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PRONAC 2414268ArquivadoMecenato

CORPUS EM VIDAS - CIRCULAÇÃO NACIONAL

PARIS SERVICOS E TREINAMENTOS LTDA
Solicitado
R$ 609,6 mil
Aprovado
R$ 609,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

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Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
Iúna
Início
2024-12-01
Término
2025-12-01
Locais de realização (3)
Serra Espírito SantoVitória Espírito SantoRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar a turnê internacional do espetáculo "CORPUS EM VIDAS", do diretor e dramaturgo Cesar Huapaya. O espetáculo será apresentado na cidade do Rio de Janeiro. Produzido no Espírito Santo o espetáculo "CORPUS EM VIDAS" é um espetáculo que mistura teatro-instalação, música, dança, vídeo projeções e práticas performativas. É um trabalho de antropologia da performance com uma encenação aberta ao diálogo sobre a ancestralidade, a escravidão (colonial e contemporânea) o racismo epistêmico e a resiliência dos povos afromaeríndios no Brasil. Por que o homem continua criando para si corpus sem vidas, corpus torturados, vendidos, prostituídos, explorados e escravizados em pleno século XXI? Como buscar e afirmar uma memória de um corpo decolonial nas civilizações africanas escravizadas no Brasil? Nesse espetáculo buscamos a afirmação de uma subjetividade e corporificação de uma memória decolonial.

