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PRONAC 2414223Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A MULHER QUE SORRIA E CHORAVA AO MESMO TEMPO

IMPACTO R CULTURA E ARTE S. S. LTDA
Solicitado
R$ 981,7 mil
Aprovado
R$ 981,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Um monólogo com dramaturgia construída a partir de informações biográficas e relatos de pessoas diversas, abordando aspectos relativos a Saúde Mental, principalmente o Transtorno Afetivo Bipolar. Será realizado nas 5 regiões da cidade de São Paulo com ações complementares nos territórios.

Sinopse

dramaturgia de espetáculo ARGUMENTO Como é descobrir que possui uma característica genética que te faz sentir tudo com muita intensidade e de forma oscilante? O que isso significa? Como isso interfere na vida dos familiares e dos amigos? No trabalho? O que isso traz de bom ou de ruim? Essas e tantas outras perguntas serão levadas para o palco. Falar de forma sensível e humanizada, falar da MULHER QUE SORRIA E CHORAVA AO MESMO TEMPO é falar de todos, todas e todes ao MESMO TEMPO. Inspirada na obra "Uma Mente Inquieta" de Kay Redfield Jamison (Um extraordinário relato sobre a doença maníaco-depressiva. Belo, humano e rico em informações médicas... às vezes poético, outras vezes direto, sempre despurodamente honesto.") e a partir de relatos da atriz e de pessoas bipolares, familiares, profissionais da área da psiquiatria e psicologia. Angela Ribeiro com suporte de João Pentagna e Ana Claudia Alvim Simão, consultores técnicos convidados para trazer aspectos comportamentais na criação desse argumento, que surge a partir das experimentações cênicas de Renata Araújo, sob condução de Lavínia Pannunzio, conduzirá o dramaturgismo desse espetáculo. Um texto que emerge misto de realidade biográfica e documental, misto de ficção e poesia. PUBLICAÇÃO Coletânea de depoimentos de pessoas com Transtorno Afetivo Bipolar e parentes. Além desses depoimentos a publicação será composta por registros do processo criativo. .

Objetivos

OBJETIVO GERAL Desmistificar as questões sobre saúde mental e o transtorno afetivo bipolar, sendo um importante instrumento de informação e propulsor de consciência sobre a importância do autocuidado sobre saúde mental através da arte; OBJETIVO ESPECÍFICO - Realizar 40 apresentações a preços populares (R$ 40,00 inteira e R$ 20,00 meia) quando realizada em espaços privados; - Discutir e dar elementos de reflexão sobre o quanto a arte e a sociedade são elementos cruciais para manter a qualidade da saúde mental de todos de forma geral; - No processo de pesquisa e escrita da dramaturgia trabalhar a Interseccionalidade de elementos sócio culturais; - Abordar questões sócio-econômicas em relação ao tratamento. - Coletar relatos de pessoas com algum tipo de transtorno e transformar em uma publicação digital a ser disponibilizada no site da Impacto R, redes sociais e unidades do CAPS (Centro de Apoio Psicossocial) do município de São Paulo; - Realização de 5 rodas de conversa sobre saúde mental e arte nas unidades do CAPS (Centro de Apoio Psicossocial) do Município, com equipe criativa e consultores; - Realizar 3 oficinas ligadas aos processos artisticos que envolvem a produção do espetáculo. Produção, Escrita e Encenação - Realizar dois ensaios abertos

