestralidade, cosmologias, preservação digital da memória e monitoramento das atividades digitais produzidas pelos povos originários na Amazônia. 6. Integrar o acervo digital do Museu Digital da Amazônia (MAD) à Plataforma Tainacan do Instituto Brasileiro de Museus. Valendo-se da tecnologia WordPress para a construção do MAD.

Justificativa

Conforme Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999) A criação de um festival que possibilita como contrapartida a criação de um museu digital das culturas da Amazônia, Museu Amazônia Digital (MAD), que tem como objetivo valorizar e mesclar as práticas culturais locais (danças, ritmos e performances), junto ao debate internacional sobre as características da digitalização dos povos originários e das culturas amazônicas. Mostrar a contribuição possibilitada pela economia criativa através da sua vertente das tecnologias como softwares para a visibilidade cultural, para a inclusão, a participação, o ativismo, o empoderamento e o protagonismo na preservação das cosmologias e suas relações com a territorialidade Amazônica. Por intermédio da participação em oficinas, em debate, em workshop’s, algumas das populações irão implementar e experimentar projetos de digitalização em diversos âmbitos: registro digital das narrativas e patrimônio imaterial, monitoramento geo-referenciado dos marcos culturais dentro das comunidades, empoderamento digital das comunidades, criação de arquiteturas e ambientes digitais (games, realidades aumentadas, realidades virtuais e metaversos), para a preservação e a divulgação das culturas locais, com a participação direta das comunidades na produção dos ambientes virtuais. É neste contexto de múltiplas ações que o festival pretende se tornar uns dos maiores laboratórios de digitalização das culturas e das práticas de inclusão digital da América Latina. Em particular a participação e o protagonismo dos povos originários estarão presentes em todas as diversas partes do projeto: na projetação, nas apresentações, no debate e na implementação de práticas de cidadania digital no território amazônico.

Estratégia de execução

HISTÓRICO DO PROJETO Idealizado pelo Centro Internacional de Pesquisa ATOPOS, as primeiras duas primeiras edições do Festival da Cidadania Digital aconteceram nos anos de 2020 e 2021, online, por causa da pandemia. I Festival Internacional de Cidadania Digital (2 e 27 de novembro de 2020), exclusivamente online e gratuito, teve como tema “Do antropoceno ao Novoceno”. O evento promovido pelo Centro Internacional de Pesquisa Atopos (ECA-USP) e pela Plataforma para a Cidadania Digital (CIDIG) reuniu 30 docentes e pesquisadores de dez países diferentes, 50 exemplos de cidadania digital de diversos continentes e sete lançamentos de livros sobre a comunicação e a cidadania do terceiro milênio. A rede de atividades propostas para o próximo mês de novembro incluiu mesas redondas, palestras, rodas de conversa, apresentações de projetos de empresas, congresso acadêmico internacional multidisciplinar, exposição de arte e workshop de alfabetização digital. Durante a programação também foram lançados o Manifesto Internacional para a Cidadania Digital, assinado por pesquisadores em atuação em diversos países (Brasil, Itália, Canadá, Portugal, México e Estados Unidos), e a Plataforma Internacional para a Cidadania Digital. Entre os professores e pesquisadores estrangeiros participantes participaram: Pierre Lévy (Un. Ottawa – Canadá), Derrick de Kerckhove (Un. Toronto – Canadá), Cosimo Accoto (MIT Boston – EUA), Paolo Gerbaudo (King’s College London – Inglaterra), Selena Nemorin (University College London – Inglaterra), Enea Bianchi (National University of Ireland – Irlanda), Michel Maffesoli (Un. Paris V Sorbonne – França), Fabio La Rocca (Un. Montpellier – França), José Bragança de Miranda (Un. Nova de Lisboa – Portugal), Alberto Sánchez Martínez (UAM – Xochimilco – México) entre outros. Além da participação de experts de diversas áreas do conhecimento do mundo, o festival envolveu outros 15 docentes e pesquisadores, de instituições acadêmicas de 10 estados do Brasil, na construção de uma plataforma para a formação da cidadania digital. Foram mais de mil inscritos que acompanharam a programação. A segunda edição do Festival, realizada entre os dias 13 e 16 de dezembro de 2021, online, teve como tema "Um mundo onde caibam todos os mundos: aspectos e características de governance no terceiro milênio". O foco foi abordar casos empíricos de experiências nacionais e internacionais que utilizam tecnologias digitais para o bem comum. Por meio de lives no canal do Youtube do Atopos foram abordadas temáticas como plataformas, blockchain, metaverso, net-ativismo e diversas outras. Em 2022, a sua III edição ocorreu em formato de Congresso (III Congresso da Cidadania digital: a comunicação de todas as coisas), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa (FAPEAM), nos dias 21 e 25 de novembro de 2022, nas cidades de Manaus e Parintins (AM), com transmissão on-line e participação híbrida de professores e pesquisadores de todo o Brasil e de diversos países (Canadá, México, Argentina, Portugal e Itália). Ao todo, o evento envolveu cerca de 50 convidados e 810 participantes inscritos, com público presencial de pelo menos 700 participantes. Os anais do evento foram publicados em 2023, sob o título “Cidadania digital: a conexão de todas as coisas” (Editora Alameda), coordenada por Marina Magalhães (Ufam), Massimo Di Felice (USP) e Thiago Cardoso Franco (UFG). Todas as edições estão com os links disponíveis no Canal do Centro Internacional de Pesquisa Atopos/USP no YouTube: https://www.youtube.com/@CanalATOPOS Em 2023, a quarta edição será realizada nas Universidades Universidad Metropolitana do México (UAM) e Universidade de Tabasco, no México, em formato híbrido, nos dias 04 a 09 de dezembro. Participarão os pesquisadores da rede do Observatório Latino-Americano da Cidadania Digital. Em 2024, a quinta edição do Festival será realizada online, em formato de Congresso, voltada às relações entre Cidadania Digital numa perspectiva transdisciplinar. Em 2025, a sexta edição, será dedicada à Amazônia, o Festival Internacional de Cultura e CIdadania DIgital na Amazônia, cuja inovação será a formação, realizada antes do Festival, por meio das oficinas e a elaboração do Museu Amazônia Digital (MAD), contrapartidas, que antecedem a edição. Centro Internacional de Pesquisa ATOPOS da Universidade de São Paulo O ATOPOS (http://www.atopos.com.br/) é uma rede internacional de pesquisa formada por pesquisadores de diversas áreas que, em países distintos, investigam o impacto das tecnologias digitais nos distintos âmbitos da sociedade atual. Surgida na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), em 2005, a rede tem como objetivo a produção de conhecimento transdisciplinar e inovador, assumindo os compromissos de formar pesquisadores, de produzir publicações e de estender e compartilhar os resultados das investigações por meio de um diálogo com os mais variados setores da sociedade. O ATOPOS conta com pesquisadores em nível de graduação e pós-graduação procedentes das áreas de Ciências Sociais, Comunicação, História, Arquitetura, Artes, Biologia, Filosofia e Educação. Plataforma da Cidadania Digital – Observatório Latino-Americano para a Cidadania Digital Rede formada por investigadores do Brasil (USP, UFG, UFAM, UFOP, UFJF), México (Universidade Nacional do México) e Argentina (Universidade de Buenos Aires). Seus objetivos abrangem mensurar e documentar casos de usos e aplicações de tecnologias digitais para a participação e cidadania na região.

Especificação técnica

Site do evento A publicação contará com relatos dos participantes das comunidades e textos de pesquisadores participantes do Festival da Cidadania Digital. O intuito é registrar as narrativas e memórias das comunidades envolvidas, e compartilhar as reflexões e o debate oriundo das palestras e mesas-redondas sobre a colaboração das tecnologias digitais para o desenvolvimento de práticas culturais cidadãs. Museu Amazônia Digital (MA) Acervo digital composto de material audiovisual (desenhos, fotos e vídeos), podcasts, entre outros, coletados durante as oficinas e a pesquisa de conteúdo. Será projetado em Wordpress, integrado à Plataforma Tainacan.

Acessibilidade

O plano de acessibilidade terá foco de atuação em 3 pontos: Acessibilidade Digital para para o aplicativo e site. Nos sites teremos as seguintes funcionalidades/características: _Navegação 60+Reduz a fadiga visual, melhora o contraste da página, fontes mais legíveis e aumentadas e elementos clicáveis maiores. _Navegação Epilepsia Permite que as pessoas com epilepsia usem o site de forma amigável e com segurança, reduzindo o risco de convulsões originadas por animações intermitentes e combinações de cores arriscadas. _Navegação Baixa Visão Ajusta o site, para que seja acessível à maioria das deficiências visuais, como visão degradante, visão de túnel, catarata, glaucoma e outros. Permite distinguir informações por meio de cores mais intensas e fontes maiores e mais legíveis. _Navegacão TDAHEste perfil ajuda a reduzir a distração e a sobrecarga sensorial. Proporciona uma experiência de navegação mais focada, permitindo que os usuários se concentrem no conteúdo e evitem estímulos desnecessários que possam afetar sua atenção e concentração. _Navegação DislexiaMinimiza a confusão visual, destaca elementos interativos e melhorar a compreensão e navegação do site, tornando a experiência mais amigável e focada para pessoas com dislexia. _Navegação Auxílio CognitivoAjuda a simplificar a navegação, facilitando a concentração nos elementos essenciais do site. Fornece indicações e destaca elementos importantes, tornando a navegação mais intuitiva e acessível para pessoas com deficiência cognitiva. _Navegação por Teclado e Leitores de TelaOtimização da página por IA, facilitando a navegação sem utilização do mouse. Inclui TAGs semânticas, descrições de imagens, marcadores de cabeçalho e outros elementos de acessibilidade. _Descrição de ImagensIA descreve automaticamente as imagens nos leitores de tela (NVDA, Jaws, VoiceOver...) _Estrutura do SiteFacilita o acesso direto aos conteúdos. Pessoas com deficiência visual, dificuldades cognitivas ou dificuldades motoras podem acessar o conteúdo de forma organizada. Pessoas sem deficiência se beneficiam ao encontrar informações específicas rapidamente e navegar com mais eficiência pela página. Perfis Considerados: _Pessoas 60+_Pessoas Cegas_Pessoas Surdas _Pessoas Baixa Visão_Pessoas Daltônicas_Pessoas com Epilepsia_Pessoas Deficiência Motora_Pessoas Neurodivergentes_Pessoas Analfabetas | Dificuldade de Leitura_Usuários que buscam conforto de navegação Plataformas Windows:Chrome,FirefoxLinux:Chrome,FirefoxMacOS:Chrome,Firefox,SafariAndroid:ChromeOS:Safari,Firefox,Chrome Sobre a recorte atitudinal, tivemos o cuidado de escolher uma empresa prestadora de serviço para as 38 traduções de libras cujo CEO é um PCD; mas principalmente um ativista da inclusão e acessibilidade, a ICOM Libras com seu CEO Cid Torquato (https://oimponderavel.com.br/fragmento/entrevista-com-cid-torquato/). Serão ao todo contratadas 06 diárias de tradução libras para as palestras e mesa-redondas durante o Festival. Cada diária será de 8 horas. As medidas de acesso serão amplamente divulgadas

