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PRONAC 2414319Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cabocla da Mata

CABOCLA PRODUCAO LTDA
Solicitado
R$ 200,6 mil
Aprovado
R$ 200,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
PE
Município
Vicência
Início
2024-11-13
Término
2025-09-30
Locais de realização (4)
Fortaleza CearáAlto Paraíso de Goiás GoiásBelém ParáPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Cabocla da Mata é um espetáculo de dança que nasce da observação da artista Juçara sobre o personagem Arreiamá do Maracatu Rural de Pernambuco. Nelefoi enxergadatoda a força indígena presente nesse brinquedo. E a partir dos seus passos, a artista pode visualizar o Caboclinho e o Cavalo Marinho que se faziam presentes também ali. O espetáculo é todo concebido pela dançarina, com trilha sonora original dos músicos Maciel Salú e Nino Alves, direção de arte e figurino de Kléber Camelo, iluminação com Natalie Revorêdo e produção da AMATA Produção. O projeto contará com04 apresentações em Fortaleza/CE (NE), Belém do Pará/PA (NO), Chapada dos Veadeiros/GO (CO) e Porto Alegre/RS (SU), contemplando assim quatro regiões do Brasil. Oficinas serão ofertadas trazendo a cultura popular como forma de desenvolvimento social e econômico para os artistas e técnicos de cada localidade: Empreendedorismo Feminino na Cultura, Videodança_dança e audiovisual e também Caboclinho e Cavalo Marinho.

Sinopse

Cabocla da Mata é um espetáculo de dança concebido e interpretado pela dançarina popular pernambucana Juçara. Ele nasce da observação do personagem Arreiamá do Maracatu Rural, que foi enxeragada toda a força indígena presente nesse brinquedo.A partir dos seus passos o Caboclinho e o Cavalo Marinho também se fazem presentes, sendo folguedos símbolos da região da Mata Norte de Pernambuco,lugar de origem da dançarina. É um espetáculo com 40 minutos de duração, trilha sonora original dos músicos Maciel Salú e Nino Alves,direção de arte e figurino de Kléber Camelo, iluminação com Natalie Revorêdo e produção da AMATA Produção. Classificação livre. Teremos quatro oficinas de formação com temáticas afins ao espetáculo, estimulando a criação de redes entre as participantes de cada local realizado. As oficinas são: - Empreendedorismo Feminino Cultural, com a Liga Criativa: a oficina tem como principal objetivo apresentar o universo do empreendedorismo cultural com foco nas mulheres trabalhando os eixos de desenvolvimento pessoal e estruturação de negócios e carreiras artísticas abordando temáticas como formalização, marketing e vendas, finanças para artistas, registro de marca, plano de negócios e temas afins. - Videodança: dança e audiovisual, com Mila Nascimento e Kléber Camelo: a oficina tem como objetivo principal a abordagem sobre videodanças e como essa linguagem pode ser trabalhada no audiovisual, ensinando também como você pode adaptar seu espetáculo para um filme e quais principais adaptações para que isso seja feito. Também mostrar a riquesa da integração da dança com o audiovisual. - Caboclinho, com Mestra Denise Galdino do Caboclinho Canidé: oficina que trabalhará o universo dessa manifestação cultural, com foco na dança e suas movimentações corporais. - Cavalo Marinho, com mestra Moca Salú, da Família Salustiano: oficina que trabalhará o universo dessa manifestação cultural, com foco na dança e suas movimentações corporais.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a circulação do espetáculo de dança Cabocla da Mata em Fortaleza/CE (NE),Belém do Pará/PA (NO),Chapada dos Veadeiros/GO (CO) e Porto Alegre/RS (SU), contemplando quatro regiões brasileiras, ofertando oficinas de Empreendedorismo Feminino na Cultura,Videodança_dança e audiovisual,Caboclinho e Cavalo Marinho em cada local. Objetivos especificos - Realizar quatro apresentações do espetáculo de dança Cabocla da Mata, difundindo ritmos símbolos da região da Mata Norte pernambucana em Fortaleza/CE (NE),Belém do Pará/PA (NO),Chapada dos Veadeiros/GO (CO) e Porto Alegre/RS (SU); - Ofertar oficinas de Empreendedorismo Feminino na Cultura,Videodança_dança e audiovisual,Caboclinho e Cavalo Marinho em cada local, desenvolvendo as pessoas e contribuindo com a economia criativa de cada região, com 06horas/aula de cada oficina por cidade; - Garantir acessibilidade para pessoas com deficiência física, auditiva e/ou mobilidade reduzida com escolha de locais acessíveis em sua estrutura, garantia de intérpretes de Libras nas apresentações e oficinas e divulgação acessível com vídeo com legenda para surdos e ensurdecidos.

