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O projeto Circo e RSiliência pretende trabalhar com um conjunto de 3 ações de memória e registro e 3 ações educativas de difusão desta memória envolvendo 3 cidades afetadas pelas enchentes do RS: uma pesquisa de campo junto a 5 famílias circenses tradicionais, com a editoração e publicação de 1 livro e um podcast entitulados Raízes do Circo no RS com retratos e relatos coletados pelos pesquisadores; com este material será montada 1 exposição em 3 escolas (uma em cada cidade) junto com evento de lançamento, uma oficina de introdução a técnicas circenses de 96h/aulas e a realização de uma mostra final com o trabalho dos alunos das oficinas em praça pública de um bairro afetado pelas enchentes. O projeto visa valorizar a memória e a arte do circo, que está em vias de se tornar patrimônio imaterial do Brasil e do RS, e as atividades darão um apoio financeiro aos detentores deste bem que hoje sofrem os efeitos da calamidade climática do RS, assim como as comunidades mais afetadas em 2024.
1) LIVRO :a) O objetivo central do livro Raízes do Circo no RS é produzir um acervo de registro de imagens e memórias de 5 famílias de circo tradicional mais antigas que circulam no estado do RS: Circo Bonaldo d’Italia; Circo Pop Brasil, Circo Texas e Circo Xebebeu, este último da modalidade de circo-teatro, um gênero atualmente bastante raro no RS. A quinta família será escolhida conforme quem estiver circulando no estado no momento da pesquisa. O livro trará muitas imagens atuais mais registros antigos de cada família digitalizados, a serem coletadas durante uma pesquisa realizada por uma equipe especializada, retratando a vida cotidiana, as práticas artísticas e histórias de cada uma dessas famílias, seus figurinos, aparelhos circenses, suas moradias e os itens mais antigos que têm consigo. O conteúdo do livro será dividido em 6 capítulos, sendo um introdutório para contextualizar o circo como patrimônio imaterial e a necessidade de sua salvaguarda e os outros 5 dedicados cada um a uma família. Este material é de fundamental importância, já que não existe nenhum livro dedicado à preservação desta memória no estado, e mesmo no Brasil há poucas publicações com este escopo, conforme aponta o parecer do IPHAE. Vale ressaltar que muitos dos mestres e mestras do circo a serem entrevistados por esta pesquisa estão com idade avançada, e urge fazer este trabalho de resgate de suas memórias o quanto antes. 2) Podcast:a) O objetivo central do podcast Raízes do Circo no RS é produzir um conteúdo acessível para difusão das memórias de 5 famílias de circo tradicional mais antigas que circulam no estado do RS: Circo Bonaldo d’Italia; Circo Pop Brasil, Circo Texas e Circo Xebebeu, este último da modalidade de circo-teatro, um gênero atualmente mais raro no RS. A quinta família será escolhida conforme a disponibilidade no RS no período da pesquisa. O podcast trará memórias de cada família, a serem coletadas durante entrevistas realizadas por uma equipe especializada, retratando a vida cotidiana, as práticas artísticas e histórias irreverentes de cada uma dessas famílias, com detalhes sobre as dificuldades que passaram, as maneiras que encontraram de superá-las e o que mais elas acharem interessante de contar para o público entender mais um pouco sobre a vida do circense, que costuma ser bastante romantizada. O conteúdo do podcast será dividido em 20 capítulos, sendo 5 para contextualizar o circo como patrimônio imaterial (sua história,sua relevância, suas peculiaridades) e a necessidade de sua salvaguarda, bem como medidas de apoio e necessidades específicas de políticas públicas para o circo, e os outros 15 capítulos sendo dedicados três a cada família, que terá trechos de suas entrevistas gravados e compilados. Este material é de fundamental importância, já