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PRONAC 2414221Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Conexão: Arte e Acessibilidade

ARLEKINO PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 765,8 mil
Aprovado
R$ 765,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Londrina
Início
2024-12-01
Término
2026-01-31
Locais de realização (1)
Londrina Paraná

Resumo

O Festival Conexão: Arte e Acessibilidade é um festival de arte e cultura que contempla a diversidade e inclusão, com foco na acessibilidade. A 1ª edição acontecerá na cidade de Londrina _ PR, com o objetivo de realizar uma programação artística e formativa protagonizada por artistas com deficiência, valorizando a diversidade cultural brasileira, promovendo a interculturalidade, principalmente das artes da cena, bem como compartilhar as pedagogias teatrais, circenses e da dança brasileiras.

Objetivos

Objetivos Gerais: Realizar uma programação artística e formativa protagonizada por artistas com deficiência, valorizando a diversidade cultural brasileira, promovendo a interculturalidade, principalmente das artes da cena, bem como no compartilhamento das pedagogias teatrais, circenses e da dança brasileiras. Propiciar um rico contexto de formação de público, ampliando a acessibilidade em cada apresentação e firmando parcerias com instituições de atendimento especializado, para garantir a presença do público de pessoas com deficiência. Ampliar o acesso ao conhecimento, aperfeiçoamento e entretenimento artístico, com vistas a envolver um público diversificado nas várias faixas etárias, de vários níveis de conhecimento sobre as artes cênicas e das várias classes sociais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - 1.Realizar uma programação com a produção das artes da cena paranaense e brasileira, englobando suas diversas linguagens e possibilitando a inclusão de novos públicos e ativação de novos circuitos culturais;2.Realizar 4 apresentações artísticas no Cine Teatro Ouro Verde;3.Realizar 1 apresentação na Vila Cultural Barracão Tangará;4.Realizar 3 apresentação na Divisão de Artes Cênicas - Casa de Cultural UEL;5.Realizar 1 apresentação musical em espaço aberto, na Concha Acústica de Londrina;6. Realizar 2 rodas de conversas entre artistas e pesquisadores convidados a respeito de seus trabalhos, propiciando a ampliação de possibilidade em performances, debates e formação de artistas na Usina Cultural;7. Oferecer 1 oficina de artista convidado, que aborde seu processo criativo e modo de trabalho a ser realizada na Divisão de Artes Cênicas - Casa de Cultura UEL;8. Garantir que pelo menos uma apresentação artística seja destinada ao público infantil;9. Garantir a acessibilidade nas apresentações, com intérprete de libras em todas as situações;10. Oferecer 4 apresentações com audiodescrição (cabine de isolamento acústico e fones de ouvido);11. Oferecer fones de ouvido para amenizar ruídos em todas as apresentações;12. Promover o intercâmbio entre artistas e coletivos das artes cênicas, a fim de estabelecer uma política de cooperação cultural.

Justificativa

O Festival Conexão: Arte e Acessibilidade é uma proposta pioneira no sul do país, que vai acrescentar à agenda de Londrina um evento de projeção nacional, com forte caráter democrático e acessível, destacando-se pela programação protagonizada por artistas com deficiência, com espaços adaptados para as variadas demandas de acessibilidade para o público e pelo cunho formativo.A realização desse evento justifica-se por atender uma demanda da sociedade brasileira por ações que priorizem a acessibilidade. Vivemos numa realidade capacitista, que dirige preconceito e exclui pessoas com deficiência física, intelectual ou sensorial.O Festival Conexão pretende incluir a diversidade de público, com e sem deficiência, para contribuir com a construção de uma sociedade anticapacitista. Envolverá uma diversidade de categorias de estudantes e profissionais, inclusive da educação e das artes cênicas, acolhendo, também, as expectativas da comunidade, nas diversas faixas etárias e classes socioeconômicas. Tais atividades estão programadas para acontecer de modo presencial.Espera-se que o público em geral marque presença nos eventos e também que sejam trazidas pessoas com deficiência, que muitas vezes não visitam os teatros e espaços culturais da cidade por não conseguirem acessar as atrações ou mesmo a divulgação das atividades. O encontro favorece a dinâmica empática entre os artistas dos grupos que convivem por um período na cidade e, destes, para a plateia.O projeto compromete-se também a priorizar a participação de pessoas com deficiência na formação da equipe de trabalho, desde equipe técnica e produção à assessoria de imprensa. É uma iniciativa da economia criativa, que pretende inserir e fortalecer a presença de pessoas com deficiência no mercado cultural e contribuir para o resgate da cidadania e dos direitos dessas pessoas.A primeira edição do Festival se justifica, sobretudo, por se tratar de um evento que pretende se consolidar na cidade com edições anuais, contribuir com a formação das artes cênicas de gerações, com a formação de público nas artes em geral e especificamente nas artes feitas por pessoas com deficiência e integrar a constelação de festivais que marcam a identidade da cidade de Londrina, com comprovado e significativo impacto para a cidade, região e país. O evento integra o conjunto de produções culturais e artísticas do país, preserva a memória e as manifestações culturais brasileiras e valoriza seus fazedores de arte.