Justificativa

Cabocla da Mata é um espetáculo de dança que nasce da observação do personagem Arreiamá do Maracatu Rural, folguedo símbolo da região da Mata Norte de Pernambuco. Um filme curta-metragem já foi produzido em 2021 de forma independente com essa temática e o espetáculo presencial nasce desse projeto audiovisual que já participou de diversos festivais e mostras nacionais e internacionais. A região da Mata Norte de Pernambuco, fez parte da Capitania de Itamaracá, lugar desmatado quase em sua totalidade pela monocultura, tendo a cana-de-açúcar e a banana como principais cultivos. As comunidades desses municípios apresentam muitas características semelhantes em seus costumes e isso proporcionou também o surgimento de manifestações culturais com traços em comum. Vindas de pessoas pobres, descendentes da escravidão, são danças que refletem esses trabalhos nas movimentações corporais com passos firmes e rápidos, exigindo uma força corporal grande, de um trabalhador rural. Cabocla da Mata leva a cultura da Mata Norte de Pernambuco e representa a ocupação dos espaços nesses ritmos pelas mulheres ao longo dos tempos. Também apresenta com os movimentos corporais toda uma cultura de um povo que soube transformar a história e herança de seu lugar, marcado pela invasão e exploração, em arte de resistência! O Espetáculo é inspirado na conquista da protagonização do feminino nessas manifestações culturais oriundas do patriarcado, de localidades interioranas do Brasil. Junção da linguagem da dança com o audiovisual. O público vivenciará através do espetáculo todo o misticismo presente nesses folguedos e como eles entrelaçam-se na musicalidade, indumentária e passos de dança. O projeto contará com quatro apresentações acompanhado de música ao vivo com os artistas que compuseram a trilha sonora, em Fortaleza/CE (NE),Belém do Pará/PA (NO),Chapada dos Veadeiros/GO (CO) e Porto Alegre/RS (SU),contemplando assim quatro regiões do Brasil. Os espetáculos serão transmitidos ao vivo pelo canal do Youtube do Cabocla Produção e Instagram, sendo um projeto de apresentação híbrida. Oficinas serão ofertadas trazendo a cultura popular como forma de desenvolvimento social e econômico para os artistas e técnicos de cada localidade. As temáticas são afins com o projeto, são elas: Empreendedorismo Feminino na Cultura, Videodança_dança e audiovisual, Caboclinho e Cavalo Marinho. Além de contribuírem no aperfeiçoamento e despertar profissional artístico das pessoas, também servirão como exemplo de ser um projeto protagonizado por mulheres e por produtoras geridas e concebidas por mulheres. Terão cada uma carga horária de 6h/aula, realizadas em dois dias, com 60% das vagas fornecidas para mulheres, pessoas negras, pessoas oriundas de povos indígenas, comunidades tradicionais, terreiro e quilombolas, populações nômades e povos ciganos, pessoas do segmento LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e integrantes de outros grupos em situação de vulnerabilidade/sub-representação na sociedade. As oficinas trazem temáticas que vão além das formações dos ritmos, como a temática da junção entre as linguagens da dança e do audiovisual, com a produção da videodança, e o protagonismo feminino na economia da cultura. Formando redes de artistas e dançarinos nas áreas da dança, audiovisual e empreendedorismo cultural. Ele percorrerá por quatro regiões do Brasil, descentralizando a oferta de arte e cultura por regiões com histórico de poucas oportunidades, como: Nordeste, Centro Oeste, Norte e Sul. Levará com as oficinas, a força e importância da economia criativa na formação e desenvolvimento das pessoas. Todas as apresentações serão gratuitas, oportunizando a experiência do espetáculo de dança para todas as pessoas, disseminando a partir do espetáculo a formação de uma rede colaborativa entre os participantes das oficinas, que também serão gratuitas, formando e desenvolvendo os participantes através da economia criativa. Mudas serão doadas para hortas comunitárias como contrapartida do projeto e compensação na pegada de carbono, e materiais utilizados que sejam reciclados ou recicláveis com destinação final adequada. Assim temos um projeto que atende aos três pilares da sustentabilidade: economia, social e ambiental; mostrando que é possível a realização de projetos culturais sustentáveis. O projeto dialoga com o art. 1º da Lei 8313/91 por estar de acordo com: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. A ação atende ao art. 3º da Lei 8313/91 ao ser uma ação de: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Comunicação e Divulgação do Projeto Para a estratégia de comunicação do projeto, teremos as seguintes ações, que seguirão o manual de marcas do patrocinador: - chamadas em rádios locais,- outdoor em cada local,- utilização de mídia paga nas redes sociais,- propaganda em mídia bus,- tráfego pago,- parceria em sites e portais de notícias e emissoras educativas regionais,- pautas em rádios e TVs,- propagandas em LED em paradas de ônibus, shoppings terminais rodoviários;- kit das oficinas com logomarcas do projeto e patrocínio (ecobags, caneta, bloco de notas e caneca). A empresa de comunicação fará toda medição da repercussão do projeto, seja ela através das ações pagas, como das ações orgânicas.Uma pesquisa com o público e participantes será feita através de formulário eletrônico para saber como foi que ficou sabendo do projeto.Acesso ao público alcançado informado pelas próprias plataformas digitais que disponibilizam o serviço de mídia paga. Sessão exclusiva de apresentação do espetáculo e materiais de divulgação exclusivos do patrocinador.