Sinopse

Montagem e circulação do espetáculo "CORPUS EM VIDAS".Corpus em vidas é um espetáculo que mistura teatro,instalação, candomblé, vídeo, dança e práticas performativas. É um trabalho de antropologia da performance com uma encenação aberta ao diálogo sobre a escravidão e o racismo epistêmico. A dramaturgia da peça indaga por que o homem continua criando para si corpus vidas, corpus torturados, vendidos, prostituídos, explorados e escravizados em pleno século XXI? Como buscar e afirmar uma memória de um corpo decolonial nas civilizações africanas escravizadas no Brasil? O roteiro divide-se em trinta e cinco momentos imagens distintas e relacionam-se entre si. Abordamos o tema da escravidão contemporânea, que implica na violência de aprisionar seres humanos na África para vendê-los ao Brasil e depois revendê-los na Europa, juntamente com a questão do êxodo mundial, que se transformou em exploração, violência e tortura. A questão da memória e seus traumas no sistema mundo brasileiro são apresentadas nas cenas. Indagamos e colocamos uma subjetividade afirmativa da memória africana que foi apagada pelo processo zomayi no passado e no presente. Buscamos a afirmação de uma subjetividade e corporificação de uma memória decolonial nesse espetáculo. A primeira parte do espetáculo é uma cartografia da história da escravidão no Brasil . No Brasil oitocentista, evidentemente, a escravidão estava por toda parte: nas primeiras décadas do século a população escrava chegou a constituir quase a metade da população total no Brasil. O país foi construído pelas mãos dos pretos até o século XIX.O gestus social do espaço desnuda, nesta instalação-espetáculo, a violência sofrida pelos pretos Kodjo-José e Kodjo-Maria, que se presenta como os primeiros africanos vítimas da escravidão no Brasil em nosso roteiro. Os atores em depoimentos antropológicos falam de sua memória de da violência sofrida na sociedade branca na periferia e na escola. Mostrando através do vivido o racismo epistêmico. Nos relatos dos performers também resgatam a história de seus parentes que é a história do Brasil. Discutindo o papel do preto e da mulher preta no passado e no presente. De persona contando suas vidas os performers pretos de nosso espetáculo viram personagens nessa ficção de uma dramaturgia documental e histórica.Tudo isso orquestrado junto com uma banda que transforma as memórias em música e dança. Na segunda parte do espetáculo a criação da peça oferece a oportunidade de efetuar uma revisão crítica sobre a história da escravidão contemporânea e dos êxodos. Três personagens percorrem o roteiro da peça: uma preta Kodjo(Suely Bispo), que representa a força das mulheres guerreira e dos orixás, um homem preto Kodjo (Roberto Claudino), que é a história do homem africano que foi escravizado e continua lutando contra a exploração de seu corpo no mundo. O mar é a ligação desses seres humanos entre os continentes. De forma resumida esses personagens, personas são as sínteses da história conturbada da formação do Brasil. Um trabalho sobre a memória contemporânea dos descendentes afro-brasileiros, que foram africanos que viraram brasileiros e voltaram para África. Essa África que hoje retornar para Europa, onde milhares de pessoas são escravizadas e enviadas em barcos para Europa e América A peça apresenta uma série de instalação, vídeo e quadros cruzados de interlúdios musicais, inspirados em Mami Tchamba e Nanã Burukuou (vodu do candomblé no Brasil e na África). A viagem do Kodjo(José) do Atlântico negro oferece uma estrutura narrativa em que a posição social dos protagonistas - e dramática que o personagem central - está mudando constantemente, seria a história colonial e pós-colonial do homem africano. Ao contar sua história, nós colocamos em jogo a questão de seu status atual. A pesquisa do espetáculo, as performances desencadeiam resultados das investigações, com a mudança de status de um tipo de informação científica que o material dramático pode proporcionar.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a circulação internacional do espetáculo "CORPUS EM VIDAS", do diretor e dramaturgo Cesar Huapaya. O espetáculo será apresentado no Rio de Janeiro. Produzido no Espírito Santo o espetáculo "CORPUS EM VIDAS" é um espetáculo que mistura teatro-instalação, música, dança, vídeo projeções e práticas performativas. É um trabalho de antropologia da performance com uma encenação aberta ao diálogo sobre a ancestralidade, a escravidão (colonial e contemporânea) o racismo epistêmico e a resiliência dos povos afromaeríndios no Brasil. Fugindo da questão do exotismo e da tradição, o espetáculo debate a questão contemporânea dos problemas do homem africano e do brasileiro escravizados ontem e hoje. Para isso o espetáculo utiliza o apecto histórico, lúdico, musical e poético dessa população em trânsito. Adotando o candomblé e as matizes afroameríndias como dramaturgia e técnicas corporais. Mostrando seu valor cultural, criando uma dramaturgia do gestus social e afro-futurista.Por isso iremos apresentá-lo nessas cidade propostas a fim de levar difusão e a reflexão para lugares tão importantes na história e cartografia da colonialidade e decolonialidade dos nossos povos. As apresentações serão feitas na cidade do Rio de Janeiro(7 apresentações) De acordo com o Art. 3º do Decreto 11.453, de 23 de março de 2023, a propostacontribui para:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas deexpressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades quecompõem a sociedade brasileira;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bensculturais;VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural,da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e osarranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental;XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para aprodução e a difusão culturais;XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. Objetivo Específico Circulação das apresentações artísticas do espetáculo "CORPUS EM VIDAS" com 7 sessões, sendo na cidade do rio de Janeiro. Os teatros onde serão apresentados o espetáculo são de médio a grande porte. Estima-se atingir entre 2000 a 3000 pessoas como público. O espetáculo tem 1h e 45 minutos de duração. Os performers do espetáculo são formados por uma banda composta por 3 ogãs (percussão), 1 baixista, 1 baterista, 1 flautista e 1 guitarrista. São 10 atores profissionais que cantam e performam em cena junto com mais 3 bailarinos. O espetáculo "CORPUS EM VIDAS" tem uma importância fundamental no debate e afirmação dos habitus afro-brasileiros e dos imigrantes pretos no Brasil. O espetáculo foi concebido dentro da proposta da antropologia da performance. Restaurar essas partituras dos povos afroameríndios no país, é um grande exercício antropológico de diálogo com o público brasileiro e Africano. Todas as apresentações do espetáculo serão apresentadas em formato gratuito e de ampla divulgação. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Em atendimento ao Art 30 da IN em seu parag. 2º, inciso II, - Ação Formativa gratuita. Faremos uma séries de Workshops com o diretor do espetáculo, o diretor musical, a preparadora corporal do elenco, e com os atores do espetáculo para alunos e professores de escolas da rede pública no Espírito Santo no Brasil e na França com refugiados e participantes de projetos sociais . Esta ação visa a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto. O inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Esta ação formativa cultural corresponderá a pelo menos 10% do quantitativo do publico previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente, sendo destes, 50% ( cinquenta por cento) constituídos de estudantes e professores de instituições publicas de ensino da Cidade de Vitória, Espírito Santo. Serão 20 horas de workshop, divididos em 04 dias, 5hs por dia, contemplando até 200 pessoas por dia ou a critério do diretor Cesar Huapaya em conjunto com as escolas quando estabelecerem um cronograma. Nas escolas as atividades serão realizadas na cidade do Rio de Jsneiro, por exigir uma infraestrutura mais complexa. Além das apresentações do espetáculo, todo processo das oficinas e palestras serão registradas em vídeo, para realizarmos uma documentação do processo das apresentações e das interações com os diversos públicos que pretendemos atingir.

