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PRONAC 2414325Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Laboratório de Dramaturgia - 2ª Edição

Orestes Jorge Delfino Correa 00159623189
Solicitado
R$ 593,5 mil
Aprovado
R$ 593,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-02-09
Término
2026-06-22
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Laboratório de formação e construção dramatúrgica contemporânea, que visa a descoberta e o aprimoramento de 30 novas(os, es) dramaturgas(os, es) pertencentes a grupos minorizados, residentes em Curitiba e região metropolitana e que ainda não tiveram obras publicadas, para que desenvolvam seus trabalhos autorais a partir de orientações de dramaturgas(os) atuantes no mercado. Serão 75h de encontros presenciais por grupo, contemplando oficinas, encontros abertos, plantões, ensaios e mostra de processos. Na 2ª edição teremos Andrê Francisconi, Carlos Canarin, Kamylla dos Santos, Thiago Dominoni e Silvia Monteiro como responsáveis pela seleção de novos participantes, condução das oficinas de dramaturgia e orientações artísticas dos seus respectivos grupos. Durante o Laboratório teremos 20 encontros abertos à comunidade, 4 encontros por grupo; No encerramento do Laboratório, após a última apresentação, haverá uma roda de conversa sobre as diferentes vivências dramatúrgicas de cada processo.

Sinopse

Sobre a Estrutura do Laboratório de Dramaturgia - 2ª Edição: Na 2ª edição teremos Andrê Francisconi, Carlos Canarin, Kamylla dos Santos, Silvia Monteiro e Thiago Dominoni como responsáveis pela seleção de novos participantes, condução das oficinas de dramaturgia e orientações artísticas dos seus respectivos grupos. Durante os ensaios, Humberto Gomes será o colaborador artístico, para auxiliar os grupos com o foco na leitura encenada. A cantautora Klüber e o produtor musical Bface trabalharão na composição e execução das trilhas e sonoplastias durante a mostra de processos e Everson Silva criará a luz. As 30 pessoas selecionadas por meio de chamada pública, serão divididas em 5 grupos de 6 participantes e cada dramaturga(o) ficará responsável por um deles. O laboratório tem carga horária de 75h de encontros presenciais por grupo, contemplando oficinas, encontros abertos, plantões, ensaios e mostra de processos. Ou seja, para cada grupo serão 18 dias de oficinas e 6 dias de ensaios, com carga horária de 3h, e uma leitura encenada em um dos 2 dias de mostra, com carga horária de 3h por grupo (preparação, apresentação e desmontagem). Haverá um encontro de abertura com todos os grupos e uma roda de conversa aberta ao público como fechamento do projeto, onde as(os) dramaturgas(os) e participantes conversarão com a comunidade sobre dramaturgia a partir das diferentes vivências e referências. As dramaturgias desenvolvidas no projeto poderão ser obras coletivas ou individuais. Durante os ensaios cada grupo desenvolverá sua apresentação a partir da composição de fragmentos de dramaturgias individuais e(ou) dramaturgias coletivas, de forma que todas possam ter seus trabalhos apresentados e todas as vozes sejam ouvidas. As obras serão apresentadas pelas participantes e(ou) por artistas convidadas, definidas pelos grupos junto com a produção. - OFICINAS (classificação indicativa - a partir de 18 anos): Carlos Canarin - POR UMA DRAMATURGIA DE RECONFIGURAÇÃO HISTÓRICA Investigar, junto às e aos dramaturgas/os participantes, as possibilidades de uma escrita para a cena que explore a reconfiguração histórica de corpos, imagens, narrativas e espacialidades tidos muitas vezes como únicos, na intenção de reescrever a História por meio do teatro. Estimular a escrita criativa a partir de referenciais outros que não os já postulados teoricamente e tidos como cânones, valorizando os saberes periféricos, negros, indígenas, feministas; Orientar a escrita de textos dramatúrgicos a partir da ideia da encruzilhada relacional, não enquanto um modelo único e restrito de desenvolver a escrita, mas sim notando-a mais próxima da pessoa que escreve, na busca pelo estilo referencial próprio de cada uma/um; Promover debates e reflexões entre as/os participantes na intenção de contribuir com sua formação inicial ou continuada em dramaturgia; Desenvolver uma pesquisa teórica e prática sobre a dramaturgia contemporânea e seus diferentes formatos, identificando na prática como a temática de reconfiguração histórica pode ser explorada. Kamylla dos Santos - DRAMATURGIA AMEFRICANA Em Dramaturgia Amefricana, o coletivo será convidado a produzir (con)textos sobre si, sobre coletividade e sobre estar no mundo. A oficina é destinada a pessoas negras e indígenas. Com base na Oralitura, de Leda Maria Martins e na Escreviviência, de Conceição Evaristo, os encontros serão espaços de vivências afro-indígenas, entendendo que narrativa e dramaturgia vão além do fazer textual, contemplando corporeidade, musicalidade, circularidade, ancestralidade, oralidade, coletividade e energia vital. Silvia Monteiro - AS PALAVRAS QUE O CORPO ESCREVE Pesquisar a noção de autoria em diversos âmbitos, criar e produzir peças dramatúrgicas para espaços e contextos convencionais ou não, seja a partir da transformação de diferentes gêneros literários para a linguagem cênica, seja a composição de dramaturgia original que parta de temas ou de improvisações. Estimular o exercício da autoria por meio do desenvolvimento do imaginário, de leituras comparadas e exercícios técnicos de linguagem. Andrê Francisconi (Trava da Fronteira) - ORALIDADE ACIDENTAL. DESCOLAGEM DO EU NA ESCRITA E NO SOM Investigar procedimentos de