Justificativa

Inspirado no livro : "Uma mente Inquieta " de Kay Redfield Jamison. A autora é autoridade internacional em TAB, catedrática em medicina de universidades norte americanas e nessa obra torna público a sua condição de pessoa com transtorno mental. Por ser uma pauta urgente falar sobre saúde mental, é importante abordar em cena questões sobre o transtorno afetivo bipolar e outras nuances de saúde mental que permeiam a vida de 140 milhões de pessoas no mundo. Utilizar a Lei de Incentivo a Cultura para a realização de um produto cultural que dialoga com questões sociais de relevância mundial é garantir acesso e sustentabilidade dessa ação que pode ser pulverizada em diversas esferas da sociedade. Partindo de uma auto-ficção é uma forma de expressar e compartilhar o que Renata Araújo aprendeu nos últimos quatro anos, inspirada na vida e obra de Kay Jamison, (autoridade internacional em TAB, catedrática em medicina de universidades norte americanas) apresenta sua trajetória, desde a adolescência com a doença e como ela moldou sua vida. Falar sobre saúde mental é normatizar a importância do conhecimento sobre o tema, possibilitando que o espectador possa identificar e transformar sua vida. É preciso trazer a humanidade aos processos que iniciam-se na vida de uma pessoa que recebe um diagnóstico de qualquer tipo de transtorno mental. Foi Caetano Veloso que nos levou a refletir sobre o conceito de normalidade quando, em uma de suas músicas _ "Vaca profana" -, disse que "de perto ninguém é normal". Quer justificativa melhor que essa? Vamos ver que no fundo somos todos iguais e diferentes. Quando nos deparamos com diversas histórias nos aproximamos do que se diz normal, por entender que não há normalidade definida e exata. Outro ponto importante a ser inaltecido nesse processo é o poder da arte e uma homenagem à todos os artistas com transtorno afetivo bipolar que se destacaram na humanidade. Exemplo: Rita Lee Nina Simone Lord Byron Robert Lowell Emily Dickinson William Blake Sylvia Plath Edgar Allan Poe John Berryman William Cowper Robert Fergusson Edna St. Vicent Millay Gustaf Froding Ezra Pound Anne Sexton Percy Bysshe Shelley Theodore Roethke Charles Baudelaire John Ruskin Dylan Thomas Victor Hugo Joseph Conrad William Faulkner F. Scott Fitzgerald Ernest Hemingway Hermann Hesse Herman Melvile Malcom Lowry Eugene O’neill Tennessee Williams Virginia Woolf Robert Schummann Hector Berlioz Anton Bruckner Hugo Wolf Gustav Mahler Otto Klemperer Peter Tchaikovsky Bud Powell Charles Parker Cole Porter Irving Berlin Paul Gauguin Jackson Pollock Georgia O’Keeffe Ernest Ludwing Kirchner Edvard Munch

Especificação técnica

A publicação será digital em arquivo PDF com formatação para leitores de acessibilidade.

Acessibilidade

Acessibilidade arquitetônica: o espetáculo será realizado em equipamentos que estejam em consonância com o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Acessibilidade comunicacional: as apresentações contarão com recursos de acessibilidade, intérpretes de libras e audiodescrição, com ampla divulgação focada no público alvo; Destaca-se que está prevista a presença durante a concepção de intérpretes de libras, que estará em cena em todas as apresentações. A publicação atenderá os requisitos de leitura para pessoas com baixa visão e programas de leitura de texto; Acessibilidade atitudinal: será contratado no mínimo um serviço de pessoa com deficiência, ou que tenha em seu rol de sócios pessoa com deficiência.

Democratização do acesso

Realizar 8 apresentações na cidade de São Paulo em cada região, totalizando 40 apresentações, democratizando o acesso ao produto cultural em uma megalópole com distâncias e desigualdades sociais. Ingressos a preços populares: R$ 40,00 (quarenta reais) inteira e R$ 20,00 (vinte reais) meia entrada, garantindo 10% de ingressos gratuitos a população em situação de vulnerabilidade social. 10% de ingressos gratuitos a pessoas em tratamento pelo SUS do Transtorno Afetivo Bipolar - CID 31. 5 rodas de conversa serão realizadas dentro de unidades do CAPS (Centro de Apoio Psicossocial), uma em cada região. Com o tema ARTE E SAÚDE MENTAL, será a oportunidade de trocas entre a equipe de criação e profissionais da linha de frente no apoio e cuidados de transtornos mentais na cidade de São Paulo, evento aberto ao público em geral. 1 ensaio aberto produção de publicação com relatos e processo criativo. A publicação em PDF que será distribuída nas redes sociais do espetáculo e do proponente e encaminhada por e-mail às 102 unidades CAPS do município de São Paulo.