Estratégia de execução

Conceitos e referências: Do cego Édipo (Sófocles) ao corpo de Ricardo III e à cegueira de Conde Gloucester (Shakespeare), perpassando a claudicante Laura (Tennesse Williams), as personagens cegas das peças de Maeterlinck, o surdo Ferrapont (Tchekhov), a paralisia e cegueira de Hamm ou as mutilações de Nagg e Nell (Beckett), as deficiências foram/são um recurso amplamente explorado na dramaturgia eurocêntrica, seja como condição biológica ou metafórica. Todavia, as próprias pessoas com deficiência raramente puderam atuar nestes papéis. Acompanhando os constructos históricos e contextos sócio-políticos de exclusão e segregação, as pessoas com deficiência, em geral, tiveram seus acessos aos palcos teatrais “primários” renegados, sendo confinadas a espaços “secundários” – que pouco ocupam as páginas da historiografia teatral (Kuppers, 2004). Estão incluídos, aí, os Freak Shows, onde ao menos haviam oportunidades remuneradas de trabalho – ainda que poucas e com maior retorno financeiro a quem exibia as “aberrações” –, assim como possibilidades de agenciamento, organização social e sentimento de pertencimento (Thomson, 1996); os “Teatros Médicos”, onde, além de não serem oferecidos pagamentos às suas presenças, geralmente as tinham ali à revelia de suas vontades, como cobaias (Kuppers, 2004); e, por fim, os museus e comércios teratológicos, que se utilizavam de um suposto aval científico para exibir e lucrar com as “raridades” e “excepcionalidades” humanas (Tonezzi, 2011). Importantíssimos no que concerne a genealogia das aparições cênicas das deficiências, tais acontecimentos alimentam as discussões contemporâneas sobre o tema, servindo como materialidade histórica às problematizações éticas que deles são derivadas. Por terem auxiliado a estruturar no imaginário social uma série de pré-conceitos e estigmas, tais espaços “secundários” seguem influenciando os envolvimentos das pessoas com deficiência com a cena (Kuppers, 2004). Entretanto, tida como território da diferença, da reflexão e do questionamento, paradoxalmente, a arte teatral ainda não é de um todo acessível, limitando quem pode se envolver em suas nuances. Nessa direção, o desenvolvimento histórico do teatro apresentou uma série de técnicas de formação rígidas, calcadas em qualidades físicas e sensoriais específicas, que exigem (ou almejam) corpos próximos a um ideal de perfeição, eficientes e aptos à virtuose. E, ainda que ao longo dos anos algumas práticas formativo-criativas tenham buscado desmistificar a visão de perfeição do sujeito criador, estas premissas não se configuram como possibilidades que abarcam a pluralidade de corpos de modo amplo. Encontrar espaços relativos à formação, criação e fruição cênica acessíveis às pessoas com deficiência é uma tarefa desafiadora, com resultados que nem sempre condizem com o que atualmente se compreende como acessibilidade e inclusão. Afinal, quais possibilidades de formação e circulação artística a pessoa com deficiência possui se as instituições de ensino-aprendizagem e muitos espaços culturais não são acessíveis? Como ensinar-aprender, produzir e fruir teatro valorizando as experiências das pessoas com deficiência como matrizes provocativas, não como patologias? O Festival Conexão: Arte e Acessibilidade se propõe ao desafio de abrir este espaço para pessoas com deficiência considerando que é um debate urgente e necessário a ser realizado na sociedade brasileira. Segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) colhidos em 2022, durante a realização da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD, 2022), indicam que 18,6 milhões de brasileiros/as são pessoas com deficiência – número que corresponde a 8,9% da população nacional. Mesmo com um contingente significativo de cidadãos com deficiência no país, muitos ainda estão à margem da sociedade, vivenciando processos excludentes e de apagamento das suas identidades. Não