Justificativa

A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas no Art.1° da Lei 8.313/1991, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art.3° da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°da Lei 8.313, atenderá, os seguintes objetivos: II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. "Corpus em Vidas" apresenta e debate conceitos estigmatizados e preconceitos executados contra a cultura afroameríndia brasileira.Valorizando e afirmando a performance africana e ameríndia brasileira. O projeto de encenação do espetáculo instalação Corpus em vidas tem uma importância fundamental no debate e afirmação dos habitus afro-brasileiros e dos imigrantes pretosno Brasil. O espetáculo foi concebido dentro da proposta da antropologia da performance. Resgatando o respeito às tradições afro. Restaurar essas partituras do candomblé, dos indígenas e do homem afro-brasileiro são um grande exercício antropológico dediálogo com o público brasileiro e Africano. Esse espetáculo de forma lúdica, musical e onírica promove a reflexão dentro da perspectiva decolonial e da performance a construção das manifestações afros de forma afirmativa no Brasil. Propondo um olhar crítico que foge da tendência culturalista eexótica que vê as manifestações performativas afro como objetos. Esse espetáculo foge dessa perspectiva da antropologia do exótico de colonialidade. Buscando uma nova forma de narração e leitura antropologia decolonial. Nossas peformances debatem os seguintes tipos de abordagem: a) o combate ao eurocentrismo e etnocentrismo; b) As linguagens performativasafricanas; a quebra da barreira e do conceito do que é arte e não-arte nas práticas deperformance da sociedade Africana no Brasil; c) Relato sobre a escravidão ontem e hoje; d) Desconstrução sobre o personagem imigrante; e) Afirmação da cultura afroameríndia no Brasil e no mundo. "Corpus em Vidas" oferece ao público a oportunidade de efetuar uma revisão crítica sobre a história da escravidão contemporânea e dos êxodos. Esse espetáculo é um trabalho sobre a memória contemporânea dos descendentes afro-brasileiros, que foram africanos que viraram brasileiros e voltaram para África. Fazemos neste espetáculo uma reconstrução fictícia de um mundo social quealimentam contradições contemporâneas em sociedades. Ao contar sua história, nós colocamos em jogo aquestão de seu status atual. Temos, assim, a criação de um ponto de vista que permite considerar a descrição dentro de uma perspectiva não etnocêntrica, que destaca sua historicidade decolonial da civilização africana no Brasil O espetáculo oferece a oportunidade de efetuar uma revisão crítica sobre a história da escravidão contemporânea e dos êxodos. Um trabalho sobre a memória contemporânea dos descendentes afro-brasileiros, que foram africanos que viraram brasileiros e voltaram para África. Essa África que hoje retorna para Europa, onde milhares de pessoas são escravizadas e enviadas em barcos para Europa e América Os frutos destas investigações são os materiais artísticos dos processos criativos elaborados durante ateliers interdisciplinares de etnocentologia. A peça apresenta uma série de instalação, vídeo e quadros cruzados de interlúdios musicais, inspirados em Mami Tchamba e Nanã Burukuou (vodou-deusa do candomblé no Brasil e na África). A viagem de Kodjo-josé e Kodjo-Maria no Atlântico negro oferece uma estrutura narrativa em que a posição social dos protagonistas - e dramática que o personagem central - está mudando constantemente, seria a história colonial e pós-colonial do homem africano. A posição atual da comunidade afro-brasileira no espectro social - tanto aqui como em outros lugares, nativos e estrangeiros, dominantes e dominados, escravizadores e escravizados - está no centro da performance. Esta identidade é o dispositivo dramático central, é também a alavanca que permite a distância (e a dimensão do problema universal).

