Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2414369Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

JOINVILLE DANCE HIP HOP FESTIVAL - A RUA TAMBÉM TEM RAIZ

MARINALDO DA SILVA
Solicitado
R$ 489,7 mil
Aprovado
R$ 489,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Joinville
Início
2025-02-03
Término
2025-05-31
Locais de realização (1)
Joinville Santa Catarina

Resumo

PRODUÇÃO de um Festival Nacional de Hip Hop, em Joinville, já consolidada como Capital Nacional da Dança. A ideiaé promover uma imersãonas danças urbanas, na voz das periferias, promovendo um Festival que traga todos os elementos do Hip Hop, atraindo pessoas do Brasil e do Exterior que são referências na área, para apresentações e workshops que possibilitarão às comunidades um aprimoramento dessa arte formada nos guetos. Concomitante, buscaremos um Festival que integre todos os gêneros, respeitando religiosidade, sexualidade, comportamento, classe social, o mais integrativo possível, de olho num resgate das raizes deste movimento, ocupando diversos pontos de Joinville compessoasvindo de todo o Brasil.

Sinopse

O JOINVILLE DANCE HIP HOP FESTIVAL - A RUA TAMBÉM TEM RAIZ acontecerá durante três dias na cidade de Joinville, invandindo a cidade em espaços públicos e privados, com apresentações de brake, poppin, looking (entre outros ritmos) grafite, concurso de dança de rua, encontro de rappers, workshops e contrapartidas sociais de cunho formador, trazendo para a cidade nomes de referência na área, nacionais e internacionais. Para que tudo isso aconteceça, atentamos por deixar claro como tudo isso funcionará. Por isso, com o intuito de mostrar, de forma individualizada, cada uma das ações propostas para o respectivo festival, apresentamos abaixo um descritivo das mesmas, visando possibilitar a comissão de avaliação a potência deste evento que tem pretensões de, a partir deste, se consolidar no calendário da cidade, vindo a fortalecer a cidade de Joinville como capital nacional da dança, que recebeu este título por meio da sanção da Lei 13.314/2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 20 de julho de 2015. LANÇAMENTO DE EDITAL PARA INSCRIÇÃO DE CONCURSO DE DANÇA DE RUA - O modelo do edital, em anexo, mostrará as regras para bailarinos e grupos de dança de rua se apresentar no Festival. Ele será lançado na página do evento, a ser construída, e massiçamente impulsionada por profissionais especializados em tráfego digital. Pretendemos atingir todos os lugares do Brasil, direcionando o respectivo documento, e chamadas sobre o evento, para nichos pertinentes a esse universo. ABERTURA DE INSCRIÇÕES PARA CONCURSO DE DANÇA DE RUA e outros eventos do Festival - Nossa intenção primordial é incluir, então, eventos paralelos, batalhas de rappers e Djs, tanto quanto de break, serão amplamente estimuladas,via rede sociais, para que arttistas e comunidade se encontrem nos espaços abertos, como o Estacionamento do Centreventos Cau Hansen, ou a Escola Básica Germano Timm, onde as atividades acontecerão de forma mais contundente. No entanto, pensando na organização e na possibilidade de refinamento de quem vai executar algumas funções, lançaremos, por meio do edital, inscrições para as apresentações competitivas no teatro Juarez Machado, para apresentações nos palcos abertos (shoppings) e também para a competição de grafitte, já que neste quesito, por se tratar de uma intervenção em espaços urbanos, é necesário um garimpo para selecionarmos artistas que venham a contibuir não só com o Festival, mas com a cidade. CONCURSO DE DANÇA DE RUA - Esse concurso seguirá a base do que acontece no Festival de Dança de Joinville: o grupo se apresenta, geralmente dividido por faixas etárias (junior e senior) concorrendo entre si pela melhor coreógrafo/coreografia, conjunto, solo masculino, solo feminino, duo. A ideia é fazer com que, por meio da disputa, invista-se na pesquisa, no figurino, em questões artísticas relativas ao universo da dança. E por que não, da vida? APRESENTAÇÕES DE BRAKE, POPPIN, LOOKING (e outros ritmos) E DANÇA DE RUA EM PALCOS ABERTOS - Palcos abertos siguinificam apresentações gratuitas. Serão montados dois, em dois shoppings da cidade de Joinville, com apresentações tanto matutinas como vespertinas, apresentando a vibração da dança, a desmistificação do preconceito, apresentando, inclusive, textos que falam dessa ligação da arte urbana, do papel do artista de rua, da força de quem traz da sua comunidade uma voz, um grito, um espetáculo virtuoso. Esses palcos abertos, mais livres, comporão uma vitrine para trabalhadores, donas de casa, alunos, aposentados, profissionais que trabalham nos shoppings; todos aqueles que não poderão ir até os locais de disputa, como o Ginásio Germano Timm e o Teatro Juarez Machado. ENCONTROS NA ESCOLA GERMANO TIMM / QG DO FESTIVAL DO HIP HOP - Este lugar é o espaço existente ao lado do Centreventos Cau Hansen, onde acontece o Festival de dança de Joinville, hoje um complexo formado por uma arena muiltiuoso e umexo onde acontecem as mais diversas feiras. Com grandes paredões e centenas de metros de muros que o cercam, é o local ideal para grafitar, e encher de gente da cidade inteira para assistir o movimento dos jovens, principalmente, que se encontrarão para congratular, trocar experiências, exibirem sua dança, seus versos, seus gingados.NO PÁTIO e na área livre da escola, com espaços que já costumam receber atividades do tradicional Festival de Dança, as pessoas terão livre circulação, se deparando com a mais pulsante energia do HIP HOP, proramada para os três dias do evento. BATALHAS NO GINÁSIO DA ESCOLA BÁSICA GERMANO TIMM - Acostumada a receber eventos do gênero, e por ser vizinha do complexo do Centreventos Cau Hansen, encontramos na Escola Básica Germano Timm, gerenciada pelo Governo do Estado de Santa Catarina, a parceria ideal para receber a cereja do bolo do Festival, ou seja, os 4 elementos que compõe o Hip Hop: Dj, Rappers, Grafite e Brake. Será ali que pais, filhos, avós, netos, alunos, artistas, comunidade, famílias inteiras passsearão para assistir batalhas, observar o crescimento do movimento Hip Hop no Brasil, trocando conhecimentos e saberes artísticos dessa modalidade que é o retrato da periferia, mas que, prova, para os que não são filhos dela, como a arte é muito mais ampla, muito mais universal do que apenas um recorte de determinado grupo social. WORKSHOPS NA SALTARE, ESCOLA DE DANÇA - Da mesma forma que a Escola Básica Germano Timm, a Saltare Escola de Dança também se encontra na mesma quadra dos outros equipamentos citados. Será ali que serão realizados workshops com profissionais renomados no universo do HIP HOP, sendo que todas as sessões serão gravadas e, posterioremnte editadas, sendo então disponibilizadas gratuitamente na plataforma do Youtube. NOTA: Detalhamento dos workshops/ quadro de horários, será encamnhado em anexo, junto a outros documentos como o Regulamento do concurso de Dança de Rua". FESTA - Evento tradicional que comumente encerra atividades com dos encontros de Hip Hop, onde a "galera" é convidada a contratular com os outros, fazendo lembrar a mensagem que veio lá da sua criação: Paremos de Lutar com ARMAS, e vamos lutar com ARTE. O evento será realizado numa casa de espetáculos de JOinville, LUNA, que tem um custo benefício vantajoso e é a cara do movimento HIP HOP. Haverá convidados para estarem no evento, com show-case, tradicional nesse tipo de evento. A FESTA será realizada em Casa de Espetáculo parceira da equpe, na cidade de Joinville, e é INDISPENSÁVEL, porque a mesma é parte incondicional do movimento HIP HOP, um movimento que, somado às batalhas, ao Rap, entre outros, INTEGRA a cultura HIP HOP.