que não existe praticamente nenhum material dedicado à preservação desta memória no estado, e o alcance de um podcast é nacional (até internacional). Vale lembrar que muitos dos mestres e mestras do circo a serem entrevistados estão com idade avançada, e urge fazer este trabalho de resgate de suas memórias o quanto antes. Além disso, os capítulos dedicados à questão da importância do circo enquanto patrimônio e das dificuldades que os circenses tradicionais encontram pode ajudar na conscientização social e da gestão pública a respeito destas pessoas, de modo a dminuir preconceitos e facilitar o acesso destas e de outras famílias a direitos básicos seus que muitas vezes lhes são negados, como a vaga em escolas públicas para as crianças e o atendimento médico nos postos de saúde. 3) Exposição Raízes do Circo no RS: O objetivo central da exposição Raízes do Circo no RS é produzir um acervo de imagens e memórias de 5 famílias de circo tradicional entre as mais antigas que circulam no estado do RS: Circo Bonaldo d’Italia; Circo Pop Brasil, Circo Texas e Circo Xebebeu, este último da modalidade de circo-teatro, um gênero atualmente mais raro no RS. A quinta família será escolhida conforme disponibilidade no momento da pesquisa do projeto. A exposição trará imagens atuais e registros antigos de cada família, bem como alguns objetos circenses, a serem coletados durante uma pesquisa realizada por uma equipe especializada, retratando a vida cotidiana, as práticas artísticas e histórias de cada uma dessas famílias, seus figurinos, aparelhos circenses, suas moradias e os itens mais antigos que têm consigo. A proposta do evento de inauguração da exposição e lançamento do livro Raízes do Circo no RS é realizar uma ação de educação patrimonial junto ao público infanto-juvenil, oferecendo um evento que trará o clima do circo, com apresentações artísticas e alimentação típica para que a comunidade, os alunos da escola e suas famílias não apenas apreciem as artes circenses, mas também enxerguem os sujeitos e suas histórias por trás deste tipo de espetáculo. Esta ação é de fundamental importância, já que existe pouco conhecimento da memória do circo no estado, e o preconceito que os artistas de circo itinerante sofrem ainda é muito grande em nossa região. 3) OFICINA DE ARTES CIRCENSES: Cada oficina de artes circenses terá a duração de 96h aula a serem distribuídas ao longo de até 4 meses em aulas de 2 a 3h/aula distribuídas pela frequência de 2 a 3 vezes por semana. As oficinas terão até 20 alunos e serão ministradas por um artista local (podendo haver a contratação de um estagiário para auxílio) a ser selecionado em cada cidade do projeto e serão realizadas dentro das escolas parceiras. O conteúdo será a introdução a no mínimo duas técnicas basilares de circo (comicidade, malabarismo, acrobacia, equilíbrio, ilusionismo, flexibilidade), bem como trabalho em equipe, expressão corporal e desenvoltura de palco para as crianças e jovens poderem, ao final das oficinas produzirem uma apresentação que será realizada para sua comunidade. 4) Apresentação circense: Como mostra de resultado das oficinas com os alunos das escolas, haverá uma apresentação artística de cada turma em uma praça de sua cidade, preferencialmente em bairro atingido pelas enchentes, contando com o apoio do professor delas e mais dois artistas contratados. O evento oferecerá maquiagem e uniforme para as crianças, bem como levará o material da exposição feita na escola para a praça, a fim de propagar uma ação formativa e a própria pesquisa do projeto, para que assim a comunidade tome consciência da importância de preservar e respeitar este patrimônio imaterial quando um circo passar pelo seu bairro ou cidade novamente. A apresentação será transmitida de forma online pelas redes sociais do projeto e da Associação de Circo.