Estratégia de execução

Corpus em vidas é um espetáculo decolonial que fala da escravidão e da cultura afro-brasileira. As imagens como as palavras em corpus sem vidas são como armas que estão nos campos dos conflitos. Ela carrega um dispositivo de violência ao revelar toda a ideologia do fascismo epistêmico e da escravidão no passado e presente. Quando expõem o africano e afro-brasileiro como objeto e escravo nesse zoo humano. Passado e presente revelam seu lado histórico de perseguição e preconceitos contra o preto e a figura do imigrante hoje. Desconstruir a imagem e montagem da exposição de uma população ou da criação artística revela um paradigma político e uma nova dramaturgia no século XXI. O nosso espetáculo tem como proposta debater os paradigmas e a desconstruções dos estereótipos sobre a escravidão no Brasil. O objetivo desse espetáculo performance é mostrar como podemos combater os conceitos estigmatizados e preconceitos executados nas criações das personas e não personagens nas artes da cena e na performance social (teatro, cinema, dança, TV, performance e museus). Tendo como proposta de análise o estudo do gestus social do performer, da sociedade e do discurso de Aníbal Quijano, Guattari, Deleuze, Aimé Césaire, Nelson Maldonado-Torres, Frantz Fanon, Michel Foucault, Suely Ronik, Jean Bazin, Alban Bensa, Judith Butler, Brecht e Georges Didi-Huberman. Explorando as proposições de Frantz Fanon, Didi-Huberman e Brecht. O laboratório de pesquisa parte da hipótese que pensar uma imagem decolonial pode ajudar a conhecer melhor nossa história. Desvendando e montando com a imagem que revela todo o dispositivo e pensamento de um determinado grupo social. Interrogando sobre a recepção da imagem de Walter Benjamin e a imaginação na questão ética de Hannah Arendt. Esse espetáculo, performance prática, mergulha na experiência da imagem como modelo histórico do presente, passado e futuro. O conceito de presente dilatado, aonde o passado vai em direção ao futuro e presente. Revelando um tempo anacrônico. A imagem se revela como montagem nesse teatro performance que apresenta esse corpo presente em visagem como conhecimento do mundo. Uma nova tomada de posição dos artistas performers e antropólogos, diante de um mundo invadido por informações e tecnologias fascistas. As mãos são presentes na encenação, elas que tocam, indicam, pegam, seguram, acariciam, batem e violentam. Vivemos um mundo de xenofobia, intolerância e violência contra as minorias. Debater o devir minoria (Deleuze e Guattari) no mundo contemporâneo continua uma necessidade básica no fazer político das guerras, imigrações e colonizações. A Lei nº 11.645, de 10 março de 2008 torna obrigatório o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio. Divulgado e informando a cultura afro estamos colaborando para formação do povo brasileiro. A criação de uma performance, teatro e instalação oferece a oportunidade de efetuar uma revisão crítica sobre a história da comunidade afro-brasileira. Um trabalho sobre a memória contemporânea dos descendentes afro-brasileiros, que foram africanos que viraram brasileiros e voltaram para África. Os frutos destas investigações servirão de materiais artísticos nos processos criativos durante ateliers interdisciplinares de etnocenologia. A peça apresenta uma série de instalação, vídeo e quadros cruzados de interlúdios musicais, inspirados em Nanã, Mama Tchama, Hêviesso ou de Shango (orixá do candomblé no Brasil e na África). Esta identidade distúrbio é o dispositivo dramático central, é também a alavanca que permite a distância (e a dimensão do problema universal). Vamos fazê-lo a uma reconstrução fictícia de um mundo social que alimentam contradições contemporâneas em sociedades onde a residentes afro-brasileiros. Ao contar sua história, nós colocamos em jogo a questão de seu status atual. Temos, assim, criar um ponto de vista que permite considerar a descrição do considerada uma perspectiva não etnocêntrica, que destaca sua historicidade e múltiplas rotas caráter das sociedades africana e brasileira. “Enredado no processo de criação teatral, o espetáculo é uma investigação etnográfica clássica”. Baseado na coleção de histórias da família, incluindo construído em torno de biografias, oferecendo a oportunidade de memória de trabalho e uma reflexão sobre a posição atual dos descendentes contemporâneas de afro-brasileiros. A pesquisa do espetáculo, as performances vão desencadear os resultados das investigações, com a mudança de status de um tipo de informação científica que o material dramático pode proporcionar. Veremos que a diferença entre estes dois estatutos, não é contraditório ao ponto de sobreposição. Gradualmente, uma oficina, assim, vai delinear uma "representação de texto" (Brecht) apresenta a evolução da posição relativa entre os personagens, com destaque para a criação teatral como uma situação social. Isso exige admitir que a caixa do teatro se torna um modelo antropológico, como se fossem relações sociais correspondentes aos atores de surpresa - e questionável - escalas que assumimos que o drama de um jogo pode ecoar o esboço de novas relações sociais da sociedade em que o trabalho é construído. A nossa pesquisa espetáculo provoca uma situação que permite que os grupos sociais expressam suas próprias preocupações e reajustar a habitual assimetria da relação, onde os entrevistados são geralmente explicitamente solicitados a intervir na construção do objeto. Corpus em vidas é um espetáculo que possui uma rede interdisciplinar que desenvolve pesquisas com meios ad hoc, com base até o momento, os principais parceiros acadêmicos neste projeto são: • IRIS-EHESS, Paris (França) • Maison des Sciences de l"Homme - Paris-Nord (MSH-PN),Universidade Paris 8, SaintDenis (França) • Universidade de Benin, Departamento de História / Universidade de Benin, do Departamento de Literatura, Lomé (Togo) •Centro de artes da Universidade Federal do Espírito Santo, ES (Brasil) Do ponto de vista da criação teatral, o projeto é apoiado pela CURIO Co. (Saint-Michelsur-Orge, França), Grupo de Teatro Experimental Capixaba (TEC, Vitoria, Brasil) TEATRO OFICINA de Lomé (ATL, Lome Togo) e GAKOKOE COMPANY (Montbéliard, França).

