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PRONAC 2414349Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Projeto Rock Sinfônico Capitais do Brasil – 1ª Edição - Região Centro Oeste (Goiânia, Cuiabá, Campo Grande, Brasília)

MOISES HENRIQUE BERNARDES DA SILVA
Solicitado
R$ 989,6 mil
Aprovado
R$ 989,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
24

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2024-10-31
Término

Resumo

Trata-se de uma turnê pelas capitais do Brasil do projeto sucesso de púbico e crítica, o ROCK SINFÔNICO, onde músicos da renomada Orquestra Sinfônica de Goiânia _ OSG, executam clássicos do Rock em refinados arranjos acompanhados por uma banda compostas por "mestres do rock". Uma fusão do Erudito com o Rock, onde um estilo potencializa a beleza do outro, contribuindo mutuamente para a formação de publico de ambos por diversas camadas socioeconômicas. Primeira Edição - capitais situadas na Região Centro Oeste. Os registros das apresentações serão transformados em obra audiovisual para exibição em canais de TV aberta e redes sociais.

Sinopse

Projeto Rock Sinfônico Capitais do Brasil, um espetáculo musical e visual onde músicos da renomada Orquestra Sinfônica de Goiás – OSG executam clássicos do Rock em sofisticados arranjos orquestrados, acompanhados por uma banda compostas por “monstros do rock” com um cenário especial, cheio de surpresas e referências às músicas que serão executadas. Toda a beleza e sofisticação da música erudita unida à força eletrizante do Rock and Roll em um grande espetáculo cheio de recursos cênicos e visuais, um espetáculo, por definição. A apresentação contemplará em seu repertório 16 músicas que são clássicos absolutos do Rock, de bandas como Metallica, Deep Purple, Black Sabbath, Led Zeppelin, AC/DC, Pink Floyd e outras obras primas do rock, acompanhados de um requintado arranjo orquestrado. Uma união inusitada, porém, surpreendentemente harmoniosa entre a tradição da música erudita e a energia contagiante e poderosa do rock clássico, performada por músicos eruditos do mais elevado gabarito, tendo como convidados especiais músicos consagrados do rock. Uma memorável e bela celebração à democratização da música e à diversidade cultural.

Objetivos

O projeto Rock Sinfônico Capitais do Brasil tem como objetivo geral e missão promover a democratização e acessibilidade à uma maior diversidade de oferta cultural à sociedade, onde a música erudita e o rock são gêneros imprescindíveis para a formação de um repertório mais amplo de estilos musicais, o que, em geral, é limitado pela Indústria Cultural, que restringe essa oferta à poucas opçoes exaustivamente expostas e exploradas, com mera finalidade comercial, sem interesse ou comprometimento com a nossa riquesa cultural. Oferecer produtos culturais de alto teor artístico, mas que ao mesmo tempo atinjam e se comuniquem com um público amplo e diversificado, proporcinando cultura e lazer simultâneamente à várias camadas etárias, econômicas e culturais. Democratizar o acesso a esses valorosos estilos musicais, ampliando assim o repertório cultulral da nossa sociedade. Proporcionar um intercâmbio de públicos, tanto do rock para a música erudita quanto da música erudita para o rock. Fazer com que cada um desses públicos se reconheça no gênero musical do outro. Favorecer a identificação e interação entre públicos destes gêneros musicais distintos, potencializando o processo de formação de público de ambos. Fomentar uma maior pluralidade musical e cultural. Os objetivos específicos nesta primeira edição - Região Centro Oeste, serão realizar um concerto em cada uma das capitais situadas na Região Centro Oeste, sendo portanto em 01 apresentação em Goiânia, 01 em Campo Grande, 01 em Cuiabá e também 01 na capital federal. Cada apresentação será realizada para uma média de 1.000 a 5.000 pessoas, GRATUITAMENTE, em teatros e espaços culturais destas cidades. Cada apresentação contará com a participação de 13 músicos da Orquestra Sinfônica de Goiás e uma banda composta por 04 renomados músicos do gênero rock, que executarão 12 musicas em seu repertório. Os evento contarão com intensa divulgação nos meios de comunicação de grande circulação, conforme já quantificado no item Plano de Divulgação, através de acessória de imprensa e campanha de marketing digital, levando a realização do evento ao conhecimento de aproximadamente 500.000 pessoas, através da grande mídia e redes sociais. Será realizada a captação do audio das apresentações em alta fidelidade, assim com também a captacao de vídeo em alta resolução, para a produção de uma peça audiovisual de grande beleza, qualidade tecnica e artística, contendo na íntegra a execução de todo o repertório do projeto por estas caitais. Esta obra audio visual sera exibida nas plataformas digitais e TVs abertas, com estimativa de alcance mínimo de público de 600.000 visualizações no período de um ano.