Objetivo Geral: este projeto busca fundamentalmente valorizar e salvaguardar um patrimônio imaterial brasileiro e gaúcho - as artes circenses tradicionais - através da preservação da memória de seus detentores e da difusão dos saberes e fazeres do circo para o público infanto-juvenil em escolas públicas, considerando também o contexto do atual momento que vive o Rio Grande do Sul, ainda em processo de recuperação da maior calamidade climática da história do país, que assolou o estado em 2024. Objetivos específicos 1. Realizar UMA pesquisa com entrevistas e registro fotográfico e videográfico junto a 5 famílias tradicionais de circo do RS detentoras dos saberes e fazeres tradicionais circenses segundo as indcações do Instituto do Patrimônio Histórico EStadual - IPHAE; 2. Publicar UM livro entitulado Raízes do Circo no RS com as imagens coletadas e uma compilação de alguns textos escritos a partir das entrevistas realizadas na pesquisa. Nas duas versões, impressa e e-book, haverá a disponibilização de um QR-code que dará acesso à página onde se encontrarão as audiodescrições das imagens com a #pracegover. 3. Lançar UM podcast de 20 capítulos entitulado Raízes do Circo no RS com entrevistas e a compilação de algumas histórias coletadas nas entrevistas realizadas na pesquisa, a ser veiculado por redes sociais da Associação de Circo do RS e do projeto. 4. Realizar a distribuição gratuita das cópias impressas para a rede de bibliotecas públicas do Estado, a rede municipal de ensino das cidades onde os circos entrevistados costumam passar, para o IPHAN e o IPHAE e as famílias entrevistadas, bem como para museus interessados, como o Museu Antropológico. Ainda será enviado material digitalizado para o site Circonteúdo, Centro de Memória do Circo e outras entidades que se interessarem; 5. Realizar TRÊS exposições a serem realizadas em 3 escolas, uma em cada uma das cidades selecionadas entre as mais atingidas pelas enchentes: Guaíba, Pelotas e Porto Alegre. Cada uma terá a duração de 10 a 15 dias conforme a disponibilidade da escola; 6. Realizar TRÊS eventos de lançamento do livro e da exposição (1 para cada escola/cidade); 7. Realizar TRÊS oficinas de introdução a técnicas circenses, uma para cada escola, para 20 alunos com 96h/aula e duração de 3 a 4 meses conforme disponibilidade dos alunos e do espaço de cada escola; 8. Realizar TRÊS apresentações/espetáculos de resultado de oficina em praças públicas com os alunos das oficinas e os professores nas suas respectivas cidades, com transmissão pelas redes sociais da Associação e do projeto. *Todas as atividades serão gratuitas e os eventos serão abertos ao público.
O circo é uma arte milenar, cujas práticas têm registro na Grécia e na China antigas, além de pinturas rupestres pré-históricas que registram movimentos acrobáticos praticados milênios atrás. Desde o período chamado medieval, há famílias que passam de geração a geração itinerando com suas tendas, lonas e barracas, vivendo de sua arte, desconhecendo fronteiras mesmo entre continentes. Em nosso país, estas famílias mambembes chegaram com os movimentos imigratórios da Europa há dois séculos. Até hoje, o circense tradicional, por sua natureza mais autônoma e alijada do sistema, com uma rotina árdua de mudanças, em geral distancia-se das instâncias de educação formais e do próprio sistema comunitário das regiões onde circula. O resultado disso é muitas vezes materializado em preconceito e exclusão social, chegando inclusive à dificuldade de ter acesso ao atendimento médico e às vagas em escolas, direitos básicos de qualquer cidadão. Diante destes fatos, nas últimas décadas, vem crescendo um movimento internacional pelo reconhecimento, pela UNESCO, do Circo como Patrimônio Cultural Imaterial. Por exemplo: em 2012, a Fédération Mondiale du Cirque, lançou um projeto neste sentido (https://circustalk.com/news/one-step-closer-to-circus-being-recognized-as-an-art-form). Especialmente no Brasil, nos últimos anos, este processo de reconhecimento ganhou força. Em 2005, houve o registro da candidatura do circo como patrimônio imaterial do Brasil junto ao IPHAN. No Rio Grande do Sul, em 2021 foi feita a solicitação de registro desta arte milenar como patrimônio histórico junto ao IPHAE também em nome da Associação de Circo do RS, processo que hoje se enconta