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A presente proposta apresenta o projeto de turnê nacional a ser realizado pela Orquestra Filarmônica de Goiás (OFG), um dos principais grupos sinfônicos do país. Trata-se da realização de uma circulação por seis cidades brasileiras e quatro macrorregiões do país: Goiânia (Centro-Oeste); São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte (Sudeste); Curitiba (Sul), e; Salvador (Nordeste). A realização da turnê levará uma linguagem pouco abrangida por meios midiáticos a diferentes públicos do país, através de performances de altíssima qualidade, difundindo o grupo que é referência na música sinfônica do estado. Pretendemos alcançar públicos diversificados, garantindo a difusão democrática dos bens culturais apresentados, com ingressos acessíveis e fortalecendo as relações entre diferentes agentes, instituições e espaços culturais.
Obras por Concerto 1. Concerto de Abertura em Goiânia Repertório:Francisco Mignone - Leilão: Esta obra traz a riqueza melódica da música brasileira, refletindo as nuances culturais do país.Maurice Ravel - Le Tombeau de Couperin: Uma peça delicada e sofisticada, homenageando os amigos de Ravel perdidos na Primeira Guerra Mundial.Piotr Ilych Tchaikovsky - Sinfonia Nº 5: Uma das sinfonias mais emocionantes de Tchaikovsky, explorando temas de destino e resiliência. 2. Concerto no Rio de Janeiro Repertório:Francisco Mignone - Leilão: Exemplo do colorido e do lirismo da música brasileira.Maurice Ravel - Le Tombeau de Couperin: Um tributo em estilo barroco, com a sofisticação típica de Ravel.Piotr Ilych Tchaikovsky - Sinfonia Nº 5: Conhecida por sua profundidade emocional, essa sinfonia é uma jornada pela introspecção e força. 3. Concerto em Belo Horizonte Repertório:Haydn - Sinfonia Nº 26: Conhecida como "Lamentação", essa sinfonia reflete o estilo clássico com um toque de melancolia.Carl Nielsen - Concerto para Clarinete: Uma peça inovadora e desafiadora, executada pelo solista convidado Kevin Spagnolo, evidenciando a virtuosidade do clarinete.Jean Sibelius - Sinfonia Nº 5: Uma obra majestosa que expressa o poder da natureza e o espírito finlandês. 4. Concerto em Curitiba Repertório:César Guerra-Peixe - Tributo a Portinari: Inspirada na obra do artista plástico Candido Portinari, essa composição celebra a brasilidade e a expressividade das artes visuais.Ludwig van Beethoven - Sinfonia Nº 1: A primeira sinfonia de Beethoven, que mostra o início de sua revolução no mundo sinfônico, com toques de ousadia e inovação.William Levi Dawson - Negro Folk Symphony: Uma obra que incorpora o folclore afro-americano, evocando temas de ancestralidade e resistência. 5. Concerto em Salvador Repertório:César Guerra-Peixe - Tributo a Portinari: Uma homenagem à cultura brasileira e às representações artísticas de Portinari.Ludwig van Beethoven - Sinfonia Nº 1: Essa peça clássica destaca o estilo inicial de Beethoven e sua transição para uma linguagem mais pessoal e expressiva.William Levi Dawson - Negro Folk Symphony: Sinfonia que reflete a herança africana e a cultura afro-americana, em uma celebração da força e do espírito. 6. Concerto de Encerramento em São Paulo Repertório:César Guerra-Peixe - Tributo a Portinari: Encerra a turnê com a riqueza da música brasileira.Ludwig van Beethoven - Sinfonia Nº 1: Um marco no repertório clássico, representando a importância de Beethoven para a música ocidental.*William Levi Dawson - "Negro Folk Symphony" de Dawson destaca a influência da cultura afro-americana. A inclusão da "Sinfonia Nº 1" de Beethoven traz um toque clássico, criando um diálogo entre as tradições e a diversidade musical de diferentes regiões e tempos históricos.