Justificativa

A música erudita é o berço da música como a conhecemos hoje. Compositores como Johann Sebastian Bach, Richard Wagner e Ludwig Van Beethoven são responsáveis pela criação de recursos e teorias musicais amplamente utilizados em diversos estilos musicais até os dias atuais. A beleza e harmonia de suas melodias e evoluções, a sonoridade orgânica e ressonante de seus engenhosos instrumentos, inventados há séculos e ainda hoje utilizados em suas formas originais, perpetuaram-se no tempo através de gerações sem nunca perder a propriedade de encantar a todos a quem alcança. Até o rock, que por sua vez é um dos ícones de toda a cultura pop, bebe da fonte da música erudita sob diversos prismas, desde possuí-lo em seu DNA nas teorias musicais, escalas e campos harmônicos, até em referências diretas como nas já executadas em diversas composições das bandas Queen, Deep Purple, The Beatles, Pink Floyd, Jethro Tull, onde estas reproduzem trechos de grandes classicos ou compões músicas ou trechos orquestrados com poética de música erudita, se fundindo e "conversando" com o rock. Manter e difundir ao máximo para esta e as próximas gerações essa riqueza musical e patrimônio cultural da humanidade não é apenas importante, mas determinante para se chegar a um entendimento mais amplo do mundo ao nosso redor através da história da música, ao mesmo passo, oferecer ao público um conteúdo de qualidade artística, diverso do que é massiva e limitadamente ofertado pela Indústria Cultural (a grande mídia). Promover esse encontro entre estes dois gêneros musicais tão ricos em história, arte e cultura, amplifica seu impacto sobre o público e este passa a se interessar por novas possibilidades e experiências musicais, enriquecendo-se culturalmente, a si e a nossa sociedade e uma sociedade culturalmente rica é uma sociedade com maior liberdade. Por isso é tão relevante a circulação de um projeto como o Projeto Rock Sinfônico Capitais do Brasil. Oferecer uma maior diversidade e riqueza musical à sociedade. Contrabalancear o pêndulo desigual entre a arte e as demandas meramente mercadológicas da Indústria Cultural (grande mídia), que explora ao máximo apenas uma gama limitada de estilos musicais para facilitar sua produçao em massa, sua facil assimilacao pelo público, o que o torna mais palatavel e descartável para o consumo, aumentando significativamente assim o lucro desta indústria, que é, por sua vez, deliberadamente descomprometida com o acesso à arte, à cultura e o bem estar da sociedade. Concebido a partir da paixão herdada de família pelo musissista/percursinista da OSG - Orquestra Sinfônica de Goiás, Oscar Herman Jayme Segovia, tanto pela música clássica quanto pelo rock, o projeto Rock Sinfônico Capitais do Brasil tem se mostrado à altura dessa missão e apresenta resultados sólidos e validados, atingido públicos expressivos, sempre lotando a capacidade máxima de público nos teatros e espaços abertos onde se apresentou como em sua apresentação no cartão postal da cidade de Goiânia, o Parque Vaca Brava, Goiânia com público de 8.000 pessoas, dentre várias outras onde a capacidade máxima dos espaços foi atingida. O alcance e repercurção de suas apresentações se confirma, não apenas presencialmente, mas também através do alcance das redes sociais e mídias de grande circulação, sempre contando com ampla cobertura no meio jornalístico que compreende e reconhece sua importância e a atenção que atrai do grande público, produzindo um alto fluxo de mídia espontânea sobre estes eventos, comprovando desta forma a enorme aceitação do grande público à arte erudita, assim como aos clássicos do rock.

Estratégia de execução

Imperativo destacar que o Projeto Rock Sinfônico é sucesso por onde se apresenta. Em TODAS as suas apresentações os ingressos se esgotaram com incrível rapidez, gerando lamentos de quem não conseguiu obtê-los. É notável como toda a mídia reconhece sua importância, relevância para a sociedade, se interessa e gera conteúdo espontâneo para evento. O público, por sua vez, se identifica, se sente valorizado com a oportunidade de apreciar um evento com tal qualidade cultural e reverbera nas redes sociais essa repercussão, tornando o evento um verdadeiro acontecimento cultural na cidade. Nosso objetivo, dentre os demais já relatados, é levar às demais capitais do país essa fantástica e inesquecível EXPERIÊNCIA JÁ VALIDADA aqui em nossa capital, Goiânia. Outros aspecto de suma relevância nesta edição, é ter os eventos transmitidos como conteúdo audiovisual, essa ação amplificará exponencialmente seu alcance, podendo atender de alguma forma a quem não puder, por algum motivo, comparecer presencialmente, este enorme alcance de público é um fator que contribui de forma efetiva para seu caráter inclusivo e de democratização cultural. Importante informar que após realizada esta edição, pelas capitais da Região Centro Oeste, trabalharemos para a continuação do projeto até apresentarmos em TODAS as capitais do Brasil, uma região por edição.

Especificação técnica

Serão 04 apresentações de aproximadamente 02 horas de duração, 01 em Goiânia, 01 em Brasília, 01 em Cuiabá, 01 em Campo Grande, que serão executadas por 13 músicos da OSG – Orquestra Sinfônica de Goiânia – juntamente com mais quatro músicos da banda de rock (Emidio Queiroz, Moka Nascimento, Moys Henrique e Oscar Jaime). O repertório é composto por 16 músicas, que seguem abaixo: INtroducao/ABERTIURA: Hells Bells:Banda AC/DC1. Pigs Banda: Pink Floyd Compositor: Roger Waters 2. Killing the name Banda: Rage Against the Machine Compositor: Tim Commerford; Zack de la Rocha; Tom Morello; Brad Wilk 3. Time Banda: Pink Floyd Compositor: Roger Waters, Richard Wright, David Gilmou; Nick Mason 4. Hey You Banda: Pink Floyd Compositor: Roger Waters 5. Money Banda: Pink Floyd Compositor: Roger Waters 6. Another Brick in the Wall Banda: Pink Floyd Compositor: Roger Waters 7. Enter Sandman Banda: Metallica Compositor: James Hetfield; Kirk Hammett; Lars Ulrich 8. Smoke on the Water Banda: Deep Purple Compositor: Ritchie Blackmore; Jon Lord; David Coverdale; Ian Paice 9. War Pigs Banda: Black Sabbath Compositor: Ozzy Osbourne; Geezer Butler; Bill Ward; Tony Iommi 10. Pinball Wizard Banda: The Who Compositor: Pete Townshend 11. Breathe Banda: Pink Floyd Compositor: Roger Waters; Richard Wright; David Gilmour 12. Comfortably Numb Banda: Pink Floyd Compositor: David Gilmour; Roger Waters 13. Us and Them Banda: Pink Floyd Compositor: Richard Wright; Roger Waters 14. Wish You Were Here Banda: Pink Floyd Compositor: David Gilmour; Roger Waters; Piotr Ilitch Tchaikovsky 15. Whole Lotta Love Banda: Led Zeppelin Compositor: John Paul Jones; John Bonham; Robert Plant; Jimmy Page; Willie Dixon 16. Thunderstruck Banda: AC/DC Compositor: Angus Young; Malcolm Young Durante os concertos serão exibidos vídeos produzidos especialmente para estes, com imagens lúdicas autorais ilustrativas das músicas. Também elementos cênicos serão exibidos durante o espetáculo, tais como uma bailarina, um motociclista com uma moto Harlley Davidson, um porco cor de rosa inflável de 5m (em referencia à música Pigs do Pink Floyd) e um sino real de 100kg, onde dentro do contexto do roteiro da apresentação entrarão em cena (em referencia `banda AC/DC). Todo equipamento de áudio, iluminação e vídeo serão da elevada qualidade técnica. Além da apresentação presencial, será gerado conteúdo audiovisual para exibição em redes sociais e plataformas digitais de distribuição, assim como televisiva.