em fase de pesquisa liberada pelo órgão estadual desde o início de 2024, com um parecer que aponta justamente a ausência de publicações a respeito deste bem. Por este motivo, a Associação vem buscando realizar ações e projetos que possam contribuir no processo de registro, memória e valorização do circo para complementar e apoiar as candidaturas que ainda seguem em fase de pesquisa junto aos institutos de patrimônio estadual e nacional. Vale lembrar que a candidatura de registro do Circo Familiar Tradicional como patrimônio imaterial do Brasil junto ao IPHAN é uma das mais antigas ainda pendente atualmente, pois foi aberta pelo Circo Zachettini em 2005. Este dossiê, escrito por advogados representantes da família de circo, não teve a contribuição de especialistas em patrimônio nem usou como base entrevistas realizadas por um questionário como determina o IPHAN (o INRC). Tampouco houve a construção de acervo fotográfico e dos vídeos de candidatura conforme se solicita. Da mesma forma, a Associação foi signatária da abertura do processo de registro estadual, e agora deve colaborar com a construção do dossiê para que isto se concretize. Por isso, o processo ficou parado por tanto tempo. Diante dessa necessidade, todo o material coletado neste projeto será disponibilizado ao IPHAN e ao IPHAE para a construção do acervo fotográfico e do material de candidatura deste bem imaterial tão carente de um olhar em termos depolíticas públicas de salvaguarda. Ademais, no atual momento que vive o RS, ainda em processo de recuperação da calamidade climática, é impossível falar de um patrimônio imaterial sem falar na sua preservação e na salvaguarda de seus detentores - no caso, os artistas de circo. Estes, que já sofrem normalmente com a exclusão e a falta de políticas públicas, correm sérios riscos de parar de atuar como circenses para tentar sobreviver à crise econômica que está despontando no estado. Além disso, a comunidade infanto-juvenil que foi atingida será beneficiada pela magia e alegria que o circo transmite. Com sua natureza multidisciplinar, este projeto abrange alguns dos objetivos estabelecidos na Lei 8313, tais como:*promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (artistas apenas do RS a serem entrevistados e contratados); *contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - dado que todos os produtos terão distribuição e acesso gratuitos; * apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores - no caso, os artistas circenses tradicionais; * proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional - no caso, os artistas circenses do RS; * salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira - no caso, as artes circenses tradicionais do RS; * preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro (o circo tradicional está em processo de ser registrado como patrimônio imaterial nacional); * estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória - no caso, os saberes e fazeres circenses; * priorizar o produto cultural originário do País, neste caso, do RS. Vale ressaltar que estes artistas, que já sofrem geralmente com o preconceito e a exclusão social, que já passaram muitas dificuldades com a pandemia e a lacuna histórica de políticas públicas para seu segmento, correm sérios riscos de parar de atuar como circenses para tentar sobreviver à crise econômica que está despontando no estado após a calamidade climática. Além disso, a comunidade infanto-juvenil que foi muito atingida pelas enchentes será beneficiada diretamente pelo resgate da magia e da alegria que o circo transmite através das atividades do projeto. Por fim, considerando o Artigo 3o desta supracitada Lei, eis os objetivos a serem atingidos por este projeto: * estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; * edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; * realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; * proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; * distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; * levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