Objetivo Geral A presente proposta visa realizar uma turnê nacional com a Orquestra Filarmônica de Goiás (OFG), um dos principais grupos sinfônicos do país, levando apresentações sinfônicas a seis cidades brasileiras de quatro macrorregiões: Goiânia (Centro-Oeste), São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte (Sudeste), Curitiba (Sul) e Salvador (Nordeste). O objetivo é democratizar o acesso à música clássica e sinfônica, promovendo a difusão do patrimônio musical brasileiro e internacional, fortalecendo a formação de plateias e gerando impacto cultural e econômico nas comunidades visitadas. Objetivos Específicos 1. Realizar Concertos Sinfônicos Abertos ao PúblicoApresentar seis concertos sinfônicos em Goiânia, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador, com ingressos acessíveis e cotas gratuitas, visando alcançar um público médio de 1.500 pessoas por apresentação, totalizando cerca de 9.000 espectadores ao longo do projeto. 2. Difundir o Repertório Sinfônico Nacional e InternacionalExecutar um repertório diversificado que inclua grandes obras de compositores clássicos internacionais, como Haydn, Beethoven, Ravel e Tchaikovsky, e peças de compositores brasileiros e afro-americanos, como Francisco Mignone, César Guerra-Peixe e William Levi Dawson, promovendo a valorização da diversidade cultural e a ampliação do repertório musical apreciado pelo público. 3. Incluir Solistas de Renome Internacional para Aumentar a Atratividade ArtísticaContar com a participação do renomado clarinetista Kevin Spagnolo, vencedor do Concurso Internacional de Música de Genebra, como solista convidado em apresentações selecionadas, contribuindo para o enriquecimento artístico e a visibilidade da turnê. 4. Fortalecer a Formação de Plateias e a Inclusão CulturalProporcionar oportunidades de acesso à música clássica para novos públicos, especialmente em regiões menos expostas ao gênero, incentivando a participação de comunidades locais e promovendo a inclusão cultural. 5. Gerar Impacto Econômico Local e Contribuir para a Economia CriativaFomentar a economia local nas cidades visitadas por meio da contratação de serviços de hospedagem, transporte, alimentação e produção técnica, além de gerar empregos temporários e parcerias com profissionais locais, fortalecendo a economia criativa e promovendo o desenvolvimento socioeconômico. 6. Viabilizar o Projeto por Meio de Incentivos Fiscais da Lei RouanetObter financiamento por meio da Lei de Incentivo à Cultura para garantir a sustentabilidade financeira do projeto, possibilitando a democratização do acesso e a execução de todas as atividades planejadas, incluindo o transporte de instrumentos, logística de equipe e materiais promocionais. 7. Promover a Cultura Brasileira e Fortalecer a Cadeia Produtiva do Setor CulturalContribuir para a valorização e preservação da cultura musical brasileira por meio da execução de obras de compositores nacionais e do fortalecimento da cadeia produtiva cultural, incentivando o reconhecimento da música erudita como patrimônio artístico do país. 8. Assegurar a Qualidade Artística e Técnica das ApresentaçõesGarantir a contratação de músicos extras, técnicos especializados e transporte adequado de instrumentos, assegurando que todas as apresentações ocorram com excelência artística e segurança. 9. Manutenção das Atividades da OrquestraGarantir a manutenção das atividades da orquestra adquirindo cadeiras, para serem utilizadas nos ensaios e conscertos do grupo.
A proposta da turnê nacional da Orquestra Filarmônica de Goiás (OFG) em 2025 é um projeto cultural de grande envergadura, que levará concertos sinfônicos a seis cidades brasileiras, abrangendo Goiânia (Centro-Oeste); São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte (Sudeste); Curitiba (Sul); e Salvador (Nordeste). Este é um projeto ambicioso e transformador, que visa não apenas apresentar um repertório sinfônico de alta qualidade, mas também democratizar o acesso à música clássica e sinfônica, promovendo o diálogo cultural entre diferentes regiões do país e destacando a excelência artística produzida em Goiás. Desde sua fundação em 1980 e especialmente após sua