Acessibilidade

Todos os espaços físicos selecionados para a realização dos concertos oferecem, com excelência, todos os pré-requisitos de acessibilidade física determinados na norma da ABNT NBR9050, a qual visa proporcionar a utilização de maneira autônoma, independente e segura do ambiente, edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção. Para tal, esses espaços contam com instalações adaptadas como pisos táteis, sinalizações horizontal e vertical, rampas de acesso, larguras e passagens adaptadas, toiletes e sanitários adaptados para cadeirantes, controles e comandos dispostos em alturas ergonômicas e acessíveis a este público, dentre vários outros itens listados na normativa aplicada a este quesito. Serão disponibilizadas também durante os eventos importantes medidas de acessibilidade de conteúdo, como tradutor de libras, programa impresso do concerto com impressão em escrita Braile, descrevendo minuciosamente o ambiente, o cenário, a iluminação, as caracteristicas físicas dos músicos, os instrumentos, a disposição dos músicos e demais detalhes. Será também disponibilizado para acesso on line, o arquivo em formato Dayse, com o mesmo conteúdo em Braile, para aquele PNE visual que preferir ouvir o texto ou ampliar sua escrita, imagens e vídeos de forma digital. Já o PNE auditivo receberá junto com o programa impresso, um balão inflável de borracha (bexiga), recurso que tem demonstrado resultados satisfatórios para que estes sintam a vibração das músicas, assim como também será disponibilizada de forma detalhada, objetiva e subjetivamente, a descrição das músicas por escrito no encarte, com várias informações que sirvam para induzi-lo às sensações que as melodias remetem. Portanto, uma ampla gama de recursos e cuidados permitirá uma interação e participação efetiva e inclusiva dos PNEs (portadores de necessidades especiais). São ações que possibilitarão com que todos, sem distinção, apreciem a música através dos sentidos e meios pelos quais percebem o mundo os cerca.

Democratização do acesso

Assim como a acessibilidade física e de conteúdo, uma dos principais preocupações e foco deste projeto é justamente a inclusão e acessibilidade cultural, a democratização do acesso no sentido mais amplo que o termo possa apresentar. Pensado desde a divulgação do evento, no plano de ação, orientado a despertar o interesse de comunidades de diversas faixas econômicas, culturais, sociais e geográficas da nossa cidade e não apenas às mais privilegiadas e centrais, com o objetivo de permear por um número máximo de camadas sociais, democratizando o acesso GRATÚITO E ABERTO a este evento, assim como à obra audiovisual gerada a partir dele, que terá alcance de centenas de milhares de pessoas. Oferecer produtos culturais, tanto os presenciais quanto os digitais, com foco especial quanto à acessibilidade em todas as suas modalidades, física, de conteúdo e cultural , promover uma efetiva inclusão cultural e social, fazer com que o máximo de pessoas em uma ampla diversidade sociocultural vivenciem a experiência de uma audição musical de alta qualidade artística, seja presencialmente ou virtualmente.