Objetivos

Objetivo Geral - Organizar, produzir e executar o maior Festival de Hip Hop do país, na cidade que já é considerada a "capital nacional da dança", oficializada pelo governo federal. Nesta direção, colaborar na propulsão desse movimento na cidade e no país, atentando não apenas para a profissionalização da dança em si, mas principalmente, dar voz às pessoas que vivem e fazem parte dessa cultura sob a luz das periferias, atraindo o povo e suas peculiaridades por meio de concursos, batalhas, apresentações gratuitas, workshops e convidados da área que são referência neste universo. EM ATENÇÃO AO QUE ACIMA FOI EXPOSTO, FRISAMOS o que nos solicita este Ministério e a comissão de avaliação em relação aos incisos do Art. 2o. ATENTAMOS QUE, dos 13 INCISOS, NÓS ATENDEREMOS DEZ! I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; O HIP HOP é um movimento que considera várias matrizes, várias formas de expressão, misturando cores, potências, expressões, e colocando numa única comunidade, jovens (em sua maioria) das mais diversas classes sociais, garantindo assim, uma integração simbólica, de um país ideal, por meio da arte. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Privilegiaremos a fundamentação (já tivemos uma edição menor, com recursos própriios em 2023) de fazer de Joinville palco de diferentes culturas por meio da arte, fator que já acontece nos meses de Julho por meio do Festival de Dança da cidade. Agora, jogando luz sobre a voz das comunidades, pretendemos atrair para os espaços de dança locais, artistas, alunos, aprendizes e curiosos do universo do Hip Hop, proporcionando uma integração destes com outras pessoas vindas de diversas partes do país. ALÉM DISSO, é fator preponderante o fato de que o HIP HOP é cultuado por pobres e ricos, pretos e brancos, jovens e adultos, heteronormativos e toda a diversidade que compõe o ecossistema geográfico, político e social da nossa nação. III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; Uma das intencionalidades principais do JOINVILLE DANCE HIP HOP FESTIVAL é viabilizar essa integração. É fato que teremos um edital para o ingresso e chamada de diversos grupos e dançarinos da área, além daqueles que fazem verdadeiras obras de arte com seus grafites, e da batalha de rima um avivamento do que faziam com a poesia em antigos saraus. NOSSA PREOCUPAÇÃO É UMA DIFUSÃO EM ESCALA NACIONAL desta arte. IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; O Festival propõe dar essa visibilidade para algo que é, junto com a música, o movimento mais genuíno da nossa produção cultural: a dança. Por ela representamos dores, religiosidade, vitórias. E fazer com que um movimento urbano tenha essa honra, é primoordial para nossa equipe. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Apresentaremos gratuidade em diversas ações, como os palcos abertos a serem montados na cidade (lugares de apresentações artísitcas de jovens e grupos que se inscreverão), as batalhas oferecidas na Escola Germano Timm, as incrições gratuitas para os workshops para grupos periféricos. Durante os três dias, milhares de pessoas terão contato gratuito com os bens culturais propostos por nosso projeto. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; NOSSO projeto promoverá A INTEGRAÇÃO não só da diversidade, mas da PLURALIDADE que se faz na sociedade contemporânea quando pensamos nos diversos movimentos não só de gênero, mas também os que compoe a formação de novas bases familiares, na atração que Joinville é hoje em dia para a questão da migração. É justamente essas pessoas que queremos atrair não apenas para assistir a nossa cultura, mas trazer a sua para miscigená-la e a partir daí, integrados, produzirmos outros movimentos mais sincréticos. VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; NOSSO PROJETO movimentará o seto ao ENSINAR a outros produtores, outros músicos, outros profissionais da música a escrever projetos, a montar pequenos espetáculos, a executar uma pequena orquestra, a articular a produção de oficinas e outros festivais, encontros, seja em quais áreas forem, da arte, para que possam aproveitar os diversos editais, inclusive municipaiis, que circulam pelo país. VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Cumpriremos essa etapa aperfeiçoando uma gama de profissionais por meio de nossa formação, da nossa estética, e da nossa pesquisa entre eles, professores e alunos de música , que receberão ensinos capacitadores por meio de contrapartida social. XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Nossos workshops, com artistas de ponta, são parte essencial deste projeto. São técnicos renomados que comporão tanto a banca de jurados que escolherão melhroes dançarinos e coreografias, quanto os professores que atuarão diretamente na formação por meio dos workshops. Objetivos Específicos 1 - Organizar um Festival de Hip Hop focado num resgate artístico do movimento, que nos últimos anos foi ficando cada vez mais voltado para as elites, chegando a perder suas características e parecendo, principalmente no movimento da dança, cada vez mais com o jazz ou a dança teatro. 2 - Realizar um Festival integrativo, que trata a pluralidade como algo natural, trazendo para o espetáculo pretos, gordos, trans, indígenas, normativos, loiros, orientais, profissionais da dança e aprendizes, admiradores e curiosos; 3 - Promover um edital nacional a ser impulsionado pelas redes sociais, com o intuito de receber artistas, solos ou em grupo (conforme edital em anexo) para apresentarem-se neste primeiro evento de âmbito nacional, junto ao Teatro Juarez Machado - local anexo ao Centreventos Cau Hansen, palco principal do maior Festival de Dança do Mundo, o Festival de Dança de Joinville; 4 - Realizar competiões de dança que valerão um prêmio para os ganhadores (conforme regra do edital); 5 - Permitir gratuidade de inscrição para toda pessoa vinda de escolas públicas instaladas em regiões de vulnerabilidade social, de qualquer lugar do país; 6 - Realizar workshops de formação cultural, com pessoas renomadas do meio do Hip Hop; 7 - Permitir gratuidade de inscrição para essa modalidade para jovens que façam parte da Educação de Jovens e Adultos; 8 - Realizar batalhas de Rap e apresentações de batalhas entre os dançarinos na Escola Básica Estadual Germano Timm, costumeiro palco de encontro de jovens, e do Hip Hop, ao lado do Centreventos Cau Hansen, em Joinville; 9 - Realizar apresentações de dança de rua, breake, passinho e outras variações do movimento urbano, em dois diferentes palcos abertos da cidade de Joinville, nos dois principais shoppings da cidade, promovendo a diversidade e acessibilidade; 10 - CRIAR um festival imersivo e integrativo, atuando em diversas frentes, com batalhas de dança, de rima, workshops de dança e grafite, competições de grupos de dança e festa da cultura Hip Hop. 11- APOSTAR NA RAIZ DO MOVIMENTO: a rua, o beco, o gueto, a periferia, a lage, a esquina, a quadra de stake da pracinha, a pracinha, os terrenos baldios, os estacioanamentos que ficam abandonados nos fins de semana. Trazer a linguagem desses lugares, representá-los por meio da arte, e não elitizá-los com uma couraça que não condiz com o universo real. A RUA TAMBÉM TEM RAIZ, é o tema deste projeto. É dessas comunidades que, ESPECIFICAMENTE, objetivamos falar.