Democratização do acesso

Como medida de democratização do acesso, serão realizadas Oficinas gratuitas: 1) Oficinas - Realização das oficinas nas seguintes comunidades indígenas: Aldeia Ponta Alegre, Terra Indígena Andirá-Maraú, Amazonas. Povo Sateré-Mawê. A população em toda a T. I. é estimada em 13.500 (Siasi/Sesai, 2020). Na Aldeia Ponta Alegre, a maior de todas da região, são aproximadamente 150 pessoas. O público das oficinas será de aproximadamente 80 pessoas, jovens e adultos de outras aldeias da região. Aldeia Lapetanha, Terra Indígena 7 de setembro, Rondônia. Povo Suruí Paiter A população em toda a T. I. é de 1.375 (Siasi/Sesai, 2014). Na Aldeia Lapetanha, são aproximadamente 120 pessoas. O público das oficinas será de aproximadamente 60 pessoas, jovens e professores indígenas da escola. 2) Desenvolvimento do Museu Amazônia Digital (MA) O MAD é um museu digital com o fim de compartilhar práticas culturais, histórias, mitos e rituais, de modo colaborativo levando em consideração a existência humana, a diversidade cosmológica e ambiental amazônica. Site colaborativo de acervos digitais, com uso de texturas visuais, sonoros e audiovisuais. Serão realizadas curadorias audiovisuais de povos tradicionais indígenas e ribeirinhos, curadorias artísticas/fotográficas; acervo dos sons da floresta; curadoria interativa, com o uso de geolocalização para a contação de histórias e exposição de marcos culturais locais. O acervo digital do MAD fará parte da rede da Plataforma Tainacan e será projetado com base Wordpress.

Ficha técnica

Paulo Hartmann, Direção Executiva (Responsável pela empresa proponente do projeto)De 1996 a 2002, atuou nas áreas do design gráfico, web design e design instrucional. A 2003 à 2010 realiza desenvolvimento de festivais culturais (Memefest, Mobilefest e Improfest) e projetos binacionais entre países como Eslovênia, Holanda e Inglaterra. A partir de 2011 passa a atuar também na criação da MapMkt uma consultoria de serviços de inteligência geográfica com foco em desenvolvimento de aplicativos para os segmentos de Shopping Centers, Aeroportos, Hospitais e Arenas Esportivas, mais especificamente na vertical de geolocalização indoor. Cria a Plataforma MapMkt integrando diversos serviços de geolocalização indoor e CMS. A iniciativa gerou um registro no INPI (BR 51 2015 000048-9) do software desenvolvido com recursos próprios. Desde 2020, após o início da pandemia de Covid-19 retoma o projeto AVANT GARDEN concebido em 2007 e registrado na Biblioteca Nacional em 2013 (BN: 604.977), o projeto foi aprovado no PROMAC 2021 e teve 100% de sua captação em outubro de 2022. Atualmente em fase Beta, o projeto já conquistou alguns importantes reconhecimentos Menção Honrosa no Festival Games for Change Latam 2022, Vencedor do Prêmio WSA – Categoria Meio Ambiente e Energia Verde, por fim em 2023 o projeto foi selecionado a fazer parte do Grupo de Referência Programa Viva o Verde da ONU-Habitat. Cláudia Leonor - Ministrante da Oficina “Tecnologias e digitalização da memória”, colaboradora de conteúdo no Museu Amazônia Digital (MAD), palestrante no Festival Doutoranda em Estudos em Comunicação para o Desenvolvimento, da Universidade Lusófona do Porto. Possui graduação em História (FFLCH/USP/1992), Mestrado em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes (ECA/USP/2002) e Especialização em Comunicação Estratégica de Mercado (Faac/Unesp/2015). De 1992 a 2010 coordenou projetos de pesquisa histórica, comunicação corporativa e formação de professores e trabalhou junto ao Museu da Pessoa, sendo também sócia-fundadora. É membro do Centro Internacional de Pesquisa Atopos (ECA/USP) onde desenvolve pesquisa sobre os processos de digitalização da memória em organizações e comunidades. Participa, como vice-coordenadora, do Grupo de Estudos Pítia, da Universidade de São Paulo, campus Ribeirão Preto, criado em 2019. Desde 2012 passou a atuar como consultora em diversas iniciativas. Também desde 2012 faz parte do Conselho Científico do Instituto Toposofia. Em 2022 foi contratada pelo Centro Universitário UniSagrado, ministrando, desde então, aulas para os cursos de História, Publicidade e Propaganda e Relações Internacionais. Marina Magalhães de Morais - Ministrante da Oficina “Tecnologias para a promoção da cultura local”, colaboradora de conteúdo no Museu Amazônia Digital (MAD) e palestrante no Festival. Professora Adjunta no curso de Comunicação (Jornalismo) na Universidade Federal do Amazonas (ICSEZ/UFAM). Doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa (Portugal), como bolsista da Fundação para a Ciência e a Tecnologia - FCT, com tese intitulada Net-Ativismo e ações colaborativas nas redes digitais. Mestre em Comunicação e Culturas Midiáticas pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), na condição de bolsista Capes (2011); especialista em Redação Jornalística pela Universidade Potiguar (2009) e bacharel em Comunicação Social - Jornalismo (2008), também pela UFPB. Desenvolveu pesquisa de pós-doutorado no Departamento de Comunicação e Pesquisa Social (CORIS) da Università di Roma "Sapienza" (Itália). Atuou como professora convidada do Mestrado em Comunicação, Redes e Tecnologias da Universidade Lusófona do Porto (ULP - Portugal) e como professora substituta no Bacharelado em Jornalismo da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e no Bacharelado em Comunicação Social (Educomunicação) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Colabora como investigadora integrada ao Centro de Pesquisa Internacional Atopos e ao Instituto da Comunicação da