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O projeto Pintando História Com Café será uma exposição de pinturas com café, acompanhado de uma série de eventos em cinco cidades, quais sejam: Espírito Santo do Pinhal; Caconde; São Sebastião da Grama; Santo Antônio do Jardim e São João da Boa Vista que serão protagonistas do evento, que estão localizadas na região da Mogiana, consideradas as maiores produtoras de café do Estado de São Paulo, o qual pretende valorizar esses locais, cujos os autores poderão compartilhar e perpetuar suas histórias. Pretende criar uma conexão ainda mais profunda entre os amantes do café e da pintura, por meio de entrevistas e pesquisas com os moradores, produtores e pessoas que tenham historias e memorias com o café. Haverá um espaço especial dedicado a oficinas de pintura, que iniciantes e experientes poderão explorar sua criatividade e aprofundar seus conhecimentos sobre a arte de aquarelar com café. Além disso, palestras e debates com profissionais das artes plásticas proporcionarão momentos de troca de ideias e experiências, enriquecendo ainda mais o projeto.
As obras contam um pouco do universo vasto da criação, onde encontrar sentido no que se vive é também uma forma de se contar uma história. Oferecendo ao público possibilidades de interpretações, observações e recordações afetivas e olfativas, onde o aroma do café se torna um estímulo sensorial presente em todo o ambiente da exposição. A EXPOSIÇÃO TEM O CAFÉ COMO PROTAGONISTA AO FAZER DESTE TEMA E TÉCNICA, NA EXPRESSÃO ARTÍSTICA DE FOTOGRAFIAS, DESENHOS E PINTURAS. Para desenvolver a exposição a artista apresentará as imagens fotográficas captadas por meio das entrevistas e transformadas em pinturas diversas, sendo o café o foco, assim como suas relações presentes com as pessoas, sentimentos, lembranças e momentos especiais.
Objetivo Geral: Realizar uma exposição de pinturas com café, acompanhado de uma série de eventos, oficinas e palestra em cinco cidades: Espírito Santo do Pinhal; Caconde; São Sebastião da Grama; Santo Antônio do Jardim e São João da Boa Vista que serão protagonistas do evento, que estão localizadas na região da Mogiana, consideradas as maiores produtoras de café do Estado de São Paulo, pinturas que utilizam o café como material de trabalho principal, com obras hibridas expostas que contarão historias e memorias de pessoas que vivem nestes locais. Objetivos Especificos: Despertar no público alvo a motivação de relembrar a própria história resgatadas através do contato direto com o material exposto. Fortalecer as relações entre a arte e a comunidade, por meio de ações de mobilização e sensibilização artística visando promover maior interação entre ambos. Fomentar no público a apreciação às artes plásticas e ao universo artístico cultural Descentralizar o acesso à cultura, exposições e as artes plásticas. Oferecer conhecimento e informação teórica, visual e técnica que permitam compreender a criação artística, o pensamento estético e as temáticas contemporâneas. Apresentar de uma forma conceptual e plástica um segmento nas artes contemporâneas Estimular o sensorial através do olfato devido ao aroma do café presente na exposição.