Justificativa

PAREMOS DE LUTAR COM ARMAS, E VAMOS LUTAR COM ARTE. AO conhecermos a história do HIP HOP, que teve início em meio às guerras de gangues nos Estados Unidos, entenderemos o porquê desta arte, desta proposta, deste anseio que temos por um mundo melhor! SOU AGENTE CULTURAL realizador de eventos distintos. SOu escritor, sou idealista, sou amigo de artistas que não tem expertize na produção de projetos. Justifico meu envolvimento com o HIP HOP porque sou poeta, e sou da periferia. Porque fui catador de caranguejo e acredito na transformação pela arte. Aliado a ELISEO LEMOS (nossa trajetória nos representa), damos largada para essa proposta, visando a consagração coletiva. Antes de iniciar esta JUSTIFICATIVA, atentando ao Glossário explicativo desta plataforma, salientamos nosso apreço pela diversidade cultural e por todos os projetos cadastrados que primam pela inclusão de outras modalidades artísticas e os movimentos múltiplos da arte, e é justamente a partir do termo DIVERSIDADE, tantas vezes sublinhado pelas atuais discussões academico-sociais, que começamos nossa justificativa, já que, tanto as inovações artísticas, os movimentos de vanguarda, as manifestações contemporâneas devem ser contempladas pelas leis de incentivo à cultura, como as manifestações artísticas populares que vem do seio do folclore, fincados no artesanato, multiplicado por pessoas que promovem a cultura de seus becos, suas lajes, seus guetos, seus bairros, promovendo um tecido social que na maioria das vezes é visto apenas como "um lugar que deve ser atendido porque a Lei exige". O HIP HOP sofre preconceito. Seus grafiteiros são chamados de pixadores, seus declamadores são chamados de marginais, suas danças são coisa de gente preta, e pobre. ISSO PARA GRANDE PARTE DAS ELITES. O FESTIVAL que propomos quer gerar discussão. Não apenas apresentar os movimentos artísticos, mas trazer, para palestras, pelo menos DOIS PESQUISADORES da área, que possam mostrar, por meio da ciência acadêmica, como o moviimento é respeitado pelas mais diversas personalidades do mundo intelectual, artístico, político sendo o HIP HOP uma ONDA IMERSIVA onde congratulam, juntos, ricos e pobres, pretos e brancos, uma gente terracota, amarela, preto-parda, colorida. JUSTIFICAMOS A NECESSIDADE de festivais como esse para mostrar que o BRASIL é feito de DIVERSIDADE HUMANA E CULTURAL, de PLURARIDADE de olhares, de saberes, de comportamentos, posicionamentos e SERES. ATENTOS às atuais regras da Lei Rouanet, justificamos nosso projeto, informando e AFIRMANDO, que contemplaremos os incisos I, II, IV, VI e IX do Art. 1º da Lei 8313/91: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios... Nosso projeto possibilitará a inclusão de jovens periféricos em workshops com gente renomada no universo do Hip Hop, além de traze-los para dentro das apresentações, de forma gratuita. Gratuita também será a apreciação das batalhas e encontros nos diversos espaços onde o evento será executado, durante os três dias propostos. II. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais... HIP HOP já é um conjuntos de manifestações culturais, composto de música, poesia, rima,pintura, dança, comportamento. Tornar possível este FESTIVAL é honrar o apoio, a valorização, e a difusão desta manifestação. IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira... Consideramos, também como grupo formador da sociedade brasileira, o próprio povo, na realidade, o grande formador. NO HIP HOP, ele é formador e é o formado, é a plateia e ao mesmo tempo o espetáculo. VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Apesar de origem norte-americana, com a globalização,o movimento HIP HOP foi ganhando características de cada país onde ele foi criando simbiose. Buscamos cada vez mais construir nossa própria memória na área, base esta, de qualquer patrimônio cultural, tanto que o hip hop fez 50 anos no mundo e 40 anos no brasil, e hoje, é Patrimônio Iimaterial Brasileiro EM RELAÇÃO AOS incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91 I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a FORMAÇÃO dada, por meio de contrapartida social, a estudantes e professores de música advindos de projetos sociais, priorizando assim, artistas envolvidos com a música que geralmente ficam fora dessa integração pela falta de recursos financeiros. Nossa ideia é capacitá-los a mostrá-los o "caminho das pedras" para a produção de um espetáculo e mesmo para a inscrição em editais de cultura. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte ... NOSSO FESTIVAL é arte, e arte popular. É concentração de gente! É mistura de pobres e ricos. É o sonho da democracia! É quase um carnaval. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção ... Nosso projeto foi pensado para levar milhares de pessoas para apreciarem, e lotarem todos os lugares. Mas ao propor conversas com o público, e formação de novos agentes culturais ao apresentar os caminhos a serem percorridos a jovens alunos e professores de música e dança, advindos de lugares mais carentes, advindos de projetos sociais, ele construirá, formará, organizará e também estará colaborando para a manutenção de futuros artistas e agentes culturais. QUEREMOS novos projetos e novos proponentes dentro desta história. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; NÃO SE MONTA UM FESTIVAL que visa trazer do artista mais desconhecido àquele que já se trannsformou referência e celebridade no meio. Nada se faz, cujo objetivo seja o SUCESSO, sem conhecimento, sem pesquisa. ESTE FESTIVAL tem como DIRETOR GERAL um ESPECIALISTA NA ÁREA: Agente cultural, promotor de eventos, coordenador de escola de dança,além de ter realizado um festival nno mesmo gênero, no ano de 2023, com recursos próprios. Ele, relacionado com o universo NACIONAL DO HIP HOP, é que estará gerenciando todo esse conhecimento, ao lado de outros profissioonais que, juntos, buscam colaborar com o fortalecimento do HIP HOP no país, visando fazer deste Festival proposto, o maior do gênero no país. Eliseo Lemos é Produtor cultural, Comunicador, Palestrante, Diretor, Dançarino, Professor e Coreógrafo de Danças Urbanas a mais de 23 anos, ministrando workshops em vários festivais e eventos pelo Brasil e no exterior. Ao lado dele, na condição de Diretor Artístico, o empresário Edson Luciano Gonzaga, pioneiro, precursor das danças Hip Hop e House Dance no Brasil e América Latina; Engenheiro de Som, tambem é produtor musical e de Eventos de Danças Urbanas. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: AMPLO E TOTAL ALTRUISMO aos artistas e professores, alunos e integrantes das oficinas quanto a sanar suas dúvidas, a apresentar propostas, a falar com os mesmos sobre a importância da luz, a qualidade do som, a harmonia, a pesquisa, a arte e suas propostas, a memória e sua linguagem, a rua e a origem do HIP HOP, os ritmos, a poesia, as batalhas, a moda, o comportamento, ampliando os horizontes e como a arte é INTEGRATIVA, e geradora de trabalho e renda. POR FIM, APRESENTAMOS UM PROJETO ONDE O PRODUTO PRINCIPAL É A PESSOA. É ELA que cria, que transforma, que faz da seu ambiente, da sua comunidade, munição positiva e poética para a criação e representação de seus dissabores, de seus personagens, de suas conquistas. O HIP HOP faz desses elementos uma mostra do que acontece em seu meio, apresentando música, dança, pinturas, transferindo por meio da arte, seus posicionamentos politicos, seus quereres. APOIAR projetos como esse, é também entender por essa ótica como a ARTE, de qualquer povo, se comunica com todos de maneira universal. E o HIP HOP faz isso abrindo o coração para todos. Recebendo e acolhendo a todos, plateia e integrantes, como parte do mesmo MUNDO.