Especificação técnica

Espetáculo O espetáculo "Cabocla da Mata" tem 40 minutos de duração, apresentado com música ao vivo e trilha sonora original. Tem formato de palco italiano e conta com uma equipe de trabalho direta de 11 pessoas. O espetáculo inicia com o ritual da Cabocla,peço licença a todas as caboclas que aqui passaram e honro com a minha arte expressando a história delas através do meu corpo com a dança.Essa Cabocla é uma entidade que permeia todas as personagens que se apresentam,trazendo a mensagem de que toda arte vem do divino e é corporificada nas pessoas que transmitem a mensagem através de seus dons.Isso é marcado pelos colares e grafismo na perna que significa "Festa onde todos dançam",presente em todas as personagens que aparecem.O caboclinho é dançado nos ritmos do baião,perré e guerra,sendo uma das manifestações culturais que mais possui herança das tribos indígenas da região.Em seguida,venho com o cavalo marinho,trazendo duas figuras:a Ambrósia e a Véia do Bambu.Ambrósia é uma adaptação que faço do Ambrósio,personagem vendedor de todas as figuras,que faz sua propaganda dançando os passos de cada uma.A Véia do Bambu é a figura que traz todo o fogo da mulher,a energia sexual da criação,afirmando com a sabedoria de uma mulher vivida que o prazer sexual faz parte do ser humano.Finalizo com o maracatu rural,dançando os passos do Arreiamá.Esse folgazão representa a espiritualidade da Jurema.É ele que tem toda força de proteção para o maracatu inteiro,ele pode arriar o mar!Traz toda imponência em sua indumentária e encanto em seus rodopios e passos rápidos.Seus movimentos passam pelo caboclinho e cavalo marinho,misturando tudo com o movimento do caboclo de lança.Esse personagem para mim revelou-se como a sintonia desses ritmos da Mata Norte pernambucana,meu lugar! Oficinas Teremos quatro oficinas de formação com temáticas afins ao espetáculo, são elas: - Empreendedorismo Feminino Cultural, com a Liga Criativa; trazendo aprendizado para o despertar de mulheres nos campos culturais com seus próprios negócios, nas áreas de produção cultural, gestão de projetos, produtoras de artes cênicas, músicas, entre outros. - Videodança: dança e audiovisual, com Mila Nascimento e Kléber Camelo; mostrando como é todo o processo de concepção, produção e distribuição de um filme curtametragem com a temática principal da dança. Trazendo o intercâmbio das linguagens do audiovisual e a dança. - Caboclinho, com Mestra Denise Galdino do Caboclinho Canidé; com demonstração e repasse dos movimentos corporais, história e tradiçlão desse ritmo. - Cavalo Marinho, com mestra Moca Salú, da Família Salustiano; com demonstração e repasse dos movimentos corporais, história e tradiçlão desse ritmo. Todas as oficinas terão 06h/aula, distribuídas em dois dias, com recebimento de certificado e com 60% das vagas priorizadas para mulheres,pessoas negras,pessoas oriundas de povos indígenas,comunidades tradicionais, terreiro e quilombolas,populações nômades e povos ciganos,pessoas do segmento LGBTQIAPN+,pessoas com deficiência e integrantes de outros grupos em situação de vulnerabilidade/sub-representação na sociedade.