Pintando histórias com café" não será apenas uma exposição, mas uma verdadeira jornada pelo mundo do café sob o ponto de vista de pessoas conectadas com o café de alguma forma, convidando o público a descobrir, saborear e se emocionar com cada história onde a combinação de palavras e imagens criará uma experiência sensorial única, onde o aroma do café parecerá quase palpável em cada pintura que serão ilustradas pela artista visual Valéria Espinhara, que tem á vários anos, uma pesquisa pessoal nas artes com café, essas pinturas que primeiramente vem de um processo de pesquisa. O projeto Pintando História Com Café se configura como uma exposição e série de eventos de alto valor cultural, pois promove o resgate e a valorização da história da produção cafeeira nas cidades da região da Mogiana, uma das maiores áreas produtoras de café no Estado de São Paulo. A proposta transcende o campo das artes visuais ao entrelaçar o café como elemento histórico e cultural, criando uma ponte entre o patrimônio imaterial e a expressão artística. O projeto se alinha aos princípios da Lei Rouanet ao buscar: Valorização da Cultura Local: Com foco nas cidades do Espírito Santo do Pinhal, Caconde, São Sebastião da Grama, Santo Antônio do Jardim e São João da Boa Vista , a iniciativa destaca a cultura e as histórias locais, promovendo um espaço para que os moradores e produtores de café compartilhem suas memórias e vivências relacionadas ao cultivo do café. O registro fotográfico serão feitas em papel reciclado e a tinta sendo apenas o café, liquido ou pastoso. O objetivo dessa exposição "pintando histórias com café" é apresentar diversos relatos em forma de histórias que estejam relacionados ao café e com pessoas apaixonadas por ele e que têm uma ligação especial com a uma das bebidas mais consumidas no mundo. Cafeicultores, plantadores, baristas e entusiastas em geral serão convidados a compartilhar uma história, uma memória sobre essas relações com o café e a arte. A exposição será acompanhado de uma série de eventos nessas cidades, buscando a valorização desses locais, cujos os autores poderão compartilhar e perpetuar suas histórias criando uma conexão ainda mais profunda entre os amantes do café e da pintura. Haverá um espaço especial dedicado a oficinas de pintura, que pessoas do povo, iniciantes e experientes poderão explorar sua criatividade e aprofundar seus conhecimentos sobre a arte de aquarelar com café. Além disso, palestras e debates com profissionais das artes plásticas proporcionarão momentos de troca de ideias e experiências, enriquecendo ainda mais o projeto. O lançamento será um evento, que promete ser um verdadeiro encontro de paixões, quando o aroma do café se mistura ao encantamento de histórias pessoais do local, sendo um encontro de celebração, aprendizado e, acima de tudo, de conexão entre pessoas que compartilham o amor pelo café e pela artes contemporâneas. A exposição será hibrida com fotografias, desenhos e pinturas utilizando café como tinta aquarelável. A textura e o tom únicos do café conferem às imagens, um charme rústico e autêntico, evocando uma sensação de nostalgia e aconchego. Cada imagem expressará a essência de uma história vibrante, sendo que as nuances de marrom acompanham a narrativa e variam desde os tons mais claros, quase dourados, até os mais escuros, quase negros, criando profundidade e contraste. A conexão da artista com o café é afetiva, nascida no estado do Paraná, em sua infância morou na roça, no sítio, em colônia, seus pais trabalharam na lavoura do café, desde o plantio, a colheita, a secagem, a moagem......" todos os meus irmãos trabalhavam na roça e sendo a caçula a levavam junto, e para que eu não saísse de perto dela, minha mãe me amarrava no pé de café para que eu permanecesse em seu entorno". "Meu processo criativo é hibrido, uma combinação de técnicas, começando com a fotografia, capturando a imagem que será transformada em desenho. Priorizando a sustentabilidade, opto pelo papel reciclado…Meu processo criativo é hibrido, uma combinação de técnicas, começando com a fotografia, capturo a imagem que será transformada em desenho. Priorizando a sustentabilidade, opto pelo papel reciclado nesse processo. A partir desse trabalho, desenvolvo narrativas visuais, registrando encontros, lugares visitados e a vida desses locais através dos detalhes de sua arquitetura, ruas, habitantes e beleza singular. O objetivo principal deste projeto é criar um universo afetivo, conectando memórias e histórias, explorando estímulos sensoriais, oralidade e pintura para inspirar a criação de um livro que envolve a arte e café." (Val Espinhara) O projeto prevê a intervenção artísticas em cinco municípios, que se concentra a produção de café do interior do estado de São Paulo, quais sejam: Espírito Santo do Pinhal; Caconde; São Sebastião da Grama; Santo Antônio do Jardim e São João da Boa Vista que juntos possuem 70,7% da área cultivada. Esses municípios são renomados não apenas pela quantidade, mas também pela