Estratégia de execução

PRIMEIRO PONTO: Como agente cultural e incentivador da arte como transpolim para a tansformação, tenho feito nos últimos anos alguns avanços na forma como comecei trabalhando a arte, ate´aqu. Antes, fazia um projeto para o meu crsecimento, hoje, faço projetos para que eu cresça junto. Aliando-me a outros artistas, alguns que não tem a capacitade técnica de desenvolver projetos complexos, tenho me unido para auxiliar outros artistas e outros movimentos apra um bem comum. NA CONDIÇÃO DE CIDADÃO DA CULTURA, e com a experiência adquirida nos últimos anos como o realizador e criador de um grande festival em Joinville - o FESTIVAL VIKING (projeto que valoriza o folclore de antigos colonizadores dessa região) senti-me impelido a CONTRIBUIR com outros moviemtnos do qual já fiz parte, garoto que fui da área periférica mais perigosa de JOinville nos anos 80, catador de caranguejo que eu era. No meio da periferia, criei raízes e com amigos feitos naquela ocaisão, e que sobrevivem até hoje pela cultura, em prol da arte, desenvolvi esse projeto de HIP HOP, potencializando-o a partir do trabalho do genial ELISEO LEMOS, diretor executivo deste projeto. FRISAMOS essa questão para mostrar o envolvimento de todo um coletivo em prol dessa arte, e que, irmanados, somos mais fortes: PARDOS, PRETOS, BRANCOS, ÍNDIGENAS, RUIVOS, AMARELOS. Não importa a nossa cor. O que importa é que misturados, todos, se transformam em luz. Importante para nosso Festival é apresentar a qualidade dos professores que serão convidados para minsitrar os WORKSHOPS e julgar o concurso de Dança de Rua, cuja descrição podemos ver tópico OUTRAS INFORMAÇÕES. Nossa intenção é trazer para a cidade gente da origem do HIP HOP, referências mundiais na área, que possam colaborar no intercâmbio de informações entre esses "mestres" o as centenas de pessoas, jovens periféricos em grande parte, que serão incluídos nesses encontros onde a troca de saberes será primordial. Sho Tyme - Professor De Hip Hop Dance - Vem do Queens, Nova York. Saiu do estilo de vida das ruas para se tornar um dos pioneiros do Hip Hop, tendo indo dançar e pisar em inúmeros palcos , integrando seu trabalho aos principais artistas do setor, permitindo que a dança mudasse sua vida completamente. A versatilidade de Sho-Tyme como dançarino/coreógrafo, juntamente com sua criatividade e amplo conhecimento de Hip Hop e outros estilos de Street Dance, permitiram-lhe coreografar para muitos artistas importantes, bem como julgar grandes batalhas e eventos na indústria e no mundo da Dança de Rua, como Aaliyah, Jay Z, Mary J Blige, P Diddy, Shakira, Busta Ryhmes, JLo, Sean Desmond, Mya, TLC, Christina Milian, Kelly Rowland, Katy Perry, Gnarles Barkley, entre outros. Timothy Earl Solomon -Professor De Poppin - Nascido em 5 de agosto de 1961, conhecido como Popin' Pete, é um dançarino e coreógrafo americano que popularizou o estilo de dança"popping"; é membro do Electric Boogaloos. A carreira de Pete se estende por mais de quarenta anos desde o surgimento da dança pop. Inspirado em seu irmão mais velho, "Boogaloo" Sam Solomon, naquela época já dominava todos os estilos de dança de rua existentes. Ele sempre observava Sam dançar e aprendia com ele. Por volta dos anos 1975-1976, Sam combinaria as técnicas locais de popping e os estilosBoogaloo que se originaram em Oakland. Ele compilou um conjunto de movimentos básicos e fundou The Electric Boogaloos. Em 1982, Michael Jackson, depois de ver sua performance no Soul Train, abordou membros do The Electric Boogaloos para coreografar os vídeos "Thriller" e "Beat It". Seu relacionamento com Jackson durou quase duas décadas trabalhando em vários papéis - de vários videoclipes (por exemplo, "Beat It", Captain EO e Michael Jackson's Ghosts) a filmes multimídia, performances ao vivo, coreografias e aulas. Antonia Christina Basilotta - Professora de LOOCKING - Nasceu em setembro de 1943. Começou a dançar profissionalmente na infância, mas sua carreira começou quando atuoucomo coreógrafa assistente de David Winters e como dançarina no Shindig!, um programa de variedades musicais inovador que estreou na rede ABC em 1964. Ela foi dançarina principal no Filme de festa na praia de 1964, Pijama Party, e dançarina no filme de Elvis Presley, Viva Las Vegas.Também em 1964, ela ajudou o coreógrafo Winters no filme-concerto de Steve Binder, T.A.M.I. O programa seria considerado "cultural, histórico e esteticamente significativo" pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e selecionado para preservação em 2006 no National Film Registry. Seu trabalho de coreografia cinematográfica dos anos 1960 inclui Village of the Giants (1965), The Cool Ones (1967) e o filme Head dos Monkees de 1968, no qual ela faz parceria na tela com Davy Jones durante "Daddy's Song". Em 1968, estreou o especial de televisão da princesa Grace Kelly, Monte Carlo: C'est La Rose. Nele ela acompanha o dançarino e coreógrafo Winters; ele explicou que trouxe ela e sua colega dançarina Anita Mann porque eram seus melhores alunos. Ela também é creditada como coreógrafa em alguns episódios do The Carol Burnett Show. Em 1980, Basil coreografou e co-dirigiu com David Byrne o videoclipe de "Once in a Lifetime" dos Talking Heads. Ela trabalhou novamente com Talking Heads para dirigir e coreografar o vídeo da música "Crosseyed and Painless", retirada do mesmo álbum Remain in Light. Ela coreografou a Diamond Dogs Tour de David Bowie em 1974, sua Glass Spider Tour em 1987 e seu vídeo para "Time Will Crawl" (1987). Ela trabalhou com Bette Midler por muitos anos, incluindo seu show de 2008/2009 em Las Vegas, The Showgirl Must Go On. Ela atuou como diretora associada e coreógrafa da turnê mundial Tina!: 50th Anniversary Tour em 2008/2009. Sua experiência como coreógrafa a levou a ser convidada para ser jurada convidada nas temporadas quatro e cinco de So You Think You Can Dance?, da Fox Broadcasting Company. Além disso, ela é creditada por trazer a dança de rua à proeminência como membro fundador e gerente do The Lockers. Shannon “Shan’’S” Selby - Professor De House Dance - é de Brownsville, no Brooklyn, Nova York. Começou a dançar ainda jovem e seu estilo é influenciado pelo break, patinação e HipHop. Ele começou a frequentar festas em casas em 1986, como The World, Choice, Wild Pitch, House Nation, The Sound Factory e Sound Factory Bar. Seus créditos de dança incluem um personagem para Sony Play Stations “Bust The Move” e coreografia para a artista asiática de platina Misia e TRF, CoCo Lee 李玟 Music Video, “No Doubt” e “So Good”. Ele atuou como juiz de house em “Dance Delight” no Japão, “Juste Debout” na França e “Battle Zone” na Rússia. Shannon também é DJ, trabalhando com Avrex Trax no Japão e tocando em alguns dos clubes mais badalados como “Luxy” e “Club 18” em Taiwan, SinSin, Lox, Funkbox, Sapphire Lounge em Nova York e é DJ residente da “Coney Island Dance Party”. Ele produz sua própria música e continua a compartilhar seu amplo conhecimento do Hip Cultura de dança Hop e House através de oficinas de dança, performances e julgamento de competições de dança de rua organizadas em todo o mundo. Shan S é DJ e Produtor. Ele é um dos melhores dançarinos de house do mundo e DJ do Brooklyn, NY.Irmão mais novo de “Selby Brothers” da NY House Culture, membro da lendária equipe de house dance “Dance Fusion“. na Música, na Dança, até na personalidade dele: é considerado o Melhor!! Incrivelmente talentoso com habilidade e estilo que estão muito à frente do tempo. Uma de suas especialidades em sua arte é esta Musicalidade e “Ritmalidade”.

