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PRONAC 2414272Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

ESCOLA DE FOTÓGRAFOS CEGOS e EXPOSIÇÃO: ITINERÂNCIA RIO DE JANEIRO

ASSOCIACAO SOCIEDADE CULTURA E ARTE SOCA
Solicitado
R$ 358,7 mil
Aprovado
R$ 358,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vila Velha
Início
2025-01-01
Término

Resumo

Exposição "Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto" de um coletivo inédito de 12 fotógrafos cegos do Espírito Santo, no estado do Rio de Janeiro (RJ), permanecendo um mês na cidade, com debates sobre arte e inclusão, ações afirmativas e educativas para a formação de público: rodas de conversa com os autores, oficinas com a equipe da EFC, visitas guiadas para estudantes da escola pública, em função da valorização de pessoas com deficiência, difusão da estética visual contemporânea e construção de um pensamento que contemple diferentes formas de ver, viver e existir.

Sinopse

SINOPSE *PRODUTO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO* 1 exposição com 48 (quarenta e oito) fotografias de um coletivo de 12 (doze) fotógrafos cegos, em espaço público externo. O “não ver” é um ato valorizado na Fotografia Contemporânea e em outras modalidades artísticas, como testemunha “Histórias do Não Ver”, ensaio fotográfico de Cao Guimarães, e as inúmeras performances onde artistas vendam os olhos. Este princípio é radicalizado pelo coletivo “Poéticas da Cena Contemporânea”, propositor do inédito projeto “Escola de Fotógrafos Cegos”. A primeira escola de fotógrafos cegos do Brasil proporcionou a experiência do clique para seis pessoas cegas de nascença e seis com cegueira adquirida, que encontraram, no exercício da Fotografia, um modo de falar que existem. Não só que existem, mas têm o direito de participar da construção de imagens do mundo contemporâneo. E o que a primeira exposição da E.F.C. mostrou com o tema “Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto”, é que, mais do que exercerem um direito, eles contribuem para a estética das Artes Visuais. Fixadas em estruturas de grande dimensão e retroiluminadas por luzes de LED, 48 novas obras, que integram a 2a exposição da Escola de Fotógrafos Cegos, chegam à Nova Friburgo (RJ), curatoriadas a partir da temática do habitar. TEXTO CURATORIAL DE “AQUI EU HABITEI” Revelando uma relação inequívoca de amor com o ato de fotografar, Jarlison Gardiman nos oferece os espaços urbanos onde habita, com seus personagens como Avô João e os sobrinhos Ruan, Luan e Natan. Enquanto as meninas de Manoel Peçanha, na intimidade com a mãe e o jardim, são flagradas em um jogo de captura para constituir a coleção de instantes do pai fotógrafo cego que, refletido em suas pupilas, afetuosamente acompanha suas jornadas diárias. Enquanto a solidão do cão errante no asfalto do bairro de Sayonara Reis, é sinal de liberdade e contraponto da delicadeza do enlaçamento com as mulheres da família, em intencional ode à alegria de estar viva: “Tem alegria, aqui eu habito” (Sayonara Reis). Com a boneca que ela mesma põe escondida atrás da planta, espiando; com o gato que descobriu olhando-a lá de cima da escada; com o jovem de quem chegou tão perto e ao tocar-lhe o rosto isolou