qualidade do café que produzem. O terroir dessas regiões, com suas altitudes, clima ameno e solos férteis, contribui para a produção de grãos com características únicas, apreciadas tanto no mercado interno, quanto no exterior. Com as paisagens , por pequenas propriedades familiares se dedicam ao cultivo do café, preservando tradições passadas de geração em geração, ao mesmo tempo em que adotam técnicas modernas de cultivo sustentável. A colheita do café, que ocorre geralmente entre os meses de maio e agosto, é um período de intensa atividade nas fazendas. Os cafeicultores trabalham arduamente para garantir que cada grão seja colhido no ponto ideal de maturação, garantindo assim um produto final de excelência. Após a colheita, o café passa por um rigoroso processo de beneficiamento, os grãos são secos, descascados e selecionados antes de serem embalados e enviados para torrefadores e consumidores ao redor do mundo. A economia local desses municípios é fortemente influenciada pela produção cafeeira, gerando empregos e promovendo o desenvolvimento regional. Eventos como festivais de café e feiras agrícolas são comuns, proporcionando oportunidades para que os produtores exibam seus produtos, troquem conhecimentos e celebrem a rica cultura do café. De fato, o café é mais do que uma simples commodity nessas regiões; ele é um símbolo de tradição, trabalho árduo e orgulho comunitário. E cada xícara de café que se aprecia, seja em uma cafeteria urbana ou em uma casa de campo, carrega consigo um pedaço da história e da paixão desses dedicados cafeicultores paulistas. Dessa forma entendemos que a relevância desse projeto não esta só na técnica de pintura, fotografia, na oficina que será realizada a troca de saberes, mas também o resgate histórico, ao retratar a história de pessoas e da comunidade por meio da pintura com café, o projeto contribui para o resgate e a preservação da memória local. Utilizar o café como meio artístico não só conecta o projeto à cultura local, mas também reforça o valor simbólico e econômico desse produto na história e no cotidiano da comunidade, sendo que o projeto pode inspirar outros artistas e a própria comunidade a explorar novos materiais e formas de expressão, fomentando a criatividade e a experimentação artística. O projeto Pintando História Com Café pode ser enquadrado em diversos dispositivos da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) e do Decreto nº 5.761/2006, considerando seus objetivos culturais, educacionais e de valorização do patrimônio cultural. Aqui os principais artigos e incisos relevantes para o enquadramento estão: Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) - Artigo 3º, incisos II e III: Estes incisos tratam da valorização e da difusão do patrimônio cultural brasileiro e da promoção de eventos culturais e artísticos, respectivamente. O projeto contribui para a preservação e divulgação da história do café, conectando-a às artes plásticas, o que fortalece a memória e a identidade local.
O Projeto e todo o processo tem o café como protagonista e será desenvolvido e ilustrado por meio de imagens fotográficas e pinturas diversas, tendo o cuidado de torna-las inclusivas, para que sejam apreciadas por todos. Sendo o café o foco, assim como, suas relações presentes com as pessoas, sentimentos, lembranças e momentos especiais que serão preservados e empregados na construção de novos produtos culturais como catalogos e livros de ilustrações e memórias. Se a memória carrega o sentido primeiro de tamanho empenho, entendemos aqui na apresentação dessa produção que, através da arte o ordinário e o extraordinário se entrelaçam e se completam.
As obras envolvem fotografias, desenhos e pinturas em papel reciclado, tamanho A4 e a tinta sendo apenas o café liquido ou pastoso. As molduras serão em madeira natural também pintadas com café em tamanho específico para o papel A4. Para a exposição as obras criadas a partir das memórias da população entrevistada serão doadas para cada protagonista contou sua historias com o café, tornando a inspiração para criação das obras pela proponente
Arquitetônica: Rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, banheiros adaptados, vagas de estacionamento, iluminação adequada, e demais recursos que permitam o acesso. Comunicacional: Língua Brasileira de Sinais - Libras. Audiodescrição, legendas, linguagem simples, Atitudinal: Capacitação de equipes, contratação de profissionais com deficiência, formação e sensibilização de agentes culturais, e outras medidas que visem à eliminação de atitudes capacitistas.
O Presente projeto será 100% gratuito, colocando a disposição do Ministério para circular com a exposição em outras regiões do país . Nos município que o projeto for realizado, propomos entrar em contato com o Centro de Referencia de Assistência Social - CRAS dos municípios e priorizar o publico em vulnerabilidade social de seus serviços, bem como das organizações da sociedade civil na oficina de pintura e na visita monitorada a exposição.