Universidade Nova de Lisboa (UNL-Portugal). Prof. Thiago Franco UFG - Ministrante da Oficina “Etnoterritorialidade e memória digital”, colaborador da concepção e design do Museu Amazônia Digital (MAD) e palestrante no Festival Professor Adjunto da Universidade Federal de Goiás, docente do quadro permanente do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos PPGIDH (UFG). Doutor em Ciência da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes (ECA), da Universidade de São Paulo (USP), na área de Teoria e Pesquisa em Comunicação, na linha de Comunicação e Ambiências em Redes Digitais. Mestre em Comunicação, Cultura e Cidadania (UFG). Coordenador de Comunicação da Cátedra Sérgio Vieira de Mello (UFG), Programa da Agência ONU para Refugiados (ACNUR). Membro do Observatório Latino-americano de Cidadania Digital. Membro do Centro Internacional de Pesquisa ATOPOS (USP), onde trabalha com teorias da comunicação, redes digitais e comunidades ameríndias. Pesquisador associado ao Sostenibilia (Osservatorio Internazionale di Teoria Sociale Sulle Nuove Tecnologie e la Sostenibilità), Università Sapienza di Roma. Taynnara Franco Tekó Atopos USP - Ministrante da Oficina “Etnoterritorialidade e memória digital” e palestrante no Festival Mestra em Educação pela UFG (2023). Especialista em Docência no Ensino Superior. Graduada em Pedagogia e bacharela em Relações Públicas. É membro do Grupo Didaktiké: Grupo de Estudos e Pesquisas em Didática e questões contemporâneas (UFG). É integrante do Centro Internacional de Pesquisa ATOPOS-USP. Ênfase em: culturas, educação e infâncias indígenas. Eliete Pereira - Ministrante da Oficina “Tecnologias e digitalização da memória”, colaboradora de conteúdo no Museu Amazônia Digital (MAD) e palestrante no Festival Historiadora é mestre em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília (UnB) é doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. É pós-doutoranda no Museu de Arqueologia e Etnologia/USP, com bolsa Pós-Doc Sênior CNPq. Foi professora Doutora efetiva Nível VI, nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) entre 2017 e 2020. Desde 2005, é pesquisadora do Centro Internacional de Pesquisa ATOPOS da ECA-USP, onde coordena a linha de pesquisa - Tekó: a digitalização dos saberes locais. Publicou diversos artigos sobre comunicação e net-ativismo indígena. É autora do livro - Ciborgues indígen@s.br: a presença nativa no ciberespaço - (Annablume, 2012) e coautora das obras organizadas: Redes e ecologias comunicativas indígenas (Paulus, 2017) e Net-ativismo: redes digitais e novas práticas de participação (Papirus, 2017). Massimo Di Felice - Coordenador do Festival e palestrante é professor titular da Universidade de São Paulo, onde ministra a disciplina de pós-graduação Data Ecology no Programa interdisciplinar de Ciências Ambientais (Procam) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE), a disciplina de graduação Teoria da Opinião Pública em contextos digitais na Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP). É pesquisador com Bolsa de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Brasil (CNPq). Sociólogo pela Università degli Studi La Sapienza, com doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, é pós-doutor em Sociologia pela Universidade Paris Descartes V, Sorbonne. É professor visitante nas Universidades, Università Roma III (Itália), Université Paul-Valéry Montpellier III (França), Universidade Lusófona (Portugal). No Brasil, coordena o Centro Internacional de Pesquisa sobre redes digitais Atopos e a Plataforma para a pesquisa e a disseminação da Cidadania Digital Cidig, uma rede que conecta 12 estados e 30 docentes de diversas universidades. É idealizador do Observatório Latino-americano de Cidadania Digital – uma rede de docentes e pesquisadores de diversas universidades latino-americanas– e diretor científico do Instituto de Alti Studi, Toposofia di Roma. É autor de vários livros, ensaios e artigos publicados em diversas revistas nacionais e internacionais. Seu mais recente livro "A cidadania digital" publicado no Brasil (Editora Paulus, 2020), em italiano (Editora Meltemi, 2019), com apoio da Fapesp (Auxílio à Pesquisa Regular) e em inglês (Mimesis International) consagra novas perspectivas da participação e da cidadania no contexto das plataformas digitais. Manoel Marcos de Moura Clementino (Marcos Moura) - Instituto Cultural Ajuri (INCA) - Palestrante e curador artístico da mostra cultural do Festival Multiartista, especialista em gestão e produção cultural, presidente do Instituto Ajuri (INCA), responsável pela execução de inúmeras atividades de formação cultural junto com as populações ribeirinhas e quilombolas da Amazônia, sobretudo, na região do Baixo Amazonas. Foi premiado em Brasília, em 2024, com o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade pela 36ª edição, em reconhecimento ao projeto Escola Afro-Amazônico do INCA. Esta iniciativa promove a educação étnico-racial, decolonial e popular, destacando as histórias e culturas africanas, afro-brasileiras e indígenas em escolas e comunidades, para valorizar o patrimônio cultural brasileiro. As atividades do INCA incluem pesquisa em aldeias e quilombos, criação de materiais didáticos, formação de educadores, oficinas culturais e eventos antirracistas como a Mostra Cultural “Grito da Periferia” e a Caravana Amazônia. Rita Huni Kuin - Movimento dos Artistas Huni Kuin (MAHKU) - Palestrante É um coletivo de artistas e pesquisadores Huni Kuin, povo indígena da Amazônia, localizado entre o Acre e o Peru. Fundado a partir das pesquisas de Ibã Sales Huni Kuin sobre os Huni Meka, cantos de ayahuasca na língua