Ficha técnica

Moyz Henrique Proponente, realizará também as atividades inerentes às de dirigente e diretor geral, coordenacao geral Moyz Henrique é um guitarrista goiano ativo na cena musical brasileira e internacional desde os meados dos anos 90. Iniciou sua carreira em 1997 com 13 anos de idade, com o Hatred, banda de Thrash Metal. Em 1998 gravou sua primeira demo tape, “Alone in the Darkness”. Em 2001 entrou para o então Necropsy (que anos depois se chamaria Necropsy Room). Com esta banda de Death Metal gravou três álbuns: “Vultures of Strength” (2002), “Bloody Room” (2004) e o álbum autointitulado, “Necropsy Room” (2009). Fez inúmeros shows ao redor do Brasil, permanecendo até 2013. Durante esse período, em 2008, Moyz grava o vídeo clipe de Monster Bus (Um Heavy Metal sobre o Eixão), vencedor do IV Goiânia Fest Cine (2008) na categoria vídeos caseiros. Devido a repercussão do vídeo, no então recém criado Youtube, Moyz se torna co – fundador da banda que leva o nome do vídeo, Monster Bus. A banda se apresenta em duas edições do FICA (Festival Internacional de Cinema Ambiental) em 2010 e 2012, grava uma trilogia abordando a temática do trânsito goianiense (Trilogia do trânsito) e Moyz é creditado como compositor em todas as faixas do EP Metal is our Biznis (2013), porém deixa a banda para novos projetos ainda em 2013. Longe do Monster Bus e do Necropsy Rom, Moyz envereda para uma jornada dedicada a homenagear suas influências e participa de dois tributos ao mesmo tempo à duas bandas clássicas do Heavy Metal, Accept e Mercyful Fate. O tributo ao Accept se chamava Commando e o tributo ao Mercyful Fate se chamava Evil. Ambas as bandas fizeram vários shows e duraram cerca de um ano e meio. Em 2014, juntamente com ex-integrantes do Necropsy Room, Moyz forma o Ghon, banda também de Death Metal. O Ghon fica ativo até 2015 e grava alguns singles como “Obsessive Delusion” e “Nictophobia”, ambos entrando em coletâneas de bandas autorais goianas (Goiás Extermo de 2014 e Goiânia Metal Massacre de 2015). A banda é convidada a participar do 21º Goiânia Noise Festival e faz vários shows em Goiânia e Brasília - DF. Porém Moyz recebe, em 2016, um convite e se muda para a Bélgica, mais precisamente para Bruxelas. Moyz se muda para a Europa onde reside por quase dois anos. Durante essa estadia, participa de uma banda de Technical Death Metal chamada Triagone, composta por integrantes de vários países diferentes (França, Itália, Equador e Romênia) e também tem a oportunidade de lecionar aulas de guitarras para a comunidade europeia. Moyz retorna ao Brasil em agosto de 2017 e logo em seguida é convidado para ser o guitarrista da banda Armum, banda goiana de Brutal Death Metal. Com o Armum, Moyz faz dezenas de shows, passando por inúmeros estados brasileiros (SP, PR, SC, RS, DF, MG, MT etc.). Em 2019 a banda grava o seu álbum de estreia, “Demons of Hate”e faz duas turnês internacionais. A primeira com seis datas na Bolívia, tocando nas maiores cidades do país (Santa Cruz de La Sierra, Sucre, Potossi, La Paz, Cochabamba e Tarija.) e a segunda, tocando no Uruguai (Montividéo, duas datas) e Argentina (Córdoba e Buenos Aires). Neste último país, a banda se apresentou em dois festivais “open air”: “Criminal Metal Camp” e “La Campana del Infierno”. Em 2020, durante a pandemia do covid-19, se separa do Armum e volta ao Monster Bus (que esteve em um hiato de 2013 a 2019) e juntos lançam um mini – álbum chamado “Volume 2”, gravado e produzido por Moyz. Lançaram em outubro de 2020, o vídeo clipe de “O Homem da Mala”, produzido com tecnologia de ponta (chroma key) e recebeu diversos elogios da mídia especializada pela sua qualidade e sonoridade. Elogios estes vindos de vários países diferentes. Em 2021, ainda durante a pandemia da covid – 19, Moyz compõe e produz mais EP para o Monster Bus, chamado Perdas e Danos, com letras abordando o fatídico e caótico cenário mundial durante esse período turbulento e também críticas sociais como na faixa do vídeo clipe “Padre Judas”. Moyz vem trabalhando desde 2015 como guitarrista solo convidado em várias faixas de diferentes álbuns da banda goiana Heretic. Em 2020, a banda lançou dois álbuns com a participação de Moyz: um ao vivo no Bolshoi Pub, lendária casa de shows em Goiânia, chamado “CODE”, e o álbum “Entity”, de 2020, que conta com os solos de Moyz em três das quatro faixas do EP. Em 2022 Moyz faz mais um grande show no Bolshoi com o Heretic e registram mais um disco ao vivo, “Illegally Live – Live in Brazil”. Em janeiro e maio de 2022 fez shows em Goiânia e Brasília com o projeto “Buno Sutter executa Iron Maiden”. Sutter é conhecido pela sua atuação no programa Hermes e Renato, da extinta MTV e também pelo seu personagem Detonator, da banda Massacration. No mesmo ano, encabecou o projeto Geração 6 (Seis guitarras em concerto), que contou com os mais renomados guitarristas de Goiás. Atualmente o guitarrista está tocando com a banda Iron Lords, banda cover que interpreta clássicos do Hard Rock e Heavy Metal e está em fase de produção do seu primeiro álbum solo, que tem previsão para lançamento ainda em 2023. Recentemente Moyz se apresentou no Fender Day, realizado pela loja de instrumentos Harmonia Musical, onde tocou inúmeros clássicos da guitarra e também uma das faixas que estará presente nesse álbum solo citado acima, chamada Equilibrium. Por último, é importante ressaltar que Moyz atua como educador musical desde 