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PRONAC 241430Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival de Ópera

ECA - ESPACO DE CULTURA E ARTE
Solicitado
R$ 8,13 mi
Aprovado
R$ 8,13 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Óperas
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-01
Término
2025-12-01
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto oferece uma imersão na rica tradição das óperas, destacando obras-primas que capturam a diversidade emocional e musical desse gênero artístico. Cada ópera oferece uma jornada única através de temas universais como amor, traição, paixão e redenção. Com uma combinação de música deslumbrante, narrativas cativantes e performances emocionantes, convidamos o público a explorar o fascinante mundo da ópera.

Sinopse

"Rita", uma ópera cômica em um ato, é uma das obras menos conhecidas de Gaetano Donizetti. A trama gira em torno de um triângulo amoroso peculiar entre Rita, uma mulher forte e temperamental que administra uma estalagem, seu primeiro marido, Gasparo, e seu segundo marido, Beppe. Quando Gasparo retorna após muitos anos desaparecido, Beppe se vê em uma situação delicada, tentando esconder sua identidade. O enredo se desenrola com humor e reviravoltas, explorando temas de amor, liberdade e domínio feminino. Com sua música vibrante e personagens coloridos, "Rita" oferece uma experiência divertida e envolvente para o público da ópera. "O Segredo de Susanna", uma ópera em um ato de Ermanno Wolf-Ferrari, é uma comédia encantadora e leve que gira em torno do casamento de Susanna e seu marido, o Conde Gil. Susanna esconde um pequeno segredo: ela fuma. Quando o aroma do tabaco começa a despertar suspeitas em Gil sobre a fidelidade de sua esposa, ele se vê envolvido em uma série de mal-entendidos hilariantes. Através de uma série de situações divertidas e diálogos espirituosos, a ópera aborda temas como confiança, liberdade pessoal e o poder do amor verdadeiro, tudo embalado em uma partitura encantadora que reflete a atmosfera leve e descontraída da história. "Fra Diavolo" é uma ópera cômica em três atos composta por Daniel-François-Esprit Auber. Ambientada na Espanha do século XVIII, a trama gira em torno de uma série de intrigas, trapaças e amores complicados envolvendo o famoso trapaceiro Fra Diavolo e um par de viajantes ingênuos, Lord Cockburn e Lady Pamela. Disfarçado como Marquês de San Marco, Fra Diavolo busca roubar as riquezas dos viajantes, mas sua missão é complicada pelo amor à primeira vista que Lady Pamela sente pelo verdadeiro marquês. Com uma mistura de comédia, romance e ação, "Fra Diavolo" oferece um espetáculo vibrante, repleto de reviravoltas emocionantes e música cativante que captura a essência do drama e da aventura. "Gianni Schicchi" é uma ópera cômica em um ato composta por Giacomo Puccini. Situada na Florença do século XIV, a história começa com a morte de Buoso Donati, um homem rico e ganancioso. Sua família, ansiosa para herdar sua fortuna, convoca o astuto Gianni Schicchi para falsificar o testamento e garantir sua parte. Schicchi, um homem habilidoso e sem escrúpulos, elabora um plano engenhoso para favorecer sua própria filha, Lauretta, e, ao mesmo tempo, garantir sua parte da herança. Com uma mistura de humor, intriga e ironia, "Gianni Schicchi" oferece uma reflexão mordaz sobre ganância, amor e moralidade, tudo isso acompanhado por uma música envolvente e cativante, característica marcante das óperas de Puccini. "Cavalleria Rusticana" é uma ópera em um único ato composta por Pietro Mascagni. Situada em uma vila siciliana no dia de Páscoa, a trama gira em torno de uma teia de paixões, traições e vinganças. A história central envolve a jovem Santuzza, que é abandonada por seu amante Turiddu em favor da mulher casada Lola. Consumida pelo ciúme e pela dor, Santuzza busca vingança e revela o caso de Lola para o marido de Lola, Alfio. Isso desencadeia um duelo fatal entre Turiddu e Alfio. Com sua intensa emoção, música poderosa e retrato vívido da vida rural italiana, "Cavalleria Rusticana" é uma obra-prima do realismo operístico que cativa o público com sua paixão e drama arrebatadores. "Pagliacci" é uma ópera em dois atos composta por Ruggero Leoncavallo. Ambientada em uma trupe de teatro itinerante na Calábria, a trama mergulha nas complexidades das relações humanas e na linha tênue entre a vida real e a encenação teatral. A história gira em torno de Canio, o líder da trupe, que interpreta o palhaço Pagliaccio. Ele é atormentado por ciúmes de sua esposa Nedda, que o trai com Silvio, um jovem camponês. No clímax emocional da ópera, Canio, enquanto está no palco, é consumido pela dor da traição e realiza um ato de violência que revela a tragédia por trás da comédia. Com sua intensa expressão emocional, música cativante e enredo comovente, "Pagliacci" oferece uma experiência teatral poderosa e inesquecível.