Acessibilidade

O projeto Cabocla da Mata contemplará as seguintes ações de acessibilidade: Acessibilidade Física: ações nos locais que possuem adequação para pessoas com deficiência física e/ou mobilidade motora reduzida, garantindo a realização do espetáculo em espaços com rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização, portas largas, vagas reservadas no estacionamento e cadeiras resistentes. Acessibilidade de Conteúdo: intérprete de LIBRAS nas apresentações do espetáculo e oficinas. Todos os materiais de divulgação em vídeo terão legendagem. Prioridade nas vagas para as oficinas para público com deficiência motora, auditiva e ou mobilidade reduzida.

Democratização do acesso

Todas as apresentações do espetáculo serão gratuitas. Oficinas de Empreendedorismo Feminino na Cultura,Videodança–dança e audiovisual,Caboclinho e Cavalo Marinho serão ofertadas em cada local com uma carga horária de 6h/aula, seguindo o Art 28 da instrução normatiova 01/2023, da Lei nº 8.313/1991. Todos os públicos das apresentações e oficinas serão em sua maioria para mulheres,pessoas negras,pessoas oriundas de povos indígenas,comunidades tradicionais, terreiro e quilombolas,populações nômades e povos ciganos,pessoas do segmento LGBTQIAPN+,pessoas com deficiência e integrantes de outros grupos em situação de vulnerabilidade/sub-representação na sociedade. Os locais de realização são as regiões Nordeste, Centro Oeste, Norte e Sul, descentralizando a oferta de arte e cultura por elas que possuem histórico de poucas oportunidadesde acesso a essas atividades culturais e formativas. Todas as ações realizadas serão disponibilizadas de forma gratuita e será garantida outras ações conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; as apresentações do espetáculo serão transmitidas ao vivo pelo youtube. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; SERÃO OFERTADAS 03 OFICINAS GRATUITAS COM CARGA HORÁRIA DE 06 HORAS/AULA (CADA) EM CADA CIDADE CONTEMPLADA COM O PROJETO. AS OFICINAS SERÃO SOBRE: Empreendedorismo Feminino na Cultura,Videodança–dança e audiovisual,Caboclinho e Cavalo Marinho. IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público, ATRAVÉS DAS OFICINAS FORMATIVAS GRATUITAS. X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC): O público prioritário das apresentações e oficinas serão em sua maioria mulheres,pessoas negras,pessoas oriundas de povos indígenas,comunidades tradicionais, terreiro e quilombolas,populações nômades e povos ciganos,pessoas do segmento LGBTQIAPN+,pessoas com deficiência e integrantes de outros grupos em situação de vulnerabilidade/sub-representação na sociedade. Os locais de realização são as regiões Nordeste, Centro Oeste, Norte e Sul, descentralizando a oferta de arte e cultura por elas que possuem histórico de poucas oportunidadesde acesso a essas atividades culturais e formativas.