Hãtxa Kuin, o coletivo utiliza murais, desenhos e pinturas para dialogar com não indígenas, construir alianças e fortalecer a autonomia do povo Huni Kuin. O grupo inclui artistas como Ibã Huni Kuin, Kássia Borges, Acelino Tuin, Cleiber Bane, Pedro Maná, Yaka Huni Kuin, Rita Huni Kuin, Cleudo Txana Tuin e Isaka Huni Kuin. Charles Borges Rossi - Coordenador e palestrante no Festival Professor adjunto da Universidade Federal do Acre (UFAC), no Campus Floresta e co-fundador do Instituto Fronteiras (http://ifronteiras.org). É doutor em direito pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em economia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e graduado em direito e em engenharia mecânica pela Universidade de São Paulo (USP). Sonaira Souza da Silva - Coordenadora e palestrante no Festival Engenheira Agronômica (2008), com mestrado em Produção Vegetal com ênfase em agricultura familiar (2010) pela Universidade Federal do Acre e Doutorado em Ciências de Florestas Tropicais (2017) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Atualmente é professora da Universidade Federal do Acre Campus Floresta em Cruzeiro do Sul, onde atua como orientadora no Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais e Coordena o Laboratório de Geoprocessamento Aplicado ao Meio Ambiente (LabGAMA). Desenvolve pesquisas focadas em análises espaciais do uso da terra, queimadas e incêndios florestais na Amazônia. Foi eleita membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências mandato 2024-2028 e colaboradora da Science Panel for the Amazon. Prof. Leandro Yanaze UNIFESP - Colaborador no designer do Museu Ministrante da Oficina “Tecnologias e digitalização da memória” É pós-doutorando pela Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. É doutor em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (2015). É mestre em Interfaces Sociais da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes (2009). É graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (2003). Atualmente é professor Adjunto da Universidade Federal de São Paulo no Curso Superior de Tecnologia em Design Educacional e pesquisador do Grupo de Pesquisa em Comunicação, Design e Tecnologias Digitais, na linha de pesquisa de Tecnologias Interativas: educação, comunicação e design. É coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva Interinstitucional da Universidade Federal de São Paulo. Tem experiência na área de Comunicação Digital, Jogos Digitais, Educação a Distância e Tecnologias para a Educação. Evandro José Medeiros Laia - Ministrante da Oficina “Produção e a edição de vídeo” e palestrante no Festival É professor do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal de Ouro Preto e da área de audiovisual da graduação em Jornalismo, na mesma universidade. É doutor em Comunicação e Cultura, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2016), com estágio doutoral no Departamento de Antropologia Aplicada do Teachers College, Columbia University, em Nova Iorque. É mestre em Comunicação e Sociedade (2012), pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Atua como pesquisador com grupo Emergências: coletivo de pesquisa, extensão e ativismo em Comunicação e é membro do Centro Internacional de Pesquisa Atopos. É jornalista e atuou como repórter audiovisual. Foi coordenador de Comunicação Público-Educativa e também coordenador do Cine Vila Rica, na UFOP. Atualmente pesquisa as contribuições do pensamento ameríndio para a comunicação e trabalha no mapeamento de narrativas autônomas em audiovisual em plataformas digitais. Adriana Bravin - Ministrante da Oficina “Tecnologias digitais para a promoção da cultura local” e palestrante no Festival Professora do Departamento de Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto, é pós-doutoranda em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, sob a supervisão do prof. Massimo Di Felice. Doutora em Comunicação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com período sanduíche, na Universidade do Minho, Portugal, com bolsa do PDSE, Capes. Mestre em Comunicação, Imagem e Informação, pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Graduada em Jornalismo, pela Faculdade Hélio Alonso (Facha), Rio de Janeiro, atuou como jornalista profissional por 13 anos. É integrante do grupo Emergências: coletivo de pesquisa, extensão e ativismos em comunicação (UFOP/CNPq) e do Centro Internacional de Pesquisa Atopos, USP. Lara Linhalis Guimarães - Ministrante da Oficina “Tecnologias digitais para a promoção da cultura local” e palestrante no Festival É professora do Departamento de Jornalismo da UFOP-MG. Tem doutorado em Comunicação e Cultura pela Eco-UFRJ e mestrado em Comunicação e Sociedade pela Facom-UFJF. É pesquisadora do Emergências: coletivo de pesquisa, extensão e ativismo em comunicação e do Centro Internacional de Pesquisa Atopos. É colaboradora da Plataforma Cidadania Digital (CIDIG). Atua nas seguintes áreas: comunicação e antropologia, estudos de jornalismo, perspectivismo ameríndio, ética e cuidado, audiovisual. Teresa Neves - Ministrante da Oficina “Tecnologias digitais para a promoção da cultura local” e palestrante no Festival É pós-doutora pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), tem doutorado em Estudos Literários pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), mestrado em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ) e graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora. É professora associada do Departamento de Fundamentos, Teorias e Contextos da Faculdade de Comunicação da UFJF, pesquisadora do Centro Internacional de Pesquisa Atopos da