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PRONAC 2414345IndeferidoMecenato

Revista Reticências

José Alves Pimenta Júnior
Solicitado
R$ 292,5 mil
Aprovado
R$ -101455,00
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa de Patrocínios Banco do Nordeste - CULTURAL 2023/2024
Ano
24

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

A Reticências é uma publicação no formato de revista com periodicidade quadrimestral, revista que aborda desde sua origem, o pensamento e reflexão crítica sobre a arte contemporânea no contexto nacional pensado a partir do Nordeste do país. O projeto objetiva a continuidade de ações e lançamento de três edições impressas da revista. Ver projeto detalhado da revista em mais informações.

Sinopse

A Reticências nasceu a partir de uma ausência de espaço para reflexão sobre a arte cearense. Além disso, a revista é uma forma de registro histórico para a produção local, estimulando sua discussão e circulação em nível nacional. A revista já contou com apoio da Fundação de Cultura de Pernambuco, Banco do Nordeste, Prefeitura de Fortaleza e Governo do Estado do Ceará. A revista tem cinco edições impressas, e em abril de 2023, serão será lançada a próxima edição impressa da Reticências com apoio do governo do estado do Ceará, através de edital de incentivo às artes. A Revista Reticências é uma iniciativa constituída pelos editores: Ana Cecília Soares e Júnior Pimenta que vêm atuando de forma efetiva desde outubro de 2007, seja com publicações, conversas, debates, oficinas e manutenção da revista on line. Ana Cecília Soares é Jornalista, curadora e pesquisadores em artes, atualmente desenvolve pesquisa de Doutorado na Universidade Federal de Minas Gerais. Trabalhou no caderno de cultura do Diário do Nordeste, realizou curadorias e projetos editoriais para o Centro Cultural Dragão do Mar e Sesc Nacional. Júnior Pimenta é artista visual, Mestre em Artes pela Universidade Federal do Ceará. Possui obras nos acervos da Prefeitura de Fortaleza, Banco do Nordeste, Museu de Arte Contemporânea do Ceará e Centro Cultural São Paulo. Em 2018 a revista passou a atuar como editora, Desenvolvemos, uma coleção de livros da coleção Fissuras: entre processos confluentes, que é um projeto do Sesc, que se chama confluências e está em processo de impressão, deve ser lançado em 2023. É uma coleção de seis volumes, que envolve mais de 80 artistas e pesquisadores dos estados do Piauí, Santa Catarina, Paraíba, Tocantins, Pará e Sergipe. No ano de 2019, e publicou o seu primeiro livro: O silêncio das coisas: Herbert Rolim, livro que aborda parte da produção do artista Herbert Rolim relacionado ao objeto e as palavras. O livro é o primeiro da coleção Arte Ceará. Coleção que visa tentar suprir a carência de documentação sobre as artes visuais no estado do Ceará. O primeiro livro da coleção contou com apoio do Centro Cultural Dragão do Mar de arte e cultura; O segundo livro da coleção foi Somos os que foram: 10 anos do coletivo aparecidos políticos, publicação em comemoração aos 10 anos de atuação do coletivo que atua na problematização da memória da ditadura militar no Brasil. Os próximos da coleção arte Ceará serão com a artista Claudia Sampaio, trazendo reflexões sobre a casa-obra e estamos articulando outro com a pesquisadora Carolina Ruoso, sobre sua pesquisa sobre o MAUC. A ideia da editora é a longo prazo, suprir de alguma maneira as lacunas da nossa história, além de estimular o debate crítico sobre os nossos tempos. Em 2020, lançamos dois livros A chama depende do combustível, divido em dois volumes e que conta com a colaboração de 121 artistas, e tem como organizadoras Flávia Memória e Erica Zingano. inicialmente essa publicação é apenas na versão e-book. Em novembro retomaremos as edições impressas da revista reticências, onde lançaremos a nossa quarta edição impressa, que parte da afirmação muito comum no Ceará, de que não existe negros no Ceará, a partir disso, propomos uma edição para discutir esse apagamento histórico, e pela primeira vez temos uma editora convidada, a pesquisadora e artista Maria Cecília Calaça. É nosso desejo, seguir sempre a cada edição com um editor convidado. Além dos trabalhos editoriais, desenvolvemos processos formativos e curatoriais, realizamos o laboratório de texto de artista, Laboratório Reticências de criação e a exposição Que vai chover Amanhã, Sobrado Dr José Lourenço, com acervos públicos do estado do Ceará. Entre outros projetos.