Ficha técnica

Cabocla Produção (Coordenação Geral) A Cabocla Produção é uma produtora concebida por Juçara, que também é dançarina popular desde a infância, sendo de Vicência (PE), Mata Norte do estado, cercada pelas influências das manifestações culturais de lá. Sua contribuição se destaca em iniciativas como o "Festival da Consciência Negra" no Museu e Pontão de Cultura Poço Comprido (Vicência-PE)e a produção executiva do álbum "Rabeca Instrumental", aprovado pela FUNARTE. Coordenou e elaborou projetos significativos, como a Formação Pedagógica em Cultura Popular e a turnê do espetáculo "Música Rural" em Pernambuco e na Europa. Além de sua atuação em festivais e oficinas de dança, foi idealizadora e proprietária d'O Canto da Cabocla, um restaurante e café literário que celebra a cultura e a culinária indígena, funcionando também como um espaço cultural vibrante na região de Aldeia dos Camarás, em Camaragibe-PE. Sua dedicação à promoção da arte e da identidade cultural é evidente em cada projeto que abraça, incluindo suas iniciativas voltadas para a cultura popular e o fortalecimento de comunidades, especialmente nas áreas de dança e música. Ao longo de sua carreira, ela se mostrou uma verdadeira defensora da cultura pernambucana, contribuindo para a valorização e preservação de suas tradições. Atualmente atua também na Coordenação de Produção do Comitê de Cultura em Pernambuco e na execução do seu espetáculo de dança Cabocla da Mata. Juçara (dançarina) é dançarina popular e produtora cultural, atuando no universo da cultura popular desde a infância,com 23 anos de experiência.É coreógrafa de espetáculos de grupos de dança e de shows musicais.Também instrutora de danças em cursos de formação.Na produção cultural é criadora e gestora da Cabocla Produção. AMATA Produção (Produção Executiva) foi criada em 2020 por Joana D'Arc Ribeiro, com o objetivo de promover a cultura pernambucana por meio de ações voltadas para a cultura popular e educação patrimonial. Desde sua fundação, a empresa se destacou pela realização de diversos projetos culturais, muitos viabilizados pela Lei Aldir Blanc, como festivais de alta qualidade, incluindo o Festa da Alvorada, o Celebração da Consciência Negra, o Cultural Caboclo e o Sambada de Pontezinha. Em 2021, com o controle da pandemia, passou a realizar eventos presenciais como o Sambada Rural e o Celebração da Consciência Negra, com apoio do Funcultura-PE e Fundarpe-PE. Em 2022, os projetos internacionais ganharam destaque com a turnê Amata Desbravando Portugal, levando o espetáculo Música Rural para a Europa, além de uma circulação pela Mata Norte de Pernambuco com o projeto Amata na Mata. A Amata segue promovendo festivais e projetos como o Viva Calú e o ExperimentaSons, enquanto capta recursos para novas iniciativas, como a residência artística com o grupo português Desertuna, prevista para 2023. Maciel Salú (Músico) é um dos principais nomes da cultura popular de Pernambuco, com uma carreira marcada pela versatilidade como rabequeiro, mestre de maracatu rural, cavalo marinho, cantor, compositor e brincante. Nascido em uma família influente na música tradicional pernambucana, ele começou a tocar rabeca ainda jovem, após ser desafiado por seu avô, João Salú. Nos anos 90, integrou a banda Chão e Chinelo e mais tarde fundou a Orchestra Santa Massa, com a qual conquistou reconhecimento internacional. Sua carreira solo, iniciada em 2003, inclui cinco discos e uma coletânea, mesclando o popular com o contemporâneo. Além de sua trajetória musical, Maciel é integrante da Orquestra Contemporânea de Olinda, e desenvolve projetos sociais em Tracunhaém, promovendo a formação de novos mestres e a preservação da cultura popular. Com 22 anos de carreira, prêmios e colaborações com artistas renomados, Maciel consolidou-se como um dos maiores representantes da música nordestina e brasileira. Nino Alves (Músico) é um percussionista, compositor e poeta natural de Recife, com 21 anos de carreira. Iniciou sua trajetória musical ainda criança, influenciado