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PRONAC 2414353Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FESTIVAL/RITUAL Mê ÕkrepôjrunhtiI:

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO GWRA KO
Solicitado
R$ 568,6 mil
Aprovado
R$ 568,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
TO
Município
Tocantinópolis
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Tocantinópolis Tocantins

Resumo

Este projeto visa realizar o Festival/Ritual Mê Õkrepôjrunhtii no povo Apinayé, que busca promover a troca de conhecimentos entre os anciões, guardiões do saber tradicional e a juventude da comunidade. O festival inclui oficinas de transmissão de saberes sobre cantos, danças, grafismos corporais e confecção de adereços, assim como, inclui uma festa com duração de 5 dias para que sejam realizados os rituais de dança, cantos e manifestações culturais no povo Apinayé. Dessa forma os produtos culturais dessa proposta são: oficinas e festival/mostra.

Sinopse

O projeto " Festival Mê Õkrepôjrunhti" visa preservar e valorizar a cultura Apinayé na Aldeia Botica. Em 15 dias, com 10 dias de oficinas e 5 dias de mostra e festival, o projeto promove a troca de saberes entre gerações. As oficinas de trançados e adornos, cantos e danças, e grafismos corporais beneficiarão 384 pessoas. O festival incluirá a cerimônia do Pàrkapê (Tora Grande) e reunirá cerca de 2.500 participantes das 64 aldeias e não indígenas. O evento apresentará danças, artesanatos, pinturas corporais e comidas típicas, fortalecendo a identidade comunitária e promovendo o diálogo intercultural. No total, o projeto beneficiará 2.884 pessoas, celebrando e preservando as tradições Apinayé.

Objetivos

Objetivos Geral Realizar o Festival/Ritual que acontece há séculos: Mê Õkrepôjrunhtii no povo Apinayé, promovendo a troca de conhecimentos entre os mais velhos, guardiões do saber tradicional e a juventude da comunidade, fortalecendo relacionamentos, preservando técnicas ancestrais e culturais, e valorizando a herança cultural, garantindo a continuidade das tradições e promovendo a compreensão intercultural. Atendendo assim ao inciso I do artigo 3, do decreto 11.453 que diz: "valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão", ao inciso II "estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira"; e ao inciso VIII "fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras". Objetivos Específicos: 01) Produto Festival/Mostra: realizar o Festival Mê Õkrepôjrunhtii que contará com uma rica programação, incluindo comidas típicas indígenas, apresentações de dança, canto, artesanatos e grafismos corporais. A mostra será gratuita e aberta ao público externo, com um convite especial a todas as pessoas do povo Apinayé da região. Durante o evento, haverá a apresentação dos materiais produzidos nas oficinas e a realização do festival/ritual Mê Õkrepôjrunhtii na Aldeia Botica-TO. Este evento deverá atrair uma média de 2.500 pessoas, divididas entre as 64 aldeias Apinayé, e também a participação de pessoas não indígenas. As três oficinas, cada uma atendendo em média 128 pessoas, beneficiarão um total de 384 participantes. No total, o evento beneficiará um público de 2.834 pessoas. A comprovação do número de participantes será feita por meio de documentação visual, incluindo fotos e vídeos do evento. 02) Produto Oficina: Realizar três oficinas de saberes e fazeres tradicionais Apinayé: Oficina de produção de trançados e adornos femininos e masculinos, Oficina de cantos e danças culturais do povo Apinayé, e Oficina para aperfeiçoamento dos grafismos corporais. A transmissão de conhecimento será feita dos mais velhos aos mais novos. As vagas serão disponibilizadas para os membros das aldeias que compõem a comunidade Apinayé. Almeja-se beneficiar, em média, 128 pessoas por oficina, totalizando 384 beneficiados. A comprovação será feita através de lista de presença, fotos e vídeos registrados durante as atividades.