Objetivos

Objetivo Geral: Programa anual da revista, de maneira quadrimestral para circular no brasil com ações em todos os estados da região nordeste, com o proposito de estimular o debate, a reflexão e a difusão da rica produção artística contemporânea do país. A revista se propões em ser um espaço plural, diverso e de experimentação da escrita sobre arte. As três edições pensadas para serem desenvolvidas a partir da lei de incentivo, tem como eixo editorial consiste na realização de três números da Revista Reticências cuja temática busca trazer para a discussão e reflexão o conceito de resistência, traçando um diálogo com os três eixos norteadores da obra literária Os sertões, de Euclides da Cunha: terra, homem e luta. Objetivo específico: Editar uma publicação quadrimestral que tem como eixo, ser um espaço de difusão e reflexão sobre arte contemporânea com foco na produção de artistas "fora do eixo". Contando em cada edição com um editor convidado, doze colaboradores e um entrevistado. Vender a publicação, de acordo com as diretrizes da Roaunet, como tiragem para população de baixa renda nas proporções definidas pela legislação. Definido pontos de distribuição pelo país. Vender anúncios para ajudar no financiamento da revista; ampliar a versão online da revista com colunistas e colaboradores com foco principal de artista e pesquisadores do nordeste, norte, centro-oeste e sul do país.

Justificativa

Publicado pela primeira vez em 1902, Os sertões, de Euclides da Cunha, é uma obra emblemática cuja importância se concentra, sobretudo, no seu caráter de denúncia, firmado pelo relato de um drama da nossa história, pelo seu lado humano e pela temática, que não é só brasileira. A atualidade da narrativa se deve aos problemas de origens sociais, ainda hoje tratados pelo poder público de forma semelhante à violência e ao descaso dado aos seguidores de Antônio Conselheiro. Dessa forma, impulsionados pela obra, por sua natureza crítica e realista, na qual o indivíduo, mesmo diante de um cenário de opressão e atrocidades, resisti e rompe com os interesses de um Estado autoritário, em busca de uma existência mais digna. O presente projeto traz para a discussão a ideia de resistência na contemporaneidade a partir de um diálogo com as três partes em que se encontra dividida o livro, são elas: a terra, o homem e a luta. Cada uma delas consistirá numa edição específica da Revista Reticências, que contará com o olhar e a intervenção de artistas, pesquisadores e curadores. Em meio a um país marcado pela falta de investimento na saúde e na educação, pela destruição da floresta amazônica e pela corrosão das fontes de água, pela contaminação dos alimentos, pela destruição dos direitos trabalhistas. Ou melhor, diante de um mundo, cada vez mais caótico, sob ameaça iminente de uma guerra nuclear. Resistir é o que nos resta, e este projeto é significativo porque, aqui, a palavra e a imagem nos servem de instrumento de enfretamento, a força de sublevação que sobrevive ao poder cego e vazio. Como ressaltou o filósofo George Didi-Huberman, em conferência realizada em São Paulo, em outubro de 2017, é preciso dizer não ao não e acreditar...Assim, sempre. Outro ponto a ser considerado, no que diz respeito a importância do projeto, trata-se da própria essência da revista: onde a reflexão/pensamento sobre arte é considerado fundamental para a produção artística se oxigenar porque permite aos artistas o questionamento sobre aquilo que estão produzindo. Servindo, ainda, na mediação de maneira horizontal sobre arte/público/reflexão. E ainda, através desse projeto poder dar continuidade a algo que vem sendo realizado de maneira independente e buscando construir redes colaborativas. Em consonância com o Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

A ideia é que cada edição se paute em um dos eixos do livro. Não se tratando de uma releitura da obra, mas de uma conversa entre as questões político-sociais trazidas por Euclides da Cunha com as que rege a contemporaneidade. Inclusive, o intuito não é tratar de maneira literal as partes do livro, mas discuti-los com um olhar mais amplo e aprofundado. Logo, em "terra", por exemplo, não faremos um estudo geográfico do sertão nordestino como se propôs o autor, porém, abordaremos a terra como um cenário das destruições ambientais; relacionada ao direito da moradia; a um lugar de disputa de poder; migrações, entre outros aspectos. Na edição da revista voltada ao eixo "homem", para além de pensar uma etnografia do homem do Nordeste, dentre as temáticas envolvidas, o objetivo é refletir, a partir de uma perspectiva fragmentada e plural, sobre esse SER, atentando-se para as questões de identidade e gênero; ao papel do indivíduo na sociedade e como ele se reconhece na mesma. Inclusive, não aceitando as normas que são postas como naturais. Por fim, no número "luta", a intenção não é desenvolver uma descrição do extermínio de sertanejos na Guerra de Canudos e nem ser redundante em entender luta apenas como um lugar de combate, mas trazer textos e intervenções de artistas para discutir essa condição da resistência em diferentes contextos, onde podemos compreender que o combate nem sempre é armado. Ele acontece em diferentes enfretamentos cotidianos, como fissuras dentro de um sistema maior. Assim como nas edições anteriores da revista reticências (mais informações nos anexos), esses três números contarão com a escrita, o olhar e a sensibilidade de artistas, pesquisadores e curadores convidados. Sendo esta, uma forma que encontramos de experimentar a escrita e reflexão sobre arte contemporânea e promover diálogos mútuos.