obstante, poucos são aqueles que conseguem acessar as Instituições de Ensino Superior (IES) e, ali, trocar e construir conhecimentos provenientes de suas perspectivas de mundo e experiências de vida. Os processos de exclusão e apagamento das identidades das pessoas com deficiência nas Artes da Cena suscitam questões que o Festival Conexão se propõe a pensar: Quantos artistas com deficiência conhecemos? Quantos filmes, músicas, obras cênicas ou coreográficas que presenciamos ou fizemos foram feitos por e com artistas com deficiência? Quantos deles/as frequentaram os cursos, as oficinas e aulas que ministramos ou participamos? Quais possibilidades as pessoas com deficiência têm de exercer seus direitos constitucionais à arte, tanto como produtores/as quanto como fruidores/as? Como o direto à cidade cultural deste segmento da população vem sendo respeitado em nosso país? O que fazemos para modificar esta realidade e democratizar o acesso à arte e à educação, de modo amplo, irrestrito e permanente, derrubando as barreiras inacessíveis e excludentes que permeiam estes campos? Por estes vieses, é apropriado afirmar que a presença de corpos com deficiência em sala de aula/ensaio e espaços de fruição cultural não apenas destaca suas existências, mas também ressalta a persistência e resistência associadas a estes “corpos intrusos” (Lapponi, 2018). Por outro lado, suas presenças conotam consigo o campo das possibilidades formativo-criativas, dado todo processo excludente que vivenciaram (e vivenciam) no âmbito cênico. E, caso haja abertura dos partícipes, suas presenças podem ainda incentivar – ou, por vezes, impor – a necessidade de que outras poéticas, processos e técnicas, condizentes às suas condições, sejam exploradas e desenvolvidas. Nesse contexto, o Festival Conexão visa promover a convivência e a experiência coletiva, que pode modificar nossos parâmetros teatrais em vias de que outros, mais abrangentes e que abarquem mais realidades corporais, possam ser construídos. Pedagogias e ações anticapacitistas da cena se iniciam e ganham força no âmbito das relações, pois requerem a participação de pessoas dispostas a se engajar nas questões que elas suscitam, nos compromissos que elas ensejam. Por sua vez, isso implica em “pesquisar COM” (Moraes, 2010) e construir ações artísticas COM as pessoas com deficiência, não sobre ou para elas. Também implica reconhecer e apostar nas pequenas e constantes fissuras criadas em comunhão, para que daí emerjam os poros, os pontos de respiro e os agenciamentos que podem reformular as concepções sobre quem pode praticar, apreciar e ensinar-aprender teatro. Partindo dessas premissas, é urgente que as pessoas com deficiência sejam compreendidas como produtoras de conhecimento, e suas condições como substratos inventivos, disruptivos e propositivos. Como “def-ciências” (Teixeira, 2023), portanto consideradas como dispositivos capazes de suscitar às artes da cena outras perspectivas à sua produção, fruição e formação, promovendo novas linguagens e procedimentos artístico-pedagógicos. BRASIL. PNAD - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Rio de Janeiro, 2022. BRASIL. INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Censo da Educação Superior 2019. Brasília: MEC, 2020. CARMO, Carlos Eduardo Oliveira do (Edu O.). Carta aos bípedes #2 - com LIBRAS. O corpo perturbador Blogspot.com. 1 jul. 2020. Disponível em: <http://ocorpoperturbador.blogspot.com/2020/07/carta-aos-bipedes-2-com-libras.html>. Acesso em: 27 out. 2020. LAPPONI, Estela – Debate – Seminário Arte, Cultura e Educação na América Latina. Youtube. 14 mai. 2018. 1 vídeo (27m01seg). Disponível em: <https://youtu.be/BBuYNVV23TQ>. Acesso em 03 abr. 2019. PINHEIRO, Lucas de Almeida. Poéticas do acesso à cena: teatro e artistas com deficiência visual. 2022. 339f. Tese (doutorado em Artes da Cena) – Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Artes. Campinas, 2022.