pelos ritmos e batuques do avô. Sua carreira profissional começou em 2002, em Garanhuns, onde mergulhou nos ritmos pernambucanos, e desde então tem se destacado pela sua pesquisa e experimentações sonoras. Com forte influência de grandes nomes da música brasileira e das percussões afro-brasileiras, Nino tem se apresentado em importantes eventos como o Festival de Inverno de Garanhuns e a Mostra Canavial de Música Instrumental. Em 2018, lançou seu show "ExperimentaSons" e, em 2022, realizou sua primeira turnê internacional na Europa. Além de gravar para diversos artistas pernambucanos, ele está finalizando seu álbum autoral. Kléber Camelo (Instrutor Oficina Videodança–dança e audiovisual) Kleber Camelo é formado em História pela UPE (Universidade de Pernambuco) e Pós graduado em História do Nordeste pela mesma instituição. Produtor cultural em audiovisual desde 2012. Foi Gestor Cultural do município de São Vicente Férrer de 2013-2020, Cineclubista e coordenador geral do cineclube Viramundo atua em diversos campos da atividade cinematográfica da exibição até a realização, desenvolvendo trabalhos especialmente em direção de Arte. Liga Criativa (Instrutora Oficina Empreendedorismo Feminino na Cultura) é uma empresa de consultoria em empreendedorismo cultural e criativo com experiência em elaboração e gestão de projetos culturais e formações em produção cultural,elaboração de projetos e empreendedorismo cultural. Denise Galdino (Instrutora Oficina Caboclinho) é de Goiana,zona da mata norte de PE,filha do mestre Antônio do Goiti,como era conhecido o patriarca da família e fundador do Caboclinho Canidé de Goiana,fundado em 15 de julho de 1971,sendo hoje o segundo mais velho da cidade.Desde 2018, o Caboclinho Canidé é presidido por ela. Imaculada Salustiano,a Moca Salu (Instrutora Oficina Cavalo Marinho), é considerada a matriarca da Família Salustiano,desde a infância vive em meio aos folguedos populares.No final da década de 90 foi ela,que depois de muita insistência,convenceu o pai a deixá-la colocar a figura do vaqueiro,um dos personagens mais complexos e o favorito do Mestre Salustiano. Mila Nascimento (Instrutora Oficina Videodança–dança e audiovisual) é produtora cultural, poeta e cineasta, formada em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Ela tem se destacado por seu trabalho em audiovisual e na formação de jovens e adultos, além de ser uma das diretoras escolhidas para integrar a coletânea "As filhas de Lilith", um marco do cinema feminista de Pernambuco. Camila também é vídeo-maker, dirigindo e editando videoclipes, e idealizou a oficina de micro-documentários "Meu mundo num minuto", já realizada em várias cidades. Em 2023, ministrou oficinas no Festival de Cinema de Triunfo e na Mostra de Cinema Ambiental do Recife. Como produtora, coordena projetos como "Só pra fazer andar minhas palavras – vida e obra de Zeto" e "A vaca minuciosa", ambos aprovados em editais de fomento à produção audiovisual de Pernambuco. Natalie Revoredo (Iluminadora) Natalie Revorêdo é uma artista recifense multifacetada, com uma trajetória marcada pela integração de diversas linguagens e saberes. Formada em Licenciatura em Dança pela UFPE e em Massoterapia pelo SENAC, ela atua como iluminadora cênica, performer e reikiana, explorando o corpo como uma manifestação plural e criativa. Integrante de grupos como o Farol Ateliê da Luz, o Coletivo Nativa e a Coletiva Rua das Vadias, Natalie desenvolve a pesquisa Moveres do CorpoLuz, investigando a dramaturgia da luz e o protagonismo do corpo no processo criativo. Além de assinar a iluminação de diversos artistas, ela também ministra oficinas voltadas para o empoderamento das mulheres na técnica de iluminação, promovendo espaços de autoconhecimento e expressão, como o projeto Corpo-Mulher em Jornada. Sua pesquisa artística abrange a dança, performance, iluminação e o corpo como potência criativa, buscando sempre uma conexão profunda com o instinto, o movimento e a respiração.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.