Especificação técnica

Serão feitas 7 apresentações do espetáculo "CORPUS EM VIDAS", do diretor e dramaturgo Cesar Huapaya. O espetáculo será apresentado na cidade do Rio de Janeiro- 7 apresentações O espetáculo tem 1h e 45 minutos de duração. Os performers do espetáculo são formados por uma banda composta por 3 ogãs (percussão), 1 baixista, 1 baterista, 1 flautista e 1 guitarrista. São 10 atores profissionais que cantam e performam em cena junto com mais 3 bailarinos. Também são feitas projeções de vídeo na instalação do cenário do espetáculo.O espetaculo tem mais de 25 figurinos e adereços. Em atendimento ao Art 30 da IN em seu parag. 2º, inciso II, -Faremos ações formativas gratuitas. Faremos uma séries de Workshops com o diretor do espetáculo, o diretor musical, a preparadora corporal do elenco, e com os atores do espetáculo para alunos e professores de escolas da rede pública e vamos atender a 1000 pessoas na cidade do Rio de Janeiro. Esta ação visa a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto. O inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Esta ação formativa cultural corresponderá a pelo menos 10% do quantitativo do publico previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente, sendo destes, 50% ( cinquenta por cento) constituídos de estudantes e professores de instituições publicas de ensino da Cidade do Rio de Janeiro. Serão 20 horas de workshop, divididos em 05 dias, 4hs por dia, contemplando até 200 pessoas por dia ou a critério do diretor Cesar Huapaya em conjunto com as escolas quando estabelecerem um cronograma. Nas escolas as atividades serão realizadas em Vitória, Espírito Santo, por exigir uma infraestrutura mais complexa. Na cidade de Paris e Boussac Bourg serão feitas palestras e workshop com o diretor e os performers com 5 horas de duração no Centro Cultural da Croise e na sede do Femme Emssamble.