Objetivos

Geral: Realizar o Iº Festival de Ópera de Minas Gerais Específicos: - realizar 30 apresentações de ópera;- atingir um público de 30.000 pessoas, sendo 15.000 presencial e 15.000 online;- realizar 6 ensaios abertos para estudantes e professores de instituições públicas.

Justificativa

Os Direitos Culturais, além de serem previstos expressamente na Declaração Universal de Direitos Humanos (1948), no Brasil encontram-se devidamente normatizados na Constituição Federal de 1988 devido à sua relevância como fator de singularização da pessoa humana. Nesse sentido, com o intuito de garantir o direito à cultura, assim como diz a Constituição: "Art. 215. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais". O inciso do Art. 1º da Lei 8313/91 que o projeto se enquadra é: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. E o objetivo do Art. 3 da referida norma que será alcançado é: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. A arte, em todas as suas formas, desempenha um papel fundamental na sociedade, enriquecendo nossas vidas, ampliando nossos horizontes e conectando-nos com nossas emoções mais profundas. A ópera, em particular, é uma expressão magnífica da criatividade humana, combinando música, teatro, cenografia e poesia em uma experiência multifacetada e emocionante. No entanto, apesar de sua beleza e poder, a ópera muitas vezes é percebida como elitista e inacessível para muitas pessoas. É por isso que nosso projeto cultural busca promover a democratização da ópera, tornando-a acessível a todos, independentemente de sua origem socioeconômica ou capacidades físicas. Oferecendo ingressos a preço popular, estamos removendo as barreiras financeiras que impedem muitas pessoas de experimentar a magia da ópera ao vivo. Acreditamos que todos têm o direito de participar e se inspirar pela arte, e ao tornar os ingressos acessíveis, estamos abrindo as portas para uma audiência mais diversificada e inclusiva. Além disso, reconhecemos a importância da acessibilidade para pessoas com deficiência visual ou auditiva. É por isso que estamos implementando recursos como visita sensorial e audiodescrição durante nossas apresentações, garantindo que todos os espectadores possam desfrutar plenamente da experiência da ópera, independentemente de suas necessidades específicas. Ao gravar e disponibilizar gratuitamente todas as apresentações na internet, estamos estendendo ainda mais o alcance de nosso projeto, permitindo que pessoas em todo o mundo vivenciem a beleza da ópera, mesmo que não possam estar presentes fisicamente. Mais do que apenas entretenimento, a ópera tem o poder de nos transportar para outros mundos, despertar nossas emoções mais profundas e nos conectar com nossa humanidade compartilhada. É uma forma de arte que nos desafia, nos inspira e nos enriquece de maneiras inimagináveis. Portanto, ao promover a acessibilidade e a democratização da ópera, estamos não apenas proporcionando entretenimento de qualidade, mas também defendendo valores fundamentais de igualdade, inclusão e diversidade. Acreditamos que a arte tem o poder de mudar vidas, e estamos comprometidos em tornar essa experiência transformadora acessível a todos.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Ensaios abertos: 6 apresentações, 1 de cada ópera;cada apresentação com duração de no mínimo 1h, totalizando, 6 horas;cada apresentação com 200 alunos, totalizando 1.200 alunos.Repertório operístico, sendo: Rita, O Segredo de Susanna, Fra Diavolo, Gianni Schicchi, Cavalleria Rusticana e Pagliacci.

Acessibilidade

Produto: Apresentações das Óperas Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampa e assentos para obesos e idosos Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: visita sensorial Acessibilidade para deficientes intelectuais: monitores treinados para auxiliar esse público Produto: Contrapartida social Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampa e assentos para obesos e idosos Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: visita sensorial Acessibilidade para deficientes intelectuais: monitores treinados para auxiliar esse público

Democratização do acesso

O projeto prevê, segundo a Nova Instrução Normativa, art. 30, a medida de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Além dos ensaios abertos, todas as 6 óperas serão filmadas e disponibilizadas gratuitamente na internet para maior democratização de acesso. O projeto ainda prevê: I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; III - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015.