Especificação técnica

O Festival Conexão: Arte e Acessibilidade é uma proposta pioneira no sul do país, que vai acrescentar à agenda de Londrina um evento de projeção nacional, com forte caráter democrático e acessível, destacando-se pela programação protagonizada por artistas com deficiência, em espaços adaptados para as variadas demandas de acessibilidade para o público e pelo cunho formativo. O festival é uma iniciativa da Arlekino Produção Cultural, que pretende realizar um festival de arte e cultura para contemplar a diversidade e inclusão, com foco na acessibilidade. O objetivo principal é realizar uma programação artística e formativa plural, que valoriza a diversidade cultural brasileira e promove a interculturalidade, principalmente das Artes da Cena, bem como compartilhar as pedagogias teatrais, circenses e da dança brasileiras, que têm sido protagonizadas por artistas com deficiência. Os espetáculos e atividades formativas serão conduzidos por artistas selecionados a partir de uma curadoria especializada em acessibilidade. O projeto compromete-se também a priorizar a participação de pessoas com deficiência na formação da equipe de trabalho, desde equipe técnica e produção à assessoria de imprensa. É uma iniciativa da economia criativa, que pretende inserir e fortalecer a presença de pessoas com deficiência no mercado cultural e contribuir para o resgate da cidadania e dos direitos dessas pessoas. A primeira edição do Festival Conexão será realizada na cidade de Londrina, em espaços culturais com infraestrutura adequada às regras de acessibilidade física vigentes, tais como Vila Cultural Barracão Tangará, Divisão de Artes Cênicas - Casa de Cultura UEL, Cine Teatro Ouro Verde e Concha Acústica de Londrina. Os demais recursos de acessibilidade (Libras, legendas, audiodescrição, redução de ruído) serão providenciados para o evento, de acordo com as orientações do consultor de acessibilidade. As atividades promoverão o intercâmbio entre artistas e coletivos das artes cênicas, celebrando a diversidade. Assim, o Festival Conexão pretende envolver um público diversificado nas várias faixas etárias, níveis de conhecimento, classes sociais e promover um rico contexto de formação de público. Além de ampliar a acessibilidade em cada apresentação, serão firmadas parcerias com instituições de atendimento especializado para garantir a presença do público de pessoas com deficiência, bem como estudantes de escolas públicas, privadas e universidades, profissionais especializados e público em geral. A primeira edição do Festival se justifica, sobretudo, por se tratar de um evento que pretende se consolidar na cidade com edições anuais, contribuir com a formação das artes cênicas de gerações, com a formação de público nas artes em geral e especificamente nas artes feitas por pessoas com deficiência e integrar a constelação de festivais que marcam a identidade da cidade de Londrina, com comprovado e significativo impacto para a cidade, região e país. O evento integra o conjunto de produções culturais e artísticas do país, preserva a memória e as manifestações culturais brasileiras e valoriza seus fazedores de arte.

