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Nheẽ ry: onde os espíritos se banham realizará sete (7) oficinas de residência artística, para setenta (70) jovens indígenas, resultando na produção de um (1) livro fotográfico em português, inglês, com trechos nas sete línguas-mães dos povos da Mata Atlântica correspondentes a cada um dos Territórios Indígenas fotografados, com tiragem de de 3000 mil unidades; publicação de uma (1) cartilha didática indígena infanto-juvenil, com tiragem 2.700 unidades distribuídas para professores da rede pública de ensino atuantes nas proximidades dos territórios indígenas. A iniciativa envolverá os povos Guarani, Pataxó, Maxacali, Tupi Guarani e Krenak nos estados de SP, MG e RJ. Como contrapartida, serão oferecidas três (3) oficinas formativas para 300 professores, que os capacitará para aplicação da Cartilha nos temas de Cultura Indígena e Território.
Execução de livro de fotografia para o registro do patrimônio imaterial dos povos indígenas originários da Mata Atlântica
Objetivo Geral: Documentar e difundir o patrimônio material e imaterial de Povos indígenas, representado na Nheẽ ry, empregando a fotografia. Objetivos Específicos: 1. Capacitar 70 (setenta) jovens indígenas ecom oficinas de fotografia;2. Produzir e distribuir 3.000 mil (três) unidades de 1 (um) livro fotográfico de alto padrão, bilíngue, com imagens da Mata Atlântica de sete (7) TIs;3. Desenvolver, públicar e distribuir 2.700 unidades (duas mil e setecentos) de 1 (uma) cartilha didática infanto-juvenil indígena;4. Contrapartida Social: Oferecer três (3) oficinas formativas para 300 (trezentos) professores da rede pública de educação.
Atendendo ao Art. 1°, fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor, de modo a: VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. O projeto pretende: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. Mediante a produção de um livro de fotos, o projeto pretende registrar o patrimônio imaterial através dos olhares e dos modos de se relacionar de um Povo e seu Território Original.
3000 livros com capa dura, posição horizontal, 4 cores.
O projeto Nhe'ery - onde os espíritos se banham será desenvolvido em duas etapas. Na primeia etapa, as oficinas de residência artística serão realizadas nos territórios contemplandos pelo projeto com recursos de acessibilização atitudinal, motora, auditiva, visual e sensorial. Numa segunda etapa a distribuição dos livretos e as atividades pedagógicas a serem desenvolvidas contemplarão escolas da rede pública de ensio localizadas nos entornos dos territórios, em conformidade com a Lei nº 13.146, de 2015 e o Decreto nº 9.404, de 2018. A publicação em si do livro de ensaio fotográfico contará acessos por QRCodes prevendo audiodescrição, além de tradução bilíngue de textos convertidos para o inglês e para as línguas nativas dos povos da Mata Atlântica.