Maria Valéria Miguel EspinharaProponente e Artista plástica288.663.358-51 Mulher Preta. Criará obras exclusivas através de memórias e lembranças do público local selecionado. Realizará oficinas de pintura de café para a população em vulnerabilidade social inscritos através do CRAS local. Fará palestra em exposição e oficina sobre a trajetória profissional e técnicas utilizadas VALÉRIA ESPINHARA foi assistente de produção cultural na Oficina Cultural Carlos Gomes - Unidade Regional da Secretaria de Estado da Cultura de 1999 a 2004, e coordenadora técnica no Teatro Municipal de Limeira em 2010. Recebeu o prêmio de melhor atriz com o espetáculo “A Bomba Anatômica” - Cia. Pêlo de Gato Preto (2009), em diferentes mostras e festivais. Em 2016, fez o registro fotográfico e em vídeo da oficina de “Clown” realizada no Centro Cultural do Brasil em Lima – PERU. Em 2018, no “Festival Internacional Áudio Visual Miguel Obviols” - Catalunha – ESPANHA, onde ganhou o 1° lugar nas categorias melhor vídeo e júri popular, tendo como parte da premiação uma visita guiada e aula prática na “l'escola Superior de Cinema i Audiovisuals de Catalunya (ESCAC)” em BARCELONA. Também em 2018, realizou através do Mapa Cultural Paulista sua exposição fotográfica “Reverbera”, projeto que visa registrar o universo musical de uma banda marcial somente através de reflexos. Em 2019, fotografou e participou como atriz do “Festival Internacional de Las Artes Callejeras Artecalle” 2019 – Cuenca – Azuay – EQUADOR. Em 2020, teve o projeto “Selfie-se quem Puder” aprovado no PROAC LAB. Também em 2022, realizou através da Secretaria Municipal de Limeira o curso de 3 meses “ Selfie Feminina”. Atualmente é arte educadora no CAMPL, e professora de fotografia pela Secretaria da Mulher e Desenvolvimento Social do município de Cordeirópolis-SP. Fez a cenografia de várias produções como o espetáculo “Permita que eu fale” direção Jhonatan Xavier, lançamento do livro “Há Beleza na Resiliência” da poetiza Hellen Araújo, Ópera La Liberazione, maestrina Natalhia Laranjeira (Indaiatuba), entre outros. Em 2023 participou do Festival Internacional de Artes de Ruas em Santa Clara - CUBA com sua exposição hibrida “GRÃO” - CAFÉ, ARTE, MEMÓRIA, com curadoria de Lea Moraes, essa exposição está em circulação no interior do estado de São Paulo, acontecendo em Limeira e cidades da região. Em março de 2024 participou do Festival da Semana Santa na cidade Quíndio, onde realizou sua exposição em seis cidades na Colômbia. Foi contemplada em 4 projetos na lei Paulo Gustavo 03/2023 - (Cinema expandido " A Estação", vídeo arte "Mais de mais de meio caminho Andado", "Elaboração de Projetos, entendendo editais" e a exposição Grão") Portfólio: https://www.canva.com/design/DAEJqZQXN7A/X8AppokvRxP65afXzJ_Giw/view#5 Léa MoraesCuradoria160.659.418-40 Mulher Branca Pessoa Surda Oralizada Fará a curadoria e orientação para a artista durante todo o processo. Lea Moraes vive e trabalha em Limeira, SP, Brasil. Formada pela FAAL (Faculdade de Administração e Artes de Limeira, SP, Brasil). Teve ao longo de suas pesquisas e produções orientação de artistas como Cecília Stelini, Sylvia Furegatti e Edith Derdyk. Participou como aluna especial do curso de Especialização em Artes Visuais pela UNICAMP, SP. Concluiu pós Graduação em Arte e Educação pela Casa Tombada, SP, Brasil. Atua como docente na FAAL Limeira nas disciplinas de desenho e performance e como professora de artes plásticas pela Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Limeira. Artista visual