Especificação técnica

Tiragem por edição:1500 exemplaresNúmero de páginas116 pág (provisório)FormatoA definirMiolo4 cores, Tinta Escala em Off-set 75g.Capa4x0 cores, Tinta Escala em Cartão Supremo 250g.Lombada5mm, Hot melt, Dobrado, Costurado, Corte/Vinco, Laminação Fosca.ISSN2237-3942

Acessibilidade

Tradutor de LIBRAS ou implementação de legenda em vídeos e VTs exibidos no evento;- Outras formas de acessibilidade, tais como: realização do evento em espaço com requisitos de acessibilidade, existência de rampas/corrimões, vagas para PCDs no estacionamento, existência de banheiros adaptados.

Democratização do acesso

O acesso a plataforma digital da revista terá acesso gratuito, assim como download de todas as edições. A publicação terá assessoria de imprensa contratada para sua divulgação. Também haverá site próprio da revista para sua dilvugação online ao lado de campanhas impulsionada para as redes sociais.

Ficha técnica

Editores: Ana Cecília Soares e Júnior Pimenta Produtor executivo: Rafael Escócio Designer: Humberto Araújo Revisora: Gislene Gabriel Acessibilidade: Art! em LIBRAS Assessoria de imprensa: Katia Karan Ana Cecília Soares Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (EBA/ UFMG), na linha de pesquisa: Artes Visuais (curso com conceito 6 da CAPES), sob orientação da professora Dra. Yacy-Ara Froner Gonçalves. Bolsista FAPEMIG. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará (ICA/UFC). Especialista em Teorias da Comunicação e da Imagem pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Editora da Revista Reticências. Possui experiência nas áreas de artes visuais, história e crítica de arte, curadoria e jornalismo cultural. Foi Pesquisadora visitante nos arquivos do Museu da Solidariedade Salvador Allende e Museu de Arte Contemporânea em Santiago, no Chile. Faz parte do grupo de críticos do Centro Cultural São Paulo, edição 2022. É uma das organizadoras dos livros ?O Silêncio das Coisas: Herbert Rolim? e ?Somos os que foram: 10 anos do Coletivo Aparecidos Políticos?. Além de ter se dedicado a diversos projetos curatoriais e editoriais. E integra o grupo de críticos do Centro Cultural São Paulo - CCSP. Júnior Pimenta é artista visual, vive e trabalha entre Fortaleza e Belo Horizonte, Brasil, Mestre em artes, pelo PPGArtes da Universidade Federal do Ceará, com orientação de Moacir dos Anjos, onde realizou pesquisa sobre crise de representação, pertencimento e estratégias artísticas em tempos sombrios. Pimenta realizou três exposições individuais: Em 2013, Âmago, Sala Nordeste-FUNARTE, Recife-PE; Estação Cabo Branco, João Pessoa-PB; Centro cultural Banco do Nordeste, Fortaleza-CE. Com curadoria de Ana Cecília Soares. Em 2014, Descaminhos, no Museu de arte contemporânea, Dragão do Mar, Fortaleza-CE, curadoria de Marisa Flórido Cesar. Em 2018, Vá em Frente, volte pra casa!, na Sem Título Arte, Fortaleza-CE; Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri, Juazeiro do Norte-CE, com curadoria de Marcelo Amorim. Em 2019 a exposição Vá em frente, volte pra casa! seguiu para o Centro Cultural São Paulo-SP. O artista possui obras em acervo das seguintes coleções públicas: Museu de Arte contemporânea do Ceará - Dragão do Mar; Centro Cultural Banco do Nordeste; Coleção da cidade do Centro Cultural São Paulo; Museu de arte de Anapolis, Coleção da Prefeitura de Fortaleza e Pinacoteca do Ceará, É editor da revista reticências..., também compõe o conselho editorial das revistas Arte ConTexto, de Porto Alegre e Canguru de Curitiba. Pimenta participou de alguns laboratórios de artista, entre eles o Laboratório de artes visuais do Porto Iracema das artes, em Fortaleza -CE, com acompanhamento crítico de Marisa Florido. Além de desenvolver projetos curatoriais, editoriais e educacionais; pensando sempre todas suas atividades, como maneira de contaminação e entrecruzamento de pensamentos, gerando um processo indissociado na construção de sua poética. Rafael Escócio Licenciando em Artes Visuais pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Integrante do Grupo de Pesquisa Meio Fio - Pesquisa Ação (IFCE). É