reestruturação em 2012, a OFG se consolidou como um dos principais grupos sinfônicos do Brasil. Sob a direção artística do maestro Neil Thomson e composta por cerca de 80 músicos, a orquestra promove um repertório que vai de obras consagradas de compositores como Haydn, Beethoven, Ravel e Tchaikovsky a peças contemporâneas e brasileiras de Francisco Mignone e César Guerra-Peixe, além de explorar a riqueza da música afro-americana com obras de William Levi Dawson. Essa diversidade contribui para ampliar o horizonte cultural do público e reforça o compromisso da OFG com a valorização da cultura nacional e a promoção de uma experiência artística acessível e abrangente. Impacto Cultural e Alcance do Projeto Com uma estimativa de público de cerca de 1.500 pessoas por concerto, a turnê deverá impactar diretamente aproximadamente 9.000 pessoas ao longo de suas seis apresentações. Além disso, a OFG promoverá atividades formativas e concertos didáticos, que visam a inclusão cultural e a formação de plateias. Durante a pandemia, a orquestra se reinventou por meio do projeto "Filarmônica Digital", que trouxe transmissões ao vivo, masterclasses e mesas-redondas online, e essas iniciativas de acessibilidade digital continuarão a ampliar o alcance do projeto, possibilitando que pessoas de diversas localidades e contextos sociais tenham acesso à música clássica. A realização dessa turnê também gerará um impacto econômico significativo. O projeto envolve a contratação de músicos, técnicos, produtores e diversos profissionais locais nas cidades visitadas, contribuindo para a economia criativa e fomentando empregos temporários em setores como hotelaria, transporte, alimentação e produção técnica. Este ciclo de contratações e parcerias locais impulsiona a economia das cidades anfitriãs e fortalece a cadeia produtiva do setor cultural, gerando desenvolvimento socioeconômico a partir de um projeto de natureza artística. Enquadramento na Lei 8.313/91 (Lei Rouanet) Incisos Relevantes do Art. 1º: Inciso II: "Apoio a projetos de preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro." O projeto visa preservar e difundir o patrimônio musical brasileiro e internacional, promovendo a cultura em diferentes regiões e contribuindo para a formação cultural de públicos diversos.Objetivos do Art. 3º Alcançados: Promover o acesso à cultura: A turnê nacional da OFG proporcionará acesso a uma forma de arte pouco difundida na mídia, especialmente em regiões onde o acesso a concertos de música clássica é limitado. Com ingressos acessíveis e cotas de distribuição gratuita, o projeto visa alcançar um público amplo e diversificado. Fomentar a produção artística e cultural brasileira: Ao incorporar compositores brasileiros no repertório, a turnê reforça a valorização e a difusão da memória e da identidade cultural brasileiras, promovendo a produção musical nacional. Por Que a Lei de Incentivo à Cultura? A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para a viabilidade financeira deste projeto de grande porte, que envolve logística complexa para transporte de instrumentos, músicos e equipe técnica por todo o país. A lei permite que o projeto alcance múltiplas regiões e promova o acesso democrático à música clássica, alinhando-se com os objetivos de inclusão e formação de público. Os incentivos fiscais possibilitam que os concertos ofereçam ingressos acessíveis e cotas gratuitas, promovendo o acesso à cultura de forma inclusiva e sustentável. Além disso, o financiamento pela Lei Rouanet assegura a continuidade do trabalho da OFG na promoção da cultura musical brasileira a longo prazo, fortalecendo a cadeia produtiva do setor cultural, promovendo a educação musical e celebrando a diversidade da música clássica e brasileira. A realização dessa turnê com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura garante não apenas a concretização de um projeto cultural de grande relevância, mas também o fortalecimento da música clássica no Brasil, proporcionando ao público uma oportunidade única de vivenciar a riqueza e a diversidade da cultura sinfônica, enquanto reforça o papel da OFG como uma instituição de excelência e inclusão cultural.