Ficha técnica

RENATA APARECIDA PEREIRA DA SILVA ARAÚJO sócia fundadora da IMPACTO R, irá desenvolver as seguintes funções: direção de produção, atriz e advogada RENATA ARAÚJO Atriz, Advogada, Produtora e Gestora Cultural, formada em Teatro pelo SENAC São Paulo e Pós-graduada em Gestão de Projetos pela ECA/USP. Fundou em 2010 a empresa Impacto R produzindo em diversos segmentos da produção cultural com grandes nomes do meio artístico, foi Coordenadora de Produção do Museu Afro Brasil (2013/2015), Coordenadora do Programa Cultura Viva Municipal (2017), Diretora Geral da Fundação Theatro Municipal de São Paulo (2017/2018), Diretora dos Centros Culturais e Teatros Distritais do Município de São Paulo, Membro do Conselho Administrativo da SPCine (2018/2019) e Coordenadora do Programa SOMOS MUITAS! e do Projeto Arte e Sabor no Instituto Tomie Ohtake (2021/2022). Integrou o Núcleo de Artes Cênicas, sob direção de Lee Taylor nos processos do primeiro semestre de 2019. Em 2015, participou dos treinamentos “As emoções do Ator” ministrado por Maurice Durozier, e “A energia da criação – coro improvisações e Improvisações de Bonecos representados pelos atores” ministrado Eve Doe Bruce, ambos do Théâtre du Soleil, e do treinamento de Commedia Dell’arte com o premiado ator Joca Andreazza, no Núcleo Educatho em São Paulo, participou do processo de investigação cênica do texto O Rei da Vela, com Hugo Possolo, na SP Escola de Teatro. Formada pelo SENAC São Paulo atuando em 2005 e 2006 na Cia de Teatro TUMC da Universidade Mogi das Cruzes, sob direção de Adamilton Andreucci. Em São Paulo, fez parte do Grupo Sensus, sob direção de Thereza Piffer trabalhando nas Performances Sensorial e Horizontal em 2007. Em 2008 fez parte da Cia Magna Mater, atual RubroObscena, sob direção de Stela Fischer, fez parte da comemoração do ano da França no Brasil em 2009. Em 2011/2012 atuei no espetáculo “A Bilha Quebrada”, com a Cia Razões Inversas, sob direção de Marcio Aurelio. LAVINIA PANNUNZIO - Direção Em 40 anos de carreira, a premiada atriz e diretora de teatro tem uma trajetória que inclui participações na TV e cinema, participou de mais de 40 espetáculos como atriz e assinou 26 direções, coleciona indicações e prêmios como atriz e diretora. Suas direções são: em 2022 – ZOOLÓGICO DE VIDRO, de Tennessee Williams; AY CARMELA!, de Jose Sanchis Sinisterra; NÉVOA – FROM WHITE PLAINS, de Michael Perlman; em 2021 – É NATAL EM SÃO PAULO, FAMÍLIA – PODCAST; 4 X 4 TRÁGICAS – projeto áudio-visual-teatral – criação e direção; MICROALUCINAÇÕES AMOROSAS, de Amarildo Felix; em 2018 – A SERPENTE, de Nelson Rodrigues; em 2017 – UNFAITHFUL, de Owen MacCafferty; em 2015 – XI PRÊMIO FIESP DE CINEMA – Criação, roteiro, direção e produção; em 2014 – 3 MULHERES BAIXAS, de Emilio Boechat; CORA CORALINA, REMOVENDO PEDRAS E PLANTANDO FLORES, de Mauro Hirdes; 2013 – COVIL DA BELEZA, de Eduardo Ruiz; em 2011 – SERPENTE VERDE, SABOR MAÇÃ, de Jô Bilac; SONS DE FORA, de Lucas Lassen (audiovisual); CLAUSURA, de Gustavo Sol – vencedor do Edital de Co-Patrocínio para Primeiras Obras, do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso; em 2010 – PELOS ARES, de Pedro Guilherme – vencedor do 14º FESTIVAL DA CULTURA INGLESA; 2009 – CHORÁVAMOS TERRA ONTEM À NOITE, de Eduardo Ruiz – indicado ao PRÊMIO SHELL DE MELHOR TEXTO; em 2008 – O RUFIÃO NAS ESCADAS, de Joe Orton; QUANDO EU ERA CRIANÇA, de