organizador do projeto educativo De Chão em Chão e da residência artística Bem Me Quer Mal Me Quer. Atualmente atua como Coordenador do Núcleo Educativo do Museu de Arte Contemporânea do Ceará / MAC DRAGÃO. Realizou a co-curadoria das exposições "Das águas que tudo arrastam..." (2021), Terraplanagem (2018), e Bem Me Quer Mal Me Quer - Cartografias de Si (2018). Atuou como Bolsista CAPES no Programa de Institucional de Bolsa de Iniciação Docência - Artes Visuais (IFCE) (2016/2018). Foi contemplado nos editais Arte Caucaia ? Edital de Premiação de Artistas e Grupos Culturais - Lei Aldir Blanc (2021) e Edital das Artes de Fortaleza/SECULTFOR ? Mídia Digital na categoria Obra de Artistas Iniciantes (2016). Humberto Araújo Possui graduação em Português/Espanhol e Literaturas pela Universidade Federal do Ceará (2006) e mestrado em Letras pela Universidade Federal do Ceará (2008). Atualmente é professor substituto no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCe), campus de Umirim. Tem experiência nas áreas de Letras e Design, com ênfase em Literatura em Língua Portuguesa e Espanhola, Literatura Cerense, Teoria da Literatura, Design Editorial, Tipografia e Caligrafia, atuando principalmente nos seguintes temas: Literatura, Artes Visuais e Produção Editorial. Gislene Gabriel Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação Mestrado Acadêmico Interdisciplinar História e Letras ? MIHL/ UECE (Linha de Pesquisa 2: Gênero, Raça e Identidades); Licenciada em Letras com habilitação em Português/Francês e suas respectivas Literaturas (CH -UECE). Bacharel em Direito pela Universidade de Fortaleza ? UNIFOR; Especialista em Direito Público pala Faculdade Entre Rios do Piauí (FAERPI); Membro do Grupo de Pesquisa em Análise de Discurso Crítica: representações, ideologias e letramentos (GPADC/UECE); Membro do Grupo de Pesquisa e Estudo em Análise de Discurso Crítica e Linguística Sistêmico-Funcional - GPE ADC&LSF/ UFU (LINHA DE PESQUISA 2 :Linguagem, sujeito e discurso); Membro do Grupo Altera, com ênfase nos Estudos e Pesquisa em Gênero e Direito (PPGD/UFC). Membro do Grupo PRAETECE (Práticas de Edição de Textos do Estado do Ceará), Grupo de pesquisadores e estudantes dos cursos de Letras e História do estado do Ceará, interessados em preservar nossa história e memória. Art! em LIBRAS A Art! em LIBRAS Acessibilidade Cultural LTDA é uma empresa de acessibilidade cultural com ênfase em serviços de tradução e interpretação da Língua Brasileira de Sinais ? Libras/Português e que promove ações de consultoria, formação e projetos culturais na perspectiva de processos artísticos mais acessíveis. Atua há mais de três anos em espaços culturais na cidade de Fortaleza ? Ceará, com ações de acessibilidade comunicacional em museus ofertando serviços de Tradução/Interpetação da Libras-Português, com vídeo-guias, convites em LIBRAS, mediações culturais acessíveis e interpretações em espetáculos, audiodescrição e legendagem. A empresa tem como motivação a possibilitar experiências com arte e cultura para pessoas surdas e para sinalizantes que tenham a Língua Brasileira de Sinais - Libras como segunda língua. Atuamos com a produção de projetos voltado para as diversas linguagens artísticas e formação do público surdo na fruição estética e artística. Katia Karan Graduada em comunicação pela Universidade Metodista de Piracicaba - SP. Cursou Gestão do Terceiro Setor pela Unisantos (SP). É certificada Educadora Midiática. Atua de forma independente com projetos e assessoria de comunicação e imprensa para coletivos culturais e é analista de projetos na Vidança. Faz parte da Rede Acampa pela Paz e direitos Humanos . No momento se aprofunda sobre Alfabetização Midiática Informacional e Diálogo Intercultural - curso online da UNESCO e UNICAMP e Economia e Sociedade Digital pelo Instituto Lula. Atuou como jornalista, produção em eventos de arte e cultura e com comunicação pública institucional em São Paulo. No Ceará foi assessora de Comunicação parlamentar na Assembleia Legislativa e na Vila das Artes, equipamento da Prefeitura de Fortaleza. Produziu e