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"Afrotonizar: Negridade Infinita" é um projeto de exposição de artes visuais com duração de três meses, que visa destacar obras de 40 artistas negros e afro-indígenas da cena contemporânea brasileira. A exposição tem como propósito exibir produções que transcendam os limites impostos pelos estereótipos da colonização e da marginalização social de pessoas racializadas, sendo o projeto em si uma celebração da liberdade criativa e dos imaginários culturaiDentro da programação da exposição, estão previstas uma mesa de abertura e outra de encerramento, nas quais artistas, curadores e pesquisadores terão a oportunidade de compartilhar suas reflexões e insights sobre o processo de criação da exposição e a importância da construção de uma cena contemporânea de artistas negros e afro-indígenas. Além disso, será oferecida uma oficina de processos criativos, visando estimular a troca de experiências e o desenvolvimento artístico dos participantes. Para documentar e perpetuar a riqueza das obras expostas, será produzido um catálogo detalhado.
A exposição "Negridade Infinita" é uma imersão nas múltiplas facetas da arte contemporânea produzida por artistas negros e afro-indígenas do Brasil, desafiando os estereótipos e celebrando a diversidade e a riqueza das culturas afro-brasileiras e afro-indígenas. Com um recorte ousado e transformador, a mostra reúne 40 artistas que, através de suas obras, propõem reflexões profundas sobre ancestralidade, resistência, espiritualidade e o futuro, propondo uma reconfiguração dos imaginários coloniais e uma ampliação da visibilidade das vozes racializadas na cena artística contemporânea. Dividida em quatro núcleos temáticos, a exposição traz: "Encruzilhando Possibilidades", que celebra as contribuições culturais, sociais e políticas das comunidades racializadas; "Estratégias de Livramento", que exalta os movimentos de resistência à colonização; "Intuição Espiralar", que explora a dimensão espiritual e mística da arte, e "Ancestralidade Infinita", que conecta passado, presente e futuro, imaginando novas possibilidades para as futuras gerações. Com curadoria cuidadosa e uma proposta de integração entre diversas expressões artísticas — incluindo pintura, escultura, instalação, fotografia, vídeo e performances —, a exposição proporciona uma experiência transformadora e educativa. Além das obras expostas, o projeto contará com uma série de atividades paralelas, como palestras, debates, workshops e intervenções urbanas, criando um espaço dinâmico de aprendizagem e troca. "Negridade Infinita" não é apenas uma exposição, mas um chamado para repensar o papel da arte na construção de um Brasil mais inclusivo, onde as culturas negras e afro-indígenas sejam celebradas em sua totalidade, com liberdade criativa, respeito e reconhecimento.
Objetivo Geral: Destacar obras de 40 artistas negros e afro-indígenas da cena contemporânea brasileira. A exposição tem como propósito exibir produções que transcendam os limites impostos pelos estereótipos da colonização e da marginalização social de pessoas racializadas, sendo o projeto em si uma celebração da liberdade criativa e dos imaginários culturais. Promovendo a liberdade criativa e os imaginários culturais de artistas negros e afro-indígenas, transcendendo os limites impostos pelos estereótipos da colonização e da marginalização social, através da realização de uma exposição itinerante que circule pelas cidades do Rio de Janeiro, Salvador e Brasíli. Objetivos Específicos: - Realizar três exposições de arte com duração de até 90 dias cada, em Rio de Janeiro, Salvador e Brasília, destacando obras de 40 artistas negros e afro-indígenas contemporâneos.- Facilitar nove mesas de debates com a participação de artistas, curadores e pesquisadores em cada cidade, para discutir temas relacionados à arte, cultura e representatividade racial.- Oferecer nove masterclasses sobre cultura e arte afro-brasileira e afro-indígena em cada cidade, ministradas por especialistas e artistas renomados.- Conduzir nove oficinas de processos criativos em cada cidade, visando estimular a troca de experiências e o desenvolvimento artístico dos participantes.- Estabelecer uma plataforma para celebrar e divulgar as obras de artistas negros e afro-indígenas, promovendo suas produções a novos públicos e mercados.- Facilitar oportunidades para que artistas jovens e emergentes apresentem suas obras, incentivando a renovação e o crescimento da cena artística contemporânea.- Proporcionar um ambiente de expressão livre e segura para artistas racializados, valorizando suas narrativas e perspectivas.Garantir que 100% das atividades da exposição sejam gratuitas e acessíveis, promovendo a inclusão e o acesso à cultura para um público mais amplo.- Fomentar a reavaliação crítica dos imaginários coloniais e a promoção de novas narrativas que celebrem a ancestralidade, espiritualidade, resistência e futuro das comunidades racializadas.
