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A proposta do projeto Baby Breaking é circular em 12 cidades do interior de Goiáscom uma apresentação/oficina de breaking nas instituições públicas de Educação Infantil. Cada cidade será contemplada com duas participações, com duas horas de duração em cada instituição. Para estes acontecimentos, será organizada uma equipe com quatro bgirls (dançarinas), a fim de oportunizar que as crianças de seis meses a seis anos de idade conheçam e vivenciem um pouco da dança de rua e ampliem o repertório de brincadeiras, de movimento, de criatividade e de sensibilidade artística.
O projeto Breaking Breaking visa promover o breaking como linguagem artística para crianças de seis meses a seis anos em 12 cidades do interior de Goiás. Com oficinas práticas e teóricas, as crianças desenvolverão habilidades motoras e de expressão corporal em um ambiente seguro e criativo. Um projeto organizado pelo coletivo Bgirls Nativas, buscando integrar a arte do breaking à educação infantil, valorizando a cultura hip-hop.
Objetivo Geral Promover o reconhecimento e a valorização do breaking como linguagem artística na primeira fase da educação básica, contribuindo para o desenvolvimento motor e a expressão corporal de crianças de seis meses a seis anos em um ambiente seguro e criativo nas cidades do interior de Goiás. Objetivos Específicos 1. Realizar encontros de estudos teóricos e práticos sobre breaking; 2. Desenvolver oficinas de expressão corporal que integrem elementos do breaking, beneficiando aproximadamente de 2.000 crianças e suas famílias, em 24 instituições educacionais ao longo do projeto; 3. Criar uma rede de apoio e incentivo para mulheres envolvidas com a prática do breaking; 4. Produzir materiais educativos sobre a importância do breaking como forma de expressão artística na primeira infância; 5. Realizar apresentações e oficinas que integrem as crianças participantes, promovendo a troca de experiências e o fortalecimento do elo entre crianças e educadores.
Evidencia-se que há pouca participação das crianças nos eventos de hip hop. Uma questão que pode ser levantada é que, por vezes, a transmissão dos conhecimentos não contempla as especificidades da infância e, sendo uma cultura que não é tão institucionalizada, os pequenos têm pouco ou nenhum acesso a ela. Neste contexto, tal proposta centra-se na investigação de possíveis caminhos de trabalhar o breaking com crianças bem pequenas, além de contribuir com a formação das arte-educadoras responsáveis pelo projeto e dos(as) educadores(as) que nos receberão nas instituições. Destaca-se ainda que tais formas diferenciadas de propor o breaking a partir dos interesses da cultura infantil, são um passo em direção a produção de conhecimento do hip hop, em que vislumbrarão outros arte-educadores desta cultura de rua a trabalhar com pessoas de pouca idade, como também propor outros desdobramentos pedagógicos. O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para garantir o financiamento deste projeto, uma vez que possibilita o acesso a recursos que fomentam ações culturais e educativas essenciais para o desenvolvimento da comunidade. Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 em que o projeto se enquadra: 1. I - A promoção e a difusão da cultura: O projeto visa promover o breaking como linguagem artística, contribuindo para a difusão dessa expressão cultural nas comunidades atendidas. 2. II - A proteção e a valorização do patrimônio cultural brasileiro: Ao incentivar a prática do breaking, o projeto valoriza uma manifestação cultural contemporânea e importante, inserindo-a no contexto educativo. 3. III - A formação de recursos humanos para as artes: As oficinas e encontros promovidos contribuirão para a formação de educadores e artistas locais, além das crianças participantes. Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 que serão alcançados: 1. I - Incentivar a produção cultural: O projeto estimulará a criação e a prática do breaking entre crianças e mulheres, aumentando a oferta de atividades culturais na região. 2. II - Difundir a cultura nacional: Ao envolver a comunidade e promover eventos culturais, o projeto ajudará a disseminar a cultura do breaking, valorizando-a como parte do patrimônio cultural. 3. IV - Promover a inclusão social**: O foco em crianças de seis meses a seis anos, especialmente em um ambiente seguro e criativo, contribui para a inclusão social e o desenvolvimento de habilidades motoras e de expressão entre as crianças. Assim, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura não só garante o financiamento necessário, mas também alinha o projeto a objetivos maiores de promoção e valorização da cultura, contribuindo para a formação de uma sociedade mais integrada e diversificada.
Este é um projeto que terá apenas divulgação interna nas instituições públicas de educação infantil. Ao final de cada experiência, será produzido um vídeo de cada participação a fim de oferecer um retorno também àquela unidade educacional e à comunidade, como também, estruturar novos projetos para circular em mais instituições de educação infantil. E a partir desse projeto, organizar um material didático de criação de conteúdo no Instagram de atividades de breaking com crianças pequenas.