Duílio Ferronato, em 2007 – Adaptou e dirigiu VELUDINHO de Martha Pannunzio; em 2006/2005 – Adaptou e dirigiu ERA UMA VEZ UM RIO de Martha Pannunzio – PRÊMIOS – APCA 2006 DE MELHOR ESPETÁCULO e MELHOR ATOR (p/ Ando Camargo); COCA-COLA FEMSA – 2006 DE MELHOR ESPETÁCULO, MELHOR DIREÇÃO e MELHOR CENÁRIO (p/ Márcio Vinícius) – além das 04 indicações para MELHOR TEXTO, MELHOR ATOR, MELHOR ILUMINAÇÃO E MELHOR FIGURINO; e PRÊMIO ESTÍMULO FLÁVIO RANGEL 2005. ANGELA RIBEIRO - dramaturgismo Mãe de Joaquim e Bento, nascida em 1975 em Belém-PA, é atriz, dramaturga, designer e também redatora publicitária, conquistou alguns prêmios como redatora, sendo um deles na categoria ouro com o filme “Aquecimento Global” criado pela Ponto de Criação em 2009 no NY Ads of the World. Foi por alguns anos redatora de moda para a marca TUDICOFUSI. É uma das fundadoras da Companhia Bruta de Arte. Escreveu e dirigiu as peças “Boletim”, “Poderia Ter Sido” e “O lá É Aqui”. Por “Refluxo” recebeu como autora o Prêmio Shell de teatro/2018." Em 2019 recebeu o prêmio APCA em dramaturgia pela livre adaptação do infantil Dom Quixote. Faz parte de vários projetos adultos e infantis como atriz e autora, dentre eles a Cia. Um. No audiovisual, como atriz, fez os longas Do Lado de Fora, A Grávida da Cinemateca, Raquel 11:11 e Biônicos. E algumas séries como Pico da Neblina, Carcereiros, PSI, Rotas do Ódio e José e Durval. Atriz formada pela Escola de Arte Dramática da USP e pelo CPT, Centro de Pesquisa Teatral, dirigido por Antunes Filho. Dramaturga formada pelo SESI British Council, onde trabalhou em 2020 e 2021 como assistente de Silvia Gomez dando aulas no Núcleo de Dramaturgia. Foi uma das orientadoras do CPT Núcleo de Dramaturgia em 2021 e atualmente faz parte do grupo de pesquisa em cinema AP43 como atriz e roteirista. Participou por dois anos do evento “Dramaturgias” no SESC Ipiranga, ministrou a oficina “Palavra Corpo” na Escola de Teatro ECO Teatral e o curso efêmero Digital Dramatúrgica na Casa WayWay. Em fevereiro de 2022 esteve em cartaz como autora no Sesc Paulista com a peça Chroma-Key. MICHELLE GABRIEL Coordenação de Produção Formada em Artes Cênicas pela ECA-USP e Mestre em História do Teatro pela mesma instituição. Foi coordenadora da área de Fomentos Culturais da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e Presidente da Comissão do Promac. Elabora e administra projetos culturais e sociais para leis de incentivo à cultura e órgãos da administração pública e privada, desde 2003. AMANDA VIEIRA - Cenografia Diretora de arte de teatro e cinema. Estudou cinema na Academia Internacional de Cinema e Bacharelado em Artes Visuais na Faculdade Belas Artes. Integra as companhias teatrais Pavio de Abajour, especializada em teatro de sombra e AntiKatártiKa Teatral (AKK), dirigida por Nelson Baskerville. Na AKK realizou como cenógrafa e designer gráfico as peças “A Geladeira”, “1 Gaivota – É Impossível Viver Sem Teatro” e “A VIDA”. Já integrou a Cia. Mamba de Artes, na qual assinou a cenografia e o design gráfico da peça “Credores” de August Strindberg e direção de Nelson Baskerville. Fez a adaptação do cenário e design gráfico do espetáculo “Luisa Se Choca Contra Sua Casa”, do diretor argentino Ariel Farace. Assinou com o artista visual Ding Musa a cenografia e iluminação do espetáculo “No Coração das Máquinas”, assinou a direção de arte do espetáculo "Confesso" do