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PRONAC 2414222Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Festival Sotaque Carregado edição Voei do Rio pro Pará

4 P'S PROMOCOES E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 4,04 mi
Aprovado
R$ 4,04 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-06
Término
2025-12-19
Locais de realização (2)
Belém ParáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O FESTIVAL SOTAQUE CARREGADO celebra a diversidade artística brasileira no Rio de Janeiro no Dia dos Povos Indígenas (19 de abril) e no Pará durante a COP 30, no Dia da Consciência Negra (20 de novembro). Comemorando 13 anos do selo musical, o festival foca em povos indígenas, diáspora africana, defesa climática e intolerância religiosa. Inclui shows de artistas renomados e locais, intervenções urbanas de artistas visuais e uma conferência sobre sustentabilidade. Destaca encontros culturais entre samba, carimbó, funk e tecnobrega. A Conferência "Legados do G20, Metas e Expectativas Rumo à COP 30" reunirá pesquisadores, gestores e artivistas. As intervenções urbanas e videomapping acontecem nas fachadas e em locais abertos em Belém (Museu das Amazônias) e Rio de Janeiro (Museu de Arte do Rio). "Voei do Rio pro Pará", trecho da música "Sambarimbó" de DJ MAM, resume o espírito do festival, integrando raízes culturais, ancestralidade e futurismo do Rio de Janeiro e Pará.

Sinopse

O FESTIVAL SOTAQUE CARREGADO celebra a diversidade artística brasileira, ocorrendo no Rio de Janeiro no Dia dos Povos Indígenas (19 de abril) e no Pará durante a COP 30, no Dia da Consciência Negra (20 de novembro). Comemorando 13 anos do selo musical, o festival promove a integração cultural e artística entre diversas expressões regionais e sociais do Brasil, focando em povos indígenas, diáspora africana, defesa climática e intolerância religiosa. Produtos do Projeto Shows Musicais:Objetivo: Promover a riqueza e diversidade musical do Brasil, destacando encontros culturais entre samba, carimbó, funk e tecnobrega.Artistas: Apresentações de artistas renomados e locais, como Acadêmicos do Grande Rio, Chico César, Coral Guarani Tenonderã, Deize Tigrona, DJ MAM, Eliana Pittman, Kae Guajajara, Carlos Malta, Djuena Tikuna, Heavy Baile, Marcelo D2, Zeca Pagodinho, Aila, Arraial do Pavulagem, Dona Onete, Fafá de Belém, Felipe Cordeiro, Gaby Amarantos, Gang do Eletro, Manoel Cordeiro, Pinduca, Suraras do Tapajó e Trio Manari. Intervenções Urbanas com Videomapping e outras linguagens:Objetivo: Utilizar tecnologia para criar experiências visuais impactantes, projetando 17 imagens de obras de arte nas fachadas dos espaços culturais.Local: Museu de Arte do Rio e Museu das Amazônias. Conferência sobre Sustentabilidade e Meio Ambiente:Tema: GT1: "Legados do G20, Metas e Expectativas Rumo à COP 30" e GT 2: “Planos e Estratégias Coletivas”Objetivo: Reunir pesquisadores, gestores e artivistas em grupos de trabalho para discutir temas de sustentabilidade, criar uma cartilha de legados do G20 e estabelecer metas para a COP 30. Convidados: Eliane Brum, Lucas Padilha, Carlos Milani, Carlos Rennó, Roberta Carvalho, Chico César e Xadalu Tupã Jekupé e as convidadas especiais: Sônia Guajajara, Margareth Menezes e Sandra Benites. Publicações e Materiais Educativos:Objetivo: Produzir uma cartilha de fácil compreensão sobre os legados do G20 e as metas para a COP 30, disponível virtualmente e fisicamente para o público. Acessibilidade:Medidas: Intérpretes de Libras, mobilidade reduzida, e recursos de acessibilidade em redes sociais e vídeos de divulgação.O FESTIVAL SOTAQUE CARREGADO é uma celebração das raízes culturais do Rio de Janeiro e Pará, promovendo um intercâmbio cultural e artístico que destaca a diversidade e riqueza do patrimônio brasileiro, enquanto aborda questões sociais e ambientais cruciais.