2007. Trabalhou em várias escolas de música em Goiânia, foi professor de guitarra em Bruxelas e hoje possui a Moyz Henrique Academia de Guitarra e vem contribuindo na formação musical de centenas de pessoas de diferentes faixas etárias e gêneros musicais ao longo desses anos. Links: Redes Sociais: Instagram: @moyzhenrique Facebook: facebook/moyzhenrique Necropsy Room: https://www.youtube.com/watch?v=xKtQq3TBX4U&ab_channel=Junior15060 https://www.youtube.com/watch?v=SZT2yN3toc0&ab_channel=WesleyAmorim Ghon: https://www.youtube.com/watch?v=hyKv6uwSZ60&ab_channel=MonstroDiscos https://www.youtube.com/watch?v=SmHN_qO_840&ab_channel=GuilhermeAguiar Monster Bus: https://www.youtube.com/watch?v=UTRuykd7LHw&ab_channel=rafaelcesarsouza https://www.youtube.com/watch?v=aaDxRga1hEo&ab_channel=monsterbusrock Heretic: https://www.youtube.com/watch?v=h5prCICYn_E&ab_channel=Heretichannel https://www.youtube.com/watch?v=eklKj4eW2Ns&ab_channel=Heretichannel https://www.youtube.com/watch?v=PW70SY1u3s8&ab_channel=RoadieMetalOscar JaimeRealizará as atividades inerentes às de Diretor Artístico, Autor do Projeto e baterista/percussionista; ___________________________________________________________________________________________ Rogério BorgesRealizará as atividades inerentes às de produtor executivo Multi-instrumentista (guitarra, violão, viola, teclados, contra baixo), formado em Produção Cênica pelo Instituto Basileu França – Goiânia Goiás, estudou também Artes Cênicas na UDESC em Florianopolis-SC, Administração de Empresas na PUC. Diretor/proprietário da Produtora Cultural Tropix Cultura Viva – Instragran: @tropixculturaviva, onde já produziu em tal função, mais 100 shows autorais de bandas de todo o país, do mais alto calibre artístico, além de festivais e eventos com diversas linguagens artísticas. Trabalhou por 3 anos na Fundação CERTI (Centro de Referência em Tecnologias Inovadoras), um dos principais centros de desenvolvimento de novas tecnologias no Brasil, onde desenvolveu pesquisas e projetos que convergiam tecnologia, audiovisual, teatro e pedagogia. Atual guitarrista da ascendente banda de rock instrumental psicodélico Banda Frontera, que vem participando de todos os principais festivais de rock do estado de Goiás, como Goiânia Noise, Festival Jardim Elétrico, Heinkken Rock, dentre outros. Já exerceu a atividade de socio diretor/proprietário do antigo espaço cultural Mondo Coletivo e de tecladista da banda de rock progressivo Ilian.Redes sociais: @tropixculturaviva__________________________________________________________________________________________ Oscar Herman Jayme SegoviaProfissão: MúsicoResumoNascido em 1973 em Rotterdam (Holanda) iniciou seus estudos no conservatóriode música da UFG. Posteriormente foi aluno de piano de Anunciata Spencieri.Migrou para a bateria, estudando no Clube do Choro e Gustav Ritter, onde iniciouseus estudos de percussão.Tornou-se baterista de Rock, Reggae e Blues, tocando nas principais bandasgoianas. Ingressou na Orquestra Sinfônica de Goiânia em 1994, estudando como professor e timpanista Wallace Patriarca.Permanece presente no cenário de música alternativa goiana. Idealizourecentemente o projeto “Rock Sinfônico”, que fez parte do calendário daOrquestra Sinfônica de Goiânia em 2018.ExperiênciasBandas :• Agente Laranja - 1989/1992.• Morte Lenta - 1992/ 1993.• Primeira Pedra - 1993/1996• Dival For Now -1996/2002• Mandingaman - 2002/2006• Rastacry - 2007/2022• Jukebox From Hell - 2019/2023Gravações:• Morte Lenta: "Keep on Gift" (Demo Tape).• Primeira Pedra: "Ainda estou Vivo" (Demo Tape).• Dival For Now: " No Fabuloso Mundo Mágico das Cores" (CD).• Mandingaman: " Reggae Revolução" (Demo Tape).• Jukebox From Hell, " A Saga do Terceiro Irmão" (CD)• Orquestra Sinfônica de Goiânia: " Sinfonia das Águas", "ManhãsGoianas", "Clássicos Brasileiros" (CDs) ___________________________________________________________________________________________ FICHA TÉCNICA DOS musicos CONVIDADOS Renato MoraisViolinista - Nascido em 1992 na cidade de Anápolis-GO, iniciou seus estudos em 2007 no então CEP em Artes Basileu França em Goiânia com o professor Salmo Lopes. Em 2012 ingressou na UFG, tendo aulas com Alessandro Borgomanero, porém não chegou a concluir o curso de bacharelado. Desde então seguiu tendo aulas particulares com Luciano Pontes. Atualmente cursa licenciatura em música pela UnB. Integrou a Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás entre 2008 e 2011, onde atuou como spalla do grupo B. Foi solista frente a própria OSJG e à extinta Orquestra de Câmara Goyazes (atual Filarmônica de Goiás). Participou de alguns festivais de música, entre eles o Femusc e o FIMMA, tendo nestas ocasiões aulas com Leon Spierer, Daniel Guedes, Marcello Guerchfeld, Ole Bohn, Alejandro Drago, Carmelo De Los Santos e outros. Atualmente é integrante da Orquestra Sinfônica de Goiânia desde maio de 2011. Wagner de Oliveira Violinista - Nascido em Goiânia em 1982, iniciou seus estudos musicais aos 10 anos no centro cultural Gustav Ritter, logo em seguida integrando-se a Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás como violinista. Em 1996 foi estagiário da Orquestra Filarmônica de Goiás, Já em 1997 participou como monitor do projeto cultural de educação musical para crianças e adultos na UFG e ingressou na Orquestra Sinfônica de Goiânia. Participou de vários festivais internacionais de música, dentre eles; Festival Internacional