O projeto contribui significativamente para a valorização e visibilidade da arte produzida por artistas negros e afro-indígenas no Brasil. Em um contexto onde a representatividade racial ainda é insuficiente nas instituições culturais, esta exposição oferece uma plataforma para expressões artísticas que desafiam estereótipos e celebram a riqueza das culturas afro-brasileiras e afro-indígenas. O projeto abrange três grandes cidades brasileiras (Rio de Janeiro, Salvador e Brasília), garantindo um alcance amplo e diversificado. A necessidade do projeto é evidente na atual conjuntura social, onde a marginalização e os preconceitos raciais ainda são prevalentes. Ao proporcionar um espaço de destaque para artistas racializados, o projeto combate a invisibilidade dessas vozes na cena cultural contemporânea, promovendo uma reavaliação crítica dos imaginários coloniais. Direcionado a um público diverso, que inclui artistas visuais, estudantes, pesquisadores e a comunidade em geral, o projeto proporciona um impacto cultural e educativo significativo. O ineditismo do projeto reside na sua abordagem integradora e na sua capacidade de reunir uma gama diversificada de expressões artísticas, refletindo sobre ancestralidade, espiritualidade, resistência e futuro. "Negridade Infinita" é especialmente importante por seu compromisso com a inclusão e a justiça social, utilizando a arte como ferramenta de transformação, empoderamento e inclusão. A exposição tem como propósito exibir produções que transcendam os limites impostos pelos estereótipos da colonização e da marginalização social de pessoas racializadas, sendo o projeto em si uma celebração da liberdade criativa e dos imaginários culturais. O projeto "Negridade Infinita" se enquadra em vários incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, demonstrando a sua relevância e a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para o seu financiamento: Inciso II: "Constituir um mecanismo de apoio a projetos culturais e artísticos de natureza inovadora e experimental."A exposição apresenta uma abordagem inovadora e integradora, reunindo uma gama diversificada de expressões artísticas que desafiam os estereótipos coloniais. Ao explorar temas como ancestralidade, espiritualidade, resistência e futuro, a mostra evidencia a natureza experimental e inovadora da produção artística de artistas negros e afro-indígenas.Inciso III: "Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.""Negridade Infinita" contribui para a produção e difusão de bens culturais que celebram as culturas afro-brasileiras e afro-indígenas. Ao destacar a ancestralidade, espiritualidade e resistência, o projeto informa e forma conhecimento, cultura e memória sobre a rica herança dessas comunidades, essencial para a reavaliação dos imaginários coloniais.Inciso V: "Ampliar o acesso dos brasileiros aos bens culturais."Ao realizar exposições em três grandes cidades e incluir atividades gratuitas, o projeto amplia o acesso aos bens culturais para um público diversificado. Essa ampliação é crucial para democratizar a cultura e garantir que as produções artísticas de artistas racializados sejam apreciadas por uma audiência vasta e variada. O projeto também está alinhado com diversos objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei 8313/91, o que reforça a sua importância e a necessidade de apoio financeiro por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais: Objetivo I: "Contribuir para a preservação do patrimônio cultural brasileiro."A exposição valoriza e preserva as culturas afro-brasileiras e afro-indígenas, destacando suas importantes contribuições culturais, sociais e políticas na construção da sociedade brasileira. Ao exibir obras que refletem sobre ancestralidade, espiritualidade e resistência, o projeto ajuda a preservar e celebrar a rica herança