1. Estrutura do Concerto Duração: Cada concerto terá duração aproximada de 90 minutos, divididos em duas partes de 45 minutos, com um intervalo de 15 minutos.Repertório: O repertório varia entre as cidades e inclui obras de compositores brasileiros e internacionais:Francisco Mignone - LeilãoMaurice Ravel - Le Tombeau de CouperinPiotr Ilych Tchaikovsky - Sinfonia Nº 5Haydn - Sinfonia Nº 26Carl Nielsen - Concerto para Clarinete (solista: Kevin Spagnolo)Jean Sibelius - Sinfonia Nº 5César Guerra-Peixe - Tributo a PortinariBeethoven - Sinfonia Nº 1William Levi Dawson - Negro Folk Symphony2. Formato de Apresentação Orquestra: Composta por cerca de 80 músicos, distribuídos nas famílias de cordas, sopros (madeiras e metais) e percussão, além de eventuais músicos extras, conforme a necessidade de cada peça.Solista Convidado: Kevin Spagnolo, clarinetista vencedor do Concurso Internacional de Música de Genebra, participará em concertos selecionados, como solista da obra de Carl Nielsen.Regente: Neil Thomson, diretor artístico e maestro titular da Orquestra Filarmônica de Goiás, conduzindo todas as apresentações. 3. Equipamentos e Infraestrutura Técnica Instrumentos e Equipamentos Musicais: Todos os instrumentos necessários são fornecidos pela orquestra, incluindo seções completas de cordas, madeiras, metais e percussão. As peças específicas, como tímpanos e harpa, serão transportadas para cada cidade.Caminhão Baú com Elevador: Para transporte seguro dos instrumentos maiores e equipamentos, especialmente os mais frágeis e volumosos.Sistemas de Som e Iluminação: Os teatros e salas de concerto onde ocorrerão as apresentações são equipados com sistemas de som e iluminação adequados para performances sinfônicas. A equipe técnica da orquestra ajustará a configuração conforme necessário para garantir a qualidade de som e visibilidade. 4. Padrões de Acessibilidade Acessibilidade Física: Os locais de apresentação são adequados às normas de acessibilidade, incluindo rampas, banheiros adaptados e sinalização tátil.Acessibilidade de Conteúdo: Serão oferecidos recursos como intérpretes de Libras, legendas descritivas para públicos com deficiência auditiva ou visual. 5. Materiais de Apoio e Programação Programas de Concerto: Impressos com informações sobre as obras, os compositores e o contexto histórico e cultural. Os programas terão versões acessíveis (fonte ampliada) e serão distribuídos ao público gratuitamente.Materiais Digitais: O material informativo do concerto também estará disponível em formato digital compatível com leitura de tela, acessível a partir do site oficial da OFG e redes sociais.
Acessibilidade Física A turnê da Orquestra Filarmônica de Goiás (OFG) será realizada em espaços culturais nas seis cidades contempladas pelo projeto: Goiânia, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador. Esses locais serão cuidadosamente selecionados durante a etapa de pré-produção para garantir que atendam aos requisitos de acessibilidade física, conforme exigido pela legislação brasileira e normas técnicas de acessibilidade. Assim, todos os locais de apresentação deverão estar adequados com: 1. Rampas de Acesso e Corrimões: Para permitir a entrada e a circulação de pessoas com mobilidade reduzida ou que utilizem cadeiras de rodas, todos os espaços dispõem de rampas e corrimões nas áreas de entrada, circulação e acesso aos assentos. 2. Banheiros Adaptados: Todos os locais possuem banheiros acessíveis e adaptados para pessoas com deficiência, localizados em pontos de fácil acesso. 3. Guias Táteis e Sinalização Visual: Para facilitar a circulação de pessoas com deficiência visual, os espaços contam com guias táteis e sinalizações nas principais áreas, como corredores e entradas de banheiros, além de placas de fácil leitura e com contraste adequado para melhor visibilidade. 4. Assentos Preferenciais: Serão reservados assentos preferenciais próximos aos acessos, destinados a pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosos, garantindo uma experiência confortável e segura durante os concertos. 5. Estacionamento Preferencial: Todos os locais de apresentação contam com vagas de estacionamento reservadas para pessoas com deficiência, localizadas próximas às entradas dos teatros e salas de concerto, facilitando o acesso ao público. Acessibilidade de Conteúdo O projeto também inclui medidas de acessibilidade de conteúdo, para garantir que pessoas com diferentes deficiências possam compreender e usufruir da experiência cultural proporcionada pela turnê da OFG. As seguintes ações serão implementadas para aumentar a acessibilidade de conteúdo: 1. Interpretação em Libras: Todos os concertos contarão com intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais), que estarão posicionados em local visível para realizar a interpretação simultânea das introduções e comentários do maestro e de outros apresentadores, permitindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva acompanhem o evento. 2. Legendas Descritivas: Em apresentações que incluam projeções de vídeo ou trechos falados, serão fornecidas legendas descritivas em português, com informações sobre sons e diálogos, para que pessoas com deficiência auditiva possam acompanhar o conteúdo de maneira integral. 3. Material Digital com Leitura de Tela: O material de divulgação e o programa dos concertos serão disponibilizados em formato digital acessível, compatível com tecnologias de leitura de tela, para que pessoas com deficiência visual possam acessar o conteúdo informativo de maneira independente.
