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PRONAC 2414234Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A CASA DE VIDRO Experience 1

INSTITUTO CULTURAL ITALO BRASILEIRO
Solicitado
R$ 889,0 mil
Aprovado
R$ 889,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-12-31
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A CASA DE VIDRO Experience 1 é um projeto multimídia que prevê o desenvolvimento de um aplicativo para smartphone (Android, iOS, HarmonyOS) que serve como interface para acessar a alguns serviços realizados especificamente para a visita à Casa de Vidro, Museu Bo Bardi. O conteúdo principal será um áudio-guia interativo, que acompanha o visitante dentro da Casa-Museu e fora, no jardim. O usuário poderá ter acesso, também, a outros serviços digitais, informativos e lúdicos. O projeto A CASA DE VIDRO Experience 1 se apresenta como primeira etapa de um serviço ao público que pode ser complementado no tempo com outros itinerários, outros conteúdos sonoros e interativos, para diferentes tipos de usuários (idade e interesses). Esta primeira etapa do projeto fornece ao Museu a ferramenta principal (o APP), um primeiro conteúdo sonoro (áudio-guia imersivo em três idiomas), 12 possibilidade de interação com o ambiente interno e externo (objetos de design e obras de arte, árvores etc.), diversos conteúdos informativos, e um vídeo reel de apresentação e promoção.

Sinopse

A CASA DE VIDRO Experience 1 é um projeto multimídia que prevê o desenvolvimento de um aplicativo para smartphone (Android, iOS, HarmonyOS) que serve como interface para acessar a alguns serviços realizados especificamente para a visita à Casa de Vidro, Museu Bo Bardi. O conteúdo principal será um áudio-guia interativo, que acompanha o visitante dentro da Casa-Museu e fora, no jardim. O usuário poderá ter acesso, também, a outros serviços digitais, informativos e lúdicos. O projeto A CASA DE VIDRO Experience 1 se apresenta como primeira etapa de um serviço ao público que pode ser complementado no tempo com outros itinerários, outros conteúdos sonoros e interativos, para diferentes tipos de usuários (idade e interesses). Esta primeira etapa do projeto fornece ao Museu a ferramenta principal (o APP), um primeiro conteúdo sonoro (áudio-guia imersivo em três idiomas), 12 possibilidade de interação com o ambiente interno e externo (objetos de design e obras de arte, árvores etc.), diversos conteúdos informativos, e um vídeo reel de apresentação e promoção. O APP A CASA DE VIDRO pode ser instalado acessando as três principais plataformas: App Store (Apple), Play Store (Google) e App Gallery (Huawei). O APP se utiliza através fones de ouvido e toca as faixas sonoras a partir das ações do usuário. O APP é projetado para utilizar o smartphone como meio para ativar os conteúdos multimídia através da câmera do smartphone e/ou contato, para facilitar ao máximo sua manipulação. O APP é estruturado para garantir o funcionamento “em background”: os percursos sonoros podem ser ativados sem necessariamente interagir fisicamente com a tela do smartphone. Quando se aproveita da interface do APP dentro dos ambientes da Casa de Vidro e seu Jardim, o APP reproduz os conteúdos multimídia automaticamente, sem a necessidade de tocar a tela, através: · scanning dos QR Code com a webcam do smartphone. Os QR Code (de dimensões indicativas de 5-6 cm) estarão impressos em Totem desenvolvidos e realizados especificamente para o Museu de acordo com a identidade visual do projeto. O APP vai reproduzir imediatamente o conteúdo multimídia correspondente, logo o código será reconhecido. · scanning dos tag NFC por contato. Os Totem estarão equipados também de uma TAG NFC que pode ativar os conteúdos através do contato do smartphone com a superfície do Totem. A utilização do desbloqueio através da tecnologia NFC Code Touch faz parte das iniciativas para dar acessibilidade aos conteúdos sonoros às pessoas com deficiência visual. · ativação de conteúdos suplementares através reconhecimento de objetos com webcam. O smartphone reconhece um objeto específico por meio da tecnologia AR (Augmented Reality), pois essa tecnologia não pode ser utilizada por pessoas com deficiências visuais a oferecemos como BÔNUS, não determinante para a experiência. Alguns dos conteúdos multimídia, como o vídeo Reel, de apresentação, (que serve também como produto de promoção às visitas), assim como os conteúdos informativos fundamentais, são conteúdos abertos, disponíveis uma vez instalado o APP . O áudio-guia e os outros produtos multimídia a ele interligados, podem ser ativados somente dentro dos espaços do Museu, com scanning dos QR code ou ativando os TAG NFC por contato. O percurso guiado é constituído por diversas faixas sonoras (voz e paisagem sonora) por uma duração complexiva de 30 minutos, mais as 12 etapas interativas (conteúdos suplementares, que não são exclusivamente sonoras, mas também visuais), somando cerca de 3 horas de conteúdos multimidia. Estimando assim uma visita (experiência) de mediamente uma hora - uma hora e meia. Os conteúdos suplementares são informações mais detalhadas sobre algo específico, como uma peça de design, uma pintura, uma fotografia etc. são conteúdos sonoros originais e vídeos de arquivo (entrevistas, depoimentos, palestras), são também interações lúdicas, como filtros e máscaras para fotografias com smartphone, neste caso serão percebidos bônus com função de gadget, oferecidos pelo museu. A experiência vem denominada IMERSIVA porque será realizada por um pool de criativos que trabalhará com o intuito de surpreender o visitante, na composição do roteiro e da narrativa, e nas múltiplas paisagens sonoras criadas por um(a) musicista, coincidentes com os lugares que o visitante atravessa: o jardim, a cozinha, a sala etc. A consultoria de um comitê científico do próprio Museu garante aos visitantes a altíssima qualidade e originalidade dos conteúdos. As possibilidades interativas interligadas ao percurso são ações suplementares que proporcionam ao visitante da renomada casa-Museo dos cônjuges Bo Bardi uma experiência única, imersiva, interativa, criativa e didática. Para essa primeira fase do projeto propomos além da versão em português, uma versão em inglês e uma em italiano. relembrando enfim que A CASA DE VIDRO Experience 1 é uma plataforma DINÂMICA, que pode ser alimentada, ao longo do tempo, de novos conteúdos, aumentando as possibilidades interativas, e de novos itinerários, para exposições temporárias e para visitas didáticas de diversos níveis escolares.