de Música de Verão (CIVEBRA - BSB) em 1996, Festival Internacional de Música de Inverno de ITU (SP) 1997 e Festival Internacional Música de Inverno de Campos do Jordão 1998 (SP) atuando como aluno e suas respectivas orquestras. Esteve presente e fez parte da classe de alunos em vários masterclasses com professores de grande renome: Boris Belkin (Rus) Davi Graton (SP) Eloísa Fukuda (SP) Claudio Cruz (SP) entre outros. Em meados de 2010 retorna à Orquestra Sinfônica de Goiânia (Osgo) na qual atua até hoje. Atualmente, participa em grupos musicais, Quartetos de Cordas, Música de Câmara para recitais e eventos. Rick Magno Violinista - Nascido em 1991 na cidade de Goiânia, iniciou seus estudos de violino aos 11 anos de idade na igreja Congregação Cristã no Brasil. Formou-se no Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter, onde participou da orquestra jovem liderada pelo maestro Sidney Gomes. Mais tarde ingressou no conservatório Basileu França, onde deu continuidade aos estudos com os professores Salmo Lopes e Marcos Bastos. Participou de festivais ministrados pelos professores Ivan Quintana e Luciano Pontes. Ingressou na Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás em 2005, onde participou de concertos nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, no Festival de Inverno de Campos do Jordão. Realizou participações na Orquestra de Câmara Goyazes. É integrante da Orquestra Sinfônica de Goiânia desde agosto de 2010. Leo Vaz Violinista - Violinista - Natural de Goiânia, em 1998 iniciou os estudos de violino com o professor Carlos Eduardo Santos, logo depois com Salmo Lopes Pereira. Ingressou aos 17 anos de idade na Orquestra Sinfônica de Goiânia, atuando até 2009. Em 2001 ingressou na Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, atuando por mais de 5 anos como spalla. Foi membro da Orquestra de Câmara Goyazes (atual Filarmônica de Goiás). Participou de diversos festivais de música em Goiânia, Brasília, Curitiba e masterclasses com violinistas renomados como Albrecht Breuninger, Martin Tuksa, Eliane Tokeshi, Ino Mikovik, Alessandro Borgomanero, Luciano Pontes, Alexander Trostiansky, Winston Ramalho e Ulisses Silva entre outros. Em 2007 ingressou na turma de Bacharelado do professor Alessandro Borgomanero na UFG. Em 2010 mudou-se para Curitiba e teve orientação com Marco Damm, Rafael Ferronato, Winston Ramalho e Ângelo Martins. Em 2013 iniciou os estudos de viola, atuando na Orquestra Sinfônica do Paraná, na Orquestra de Câmara de Blumenau, Orquestra Sinfônica da Cidade de Ponta Grossa. Atuou como chefe de naipe de violas da Orquestra Sinfônica da Cidade de Ponta Grossa, como violinista e violista da Orquestra de Câmara de Blumenau, Ópera Orchestra Curitiba e como músico convidado da Sinfônica do Paraná, Camerata Florianópolis, Orquestra PUC-PR, Orquestra Filarmônica de Goiás. Em 2021 retornou à Goiânia e ingressou novamente na Orquestra Sinfônica de Goiânia, e como músico convidado da Filarmônica de Goiás. Lucas Lima Violista - Nascido em 1988 na cidade de Goiânia-GO. Iniciou seus estudos em 2009 na escola de música CEP em artes Basileu França. Onde estudou com o professor Salmo Lopes. Finalizando o curso FIC em 2014. Deu continuidade nos estudos tendo aulas com Jairo Diniz, Cleverson Cremer, Luciano Pontes, Alexandre Razeira. Participou de formações orquestrais, como a camerata da UFG. Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás (grupo B). Em 2011 foi aprovado como chefe de naipe das Violas da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, com a qual realizou diversas turnês nacionais e internacionais. (Espanha, Alemanha, Venezuela e China) e participando dos festivais BeethovenFest na Alemanha, e Festival Villa lobos na Venezuela). No Brasil, realizou concerto em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Participou de vários festivais nacionais e internacionais, tendo aula com renomados professores, dentre eles: Alexandre Razeira, Joel Pagan, Emerson de Biaggi, Ana Serova, Gabriel Marin, Jairo Chaves, Jairo Diniz e Katharina Kang. Participou dos festivais de ópera em Goiás como músico convidado da orquestra do Festival, executando a ópera L’orfel. Atou como solista frente a Orquestra Pedro Ludovico Teixeira. Participou de vários concertos com a Orquestra Filarmônica de Goiás como músico convidado, realizando diversas turnês nacionais e gravações. Atualmente é integrante da Orquestra Sinfônica de Goiânia desde setembro de 2019. Patrícia de Lima Violista - Natural de São Paulo, iniciou seus estudos na Escola de Música Fábio Marasca em Rio Claro-SP aos 15 anos com os professores Brenda Knetsch e Jailton Oliveira. Em Campinas estudou com o professor Valdeci Merquiori e no Instituto Baccarelli com os professores André Sanches Nunes e Adriana Schincariol. Na Faculdade Cantareira teve como professores Renato Bandel e Tânia Campos. Participou de Importantes festivais como: Festival Música nas Montanhas (2002, 2005 e 2006), V Encontro da Orquestra Jovem do Mercosul (2004), Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão (2005 e 2006). Integrou as seguintes orquestras: Orquestra Sinfônica de Rio Claro, Orquestra Sinfônica Jovem da Unicamp, Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica Heliópolis (chefe de naipe), Orquestra Jovem de Atibaia e Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul. Desde 2013 integra a Orquestra Sinfônica de Goiânia. Felipe Marciano