Ficha técnica

ECA - ESPAÇO DE CULTURA E ARTE - Proponente Foi em 2014, aos pés da Serra do Curral, que o Espaço de Cultura e Arte - ECA iniciou as atividades em seu primeiro endereço em Belo Horizonte, o tradicional bairro Mangabeiras. Idealizado pela dupla Ricardo Matosinho, pianista erudito, e Filipe Guimarães, gestor de projetos, o ECA chegou para aquecer a cena cultural da cidade, surpreendendo o público com eventos e atrações inovadores, tanto no campo do entretenimento quanto no fomento ao potencial socioeducativo da arte e da cultura. Em uma casa espaçosa, o ECA abrigou nos primeiros anos cursos na área de artes visuais, exposições e apresentações de música, teatro, cinema e dança. Desenvolvendo sua expertise em criação e realização de projetos culturais, sobretudo via leis de incentivo, o Espaço fez jus ao seu nome e à trajetória profissional de seus fundadores, ultrapassando os muros da casa e as montanhas de BH para levar até as ruas, praças e instituições públicas e privadas, a educação, a cidadania e a qualidade de vida proporcionadas pela arte e pela cultura. Nessa primeira década, o ECA veio se unindo a iniciativas públicas, bem como a grandes marcas e empresas que, via patrocínios e apoios, permitiram que seus projetos chegassem cada vez mais longe e a cada vez mais pessoas. Assim, tem realizado desde festivais culturais em diversas cidades até projetos em hospitais, escolas e instituições de longa permanência. Henrique Passini - Coordenador Geral Henrique Passini tem atuado nas áreas de criação e direção cênica de espetáculos líricos desde 2001, tendo trabalhado como assistente de renomados diretores brasileiros como Juarez Cabello, Francisco Mayrink, Carla Camurati, José Possi Neto e Cleber Papa. Em 2004 foi convidado para assumir a remontagem da ópera “Il Barbiere di Siviglia”, de Rossini no Festival de Ópera do Theatro da Paz em Belém do Pará. Entre as direções assinadas por Passini estão as óperas “La Serva Padrona”, de Pergolesi, “Gianni Schicchi” de Giacomo Puccini e “Um Homem Só”, de Camargo Guarnieri, “Bastien e Bastienne”, “O Empresário”, “A Flauta Mágica”, “Apollo et Hyacinthus” e “Così fan Tutte”, de Mozart e “L’Elisir d’Amore”, de Donizetti, sendo as quatro últimas apresentadas na Escola de Música da UFMG, em um trabalho com alunos de canto e regência. Destacam-se em sua carreira a montagem de “La Serva e L’Ússero”, de Luigi Ricci, em premiére brasileira, marcando o início da Companhia de Ópera Buffa, dirigida pelo Baixo-Barítono Stephen Bronk, com apresentações em São Paulo, Belo Horizonte e Ipatinga, sempre com grande sucesso de público e crítica. “Aida”, de Verdi, em outubro de 2008, no Palácio das Artes, trabalho que recebeu aclamação por parte da imprensa especializada, montagem indicada ao XII Prêmio Carlos Gomes como melhor produção de 2008. E “Rita”, de Donizetti, no Theatro São Pedro em São Paulo, trabalho pelo qual foi indicado ao XIII Prêmio Carlos Gomes como melhor diretor cênico de 2009. Em 2011 assinou a direção da ópera “La Bohéme” de Giacomo Puccini no Palácio das Artes e em maio de 2012 de “Madama Butterfly” do mesmo compositor, em uma montagem no jardim japonês da fundação zoo botânica de Belo Horizonte. Em 2013, nas comemorações de 200 anos de nascimento de Verdi, dirigiu em Montevidéu, Uruguai, a ópera “Aida", em remontagem do espetáculo de 2008, em parceria entre o Palácio das Artes e o Sodrè. Pela Cia Mineira de Ópera dirigiu entre 2014 e 2019 as óperas “Rita”, de Donizetti, “La Cambiale di Matrimonio” de Rossini, “O segredo de Susanna” de Wolf-Ferrari, “João e Maria” de Humperdinck , “La Dirindina” de Scarlatti, “Livieta e Tracollo” de Pergolesi e “Le Devin du Village” de Rousseau. Dirigiu no Festival de Música Antiga de Juiz de Fora “Il Ballo delle Ingrate” de Monteverdi, e a zarzuela barroca “Vendado es Amor, no es Ciego” de José de Nebra. Paralelamente a atividade de diretor cênico desenvolve ampla atividade como diretor de vídeo e televisão, tendo dirigido gravações de quase todas as produções operísticas realizadas no Palácio das Artes, Belo Horizonte desde 2005 assim como as gravações dos