grupo de teatro de improviso Protótipo, assinou a direção de arte e orientação de cenografia e figurino no curso de extensão da SP Escola de Teatro que resultou no espetáculo Hybris. Também assinou a cenografia das peças “Fausto” direção de Neyde Veneziano, “Não Somos Amigas” da diretora carioca Maria Maya e "Os Filhosde Iauaretê, a onça-rei" com direção de Thais Medeiros. Criou as peças gráficas da instalação “8 Gabinetes para Desconstruir”, que ficou em exposição no Sesc Santo Amaro, dentro da “Mostra Centenário Strindberg”, e também é responsável pela instalação espacial dosExperimentos de Sombras realizados no Sesc Paulista dentro daprogramação MiniMAX. Assina a instalação cenográfica do projeto infantil "Maritaca" ao lado de Marisa Bentivegna, com quem teve uma parceria de 5 anos, na qual assinou a produção de cenografia em mais 12 peças.Já fez assistência para nomes como do cenógrafo Renato Bolelli Rebouças, Fábio Namatame e Carlos Colabone. ALINE SANTINI - Iluminação Graduada em Artes Visuais e Pós Graduada em Lighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016. Estudou com o fotógrafo Carlos Moreira e foi assistente do iluminador Wagner Pinto e Gerald Thomas. Trabalha com iluminação há 23 anos e realizou trabalhos com grandes diretores, companhias, artistas de teatro, dança, performance e artes visuais em São Paulo. Também executa projetos de iluminação para exposições. Atua como performer e cria instalações visuais e realiza direção cênica de espetáculos das artes do palco. Indicada seis vezes ao prêmio Shell na categoria Iluminação ganhou o prêmio em 2024 com o espetáculo MUTAÇÕES. Vencedora do prêmio Denilto Gomes no ano 2017 com o a luz do espetáculo de dança SHINE. Indicada duas vezes ao prêmio APCA de dança. Em 2019 foi uma das artistas selecionadas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga. Ministra oficinas de iluminação cênica em Oficinas Culturais, Sesc e SP Escola de Teatro. Participou de festivais nacionais e internacionais de teatro e dança na Alemanha, Croácia, Argentina, Bolívia, Portugal, Irlanda e França. ANNE CERUTTI - Figurino Graduada em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Tem ampla experiência em séries e longametragens, destaca-se : - "Aqueles Dias", série de ficção (em finalização), direção de Thais Taverna, Helio Goldstejn e Beto Marques (2023), "A Queda De Abadiânia" ou "Godless Jonh", série de ficção documental (em finalização), direção de Marina Person (2022), "Chuva Negra", série de ficção, direção de Rafael Primot (2022),"Cordialmente Teus", longametragem, roteiro e direção de Aimar Labaki (2021), "As Duas Irenes", longametragem, roteiro e direção de Fabio Meira (2015), Indicação no Prémio Fénix de Cine em Figurino na CDMX em 2017. No teatro: - "O Nome do Bebê", direção de Elias Andreato (2023), "Consentimento", de Nina Raine, direção de Camila Turim e Hugo Possolo (2022), Indicação ao Prêmio Shell de Figurino em 2023, "Inferno", de Rafael Spregelburd, direção de Malu Bazán (2022),"Veraneio", de Leonardo Cortez, direção de Pedro Granatto (2022), "Moscow Para Principiantes", de Aline Filócomo, direção de Aline Fiilócomo (2022) e "Um Inimigo Do Povo", de Henrik Ibsen, direção de José Fernando Peixoto de Azevedo (2022). Fez parte do CPT onde fez a criação e desenvolvimento de cenários e figurinos em montagens de teatro, indicação ao Prêmio Shell pelo figurino de "O