Acessibilidade

De acordo com o Art. 27. da Instrução Normativa 11/2024, a proposta cultural contém medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para a linguagem artística de seu produto, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. De acordo com o § 1º os custos com as ações de acessibilidade estão previstos no orçamento analítico do projeto, nas seguintes rubricas: A.) 7 (sete) apresentações GRATUITAS do espetáculo “CORPOS EM VIDAS”, em espaço fechado nas cidadades de Boussac-Bourg e Paris na França. Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, será disponibilizado: Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados. Item da planilha orçamentária: Locação de espaço para apresentação * PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras *PARA DEFICENTES VISUAIS: Audiodescrição Itens da planilha orçamentária: Tradução Simultânea. * PARA PESSOAS DIAGNOSTICADAS COM O ESPECTRO DO AUTISMO (TEA): acolhimento de profissional especializado. Itens da planilha orçamentária: Instrutor. De acordo com o § 2º, o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.

Democratização do acesso

TODOS OS PRODUTOS TEM DISTRIBUIÇÃO INTEIRAMENTE GRATUITA As sete apresentações do espetáculo serão gratuitas, com liberação dos ingressos na portaria até uma hora antes do espetáculo. As Oficinas e Workshops serão todas gratuitas Esta ação formativa cultural corresponderá contemplará no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 2.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente, sendo destes, 50% ( cinquenta por cento) constituídos de estudantes e professores de instituições publicas de ensino da Cidade do Rio de Janeiro. Serão 20 horas de workshop, divididos em 04 dias, 5hs por dia, contemplando até 200 pessoas por dia ou a critério do diretor Cesar Huapaya em conjunto com as escolas quando estabelecerem um cronograma. Além das apresentações do espetáculo, todo processo das oficinas e palestras serão registradas e vídeo, para realizarmos uma documentação do processo das apresentações e das interações com os diversos públicos que pretendemos atingir. A proposta está de acordo com o Art. 29. da NI 11/2024, prevendo medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. De acordo com o Art. 30 a IN 11/2024, em complemento, o proponente prevê a adoção das seguintes medida de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). . Tendo a ciência de que de acordo com o Art. 31, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior

Ficha técnica

Daiani Menassa Zucolotto Huapaya - Coordenadora Geral e Proponente Profissional multidisciplinar com uma trajetória que combina arte e ciência de maneira única e enriquecedora, sua formação reflete uma profunda paixão por cultura, saúde e bem-estar. Sua jornada começou na música, onde atuou como clarinetista da Orquestra Pop&Jazz de 2002 a 2006, e concluiu a graduação em Música pela Universidade Federal do Espírito Santo em 2007. Essas experiências aprimoraram suas habilidades técnicas e sensibilidade cultural, além de valorizar a diversidade e expressividade artística. Seguindo uma paixão pelo cuidado humano, formou-se em Medicina pela Universidade Federal do Espírito Santo em 2016. Esta transição da arte para a ciência permitiu-lhe desenvolver uma abordagem holística e humanista no atendimento aos pacientes, integrando a empatia e compreensão adquiridas através da música. Esses pilares da cultura e do cuidado são centrais ao seu compromisso em servir e impactar positivamente a comunidade. CESAR HUAPAYA -Direção e dramaturgia do espetáculo – INDÍGENA, filho de PERUANO Indígena e avó maternos indígena-preto brasileiro. Fundador do Grupo de Teatro Experimental Capixaba em 1977, Encenador Performer de Teatro, Cinema, Música e Etnocenologia (Antropologia da Performance). Pesquisa a performance afroameríndia brasileira. Autor da tese de Doutorado Teatro e candomblé (Universidade Paris 8,França). Vem encenado desde os anos 1980 espetáculos de teatro e performance com as casas de candomblé no Brasil e na África (Togo). Fundador do Grupo Jazz in bossa (Zomayi em 2009). Bacharel em Artes Cênicas pela UNI-RIO; Pós-Graduado em Teoria e Prática do Teatro, pela UFRJ; Mestre em Teatro pela UNIVERSIDADE PARIS 8, Doutor e pós-Doutor em Estética e Tecnologia da Criação Artística, com especialização em Teatro/ Etnocenologia/Performance pela UNIVERSIDADE PARIS 8, Vincennes Saint-Denis, na França e no IRIS na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris (EHESS). É professor Titular da Universidade Federal do Espírito Santo, do Centro de Artes, onde leciona as disciplinas Artes da Performance, Antropologia do teatro, Interpretação e direção (teatro e cinema). Coordenador do Núcleo de Performance e Antropologia Teatral-CNPq-UFES. Foi aluno e trabalhou sob a orientação de Jean-Marie Pradier (Paris 8), André Marcel D´Ans (Paris 7), Jean Bazin (EHESS), Jerzy Grotowski (Collège de France), Eugenio Barba, Jacques Derrida, Pierre Bourdieu (EHESS), Bernard Müller (IRIS, Paris), Gerd Bornheim (UFRJ) e Mauricio Capovilla (Faculdade da cidade). Responsável por encenações de grande sucesso no teatro capixaba (1977-2023) e no exterior na África e na Europa como Woyzeck,Kambinda, Eu sou vida: eu não sou morte, Fuenteovejuna, Fausto, 50 anos de Bossa nova, Senhorita Júlia, A farsa de Don Jorge e Juliana, Cantantes dos Reis, Um homem é um homem, A flor de Nanã, As Relações Naturais, jazz Teatro e candomblé e Antígona Sangue no Ventre. http://lattes.cnpq.br/7420010035245672 Paulo Sodré- Direção Musical: FORMAÇÃO PROFISSIONAL Conservatório de Música de Londrina – PR Curso de Teoria Musical, Instrumentação – Contra Baixo Escola de Música Villa Lobos do Rio de Janeiro Curso de Arranjo e Orquestração Academia Lorenzo Fernandes do Rio de Janeiro Curso de Teoria e Percepção Musical Universidade Estácio de Sá do Rio de Janeiro Curso de Regência e Composição EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Instrumentista Temporada no Teatro Rival – RJ - acompanhando Daúde / 1987 Temporada na Sala Sidney Muller - Funarte – RJ - acompanhando Sérgio Sampaio e Jards Macalé / 1988 Temporada no Peristróika – Rio de Janeiro - acompanhado as Rolinhas da Novela “ Tieta do Agreste” Rede Globo/1989 Show “Nada Será Como Antes” – Tributo à Elis Regina – Apresentação Miele/ Arranjos Paulo Sodré – Vitória / 2003 Show de Lançamento do CD Sinfonia Popular Capixaba – Paulo Sodré – participação: Gilson Peranzzetta, Mauro Senise e Quarteto Bessler Show “Maria Maria” – 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013 – Arranjos e Direção Musical Show “Convite para ouvir Maysa” – 2008 - Arranjos e Direção Musical Show “Projeto Seis e Meia” Tamy e Roberto Menescal -2008 Show “Elas Cantam Carmen” – 2009 - Arranjos e Direção Musical Show “Ava Araújo e Cliff Korman – 2009 Show “Projeto Seis e Meia” Ava Araujo e Guinga -2009 Mini-turnê em Paris – 2010 – Grupo Jazz in Bossa – Direção Musical e Arranjos