produção dramatúrgica com a autoficção e a oralidade como motores da escrita.Aproximar-se de referências produzidas por corporeidades e autorias dissidentes (sobretudo autorias Transvestigêneres).Aproximar-se de referências dos movimentos de Escrita a partir do Hip-Hop e da Poesia Marginal inserida dentro do Slam Poetry. Thiago Dominoni - DRAMATURGIAS DO DESASSOSSEGO Do que parte a criação de dramaturgias para a produção de subjetividades que afirmam a vida? Que estratégias são necessárias para escrever dramaturgias e sobreviver? Que estratégias fazem dramaturgias para as diferenças? Pode a língua ficcional fazer-se performativa? Desse modo, As Políticas das Narratividades, em ressonância conceitual com Luciana de Oliveira Pires Franco (2014), Eduardo Passos e Virginia Kastrup (2015), é vista como gesto e escritura de mundos, é uma força latente, desconhecida, experimentada, faz-se com o outro e não por ele. É uma operação de desajuste na norma, é uma operação especulativa que orienta a vida pelas rasuras, pelo estado de vulnerabilidade constante. Escrever dramaturgias para tornar-se uma agência ficcional de rasuras, performativa. A produção de escrita como prática de vida desejante. MOSTRA DE PORCESSOS: As dramaturgias desenvolvidas no projeto poderão ser obras coletivas ou individuais. Durante os ensaios cada grupo desenvolverá sua apresentação a partir da composição de fragmentos de dramaturgias individuais e(ou) dramaturgias coletivas, de forma que todas possam ter seus trabalhos apresentados e todas as vozes sejam ouvidas. As obras serão apresentadas pelas participantes e(ou) por artistas convidadas, definidas pelos grupos junto com a produção. CONTRAPARTIDAS - ENCONTROS ABERTOS: Os encontros abertos têm como objetivos a integração e a troca entre comunidade, artistas e seus procedimentos criativos, de forma que possam acompanhar as diferentes etapas da criação dramatúrgica - sendo também um ponto de partida para novas percepções, provocações e questionamentos. - BATE-PAPO FINAL No encerramento, após a última apresentação, haverá uma roda de conversa (duração 1h30), entre ministrantes, equipe artística, participantes e público geral (55 lugares), para conversarem sobre as diferentes referências/vivências dramatúrgicas, sobre como foi cada processo e debaterem sobre as diversas temáticas e questões vigentes na sociedade que permeiam também as criações artísticas, como por exemplo, a representatividade de corpos reais e figuras ficcionais.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:1- Produzir e realizar projeto de continuidade do Laboratório de Dramaturgia, que tem como objetivo promover a descoberta, a experimentação e o desenvolvimento de novas(os, es) dramaturgas(os, es) pertencentes a grupos minorizados, de forma que possam expressar, explorar e compartilhar suas subjetividades por meio de oficinas e trocas com artistas profissionais de destaque do cenário Curitibano e nacional que também pertencem a estes grupos; Ser mais um espaço democrático, acessível e representativo dentro do campo das artes dramáticas, onde pessoas que ainda não tiveram seus trabalhos publicados, possam explorar lugares diversos, novas linguagens/estéticas e figuras ficcionais que conversem com a representação de vivências e corpos invisibilizados. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1.1- Realizar oficinas de dramaturgia para 30 pessoas, selecionadas a partir de inscrição online e banca avaliadora formada pelas(os) oficineiras(os), seguindo os critérios: Atrizes/atores, dramaturgas(os, es), escritoras(es), a partir de 18 anos, pertencentes a grupos minorizados (negras _ pretas e pardas, indígenas, PCDs, pessoas LGBTQIA+ e(ou) mulheres), residentes em Curitiba e região metropolitana e que ainda não tiveram dramaturgias publicadas; Distribuir as 30 pessoas selecionadas em 5 grupos, havendo um(a) dramaturga(o) em cada um deles para conduzir os estudos a partir das próprias pesquisas sobre dramaturgia (Planos pedagógicos em anexo); 1.2- Oferecer 75 horas de estudos dramatúrgicos para cada grupo, contemplando: oficinas; encontros abertos; leituras; plantões individuais ou coletivos; ensaios para leitura encenada com orientações de dramaturga(o) ministrante e colaborador artístico, além de acompanhamento de iluminador e musicos para criações de luz e sonoplastias/trilhas respectivamente; e apresentação pública na Mostra de Processos; 1.3- Valorizar a criação artística contemporânea com o intercâmbio entre artistas com diferentes pesquisas e vivências na arte dramática, além de possibilitar a divulgação dos trabalhos de cada artista dentro do processo por meio das apresentações na Mostra de Processos do laboratório (público estimado de 275 pessoas/55 por apresentação); 1.4- Promover o encontro e troca também com a comunidade a partir de encontros abertos durante o laboratório (público total estimado de 75 pessoas - 15 por grupo) e roda de conversa final (55 pessoas), para que possam acompanhar as etapas de um processo de criação de obras dramatúrgicas e assim, promover também, o acesso da comunidade à novas percepções, provocações e questionamentos por meio da arte. Haverá ficha de inscrição online para participar dos encontros abertos; 1.5- Democratizar acesso realizando o projeto em um local central na cidade de Curitiba-PR, com sala no térreo, banheiros acessíveis; e contratando intérpretes de Libras para acompanharem todo o processo de oficina dos grupos, além de traduzirem/interpretarem as cinco apresentações da Mostra de Processos (também contará com audiodescrição) e roda de conversa final.