Objetivos

A CASA DE VIDRO Experience 1 é um projeto didático, AUDIOVISUAL, de acervo, inovador, que se resume na criação de de áudio-guia INTERATIVA, IMERSIVA, MULTILINGUE, que proporciona aos visitantes uma experiência sensorial de aprendizagem, que une tecnologia, arte e história, o projeto é proposto na Casa de Vidro de Lina Bo Bardi. Esse projeto está sendo apresentado pelo ICIB por serem instituições parceiras e terem o mesmo dirigente. Fundado em 1990 por Lina Bo Bardi e Pietro Maria Bardi, o Instituto Bardi / Casa de Vidro é uma organização da sociedade civil de fins não lucrativos com sede na cidade de São Paulo, Brasil; é dedicado à produção intelectual no campo da arquitetura, do urbanismo, do design e das artes. O Instituto tem como missão dar continuidade à atuação de seus fundadores, Lina Bo Bardi e Pietro Maria Bardi. Seus objetivos incluem preservar e divulgar o legado artístico de Lina e P. M. Bardi; garantir a conservação e organização de seu acervo _ constituído por desenhos, projetos, correspondências, documentos e outros _ e facilitar o acesso ao público; colaborar em publicações, exposições, palestras e seminários dentro do campo cultural e artístico; apoiar projetos que promovam as artes plásticas, as artes visuais e a arquitetura brasileiras; incentivar intercâmbios entre intelectuais e criadores brasileiros e estrangeiros; manter sempre atuais os seus valores em consonância com o tempo presente. O Instituto dedica-se, também, a transformar sua sede em um espaço de troca de conhecimento, estabelecendo um diálogo construtivo com a sociedade e defendendo a liberdade de pensar, criar e debater. Para isso, mantém a Casa de Vidro como um espaço ativo por meio da visitação, da organização de suas próprias exposições, palestras e seminários, e também a partir da locação de algumas áreas de suas instalações para a realização de eventos culturais.