1) LIVRO Raízes do Circo no RS: o livro Raízes do Circo no RS terá as seguintes características: de 140 a 180 páginas, será impresso em papel couchê opaco 170g com capa estilo álbum de fotos aberto em papelão com papel couchê brilho 60x 26,5cm, lombada quadrada de 14mm e laminação. O livro terá 500 cópias impressas e uma versão e-book para ser disponibilizada gratuitamente no site da Associação de Circo do RS para os interessados. Nas duas versões haverá a disponibilização de um QR-code que dará acesso à página onde se encontram as audiodescrições das imagens com a #pracegover. As edições impressas serão distribuídas gratuitamente para a rede de bibliotecas públicas do Estado, a rede municipal de ensino das cidades onde os circos entrevistados costumam passar, para o IPHAE e as famílias entrevistadas, bem como para museus interessados, como o Museu Antropológico, conforme a demanda de cada um após o envio de contato por e-mail ou telefone apresentando e oferecendo o material. Ainda será enviado material digitalizado para o site Circonteúdo, Centro de Memória do Circo e outros que se interessar. Os autores ficarão com 10 cópias cada um, e a Associação de Circo do RS receberá mais 15 cópias. 2) Podcast Raízes do Circo no RS: série de 20 capítulos com duração entre 20 e 35min, em formato de entrevista ou narrativa, a ser publicados com periodicidade semanal nas redes sociais (Spotfy e YouTube com divulgação no FaceBook e Instagram) do projeto e da Associação de Circo do RS. 3) Exposição Raízes do Circo no RS: exposição itinerante com 20 a 25 fotografias posterizadas em tamanho de banner com no mínimo 90cm de largula e 5 a 10 objetos ligados ao circo (malabares, figurinos, tecidos, etc) coletados junto aos artistas entrevistados. Duração: até 2 semanas. Cada exposição terá um evento de abertura/lançamento do livro que reproduzirá a atmosfera do circo com 5 apresentações artísticas e alimentação típica (pipoca e algodão doce e/ou maçã do amor). Alguns livros serão sorteados entre os presentes. Duração: 75min. 3) OFICINA DE ARTES CIRCENSES: Súmula: Oficina de introdução a técnicas circenses e desenvolvimento motor para crianças e adolescentes, propiciando o desenvolvimento de habilidades básicas para apresentações artísticas de circo: - desenvoltura diante do público e linguagem corporal - postura corporal em cena - equilíbrio - flexibilidade - coordenação motora - agilidade - comicidade - trabalho em grupo e em dupla - força No primeiro mês haverá jogos de desinibição e interação e as aulas iniciais farão uma introdução a muitas destas habulidades elencadas. Durante o segundo e o terceiro mês, os alunos desenvolverão duas técnicas circenses entre as listadas abaixo: - malabarismo - equilibrismo - acrobacia - palhaçaria - magia/ilusionismo Durante o mês final, os alunos participarão da montagem de uma apresentação/espetáculo final de curso, que contará com a participação de outros dois artistas. Público-alvo: crianças e jovens de 6 a 14 anos Materiais e espaço: sala, ginásio ou quadra esportiva dentro da escola parceira. Materiais a serem adquiridos pelo projeto de acordo com o professor a ministrar aulas: equipamentos de malabares, magia, tatamis, colchões, etc. Carga horária: 96h/aula Vagas por turma: 20
PRODUTO: LIVROMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: formato em audiolivro e audiodescrição das imagens disponibilizado por QR-Code PRODUTO: Exposição das imagens e objetos oriundos da pesquisaMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados nas escolas (critério para serem escolhidas pelo projeto)MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcDs VISUAIS: audiodescrição com uso de QR Code disponibilizado para direcionamento PRODUTO: Evento de lançamento do Livro e da ExposiçãoMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados das escolas (critério para serem escolhidas pelo projeto)MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição disponível por QR Code disponibilizado para direcionamentoACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras PRODUTO: OFICINAS DE ARTES CIRCENSESMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados das escolas a serem escolhidas para o projeto (critério para serem escolhidas pelo projeto)MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcDs VISUAIS e PcDs INTELECTUAIS: Treinamento especializado para os monitores (focado nas necessidades dos alunos de cada escola). PRODUTO: ESPETÁCULO DE CIRCOMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: ACESSO EM PRAÇA PÚBLICA(como haverá poucas falas e teremos banners explicativos, não há necessidade de intérprete de LIBRAS)