Justificativa

Diante do grande número de pessoas interessadas, engajadas nos processos de criações e feedbacks positivos da 1ª edição - realizada através de Lei de Incentivo Municipal (Curitiba-PR) no segundo semestre de 2023 - o projeto propõe continuidade na promoção de espaços democráticos, acessíveis e representativos dentro do campo da dramaturgia, onde mais artistas possam vivenciar e experimentar lugares, linguagens/estéticas diversas e figuras ficcionais que conversem com a representação de vivências e corpos invisibilizados. Além de promover troca entre artistas pertencentes a grupos minorizados (pessoas negras _ pretas e pardas, indígenas, PCDs, LGBTQIA+ e(ou) mulheres), que não têm dramaturgias publicadas, e profissionais que já estão no mercado, com suas diferentes vivências dramatúrgicas. Assim, a proposta visa estimular, apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais autorais e seus autores por meio de processos formativos no campo da dramaturgia, oferecendo também bolsas de estudo para todas as pessoas selecionadas. O projeto também visa incentivar as participantes a desenvolverem/circularem com seus trabalhos autorais. A 1ª edição do projeto já demonstrou seu potencial ao contribuir com a criação de peças como "Espaços" e "Visualínguas", que ganharam destaque em eventos importantes como a 1ª Mostra Surda de Teatro - Festival de Curitiba e o evento "Modos de Acessar" do SESC Rio Preto - São José do Rio Preto. Para conhecimento, seguem alguns números gerais da 1ª edição: Foram 63 pessoas inscritas, 21 bolsistas selecionades, 16 obras dramatúrgicas inéditas produzidas, mais de 40 artistas envolvidas na equipe técnica e(ou) artística e mais de 300 espectadoras em ações do projeto. Contexto Histórico e Social:O Brasil possui uma rica tradição nas artes dramáticas, influenciada pelas manifestações culturais afro-brasileiras, mas ainda marcada pela predominância de um modelo eurocêntrico, que historicamente limitou a representação de corpos negros e periféricos nos palcos e na literatura. Conforme a pesquisa da professora Regina Dalcastagnè (UnB), entre 2004 e 2014, apenas 2,5% dos autores publicados eram negros, e apenas 4,5% dos personagens negros eram protagonistas. Ainda hoje, movimentos sociais e políticos parecem tentar moldar, ou até negar, a existências dos corpos LGBTQIA+ desde a infância, a partir do desejo por uma forma de vida e identidade normatizada e normalizada, movimento que resulta na discriminação que acaba por isolá-los a um estado de anomia e anomalia, como cidadãos de segunda categoria. Pode-se encontrar na arte dramática um caminho com vistas à desconstrução de visões influenciadas por uma sociedade heterossexista, machista e patriarcal, considerando também a importância/urgência da voz da mulher na luta pela igualdade e autonomia. Em relação à comunidade surda e PCDs, as ações de acessibilidade e inclusão, especialmente a partir da Libras, precisam ser mais que exigências formais, mas uma prática cotidiana e efetiva, possibilitando participações ativas nos processos criativos. Pode-se destacar a matéria do Portal Conteúdo: "Acessibilidade não pode ser uma forma de pontuar em editais e sim uma prática natural de propagação da arte como instrumento formativo, contemplativo e transformador." Fonte: https://www.portalconteudo.com.br/post/precisamos-falar-dos-tradutores-int%C3%A9rpretes-de-libras-do-df Nos últimos tempos, inúmeros grupos que trabalham com essas perspectivas de resistência, passaram a conquistar maiores espaços, inspirando novos movimentos. Com isso, continuamos reafirmando a importância da promoção destes espaços de troca, onde cada artista possa expressar, explorar e compartilhar suas subjetividades, histórias e vivências por meio da dramaturgia. É sobre o encontro de singularidades que resulta em uma arte mais diversa e representativa, promovendo questionamentos sobre o papel da dramaturgia neste contexto, criando fissuras em estruturas sociais que oprimem, invisibilizam e matam.