Violoncelista - Natural de Goiânia iniciou seus estudos em violoncelo com seu pai, Aneir Luciano, em 1997, aos seis anos de idade. Participou do corpo de alunos do Centro Livre de Artes tendo aulas com a professora Wisllayne. Ingressou em um grupo de alunos em 1999 organizado pela professora Volga na Escola de Artes Basileu França, no que posteriormente se tornaria a Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, aonde permaneceu até 2013. Foi professor em Anápolis de 2013 a 2019 em vários projetos pela UniEvangélica. Ingressou na Orquestra Sinfônica de Goiânia em 2016 aonde permanece até hoje. Inaldo Nascimento Violoncelista - Natural de Recife, iniciou os estudos em 2006 com o professor Leornado Guedes no projeto Orquestra Criança Cidadã. Com um ano de aprendizado no violoncelo foi solista sob a regência do Maestro Cussy de Almeida na Sonata n.o 5 de Vivaldi. No ano de 2008 passou a ter aulas com o Prof. Fabiano Menezes. Em 2011 participou na Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório Pernambucano de Música (OSJCM) e executou obras na Orquestra Sinfônica do Recife (OSR). Em 2010, fez intercâmbio de um ano na Eslováquia, especializando-se em violoncelo com a Prof. Motulková, onde também realizou recital em Spisská Nová Ves. Depois que chegou da Eslováquia, foi solista no concerto no Teatro da UFPE, sob a regência do Maestro Lanfranco Marcelletti, executando o Concerto de Haydn em Dó Maior completo, com a Orquestra Jovem Criança Cidadã. Em 2013, fez audição para integrar na Orquestra Sinfônica de Goiânia (Osgo), na qual está até hoje. Cassiano Vinícius Contrabaixista - Natural de Belo Horizonte, iniciou seus estudos de contrabaixo-acústico no ano 2000 no Curso de Extensão da Escola de Música da Universidade Estadual de Minas Gerias (ESMU-UEMG), na Classe do Professor Marcelo de Magalhães Cunha (Orquestra Filarmônica de Minas Gerais), tendo sido aprovado no Processo Seletivo 2004 para o Curso de Bacharelado em Contrabaixo nesta mesma instituição. Participou de Festivais de Música tais quais: Semana da Música de Ouro Branco (MG), Festival de Inverno de Uberlândia (MIMU-MG) e Festival de Música de Trancoso (BA), tendo participado de Master Classes com os seguinter professores: Diana Gannett (Yale University School of Music - USA), Volkan Orhon (University of Iowa - USA), Catalin Rotaru (Arizona State University - USA), Ricardo Vasconcelos (Orquestra do Teatro Nacional DF), Hudson Cunha (Esmu-Uemg. Teatro Sesi Minas), Waldir Claudino (UFMG), Brendan Kane (Metropolitan Opera Orchestra), Antonio Arzolla (Uni-Rio. Teatro Municipal do Rio de Janeiro), Yevgeny Ryzhkov (St.Peterburg Concervatoire), Gottfried Engels (Escola Superior de Música de Colonia – ALE). Já atuou como membro ou músico convidade das seguintes orquestras e formações cameristias: Orquestra Sinfônica de Professores e Alunos da UEMG, Orquestra Sinfônica Jovem do Palácio da Artes (Belo Horizonte-MG), Orquestra Camargo Guarnieri (Uberlândia-MG), Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, Cláudio Cruz (As Quatro Estações de Antonio Vivaldi) e Daniel Guedes (Radamés Gnattali. Concerto para violino). Desce 2009 é Membro Titular da Orquestra Sinfônica de Goiânia. Richard Lopes Flautista - Nascido em 1990 na cidade de São Paulo, Richard Lopes é Bacharel em Música com habilitação em flauta transversal pela Faculdade Cantareira na classe do professor Rogério Wolf e Pós-Graduado em Educação Musical pelo Instituto Educacional – FAVENI. Iniciou seus estudos aos 7 anos de idade com a professora Claudelli Esparrel, e aos 13 anos ingressou na Escola Municipal de Música de São Paulo, passando pelas classes dos professores Rogério Wolf e Wilson Resende. Nesse período participou de atividades complementares como Música de Câmara, Coro Jovem, Orquestra Sinfônica Infanto-Juvenil e Orquestra Jovem. Como músico participou de diversos Grupos Sinfônicos sendo eles: flautista da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo (2010); flautista Solo da Orquestra de Câmara da USP (2011 – 2017); flautista e piccolista da Banda Sinfônica de Cubatão (2011 – 2017); flautista Solo da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos (2015- 2017) e atualmente flautista da Orquestra Sinfônica de Goiânia. Como professor lecionou na Associação Músicos do Futuro; Conservatório Art Musical; Instituto ACAIA; Professor convidado a licenciar aulas de flauta transversal no I e II Encontro de Música Sacra em Ribeirão Preto (2016 e 2017) e ITEGO Padre Antônio Vérmey – Palmeiras de Goiás. Durante sua carreira foi premiado com 3º lugar no Concurso Jovens solistas da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos em 2015; 2º lugar do Concurso Jovens solistas da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos em 2017 e recentemente vencedor do Concurso Jovens Solistas e Regentes do XXII Festival Eleazar de Carvalho (edição virtual) realizado no dia 25/07/2020. Participou do V, VI e VII curso de férias de Inverno em Tatuí; II festival nacional de músicos de bandas sinfônicas e marciais; I festival Eleazar de Carvalho em Itu – Edição Verão; XIV Festival Internacional de Flautistas – São Paulo 2017, Festival Internacional de Musica em casa (FIMUCA 2020) e do XXII Festival Eleazar de Carvalho. Atualmente é Flautista da Orquestra Sinfônica de Goiânia e Monitor da Orquestra Jovem Pedro Ludovico. Fernando Ferreira Trompetista - Natural de Goiânia, iniciou seus estudos na