um olho; com o branco dos próprios olhos cegos que escancara, Geo Santos testemunha um olhar real sobre o mundo do qual nos oferece imagens. Já as lacunas forjadas por Kellezy Barbosa alargam tempo e espaço, revelando um olhar comprido sobre casas tão distantes (e como ela as torna pequenas!), fechadas as janelas! E sobre uma só, pai e mãe tão perto que a fotógrafa captura-lhes os afetos! E sobre os longínquos anos 70, enquanto a amiga traz para a espessura do toque a imagem projetada que aderiu à parede, Kel é flagrada pintando o olho em autorretrato. E enquanto Maycon Machado suspende o tempo da vila, da cidade e do barco, até mesmo do pescador que, de cabeça baixa e rosto escondido, espera, a fabulação tece os fios da expectativa de que alguém abra a janela, que a feira volte, que o homem continue. Diante do farol, o fotógrafo, e também os peixes o esperam. O limiar onde a ponta do telhado encontra o céu e a borda do papel interrompe o fio infinito das palavras onde não cabem o amor eterno. “Ali um grande amor, amor sem limite, amor sem fim, amor jamais esquecido, amor verdadeiro e sincero. Te amo do fundo do meu coração”: as costas da foto da foto de Elias Barcelos. O tear de partes de objetos parece compor a subjetividade de um autor que se anuncia como vulto atrás da porta, frase-enigma que tentamos entender enquanto sentimos o toque. Enquanto tentamos compreendê-la, a obra nos toca, convidando-nos a entrar por uma de suas portas. Já as histórias de António Fadini estão na sola dos pés, nos cordéis, nos álbuns e na máquina fotográfica, recente instrumento que lhe permite habitar o corpo dos pés à cabeça. Enquanto o envelopa com narrativas, encontra lugar de morada. E como ele mesmo diz, habita ali, nos objetos, na escrita e nas imagens. E como também diz Jarlison Gardimam, torna-se, assim, um habitante de si. É como Jonatas Sobral, que habita o céu, o sonho, o caminho, pois homem disposto a caminhar.“Deus, o que estou fazendo, eu não vou parar, eu vou até o fim”, diz o homem feito de jornadas. “Minha mãe me fez ver que eu precisava habitar um mundo novo”. “A vida é uma prova, a gente só não sabe com quantas questões” (Jonatas Sobral). Um fotógrafo não se faz de uma hora para outra. É preciso reconhecer-se, pensar-se. É preciso autorizar-se. Assim como em outras modalidades de arte, o sujeito se nomeia. Os fotógrafos cegos da Escola de Fotógrafos Cegos estão no segundo ano de formação e, para além da primeira exposição “Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto”, com obras por módulo de ensino, “Aqui Eu Habitei” com conjuntos de autor, dá um passo em direção à construção de uma identidade autoral de cada um. O que podemos extrair, deste habitar imagens que cada um revela, é a importância do ato de fotografar para a pessoa cega. A aderência a esta coisa lisa e sem espessura que se captura ao enxergar, mas pode ser experienciada no ato do qual fazem parte, com entusiasmo, partilha e alegria, assim como se habita a linguagem e o mundo que esta forja enquanto o teor onírico e os enquadramentos ímpares dos autores nos remetem a um ponto de convocação da fantasia e limite do dizer. (Rejane Arruda.) NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.