Todos os produtos (os exemplares do livro, o podcast, as exposições, as oficinas e os eventos) serão oferecidos de forma gratuita e realizados em locais públicos. Medidas de “ampliação de acesso” serão adotadas no projeto, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal: o livro, o podcast ficarão disponíveis nas redes e os espetáculos finais serão transmitidos pelas páginas sociais da Associação Circo Sul e do projeto;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos: no caso, as exposições e oficinas serão gratuitas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil (as 3 atividades realizadas junto às escolas e seus alunos são voltadas a este público);
Consuelo Vallandro Coordenação Geral, acessoria de acessibilidade e controller financeiro Consuelo Vallandro, multiartista LGBTQIA+ tem registro profissional de bailarina e acrobata (Sócia Sated com DRT - 9550-RS) começou seu trabalho corporal com a ginástica acrobática voltada para apresentações artísticas no início dos anos 90 aos 13 anos de idade, transitou para o circo com os aparelhos aéreos e posteriormente à dança aérea. É gestora em Artes Circenses pelo IFSUL e graduada em Letras pela UFRGS. Há mais de uma década vem expandindo seus horizontes e práticas artísticas no campo da arte transdisciplinar, envolvendo a dança contemporânea, o circo e a performance, sendo esta última foco de sua pesquisa de mestrado junto ao PPG-AC da UFRGS. Já integrou mais de 10 espetáculos que foram à cena em teatros de todo o estado, como bailarina-intérprete e acrobata, participando dos maiores festivais das artes cênicas do Estado: Porto Alegre em Cena, Palco Giratório, Festival de Circo de Santa Maria e Caxias em Cena. Realizou performances em inúmeros eventos de dança e artes visuais, inclusive na FLIP de Paraty e no Festival de Arte de Porto Alegre (2018/2019). Em 2018, fez residência artística com o grupo britânico Imitating the dog e realizou o espetáculo Night of the Living Dead Redux. De 2014 a 2021 foi professora de acrobacia e artes circenses na escola inclusiva Legato, de Canoas, utilizando a arte para a educação e formação de alunos com e sem deficiência, matéria de sua pesquisa mais recente, a qual já foi apresentada em eventos acadêmicos inclusive internacionalmente. Prêmios da FUNARTE: em 2020 ganhou o Arte em toda Parte por sua oficina de acrobacia em dupla e, em 2021, o Prêmio Mark Ferrez de Fotografia. É presidente da Associação de Circo do RS (vide o site: https://assocircors.org.br/sobre ) e vice coordenadora do Colegiado de Circo do Estado do RS (vide o site: https://cultura.rs.gov.br/colegiados-setoriais-de-cultura ), assim como conselheira estadual de cultura (vide o site: https://cultura.rs.gov.br/composicao-cec ), ex-presidente do CEC-RS e sócia da Associação Gaúcha de Dança. Já foi parecerista em mais de 15 editais e trabalha com crítica teatral de dança, performance e circo no site Agora Crítica Teatral (https://www.agoracriticateatral.com.br/ ). Enquanto gestora, foi responsável pela organização de um festival, duas Mostras e um encontro de circo, além de cursos de formação e profissionalização para artistas de circo do RS. Também coordenou a pesquisa da FUNARTE para o reconhecimento do circo como patrimônio cultural imaterial do Brasil entre 2022 e 2023, sendo autora do texto base que será utilizado para o dossiê de candidatura a ser enviado para o IPHAN após a complementação da pesquisa. Dominique Martins Produção executiva e coordenação pedagógica Dominique Martins é artista circense, DRT 7437. Também é produtora cultural fundadora da empresa Acromix Circus. Faz parte da diretoria da Associação de Circo do Rio Grande do Sul CIRCOSUL e do Colegiado Setorial de Circo do RS. É formada em Educação Física pela UFRGS e pós-graduada pela PUC “MBA em Vendas, Negociação e Resultados de Alta Performance”. Cursou a imersão Empetec Criativos do Sebrae RS em 2024. Foi contemplada com diversos projetos em editais como Carequinha e Artes nas Ruas da FUNARTE, Fumproarte e Lei Aldir Blanc. Faz parte da produção do Festival de Artistas de Rua com 4 edições no estado do RS. Patrícia Sacchet Coordenação de pesquisa e assitente de produção Mestre em Artes Cênicas pelo PPGAC-UFRGS, com 24 anos