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A proposta 'Museu Extramuros - A História Ferroviária Além dos Muros do Museu' visa promover ações de Educação Patrimonial, engajando a comunidade escolar do ensino fundamental e médio da rede pública de Fortaleza com o Patrimônio Ferroviário do Ceará. Essas atividades acontecerão mensalmente, de março de 2025 a março de 2026, em locais fora dos muros do Museu Ferroviário Estação João Felipe, incentivando uma interação direta e enriquecedora com a história ferroviária local.
O Museu Extramuros - A História Ferroviária Além dos Muros do Museu, desenvolverá atividades visando o ensino e aprendizagem de estudantes de forma dinâmica, a partir da aplicação de conteúdos relacionados ao Patrimônio Ferroviáro do Ceará. Assim, serão realizadas palestras sobre o tema ferrovia com pesquisadores locais a fim de contribuir com a visibilidade desses profissionais.
Objetivo Geral: A proposta "Museu Extramuros - A História Ferroviária Além dos Muros do Museu" tem como objetivo fortalecer o sentimento de pertencimento e a conexão do público escolar com o patrimônio ferroviário do Ceará. Para isso, utilizará recursos expositivos e didáticos desenvolvidos por colaboradores do Museu Ferroviário Estação João Felipe, voltados para a Educação Patrimonial e focados na temática ferroviária. O projeto prevê atender ao menos duas escolas por mês, localizadas no entorno ou próximas à linha férrea de Fortaleza, alcançando um público estimado de 2.400 estudantes ao longo da iniciativa. Essa proposta visa divulgar as pesquisas sobre o Patrimônio Ferroviário (Industrial), muitas vezes restritas a instituições, e dar visibilidade a esse patrimônio por meio de uma exposição itinerante. Com isso, busca-se promover o reconhecimento e a valorização da memória ferroviária na região. Objetivos específicos: - Promover a relação da comunidade escolar de Fortaleza com o Patrimônio Ferroviário do Ceará.- Fomentar a divulgação de estudos sobre a história da ferrovia por meio de eventos educativos e/ou exposições itinerantes, fundamentados em estudos de Educação Patrimonial e apoiados em ferramentas didáticas.- Divulgar a importância do Patrimônio Ferroviário para a comunidade.- Facilitar o acesso de escolas da rede pública ao conhecimento sobre o patrimônio ferroviário, promovendo visitas à Antiga Estação João Felipe, atual Estação das Artes e Museu Ferroviário Estação João Felipe.
Conforme os Artigos da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991), que tem como um de seus principais objetivos fomentar atividades culturais, incluindo a preservação dos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, bem como estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, o presente projeto é essencial para a valorização e difusão do Patrimônio Ferroviário do Ceará. Ele amplia o alcance desse patrimônio, que costuma estar restrito ao Museu Ferroviário, levando-o diretamente às escolas da rede pública de Fortaleza. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a educação deve estimular o desenvolvimento do pensamento crítico, ajudando os alunos a organizar e dar sentido às suas experiências. Considerando que a história instiga a criatividade e promove uma compreensão profunda do mundo, este projeto aborda temas fundamentais para o exercício da cidadania, desenvolvendo o potencial crítico e intelectual dos estudantes e expandindo sua visão sociocultural de forma lúdica e envolvente. As pesquisas realizadas no Museu Ferroviário Estação João Felipe possuem grande relevância histórica e cultural, contribuindo para a compreensão do desenvolvimento comunitário, da identidade local e da memória coletiva. A interpretação do patrimônio ferroviário brasileiro vai além da simples preservação de objetos e documentos; é também uma forma de conectar o passado às gerações atuais e futuras. Museus dedicados ao patrimônio ferroviário, como o Museu Ferroviário, são guardiões de memória e conhecimento, apresentando o impacto dos avanços industriais e do sistema econômico que moldou o país. Os museus desempenham um papel fundamental ao recriar o passado de maneira acessível e compreensível, incentivando a reflexão sobre o progresso e as limitações humanas. Nesse contexto, o Museu Ferroviário Estação João Felipe contribui para uma compreensão mais profunda das transformações econômicas e sociais que ocorreram na região, onde a ferrovia desempenhou um papel crucial. Além disso, o Museu Ferroviário Estação João Felipe oferece uma oportunidade única de estudar a arquitetura tradicional e explorar a memória coletiva de forma rica e significativa. Assim, os museus se tornam locais de resgate e fortalecimento da identidade local, inspirando orgulho e promovendo uma conexão mais profunda com o passado, o que contribui para a valorização e preservação do patrimônio cultural.
O projeto tem o intuito de atender 2.400 estudantes da rede pública de ensino de Fortaleza,distribuidos em 12 escolas, estimando atingir 200 alunos por escolas. Espera-se assim, que os estudades atendidos no projeto estimule familiares e amigos a visitar o Museu Ferroviário.