executou vídeos institucionais. Foi gerente de comunicação em 3 edições da Feira da Música de Fortaleza, Festival De Repente do Ceará, assistente de produção no Filme Bezerra de Menezes, o Médico dos Pobres. Das matriarcas da família herdou a artesania através do fazer crochê e da ancestralidade dos povos árabes o prazer por cozinhar. A Reticências nasceu a partir de uma ausência de espaço para reflexão sobre a arte cearense. Além disso, a revista é uma forma de registro histórico para a produção local, estimulando sua discussão e circulação em nível nacional. A revista já contou com apoio da Fundação de Cultura de Pernambuco, Banco do Nordeste, Prefeitura de Fortaleza e Governo do Estado do Ceará. A revista tem cinco edições impressas, e em abril de 2023, serão será lançada a próxima edição impressa da Reticências com apoio do governo do estado do Ceará, através de edital de incentivo às artes. A Revista Reticências é uma iniciativa constituída pelos editores: Ana Cecília Soares e Júnior Pimenta que vêm atuando de forma efetiva desde outubro de 2007, seja com publicações, conversas, debates, oficinas e manutenção da revista on line. Ana Cecília Soares é Jornalista, curadora e pesquisadores em artes, atualmente desenvolve pesquisa de Doutorado na Universidade Federal de Minas Gerais. Trabalhou no caderno de cultura do Diário do Nordeste, realizou curadorias e projetos editoriais para o Centro Cultural Dragão do Mar e Sesc Nacional. Júnior Pimenta é artista visual, Mestre em Artes pela Universidade Federal do Ceará. Possui obras nos acervos da Prefeitura de Fortaleza, Banco do Nordeste, Museu de Arte Contemporânea do Ceará e Centro Cultural São Paulo. Em 2018 a revista passou a atuar como editora, Desenvolvemos, uma coleção de livros da coleção Fissuras: entre processos confluentes, que é um projeto do Sesc, que se chama confluências e está em processo de impressão, deve ser lançado em 2023. É uma coleção de seis volumes, que envolve mais de 80 artistas e pesquisadores dos estados do Piauí, Santa Catarina, Paraíba, Tocantins, Pará e Sergipe. No ano de 2019, e publicou o seu primeiro livro: O silêncio das coisas: Herbert Rolim, livro que aborda parte da produção do artista Herbert Rolim relacionado ao objeto e as palavras. O livro é o primeiro da coleção Arte Ceará. Coleção que visa tentar suprir a carência de documentação sobre as artes visuais no estado do Ceará. O primeiro livro da coleção contou com apoio do Centro Cultural Dragão do Mar de arte e cultura; O segundo livro da coleção foi Somos os que foram: 10 anos do coletivo aparecidos políticos, publicação em comemoração aos 10 anos de atuação do coletivo que atua na problematização da memória da ditadura militar no Brasil. Os próximos da coleção arte Ceará serão com a artista Claudia Sampaio, trazendo reflexões sobre a casa-obra e estamos articulando outro com a pesquisadora Carolina Ruoso, sobre sua pesquisa sobre o MAUC. A ideia da editora é a longo prazo, suprir de alguma maneira as lacunas da nossa história, além de estimular o debate crítico sobre os nossos tempos. Em 2020, lançamos dois livros A chama depende do combustível, divido em dois volumes e que conta com a colaboração de 121 artistas, e tem como organizadoras Flávia Memória e Erica Zingano. inicialmente essa publicação é apenas na versão e-book. Em novembro retomaremos as edições impressas da revista reticências, onde lançaremos a nossa quarta edição impressa, que parte da afirmação muito comum no Ceará, de que não existe negros no Ceará, a partir disso, propomos uma edição para discutir esse apagamento histórico, e pela primeira vez temos uma editora convidada, a pesquisadora e artista Maria Cecília Calaça. É nosso desejo, seguir sempre a cada edição com um editor convidado. Além dos trabalhos editoriais, desenvolvemos processos formativos e curatoriais, realizamos o laboratório de texto de artista, Laboratório Reticências de criação e a exposição Que vai chover Amanhã, Sobrado Dr José Lourenço, com acervos públicos do estado do Ceará. Entre outros projetos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.