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O Festival de Música e Cultura de Rua de Bangu quer realizar uma ativação cultural de 10 meses de atuação no bairro (12 meses contando pré e pós-produção), intercalando mensalmente entre 5 oficinas de capacitação artístico-cultural voltada para jovens moradores da Zona Oeste e 5 edições do Festival, todas elas gratuitas, temáticas e dialogando com as oficinas ministradas. As oficinas terão duração de 1 mês cada, com 1 aula de caráter semanal de 2h de duração. Serão ofertadas 20 vagas por oficina, totalizando 100 jovens capacitados ao final da jornada e serão realizadas pelo braço educacional do projeto, o EucaZO. São elas: Escrita Preta, Percussão, Graffiti, Economia Verde e Escrita de Projetos Culturais. As edições do Festival serão norteadas pelos seguintes temas: afrofuturismo, diversidade, graffiti, sustentabilidade e direito à cidade.
O Festival de Música e Cultura de Rua de Bangu quer realizar uma ativação cultural de 10 meses de atuação no bairro, intercaldo mensalmente entre 5 oficinas de capacitação artístico-cultural voltada para jovens moradores da Zona Oeste e mais 5 edições do projeto, todas elas gratuitas, temáticas e dialogando com as oficinas ministradas. Classificação etária das oficinas: 18 até 29 anos. Classificação etária do Festival: livre.
Objetivo Geral: Celebrar a memória, história e potencialidades de Bangu, que vai completar 352 anos em 2025, e colocá-lo na efervescência do debate cultural da cidade através um produto cultural de grande porte que mescla o fomento aos artistas da Zona Oeste do Rio de Janeiro e a formação de jovens artistas e produtores da região. Objetivos Específicos: Fomentar a circulação artística local, oferecendo cachês justos e uma infraestrutura favorável para a mostra dos trabalhos.Capacitar 100 jovens em situação de vulnerabilidade, moradores da Zona Oeste, pelo EducaZO.Realizar 5 edições do Festival de Música e Cultura de Rua de Bangu.Realizar 5 oficinas para artistas e produtores culturais do território.Ocupar espaços e equipamentos públicos com atividades gratuitas e de qualidade.
O Festival é composto por artistas e surgiu de uma necessidade de dar voz aos artistas locais para mostrarem seus trabalhos para o mundo. A partir do nosso crescimento, partimos para a consolidação de redes, coproduzindo diversos projetos na região. Juntar diferentes segmentos da cultura urbana numa só intervenção é um trabalho árduo, porém, muito gratificante quando pensamos nas narrativas positivas criadas em cada edição, em cada oficina desenvolvida. Ao longo de quase 11 anos de atuação, são inúmeras as histórias de artistas que passaram por nossos palcos e hoje conseguem colher os frutos desta exposição, reverberando seus talentos dentro e fora do Brasil, como é o caso do cantor Quinho, que ganhou notoriedade numa releitura da artista Marina Lima e hoje é uma referência nacional, além da banda Oruã, que pouco após uma apresentação em nossas edições, voou para os Estados Unidos para tocar num dos estúdios mais renomados do país, o KEXP. Muitos artistas tiveram a oportunidade de se apresentar pela primeira vez, muito expositores de economia criativa geraram renda pra si e muita gente conseguiu capacitação em nossas diversas oficinas.Em nossas oficinas do EducaZO, muito gente entrou no universo do graffiti após participar das turmas, muito produtor cultural passou a escrever e ganhar editais após a oficina de Escrita de Projetos.Abrir espaço para artistas independentes, iniciantes ou não, em nossas edições do Festival, estimulam cada vez mais pessoas despertarem para este viés, acreditando através dos exemplos e narrativas positivas que criamos, ser possível investir nos seus talentos e divulgarem para o mundo. Ter o projeto aprovado na Lei Rouanet, garantirá a regularidade em nossas ações para seguir fomentando o potencial artístico do nosso território e impactar expoencialmente a região.
O EducaZo já capacitou mais de 100 jovens moradores da Zona Oeste ao longo de 2 anos de atuação. As 19 edições realizadas do Festival já teve mais de 200 atrações artísticas e cerca de 10000 pessoas impactadas diretamente. Possuímos histórico de atuação em todos os locais escolhidos e descritos na proposta. Endereço das atividades: Praça Guilherme da Silveira - Festival (2 edições)Endereço: Rua Coronel Tamarindo s/nº - Bangu - CEP 21.840-440. Largo da Igreja - FestivalEndereço: Praça da Fé s/nº - Bangu - CEP 21810-020. Areninha Carioca Hermeto Pascoal - FestivalEndereço: Praça Primeiro de Maio s/nº - Bangu - CEP: 21830-006 Espaço Cultural Márcio Conde - Festival e OficinasEndereço: Rua H Iapi, 1 - Bangu - CEP: 21735-080
Oficinas: 5 no total. Serão 4 encontros de 2h/aula, em caráter semanal, totalizando 1 mês. As oficinas serão realizadas no Espaço Cultural Márcio Conde (um dos locais de realização do Festival), onde em parceria estruturamos uma sala com mesas, cadeiras, notebook, projetor e quadro branco. Atualmente, estamos desenvolvendo no mesmo espaço o Programa de Produtores Culturais da Periferia (link: https://www.instagram.com/p/C7XZFfyJMtZ/?igsh=MXI0MXB0bzl4MnF6dQ==), um curso composto por 3 oficinas, com foco nos jovens entre 18 e 29 anos, moradores da Zona Oeste da cidade. Nosso intuito é manter esta proposta, mas focando no desenvolvimento artístico também, com o viés literário, de arte urbana e musical. Nossa metodologia exalta referêcias do território e, a partir da contratação dos oficineiros, quinzenalmente haverá reuniões de alinhamento com a Coordenação do projeto, ou seja, 2 reuniões por oficina. Acreditamos assim, que o arte educador (que também será da Zona Oeste) manterá sua autonomia, sem deixar de valorizar a produção local. Festival: 5 no total. Cada uma com 6 horas de atividade, apresentando uma multilinguagem cultural.