ECA-USP, colaboradora da Plataforma de Cidadania Digital (CIDIG) e integrante da Rede Brasileira de Pesquisadores de Memória e Comunicação (Rememora). Tem experiência nas áreas de Comunicação, Jornalismo, Literatura e Filosofia, atuando principalmente nos seguintes temas: tradição e contemporaneidade, ficção e narrativa, memória e esquecimento. Marcella Farias - Ministrante da Oficina “Tecnologias e digitalização da memória. Mestre em Ciências da Comunicação pela ECA/USP, especialista em Neurociência aplicada à Educação e aprendizagem pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, bacharel em Comunicação Social pela Unisanta. É docente e pesquisadora na Faculdade Paulus de Comunicação - FAPCOM, ministrando diferentes disciplinas na área de comunicação, sociologia e filosofia. Coordena o grupo de pesquisa: Mídia, linguagem e sociabilidade na era da comunicação digital e integra as equipes dos NDEs dos cursos de graduação e pós-graduação da mesma instituição. Foi coordenadora do Núcleo de Extensão e do Curso de Publicidade e Propaganda da Fapcom. É pesquisadora do Centro Internacional de Pesquisa Atopos e membro da Plataforma Cidadania Digital - CIDIG, coordenada pelo Centro Internacional de pesquisa Atopos da ECA/USP, atuando na linha de pesquisa sobre net-ativismo e teoria da ação. Suas áreas de interesse e pesquisa são: tecnologia, linguagem, aprendizagem e comunicação. Rita Nardy - Coordenadora das mesas redondas do Festival Com mais de vinte anos de experiência profissional, é bióloga, jornalista e mestre em Ecologia e Recursos Naturais (UFSCar). Atua como consultora e pesquisadora em sustentabilidade, comunicação, governança, planejamento estratégico e na construção de parcerias e projetos. Integra o Conselho independente da ponteAponte. É pesquisadora no Centro Internacional de Pesquisas Atopos (ECA USP), na Plataforma Internacional de Cidadania Digital - Cidig e doutoranda (PPGCOM - ECA USP). Foi sócia-diretora na Societá, onde atuou em projetos com organizações de diferentes setores, tais como a cooperativa COMIGO, Scala, TOTVS, ABRAFATI, Sinctronics e Danone. Foi coordenadora de planejamento e estratégia em sustentabilidade corporativa na Duratex, no grupo Itaúsa. Foi editora e consultora de Sustentabilidade na Report, atuando em projetos com grandes empresas, tais como Eneva, J&J, Unilever e Citibank. Trabalhou no Instituto Akatu e foi consultora de planejamento e comunicação em ecoturismo, pela Econsult. Foi professora universitária na Uninove e UNISA e na pós-graduação lato sensu Redes Digitais e Sustentabilidade (ECA - USP). Foi produtora executiva do Projeto “Deslocamento criativo” apoiado pela Secretaria de Cultura do Governo do São Paulo. Cursou “Enterprise Live: Leading in the Midst of Complexity”, na Schumacher College (UK). André Dala Possa - Colaborador da concepção do Museu Amazônia Digital (MAD) e palestrante no Festival pós-doutorando em ciência da comunicação (ECA-USP) com estágio parcial junto ao Centre de recherche en éducation et formation relatives à l'environnement et à l'écocitoyenneté (Centr’ERE) da Université du Québec à Montréal (UQAM). Professor-pesquisador do Centro de Referência em Formação de Formadores e Educação a Distância do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC). Doutor em ciência da comunicação; mestre em ciências sociais; jornalista, licenciado em sociologia. Associado ao centro de pesquisa Atopos-USP. Acumula mais de 15 anos de experiência em gestão acadêmico-administrativa: coordenador-adjunto na Universidade Aberta do Brasil (UAB), coordenador-geral do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec), diretor estadual de extensão, pró-reitor de extensão e relações externas, reitor do IFSC. Eli Borges Junior - Colaborador na concepção do Museu Amazônia Digital (MAD) e palestrante no Festival É doutor e mestre em Ciências da Comunicação pela USP (bolsista FAPESP, sob a orientação de Massimo Di Felice) e bacharel em Comunicação Social e em Filosofia pela mesma universidade. É atualmente docente da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e pesquisador do Centro Internacional de Pesquisa Atopos USP. Realizou projetos de pesquisa nas áreas de teoria e filosofia da comunicação, comunicação digital e estética na Universidade de Roma "La Sapienza", na Universidade de Paris 8 (bolsista BEPE-FAPESP, orientado por Erica Magris) e na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS) de Paris (bolsista BEPE-FAPESP, sob a supervisão de Georges Didi-Huberman). No Brasil, é um dos coordenadores, junto a Massimo Di Felice, das coleções "Clássicos para a Comunicação" e "Cidadania Digital" da editora Paulus. Eliane Schlemmer - Colaboradora na criação da realidade aumentada e metaverso do Museu Amazônia Digital (MAD) e palestrante no Festival Bolsista Produtividade em Pesquisa do CNPq - nível 1D. Pós-Doutora em Educação - Ecossistemas de Inovação na Educação na cultura híbrida e multimodal, Doutora em Informática na Educação, Mestre em Psicologia e Bacharel em Informática. É professora-pesquisadora titular do Programa de Pós-Graduação em Educação e do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada na UNISINOS e, Professora-convidada do Mestrado em Empreendedorismo e Cidadania Global da Universidade Aberta de Portugal. É conceptora e líder do Grupo Internacional de Pesquisa Educação Digital - GPe-dU UNISINOS/CNPq, pesquisadora-colaboradora no Centro Internacional de Pesquisa Atopos/USP, do Centro de Estudos Globais na Universidade Aberta (CEG-UAb) e, no Centro de Computação Centrada no Humano e Ciência da Informação - HumanISE do INESC TEC (Portugal). É International Co-Chairs of