Objetivos

OBJETIVOS OBJETIVO GERAL O projeto cultural objetiva a inclusão, formação, desenvolvimento e valorização de pessoas com deficiência, especificamente cegas, através da difusão de obras e estudo em Fotografia no município de Nova Friburgo (RJ) OBJETIVOS ESPECÍFICOS A.) EXPOSIÇÃO Uma exposição de Fotografia Contemporânea, com 48 obras de autoria de 12 fotógrafos cegos da E.F.C., fixadas em placas de backlight de grande dimensão sustentadas por estruturas cúbicas, no estado do Rio de Janeiro, no município de Nova Friburgo (RJ) em área urbana e externa, aberta a visitação pública com acesso gratuito, permanecendo 20 dias na cidade; com 04 (quatro) visitas mediadas para grupos de até 30 pessoas mediante agendamento durante o período da exposição e 1 (uma) roda-de-conversa na inauguração, com três fotógrafos-cegos e mediação e duração de 60 minutos. De acordo com o Art. 3º do Decreto 11.453, de 23 de março de 2023, a proposta contribui para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA

Justificativa

A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas: No Art.1° da Lei 8.313/1991, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art.3° da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°da Lei 8.313, atenderá, os seguintes objetivos: II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. A necessidade do uso do mecanismo de incentivo a projetos culturais para a realização do projeto, está alicerçada no direito de acesso à cultura, pois é totalmente gratuito e não visa a obtenção de nenhum tipo de lucro, no intercâmbio de informações e na construção de uma dinâmica que envolva exposições de Artes Visuais. O projeto inova: Contribuindo para que pessoas cegas se insiram na tessitura social como fazedores de cultura, artistas, valorizados em sua produção; Estabelecendo princípios e a práxis com estudos continuados para que chegue, aos cegos, o conhecimento necessário à elaboração discursiva sobre a própria produção artística; Contribuindo para que pessoas cegas possam articular pensamento crítico sobre a produção em fotografia contemporânea e a análise reflexiva sobre as relações entre arte e sociedade; Contribuindo para a inserção de pessoas cegas na cadeia de produção de bens simbólicos valorizados socialmente; Contribuindo para aflorar, não só em participantes das oficinas, mas no tecido social, instituições e público, a valorização do cego enquanto artista. O projeto leva até pessoas cegas, arsenal metodológico, promovendo a inclusão, o acesso ao conhecimento e meios para o exercício da autonomia em procedimentos de criação artística. O projeto leva a produção de artistas cegos à sociedade, expondo-a em ambiente externo público, a fim de surpreender com o impacto da estética da fotografia contemporânea em dispositivos sem olhos. Expondo a sua produção em grande dimensão em área externa pública, objetiva-se: a mudança de olhar sobre a pessoa com deficiência e a valorização de suas potencialidades, mostrando uma obra instigante que reflete sobre o mundo e formas de recriá-lo através da fotografia. Orientamos os participantes do projeto "ESCOLA DE FOTÓGRAFOS CEGOS" promovendo estudos, introduzindo a base do pensamento contemporâneo sobre Arte e Filosofia, promovendo condições de constituírem olhar crítico sobre o próprio trabalho e as relações entre criação artística e sociedade. Difundimos, assim, a primeira ESCOLA DE FOTÓGRAFOS CEGOS do Brasil, no município de Nova Friburgo (RJ), mostrando que é possível a pessoa cega produzir, oferecer à sociedade a sua produção e fazer parte da cadeia de bens simbólicos, contribuindo para o acesso e a construção dos saberes a respeito da Arte, Cultura e Sociedade.

Estratégia de execução

BENEFICIÁRIOS DAS PASSAGENS AÉREAS E SUAS RESPECTIVAS FUNÇÕES: TRECHOS: IDA: Vitória (ES) - Rio de Janeiro (RJ) VOLTA: Rio de Janeiro (RJ) - Vitória (ES). Justificativa: Equipe (4), Fotógrafos cegos (3) e Assistentes dos PCDS (3) precisam se deslocar para Rio de Janeiro e retornar a Vitória, para a realização do produto principal, a saber: a exposição Aqui Eu Habitei. Os fotógrafos cegos precisam de assistência na hospedagem, para alimentação em restaurante, etc, e ir e vir, por se tratar de um espaço novo, que não conhecem, de modo que irão acompanhados com assistente pessoal. Na pré-produção: Direção, Produção e Assistente irão realizar uma visita técnica. Total de passagens: 3 ** Fotógrafos Cegos: Manoel Peçanha e assistente Jarlison Gardiman e assistente Geovana Santos e assistente ** Equipe: Rejane Arruda - Direção Lorena Simões - Produção Alexia Chaves - Assistente Fagner Soares - Registro

Especificação técnica

ESPECIFICIDADES TÉCNICAS OBJETO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO O QUE: 1 exposição com 48 (quarenta e oito) fotografias de um coletivo de 12 (doze) fotógrafos cegos. ONDE: Em espaço público externo do município de Nova Friburgo (RJ) OBRAS: Em Cor e P&B, as 48 fotografias são curatoriadas a partir da produção fotográfica realizada na 1a edição do projeto “Escola de Fotógrafos Cegos”. TAMANHO: Na horizontal [69 x 92cm] SUPORTE: Retroiluminadas com LED, impressas impressas em fineart diretamente em placas de poliestireno (PS) para a luz vazar na imagem. fixadas em estruturas de aço galvanizado com pintura preta, 4 fotografias por estrutura. COMUNICAÇÃO FÍSICA: Acompanha as obras um tótem comunicacional com título, texto explicativo, palavras dos autores e logomarcas e QR code para o texto curatorial. DINÂMICA: A exposição permanecerá 20 dias na cidade, com rodas de conversa e visitas guiadas. AUTORES: Alice Dordenoni, Cinthya de Oliveira, Maria Trancoso, Sayonara Reis, Geovana Santos, Mycon Machado, Elias Barcellos, Manoel Peçanha, Jonatas Sobral, Jarlison Gardiman, Kellezy Barbosa e Antônio Fadini - os 12 fotógrafos-cegos alunos do projeto “Escola de Fotógrafos Cegos” - em co-autoria com a Cia Poéticas da Cena Contemporânea, coletivo propositor da orientação estética, metodologia, pensamento e metodologia. CONCEITO: O conceito curatorial parte de recortes a partir de processos de individuação do ato fotográfico exercitado na 1a Edição da E.F.C., articulado com testemunhos dos autores que entram no tótem comunicacional.