Justificativa

A Casa de Vidro é um ícone da arquitetura moderna no Brasil, foi o primeiro projeto construído da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi. O loteamento da antiga Fazenda de Chá Muller Carioba, na região do Morumbi, em São Paulo foi o local escolhido para construção, iniciada entre 1950 e 1951. A Casa de Vidro foi residência do casal Lina Bo e Pietro Maria Bardi por mais de 40 anos, ganhou este nome por sua fachada imponente de vidro que parece flutuar sobre pilares. O jardim da Casa de Vidro, que ocupa uma área de 7.000 m2, expressa o amor do casal pela riqueza natural brasileira. Cuidadosamente planejado e implantado pela própria Lina, a vegetação rasteira da época transformou-se em floresta particular, com trilhas decoradas com pedras e cacos de cerâmica. Além de marco arquitetônico, a Casa de Vidro tornou-se ponto de encontro de artistas, arquitetos e intelectuais. Grandes nomes como Max Bill, Steinberg, Gio Ponti, Calder, John Cage, Aldo van Eyck e Glauber Rocha encontravam na residência do casal Bardi o espaço ideal para discussões culturais, ideológicas e sociais. A Casa de Vidro constitui espaço de pesquisa e troca de ideias entre pesquisadores, profissionais e estudantes do Brasil e do exterior. Tombada pelo CONDEPHAAT em 1987, hoje abriga a sede do Instituto Lina Bo e P.M. Bardi que tem como objetivo promover e divulgar a arquitetura, design, urbanismo e arte popular, tornando-se Casa-Museu. A CASA DE VIDRO Experience é um projeto didático que proporciona aos visitantes da Casa-Museu uma experiência sensorial de aprendizagem, que une inovação, arte, e história, com o intuito de se utilizar das novas tecnologias a serviço da divulgação desse importante ponto cultural da cidade de São Paulo, atraindo não somente o público especificamente interessado na arquitetura, mas principalmente o grande público, brasileiro e estrangeiro, contribuindo para tornar o Museu da Casa de Vidro um verdadeiro ponto turístico da cidade.

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

O projeto se propõe em criar, desenvolver e realizar o aplicativo A CASA DE VIDRO Experience para smartphones, para sistemas operativos Android, iOS, HarmonyOS. · Se propõe de planejar, desenvolver e realizar seus conteúdos fundamentais: A realização de um áudio-guia, interativo, imersivo, multilíngues. 12 etapas interativas suplementares. 6 gadgets digitais (bônus). A realização de um vídeo reel, (breve duração para visualização em smartphone), de apresentação e promoção do Museu. · De criar e desenvolver a identidade visual: para o aplicativo, Wayfinding no espaço, dos objetos-suportes dos QR code e construção destes últimos. O projeto será composto por quatro equipes de trabalho. - Técnica (que se ocupa do desenvolvimento informático do APP e de inserir os conteúdos e da manutenção). - de Criação (que escreve, cria, e realiza os conteúdos multimídia originais). - Comitê científico (o conjunto de arquitetos, historiadores, professores escolhidos pelo Instituto Bo Bardi, especialistas nos trabalhos e nas biografias de Lina Bo e Pier Maria Bardi que indicam, orientam, e avaliam os roteiros e os conteúdos informativos e didáticos). - de Produção (a equipe que coordena os diferentes núcleos e as etapas de trabalho, cuida do aspecto organizativo e administrativo).

Acessibilidade

A Casa de Vidro está vem passando por adequações e conta com todos os recursos de acessibilidade física para a locomoção, quanto a banheiros, rampas, guias tãteis, etc. Ainda, o projeto prevê a Acessibilidade de CONTEÚDO prevendo medidas para compreensão de todas as pessoas, como se trata de um áudio guia, contemplamos a audiodescrição e legenda descritiva e visita sensorial.