Immersive Learning Research Network - iLRN, conceptora e coordenadora da Rede Internacional de Educação OnLIFE - RIEOnLIFE e da Rede ConectaKaT. Suzana Giloli - Colaboradora da concepção do Museu Amazônia Digital (MAD) Pós-doutoranda da UNAMA, com pesquisa na área de Inovação Territorial/Pública. Pós doutora pela Univ. de Coimbra, com pesquisa sobre Competências Digitais de Professores, pós doutora pela UNESP, com pesquisa ligada à Transparência Pública, doutora em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestre em Gestão da Qualidade pela Unicamp. Fez especializações em Administração Financeira e Docência do Ensino Superior. Possui graduação em Administração pela PUC de Goiás (1998) . Atualmente é Coordenadora UAB da UFT. Docente e orientadora nos Mestrado e Doutorado Prof em Governança e Tecnologias Digitais. Docente e orientadora do Mestrado e Doutorado em Gestão de Políticas Públicas, além da graduação em Administração. Bruno Ferreira Madureira - Ministrante da Oficina “Criação de arquiteturas e ambientes digitais” e colaborador no design da Plataforma do Museu Amazônia Digital (MAD) Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PROCAM - IEE/USP). Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP) e bacharel em Design pela Faculdade Esamc de Uberlândia. É membro do Centro Internacional de Pesquisa Atopos (ECA/USP) sob coordenação do Prof. Dr. Massimo Di Felice, onde desenvolve trabalhos ligados à cidadania digital e design. Colaborador externo do ciclo de oficinas filosóficas "O Impensado", coordenado pelo prof. Dr. Eli Borges Junior, da Universidade Federal de Juiz de Fora. Membro do laboratório de design-fiction DEMO, ligado à ESDI-UERJ. Almir Suruí - Palestrante É liderança do povo Suruí Paiter da Terra Indígena Sete de Setembro, em Rondônia. É reconhecido mundialmente pelo seu trabalho em defesa de seu território com uso de novas tecnologias. O cacique Almir também é o pai da Txai Suruí, a jovem de 24 anos que ficou conhecida internacionalmente pela sua participação na COP26, em Glasgow. Antonio Nobre Profissional com ampla atuação na divulgação e popularização da ciência, focando na Bomba Biótica de Umidade e nos Rios Voadores que transportam umidade da Amazônia para outras regiões do Brasil. Lidera o desenvolvimento do modelo HAND, aplicado no mapeamento de terrenos e na predição de áreas de risco de inundações. Foi relator em estudos sobre o Código Florestal pela SBPC e ABC, e autor da revisão científica "O Futuro Climático da Amazônia". Graduado em Agronomia (USP), possui mestrado em Biologia Tropical (INPA) e PhD em Earth System Sciences. Pesquisador titular do INPE, com experiência em ecologia, biogeoquímica e mudanças globais, atuando em temas como o ciclo do carbono, sensoriamento remoto e modelagem matemática. D. Maria Amélia - Palestrante Liderança da Comunidade Quilombola de Santa Tereza do Matupiri (AM), é da coordenação da Federação das Organizações Quilombolas do Município de Barreirinha-FOQMB, Amazonas. Josias Ferreira - Palestrante Doutorando em Educação (PPGE) da Universidade Federal do Amazonas UFAM (2021). Mestrado em Sociedade e Cultura na Amazônia PPGSCA, pela Universidade Federal do Amazonas UFAM (2019). Especialização em Gestão Educacional pelo Centro Universitário Claretiano (2017). Graduação em Licenciatura Plena em Biologia pela Universidade do Estado do Amazonas (2011); Graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia pelo Programa de Formação do Magistério Indígena PROIND, da Universidade do Estado do Amazonas (2014); Pesquisador no Núcleo de Estudos e Pesquisa em Ambientes Amazônicos (NEPAM) - UFAM. Estudante no Núcleo de Estudos de Etnologia Indígena, Meio Ambiente e Populações Tradicionais (NEMA), da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP. Estudante no Núcleo de Estudos de Linguagem da Amazônia (NEL - AMAZÔNIA) - UFAM. Atualmente é Presidente da Associação dos Kapi e Lideranças Tradicionais do Povo Sateré-Mawé do Rio Andirá AM - KAPI. Liane Margarida Rockenbach Tarouco (UFRS) - Palestrante Graduação em Licenciatura em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1970), mestrado em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1976) e doutorado em Engenharia Elétrica/Sistema Digitais pela Universidade de São Paulo (1990). Atualmente é professora convidada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua junto ao Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação onde assumiu de 2017 até 2020 a função de Coordenadora e onde atua como docente e desenvolvendo pesquisa em mundos virtuais imersivos, aprendizagem experiencial, metodologias ativas e mobile learning. Desenvolve também atividade de pesquisa na área de Ciência da Computação, com ênfase em Gerência de Redes de Computadores. Eliel Benites - (Ministério dos Povos Indígenas) - Palestrante Mestre em Educação pela Universidade Católica Dom Bosco graduado em licenciatura indígena, Teko Arandu, pela Universidade Federal da Grande Dourados, Doutorado em Geografia pela Universidade Federal da Grande Dourados. Professor auxiliar na Faculdade Intercultural Indígena FAIND/UFGD. Tem experiência na formação de professores indígenas Guarani e Kaiowá, com ênfase em Ensino de Ciências da Natureza, atuando principalmente nos seguintes temas: Guarani e Kaiowá, Educação Escolar indígena, cosmologias e cinema Guarani e Kaiowá, membro da Associação de Realizadores Indígenas (ASCURI). Cosimo Accoto - Palestrante Filósofo e pesquisador do Laboratório Connection Science no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Seus interesses de pesquisa abrangem: teoria de software, sensores, ciência de dados, inteligência