Acessibilidade

A programação artística do Festival Conexão: Arte e Acessibilidade é bastante abrangente no que tange às artes cênicas criadas e apresentadas por artistas com deficiência, e o acesso a estas.Os locais onde serão realizadas as apresentações, bate-papos e oficinas (Vila Cultural Barracão Tangará, Divisão de Artes Cênicas - Casa de Cultura UEL, Concha Acústica e Cine Teatro Ouro Verde) são ambientes com infraestrutura adequada às regras de acessibilidade física vigentes como, por exemplo: rampa de acesso localizada em ruas limitadas a pedestres, vagas preferenciais a portadores de deficiência e gestantes e banheiros adaptados para cadeirantes e deficientes físicos.Como este projeto tem grande foco na acessibilidade, além da escolha cuidadosa dos locais de realização do Festival, haverá ainda o investimento em um site acessível em libras e com audiodescrição. Todos os eventos terão interpretação em libras e alguns deles serão realizados também com audiodescrição. No material de divulgação e também antes do início de cada apresentação será anunciado se o espetáculo possui sons fortes, luzes estroboscópicas etc. A programação do festival será disponibilizada através de um QR Code (inserido no banner, site, redes sociais e também em material impresso). Através deste QR Code o público poderá acessar as apresentações, bate-papos e oficina, inclusive com informações em áudio e com interpretação em libras. O banner e demais materiais serão pensados com uma fonte específica para pessoas com baixa visão. Além disso, nas redes sociais os posts sempre terão a hashtag #pratodomundover. Os vídeos que serão produzidos terão legendas, interpretação em libras e audiodescrição. A acessibilidade, portanto, está sendo pensada tanto no que diz respeito às estruturas físicas quanto metodológicas e atitudinais. É importante reforçar que o Festival contribuirá com a democratização de acesso inclusive no mercado cultural, com a contratação de equipe composta prioritariamente por pessoas com deficiência.Será feito convite às instituições de atendimento especializado da cidade e região voltadas para o público com deficiência. Para este público haverá distribuição de ingressos gratuitos.

Democratização do acesso

O Festival Conexão: Arte e Acessibilidade traz proposta voltada para garantir a democratização do acesso à população em geral, com forte empenho na acessibilidade, tanto de artistas e equipe envolvidos quanto do público em geral. Pensando nisso, os ingressos serão vendidos a preço popular, garantindo meia entrada para estudantes, professores, idosos, doadores de sangue e jovens com baixa renda. Para pessoas com deficiência os ingressos serão gratuitos. Haverá pelo menos uma apresentação em espaço público e aberto, gratuita, com forte divulgação convidando o público em geral. Haverá também pelo menos uma apresentação direcionada para o público infantil. A democratização se dá também no que tange a descentralização da programação, feita em espaços culturais de regiões diferentes da cidade. O festival tem cunho formativo com mesas redondas que trarão temas referentes à produção artística, acessibilidade e formação de público. O projeto é acessível também a partir da proposição de que todo e qualquer cidadão/cidadã tem acesso ao Festival, buscando nessa primeira edição atingir um público de cerca de 10.000 pessoas, de várias faixas etárias e camadas sociais, com ingressos a preços populares.