Estratégia de execução

Plano de Divulgação:Equipe: Assessora de Imprensa;Programadora Visual - Planejamento e Criação de Artes Gráficas;Social Media - Planejamento de Conteúdos nas Redes. Peças Gráficas: Folder divulgação das inscrições do Laboratório e Encontros Abertos - (Braille indicando o QR Code Acessível) - 500 unidades - Dimensão 21x15 (A5);Cartazes da Mostra de Processos - 60 unidades - Dimensão 29x42 (A3); Folder da Mostra de Processos e roda de conversa (Braille indicando o QRCode Acessível) - 500 unidades - Dimensão 21x15 (A5);Banners Mostra de Processos - apoiadores/incentivadores - 4 unidades - Dimensão 800x1600. Impulsionamentos das versões digitais dos folders e cartazes: - Inscrições: Início 02/02/2026 - 1 semana;- Encontros Abertos: Início: 03/03/2026 - 2 semanas;- Mostra de Processos e Roda de Conversa: A partir de 27/04/2026 - 3 semanas. Criação de conteúdos em Libras e Áudiodescrição paras as redes (reels) - Divulgação inscrições do Laboratório e Encontros Abertos;- Tradução de edital e formulário de inscrição digital para Laboratório e Encontros Abertos;- Divulgação Mostra de Processos e Roda de Conversa.