Justificativa

O Festival Mê Õkrepôjrunhti, um ritual indígena do povo Apinayé, é celebrado há séculos. Conhecido como o "ritual de vozes grandes," este evento tradicional celebra a vida e a alegria das pessoas vivas, através de cantos que exaltam o conhecimento cultural e as habilidades dos mestres cerimonialistas. Originalmente voltado para os vivos, o ritual também pode ser realizado em homenagem a membros falecidos da comunidade que possuíam profundo domínio dos rituais, celebrando o legado e a sabedoria transmitidos por eles. Recentemente, tem sido praticado em contextos funerários, honrando a vida e o conhecimento do falecido, ainda que essa não fosse a intenção original. O festival reúne 64 aldeias, celebra a transmissão de saberes entre anciãos e jovens, e assegura a preservação da cultura Apinayé. Ele promove a troca de conhecimentos entre gerações, fortalecendo a identidade cultural e assegurando a continuidade das tradições ancestrais. A realização do festival e das oficinas de saberes e fazeres tradicionais Apinayé, financiada pela Lei Rouanet, responde à necessidade urgente de registrar, revitalizar e transmitir práticas culturais essenciais para a coesão social e a autoestima das comunidades indígenas brasileiras. As oficinas, que incluem trançados, adornos, cantos, danças, e grafismos corporais, ensinam técnicas específicas, fortalecem os laços comunitários e o respeito pelos anciãos, guardiões do conhecimento. Cada oficina contará com 128 participantes, totalizando 384 beneficiados diretamente. Ministradas por 30 oficineiros entre anciãos e cantores, elas garantem a transmissão de saberes entre gerações, mantendo as tradições vivas e valorizando as raízes culturais. O festival oferece uma plataforma vibrante para a celebração e visibilidade da cultura Apinayé. Com a participação de toda a comunidade e abertura ao público externo, o evento promove um diálogo intercultural enriquecedor. O festival terá a duração de 15 dias, sendo 10 dias dedicados às oficinas e 5 dias de festival. O evento acontecerá na Aldeia Botica e contará com a participação de aproximadamente 2.834 pessoas, incluindo membros das 64 aldeias Apinayé e participantes não indígenas. Durante o evento, haverá apresentações de danças, cantos, artesanatos e pinturas corporais, além de comidas típicas indígenas. Tudo isso está sendo viabilizado para atender os seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Este inciso é alcançado pois o projeto oferecerá todas as suas ações gratuitamente, tanto para os alunos da oficina, como para o público entrar no festival. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Esses incisos são alcançados pois as ações são de apoio e valorização a manifestações culturais tradicionais e seculares de povos originários do país. Considerando a aplicabilidade do Art. 3°, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto vincula-se a: II - fomentar à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estimular ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. A realização deste projeto com a qualidade e excelência com as quais vem sendo planejado só é possível através do Mecanismo Incentivo Fiscal, pois, infelizmente não possuímos os recursos necessários para realizar as oficinas, realizar o festival, organizar e gerenciar todas as demandas do projeto, divulgar, e arcar com todos os custos referentes à logística, equipe e equipamentos necessários para a realização do projeto. Garantimos a utilização dos recursos exclusivamente na realização deste projeto. Por estes motivos, a Lei de Incentivo à Cultura é a única forma de executar este projeto como vem sendo planejado e promover o acesso dele e da cultura à população indígena da povo Apinayé, a quem o projeto se destina.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

PRODUTO OFICINA: ACESSIBILIDADE FÍSICA: A aldeia não tem escadas e fácil acesso para PCD física. Não haverá custo ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todas as atividades formativas terão narradores de audiodescrição. Item orçamentário: Narrador audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as atividades formativas terão intérprete de libras. Item orçamentário: Intérprete libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: será contratado um monitor especializado para auxiliar os alunos que necessitem. Item orçamentário: monitor PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: A aldeia não tem escadas e fácil acesso para PCD física. Não haverá custo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O espaço estará devidamente sinalizado com placas em braile. Item orçamentário: Sinalização. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as atividades terão intérprete de libras. Item orçamentário: Intérprete libras. O espaço estará devidamente sinalizado. Item orçamentário: recepcionista e sinalização. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS: será contratado um monitor especializado para auxiliar os alunos que necessitem. Item orçamentário: monitor

Democratização do acesso

Este projeto foi desenvolvido de forma a democratizar o acesso de seus produtos culturais para diversos públicos, seguindo as orientações do art. 29 da IN nº 01/2024 conforme o inciso I: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. Todos os produtos disponibilizados para o público participar das ações do projeto serão destinados gratuitamente ao público alvo. Serão disponibilizados 10% dos ingressos aos patrocinadores, incentivadores e doadores que serão convidados a comparecer ao festival. Serão disponibilizados 10% dos ingressos para nossa equipe de colaboradores. Também atenderá ao art. 30 da IN nº 01/2024, no que estabelece os incisos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Este projeto pretende beneficiar em média 2834 pessoas, que poderão ser beneficiadas com as oficinas, ou participando do evento presencial que será a mostra/festival. Todas estas ações serão destinadas ao público de forma 100% gratuita.