Especificação técnica

AS ATIVIDADES ACONTECERÃO DURANTE 3 DIAS, de forma concomitante, seguindo um modelo já testado em 2023, em formato menor, com recursos próprios. Lembramos que o FESTIVAL proposto acontecerá em UATRO LOCAIS DIFERENTES, cada um deles assumindo uma função específica: 1 - PALCO ABERTO - Apresentações de dança em palco montado dentro do mais tradicional shopping de Joinville onde mais de cem mil pessoas circulam mensalmente. A estrutura será montada por empresa especializada deJoinville, com aluguel de telão para projeção dos patrocinadores, treliças e luzes, som e equipe técnica. Ali se apresentarão jovens bailarinos solos,, em duo, trio ou em grupo, que se inscreverão por meio de email específico. A ideia é fazer dalil uma vitrine. Não haverá nenhuma cobrança de ingresso do público, nem taxa de inscrição dos interessados. Artistas de Joinville e de todo o Brasil serão convidados a se apresentar. Esse ingrediente do Festival será coordenado pelo diretor de palco da equpe principal, com a colaborão de um assistente de direção. 2 - BATALHAS e ENCONTROS - A Escola Básica Germano Timm abrirá suas portas e o acesso a seu amplo ginásio para a recepção de jovens bailarinos, técnicos, a comunidade, apreciadores, e famílias inteiras. Ali, sob o acompanhamento de profissionais ligados à equipe principal, ocorrerão as famosas batalhas, mostra de RAP (ritmo e poesia, em inglês), concurso de break, tudo acontecendo da forma mais popular e raiz, como nas ruas do BRONX, bairro novaiorquino, a cerca de 40 anos atrás: ou seja: é o público que estará o tempo todo escolhendo, na base de palvos, silvos, gritos, comemoração, aqueles que se destacarem. A ideia é promover uma grande onfraternização entre praticantes do HIP HOP e um público apaixonado por isso. AS BATALHAS acontecerão ao olhos dos jurados (listados no campo Outras Informações), gente de referência no surgimetno do HIP HOP. Essas batalhas primarão pela ACESSIBILIDADE. E isso acontecerá da seguinte forma: No sábado do evento, QUALQUER dançarino interessado em se apresentar, será estimulado a ir até o complexo do Germano Timm. Lá, terão um minuto para se apresentar aos olhos de todos, com os jurados circulando e observando movimentos técnicos, artísticos e estilísticos. Serão promovidas batalhas de: POPPING (movimento de dança típica) LOOCKING (movimento de dança típica) HIP HOP (movimento de dança típica) HOUSE (movimento de dança típica) BREAKING (movimento de dança típica) Cada um desses movimentos terá o seu tempo certo, a apresentação acontecendo de forma gradual. Primeiro o Popping, depois o Loocking, e assim por conseguinte. De cada uma dessas batalhas os jurados escolherão os 8 melhores, que se apresentarão no dia posterior, no domingo, para as semifinais e finais, onde, diante do público, serão apresentados os cinco vencedores, ou seja, o melhor bailarino, ou a melhor bailarina, de cada um dos movimentos listados acima. No domingo, além da grande batalha, haverá uma apresentação com profissionais que são referência em cada um dos movimentos das Batalhas. Tudo gratuito ao público, aos olhos de todos! Será uma forma de promover uma GRANDE ATRAÇÃO para o Germano Timm (palco principal deste Festival). Projetamos, mediante nossa proposta, sob o comando musical do Internacional DJ COCO, do Japão, os seguintes dançarinos: Popping- Guest batalha NelsonLOOCKING - Guest Batalha JoshaHIP HOP - Guest Batalha Joseph GoHOUSE - Guest Batalha Kwamé, Dali, sairão 8 candidatos que serão convidados a disputar entre sim, desta vez, de forma classificatória, diante desses "mestres, jurados aclamados pelo mundo do Hip Hop". Os quatro melhores farão as semifinais e finais, no domingo seguinte. Para o vencedor, que conhece a história dos JURADOS de peso vindos de Nova Iorque, ficará o registro de um momento inesquecível em suas carreiras, e pensamos como isso será substancial para a carreira do vencedor,, tanto quanto para a história do nosso Festival que começará a se construir de forma muito potente. Popping- Guest batalha Nelson, só na Final LOOCKING - Guest Batalha Josha, só na final HIP HOP - Guest Batalha Joseph Go, só na final HOUSE - Guest Batalha Kwamé, So na FinalBreaking - Guesr Batakha Maschine, só na Final NOTA 1 - Não haverá taxa de inscrição para participar das batalhas. NOTA 2 - O vencedor da batalha ganhará um prêmio em dinheiro e uma medalha. 3 - WORKSHOPS - 3 salas do complexo SALTARE - ESCOLA TÉCNICA DE DANÇA, serão utilizadas para a realização de workshops sobre HIP HOP, POPPIN e LOOKING, BREAKE E HOUSE DANCE, modalidades do universo do HIP HOP. Cada aula terá 90 minutos, e as turmas serão adaptadas para que, ao final dos dois dias de workshpos, possamos ter atingido um total de 500 pessoas. Para isso, traremos para ministrar as aulas, os renomados professores relacionados no campo OUTRAS INFORMAÇÕES, pois se faz necessário apresentar a trajetória dessas pessoas, para que entendamos a dimensão do curso que propomos. Integrados com o Diretor Artístico deste projeto, os professores renomados são da gênesa da dança de rua, e irão catapultar a excelência do curso para níveis internacionais; além disso, uma apresentação do que será ministrado. 4 - GRAFITE E SOM também na ESCOLA GERMANO TIMM e arredores, já que a mesma (repetimos) fica no mesmo quarteirão do Centreventos Cau Hansen. PROVIDENCIAREMOS um ajuntamento comunitário na ESCOLA, no domingo a tarde, ultimo dia do evento, promovendo a integração da cultura HIP HOP com a cidade, com artistas pintando DEZ PAINEIS em MDF naquele lugar, e promovendo um sorteio dos mesmos entre as escolas estaduais que integram o circuito de JOinville, levando assim, adiante, a arte de vários artistas (será pago cachê aos mesmos para esse trabalho) 5 - CONCURSO DE DANÇA DE RUA NO TEATRO JUAREZ MACHADO - Buscando a revelação e a apresentação de grandes bailarinos, companhias de dança e coreógrafos, o projeto promete resgatar a dança de rua RAIZ, incentivando aqueles que se inscreverem a fundamentar suas danças, pesquisas e coreografias no que há de mais pulsante na dança de rua: o corpo em sintonia com um ritmo urbano. (Regras serão apresentadas na DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE DO PRODUTO. 