cultural dessas comunidades.Objetivo II: "Estabelecer mecanismos de apoio a iniciativas culturais, como forma de promover a diversificação e o acesso à produção cultural nacional."O projeto cria uma plataforma de apoio a artistas negros e afro-indígenas, promovendo a diversidade e o acesso à produção cultural nacional. As oficinas de processos criativos e as masterclasses incluídas na programação ajudam a desenvolver e apoiar novos talentos na cena cultural contemporânea.Objetivo III: "Garantir a democratização dos bens culturais, facilitando o acesso da população aos produtos culturais."Com a realização de atividades gratuitas e acessíveis, o projeto assegura a democratização dos bens culturais. Isso é fundamental para proporcionar um impacto significativo na comunidade, permitindo que pessoas de diferentes origens e contextos tenham acesso às produções culturais.Objetivo V: "Estimular a criatividade artística e o surgimento de novos valores na área da cultura."Através das oficinas de processos criativos e masterclasses, o projeto estimula a criatividade artística e apoia o surgimento de novos valores na cultura. Ao proporcionar um espaço para a expressão criativa de artistas racializados, "Negritude Infinita" promove o empoderamento e a inclusão social. Desta forma a exposição "Negridade Infinita" é especialmente importante por seu compromisso com a inclusão e a justiça social, utilizando a arte como ferramenta de transformação, empoderamento e inclusão. A exposição tem como propósito exibir produções que transcendam os limites impostos pelos estereótipos da colonização e da marginalização social de pessoas racializadas, sendo o projeto em si uma celebração da liberdade criativa e dos imaginários culturais. Por isso, o apoio através do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é não só necessário, mas também estratégico para garantir a realização de um projeto com profundo impacto social, educativo e cultural, alinhado com os valores de responsabilidade social e promoção da diversidade.
Uma das principais características do programa será abordagem inclusiva, que visa alcançar jovens de diferentes contextos educacionais e socioeconômicos. Para isso, serão estabelecidas parcerias estratégicas com instituições de ensino, tanto da rede pública quanto da rede privada, bem como com as Secretarias de Educação de cada cidade onde a exposição será realizada. Essas parcerias são fundamentais para garantir o acesso dos jovens ao programa educativo, além de promover a integração entre a exposição e o currículo escolar. As metodologias pedagógicas adotadas serão dinâmicas e participativas, incentivando a interação dos jovens com as obras de arte expostas, estimulando o pensamento crítico, a criatividade e a expressão pessoal. Todas as atividades do programa educativo serão oferecidas de forma gratuita: visitas guiadas, oficinas de arte, debates temáticos e outras experiências enriquecedoras que possam despertar o interesse dos jovens pela cultura afro-brasileira e por questões sociais relevantes. Além disso, o programa educativo buscará integrar a exposição ao ambiente escolar, desenvolvendo materiais didáticos e recursos pedagógicos que possam ser utilizados em sala de aula antes, durante e após a visita à exposição. Isso proporcionará uma experiência mais completa e significativa para os jovens, permitindo que eles aprofundem seu aprendizado e compartilhem suas experiências com colegas e professores. Desta forma, o programa educativo do projeto se torna uma oportunidade para os jovens se conectarem com a arte, a cultura e as questões sociais, contribuindo para sua formação pessoal, acadêmica e cidadã. Ao oferecer uma abordagem inclusiva, dinâmica e integrada, o projeto visa inspirar e capacitar os jovens a se tornarem agentes de mudança em suas comunidades e na sociedade como um todo.