Oficinas de Breaking - 12 cidades; 24 oficinas; duas horas em cada instituição. Duração Total: 48 horas (2 horas por oficina x 24 oficinas). Material: Espaço adequado para dança, colchonetes, som e música. Materiais de apoio como cartazes sobre técnicas de breaking e sua história. Projeto Pedagógico: As oficinas incluirão atividades práticas de dança, jogos de movimento, e discussões sobre a cultura do breaking, sempre adaptadas à faixa etária e às necessidades das crianças.
As instituições de educação infantil em que serão ofertadas as oficinas atendem a Lei de acessibilidade e as crianças que necessitam de atendimento especial contam com cuidadoras e cuidadores que permitem e incentivam a autonomia dos pequenos em todos os espaços, nas atividades e cuidados pessoais. Neste contexto, oportunizar que essas oficinas aconteçam no espaço da creche facilita o acesso das crianças que já se encontram na instituição, evitando o deslocamento, que muitas vezes não é um acontecimento muito fácil por se tratar de crianças que exigem mais atenção das educadoras e educadores.Ao final de cada oficina será produzido um mini vídeo das atividades desenvolvidas nas instituições, todos com legendas e audiodescrição, a fim de divulgar as ações do Coletivo e apresentar uma devolutiva para as crianças que participaram do projeto. As apresentações/oficinas serão organizadas conforme a dinâmica de cada instituição, já que cada lugar tem uma realidade diferente. Devemos utilizar uma comunicação simples que considere as características do nosso público.Além disso, as arte educadoras responsáveis pelo projeto possuem experiência com o público infantil, estão atentas às necessidade individuais de cada criança e realizarão experiências práticas de formação e sensibilização para atender o público com qualidade artística.
Para garantir a democratização do acesso aos produtos e atividades propostas, implementaremos uma estratégia que prioriza a inclusão e a ampla participação da comunidade. As ações incluem: Eventos Abertos à Comunidade: As oficinas e encontros culminarão em apresentações, sem custos, permitindo que a comunidade tenha a oportunidade de participar e conhecer as atividades realizadas. Parcerias com instituiçõoes de educação infantil: Estabeleceremos parcerias com instituiçõoes de educação infantil, utilizando esses espaços para facilitar o acesso às atividades do projeto, promovendo a inclusão de crianças que, de outra forma, não teriam acesso.
Stéfany Triciane Silva Duarte Natural de Macapá-AP, nasceu em 04 de abril de 1996, atualmente com 27 anos. Teve seu primeiro contato com o breaking em 2011, através de um projeto cultural nas escolas municipais. Em 2012, começou a participar de competições fora do estado do Amapá. Em 2016, ingressou no grupo WE CAN DO IT BGIRLS BRASIL. É professora de breaking no Estúdio BOUNCE62 URBAN DANCE e na Escola de Breaking de Goiânia, localizada no Centro de Referência da Juventude. Stéfany é também estudante do curso de Letras - Língua Portuguesa na Estácio. Jéssica Tavares de Faria Natural de Minaçú-GO, nasceu em 04 de abril de 1991, atualmente com 33 anos. Conheceu o breaking em 2007, por meio de um projeto realizado na escola, promovido pelo Instituto da Juventude Dom Fernando I (PUC-GO). É especialista em Educação Inclusiva pela Faculdade Focus e graduada em Dança pela Faculdade de Dança e Educação Física (UFG/2016). Jéssica também faz parte do grupo de capoeira Só Angola, na Associação de Capoeira Angola Buracão da Arte, onde atua como produtora técnica e professora de capoeira, além de trabalhar com crianças. Sátila Locateli dos Santos Natural de Goiânia-GO, nasceu em 24 de agosto de 1989, atualmente com 34 anos. É mãe de três filhos que também são dançarinos: Ana Júlia, o bboy Samukinha e o bboy Toin. Conheceu a dança de rua em 2005, por meio de um projeto na Casa de Cultura do Jardim Guanabara. Engajada na cultura Hip Hop desde 2009, representa o Coletivo N’Ativa na Escola de Breaking de Goiânia, localizada no Centro de Referência da Juventude. Sátila é servidora pública na Escola Municipal Padre Lima desde 2017. Nayara Lorrany Cardoso Santos Natural de Goiânia-GO, nasceu em 27 de fevereiro de 1997, atualmente com 26 anos. Desde os 4/5 anos, envolveu-se em diversos esportes, como basquete, handebol, vôlei, futsal, natação e karatê, participando ativamente de várias equipes. Há 6 anos, concluiu sua formação em Educação Física pela Estácio de Sá. O encanto pela dança de rua surgiu em 2008, por meio de um projeto na Casa de Cultura. Hoje, é instrutora física e representante do Coletivo N’Ativa na Escola de Breaking de Goiânia, além de atuar como personal trainer.
PROJETO ARQUIVADO.