6 - FESTA NO ÚITIMO DIA-O HIP HOP começou numa festa. A festa do DJ Kool Herc, no dia 11 de agosto de 1973, é considerada o nascimento do hip hop. O DJ colocou em prática técnicas que vinha desenvolvendo em bailes, ao mesmo tempo em que outras manifestações artísticas estavam presentes. A partir disso, os eventos do HIP HOP sempre finalizam em torno dessa memória, desa tradição, consagrando o evento como um evento de PAZ. A FESTA PROPOSTA para o encerramento da edição do primeiro JOINVILLE DANCE HIP HOP FESTIVAL será organizada para que essa história não finalize, para que a mensagem da PERIFERIA, E DO GUETO é quebrar estereótipos e mostrar que o povo dali entende de arte, tem uma cultura pulsante e integrativa, e que seu ajuntamento é pela UNIÃO.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA A legislaçao municipal de Joinville, cidade sede do evento proposto, no que tange à questões de acessibilidade e mobilidade urbana, é atual e moderna, sendo que toda a cidade experencia e vivencia avanços bem abrangentes nesssas áreas, sendo essa palavra - ACESSIBILIDADE - tema de discussão nas escolas públicas. No link a seguir (https://leismunicipais.com.br/a/sc/j/joinville/lei-ordinaria/2012/734/7335/lei-ordinaria-n-7335-2012-estabelece-obrigacoes-gerais-e-criterios-basicos-de-acessibilidade-no-municipio-de-joinville) estão esmiuçadas as diretrizes que regem essas preocupações sociais na cidade. A PARTIR DISSO, podemos AFIRMAR que todos os espaços públicos da cidade, principalmente onde os eventos acontecerão: TEATRO JUAREZ MACHADO, ESCOLA GERMANO TIMM, SALTARE ESCOLA TÉCNICA DE DANÇA, PRAÇA DO PARQUE DA CIDADE, estão preparados para que haJa a livre circulação de cadeirantes, corrimãos para quem tem dificuldades motoras, faixas táteis para deficientes visuais, banheiros adaptados, e espaços largos para a circulação de cães guia. Além desses aparatos respaldados pela legislação, o projeto em si pensa em realizar sua execução com uma intérprete de libras, tanto presencialmente quanto de forma remota, gravada, com a presença desta exposta em telões localizados nos palcos externos, e nos espaços de disputa. Essas ações estão descritas na ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO e se somarão a diversas atividades previstas para o acesso de todos. A INCLUSÃO É SOBRENOME DO HIP-HOP. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO A cidade de Joinville, sede do Festival aqui proposto, tem recebido cada vez mais destaque no cenário nacional, quando a questão é ACESSIBILIDADE, Isso fica provado em manchetes que dão conta de prêmios que a cidade tem recebido nesta área; Por exemplo: "O Museu Nacional de Imigração e Colonização de Joinville, em Santa Catarina, vem desenvolvendo iniciativas que promovem a acessibilidade universal e o respeito à diversidade entre culturas. Dentre as ações a serem realizadas, destaque para um vídeo institucional que conta com janela em libras. Também está previsto um livro sobre o museu com áudio contendo narrações descritivas sobre os espaços da instituição (https://cnm.org.br/comunicacao/noticias/museu-em-joinville-sc-%C3%A9-exemplo-em-acessibilidade)". Nosso conteúdo será todo executado ao lado de profissionais credenciados por suas trajetórias na área. Fazer com que os ensinamentos compartilhados, as falas, o detalhamento das ações, as histórias por trás das fotografias sejam absorvidas por todo o público se faz necessário por nossa equipe, considerando de cerca de 10% de nossa população tem algum tipo de particularidade que a diferencia do homem normativo comum. Sendo asism, buscando diminuir o hiato entre os "normais" e aqueles que necessitam de algum suporte para uma interação melhor com o mundo, propomos: DUAS INTÉRPRETES DE LIBRAS A - IN LOCO - Contratadas para estarem presentes nos locais das batalhas, no palco do Teatro Juarez Machado, na Escola SALTARE onde acontecerão os workshops, essas duas profisisonais estarão em tempo integral, se revezando, interpretendo as falas, as apresentações, costurando diálogos entre o público normativo e os surdos. B - GRAVAÇÃO - As mesmas profissionais farão gravações antecipadas das apresentações dos grupos de dança, para que sejam exibidas nos telões presentes nos dois principais shoppings da cidade (lpalcos abertos para toda a cidade apreciar o hip hop por meio dos grupos que não se apresentarão no Palco Principal), assim como no palco do Teatro Juarez Machado, local das competições de dança. INTÉRPRETE DE AUDIODESCRIÇÃO A própria equipe, durante toda e qualquer apresentação, se apresentará a partir do autodetalhamento, assim como farão o detalhamento do espaço, e a descrição dos bailarinos para um maior atendimento dos deficientes visuais. C - REDES SOCIAIS - Toda divulgação em rede social respeitará o uso das cores, em atenção aos autistas para que percebam de forma mais sensível as propostas a serem divugadas, assim como a inserção de legendagem para facilitar a compreensão de quaisquer pessoas, visando uma integração maior entre normativos e não-normativos. D - NARRATIVAS PRESENTES NAS COMPOSIÇÕES DOS MCs - Será regra para nosso festival que nenhuma composição musical, literária, poética, jornalística, ou qualquer outra que utilize a palavra como ferramenta, se utilize de discursos de ódio, de discriminação, de verborragia exclusivamente sexual, assim como a utilização de palavrões, palavras de baixo calão, ofensas, ataques, justo que, quando falamos em ACESSIBILIDADE lembramos de inclusão, e inclusão, para nós, não é somente oportunizar alguém com alguma deficiência fazer parte do meio, mas, no quesito Acessibilidade de Conteúdo, tornar possível que famílias inteiras possam presenciar toda a movimentação do festival, sem se sentirem agredidas, tornando possível a acessibilidade ao conteúdo de todos. E - ABAIXO, alguns decretos da Legisltação de Joinville a respeito da ACESSIBILIDADE, o que nos induz que, para ser executado na cidade, não haverá como fugir dessas regras, Ou seja, o projeto terá ACESSIBILIDADE FÍSICA E DE CONTÉUDO, tanto proposital quanto obrigatoriamente. Leis e decretos sobre acessibilidade na cidade de Joinville: Decreto nº 5.296 de 02 de dezembro de 2004 (link externo) Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 (link externo) - Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007 Decreto nº 7.724, de 16 de Maio de 2012 (link externo) - Regulamenta a Lei No 12.527, que dispõe sobre o acesso a informações. Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico (link externo) Portaria nº 03, de 07 de Maio de 2007 - formato .pdf (35,5Kb) (link externo) - Institucionaliza o Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico – e-MAG