Plano pedagógico Museu Extramuros - A História Ferroviária Além dos Muros do Museu Público alvo: estudantes do ensino fundamental e medio da rede publica de ensino, bem como corpo docente e demais colaboradores das instituições. Haverá prioridade para escolas localizadas nas proximidades da via férrea além de outros indicativos socioeconomicos. A realização das ações de Educação Patrimonial contará com material didático para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem das atividades. Será proibido inserir no kit qualquer tipo de propaganda, que desabone a conduta do projeto, bem como nomes e imagens de entes políticos. Carga horária: As atividades de Educação Patrimonial terão duração de 6 meses, com carga horária mensal de 2 ações em escolas distintas com 3 horas de duração cada. As atividades serão oferecidas nos períodos da manhã ou tarde, totalizando 36 horas de atividades. Conteúdo programático: a atividade abordará a História da Ferrovia no Ceará, dialogando com as transformações atuais trazidas pela resignificação da história ferroviária, além do acervo histórico exposto no Museu Ferroviário Estação João Felipe. Nesse sentido, o núcleo educativo do Museu Ferroviário Estação João Felipe busca oferecer aos estudantes uma ação educativa mediada que possibilita, através de um viés multidisciplinar, fomentar a valorização do patrimônio material e imaterial da ferrovia cearense. Materiais utilizados: amostras de trilhos, ferramentas e fotografias.
Acessibilidade física: seguindo as recomendações nacionais de acessibilidade, os espaços em que ocorrerão as atividades nas escolas serão adaptados para receber cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, bem como cegos e pessoas com baixa visão, por exemplo rampas de acesso às salas, à área de convivência e à banheiros acessíveis, além de placas de sinalização para identificação de pontos de acessibilidade. Para a segurança os espaços possuirão extintores de incêndio e saídas de emergência com sinalizações. Acessibilidade de conteúdo: as atividades de Educação Patrimonial produzidas pelo projeto possibilitarão desenvolver as sensibilidades motoras e intelectuais dos participantes por meio de atividades sensoriais. A ação terá mediadores para estabelecer uma relação entre o visitante e os conteudos expostos, além de disponibilizar áudiodescrição para o público cego e de baixa visão e um profissional de libras.
As atividades de Educação Patriminial serão oferecidas gratuitamente para estudandes do ensino fundamental e médio de Fortaleza-CE de 12 escolas selecionadas para participarem do projeto. De modo geral, as ações do projeto serão amplamente divulgadas, objetivando a visibilidade do projeto e o engajamento da sociedade.
Renata Rodrigues Maia - Produtora cultural e Coordenadora - Graduada em Museologia pela Universidade Federal do Pará (2014). Mestra em Antropologia com ênfase em Arqueologia pelo Programa de Pós-graduação em Antropologia (PPGAN) da Universidade Federal de Minas Gerais (2017). Tem experiência em Arqueologia, atuando principalmente nos temas: cultura material, educação patrimonial, análise tecnológica de indústrias líticas, cadeia operatória em indústrias líticas de quartzo. Atuou no "Projeto Arqueológico Carajás (PACA)" na área de Arqueologia do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) entre os anos de 2012 a 2019, desenvolvendo atividades de campo e laboratório. De 2021 a 2023 trabalhou como arqueóloga em projetos de pesquisa voltados para arqueologia histórica (Cemitério Parque Soledade e Memorial da Consciência Negra), em parceria com a Secretaria de Cultura do Pará - SECULT. Tem experiência em Museologia, atuando principalmente com conservação preventiva de acervos, laudos técnicos, documentação museológica, mediação, banco de dados para acervo arqueológico e exposições museológicas. Desenvolve trabalhos em consultoria arqueológica e museológica. Idealizadora e Coordenadora do Projeto "Arqueologia Sob Olhares Inclusivos" selecionado pelo Edital de Patrimônio Material - Lei Paulo Gustavo, em Belém-PA. A proponente será responsável pela gestão de todo o processo decisório do projeto, para tal, será remunerado pela rubrica de Coordenação Geral. Glêice Stefani Cardoso Costa - Produtora Cultural e Educadora Patrimonial - Bacharel em Museologia pela universidade Federal do Pará, possuindo experiencia com a manejo em acervos do tipo arquivísticos (limpeza, análise, catalogação e acondicionamento), premiada PIBIC e atuando como técnica de laboratório com acervo do tipo arqueológico. Bruna de Campos Antunes – Produtora Cultural e Voluntaria. Bacharel em Museologia pela Universidade Federal do Pará (2014) e Especialista em Cultura Material e Arqueologia pelas Universidades de Passo Fundo (2022). Foi bolsista de Iniciação Cientifica (2011 a 2014) no Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/CCTE), atuando em: Campo Paleontológico; Curadoria de Fósseis; Divulgação; Educação Patrimonial; Exposição; Documentação; Conservação. Na mesma instituição, foi bolsista de Apoio Técnico em Extensão no País do CNPq - Nível A (2015), desenvolvendo atividades no âmbito da informatização de acervos biológicos institucionais, na coleção de Paleontologia do MPEG. Consultora Técnica em Arqueologia atuando em trabalhos de Prospecção Arqueológica, Levantamento de Patrimônio Imaterial, Educação Patrimonial, Salvamento de Sítios Arqueológicos e Laboratório. Fez parte da Comissão Organizadora do III Seminário Brasileiro de Museologia (2017). Foi Bolsista de Apoio à Difusão do Conhecimento - ADC do Museu Paraense Emílio Goeldi, no setor de Educação de (2020 a 2021). Museóloga do Museu Municipal de Parauapebas Hilmar Harry Kluck (2021 a 2023). Atualmente é Museóloga do Museu Ferroviário Estação João Felipe. A produtora será responsável pela coordenação de logística do projeto.
Periodo para captação de recursos encerrado.