Canto de Gregório", de Paulo Santoro, direção de Antunes Filho, com CPT e grupo Macunaíma de teatro (2005) DAN MAIA - Trilha Sonora Músico, ator e físico de formação (UFMG). Como sound designer e compositor já assinou a trilha sonora de mais de 120 espetáculos de dança e teatro, produziu discos, compôs trilhas para o audiovisual, ganhou seis prêmios (Sesc/Sated, Sisparc/Usiminas e Aplauso Brasil) e teve quatro indicações ao Prêmio Shell de Teatro. Durante sua trajetória estabeleceu parcerias com diretores e diretoras como Gabriel Villela, Marcelo Lazzaratto, Maria Thais, Marcio Aurelio, Elias Andreato, Tadashi Endo, Alexandre Reinecke, Dan Stulbach, Lígia Cortez, Cia. de Dança Palácio das Artes, Sônia Mota, Mika Lins, Alvise Camozzi, Cassio Scapin, Nelson Baskerville, entre outros. Falando em parcerias, são nelas que Dan Maia enxerga um dos maiores potenciais da arte: a troca e a escuta como ferramentas imprescindíveis na construção completa de uma obra. Sempre que possível, opta por trazer o máximo de músicas originais para as obras, pois acredita que desta forma convida o espectador a acessar algo novo pelos ouvidos, ajudando assim na construção de mais uma camada inédita na atmosfera ficcional em questão. Entre seus últimos trabalhos estão: HA DÔ, de Tadashi Endo; Romeu e Julieta 80, com Renato Borghi e Miriam Mehler; Cock, de Mike Bartlett; e Brilho Eterno, sob direção de Jorge Farjalla. Recentemente compôs as trilhas e fez direção musical para Mary Stuart, com direção de Nelson Baskerville, Agropeça para o Teatro da Vertigem, e produziu o disco SÁ, de Ligiana Costa, ao lado de Gil Monte. RICARDO GALI - Preparação de Corpo Formado pela EAD – Escola de Arte Dramática-ECA-USP. Estudou no Centro de Pesquisa Teatral coordenado por Antunes Filho. Cursou audiovisual na FMU/SP. Estudou fotografia no Compounding M2 com Carlos Moreira e Regina Martins. Estudou parte do curso Artes do Corpo na PUC-SP. Dirige a Companhia Perversos Polimorfos. Recebeu prêmios e suportes financeiros para desenvolvimento da pesquisa tais como: Programa Municipal de Fomento à Dança, PROAC - Programa de Ação Cultural- Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa, Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna,Lei Aldir Blanc por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa, Prêmio Denilto Gomes, Cultura Inglesa Festival, indicado ao Prêmio Bravo! Bradesco Prime de Cultura, entre outros MÔNICA MONTENEGRO - Preparação Vocal É pesquisadora da voz cênica, especialista em voz e fonoaudióloga. Desde 1988 trabalha na preparação e orientação do uso da voz na expressividade de atores. É professora da Escola de Arte Dramática – EAD/ECA/USP, na disciplina Voz e Expressão Vocal desde 1998. Trabalhou com diversos diretores de teatro, entre eles, Antunes Filho; Antônio Araújo (Teatro da Vertigem); Enrique Diaz e Luis Fernando Marques (Grupo Teatro XIX). Foi bailarina intérprete da Cia 8 Nova Dança, direção de Lu Favoreto (1999/2000). É diretora e orientadora vocal da Cia Movimento Cênico Bem Dito Seja. É membro-fundador e leitora da Cia. de Leitores Públicos, na qual também coordena grupo de pesquisa regular em leitura de literatura em voz alta. Nos últimos anos tem desenvolvido pesquisa performativa sobre a enunciação na cena: voz, palavra e discursividades. Atualmente é pós-graduanda no Centro de Artes Cênicas – USP. BOB SOUSA - fotografia É mestre