Democratização do acesso

Atentos ao Art. 23, o Plano de Distribuição da NOSSA proposta assegura a democratização do acesso ÀS AÇÕES CULTURAIS que produziremos, contemplando de A a F, as letras que compóe o INCISO PRIMEIRO. DAMOS ÊNFASE NESTA APRESENTAÇÃO A PARTIR DO SUBTÍTULO AMPLIAÇÃO DO ACESSO. As letras correspondentes ao artigo específico, estão descritas nas linhas a seguir. Nosso projeto é de fácil explicação e de TOTAL DEMOCRATIZAÇÃO, simplesmente porque ele é disseminador! É voltado para o aficionado por dança,dançarino em formação, aos jovens das escolas publicas, a familias inteiras, e terá a maior parte dos eventos com entrada GRATUITA. Um percentual dos ingressos para assistir as competições de danças urbanas terá bilheteria, porque pensamos na sustentabilidade do projeto. A democratização começa com o acesso de estudantes e professores em vulnerabildade social, que não tem condições financeiras em participar de atividades culturais pagas, totalmente gratuito. Reservaremos um valor no orçamento, dentro do percentual cabível às despesas administrativas, para compra de certificados de participação e lembranças que tragam a logo do Festival, para serem dadas à autoridades, comissão julgadora, equipe de trabalho, bailarinos convidados, oficineiros dos workshops e artistas diverseos das atividades propostas. ATENTOS às movimentações propostas nos três dias, e com as despesas em marketing digital, aceleradas pelo Tráfego Pago que realizaremos, CALCULAMOS QUE ATINGIREMOS UM PÚBLICO ESTIMADO em cerca de 10 MIL PESSOAS. AMPLIAÇÃO DO ACESSO I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Nosso festival tem 50% de suas ações gratuitas: palcos abertos shoppings da cidade, e batalhas e ensaios abertos na Escola Básica Germano Timm. As outras ações, centralizadas na competição de danças urbanas no Teatro Juarez Machado, terão bilheteria, no entanto, direcionaremos 25% dos convites para serem distribuídos a patrocinadores, alunos e professores de dança que vivem ou estudam em área de vulnerabilidade social. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; NOSSO INTUITO É APARECER E FAZER APARECER NOSSOS BAILARINOS E PROFESSORES, DARÃO CORPORIDADE E VISIBILIDADE AO NOSSO PROJETO, A NOSSA ARTE, E AOS NOSOS PARCEIROS E PATROCINADORES, ENTRE ELES, O MINISTÉRIO DA CULTURA QUE NOS APOIA! Como? Patrocinando nossas publiações, fazendo com que 50, 100 mil pessoas possam saber o que é o FESTIVAL DE HIP HOP. Alem disso, todos os workshops serão gravados e disponibilizados na plataforma do Youtbe, além de um CATÁLOGO DIDÁTICO E VIRTUAL, sobre esses encontros, que serão distribuídos gratuitamente para qualquer escola de dança do país. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; CONCEDEREMOS total direito de transmissão e captação das imagens, tanto dos ensaios quanto das apresentações. Para isso, ofereceremos informações constantes a empresas de comunicação, parceiras. JÁ EM RELAÇÃO AO INCISO IV, apontamos como uma atividade paralela (mesmo que ela esteja no cerne da nossa proposta) nossa CONTRAPARTIDA SOCIAL, pautada na formação e compartilhamento de saberes. Com sua execução, atingiremos as LETRAS A e F, do inciso exposto acima, oferecendo uma contrapartida que diplomará os professores e alunos inscritos, abrindo ensaios e apresentações em percentual máximo: 100% de GRATUIDADE. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; TOdas as nossas atividades paralelas, de Contrapartida Social, serão gratuitas. Elas foram pensadas foram pensadas para capacitar professores e alunos de dança, trazendo refinamento artístico. O detalhamento das nossas contrapartidas estão anexadas ao projeto. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Nossos produtos são direcionados para a toda a família, livre. Os espetáculos de hip hopo serão ofercidos para todos, no entanto, as contrapartidas sociais serão direcionadas para alunos de dança, na maioria dos casos, compostos por adolescentes. EM TEMPO: A contrapartida social, e como se darão essas oficinais, seu contéudo programático e carga horária, será esmiuçado no decorrer deste projeto. EM RESUMO, DEMOCRATIZAREMOS TUDO! A PRIMEIRA COISA que queremos democratizar É O ACESSO do bailarino periférico em locais consagrados aos bailarinos de academias, dos estúdios de dança, das companhias profissionais, das grandes companhias de Balé que se apresentam em Joinville durante o Festival de Dança da cidade, consagrado como o maior do mundo em seu gênero. SEGUNDO, é permitir que qualquer pessoa possa integrar esse movimento, indepéndente de sua orientação sexual, buscando assim, atrair para o palco pessoas transexuais, travestis, cis, homens e mulheres hetero-normativos, não-finários, fluídos, queers, dragqueens, etc. TODOS SERÃO BEM VINDOS. A ARTE FALARÁ MAIS ALTO. TERCEIRO - WORKSHOPS e inscrições para as competições serão gratuitas para jovens de escolas periféricas; QUARTO - Todas as apresentações em palcos abertos, tanto quanto nas batalhas que acontecerão na Escola Estadual Germano Timm (que dispóe de infraetrutura aproriada, com ginásio coberto, quadra e espaço para grande concentração de pessoas) serão gratuitas. QUINTO - Ensaios e reuniões de comunidades inteiras em torno do movimento HIP HOP, que acontecerão, também, no estacionamento do Centreventos Cau Hausen, serão amplamente divulgadas para que o público possa presenciar esse "ajuntamento artístico" onde geralmente acontecem batalhas, grafitte, onde a comunidade pode se apresentar de forma voluntária, livre, aleatória, onde acontece uma congratulação entre todos. SEXTO - As escolas serão convidadas a enviar seus alunos para acompanhar os ensaios dos participantes que integrartão o concurso de danças urbanas (DANÇA DE RUA) com o intuito de treinarem sua habilidades jornalísticas, atuando como repórteres e entrevistadores, com o intuido de minar o preconceito sobre o movimento HIP HOP dentro das escolas. SÉTIMO - Desenvolvimento de Contrapartida Social que tenha como objetivo DEMOCRATIZAR O ACESSO da linguagem dos MC nas aulas de literatura, oportunizando que esse canal de comunicação artístico possa desmestificar as composições como anticultura, como algo marginal, mas mostrando, de forma pontual, as particularidades e riquezas da verdadeira crônica social que é narrada nas letras desses compositores, em grande parte, juvenis. OITAVO - TRANSMITIR, ao VIVO, na plataforma do FACEBOOK, a movimentação que ocorrerá na noite de abertura, oportunizando que milhares de pesosas interessadas no movimento, que não conseguiriem ingresso para o evento, possam acompanhar o espetáculo; NON0 - Gravar os workshops e depois, disponibilizá-los na plataforma do youtube, em canal a ser criado especialmente para o FESTIVAL proposto, como forma de possibilitar o acesso a esse conteúdo para os que não puderem esetar em Joinville. DÉCIMO - Instalar telão na parte externa do Centreventos Cau Hansen, local onde está anexado o Teatro Juarez Machado, para que todos os que não conseguirem pagar pelo ingresso as competições de dança, possam assistir, ao vivo, gratuitamete.