O projeto “Afrotonizar: Negridade Infinita” contará com uma empresa especializada em acessibilidade e diversidade para fornecer consultoria e implementar estratégias abrangentes que garantam que todas as pessoas, independentemente de suas necessidades e habilidades, possam desfrutar plenamente da exposição. As seguintes medidas serão adotadas: Acessibilidade Física: A exposição contará com rampas de acesso, corrimãos e elevadores em todas as áreas, facilitando a circulação de cadeiras de rodas. Banheiros adaptados serão disponibilizados em todos os locais. Acessibilidade Sensorial: Recursos como audiodescrição estarão disponíveis para pessoas com deficiência visual, fornecendo descrições detalhadas das obras de arte. Legendagem em tempo real será oferecida durante eventos e palestras para pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Tradução em LIBRAS: Intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) estarão presentes em todas as atividades educativas e palestras, garantindo a participação plena de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Material Educativo Acessível: Folhetos, guias e informações sobre as obras de arte serão disponibilizados em formatos acessíveis, como Braille e áudio, para atender às necessidades de diferentes públicos. Visitas Guiadas Especializadas: Grupos com necessidades específicas, como pessoas com deficiência visual, auditiva ou intelectual, terão acesso a visitas guiadas conduzidas por guias treinados e adaptadas para atender às suas necessidades. Sensibilização da Equipe: Todos os colaboradores passarão por treinamento em acessibilidade e inclusão para criar um ambiente acolhedor e inclusivo para os visitantes. Soluções de Acessibilidade para o Público Autista: Reconhecendo a importância de criar um ambiente inclusivo para indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o projeto adotará medidas específicas para garantir que as exposições e atividades sejam acessíveis e confortáveis para pessoas autistas. Projeto Expográfico: Haverá espaços tranquilos onde pessoas autistas poderão relaxar e se recuperar de possíveis sobrecargas sensoriais, com iluminação suave e mobiliário confortável.Materiais Educativos e Informativos Adaptados: O material didático e informativo será elaborado de forma acessível, utilizando linguagem clara e direta, além de recursos visuais como pictogramas e ilustrações, facilitando a compreensão das informações por pessoas com TEA. Guias e Mediadores Treinados: A equipe de guias e mediadores da exposição receberá treinamento sobre TEA para melhor atender e interagir com visitantes autistas, fornecendo suporte adequado e adaptando suas abordagens conforme necessário. Horários de Visitação Específicos: Serão oferecidos horários de visitação específicos para pessoas autistas, com um ambiente mais controlado e menos estímulos visuais e auditivos, proporcionando uma experiência mais confortável e menos estressante. Mapas e Guias Visuais: Mapas e guias visuais da exposição serão disponibilizados para ajudar os visitantes a se orientarem e se prepararem para a visita, incluindo descrições claras e imagens dos espaços e obras de arte. Recursos Audiovisuais Acessíveis: Vídeos e outros recursos audiovisuais da exposição serão disponibilizados com legendas e descrições em áudio, garantindo que pessoas com diferentes necessidades sensoriais possam acessar o conteúdo.
O projeto "Negritude Infinita" adota diversas estratégias para garantir a democratização do acesso aos bens culturais e para proporcionar oportunidades para que diferentes públicos, especialmente os mais marginalizados, tenham a chance de experienciar a riqueza da arte negra e afro-indígena. Essas estratégias incluem: Exposição intinerante e gratuita:A exposição será itinerante, passando por três grandes centros urbanos brasileiros. Isso amplia o alcance do projeto, permitindo que a produção artística de artistas negros e afro-indígenas chegue a diferentes regiões do país. Dessa forma, o projeto se propõe a superar barreiras geográficas e a garantir que a arte racializada não seja restrita apenas aos grandes centros culturais, mas chegue também a outras áreas com menos acesso a exposições desse porte.Atividades Culturais Gratuitas e Acessíveis: O projeto oferece uma série de atividades gratuitas, como mesas de debate, masterclasses e oficinas de processos criativos, que garantem o acesso ao conhecimento e à produção artística sem custos para o público. Isso promove a inclusão de pessoas de diferentes contextos sociais, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade econômica, que de outra