Democratização do acesso

As visitas serão gratuitas às terças-feiras. Curso de história da língua e da arte (de comunicar) dos italianos do Brasil. O Brasil é o terceiro país das Américas por numero de imigrantes italianos acolhidos entre o 1876 e 1990. O fluxo migratorio tocou o apice no periodo entre 1886 e 1895 com 503.599 expatriados. Os italianos que chegaram trouxeram consigo a cultura peculiar das regiões de proveniência, os venetos, os trentinos e os friulanos do norte da bota chegaram antes, os campanos e os pulheses dos sul chegaram depois, nas primeiras décadas do século XX. No começo do 1900 a Itália era um país jovem e recém unido, as diferenças regionalistas eram sensíveis, não só no que dizia respeito aos costumes, como na lingua falada. Ouve um momento no qual o concerto linguistico dos dialetos italianos era falado pela maioria da população da cidade de São Paulo, tanto que foi dado até um nome para esse novo e estranho idioma: português macarrônico; enfim, o sinônimo da presença no Brasil da complexa e variegada cultura italiana da época não podia que ser gastronomico. São lugares comuns importantes, por nada banais: a mesa, a fala, os cantos populares, a leitura, a literatura, os sons, a gestualidade, os ritos privados e públicos, a concepção e a construção dos lugares onde morar, onde sair, onde dançar, onde se representar, as galerias, os museus, até chegar aos teatros, de opera, de prosa e de revista. O curso, coordenado pelo diretor teatral italiano Alvise Camozzi, se propõe de explorar e analisar a contribuição italiana para construção da identidade coletiva brasileira. Uma viagem no tempo e na história da arte do Brasil do começo do século XX, através de oito encontros, de 3 horas cada. 1 encontro _ O macarrônico, e os dialetos italianos falados no brasil. 2 encontro _ A lingua da cozinha italiana e suas derivações brasileiras. 3 encontro _ Cantos, musicas e o samba italiano. 4 encontro _ As operas. 5 encontro _ O teatro de revista. 6 encontro _ Pintores e aventureros. 7 encontro _ Galeristas e marchands 8 incontro _ Poetas, gráficos e editores. O curso gratuito se terá na sala auditorio do ICIB, por um numero máximo de 30 pessoas, será filmado e em sequencia editado e transmitido na plataforma Oblò.