Ficha técnica

DIRETOR GERAL - ELISEO LEMOS - Criador da proposta do Festival, Eliseo será o diretor geral de toda a movimentação do Festival, costurando as ideiias elaboradas para a efetivação da mesma, utilizando seu network para trazer para o evento nomes de peso, no cenário nacional e até internacional, do HIP HOP. Atuará diretamente no agenciamento e coordenação de tudo: os cursos, os jurados, os palcos, como se dará a recepçao dos artistas, dando ideias para a arte final para ir às mídias, ou seja, dirigirá todos os envolvidos na busca do refinamento do projeto ao ser executado, já que intenta transformar o Festival proposta em evento permanente. EQUIPE PRINCIPAL DIRETOR ARTÍSTICO/ DIRETOR MUSICAL - EDSON GUIU - Professor, coreógrafo, pesquisador, produtor musical e DJ, Edson Guiu é pioneiro nas danças house e hip hop no Brasil e na América Latina. Filho de pais com ascendência africana, teve seus primeiros contatos com a arte do movimento ainda na primeira infância, influenciado por seus pais. Conhecido e respeitado por seu estilo único e vasta experiência, Edson Guiu teve um encontro significativo com a cultura Hip Hop em Nova York em 1996, marcando o início de um período contínuo de estudo que perdura até os dias atuais. Ao longo dessa jornada, contou com a orientação de renomados mentores das primeiras, segundas e terceiras gerações da cultura hip hop e house dance, tais como Brian Green, Shotyme, Bravo, Conrad e Shan S. Atualmente, é um dos profissionais mais importantes no país e no mundo. ASSESSORA DE IMPRENSA - GABRIELE ABATTI - R E S P O N S Á V E L P E L O M A I L L I N G , S U G E S T Ã O, D E P A U T A S , E S C R I T A D E R E L E A S E S , A G E N T A M E N T O D E E N T R E V I S T A S EE S T R A T É G I A S E M N O V O S E V E N T O S. DIRETORA DE MARKTING - JULIANE RODRIGUES - Coordenadora de Projetos e Marketing Estratégico, apaixonada por tecnologia e inovação. Trabalha há 10 anos com comunicação e marketing. É coordendora de marketing estratégico para negócios, ajudando empresas a se posicionarem em busca de crescimento. Iniciou na comunicação através da fotografia, o que a direcionou para a Faculdade de Jornalismo, indo posteriormente para Publicidade e Propagand, Ielusc (2014). Hoje, sua especialização é voltada para Análise de Dados de mercado, Posicionamento digital e Branding. Social Media desde 2018, formada pela Plugcitário, quando a profissão ainda era totalmente nova no mercado. Tem mais onze especializações na área de comunicação, sendo duas internacionais, em Community Manager (Gerente de comunidades) pela Ana Marin - México, e de Storytelling - University of Chicago. DIRETORA DE PRODUÇÃO - ELIANE ROSSETO - Eliane Rossetto Lemos é formada e licenciada em Educação Física pela Universidade Paranaense – UNIPAR. concluído no ano de 2012. • Formada na área da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental. É diretora e coordenadora pedagógica de dança na Dunamis Escola de Dança e projetos da escola e afiliados trabalhando em coreografias, espetáculos, escolas de dança e grupos de dança em igrejas no Brasil. É bailarina e coreógrafa há mais de 18 anos, trabalhando em coreografias, espetáculos, escolas de dança e grupos de dança diversos. Produziu mais de 50 espetaculos ao longo de sua carreira, trabalhando como roteirista, coreógrafa, coordenadora de equipe e de palco. Tem no currículo a produção de mais de três espetáculos por ano com escolas de dança, associação de dança e festivais como: Joinville Dance hip hop festival, Espetáculo Sesc Palco Giratório, Dunamis Escola de dança, Mostra de inverno, projetos sociais e Leis de Incentivo à Cultura e da ANAÇA - Associação de Dança de Joinville. DIRETOR DE PALCO - JHON HELDER - Iniciou nas danças urbanas no ano de 2004 no grupo CR Crew de Joinville. Já fez cursos com diversos professores nesta área como: Henry Link, Edson Guiu, Henrique Bianchini, Marcelinho Back Spin, Eliseu Corrêa, Octávio Nassur, Ji Sambati, Felipe Ursão, Henrry Link (USA), Majid (FRA) entre outros. Como bailarino e coreógrafo participou de alguns festivais no Brasil, e representou seu país no Torneio Universal Dance em Córdoba na Argentina. Participa de batalhas e workshops de danças urbanas, onde obtém um bom resultado pra sua evolução. Foi professor em alguns projetos sociais no Rio de Janeiro e Santa Catarina dando aulas em escolas e ongs. Atualmente é Diretor e coreógrafo do grupo de dança A – Nimal.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.