Acessibilidade

De acordo com o Art. 27. da Instrução Normativa 11/2024, a proposta cultural contém medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para a linguagem artística de seu produto, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. De acordo com o § 1º os custos com as ações de acessibilidade estão previstos no orçamento analítico do projeto, nas seguintes rubricas: A.) 1 exposição com 32 (trinta e duas) fotografias de um coletivo de 12 (doze) fotógrafos cegos, em espaço público externo em Nova Friburgo (RJ), permanecendo durante 1 mês na cidade. Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, a exposição será realizada em local onde será disponibilizado: * Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados.Item da planilha orçamentária: Locação de espaço para a exposição * Para deficientes auditivos: Intérprete de LibrasItem da planilha orçamentária: Intérprete de Libras * Para deficientes visuais: AudiodescriçãoItens da planilha orçamentária: Tradução Simultânea * Para pessoas diagnosticadas com o transtorno do espectro autista (TEA): acolhimento de profissional especializado.Itens da planilha orçamentária: Monitores De acordo com o § 2º, o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.

Democratização do acesso

TODOS OS PRODUTOS TEM DISTRIBUIÇÃO INTEIRAMENTE GRATUITA. A proposta está de acordo com o Art. 29. da NI 11/2024, prevendo medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. De acordo com o Art. 30 a IN 11/2024, em complemento, o proponente prevê a adoção das seguintes medida de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). . Tendo a ciência de que de acordo com o Art. 31, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.

Ficha técnica

REJANE KASTING ARRUDA - Usuária e dirigente da institiução, presidente da Associação Sociedade Cultura e Arte SOCA, realiza no projeto a atividade de Coordenação Geral e Curadoria. CURRICULO RESUMIDO: Doutora em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo e pós-graduada em Cinema, com publicações em livros e revistas especializadas; residência em Lisboa na Escola Superior de Teatro e Cinema, e na Universidad de Chile; participou de seminários e eventos em diversos países, como França, México e Espanha. Diretora da Cia Poéticas da Cena Contemporânea e idealizadora dos projetos da SOCA Brasil - Associação Sociedade Cultura e Arte. Investiga poéticas contemporâneas em Teatro, Cinema, Vídeo e Fotografia, e interfaces entre Arte, Filosofia e Psicanálise, e com as poéticas da inclusão e diversidade. Idealizadora e coordenadora geral dos projetos: Escola de Fotógrafos Cegos, Câmera Obscura, Fora!, Mostra c-o-n-t-á-g-i-o de Videoperformance, Cena Diversa, Nada Me Falta Videografia de Mulheres, entre outros. Rejane Kasting Arruda, dirigente da pessoa jurídica Associação Sociedade Cultura e Arte SOCA, será o responsável por toda decisão operacional, administrativa e técnica do projeto, não incorrendo na prática de intermediação, interditada pelo Art. 28 da Lei 8.313/91. FAGNER SOARES DE SOUZA realiza atividade de Coordenador Administrativo-financeiro e Assistente de Curadoria. CURRÍCULO RESUMIDO: Pesquisador e professor em Artes, graduado em Artes Cênicas pela Universidade Vila Velha (ES), realiza investigações em Poéticas Contemporâneas com ênfase em Dramaturgia, Atuação em Teatro e Cinema, Sonoplastia, Fotografia e Video. Integrante e fundador do Nucleo Jovem da Companhia Poéticas da Cena Contemporânea, associado na SOCA BRASIL (Associação Sociedade Cultura e Arte SOCA), participando dos projetos Cena Diversa, Escola de Fotógrafos Cegos, Nada Me Falta e Orquestra Brasileira de Cantores Cegos, entre outros. Atua em Cinema e Teatro desde 2013 tendo participado dos curtas "Casa de Vó" de André Ehrlich Lucas (2016) e "Os Mais Amados" de Rodrigo de Oliveira (2019), e das peças "A Verdadeira História de Tony e Clóvis" (2014/2015), "Navalha na Carne" (2015/2016), "Quem Tem Medo de Plínio Marcos" (2015/2016), "Veto à Voz" (2017), "Peter Pan" (2017/2018), "Love Fair" (2017/2018), "Kafka, Em Processo" (2018). Dirigiu as peças "A Cantora Careca" (2015), "O Matadouro Municipal" (2017) e participou da direção compartilhada de "Navalha na Carne".

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (2)
Vila Velha Espírito SantoNova Friburgo Rio de Janeiro