concertos realizados pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais desde 2005 e da Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação em fevereiro de 2008. Marcos Silva-Santos - Regência Marcos Silva-Santos é Bacharel em Música - Regência pela Universidade Federal de Minas Gerais, Mestre em Música - Teoria Musical pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem pels Ithaca College School of Music, Nova Iorque (EUA) e Doutor em Música - Teoria Musical pela Universidade Federal de Minas. Participou como aluno ativo dos principais festivais de música e/ou cursos de regência do Brasil, entre eles: Festival de Inverno de Campos do Jordão, Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Oficina de Música de Curitiba, Festival Eleazar de Carvalho, Workshop Internacional de regência da Orquestra Filarmônica de Goiás e MIMO (Mostra Internacional de Música de Olinda). Entre alguns dos regentes com quem pode se aperfeiçoar estão: Isaac Karabtchevsky, Marin Alsop, Neil Thomson, Lanfranco Marcelletti, Giancarlo Guerrero, Osvaldo Ferreira, Colin Metters e Fabio Mechetti. Já atuou à frente das seguintes orquestras brasileiras: Orquestra Sinfônica da UNICAMP, Orquestra Sinfônica Jovem de Bauru, Orquestra Sinfônica da UFMG, Orquestra do Festival Eleazar de Carvalho, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra do Festival de Campos do Jordão e Orquestra Filarmônica de Goiás. Nos Estados Unidos regeu a Rose City Chamber Orchestra, de Portland-Oregon e a Ithaca College Symphony, de Ithaca-Nova Iorque; já na Letônia regeu a Liepaja Symphony Orchestra. Foi premiado nos concursos BDMG Jovem Músico, 2004, violão e Ithaca College Orchestral Conducting Graduate Assistantship, Ithaca, NY, 2010 – 2011. Desde 2016, Marcos Silva-Santos é regente titular da Jovem Orquestra de Ouro Branco. Willian Rausch - Cenografia e Figurino William Rausch Mainenti, possui graduação em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMG. Curso de Estilismo e Modelagem do Vestuário da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Pós-graduado em Design de Moda pela Fundação Mineira de Educação e Cultura - FUMEC. Atualmente trabalha com Estilo, Figurino e Cenografia, leciona na Faculdade de Arte e Design – FACED em Divinópolis; no Centro Técnico de Produção da Fundação Clóvis Salgado - Palácio das Artes; no curso de extensão da escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Plásticas, Moda, Figurino, Cenografia. Atuando como Cenógrafo, Figurinista e aderecista em diversos espetáculos no Brasil e na Europa, entre eles "Auto de Coimbra, Porto, Portugal, 2007"; "As Mãos Entrelaçadas, da Cia. Teatral As Medeias, Ouro Preto, MG" ; "Ato Variado, do Teatro Cabana, Belo Horizonte - MG"; "Paixão de Cristo, do Ballet Solea, Belo Horizonte - MG"; além de ter atuado em diversas Óperas e exposições produzidas no Palácio das Artes - Fundação Clóvis Salgado, de 1997 até 2007 Tais como: "O Guarani", "O Barbeiro de Sevilha", "Aida", "Turandot", o "Ballet Coppélia", além dos espetáculos "O Balcão", "Auto de Natal", "Pipiripau", "A Barrigada", "Para os Filhos da Terra dos Filhos das Estrelas", Formação 2007", "Agridoce", "As Egípcias", e outros. Pedro Pederneiras - Iluminação Formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Minas. É um dos fundadores do Grupo Corpo, onde foi bailarino entre os anos de 1975 e 1982. Foi diretor da Corpo Escola de Dança entre 1983 e 1989. Atualmente é diretor técnico do Grupo Corpo e presidente do Corpo Cidadão. Trabalha como iluminador em diversas áreas tais como teatro, dança, ópera, shows, exposições e museus. Vencedor do prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música erudita com a iluminação da ópera A Menina das Nuvens em 2010, montagem da Fundação Clóvis Salgado. Dedica-se também a projetos técnicos para construção e reforma de teatros. Fabíola Protzner – Soprano A soprano Fabíola Protzner é Bacharel em Música com habilitação em Canto Lírico pela Universidade Federal de Minas Gerais e Pós-graduada em Canto Lírico pelo Johannes-Brahms- Konservatorium em Hamburg, Alemanha. Vencedora dos prêmios “Voto popular Quinta do Morgado” no Concurso Internacional de Canto Linus Lerner, “Revelação” e “Júri Popular Feminino” no 9o Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão e “Sonderpreis für eine Stimme, die Zukunft hat” no Internationaler Wettbewerb Karlsruhe für das Lied des 20. und 21.; Fabíola Protzner já se apresentou sob a batuta de Roberto Tibiriçá, Roberto Duarte, Roberto Minczuk, Sílvio Viegas, Rodrigo Toffolo, André Brant, Tobias Müller, Mike Steurenthaler e Holger Kolodziej, e foi dirigida em montagens de sucesso, por Jorge Takla, Pablo Maritano, André Heller-Lopes, William Pereira, Henrique Passini, entre outros. Em seu repertório, possui os mais diversos solos de concertos e oratórios, além de papéis operísticos, com destaque para as montagens de La Traviata, A Menina das Nuvens, Nabucco, La Bohème, O Elixir do Amor, O Segredo de Susanna, Rita, entre outros sucessos, além da estréia mundial da ópera Pitágoras de Samos, em que interpretou a protagonista feminina Myia. Em outubro de 2021, foi a soprano solista convidada pela Orquestra Ouro Preto para gravação da obra O Pequeno Príncipe, de Tim Rescala. Além de atuar como solista convidada de teatros e orquestras pelo país, é produtora cultural, além de soprano do trio Ad Libitum, do duo Protzner-Reyner e da Cia Mineira de Ópera. Wagner Santos – Tenor Wagner Soares é bacharel em canto lírico pela UFMG. Concluiu o Curso de música da Fundação Clóvis Salgado e tem formação em teatro pela PUC Minas. Participou de várias produções de ópera, atuando como solista, entre elas: O elixir do Amor, A flauta Mágica, La Bohème, Madame Butterfly, A Viúva Alegre, entre outras. É membro da Cia Mineira de Ópera e participou do Grupo Nossa Ópera. Estudou canto Belting com Ana Taglianetti, Canto Lírico com José Carlos Leal, Eneida Gonçalves, Clóvis Carrero e Mauro Chantal. Integrante do Coral Lírico de Minas Gerais desde 2014 e do Grupo Tenores In Concert desde 2015. Pedro Vianna – Barítono Pedro Vianna graduou-se em canto lírico pela UEMG, na classe dos professores Petrônio Duarte, Marisa Simões e Sérgio Anders. Vencedor do “V Concurso Jovem Solista da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais”, o barítono vem se apresentando em importantes palcos no Brasil. Iniciou seus estudos de canto no CEFART - Palácio das Artes, com o professor Néstor Gurry (CUB). Cantou sob regência de importantes maestros como Silvio Viegas, Abel Rocha, Roberto Tibiriçá, Ricardo Rocha, Gabriel Rhein-Schirato, dentre outros. Em seu repertório operístico inclui-se La Traviata, La Bohéme, Il Guarany, Roméo et Juliette, Il Pagliacci, Die Zuberflöte (A Flauta Mágica), Il Barbiere di Siviglia, La Cambiale di Matrimônio, Gianni Schicchi, Hänsel und Gretel, O Diletante, dentre outras. Destaca-se no repertório sinfônico como Carmina Burana de C. Orff e 9a Sinfonia de L. V. Beethoven. Pedro é solista da Cia Mineira de Ópera. Participou da estreia mundial das óperas “Pitágoras de Samos” do compositor Andersen Vianna, e “Viramundo, uma ópera contemporânea”, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. Em 2022, participou da estreia mundial da ópera Aleijadinho com o personagem Alvarenga Peixoto, de Ernane Aguiar, sob regência de Silvio Viegas, recebendo elogios da crítica especializada pela Revista Concerto e pela Folha de São Paulo, que o cita como grande promessa de sua geração. Recentemente, Vianna participou da ópera La Traviata no Teatro Santa Isabel em Recife - PE, dando vida, com êxito, ao personagem Georgio Germont, no Festival de Ópera de Pernambuco (FOPE). Pedro Vianna é integrante do naipe de baixos do Coral Lírico de Minas Gerais, da Fundação Clóvis Salgado. Francisco Mayrink - Diretor Regente e diretor artístico do Coral da Refinaria Gabriel Passos – REGAP, em Belo Horizonte, de 1980 a 1991, além de diretor da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais – OSMG, de 1978 a 1991. Por três anos foi Diretor de Promoção Artística da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes, em Belo Horizonte, sendo responsável pela área de captação de recursos para a Instituição, onde foi