Especificação técnica

Planos Pedagógicos:*Referências Bibliográficas e estrutura detalhada em anexo no arquivo "Planos Pedagógicos Completos".Cada módulo contará com 18h de carga-horária, totalizando 75h de processo para cada grupo (incluindo a Mostra de Processos). Grupo 1 - CARLOS CANARINOFICINA: POR UMA DRAMATURGIA DE RECONFIGURAÇÃO HISTÓRICA Objetivo: Investigar, junto às e aos dramaturgas/os participantes, as possibilidades de uma escrita para a cena que explore a reconfiguração históricade corpos, imagens, narrativas e espacialidades tidos muitas vezes como únicos, na intenção de reescrever a História por meio do teatro. Módulo 1. HISTÓRIA E MEMÓRIA- Exposição do plano do curso;- Apresentação dos projetos de dramaturgia;- Investigação teórica e prática a partir da tensão presente entre História e Memória, mirando a dramaturgia enquanto ponto de encontro entre estes temas;- Leitura de textos dramatúrgicos e teóricos, tendo como base os escritos de Paul Ricoeur, Dione Carlos, Marcos Barbosa, Ana Maria Gonçalves.- Práticas de escrita criativa individuais e em grupo, na intenção de contribuir com os projetos em desenvolvimento. Módulo 2. ESCALANDO AS ESPIRAIS DO TEMPO- Desenvolvimento dos projetos de escrita a partir do encontro com conceitos, tais como tempo espiralar e afrofuturismo;- Leitura de textos teóricos e dramatúrgicos, tendo como base os escritos de Leda Martins, Octavia Butler, Luiz Rufino.- Práticas de escrita criativa individuais e em grupo, na intenção de contribuir com os projetos em desenvolvimento.- Orientações individuais; Módulo 3. UMA DRAMATURGIA OU UMA VIAGEM NO TEMPO?- Foco nos projetos de escrita;- Jogos dramatúrgicos realizados entre as/os dramaturgas/os na intenção de contribuir com cada projeto em desenvolvimento;- Orientações individuais. Módulo 4. ENSAIOS Grupo 2 - KAMYLLA DOS SANTOSOFICINA: DRAMATURGIA AMEFRICANA Objetivo: Afro(indígena)referenciar as escolhas e criações; Mapear a pluralidade de dramaturgias afro - indígenas presentes no Brasil; Ampliar o conceito de dramaturgia, a partir dos valores civilizatórios afrobrasileiros: oralidade, musicalidade, corporeidade, ludicidade, energia vital, circularidade, memória, religiosidade, cooperativismo, ancestralidade. Módulo 1. Apresentações (integrantes, planos e referências);- Entendendo (e sentindo) a Oralitura;- Reflexões sobre Escrevivência - a memória como rota dramatúrgica;- Os valores civilizatórios afro-brasileiros como inspiração para a criação dramatúrgica;- Afrofuturismo ou “o futuro é ancestral”: a escolha das temáticas como compromisso social;- Leituras e reflexões de dramaturgias afroindígenas: Josias Sateré, Onisajé, Leda Maria Martins, Dione Carlos. Módulo 2. Práticas criativas a partir dos seguintes temas:- Dramaturgia de orí ou autobiografia. O que preciso contar;- Ensaios de denúncia –escrevivências sobre dores;- Lentes afrofuturistas – escrevivências sobre potência;- Dramaturgia oracular – a escrita como ferramenta da ancestralidade;- Escrevivências coletivas – sobre nós;- O corpo que cria narrativas – Oralituras, movimentos, danças e escrita. Módulo 3. Cosmograma Bakongo, os ciclos da vida e dramaturgia;- Escrevivências e os diferentes públicos: dramaturgia para; infâncias, juventude e público idoso;- Escritas sonoras ou Oralituras – a musicalidade como dramaturgia;- Escambos dramatúrgicos – exercícios de trocas e junções criativas; Módulo 4. ENSAIOS Grupo 3 - SÍLVIA MONTEIROOFICINA: AS PALAVRAS QUE O CORPO ESCREVE Objetivo: Pesquisar a noção de autoria em diversos âmbitos, criar e produzir peças dramatúrgicas para espaços e contextos convencionais ou não, seja a partir da transformação de diferentes gêneros literários para a linguagem cênica, seja a composição de dramaturgia original que parta de temas ou de improvisações. Módulo 1. Fundamentação:- História da Dramaturgia;- Formas de Escrita;- Estruturas Narrativas;- Fisicalização da palavra;- As falas que