seu trabalho transita pelas linguagens da performance arte, desenho e instalações. Participou de várias exposições, festivais e projetos de performance no Brasil e em outros países, como Argentina, Colômbia e Cuba. Últimos Projetos apresentados: Em 2017 - Acciones Al Margem, Festival Internacional de Performance, Bucaramanga, Colômbia. lll SEMANAU – Instituto de Arquitetura e Urbanismo, USP, São Carlos, SP, Brasil. Com o tema Arquiteturas entre domínio e subversão, participação como convidada para falar sobre arte e meio urbano. ARTISTA|PROFESSOR|PROPOSITOR – Centro Cultural UFSJ Solar da Baronesa, São João Del Rei, MG, Brasil Em 2018 – ll Seminário Nacional do Grupo de Pesquisas sobre Arte Pública. 2018. (Seminário). Em 2019 – OCUPAÇÃO NO CANDIDO – Equinócio: ó – aqui – o – nosso, realizado no antigo Hospital Cândido Ferreira em Sousas, Campinas, SP, Brasil, com curadoria de Cecília Stelini. Em 2020 - Entre mujeres" - Galería Casa Digital BGA gracias a una alianza entre la Corporación Escenarios de Mujer con sede en Bucaramanga, Colombia y la galería AT/AL/609 Lugar de Investigaciones Artísticas con sede en Campinas, Brasil. Em 2021 - Curadoria da exposição “Hoje o Dia Promete..” em homenagem ao artista Sidney Roland, Museu Major José Levy Sobrinho, Limeira, SP, novembro de 2021 Em 2022 – Atuou junto a Faculdade de Administração e Artes, FAAL, como orientadora do projeto da Galeria FAAL (um laboratório do curso de Licenciatura em Artes Visuais), em 2022, organizando exposições de artistas convidados, de resultados das disciplinas práticas do curso, realizando curadorias e selecionando projetos de exposições. Incisão - Maio 2022 Defective - Setembro 2022 Presentidade - Mostra Coletiva Outubro 2022 851 motivos para virar uma flor - Dezembro 2022 Em 2023 - Participou do “Seminário Materialidade e criação na arte contemporânea”, evento promovido pelo PPG Artes Visuais da Unicamp e pelo Curso de Formação de especialistas em Design Gráfico da Unicamp, realizado no dia 10 de Agosto de 2023, Curadoria da Exposição Sidney Roland em acervo, Galeria de Artes Faal Limeira, Limeira SP Curadoria da exposição Grão de Valéria Espinhara, Shopping Pátio, Limeira, SP Produção da Exposição Na flor da Impressão, Galeria FAAL 2023,Limeira SP Ana Maria Leme da Silva SampaioDiretor Executivo065.627.058-60 Mulher Branca Profissional responsável pela assessoria de administração geral do projeto, confecção de relatorios parcias e finais e prestação de contas. Ana Maria Leme da Silva Sampaio, graduação em Serviço Social pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1982). Pós-graduada em Administração e Elaboração de Projetos Sociais pela Unigranrio. Coordenadora curso de Serviço Social do ISCA Faculdades 2017 a 2021. Docente do Curso de Serviço Social do Instituto de Ciências Aplicadas- ISCA Faculdades 2007- 2021. Docente no curso de Serviço Social das Faculdades Integradas Claretianas - Rio Claro 2012 a 2014 Ex - Servidora pública da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Social SEDS. Presidente e secretária do COEGEMAS - Colegiado Estadual de Gestores Municipais - Frente Paulista de Gestores Municipais.2013 a 2016 Presidente do CEPROSOM - Centro de Promoção Social Municipal, sendo gestora da Política da Assistência Social do município de Limeira, gestão 2013 a 2016. Atualmente presta assessoria, consultoria, palestras e realiza formação, nas políticas sociais, com ênfase na Política de Assistência Social. GILIO MIALICHI NETO DE OLIVEIRAORIENTADOR DE PESQUISA273.005.278-09 Homem Branco Fará a assessoria da curadoria e orientação de pesquisa para a artista durante todo o processo. Currículo artístico Gilio Mialichi Neto de Oliveira Formação Artista visual e arte educador. 