Objetivos

O objetivo principal da proposta é realizar um Festival que conectará as zonas portuárias de Belém e do Rio de Janeiro reunindo uma programação musical, artística e educativa em duas datas simbólicas da cultura Brasileira (Povos Indígenas e Consciência Negra), no Museu de Arte do Rio e no Museu das Amazônias, reforçando o nosso alinhamento com as tradições populares, a valorização da cultura e as pautas climáticas e sustentáveis. Neste sentido, o Festival reunirá nas duas edições: 26 apresentações musicais, intervenções urbanas com obras de 17 artistas visuais, 2 Conferências e 2 espetáculos de videomappings nas fachadas dos espaços. Objetivos específicos: Promover o respeito e promoção dos direitos, culturais, costumes, patrimônio e à subsistência dos Povos indígenas e Comunidades Tradicionais;Estreitar as relações entre o Rio de Janeiro e Pará;Diminuir fronteiras e fomentar as culturais locais em nível nacional e internacional;Realizar as Conferências (RJ e PA): "Legados do G20, Metas e expectativas rumo à CO P30" com dois GTs (Grupos de Trabalhos): "Legados do G20 e Expectativas para COP" e "Planos e Estratégias Coletivas" reunindo falas magnas com: Sônia Guajajara, Margareth Menezes, Sandra Benites, Eliane Brum, Lucas Padilha, Carlos Milani, Roberta Carvalho, Xadalu Tupã Jekupé, Carlos Rennó e Chico César;Criar uma Cartilha sobre os legados do G20 e objetivos e metas para serem discutidos durante a COP 30 junto com a comunidade local e os representantes dos GTs que será disponibilizada no fisicamente e virtualmente;Gerar renda direta para mais de 100 pessoas da economia criativa, incluindo artistas indígenas, pretos e periféricos em posição de destaque na programação;Atingir um público médio de 10000 pessoas por evento, considerando a audiência de shows, videomapping e conferência.Sob curadoria de Érika Nascimento, doutoranda em Artes, e DJ MAM, realizar uma intervenção urbana e videomapping no Rio de Janeiro e Pará que buscam refletir sobre o passado ancestral e os futuros possíveis dos Artistas: Anna Bella Geiger (RJ), Daiara Tukano (SP), Denilson Baniwa (AM), Ernesto Neto (RJ), Hal Wildson (GO), Osvaldo Gaia (PA), PV Dias (PA), Gê Viana (MA), Silvana Mendes (MA), Matheus Ribs (RJ), DJ MAM (RJ), Gabriela Noujaim (RJ), Pedro Carneiro (RJ), Preta Evelin (RJ), Roberta Carvalho (PA), UÝRA (PA) e Xadalu Tupã Jekupé (RS).Projetar imagens das obras dos artistas através de videomapping nas fachadas dos museus e no telão dos shows;Realizar os shows: 19 de abril: Dia dos Povos Indígenas Local: MAR - Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro Abertura: Ministra Sônia Guajajara 14:00 - Conferência GT 1 16:00 - Conferência GT 2 18:00 - Coral Guarani Tenonderã e Show das Matas com Djuena Tikuna, Tupanzinho Guarani, Carlos Malta e MAM convidam Chico César, Kae Guajajara e Suraras dos Tapajós 20:00 - MAM convida Fafá de Belém, Trio Manari e Aila 21:00 - Marcelo D2 convida Dona Onete 22:00 - Heavy Baile convida Gang do Eletro Intervalos: TupinamBeats Intervenções urbanas e videomapping ao longo das apresentações musicais. 20 de novembro: Dia da Consciência Negra e semana da COP 30 Local: Museu das Amazônias, Belém do Pará Abertura: Secretária Estadual dos Povos Indígenas do Pará, Puyr Tembé 14:00 - Conferência GT 1 16:00 - Conferência GT 2 18:00 - Arraial do Pavulagem convida Acadêmicos do Grande Rio 19:00 - Suraras do Tapajó e Show das Matas com Djuena Tikuna, Tupanzinho Guarani, Carlos Malta e MAM convidam Chico César, Pinduca, Eliana Pittman e Dona Onete 21:00 - Felipe Cordeiro e Manoel Cordeiro convidam Zeca Pagodinho 22:00 - Deize Tigrona convida Gaby Amarantos e Aila Intervalos: Zek Pikotero Intervenções urbanas e videomapping ao longo das apresentações musicais.