o corpo;- Trocas de experiências. Módulo 2. Formas e estratégias:- Desenvolvimento de personagens;- Monólogos;- Diálogos;- Fisicalização da palavra;- As falas que o corpo;- Trocas de experiências. Módulo 3. Texto e contexto:- Leituras comparadas;- Processos complementares;- Design cênico e narrativa;- Considerações filosóficas;- Composições;- Trocas de experiências. Módulo 4. ENSAIOS Grupo 4. ANDRÊ FRANCISCONI (TRAVA DA FRONTEIRA)OFICINA: ORALIDADE ACIDENTAL. DESCOLAGEM DO EU NA ESCRITA E NO SOM Objetivo: Investigar procedimentos de produção dramatúrgica com a autoficção e a oralidade como motores da escrita. Aproximar-se de referências produzidas por corporeidades e autorias dissidentes (sobretudo autorias Transvestigêneres). Módulo 1. TÁTICAS TÁTEIS PARA SE FABRICAR EM ESCRITA- Apresentação des Participantes;- Apresentação dos Percursos sugeridos para o Laboratório;- História do Slam Poetry e do Movimento Hip-Hop e o Teatro Hip-Hop como possibilidade de interlocução Dramatúrgica;- Introdução de Procedimentos Autoficcionais através dos conceitos de Relato, Denúncia e Resposta e Prática de Escrita;- Leitura e Prática de Escrita a partir do Umbral Mínimo Ficcional de Vivi Tellas. Módulo 2. UMA CONDUÇÃO DA ESCRITA PARA DESPERTAR O SOM- Prática de Escrita em Fluxo/Escrita Desenfreada;- Estudo focado da construção de rima dentro das métricas abertas do Hip-Hop e Poesia Slam;- Estudos e Práticas de Fala em Fluxo/Escrita Desenfreada. Módulo 3. DESORGANIZAÇÃO DE SI E A ESCRITA NA ORALIDADE ACIDENTAL- Introdução de Procedimentos Autoficcionais através dos conceitos de Tempo e Paisagem;- Reescrita de textos escritos durante os laboratórios a partir de procedimentos com o conceito de Acidente;- Prática-Jogo de Dramaturgia Acidental, articulando os conceitos de Tempo, Paisagem e Acidente- Estudo e Prática de Bricolagem a partir dos textos produzidos durante os Laboratórios, visando produzir um texto final;- Leitura e Feedback. Módulo 4. ENSAIOS Grupo 5. THIAGO DOMINONIOFICINA: DRAMATURGIA DO DESASSOSSEGO Objetivo: Investigar e refletir sobre a língua ficcional como uma agência performativa de mundos através de pesquisa concentrada na produção e publicação vigente de dramaturgias autorais brasileiras; Debruçar-se na feitura do registro processual da escrita de dramaturgias como uma partilha de vidas desejantes, escrever e performar a escrita; Criar tessituras entre procedimentos literários, manifestos performativos e agência da biografia para a cena teatral; Módulo 1. A DIVERSIDADE DOS CAMINHOS NA ESCRITA PARA A DRAMATURGIA- Apresentação de material bibliográfico e percurso da oficina;- Ampla contextualização do percurso das ferramentas da dramaturgia como para a realização de exercícios;- Exercício para a escrita e conversa acerca das ferramentas conceituais apresentadas;- Leitura de dramaturgias e literatura referente aos aspectos abordados. Módulo 2. A INSCRIÇÃO PERFORMATIVA- Leitura de textos escritos e feedbacks;- Elementos conceituais sobre a Política das Narratividades;- Leitura de trechos dramatúrgicos e literários para abordar o tema;- Exercício para a escrita e conversa acerca das ferramentas conceituais apresentadas;- Leitura de dramaturgias e literatura referente aos aspectos abordados, tais como: Bertold Brecht, Jô Bilac, Ave Terrena Alves, Leonarda Gluck, Sarah Kane, Luci Collin, Tatiana Salem Levy. Módulo 3. CRIAÇÃO DE MANIFESTOS, REGISTROS PROCESSUAIS- Leitura de textos escritos e feedbacks;- Leitura de Manifesto e apresentação conceitual sobre as relações entre ficção e autobiografia;- Apresentação conceitual sobre historiografia performativa;- Exercício para a escrita e conversa acerca das ferramentas apresentadas;- Leitura de dramaturgias e literatura referente aos materiais abordados, tais como: Julio Garcia Pessanha, Marilia Garcia, Nuno Ramos, Grace Passô, Javier Cercas, José Luis Peixoto, Mário Benedetti e Bahiyyih Nakhjavani. Módulo 4. ENSAIOS