artificial, design de plataforma e tecnologia blockchain. Publicou vários livros: “Il mondo in sintesi. Cinque brevi lezioni di filosofia della simulazione” (Egea, 2022); “l mondo ex machina. Cinque brevi lezioni di filosofia dell’automazione” (Egea, 2019); “Il mondo dato. Cinque brevi lezioni di filosofia digitale” (Egea, 2017), publicado no Brasil: “O mundo dado” (Paulus, 2020); “Social mobile marketing” (em coautoria com Andreina Mandelli, Egea 2014). Sua carreira gerencial e profissional se desenvolveu na indústria de dados, bem como na consultoria de gestão estratégica. Ele atuou como parceiro e vice-presidente de inovação da OpenKnowledge (BIP Group), ajudando organizações e empresas a visualizar e implantar negócios digitais e projetos de transformação cultural. Derrick de Kerckhove - palestrante Discípulo e colaborador de Marshall McLuhan, é considerado uns dos mais importantes pensadores da comunicação mundial. Foi diretor do McLuhan Program in Culture and Technology na Universidade de Toronto. Professor convidado em diversas universidades e em importantes instituições internacionais, como a Library of Congress in Washington, Istituto Politecnico di Torino, University of Naples Federico II, Universidade de Lisboa, Universidade de São Paulo, Universidade de Buenos Aires, entre inúmeras outras. Suas obras mais conhecidas e traduzidas em vários idiomas são: The Skin of Culture (traduzido em português como A pele da cultura, 2010), Connected Intelligence (2004), The Architecture of Intelligence (2001), Brainframes: Technology, Mind and Business (1991). Pedro Jacobi - Palestrante É graduado em Ciências Sociais e em Economia pela Universidade de São Paulo. Mestre em Planejamento Urbano e Regional pela Graduate School of Design - Harvard University é doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (1986). É Professor Titular Sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM/IEE/USP) da Universidade de São Paulo. É membro da Divisão Científica de Gestão, Ciência e Tecnologia Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente/USP. É coordenador do grupo de Estudos de Meio Ambiente e Sociedade do Instituto de Estudos Avançados da USP. Pesquisador Colaborador do IEA/USP junto ao Programa USP Cidades Globais. Membro do Conselho Estratégico do Programa USP Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados da USP. Fabiane Ferreira de Almeida (INPA) - Palestrante Profissional com mais de 15 anos de experiência em docência, pesquisa, gestão e consultoria ambiental. Graduada em Ciências Biológicas (2005), com mestrado e doutorado em Biologia de Água Doce e Pesca Interior pelo INPA, e estágio no Luxembourg Institute of Science and Technology. Atua em pesquisas sobre bioindicadores ambientais, com ênfase na comunidade fitoplanctônica. Lecionou nas áreas de Ciências da Saúde e Biologia Aquática, e desde 2013 trabalha com monitoramento e licenciamento ambiental na Amazônia. Possui MBA em Gestão de Empresas e Projetos, e já atuou como diretora acadêmica e de unidade. Atualmente é sócia e cofundadora da Aqua Viridi, focada em bioeconomia e serviços ambientais. Martha Fellows (IPAM) - Palestrante Pesquisadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e coordenadora do Núcleo de Estudos Indígenas do Instituto. Martha possui graduação em Gestão Ambiental pela Universidade de Brasília (UnB) e mestrado em Estudios Latinoamericanos, no qual analisou o conteúdo das políticas indigenistas do período pós-ditadura pelo Instituto Iberoamericano da Universidad de Salamanca (USAL). Há cerca de dez anos se dedica profissional e academicamente a projetos socioambientais, com foco na Amazônia indígena. Tem especial interesse em entender as relações entre povos indígenas e comunidades tradicionais e o clima, com destaque para as ações de enfrentamento das mudanças climáticas, a nível local, mas também políticas nacionais e acordos internacionais. Maria Audirene Cordeiro (UFAM) - Palestrante É pós-doutora em Antropologia Social pela Universitat Autónoma de Barcelona (2023), doutora pela Universidade Federal do Amazonas (2017), mestra em Linguística pela Universidade Federal do Pará (2006) e licenciada em Letras pela mesma instituição (1995). É professora associada na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), onde se dedica a atividades docentes e de extensão, especialmente em comunidades do Assentamento Vila Amazônica, focando em educação do campo, alimentação e sustentabilidade. Sua experiência de pesquisa abrange as áreas da linguística e antropologia social, com foco em corpo, práticas de cura, xamanismo amazônico e cosmologia ameríndia. Diego Omar da Silveira (UFAM) - Palestrante É doutor em Antropologia Social pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e mestre em História pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). É professor adjunto no Centro de Estudos Superiores de Parintins da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), tendo coordenado o Curso de Licenciatura em História nas modalidades regular e PARFOR, e atualmente coordena o curso de Ciências da Religião (PARFOR). Atua nas áreas de culturas populares e patrimônio (material e imaterial), sendo coordenador do Centro de Documentação e Memória (CEDEM Caprichoso) e membro do Conselho de Artes do Boi-Bumbá Caprichoso entre 2018 e 2023. Silvia Surrenti (Universidade de Firenze) - Palestrante Socióloga, é professora do Departamento de Medicina Experimental e Clínica da Universitá di Firenze. Pesquisa a saúde digital e a aplicação da Inteligência Artificial na medicina.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Cruzeiro do Sul Acre