Ficha técnica

ALVISE CAMOZZI - DIRETOR ARTÍSTICO/GERALNascido em Veneza (Itália) começa a fazer teatro muito jovem na escola de comediadell’arte A L’ Avogaria, para depois se formar na Escola de Arte Dramatica Paolo Grasside Milão (1998) com o diretor alemão Martin Wuttke.Entre 1998 e 2001 trabalha na Itália como ator em diversas produções, colabora comdiretores de prestigio dentro do panorama italiano comoCristina Pezzoli, Massimo Navone, Sabrina Sinatti e Veronica Cruciani, Antonio Sixty,Massimiliano Cividati entre outros. Muda para São Paulo em 2002.No Brasil se dedica á encenação de autores contemporâneos e á escrita de seustrabalhos cénicos em dialogo com as artes visuais e sonoridades eletrónicas. Trabalhacomo autor e ator também para a televisão e cinema. É ativo como curador de eventosculturais.TEATRODirigiu João Miguel em Só (prêmio Shell em 2008) e Caroline Abras em Babel (2010)textos da dramaturga italiana Letizia Russo (já prêmio UBU em 2003 e premiada pelaassociação dos críticos italianos pelo conjunto de sua obra em 2019), com a qualcolabora em diversas criações como a performance sonora tresirmasoundscape, quefez parte de um conjunto de experimentos pelos quais recebe o prêmio Fomento aoTeatro da cidade de São Paulo em 2013. Colabora na escrita de Void em 2018 e paraseu último experimento cénico Venice Island Fast Food, em 2019 em colaboração como diretor Rubens Velloso, todos encenados para o Sesc São Paulo. Em 2018 Russoconvida Camozzi na Itália para colaborar com Franco Visioli (artista italiano que em2020 recebeu o Leão de Ouro na Bienal de Veneza) para criação da performance YouKnow I'M No Good para a Bienal de Veneza (College), e para atuar ao lado de PaoloMusio (um dos atores teatrais mais renomados do teatro italiano) em Filottete, para aAccademia Nazionale Silvio D’Amico.No Brasil, outras direções de Camozzi que receberam a atenção da crítica são OBosque (The Wood) de David Mamet, Lela & C de Cordelia Lynn, O Feio (Der Hässliche)de Marius Von Mayenburg entre outros trabalhos teatrais para adultos e crianças. Parao público infanto-juvenil criou espetáculos sempre relacionados a música, dirigiuMozart apaga a luz, o Astronauta (a partir do universo musical de David Bowie), Yuuki(com músicas japonesas antigas, indicado ao prêmio FEMSA), Bertoldo o Tubarão quequeria ser gente (a partir de Bertold Brecht e as sonoridades de Kurt Weill). Escreveu edirigiu o trabalho musical Rossini Hits para o centro experimental de música do SESCSão Paulo, com direção musical do maestro Gabriel Rhein Schirato.Como ator, (entre os numerosos espetáculos aos quais participa) foi convidado pordiretores como o consagrado Gabriel Villela pelo qual interpretou Mefistófeles emFausto Zero de Goethe ao lado de Walderez de Barros e Vera Zimmermann (foitambém assistente de G.Villela em Don Carlo de Verdi no Theatro Municipal), e pelodiretor ítalo-brasileiro Mauricio Paroni de Castro com o qual colabora em muitosprojetos teatrais, entre os quais o monologo Correnteza de Gabriela Mellão, autora ediretora brasileira de renome pela qual interpreta Krogstad em Casa de Boneca deIbsen. Foi Rodrigo em Otelo ao lado do ator global Diogo Vilela.CINEMA, TV E artes visuais.Para o cinema, recentemente foi coach italiano e ator no filme ainda em produçãoDueto com Giancarlo Giannini, Marietta Severo e Michele Morrone (direção deVincente Amorim). Atuou ao lado de Monica Bellucci no film Na Quebrada, escreveu edirigiu o curta The Sick Rose. For Seven To Eight. The Third Book. Atuou em "ImparPar" di Esmir Filho (prêmio de melhor ator no Festival di Maringá) e "Primeiro Ato"(Festival de Rotterdam) de Matheus Parisi. Escreveu (em colaboração de Eliane Caffé eChristine Rhörig) e protagonizou a minissérie O louco do Viaduto. Atuou na série daGlobo "O Caçador", foi um dos protagonistas da novela "Corações Feridos" da SBT,atuou em "Carrossel e “Um só coração”, entre outras participações. Colaborou nacriação do premiado documentário Desempregados de Zarella Neto. Foi dramaturgistae performer para obra Jardim Europa da artista portuguesa Priscila Fernandes (Bienalde São Paulo) atuou para a artista Tatiana Blass na obra Electrical Room para o museuof Contemporary Art di Denver, realiza em colaboração com o artista William Zarella avídeo-obra Jumpstart. Para Tv atuou em muitas campanhas publicitarias, Fiat, HSBC,Havaianas, Brahma, Sadia, McDonald’s, Elma Chips, Sky, Bob’s, Ceratti