Banda Marcial Carlos Alberto de Deus, em 2005. No ano de 2009 ingressou no Centro de Educação Profissional em Artes Basileu França, sob orientação do Professor Rogério Rosembergue Garcia. Posteriormente ingressou na classe do Professor Dr. Antônio Cardoso, na Universidade Federal de Goiás, onde graduou- se em Licenciatura em ensino do instrumento musical Trompete. Participou dos principais festivais do país, tendo aula com renomados professores de renome internacional e nacional. De 2014 a 2018, atuou como professor na rede estadual de educação, atuando como professor nas Bandas Marciais de Goiânia. Do ano 2015 a 2017 atuou na Banda Sinfônica de Goiás e de 2010 a 2012 atuou como trompetista da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, onde em 2019 participou como músico convidado no Festival Música em Trancoso. Já atuou também como músico convidado na Orquestra Filarmônica de Goiás. Atualmente é integrante da Orquestra Sinfônica de Goiânia desde Novembro de 2017 Vinícius Côrtes do Nascimento Trompetista da OSGO - Orquestra Sinfônica de Goiás Régis Jayme Trobonista - Natural de Guarulhos SP, iniciou seus estudos musicais aos 10 anos de idade na banda da escola, em Goiânia GO. Dando sequência aos estudos, ingressou no Conservatório de música Gustavo Ritter onde fez aulas de teoria musical e prática de instrumento, logo em seguida mesmo com a pouca idade que tinha tornou se membro da Banda Municipal de Goiânia onde atuou pela primeira vez como profissional. No fim do ano de 1997 voltou para São Paulo após aprovação no curso de extensão da ECA- USP, e logo em seguida ingressou na Banda Jovem do Estado de São Paulo. Participou de diversos festivais de Música dentre eles; Londrina-PR, Curitiba-PR, Brasília-DF, Campos do Jordão-SP. Foi primeiro trombone da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, Trombonista da Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul, e neste mesmo período conclui os estudos no conservatório de música da antiga ULM, hoje EMESP. Como solista apresentou à frente das Orquestras; Sinfônica de Goiânia, Sinfônica Jovem de São Paulo, Banda Jovem de São Paulo, Banda Sinfônica de Goiás. Solou também nos importantes festivais de música de Campos do Jordão e Brasília. Também foi convidado para atuar como trombonista nas, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, Orquestra Sinfônica de Londrina, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Como docente deu aulas em escolas Estaduais como professor de Banda Marcial. Atualmente é o primeiro trombone da Orquestra Sinfônica de Goiânia, e Regente Titular da Banda Juvenil de Goiânia, e desenvolve a função de coordenador pedagógico/artístico na Rede De Núcleos Musicais de Goiânia desde a fundação deste projeto, é também licenciando em música. Emidio QueirozMusico, compositor, violonista, guitarrista, nasceu em Goiânia – Goiás, iniciou com a música no Conservatório da UFG. Se apresentou em diversos programas televisivos como: Sr. Brasil, com apresentacao de Rolando Bodrin, Empoório Brasileiro, no SBT, circulou o Brasil com o Projeto Pixinguinha, da Funarte RJ, Já se apresentou em Roterdã na Holanda, na Alemanha com os Queiros Brothers. Foi convidado e homenageado pela Orquestra Sinfônica de Goiás em seu Tributo a Pink Floyd. Com 04 CDs gravados e líder da Escalibur Band, continuar realizando ativamente diversos shows, tanto pela capital goiana quanto de diversas regiões do Brasil e exterior. Haig Berberian É um vocalista com ampla experiência na cena de rock em Goiânia. Em 2013, lançou o seu primeiro CD, "Braços Abertos", com a banda Caminhar. No final do mesmo ano, integrou a banda DogMan, com quem lançou um EP autointitulado, um LP ("Homo Homini Canis") e um single ("Reptile"), participando de diversos festivais em Goiás, como Grito Rock, Goiânia Noise Festival, Bananada, Vaca Amarela, Prosa & Canto, Release Alternativo, entre outros. Em paralelo, faz parte do trio folk Midwest Harvest, com quem lançou quatro singles e tem um álbum previsto para o segundo semestre de 2023. Desde 2019, integra a banda Nightrain, apresentando clássicos do rock internacional, como Deep Purple, Led Zeppelin, Queen, Bon Jovi, Ozzy Osbourne, entre outros, em shows regulares nos principais palcos de rock da cidade. Em 2019, participou do projeto Rock Sinfônico, apresentando canções de Pink Floyd e outros clássicos do rock com a Orquestra Sinfônica de Goiânia, além de ter integrado o Coro Juvenil da mesma orquestra. Como vocalista convidado, participou com a banda Beat and Shout do festival Beatleweek, se apresentando nas edições de Belo Horizonte (2016 e 2017), Buenos Aires (2019), Liverpool (2022) e Niterói (2022). Desde 2020, realiza apresentações acústicas com o violonista Darlan Ribeiro, tendo se apresentado em mais de 200 shows em vários palcos do estado de Goiás, além de ter feito dezenas de outras apresentações com artistas locais. Em 2021, fez uma apresentação com o guitarrista Kiko Peres (Natiruts) no Bolshoi Pub. Desde o segundo semestre de 2022, integra a banda Disco Lights, apresentando clássicos da disco music e pop em eventos como o Réveillon do Clube Jaó e o festival Goiânia Canto de Ouro. Ulisses Machado Miranda Rodrigues Contrabaixista do projeto e renomado músissista

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-10-31
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalGoiânia GoiásCuiabá Mato GrossoCampo Grande Mato Grosso do Sul