Show “Ava Araujo e Filó Machado” – 2010. Curador do Manguinhos Jazz & Blues Festival Integrante da banda Big Bat Blues Band, já se apresentou no projeto Circuito do Blues, Cidade do Blues Festival, Mercado da Música e Rio das Ostras Jazz & Blues Festival Integrante do grupo Jazz in Bossa, realizando turnê na Africa e na Europa. Regina Schimitt- Figurinista- Graduada em História, Regina Schimitt atua como figurinista , aderecista e cenógrafa desde de 1977.Estudou Modelagem e Moulagem Cetiq -Senai-RJ; Cenografia e Adereços com J.C. Serroni-SP; Indumentária e Figurinos- FAAP/ SP; Cenário e Figurino com Pernambuco de Oliveira-Unirio/RJ.Possui em seu currículo mais de 180 espetáculos que inclui teatro, dança, ópera e musicais.Produzidos em diferentes estados do Brasil. No audiovisual foi figurinista de 6 longas-metragens, 5 curtas-metragens , vídeos instalações e filmes publicitários.https://www.behance.net/reginaschimitt Rosi Andrade-Preparação Corporal e Coreografia- Atriz performer desde 1988, Rosi Andrade trabalhou no Grupode Teatro Experimental Capixaba de 1988 à 2008. Residente na França desde 2009 defendeu seu mestrado em Estudos Teatrais na Universidade Paris 8. Possui formação de atriz e coreógrafa pela Escola Internacional de Mimo e Dança Magenia com Ella Jeroszewicz e na Dinamarca com Eugenio Barba e Odin Théâtre. Foi membro da Companhia Théâtre D’Or em 2010 em L’Ode Triomphale de Fernando Pessoa, e desde 2011 cria suas performances em sua companhia Femmes en Scène. Ela desenvolve sua pesquisa a partir dos movimentos e das danças dos Orixás do Candomblé. Priscilla Huapaya- Coordenação e Direção de Produção- Mestre em Comunicação e Territorialidades pela Universidade Federal do Espírito Santo,gosta de explorar as diversas ferramentas da arte para a elaboração de trabalhos criativos com impacto social.Possui mais de 15 anos de experiência de trabalhos com projetos de produção cultural, cinema e indústria criativa.Em seu currículo constam trabalhos em longa-metragens, programas de televisão, espetáculos teatrais, musicais e projetos sociais.https://www.behance.net/prishihu Natan Dias- Cenografia- Graduado em Artes Plásticas pela UFES e possui formação técnica em Arte Dramática pela FAFI. Como artista, é consciente da sua multidisciplinariedade técnica e poética, realizando suas pesquisas junto ao ferro em projetos variados nos campos das artes visuais. Foi indicado ao prêmio PIPA2024, e possui multiplas exposições e cenários.https://www.premiopipa.com/natan-dias/ Suely Byspo- Elenco- Atriz e poeta. É formada em História e Mestre em Estudos Literários pela UFES. Integra o Grupo de Teatro Experimental Capixaba (GTEC), desde 1994, diretor César Huapaya. Participa também do Teatro du Beco, diretora Veronica Gomes. Desde 2010 participa como atriz no Projeto Cidadania Fundamental, da Secretaria de Direitos Humanos, em parceria com a Secretaria de Educação (SEME), da Prefeitura de Vitória. No audiovisual integrou o elenco da novela Velho Chico interpretando Doninha, na Rede Globo. Atua sobretudo no cinema, já tendo participado de mais de 20 filmes, entre curtas, média e longa metragem, ficção ou documentários. É autora dos livros Desnudalmas (2009), Lágrima fora do lugar (2016) e Conversas com o silêncio (2022). Elídio Netto- Elenco-Ator e bailarino, com mais 25 anos de atuação profissional é coreógrafo, bailarino e performer. Investigador de culturas da diáspora africana é idealizador e realizador do Projeto Atelier de Dança Negra Capixaba, projeto que tem com principal finalidade promover a valorização das danças afroorientadas contemporâneas, tradicionais e patrimoniais, com base, principalmente, na filosofia geradora do trabalho artístico da HCDC Homem Cia de Dança e do Grupo de Dança Afro NegraÔ,utilizando de abordagens foi professor no Projeto Formation Corps pour XXIIe Siècle Don son Folo,Mali, África, 2019 a convite da Associação Don Son Folo, sempre com foco na formação de políticas públicas para a dança. Amélia Barreto- Elenco- Cantora e atriz- Cantora e Atriz graduada em História. Participou de bandas como Aurora Gordon, Sol na Garganta do Futuro, Grupo Jazz in Bossa e o trio Afonso Abreu, e em 2014 lançou seu primeiro disco “Chiliques Herméticos”, com o qual viajou para a Atella (Itália) e Aix-em-Provence (França). Faz parte do projeto Zomay.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com o tipo de pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.