em artes cênicas pelo Instituto de Artes da Unesp, com a pesquisa intitulada O lugar da fotografia na cena teatral paulistana no século XXI e autor dos livros Retratos do teatro (Editora Unesp) e Atos de Coexistência – 30 anos do Núcleo de Artes Cênicas do Sesi-SP (Editora Sesi). No momento, está preparando projeto de pesquisa de doutorado em teatro para 2024, com indicação do Profº Dr. Alexandre Mate como orientador. Integra a comissão do juri de Teatro da APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte – SP e do Prêmio Arcanjo de Cultura. Na última década, os mais importantes espetáculos que ocuparam os palcos da cidade foram captados por seu olhar, e foram centenas de profissionais que tiveram seus projetos documentados. Nos últimos 20 anos, fotografou mais de 300 espetáculos teatrais e festivais de teatro, dentre os quais o Festival MIRADA/SESC nas edições 2016/2018 e 2022 e a Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, MITsp. É responsável pelo registro dos figurinos da obra do Grupo Macunaíma, de Antunes Filho, para a Coleções e Acervos Históricos do CPT_ Sesc LAERTE KÉSSIMOS - programação visual Artista multidisciplinar, atua também como artista visual em diversas áreas, como pintura, escultura, desenho, artes têxteis, bordado, fotografia (still e movimento), cinema e vídeo, dirigindo e editando filmes e vídeos, artes gráficas e motion graphics. Sua produção em artes visuais é de grande maioria recente (a partir de 2017) tendo realizado a exposição individual COMO SE DESENHA UM CORAÇÃO, parte do projeto SER JOSÉ LEONILSON, solo de Laerte que estrou em novembro de 2019, solo que revisitava a obra e biografia do artista falecido em 1993, vítima da AIDS. Vencedor Prêmio Revista DasArtes 2022 - escolha do juri. Alguns trabalhos no teatro: O AGORA QUE DEMORA de Christiane Jathay | UNFAITHFUL de Owen Maccafferty, direção Lavínia Pannunzio | 1984 direção Zé Henrique de Paula | REFLUXO de Angela Ribeiro, direção Eric Lenate | UNFAITHFUL de Owen McCafferty, direção Lavínia Pannunzio | AO PÉ DO OUVIDO, direção Zé Henrique de Paula A VIDA NA PRAÇA ROOSEVELT de Dea Loher, direção de Rodolfo García Vázquez | NO CORAÇÃO DO MUNDO de Tony Kushner, direção Zé Henrique de Paula e VESTIDO DE NOIVA de Nelson Rodrigues, direção Eric Lenate ANA CLÁUDIA ALVIM SIMÃO psicóloga clínica Psicóloga Clínica e Psicoterapeuta Sexual e de casal. Graduada em Psicologia pela Universidade Gama Filho(RJ). Diploma de Pós- Graduação Psychosexual Therapy pela Middlesex University and Wittington Hospital - Londres (Reino Unido). Masters in Sexuality pela Southbank University - Londres (Reino Unido). Atuou na Victória Clinic (Londres) como Psychosexual Therapist e Westminster Hospital (Londres) como voluntária na ajuda de pessoas com Aids. Trabalha há 28 anos em consultório. É palestrante e comanda o programa Libertas, na TV Democracia no Youtube. Programa este que aborda temas como amor, sexo, relacionamento e saúde mental. JOÃO PENTAGNA - psicanalista Escritor com dois livros publicados (Contos Malditos (2015), Somos Todos delirantes (2022)); graduado em Psicologia, mestrado em Psicologia clínica pela PUC-SP; doutorando no PPG DIversitas-USP. Atualmente atuando como esquizoanalista com atendimentos clínicos individuais e produzindo imersões grupais focadas nos estudos do inconsciente animista.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.