funcionário até se aposentar em 2011. Na Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, foi coordenador do Projeto de Apoio às Bandas de Música Civis do Estado. Secretário de Cultura da cidade histórica de Sabará/MG, de março de 2005 a dezembro de 2008 na administração Sergio Freitas. Na área de direção cênica de espetáculos líricos, trabalhou como assistente de Tisuka Yamasaki, Fernando Peixoto, Juarez Cabello, Elvécio Guimarães e Bibi Ferreira. Assina a direção de mais de cem montagens. É um artista que entende ser a ópera o espetáculo mais completo e mais popular já criado pelo homem e procura devolver esse espetáculo para o povo apresentando óperas em espaços alternativos e onde está o povo tais como campos de futebol, igrejas, salões paroquiais, cinemas etc. Ópera no Acre, em comemoração ao centenário e independência do Acre; Il Guarany, nas escadarias da catedral de Florianópolis comemorando os 270 anos daquela cidade, “Madama Butterfy”, no jardim japonês do Teatro do Centro cultural da Usiminas em Ipatinga/MG, (com a soprano japonesa Eiko Senda) e Aida, de Verdi, em campos de futebol, são exemplos dos desafios aceitos e cumpridos por Mayrink. André Brant - Direção Musical Natural de Belo Horizonte, André Brant é regente e pianista. Formou-se bacharel em regência na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na classe dos professores Charles Roussin e Silvio Viegas. Após a conclusão de seus estudos no Brasil mudou-se para a Alemanha onde formou-se mestre em regência orquestral e correpetição na Hochschule für Musik (Escola de Música) de Dresden, na Alemanha, na classe de Christian Kluttig e de Stefen Leißner. Já regeu orquestras na Alemanha, Lituânia, Itália e República Tcheca, além de já ter realizado diversos concertos no Brasil. Participou de cursos e masterclasses com os mais renomados maestros da atualidade com destaque para Jorma Panula, John Neschling, Robert Spano, Lanfranco Marceletti, Marin Alsop, Giancarlo Guerrero, Osvaldo Ferreira dentre outros. Fundou em 2015 a Cia Mineira de Ópera, grupo que vem atuando desde então com o objetivo de promover e difundir a ópera pelo estado de Minas Gerais, com a qual regeu e dirigiu musicalmente diversas produções, com destaque para a temporada realizada no ano de 2016 quando foram produzidas 5 óperas naquele ano; foi responsável pela regência e direção musical da estreia mundial de “Pitágoras de Samos” de Andersen Viana que ganhou inúmeros prêmios dentre eles o “All that Moves International Film Festival 2022” como Melhor Trilha Sonora Cinema Brasileiro Longa Metragem. Esteve à frente da Orquestra Jovem do CEFART (Centro de Formação Artística e Tecnológica) do Palácio das Artes por 4 anos, tendo realizado intenso trabalho de formação e difusão da música orquestral na cidade de Belo Horizonte e interior. Foi o regente titular do Coral Infanto Juvenil do Palácio das Artes entre os anos de 2018 e 2019. Ainda no CEFART criou a disciplina Ópera Studio com a qual dirigia anualmente uma produção de ópera com os alunos. Em 2019 realizou um concerto com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais como regente convidado e passou a integrar definitivamente o grupo no ano seguinte, tornando-se seu regente assistente. Com a OSMG vem realizando frequentemente concertos dos mais variados estilos, transitando entre o repertório erudito e popular, bem como tem atuação constante na preparação das óperas. Jovem Orquestra de Ouro Branco - Orquestra A Casa de Música de Ouro Branco, desde o início de suas atividades em 2001, mantém uma Orquestra de Câmara que tem finalidade pedagógica, oferecendo prática de orquestra aos alunos. Mas vai além ao cumprir uma função artística na sociedade, levando música de alto nível para o público. Em 2021, essa orquestra foi rebatizada de Jovem Orquestra de Ouro Branco, JOOB, como parte de uma série de ações tomadas em comemoração aos 20 anos da Casa de Música. A JOOB é formada por jovens instrumentistas que iniciaram estudos musicais na cidade de Ouro Branco sob regência do Maestro Marcos Silva-Santos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.