1. Distribuição e Comercialização de Ingressos Ingressos Populares e Gratuitos: Em cada concerto, uma parcela significativa dos ingressos será destinada à venda a preços populares, acessíveis para pessoas de diferentes faixas de renda. Além disso, haverá uma cota de ingressos distribuídos gratuitamente para instituições de ensino público, ONGs, centros comunitários e outras organizações sociais, garantindo que o acesso à música sinfônica seja democratizado e inclusivo. Vendas Online: Para facilitar o acesso, os ingressos também serão disponibilizados online, com opções de compra antecipada e retirada digital, permitindo que o público tenha mais conveniência na aquisição. O sistema online oferecerá informações acessíveis sobre os eventos e recursos de atendimento para pessoas com deficiência visual e auditiva, ampliando a acessibilidade.1.1 CONTRAPARTIDA Um dos concertos, na cidade-sede da OFG será totalmente gratuito e aberto a população goiana. A Medida visa cumprir a contrapartida do projeto e torná-lo democrático e acessível para a população. 2. Medidas de Ampliação de Acesso Material Informativo Acessível: Para que o público tenha uma experiência completa, programas de concerto serão disponibilizados em formatos acessíveis (fonte ampliada e digital), contendo informações sobre o repertório, os compositores e a orquestra. Esse material será distribuído gratuitamente nas apresentações e estará disponível online, permitindo que pessoas com deficiência visual ou baixa visão acessem o conteúdo. Espaços Reservados e Recursos de Acessibilidade: Nos locais de apresentação, haverá assentos preferenciais para pessoas com mobilidade reduzida, idosos e pessoas com deficiência. Além disso, intérpretes de Libras estarão presentes em cada concerto, facilitando o entendimento das introduções e orientações do maestro e da equipe. Interação com o Público via Mídias Sociais: A OFG incentivará a interação com o público nas redes sociais, oferecendo conteúdos exclusivos como entrevistas, trechos de ensaios, curiosidades sobre as obras e depoimentos de músicos. Esse conteúdo ajudará a expandir o engajamento do público e a tornar a experiência mais próxima e acessível para quem não pode comparecer presencialmente. 3. Impacto Esperado e Inclusão Cultural Essas ações de democratização de acesso visam promover uma experiência cultural acessível, inclusiva e diversificada, alcançando tanto o público tradicional da música clássica quanto novos públicos que, de outra forma, não teriam contato com a música sinfônica. Com essas iniciativas, o projeto reafirma seu compromisso com a inclusão cultural e a formação de novas plateias, levando a música clássica para além das salas de concerto convencionais e contribuindo para o fortalecimento da cultura e a formação de uma consciência musical ampla no Brasil.
Proyatê: é uma empresa de gestão cultural que, desde 2019, tem como meta ampliar o impacto da economia criativa por meio de projetos voltados à inclusão, educação e sustentabilidade. Com centenas de parcerias e atuação em nível nacional e internacional, a Proyatê promove a democratização do acesso à cultura, beneficiando diversos públicos, incluindo jovens, mulheres, negros, LGBTQIAPN+ e comunidades tradicionais. Seus projetos – como o Festival In_pulsos Percussivos; Músicas de Cabeceira Goiânia; Art Déco Festival 6ª e 7ª Edições; Conexões Percussivas; Curso de Produção Cultural; dentre outros – conectam arte e mercado, valorizando talentos emergentes e fortalecendo a identidade cultural brasileira. A empresa oferece capacitação profissional e foca na inclusão de públicos marginalizados, alcançando grande visibilidade e relevância no setor. Alinhada aos ODS da ONU, a Proyatê mantém como prioridade parcerias estratégicas e inovação contínua, consolidando-se como uma referência no desenvolvimento sustentável da cultura e da Economia Criativa no Brasil. Lucas Andrade: com uma carreira que abrange áreas como gestão cultural, empreendedorismo, música e pesquisa, Lucas Fonseca Hipolito de Andrade [Lucas Andrade] consolidou-se como um profissional multifacetado, contribuindo para o desenvolvimento de projetos culturais e educacionais que impactam a comunidade e o setor da economia criativa. Formado em Música pelo Instituto Federal de Goiás (IFG), ampliou sua expertise ao se especializar em Produção Cultural, Artes e Entretenimento, pela