de experiência como Palhaça Ondina, aprendendo com grandes mestres. Oficineira de Palhaçaria desde 2008. Atua artisticamente na pesquisa, como atuação, direção e produção circense. Foi professora de Elementos Técnicos e Estéticos do Circo da FATO (Fac. Monteiro Lobato), co-criadora e professora do Curso de Extensão de Gestão das Artes Circenses do IFRS. Fundadora e artista da Cia Ondina e Tufoni desde 2007. Foi membro da diretoria de circo do SATED-RS, integra a diretiva do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre. Fundadora da Associação de Circo do RS. Administradora e curadora do Teatro Hebraica - POA-RS desde 2015 até os dias atuais. Fernando Kluwe Dias Fotografia Formação: Jornalismo pela PUC(1983) Destaques da carreira: 1º lugar no concurso fotográfico interno da Caixa Econômica Estadual/RS; Exposição individual – “No Mundo dos Gnomos”-Solar dos Câmara-POA/RS; Fotos para o livro e exposição “Fotos do Brasil”-FEBRABAN-Memorial da América Latina-SP; Exposição individual – “Momentos”- Centro Cultural Pedro Wayne – Bagé/RS; Exposição em parceria com o designer gráfico,Sérgio Milano,intitulada ,“Projeto Cento – Uma Visão FotoGráfica de Obras de Erico Verissimo” – Centro Cultural Erico Verissimo da CEEE-POA/RS; 2008 – 4º lugar no Concurso Nacional do Banco Itaú de Fotografias –Categoria:Plantação Agrícola Florida; Foi um dos 60 finalistas do Concurso Leica –Revista Fotografe Melhor – Categoria Cor; Fotos para o livro “80 Anos da Secretaria da A|gricultura e Pecuária so Rio Grande do Sul; Exposição coletiva de rua –“Mosaicografia”-Porto Alegre-RS; “I MOSTRA FOTOGRÁFICA AZ” - exposição fotográfica coletiva - Galeria AZ - Bagé, RS; Foi um dos 30 selecionados entre 1.592 inscritos no 12º Prêmios New Holland de Fotojornalismo.Integrou exposição itinerante pela América Latina; Primeiro lugar no Concurso OIE Photo Compettion –Américas – realizado e na cidade de Paris-França; Menção Honrosa e um dos 30 fotógrafos selecionados entre 3.040 inscritos na 13ª edição dos Prêmios New Holland . Integrou a exposição itinerante pela América Latina; Fotógrafo do livro “A Produção Artesanal da Agroindústria Familiar”,uma produção em parceria com a EMATER.Lançado durante a Expointer/2018; Exposição”Portfolio:Fotógrafos”-Espaço Cultural Correios-Porto Alegre-RS; Exposição fotográfica coletiva “Infinito” – Memorial do RS-Porto Alegre; Exposição coletiva “O Mundo em Movimento”- Parque da Redenção e UFRGS-Porto Alegre-RS; Foto no livro “Memórias de São Francisco de Paula; Fotos no Livro “Origens” um projeto cultural do Grupo Laje de Pedra-Canela-RS; Foto na maior exposição fotográfica coletiva de rua da América Latina-Street Photo-Porto Alegre-RS; Fotos na exposição fotográfica “Mobgrafia-Expressão Urbana”-Galeria Escadaria-Viaduto da Avenida Borges de Medeiros-Porto Alegre/RS; Autor das imagens que fazem parte do livro “Quilombolas:Diagnóstico das Comunidades Quilombolas Certificadas no RS” (2023) Tem fotos publicadas em livros de pesquisa agropecuária;Foi jurado dos Prêmios ARI de Jornalismo;Trabalhou como Free Lancer na Revista Bizz;possui várias imagens publicadas em jornais,revistas,peças publicitárias de circulação regional,nacional e internacional. Flávio Ilha Coordenação de editoração Flávio Ilha é jornalista e escritor, autor de Longe daqui, aqui mesmo (2018), Ralé (2019 - finalista do prêmio Açorianos de Literatura na categoria contos) e João aos pedaços - biografia de João Gilberto Noll (2021 - finalista do prêmio Açorianos de Literatura na categoria Especial). É fundador da editora Diadorim, criada em 2016, que se dedica a publicar autores e autoras contemporâneos de literatura brasileira e latino-americana e também a realizar projetos editoriais sob demanda. A editora tem em catálogo mais de 40 livros, entre contos, romances, poesia e não-ficção, incluindo crônicas e jornalismo. São 4 famílias comprometidas em dar as entrevistas, responsáveis pelos seguintes circos: Circo Bonaldo d’Italia; Circo Pop Brasil, Circo Texas e Circo Xebebeu, este último da modalidade de circo teatro, um gênero atualmente mais raro no RS. A quinta família será escolhida conforme a conjuntura dos circos que estiverem circulando no Rio Grande do Sul no período de execução do projeto e a própria disponibilidade para dar a entrevista e ser fotografado.
PROJETO ARQUIVADO.