Justificativa

O projeto justifica-se pelos seguintes motivos: 1 - necessidade de abordagem de pautas como racismo ambiental, proteção ao meio ambiente, no Dia dos Povos Indígenas e no Dia da Consciência Negra, a inclusão social das comunidades LGBTQIA+ e da população negra no repertório musical, intervenção artística urbana e debates. Dentre as atrações do Festival, convidamos artistas indígenas das etnias Guarani Mbya, Tikuna e Baniwa; 2 - Potencialidade: campanhas musicais lançadas pelo selo e festival Sotaque Carregado ecoaram mais de 100 milhões de vezes campanhas socioambientais nas plataformas digitais. Canções que combatem o racismo religioso, como "Iemanjá Carioca" somam mais de 300 mil plays no Spotify; 3 - nosso projeto busca difundir o patrimônio material e imaterial dos sotaques do país de forma inovadora e híbrida desde 2006, desenvolvendo novos olhares sobre as manifestações e os processos artísticos propostos pelo DJ MAM em sua estética pautada num repertório sociocultural, e transmitida por tecnologias como a música eletrônica, o videomapping; 4 - pelos nomes envolvidos: o projeto reúne grandes artistas da música e das artes visuais como a rainha do carimbó, Dona Onete e Uýra Sodoma. Portanto, dá-se relevância ao projeto por promovermos pontes territoriais entre artistas de diferentes regiões do país conectando-os ao público, promovendo um futuro mais diverso e inclusivo e uma experiência imersiva para todas as faixas etárias. 5- Histórico: Em 2012, o festival estreou com patrocínio da VIVO, através da lei de incentivo, reunindo nomes como Hermeto Pascoal e BaianaSystem. 6- Artistas de Renome: Curadoria inédita reunindo grandes nomes como Dona Onete e Marcelo D2. 7- Alinhamento Internacional: Coincide com eventos como COP 30 e legados do G20, promovendo sustentabilidade globalmente. 8- Itinerância e Parcerias: o Festival percorre Pará e Rio de Janeiro, com parcerias estratégicas com instituições, ampliando seu alcance. 9- Incorporação Tecnológica: Uso de música eletrônica e videomapping para uma experiência inovadora. 10 - Histórico e Conscientização: Idealizadores do Festival Demarcação Já Remix, que reuniu artistas como Gilberto Gil e indígenas, valorizando experiências ancestrais e conscientizando sobre questões ambientais. 11- Transformação Social: Defesa climática através de intervenções artísticas e conferências, promovendo reflexão e ação coletiva. 12- Geração de Renda: Criação de empregos para mais de 100 pessoas da economia criativa, incluindo artistas indígenas e periféricos. 13- Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): Promove oportunidades de aprendizagem através das artes e cultura e conscientização sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce das mudanças climáticas, redução das desigualdades, focando na garantia de direitos e antirracismo (10ª ODS). 14 - A equipe principal do projeto é formada por pessoas negras e pardas ocupando posição de liderança, como curadoria e direção geral. DJ MAM é pardo e idealizador do Festival Sotaque Carregado, faz parte de comunidade de terreiro. Em seu repertório, ialorixás, babalorixás e ogans ganham voz ao lado de ícones da MPB. Nos shows, DJ MAM é acompanhado pelos dançarinos circenses Dico Souza e Verônica Pereira (pessoas negras). 15 - Promovemos uma experiência para o público intergeracional, infantil, jovem e adulto, de todas as diversidades de identidades de gênero e sexo (masculino, feminino, diádico, intersexo e altersexo) interessados em música, artes, economia criativa, meio ambiente e cultura em geral. 16 - E por sua relevância e alcance, uma vez que mais de 2 milhões de pessoas já assistiram ao show do MAM, que, só no Réveillon de Copacabana, subiu ao palco por cinco vezes, além de palcos em festivais internacionais, como Roskilde e Mimo, e nos festivais de inverno e de verão do Sesc Rio e do Circo Voador. O FESTIVAL justifica-se por ser uma iniciativa transformadora, promovendo mudanças significativas em nível local, regional e global.