UnyLeya, e em Políticas e Gestão da Educação Profissional e Tecnológica, também pelo IFG. Além disso, seu interesse pelo empreendedorismo o levou a cursar a formação em Administração, pela Estácio Goiás. Foi associado à Orquestra Sinfônica de Goiânia (OSGO), onde não apenas elaborou projetos culturais, mas também assumiu a função de arquivista e pesquisador, contribuindo para a documentação e disseminação da música de concerto em Goiânia. É cofundador da Proyatê (2019), uma empresa de gestão cultural (www.proyate.art), e fundador do LabEC - Laboratório de Economia Criativa (2023), empresa voltada para o desenvolvimento de soluções em Economia Criativa, por meio da pesquisa, educação e eventos. Foi diretor financeiro e produtor cultural do Instituto Orquestra Cidadã (IOC), onde elaborou e executou projetos que alavancaram a música e a cultura no Brasil, como a “Academia OSGO” e a série "Concertos Didáticos", que promoveu a democratização da cultura por meio de apresentações em escolas públicas nas periferias de Goiânia. Seu comprometimento com a Economia Criativa é evidente em sua atuação como professor e pesquisador nas Escola do Futuro de Goiás, vinculadas ao Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT) da Universidade Federal de Goiás (UFG). Nestas instituições, como professor de Gestão e Negócios, coordenou grupos de pesquisa e inovação em Marketing, Mídias Sociais e Economia Criativa, dedicando-se à produção de conhecimento científico e à formação de profissionais qualificados. Entre suas ações mais recentes está a participação no Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MICBR 2023), onde representou as áreas técnicas da Região Centro-Oeste, reforçando sua presença e impacto no cenário nacional. Atualmente, além de liderar projetos culturais e empresariais que visam impulsionar a economia criativa e fortalecer a identidade cultural brasileira, é diretor financeiro da Movimento Bem-Estar (ONG) e membro orgulhoso do BNI Conquista, parte da maior rede de networking do mundo. Voo Livre Projetos e Eventos Ltda.; Ricardo Silva: Empresa sediada em Goiânia, registrada no Cadastur, atuante em organização de eventos e projetos nas áreas de turismo, cultura e meio ambiente desde 2008. Com vasta experiência, a empresa destaca-se por consultorias para o Ministério do Turismo e pela realização de festivais de música e gastronomia. Rogério Meireles: Economista com experiência em planejamento e gestão financeira. Atuou em empresas como McDonald's, Agrocria, e MeuBilhete.com, desempenhando funções que vão desde consultoria até estruturação de franquias e estratégias de precificação. Atualmente, é responsável pelo planejamento de projetos como o Piribier na Voo Livre. Orquestra Filarmônica de Goiás: Fundada em 1980 e reestruturada em 2012, a OFG é um dos principais grupos sinfônicos do Brasil. Sob a direção de Neil Thomson, promove um repertório variado, de compositores como Haydn, Tchaikovsky e brasileiros como Francisco Mignone, contribuindo para a valorização da cultura nacional. Neil Thomson: nascido em Londres em 1966, Neil Thomson é um dos mais destacados maestros de sua geração, com uma carreira internacional que abrange concertos na Europa, Américas e Ásia. Desde 2014, atua como diretor artístico e regente titular da Orquestra Filarmônica de Goiás, onde foi peça-chave na ampliação do repertório, com ênfase em música brasileira e contemporânea. Sua trajetória inclui importantes marcos, como a estreia sul-americana da obra monumental Des Canyons aux Étoiles, de Messiaen, e a gravação das 14 sinfonias de Claudio Santoro para o selo Naxos. Com extensa experiência acadêmica, foi chefe do departamento de regência no Royal College of Music em Londres, onde lecionou entre 1992 e 2006, consolidando sua reputação como um dos mais respeitados formadores de regentes. Além de sua atuação sinfônica, Thomson também desenvolve projetos de filmes-concerto e colaborações musicais, regendo trilhas como Singin' in the Rain e Titanic em prestigiadas salas de concerto ao redor do mundo. Leticia Antunes: Mestranda em Processos de Criação Musical pela USP, pesquisadora e produtora cultural na Proyatê. Com formação em Percussão Sinfônica, atuou em orquestras como Bruce Dickinson Band e OSUSP. Premiada por contribuições culturais, Leticia também é professora na USP e na UNIVESP.
PROJETO ARQUIVADO.