Acessibilidade

- A Alfaiataria Espaço de Arte, local proposto para a realização do Laboratório de Dramaturgia - 2ª Edição, conta com elevador, rampas de acesso, salas e banheiros adaptados para pessoas com deficiência, garantindo acessibilidade plena a todos os participantes. Situada na região central de Curitiba, oferece fácil acesso por transporte público e diversas comodidades nas proximidades. - As oficinas, os encontros abertos, as apresentações da Mostra de Processos e roda de conversa serão gratuitas; - Os 5 grupos de oficinas contarão com intérpretes de Libras durante todo o laboratório, não apenas para a tradução, mas também para participação ativa nos processos criativos. Eles estarão disponíveis para auxiliar as pessoas da comunidade surda, oferecendo suporte contínuo, esclarecendo dúvidas e promovendo uma troca rica e inclusiva. Além disso, todo o material necessário será disponibilizado em formato acessível conforme a demanda dos participantes. - 20% das vagas para o laboratório serão reservadas para pessoas com deficiência, garantindo uma participação inclusiva desde o início. As 5 apresentações da Mostra de Processos e a roda de conversa contarão com intérpretes de Libras, e 20% dos assentos da plateia serão destinados a pessoas com deficiência, assegurando seu acesso e conforto. Além disso, todas as apresentações da mostra incluirão audiodescrição, ampliando a acessibilidade e a experiência do público.

Democratização do acesso

As(os, es) participantes da oficina, selecionadas(os, es) pela banca composta pelas(os) dramaturgas(os), receberão ajuda de custo (bolsa) durante os três meses de duração do laboratório. As pessoas interessadas, que se encaixam no público-alvo do projeto (Atrizes/atores, escritoras/escritores, dramaturgas(os, es), negras – pretas e pardas, indígenas, PCDs, LGBTQIA+ e(ou) mulheres maiores de 18 anos e residentes em Curitiba e região metropolitana), serão selecionadas a partir de questionário e uma "carta de intenção" contando um pouco das experiências, vivências e expectativas; A definição de quem vai compor cada um dos 4 grupos se dará a partir de informações respondidas no questionário, como por exemplo, disponibilidade de dia/horário, interesses e(ou) identificação com alguma pesquisa, além da análise de tópicos que visam a importância da elaboração de grupos democráticos e diversos. Durante o Laboratório teremos encontros abertos à comunidade, serão 20 ao todo, ou seja, 4 encontros por grupo, sendo 1 encontro de cada módulo. Os encontros abertos têm como objetivos a integração e a troca entre comunidade, artistas e seus procedimentos criativos, de forma que possam acompanhar as diferentes etapas da criação dramatúrgica - sendo também um ponto de partida para novas percepções, provocações e questionamentos. A pessoa interessada preencherá um formulário para garantir lugar entre as 15 vagas por grupo (75 total), podendo escolher qual grupo irá acompanhar. No encerramento, após a última apresentação, haverá uma roda de conversa (duração 1h30), entre ministrantes, equipe artística, participantes e público geral (55 lugares), para conversarem sobre as diferentes referências/vivências dramatúrgicas, sobre como foi cada processo e debaterem sobre as diversas temáticas e questões vigentes na sociedade que permeiam também as criações artísticas, como por exemplo, a representatividade de corpos reais e figuras ficcionais. Público-alvo contrapartidas: Público geral a partir de 16 anos, artistas ou não, grupos minorizados, baixa renda, alta vulnerabilidade e com interesses nos estudos sobre dramaturgia teatral.