Estratégia de execução

Somos uma produtora existente há mais de vinte anos focada em música, artes, tecnologia e sustentabilidade. Criadora dos Festivais: Sotaque Carregado, Demarcação Já Remix, Carnaval Remix e Arraiá Remix. Realizamos parcerias e colaborações com mais de 500 nomes, como: Gilberto Gil, Dona Onete, Luedi Luna, Alceu Valença e BaianaSystem. Fomos indicados aos prêmios Semana Internacional da Música 2020, Brasil Criativo e Profissionais da Música nas categorias criatividade, inovação e transformação social. Geramos 800 oportunidades à economia criativa. Sotaque Carregado nasceu como slogan do programa de rádio do DJ MAM na MPB FM em 2006, virando selo musical, álbum, festas e Festivais. Em 2012, o Festioval estreou com o patrocínio da VIVO no SESC Copacabana, Circo Voador e Búzios, com Hermeto Pascoal, BaianaSystem e outros. Em 2016, o festival Sotaque Carregado chega à Lisboa e o SEBRAE-RJ patrocina o festival durante as Olimpíadas Rio 2016 no CRAB, dando voz a 30 atrações, como a Gaby Amarantos. 2017, marca a estréia do selo Sotaque Carregado na Sony Music e evento dedicado à cultura paraense no CCBB-RJ. Em 2018, fizemos um intercâmbio musical entre DJ MAM e o rapper dinamarquês Pharfar, apoiado pelo Instituto Nacional de Cultura da União Europeia. O festival Sotaque Carregado chega à Copenhague. Em 2020, fizemos a versão online do Festival com conferências e showcases nacionais e internacionais, destacando: Rock in Rio, MIMO Festival, Oi Futuro e outros. O Festival contou com o apoio da União Brasileira dos Compositores. Durante a pandemia realizamos diversas edições do Festival Demarcação já Remix e campanha para arrecadação de fundos para os povos indígenas. Em 2023, o Festival Sotaque Carregado chegou à cidade do Porto, com apoio do Ibermúsicas. Nossos projetos já foram apoiados por diversas secretarias do Rio de Janeiro, lei de incentivo à cultura, lei Aldir Blanc, Instituto Goethe e outros.

Especificação técnica

As apresentações musicais ocorrerão a partir das 18h no dia 19 de abril na Praça Mauá em frente ao Museu de Arte do Rio e no dia 20 de novembro na frente do Museu das Amazônias. Ao todo serão 26 atrações; As Intervenções urbanas e videomapping ocorrerão entre 18:30 e 23:00 durante as apresentações musicais (ao todo serão 2 intervenções no Rio e Pará); A Conferência terá 2 GTs reunindo 10 integrantes especialistas no assunto, sendo 5 em cada GT e serão realizadas dentro dos Museus entre 14:00 e 18:00; A Cartilha dos legados do G20 e expectativas da COP30 será elaborada durante a primeira conferência no Rio de Janeiro e terá linguagem facilitada para compreensão de todos. A Cartilha será no formato de livreto / cordel e será distribuída gratuitamente fisicamente (2 mil exemplares) e virtualmente.

Acessibilidade

Para pessoas ensurdecidas: as apresentações musicais e Conferência serão todas realizadas com intérprete de Libras. No Rio de Janeiro,incentivaremos visitas no Festival, dos alunos do INES e IBC. O Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES, está localizado a 3,9 km de distância da região. Para pessoas com mobilidade reduzida: todos os espaços e/ centros culturais possuem rampas de acesso e banheiro regulamentado para PNE (Pessoas com necessidades especiais). Para divulgação: Em nossa divulgação nas redes sociais teremos recursos de acessibilidade com descrição de imagens e/ vídeos e utilizaremos a hashtag #ParaCegosVerem. Toda nossa divulgação será de fácil leitura e compreensão para ampliarmos a diversidade e inclusão de todos. Além disso, os vídeos de divulgação serão acompanhados de legendas para surdos e ensurdecidos e com os correspondentes textuais constantes na descrição do vídeo quando disponibilizados no Youtube.