forma não teriam a oportunidade de participar de eventos culturais de grande porte. Acessibilidade Física e Digital: A exposição será planejada com foco em acessibilidade, garantindo que espaços de exibição estejam adequados para pessoas com deficiência, incluindo recursos como sinalização em braille, legendas e áudio-descrição para deficientes visuais. Além disso, o projeto prevê a criação de uma plataforma digital para a transmissão online de algumas atividades, como palestras e performances, possibilitando o acesso remoto àqueles que não podem comparecer fisicamente aos eventos. Parcerias com Instituições de Ensino e Centros Comunitários: Para atingir um público diverso, o projeto firmará parcerias com escolas, universidades, centros comunitários e organizações culturais locais, convidando estudantes, professores e membros da comunidade a participarem de visitas guiadas, palestras e workshops. Isso não só amplia o alcance da exposição, mas também fomenta a educação e a sensibilização sobre as questões raciais e culturais abordadas nas obras apresentadas. Programação Educacional e Formativa: O projeto conta com uma série de atividades formativas, como masterclasses e oficinas, destinadas a artistas, estudantes e jovens da comunidade, permitindo o desenvolvimento de novos talentos e a formação de uma nova geração de criadores e apreciadores da arte afro-brasileira e afro-indígena. As oficinas também irão focar na democratização do acesso ao processo criativo, incentivando a participação ativa de pessoas racializadas que, muitas vezes, não têm acesso a esses espaços de formação. Intervenções Artísticas Urbanas: Além das exposições tradicionais, o projeto prevê intervenções artísticas urbanas em locais públicos, com a participação de artistas locais. Essas intervenções, que podem incluir murais e instalações em praças, ruas e centros culturais, tornam a arte acessível diretamente ao público que frequenta esses espaços no seu cotidiano, criando um contato direto e espontâneo com a produção artística. Apoio a Públicos Diversificados: O projeto se propõe a atender a um público diversificado, incluindo pessoas de diferentes idades, origens e classes sociais. A programação foi pensada para atrair tanto aqueles com formação acadêmica em arte quanto o público geral, buscando criar uma ponte entre diferentes mundos da cultura e proporcionando um ambiente de aprendizado e troca para todos os participantes.
Naymare Azevedo - Coordenadora Geral Curadora e idealizadora da plataforma Afrotonizar, é produtora cultural com mais de 12 anos de experiência e diretora executiva da Ayabá Produtora Criativa. Com graduação em Gestão de Políticas Públicas pela UFRN, mestrado em Cultura e Sociedade pela UFBA, concentra-se em pesquisar narrativas artísticas que promovem pensamentos decoloniais nas obras de artistas negros e indígenas. Marcelo Campos - Curador Professor associado à UERJ no programa de pós-graduação em História da Arte, é especialista em arte contemporânea e curador chefe do Museu de Arte do Rio. Doutor em Artes Visuais pela UFRJ, é autor reconhecido e realiza curadorias em diversas instituições desde 2004, sendo uma importante referência nos estudos das artes visuais afro-brasileiras. Ana Paula Alves Ribeiro - Curadora Antropóloga, curadora e professora, destaca-se por sua pesquisa e atuação em diversas áreas culturais. Professora do do Programa de Pós-Graduação em História da Arte (PPGHA/Uerj) e do Programa de Pós Graduação em Culturas e Territorialidade (PPCULT/UFF) e coordena o Museu Afrodigital Rio de Janeiro, explorando temas como Cultura Visual e Cinema Negro. Camila Goulart - Coordenadora de Produção Bacharel em direito com pós em História da Arte, produtora cultural desde 2007. Iniciou sua carreira na produção teatral e eventos corporativos, em 2011 focou sua carreira em projetos de artes visuais, se tornando uma especialista na área. Atualmente é supervisora geral de exposições no Instituto Moreira Salles e atua como produtora e consultora de projetos focados em artes visuais. Polyana Sá - Produtora Executiva Bacharel em Produção em Comunicação e Cultura pela Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e MBA em Gestão de Projetos USP/Esalq em andamento. Profissionalmente atua com planejamento e elaboração de projetos culturais, como produtora executiva, assistente executiva e produtora audiovisual, desde 2019. Em 2023, foi assessora de gabinete da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e como coordenadora adjunta dos editais de audiovisual da Lei Paulo Gustavo Bahia.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.