Ficha técnica

Proponente - Diretor de Produção e Coordenador: Orestes Jorge Delfino Correa 00159623189Nome artístico: Orestes JorgeAtividades: Elaborar e gerenciar cronograma geral, realizar reuniões de produção, direcionar equipe para que cada profissional esteja ciente de suas responsabilidades; Planejar etapas de produção do projeto, desde a organização dos encontros formativos até a execução das apresentações da Mostra de Processos e da roda de conversa; Monitorar orçamento, controlar gastos e garantir pagamentos dos honorários dos profissionais envolvidos e a aquisição de materiais; Coordenar a logística dos encontros e apresentações; Garantir que todos os objetivos sejam atingidos; Supervisionar as atividades formativas, mantendo a comunicação com profissionais e parceiros; Atuar como mediador nas ações, promovendo a participação de todos; realizar prestação de contas.Currículo Orestes Jorge - Diretor de Produção e Coordenador de Projeto Orestes Jorge Delfino Correa é ator, diretor, produtor cultural e fundador da Suricatta Produções Culturais, onde, desde 2019, coordena e dirige projetos. Em 2023, foi proponente, diretor de produção e coordenador do projeto "Laboratório de Dramaturgia", aprovado no Mecenato Subsidiado de Curitiba (2022). Em 2024, participou da produção das "Cenas Surdas" na primeira Mostra Surda de Teatro dentro do Festival de Curitiba e no evento "Modos de Acessar" no Sesc Rio Preto - São José do Rio Preto, SP; além de atuar como assistente de produção no curta-metragem documental “Mãos Rapper”, que explora a vida de artistas surdos no rap, e na III Mostra Visoliterária de Direitos Humanos Surdos. Já realizou produções na CIA da UFPR e Biblioteca Pública do Paraná. Formação: Marketing pela Univali-SC (2016), Técnico em Teatro na Cena Hum Academia de Artes Cênicas (2018), Técnico em Produção de Áudio e Vídeo pelo Colégio Estadual do Paraná (2022) e Pós-graduação em Teatro de Animação e Máscaras pela FAP (Unespar). Possui Registro Técnico de Diretor de Produção e Maquinista (Registro Técnico - 0019485/PR). Currículo Heloisa Giovenardi - Diretora de Produção Heloisa de Souza Giovenardi é graduanda em Licenciatura em Teatro pela UNESPAR e possui formação técnica em Direção de Produção pelo curso ministrado por Laura Haddad (Cena Hum e SATED-PR) - DRT 0019490/PR. Em 2023, produziu o Laboratório de Dramaturgia em parceria com a Suricatta Produções e a IV Mostra ATINJ de Teatro para Infância e Juventude, realizada em espaços periféricos de Curitiba. Também atuou na produção da Cia do Abração em circulações pelo Sesi Cultura Paraná. Além disso, Heloisa tem experiência em produções de webséries e na organização de eventos como o Pequeno Grande Encontro de Teatro para Crianças de Todas as Idades. Em 2024, participou da produção das "Cenas Surdas" na primeira Mostra Surda de Teatro dentro do Festival de Curitiba e no evento "Modos de Acessar" no Sesc Rio Preto; Também é gerente dos projetos no Brasil da Transeuntis Mundi, exposição transmídia Transsensorial. Currículo Débora Karan - Produtora Executiva Débora de Carvalho Gomes é bacharel em Teatro pela PUCPR (2022) e está cursando pós-graduação em Tradução Profissional na mesma instituição. Possui registro profissional como diretora de produção/produção (DRT Nº 0031640/PR). Em 2023, destacou-se na produção executiva do Laboratório de Dramaturgia, aprovado no Edital 116/2021 - Mecenato Subsidiado, e na direção de produção da 2ª e 3ª Edição do Festival Dose Tripla, em parceria com o Espaço Cultural AP da 13 e Barracão EnCena, em Curitiba. Também atuou na assistência de produção do espetáculo de dança "Monstro", na Mostra Solar 2023, e foi responsável pela idealização e produção do monólogo "Sentido Literal (ou Confissões Intrusivas)". Currículo Carlos Canarin - Ministrante Oficina Carlos Alberto Mendonça Filho é dramaturgo, ator, diretor de teatro e professor, com formação em Licenciatura em Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná (2016-2021) e atualmente cursando doutorados em História na UFPR e em Artes na UNESP. Com uma trajetória profissional marcada por produções significativas, destaca-se como autor e diretor do espetáculo Retilíneo, apresentado em diversas temporadas no Teatro Cacilda Becker (2024) e no Centro da Juventude de Campo Largo (2023). Também atuou como orientador dramatúrgico no projeto Sou a Casa Toda, contemplado pela Lei Aldir Blanc. Sua pesquisa se concentra na dramaturgia e no teatro negro, tendo sido reconhecido com prêmios como Melhor Dramaturgia no Festival de Teatro de Pinhais (2023) e indicações ao Prêmio Gralha Azul. Currículo Kamylla dos Santos - Ministrante Oficina Kamylla Paola dos Santos é atriz, musicista, dramaturga e diretora de produção, com atuação destacada na produção cultural afro-brasileira. Formada em Musicoterapia pela Faculdade de Artes do Paraná e em Artes Cênicas pela UFPR, possui registros profissionais como diretora de produção (DRT 0019866/PR) e atriz (DRT 24171/PR). Fundadora do Grupo Baquetá, desde 2009 desenvolve espetáculos e oficinas baseados em saberes africanos e indígenas. Kamylla dirigiu e produziu sete espetáculos do grupo, assinando também a dramaturgia em parceria com o elenco. Recentemente, foi diretora de produção de importantes projetos, como Karingana Ua Karingana! e Bamberê, ambos circulando em várias cidades brasileiras. Currículo Andrê Francisconi - Ministrante Oficina Andrê Augusta Francisconi, também conhecida como Trava da Fronteira, é graduada em Artes Cênicas pela UNESPAR e atua como dramaturga, diretora e atriz. Fundadora da persona Magenta Canteiro, trabalhou em eventos transformistas e integrou o Coletivo Transformista de Foz do Iguaçu por dois anos. Andrê é autora de duas dramaturgias publicadas e dirigiu o espetáculo Bixatroz (2023), no qual também atuou. Atuante em poesia marginal, foi campeã estadual de Poetry Slam no Paraná, representando o estado no SLAM BR. Suas produções abordam temas de travestilidade e poesia marginal, com ênfase em relatos e depoimentos. Currículo Sílvia Monteiro - Ministrante Oficina Sílvia Maria De Moraes Monteiro Pazello é atriz, diretora e dramaturga, com DRT 4177-PR, formada em Artes Cênicas pelo Teatro Guaíra e bacharel em Filosofia pela UFPR, onde também concluiu seu mestrado. Fundadora da Confraria Cênica, Sílvia atua como diretora artística, dramaturga e produtora desde 1996. Ministra oficinas de interpretação e criação de texto desde 1995 e, desde 2010, é professora de Teatro na PUCPR. Entre seus principais trabalhos como diretora estão O Pêndulo (2022) e Dois Perdidos Numa Noite Suja (2019-2023), com o qual foi indicada ao Troféu Gralha Azul de Melhor Direção. Currículo Thiago Dominoni - Ministrante Oficina É ator, diretor, dramaturgo e mediador teatral. Trabalha nestes campos artísticos desde 2004. Em sua trajetória artística prevê a intersecção entre a literatura, a dramaturgia e a performatividade da cena como campo de produção de sentidos e poéticas. Atualmente é Doutorando em Teatro - Teatro, Sociedade e Criação Cênica - pela Universidade Estadual de Santa Catarina. É Mestre em Artes - Modos de conhecimento e processos criativos em artes pela Universidade Estadual do Paraná (2021). Especialista em Língua Portuguesa e Literatura pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (2022). Formou-se em Licenciatura em Teatro pela Universidade Estadual do Paraná (2023). É Bacharel em Artes Cênicas pela mesma universidade (2017). É professor e pesquisador no colegiado de Licenciatura em Teatro na Universidade Estadual do Paraná e coordenador do projeto de extensão ‘Dramaturgias do desassossego: Ensino, criação e pesquisa. Outros profissionais:Humberto Gomes - Colab. Artístico;Everson Silva - Iluminador Klüber - Musicista BFace - MúsicoAna Sercunvius - Assistência Prod. Currículos completos, resumidos e portfólios:https://drive.google.com/drive/folders/1WLX7HIbL67QMg1GRBmmQ5chyew5G9xJ4?usp=sharing

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.