Democratização do acesso

Como forma de democratização de acesso, toda programação do Festival será gratuita e aberta a todo público, com classificação etária livre, como: todos os shows, debates e intervenção urbana. O projeto estima receber duas mil pessoas diretamente por show, totalizando 4 mil pessoas em cada edição. A Conferência será aberta e gratuita para todo o público. Fomentaremos a participação da comunidade local para criação da cartilha junto com os Grupos de Trabalhos da Conferência. Para ampliar o acesso, teremos uma Comunicação e Divulgação especializada para assessorar as mídias para criação de conteúdos, como: posts e vídeos gravados pelos artistas do evento anunciando o projeto em seus perfis no Instagram. Além de assessoria de Imprensa especializada, que enviará o kit de imprensa às editorias de cultura, lazer e música. Contaremos ainda, com uma divulgação focada para escolas públicas, Instituto Nacional de Educação de Surdos, Instituto Benjamin Constant e nos estabelecimentos locais. Toda comunicação será de linguagem acessível para atingir a todos os públicos. Além disso, toda programação terá distribuição gratuita de água potável.

Ficha técnica

Empresa Proponente: 4P's Promoções e Eventos Ltda / Sotaque Carregado Sotaque Carregado é o selo musical, festival de artes e música e o álbum do multiartista DJ MAM, indicado ao Prêmio da Música Brasileira em 2013 e 2016. Nasceu como slogan do programa de rádio do DJ MAM na MPB FM em 2006, virando um show e mais de 20 edições de festas até se tornar festival. Seus palcos, streamings, obras de arte e lançamentos contam com mais de 500 nomes da música e das artes visuais como Elza Soares, Criolo, Hermeto Pascoal, Gaby Amarantos, BaianaSystem, Denilson Baniwa, Ernesto Neto e Oskar Metsavaht. É o principal projeto da 4P’s Promoções e Eventos LTDA, empresa indicada aos prêmios SIM – Semana Internacional da Música, Brasil Criativo e Profissionais da Música nas categorias criatividade, inovação e transformação social. DJ MAM - CURADOR, DIRETOR ARTÍSTICO, COMPOSITOR, MÚSICO Multi-artista, produtor musical e diretor de arte. Marco Aurélio Marinho, nascido no subúrbio do Rio, é ativista das causas ambientais. Carrega a ancestralidade mestiça brasileira. Curador do Sotaque Carregado, mixa o Brasil às pistas globais. Prêmio Noite Rio de melhor DJ de MPB, já tocou em 15 países e se apresentou em importantes eventos: Réveillon de Copacabana, Roskilde Festival (Dinamarca), MIDEM Latinamerica, AME - Atlantic Music Expo (Cabo Verde) e MIMO Portugal. Colaborou com mais de cem artistas e ativistas, como Gilberto Gil, as ministras Margareth Menezes (Cultura) e Sônia Guajajara (Povos Indígenas), Chico César e Luedji Luna. Em 24 anos, seu selo, programas de rádio e festivais deram palco a mais de 500 nomes como Gaby Amarantos e BaianaSystem. ÉRIKA NASCIMENTO – CURADORA, GESTORA CULTURAL, COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO Gestora Cultural e Curadora. Mestre em Cultura e Territorialidades (PPCULT/UFF), possui MBA em Gestão Cultural (PECS/UCAM) e doutoranda em Artes (PPGARTES / UERJ). Há dez anos atua no mercado de arte com gestão de carreira de artistas e na produção de projetos em galerias de arte. Atualmente, é curadora e produtora no selo musical Sotaque Carregado e manager do DJ MAM. LUIZ RATÓN - VJ e CENÓGRAFO Diretor de Arte há mais de 30 anos, Luiz Ratón passou por grandes agências de publicidade e editoras sendo responsável pelas áreas de criação e produção gráfica. Artisticamente se apresenta na área de eventos como VJ, Iluminador e DJ , além de desenvolver projetos de cenografia e iluminação. DANIELA PAITA – PRODUÇÃO EXECUTIVA Sócia da Paita Produções Artísticas, é a coordenadora do Madrugada no Centro que há oito anos leva a diversidade sexual e de gênero ao palco do CCBB-RJ em shows e festas que dialogam com as suas exposições. GILDA MATTOSO – ASSESSORIA DE IMPRENSA Com mais de mais de 40 anos dedicados à cultura brasileira, cuida da carreira de nomes como Marcelo D2.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.