Contratação de serviços de acessibilidade de conteúdo para pessoas com deficiência auditiva como, por exemplo, tradução em LIBRAS e legendagem nos vídeos que serão veiculados das atividades. Investimento em acessibilidade atitudinal, como a contratação de PCD para apresentação artística. Locação de banheiro químico adaptado para cadeirante, pensado na acessibilidade física.
Vivemos numa região onde uma parcela da população está numa situação de vulnerabilidade social, que carece de atividades gratuitas e que ofereçam uma opção de lazer com qualidade. Nossas edições e oficinas temáticas atraem os mais variados públicos, prezando pelo respeito às diversidades e, para esta proposta, pessoas pretas, de comunidades tradicionais, da comunidade LGBTQIA+ e de arte urbana estão contemplados. Todas as atividades (oficinas e Festival) serão gratuitas e possuímos histórico de atuação em todos os locais que realizaremos a proposta, onde priorizamos sempre a melhoria contínua na acessibilidade. Todos os locais são de fácil acesso, próximo à estações de trem e terminal de ônibus. Todo registro audiovisual das edições do Festival serão disponibilizados em nosso canal do Youtube (https://www.youtube.com/@festivaldemusicaeculturade8869). Em parceria com o INES - Instituto Nacional de Educação de Surdos, vamos fornecer transporte para formação de público nas 5 edições do projeto.
Nome: Thiago MathiasFunção: Coordenador GeralTrajetória: Atua desde 2013 no cenário cultural, sendo o idealizador do Festival de Música e Cultura de Rua de Bangu, do Sarau Eu's Líricos e um dos idealizadores do Piscina Cultural. Ministra oficinas de 'Rima e Poesia' em escolas para jovens e adolescentes e de 'Produção Cultural de Rua'. Tem no histórico cursos de capacitação cultural no Rio Criativo e de lideranças locais pela Casa Fluminense. No FMCRB assume a Coordenação Geral. Organizador da antologia poética 'Poesia Preta: Poetas Negros da Zona Oeste' e da Agenda Campo Grande 2030, ambos pelo Instituto Periférico Waldir Onofre. Produtor Executivo da Diáspora.Black no Rio de Janeiro, empresa de afroturismo, com sede em São Paulo. Nome: Ingrid NascimentoFunção: Coordenadora de OficinasTrajetória: Licenciada em História pela FEUC - Fundação Unificada Campograndense e pós-graduada em Ciências Sociais e Educação Básica pelo PROPGPEC - Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura. Idealizadora do Instituto Periférico Waldir Onofre e do projeto Poesia Preta - Poetas Negros da Zona Oeste. Compõe o FMCRB na pasta de Coordenação de Oficinas, sendo idealizadora do EducaZO. Nome: Isa Leal.Função: Produção ExecutivaTrajetória: Produtora Cultural - Assistente Social e artista- atua na cultura da Zona Oeste há 8 anos através de projetos como Cultura em Bangu, Zona Oeste Ativa, Zona de Cinema, Agenda Realengo 2030 e Casa do Silveirinha. Entre seus recentes trabalhos publicados, estão o Dossiê sobre a diversidade cultural da zona oeste e seus desafios entregue à secretaria de cultura e o Livro “Cinema: afetos e territórios. in: Na Zona Oeste carioca: a produção cultural e sua instância política”. Acredita na cultura como impulsionadora de desenvolvimento econômico e social em territórios periféricos e atualmente trabalha na produção do Galpão Bela Maré, parte do Observatório de Favelas. Atua no Festival de Música e Cultura de Rua de Bangu desde 2020.Qual pontuação específica se aplica: Mulher negra Nome: Rafael RochaFunção: Produção Executiva.Trajetória: Há 15 anos atua no campo da musical, um dos idealizadores do projeto Domingo Autoral e Autoral Rock. Idealização e produção do Piscina Cultural, tendo como formação oficinas de empreendedorismo cultural e marketing digital pela Universidade Castelo Branco. Integra o Festival de Música e Cultura de Rua de Bangu desde 2016. Nome: Felipe RamosFunção: Coordenação de ComunicaçãoTrajetória: Há 15 anos atua no campo da musical, é idealizador e produtor do Domingo Autoral que dá voz para artistas independentes do território. Um dos idealizadores do Piscina Cultural, projeto de ocupação multilinguagem no Casino Bangu. Ministra oficinas de "Guitarra para Iniciantes" pelo próprio Festival, além de ser integrante das bandas autorais Pedras Pilotáveis e Neon Desert. Integra o Festival de Música e Cultura de Rua de Bangu desde 2016. Priorizaremos a contratação de prestadores de serviço negros, LGBT+ e moradores da Zona Oeste.
PROJETO ARQUIVADO.