Ficha técnica

COORDENADOR GERAL: Evalcy Kunum ApinayeCOORDENADOR DE COMUNICAÇÃO: Joseane Nogueira Luiz AlodjiLicenciada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto. Trabalha há mais de 10 anos como diretora e produtora cultural, diretora teatral, professora de teatro e marionetista. É a fundadora, produtora e diretora cultural da CIA. Lamparina - Teatro animação desde 2012. Criadora e produtora da FITIL - Festival de Teatro Infantil Itinerante, desde 2017. Criadora e produtora de Sarauê, da Fundação CSN desde 2019. Já aprovou projetos em vários editais e Leis de Incentivo Culturais.Oferece cursos e workshops de Produção Cultural desde 2018, voltados para artistas que querem aprender à elaborar e gerenciar projetos culturais.Coordenadora Geral dos Projetos Culturais via Lei de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet) “Vagão - uma viagem ambiental” e “As aventuras de Nala”. Executados em 2024.Consultora Executiva dos Projetos: Gastronomia do Amanhã do Instituto Amazônia do Amanhã , Diretora do Espetáculo Pipa, para o projeto Pipas do ICAA. via Lei de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet) .Consultora Executiva do projeto Skep e Jack – Tour 2023 de Luiz Gustavo de Souza, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura.Produtora Executiva na 12ª Mostra Internacional de Teatro de Bonecos de Mariana e na 1ª Mostra Internacional de Teatro de Bonecos de Macacos, em 2023.Produtora Executiva Festival Xikrin Kwyrykangô da Associação Cultural Berê Xikrin.PRODUTOR EXECUTIVO: Helena Cristina Costa Dias Helena Cristina Costa Dias, Bacharela em Ciências Contábeis pela Universidade da Amazônia (UNAMA), Pós-graduação Latu Sensu em Saúde Indígena pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), trabalha a mais de 20 anos com os povos indígenas do estado do Pará nas suas diversas etnias, seja na área da saúde, social, cultural e política. Nesse sentido trabalhou em 2024, como Coordenadora Local, no Festival Kwyrykangô do povo Xikrin do Bacajá, incentivado pela Lei Rouanet; 2022/2024, como Consultora e Assessora na The Nature Conservancy (TNC), atuando em atividades produtivas e culturais da mulheres indígenas Xikrin Menire); 2018/2021: na empresa Santa Casa de Misericórdia de Sabará - Apoiadora Técnica em Atenção à Saúde no Distrito Sanitário Especial Indígena de Altamira – PA; 2017/2018:** Apoiadora Técnica em Atenção à Saúde na Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM); 2017: Analista Educacional na Unyleya Editora e Cursos S.A, participando de programas integrados para a saúde indígena; 2011/2017: no Ministério do Trabalho e Emprego/ Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado do Pará, elaboração de projetos para política de emprego e renda; 1985/2011 trabalhou na área administrativa na Fundação Nacional de Saúde, com diversas atuações em setores como contabilidade, licitações e coordenação de projetos. Idiomas: - Inglês: Instrumental, conversação em andamento.Apresentação:Com uma trajetória profissional diversificada, destaco meu compromisso e capacidade de adaptação, que me permitem atuar efetivamente em diversas áreas. Desde 1999, tenho lecionado e trabalhado em contextos que envolvem os povos indígena, adquirindo vasta experiência na interação com comunidades indígenas, especialmente a etnia Xikrin. Além disso, minha formação em Ciências Contábeis facilita a elaboração de prestações de contas precisas e o gerenciamento financeiro eficiente. Estou entusiasmada em contribuir para a missão desta instituição, utilizando minhas habilidades e experiências em prol da saúde e do desenvolvimento cultural dos povos indígenas. CONSULTORIA FINANCEIRA: Corneille Midokpe Fabrice AlodjiCorneille Midokpe Fabrice Alodji, natural de Benin, formado em Engenharia de Minas pela UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto/MG - 2015/202, fluente em português, Francês (língua nativa) e inglês, hoje reside no Brasil onde é proprietário da Produtora Lamparina & Invest LTDA.Produtor Executivo e coordenador financeiro dos projetos de Lei Rouanet 221153 - Vagão Cultural - Uma Viagem Ambiental, e 2316408 - As Aventuras de Nala - Uma Viagem Ambiental. Atua como membro ativo do Coletivo OuTro Preto desde 2021, contribuindo para a conscientização social e cultural por meio de palestras, rodas de conversa e workshops em Ouro Preto e região.É produtor executivo na Cia. Lamparina - Teatro de Bonecos desde 2019 e no Espaço Cultural Casa Tereza desde 2022.Participação como Produtor Executivo e Técnico de Sonoplastia no espetáculo "Pequeno Príncipe, no contexto do curso de Montagem de Espetáculo Teatral de Bonecos, proporcionado pela Cia Lamparina e viabilizado através do Projeto Faço Arte da Secretaria Municipal de Cultura de Conselheiro Lafaiete. "Eventos Realizados pelo Coletivo OuTro Preto". (17 de setembro de 2023).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.