Além das (7) oficinas de residência artística, ministradas gratuitamente para setenta (70) jovens indígenas, resultando na produção de um (1) livro fotográfico em português, inglês, com trechos nas sete línguas-mães dos povos da Mata Atlântica correspondentes a cada um dos Territórios Indígenas fotografados, com tiragem de 3000 mil unidades, haverá a publicação de uma (1) cartilha didática indígena infanto-juvenil, com tiragem 2.700 unidades distribuídas gratuitamente para professores da rede pública de ensino atuantes nas proximidades dos territórios indígenas. Como contrapartida, serão oferecidas também gratuitamente três (3) oficinas formativas para 300 professores, que os capacitará para aplicação da Cartilha nos temas de Cultura Indígena e Território. A democratização do acesso à publicação está contemplada na distribuição dos 3.000 exemplares, prevendo-se a comercialização de 1.500 exemplares ao custo unitário de R$ 200,00, 300 exemplares a preços populares de R$ 40,00 a unidade, além de 300 exemplares para o patrocinador, 300 exemplares para divulgação (imprensa e parceiros estratégicos) e 600 exemplares para distribuição gratuita para escolas, bibliotecas e outros equipamentos culturais.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL DE APOIO AO MUSEU CASA DE PROTINARI Angelica Policeno Fabbri: Desde 2009, dirige a Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari, organização social de cultural que faz a gestão do Museu Casa de Portinari, Museu Felícia Leirner, Museu Índia Vanuíre e Museu das Culturas Indígenas. Museóloga com MBA em Gestão de Bens Culturais pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, especialização em arte educação e museus pela ECA/USP e graduação em Letras. Luiz Antonio Bergamo: Coordenação administrativa financeira do Plano Anual 2024. Graduado em Gestão Financeira, atua desde 2008 como diretor administrativo financeiro na Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari. MUSEU DAS CULTURAS INDÍGENAS Davidson Panis Kaseker: Função no projeto: Coordenação executiva. Mestre em Museologia pela Universidade de São Paulo (PPGMUS-USP). Graduado em Letras pela USP, possui especialização em Administração de Empresas pela FAAP - Faculdades Armando Álvares Penteado (2000), em Gestão e Política Cultural pela Universidade de Girona (ES)/Itaú Cultural e em Gestão Estratégica da Sustentabilidade pela FIA - Fundação Instituto de Administração. Foi secretário municipal da Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Itapeva no período de 2007-2012 e membro suplente do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat), no período 2019-2020 e membro titular no mandato 2023-2026. Desde junho de 2013 a dezembro de 2021, foi diretor do Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP). Desde 01/02/2022, assume a gerência do Museu das Culturas Indígenas, gerido pela ACAM Portinari/Secretaria da Cultura e Economia Criativa de São Paulo. Clarice Pankararu: Coordenadora de Programação Clarice Pankararu, nascida na aldeia Pankararu Brejos dos Padres, em Pernambuco, é formada em Serviço Social pela PUC-SP. Atualmente cursa especialização em Gestão Museológica pela ABGC/Expomus e atua como supervisora de exposição e programação cultural no Museu das Culturas Indígenas, em São Paulo, SP. Ana Carolina Estrela da Costa: Coordenadora do Educativo Antropóloga e documentarista, atualmente é supervisora de Formação e Educativo no Museu das Culturas Indígenas. É doutora em Antropologia Social pela USP e mestre em Antropologia Social pela UFMG, na linha de pesquisa em Antropologia da Imagem e do Som. Desde 2009, trabalha na formação de cineastas indígenas e na elaboração e edição audiovisual em aldeias indígenas, realizando diversas oficinas em projetos da UFMG, Museu do Índio/Funai, INCTI-Inclusão, e Secretaria de Cultura do Estado de Minas Gerais. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Etnomusicologia e produção de filmes etnográficos. É fundadora da Rede CineFlecha e co-fundadora do Pẽnãhã - Coletivo de Cinema Maxakali / Tikmũ ́ũn. Foi produtora e curadora das mostras I Mostra CineFlecha, Mostra Tikmũ ́ũn de Cinema, ambas realizadas em 2020 com apoio do PROAC, além das Mostras Jean Rouch e Divino Tserewahú do Festival do Filme Etnográfico do Pará, entre 2020 e 2023. Leandro Pires Gonçalves (Karaí): Coordenação de Comunicação Atualmente cursando mestrado em Psicologia Experimenta no Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (PPG-PSE-IPUSP). Bacharel em Letras - Português e Espanhol (2020) pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP). Foi bolsista do Projeto Unificado de Bolsas da Pró-Reitoria de Graduação da Universidade de São Paulo no serviço Rede de Atenção à Pessoa Indígena (Rede Indígena), situado no Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, Brasil, participando mais especificamente dos projetos: Psicologia e relações de cuidado na atenção a pessoas e comunidades indígenas (2018-2019); Cultura e Extensão na Casa de Culturas Indígenas da USP (2019-2020) e no projeto Encontros Interétnicos: Compartilhamento de Brincadeiras e Práticas Culturais na Casa de Culturas Indígenas da USP (2020-2021). Foi monitor do curso de extensão Nhembo'e'a Ara Pyau/Ymã: Curso de Língua e Cultura Mbyá Guarani", desde 2019. É atual Representante Discente da Pós-Graduação na Congregação do Instituto de Psicologia da USP. IKORÉ Maíra Pappiani Lacerda: Técnica Da etnia Krenak, formada em História pela USP, sócia-fundadora da editora Ikore. Trabalhou com o IDETI e faz parte do conselho do Núcleo de Cultura Indígena. Desde 2015, é gestora de programas do Fundo Casa Socioambiental. Inimá Pappiani Lacerda: Técnica Mulher indígena Krenak, cientista social e gestora ambiental, com mais de 20 anos de experiência em projetos com comunidades tradicionais. Gestora de programas no Fundo Casa Socioambiental nos últimos 5 anos e responsável por projetos na Ikore. Angela Pappiani: Coordenação Jornalista, escritora e produtora cultural. Desde a década de 1980, trabalha com povos indígenas em projetos de valorização e divulgação da tradição indígena. Sócia fundadora da Ikore, com 8 livros publicados, documentários premiados e produções culturais diversas. INSTITUTO MARACÁ Cristine Takuá: Curadora Filósofa e educadora, Cristine Takuá é diretora do Instituto Maracá, onde lidera a gestão compartilhada do Museu das Culturas Indígenas em São Paulo. Formada em Filosofia pela UNESP, foi professora por doze anos na Escola Estadual Indígena Txeru Ba’e Kuai’. Representa o NEI na Secretaria de Educação de SP e é membro fundadora do FAPISP (Fórum de articulação dos professores indígenas do Estado de SP), além de coordenar a Ação Colaborativa Escolas Vivas em parceria com Selvagem, Ciclo de estudos sobre a vida. Vive na Terra Indígena Rio Silveira, divisa dos municípios de Bertioga e São Sebastião. Carlos Papá Mirim Poty: Curador Cineasta, líder espiritual e fundador do Instituto Maracá, Carlos Papá Mirim Poty é reconhecido por seus mais de 20 anos de trabalho com audiovisual, realizando documentários, filmes e oficinas culturais para jovens. Residente na Terra Indígena Rio Silveira, é coordenador da Escola Viva Arandu Porã e colaborador do ciclo de estudos Selvagem. Além disso, foi representante da comissão Guarani Yvy Rupa de 2019 a 2022 e é membro fundador do Conselho Aty Mirim do Museu das Culturas Indígenas em São Paulo. Edgar Kanaykõ Xakriabá: Curador Pertence ao povo indígena Xakriabá do Estado de Minas Gerais. É mestre em Antropologia pela UFMG e atua livremente na área de Etnofotografia, usando a fotografia como meio para registrar aspectos culturais e a vida de seu povo. Em suas lentes, a fotografia se torna uma poderosa ferramenta de luta, permitindo que outros vejam, com novos olhos, a riqueza e a profundidade da cultura indígena. Isabela Zangrossi: Coordenadora geral Cientista social formada pela Universidade de São Paulo (FFLCH/USP) com foco em Antropologia Social e Etnologia Indígena. Atua como assistente de diretoria e produtora cultural no Instituto Maracá, colaborando em projetos educacionais e culturais. Seu trabalho inclui pesquisa de iniciação científica sobre o conceito de conhecimento entre povos indígenas das terras baixas da América do Sul, além de experiência prévia na Fundação Bienal e na Ong Educadores sem Fronteiras. Katia Lazarini: Assistente de Produção Arte-educadora e atriz/produtora, Katia Lazarini tem uma trajetória marcada pelo ensino de linguagens artísticas em programas como Vocacional e Fábricas de Cultura. Integra a equipe do Instituto Maracá como assistente de diretoria e produtora cultural, onde coordenou o núcleo educativo do Instituto Gustavo Rosa. Sua dedicação inclui participações em grupos teatrais como Caldeirão e Coletivo Teatro Dodecafônico, além de contribuições recentes na educação museal e gestão compartilhada no Museu das Culturas Indígenas.
PROJETO ARQUIVADO.