e outras. Foilocutor pra Fiat na campanha de sensibilização para o covid-19, foi speaker em inglêsda campanha mundial da AMBEV, speaker italiano em muitos trabalhos entre os quaisNestlé Gelato, e trabalhos institucionais do Estado do Rio e do Estado de Goiás.CURADORIAS e colaborações.Foi curador para o Sesc São Paulo em colaboração com o Istituto Italiano di Cultura deduas mostras de dramaturgia contemporânea italiana: Come in uno specchio (Videoteatro italiano) e Italia em Pedaços (a primeira em colaboração com o crítico e escritoritaliano Luca Scarlini). Sempre para o Sesc foi curador em colaboração com ChristineRhörig, William Zarella e Rachel Brumana, da mostra Grimm Agreste, premiada pelojornal Estado de São Paulo como melhor evento cultural para o público infanto-juvenilem 2013. Traduziu para o Festival Scena, L’Amica Geniale trabalho encenado pelacompanhia italiana Fanny e Alexander e First Love do artista italiano Marco D’Agostin.William ZarellaDesenho Industrial pela Fundação Armando Álvares Penteado (2000).Desenvolve trabalhos de pintura, escultura e instalação. Atualmente tem sua pesquisa focadanas intervenções da paisagem urbana de maneira efêmera, através de instalações site specifc.No campo da escultura desenvolve trabalhos focados na captura de paisagens imaginárias e daimensidão. Vem utilizando como matéria prima a cera de parafina, explorando os limitesfísicos de um material extremamente arredio aos processos de acabamento e montagem.Fez assistências aos artistas Mariko Mori, Gabriel Sierra, Robert WilsonDesde 2010 faz assistência, desenhos técnicos e a construção das obras que compõe oAbramovic Metod, da artista Marina Abramovic.É membro da Società dei Lavoratori dei Mare, grupo que desenvolve espetáculos teatrais,mostras de artes visuais, vídeo e dramaturgia contemporânea, sempre trabalhando comprojetos inéditos e autorais.Trabalha como diretor de arte e cenógrafo da Elastica SP, empresa especializada em projetos,produção de exposições.José Sampaio é artista visual e diretor de arte baseado em São Paulo, especializadoem motion graphics, video mapping e ambientes de instalação audiovisual. Com oa.k.a Insumo Collage, tem se destacado como animador e colagista sendo responsável porvinhetas e animações de séries, festivais de cinema e documentários. Ministra cursos eworkshops sobre as novas possibilidades de narrativa dentro do audiosivual contemporâneo.Conheça o seu trabalho no site insumocollage.com.Paulo Fehlauer, Jornalista graduado pela ECA-USP, mestre em Letras pela UniversidadeFederal de São Paulo (Unifesp), com especialização lato sensu em Formação de Escritores peloInstituto Vera Cruz (SP). Fundador da produtora Garapa (2007) e da Casa da Cultura Digital(2009), possui 14 anos de experiência como jornalista de texto e imagem, videomaker, escritore artista multimídia, além de uma longa trajetória como coordenador e educador em oficinas ecomo professor convidado em instituições no Brasil e exterior. Podemos destacar entre seustrabalhos Garapa Produções, São Paulo, SP , » Trabalhos artísticos exibidos no Brasil e exteriore integrantes de acervos como o do MAM-SP e Instituto Moreira Salles, entre outros; »Desenvolvimento e realização de documentários e séries documentais para TV, cinema e web,além de filmes institucionais e publicitários; » Realização de oficinas de cocriação em cinema eartes visuais no Brasil e América Latina.Dan Maia é músico e ator. É sound designer e compositor de dezenas de espetáculos.Colaborou com diretores como Gabriel Villela (indicado ao prêmio Shell de melhor música paraFausto Zero e Vestido de Noiva), Marcelo Lazzaratto, Maria Thais, Tadashi Endo, AlexandreReinecke, Lígia Cortez, Marcio Aurelio, Dan Stulbach, Cia. de Dança Palácio das Artes (PrêmioSesc/Sated – Melhor Trilha Sonora de Espetáculo de Dança de 2002 e Prêmio Sesc/Sated –Destaque Especial 12 anos em Trilha Sonora de Dança), Roberto Alencar, Mika Lins, NelsonBaskerville (indicado ao Prêmio Shell de melhor música com 1Gaivota – é Impossível Viver semTeatro), entre outros. Entre seus últimos trabalhos estão Concerto para João, com direção deCassio Scapin e texto de Sérgio Roveri, A-VÓS da Nave Gris Cia. Cênica de Dança; O Rio de JezButterworld com Maria Manoella, Nelson Baskerville e Virginia Cavendish; Romeu e Julieta 80,com Renato Borghi e Miriam Mehler e Ha Dô, de Tadashi Endo.Marisa Riccitelli Sant´ana – Sócia-fundadora