2004 – 2006 | Graduação - Licenciatura Plena em Educação Artística (habilitação em Desenho e Artes Plásticas) - Centro Universitário de Araras “Dr. Edmundo Ulson”, Araras-SP 2007-2008 Pós-Grad. Estética e Hist. da Arte, na mesma instituição. Cursos, oficinas e palestras com Ivo Mesquita, Ana Paula Cohen, Renato Brolezzi, Leda Catunda, José Resende, Sônia Salztein, Sérgio Romagnollo, Laura Vinci, Sylvia Furegatti, Marco do Valle, Guto Lacaz, Cecília Stellini, Tadeu Chiarelli, Regina Johas, Cláudio Cretti, Juliana Monachesi, Geórgia Kyriakakis, Rubens Espírito Santo, Edith Derdik, Carmela Gross, Iran do Espírito Santo, Ana Teixeira, Ricardo Resende, Tuneu, Clarissa Diniz, Claudinei Roberto, Ana Elisa Egreja, Andrés Hernández, Marcelo Moscheta, Eduardo Fernandes. Premiações 2020 | Prêmio Ouro no 83º. Salão Ararense de Artes Plásticas 2018 | Prêmio Ouro no Salão de Artes Plásticas de Rio Claro 2015 | Prêmio Ouro no 75º. Salão Ararense de Artes Plásticas 2014 | Prêmio Aquisitivo no 74º. Salão Ararense de Artes Plásticas 2008 | Prêmio Prata no Salão de Arte de Catanduva 2007 | Prêmio Bronze no XXIV Salão Limeirense de Arte Contemporânea 2005 | Prêmio Aquisitivo no XXIII Salão Limeirense de Arte Contemporânea Exposições 2024, 2020,2008 | 21º., 17º. e 6º. Território de Arte de Araraquara 2023, 2022 | 3ª. e 1ª. Mostra na Oposta de Arte e Coletividade, Limeira-SP 2022,2023 | 8º. Salão de Arte FUNDART 10 x 10, Montenegro-RS e Pelotas-RS 2021 | Ciclo de Ações Performáticas , AT|AL|609, Campinas-SP 2021 | 17º. Salão Ubatuba de Artes Visuais 2021, 2017 | 27º. e 24º. Salão de Artes Plásticas de Praia Grande 2019 | 12º. Salão de Arte Contemporânea de São Bernardo do Campo 2019 | 18º. Salão Nacional de Arte, MAC Jataí-GO 2019 | Aonde estão os outros...?, Subsolo – Laboratório de Arte, Campinas-SP 2019 e 2017 | 7º. e 6º. Rio das Artes – SESC, Piracicaba-SP 2018 | Corpo Substância - Galeria Ponto de Fuga, Curitiba-PR 2017, 2012 e 2009 | 49º., 44º. e 41º. Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba 2015-2016 | Mostra Bienal Caixa de Novos Artistas 2015 | Performance em Encontro – SESC, Campinas-SP 2014 | 15º. Salão Municipal de Artes Plásticas de João Pessoa 2014 | 23º.Salão Curitibano, Curitiba-PR 2014, 2012 | MC 1 e MC2 – Movimentos Convergentes, Limeira-SP e Campinas-SP 2013 | 41º. Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, Santo André-SP 2013 | Festival de Performance - Acciones al Margen, Bucaramanga-Colômbia 2013 | Mostra de performance “Convergência” – SESC, Palmas-TO 2013 | 5º. AVD – Encuentro de Acción en Vivo y Diferido, Bogotá-Colômbia 2013 | Voa Leo – AT|AL|609, Campinas-SP 2013 | XII Festival de Apartamento de Performance, Uberlândia-MG 2012, 2011 | 3º. e 2º. Prêmio Belvedere de Arte Contemporânea, Paraty-RJ 2010 | 61º. Salão de Abril de Fortaleza-CE 2010 | 38º. Salão da Primavera – MAM, Resende-RJ 2009 | 20ª. Mostra de Arte da Juventude no SESC, Ribeirão Preto-SP Obras em acervo Museu Major José Levy Sobrinho, Limeira-SP; Centro Cultural “Leny de Oliveira Zurita”, Araras-SP; Pinacoteca Municipal Pimentel Jr., Rio Claro-SP. Criticas Texto/comentário escrito por Oscar D’ambrósio e Elvira Vigna Publicações Livro Evocações da Arte Performática [2010-2013]; Livro Salão Histórico 2010 “Salão de Abril – De casa para o mundo. Do mundo para casa. 1980-2009”
PROJETO ARQUIVADO.