Ficha técnica

A Arlekino Produção Cultural LTDA atua no ramo artístico e cultural desde 2015, gerindo projetos na área da dança, do teatro, do cinema e da música. Das atividades realizadas pela empresa ao longo de sua trajetória, destacam-se: o Festival Internacional de Música de Londrina; o Encontro de Contadores de Histórias de Londrina; a produção de grupos de teatro, como Nossa Trupe Teatral, Cia do Terno de Dança-teatro, Cia Kiwi de Jaqueta e artistas da música, como a banda Abacate Contemporâneo e Guilherme Benassi; a realização de eventos artísticos, palestras, conferências, cursos e workshops voltados à formação continuada no âmbito das artes da cena. Os trabalhos da empresa são movidos pela ética, responsabilidade e criatividade para elaborar projetos, assessorar artistas e coletivos. Direção Geral do Festival Conexão: Arte e AcessibilidadeDiretora Artística - Renata Santana de Lúcia Artista-pesquisadora, educadora e produtora cultural com uma carreira híbrida e consolidada nas áreas de Arte, Educação e Produção Cultural.Iniciou sua trajetória como psicóloga clínica e social, onde conectou sua prática ao teatro. Estudou Artes Cênicas, atuou como atriz, contadora de histórias e performer nos coletivos As Incríveis Laranjas Podres Performáticas, Cia Kiwi de Jaqueta, Coletivo As Marcas no Corpo e Nós Clandestinas. Como arte-educadora, atuou em diversos projetos sócio-culturais e instituições sociais. Atualmente, é professora de teatro para crianças e mentora do curso Performativas: Práticas de (Re)Existência, incentivado pela Lei Paulo Gustavo - Paraná 2023. Pesquisadora e escritora, publicou o livro Marcas no Corpo: aproximações entre Arte, Violência e Gênero, resultado do Mestrado em Artes Cênicas realizado na Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP/MG. Continua pesquisa no Doutorado em Artes Cênicas, na linha de Estética e poéticas cênicas, no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista - UNESP/SP.Possui ampla experiência em leis de incentivo à cultura, elaboração e gestão de projetos artísticos e formativos nas áreas de Educação, Arte Contemporânea, Gênero e Diversidade, abrangendo Artes Cênicas, Música, Artes Visuais, Audiovisual e Gestão de Espaços Culturais. Atuo em todas as etapas para a execução de projetos, desde a elaboração até a prestação de contas. Atualmente, é sócio-proprietária da Arlekino Produção Cultural LTDA. Como profissional multidisciplinar, tem experiência com educação formal como professora universitária no Instituto de Artes da UNESP-SP, além de ter atuado como professora de Artes para o Ensino Fundamental II e Médio, pela Secretaria Estadual de Educação do Estado do Paraná - SEED/PR. Diretora Executiva - Ana Karina Barbieri Marques Produtora Cultural desde 2010. Por 13 anos trabalhou como produtora no Festival Internacional de Música de Londrina, que realiza mais de 50 eventos artísticos por anos em sua programação, além de, em média, 60 cursos de música voltados para todas as idades. Em 2018 assumiu a Coordenação de Produção e, em 2021, foi nomeada Diretora Executiva do Festival pela Comissão Deliberativa do mesmo, composta pelos promotores: Secretaria do Estado do Paraná, Universidade Estadual de Londrina, Prefeitura do Município de Londrina e AAFML. Em 2021 produziu o 1° Simpósio Internacional de Educação Musical, que contou com 4 palestras e 1 painel. Nos anos de 2022 e 2023 foi coordenadora de produção do ECOH - Encontro de Contadores de Histórias de Londrina. Integrou também a equipe do Festival Internacional de Londrina (FILO), Festival Kinoarte de Cinema, Festival de Dança de Londrina, Festival Literário (Londrix) e Festival Ahead. Pelo projeto Palcos Musicais 2018/2019, da Artis Colegium, de Irina Ratcheva, integrou a equipe de produção de Concertos com músicos relevantes do cenário nacional, como Cristian Budu, Clarice Assad e Pianorquestra. Nessa época foi assistente de produção da Orquestra Câmara Solistas de Londrina, também produzida por Irina Ratcheva. Em 2021 foi produtora da banda londrinense Abacate Contemporâneo no projeto de show e bate-papo no festival Inverno Cultural UFSJ, em Minas Gerais. Além do trabalho de produção em eventos musicais, também trabalhou em outras áreas da cultura, como os Festivais:ECOH – Encontro de Contadores de Histórias (2022), Festival Kinoarte de Cinema (2018 e 2019), Festival de Dança de Londrina (2017), Londrix (2018) e FILO (2012/2013/2014).Deu aulas em 2 projetos que visavam a formação de novos produtores na cidade: o Projeto Encantação II, patrocinado pelo PROMIC (2018/2019) e o curso livre de produção da Escola de Artes Primeiro Encontro (2019).Sendo atriz por formação, trabalha na produção dos próprios trabalhos e aprovou 4 projetos em editais do PROMIC, de Londrina, em que foi proponente e produtora executiva, sendo dois projetos de criação, um projeto de circulação municipal e um projeto de circulação nacional, entre apresentações artísticas e ações formativas. Além disso, trabalha em projetos audiovisuais como produtora de casting e de set para publicidade. De 2020 a 2022 produziu o canal Maloucos e Família Maloucos, que, juntos, tem mais 10 milhões de seguidores na plataforma Youtube. Neste período produziu 11 webséries de mais de 15 episódios cada. Fundou a empresa “Arlekino Produção Cultural LTDA” ao lado de Renata Santana.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.