e Produtora do Coletivo Phila7 desde suacriação, com larga experiência em produção, fez a direção de produção de óperas,peças, orquestras tais como Carmina Burana – Via Funchal, O Guarani e Mulheresde Verdi – Theatro Municipal de São Paulo. Foi coordenadora responsável peloprograma educacional Arte e Criatividade, no Instituto Pão de Açúcar deDesenvolvimento Humano e Diretora Administrativa, por 5 anos e da Orquestra deCâmara da Universidade de São Paulo (OCAM). Produziu dois Cds: Villa-Lobos emParis, agraciado com o prêmio Bradesco Prime em 2007, e Água de Fonte com ClaudiaRiccitelli e Nahim Marun.No Coletivo Phila7 produziu todos os seus espetáculos tais como Play on Earth noTeatro UNIP com duas companhias estrangeiras: Station House Opera de Londres eTheatreworks de Singapura. No mesmo ano produziu o espetáculo A Verdade Relativada Coisa em si de Beto Matos e Marcos Azevedo dentro do Festival Emoções Artificiais3.0 do Itaú Cultural em SP, ganhador do prêmio de Dramaturgia pela Funarte. Em 2007o espetáculo de dança OP1 de Mirella Brandi, contemplado pelo Rumos Dança ItaúCultural a remontagem da peça A Verdade Relativa Da Coisa Em Si no Teatro SergioCardoso, o Festival RODA no espaço do GAG entre outros. Em 2008 fez a direção deprodução do espetáculo do Phila7 What’s Wrong with the World?, dentro da sériePlay on Earth, em conjunto com a Compania Inglesa Station House Opera e produziu oCD Água de Fonte de Claudia Riccitelli e Nahim Marun. Foi também responsável pelasproduções de Crush de Mirella Brandi, O Homem da Camisa Branca de Beto Matos eAparelhos de Superar Ausência do Coletivo Phila7, este premiado na 20ª. Edição doFomento ao teatro em São Paulo. Em 2017 produziu o espetáculo Código Aberto comPhila7 e Coato.Em 2010 produziu dois espetáculos de dança internacionais: Conjunto di Nero de EmioGreco & Pieter Scholten e Royal Dance da Cia Moare Danza, dentro da Mostra deArtes do SESC 2010. Foi produtora da segunda edição do NOVO..Em 2011 produziu o espetáculo Fausto ComPacto de Marcos de Azevedo, Joel Inzunzae La Casa para a Bienal de Dança SESC e os espetáculos The Continuum: Beyond theKilling Fields da Cia Theatreworks de Singapura e Out of Time de Colin Dunne. Em 2012produziu Profanações no OI Futuro Flamengo, de Rubens Velloso com o Coletivo Phila7além dos espetáculos Gemelos da cia Teatrocinema, dentro do Festival MIRADA, oespetáculo DRESSING THE CITY the Angie Hiesl na Mostra SESC 2012 e o espetáculoVIOLET de Meg Stuart da Cia Damaged Goods. Entre 2013 e 2019 produziu diversosespetáculos internacionais tais como o espetáculo de circo francês Ile O, Belonging,Underart e A O Lang PHO para o Festival SESC de Circos, Nosostres, Principio deParcimônia, A Posto, La Polar, Festival Novíssimos Portugueses, Trajal Harrel, Let meStay, Más Pequenos que el Guggheim, Vacio, Blue Remix e Banos Roma, Corpos emEspaços Urbanos , Big Bang, Still Life e An Old Monk – estes dois últimos para a MITsp– Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, e os espetáculos portugueses de TeatroInfantil Poemas Para Bocas Pequenas e Nana Nana no Centro Cultural de São Paulo .Produziu também em 2013, Aparelhos de Superar Ausência do Coletivo Phila7,ocupando todo o espaço da Oswald de Andrade, este premiado na 20ª. Edição doFomento ao teatro em São Paulo. Também produziu para o Festival MIRADA osespetáculos A Capela, World of Interiors, Lábio de Liebre e Cuando Estallan las Paredes.Em 2017 produziu a instalação O Olhar do Boto do artista plástico Aguilar, na piscina doSESC Consolação.Neste mesmo período produziu da Cia Phila7 os espetáculos Terreno Baldio, CódigoAberto e 30 apresentações do espetáculo O Homem da Camisa Branca em teatrosmunicipais da cidade de São Paulo.Entre os trabalhos em 2019 destacam-se Enrolando um Becket de Rubens Velloso eAlvise Camozzi no Teatro Centro da Terra, Venice Island Fast Food com direção de AlviseCamozzi, no SESC Consolação, e a Produção Executiva do Festival Scena – SemanaItaliana da Arte Contemporânea em São Paulo no SESC Pompéia.Em 2020, além da coordenação de Logística da MITsp, produziu a revista cultural onlineOBLÒ, alcunefavole.art.br com 10 contos de Rodari por ocasião dos 100 anos do seunascimento e produz a Plataforma MIT+ que entrará no ar em 04/03/2021.Desde 2017, na MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, é Coordenadorade Logística.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.