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PRONAC 2414381Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

COLETIVO CARNAVALESCO TÁ PIRANDO, PIRADO, PIROU!

ASSOCIACAO DE AMIGOS DO CAIS - NUCLEO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL DO INSTITUTO PHILIPPE PINEL
Solicitado
R$ 577,6 mil
Aprovado
R$ 577,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término

Resumo

O projeto refere-se a realização de oficinas de Música e Artes Cênicase música que englobam fantasias, adereços, carros alegóricos, enredo e percussão, processo criativo que tem como resultado o Desfile anual do Bloco Ta Pirando, Pirado Pirou!

Objetivos

OBJETIVO GERAL O Projeto Tá Pirando, Pirado, Pirou, em 20 anos de atividade, desenvolveu uma metodologia traduzida em um ciclo de ações formativas e eventuais que culminam no desfile do bloco. Por meio de ações culturais, o objetivo geral é promover o debate sobre a luta Antimanicomial e a inclusão social da Pessoa com Deficiência (PCD), com o intuito de desconstruir representações estigmatizantes da loucura, ajudando a criar um novo imaginário social, no qual o louco é reconhecido como cidadão possuidor de direitos e como alguém capaz de criar e de contribuir para a construção de um mundo mais inclusivo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS -Realização de 3 oficinas de música e artes carnavalescas para usuários da rede de saúde mental no Hospital Psiquiátrico Philippe Pinel. (Produto Oficinas de Música e Oficinas de Artes Cênicas)Composição musical e registro fonográfico; Indumentária e cenografia; Percussão.-Apresentação musical do bloco na Praça da Cinelândia no Dia Nacional da Luta Antimanicomial, 18 de maio. (produto Desfile de carnaval ou festivos)-Produzir e executar o desfile carnavalesco do "Tá Pirando, Pirado, Pirou!", comemorando 20 anos do coletivo. (produto Desfile de carnaval ou festivos)

Justificativa

O Coletivo Carnavalesco Tá Pirando, Pirado, Pirou!" é um bloco formado por usuários e profissionais da rede pública de saúde mental do Rio de Janeiro, familiares dos usuários e simpatizantes da causa de uma sociedade sem manicômios. O nome do bloco foi sugerido por um cliente do Pinel, que argumentou: "Não vamos fazer carnaval só pra quem já pirou, e está aqui dentro do Pinel. Vamos pra rua brincar com quem ainda tá pirando... Tá Pirando, Pirado, Pirou! Tá todo mundo junto!". O Coletivo é fruto da percepção de que há afinidades entre a festa popular e democrática do carnaval de rua e o espírito da Reforma Psiquiátrica Brasileira, pautado pela lógica da integração social. A luta antimanicomial, que se esforça para reverter o processo secular de exclusão social dos diferentes e promover a cidadania do louco, encontra na folia de rua uma poderosa aliada, por se tratar de uma festa popular catalisadora de encontros sociais. Só criando redes podemos combater a exclusão. O trabalho de intervenção cultural realizado pelo Tá Pirando visa desconstruir representações estigmatizantes da loucura, ajudando a criar um novo imaginário social, no qual o louco é reconhecido como cidadão possuidor de direitos e como alguém capaz de criar e de contribuir para a construção de um mundo mais inclusivo, mais amoroso e mais plural. Por isso é simbolicamente significativo que o bloco desfile pela Avenida Pasteur, endereço do primeiro hospício da América Latina, fundado por D. Pedro II em 1852, local em que os loucos eram confinados no passado e que hoje é invadido no carnaval por uma louca alegria, a "prova dos nove", como dizia Oswald de Andrade. O Coletivo trabalha oferecendo oficinas que exploram as artes carnavalescas. Estas oficinas são focadas na criação de fantasias, adereços, sambas e batucadas, ocorrendo ao longo do ano que antecede o desfile e culminando na sua . Durante essas atividades criativas, proporcionamos um ambiente rico para convivência, compartilhamento de afetos, trocas de ideias e experimentações estéticas. O resultado final de todo esse processo é apresentado com orgulho no desfile do bloco, que percorre a Av. Pasteur até alcançar as areias da Praia Vermelha, na Urca. A apoteose acontece em frente ao Pão de Açúcar, onde o ilustrador oficial do bloco, que se trata no Centro de Atenção Psicossocial Franco Basaglia, enxergou as ancas de uma gigantesca passista. No desenho que estampa as camisas do bloco, o bondinho é um detalhe do biquini da passista. Ainda Oswald: "No Pão de Açúcar de cada dia, dai-nos, Senhor, a poesia de cada dia"! O bloco foi fundado no dia 16 de dezembro de 2004, no bojo do movimento de revitalização do carnaval de rua carioca no qual imprimiu sua marca. Prova disso foi o convite para integrar a principal liga de blocos de rua do Rio, a Sebastiana, que conta com blocos tradicionais como Suvaco do Cristo, Simpatia É Quase Amor e Monobloco. Dos 14 blocos da Sebastiana, o Tá Pirando é o único oriundo do campo da saúde mental. O coletivo acaba de comemorar 20 anos em 2024, contribuindo para o fortalecimento da rede de saúde mental e promovendo integração social por meio da cultura e do desenvolvimento artístico.

Especificação técnica

O projeto se organiza em em 2 produtos: Desfile do Bloco e a Oficinas e seus desdobramentos. PRODUTO 1 - Curso/Oficina/CapacitaçãoEixo I - Oficinas de artes carnavalescas: 1. Oficina de composição musical e registro fonográfico Metodologia: A oficina de composição e registro fonográfico se estrutura em dois eixos: Oficina livre de composição: Apresenta aos alunos fundamentos do samba, sua história, modalidades e influências. Estimula a criação livre de composições. Oficina de composição de samba enredo e registro fonográfico: Apoia a composição de sambas baseados no enredo escolhido, com gravação e mixagem das composições para o concurso de sambas. Duração: 9 meses Carga horária: 86 horas (2 horas semanais) Alunos: 15 Profissionais: 1 violonista, 1 assistente músico usuário da rede de saúde mental. Local: Centro de Atenção Psicossocial Franco Basaglia (Botafogo) 2. Oficina de artes plásticas Metodologia: A oficina de artes se estrutura em 2 eixos: Oficina livre de artes carnavalescas: Confecção de adereços carnavalescos variados, estimulando a criatividade dos alunos. Oficina de artes voltada para o enredo: Pesquisa e elaboração de croquis das fantasias, adereços e carro alegórico, baseados no enredo escolhido. Duração: 9 meses Carga horária: 86 horas (2 horas semanais) Alunos: 20 Profissionais: 1 formado em Belas Artes, 1 assistente artista usuário da rede de saúde mental Local: Instituto Municipal Philippe Pinel (Botafogo)A oficina de artes plásticas trabalha com os usuários em atividades que exploram a representação do enredo, oferecendo ferramentas para o desenvolvimento de capacidades e expressão de potenciais artísticos. Resultados dessa atividades podem ser exemplificados como, as ilustrações das camisetas do bloco assinadas pelo artista plástico Samy das Chagas, usuário do CAPS, assistente da oficina de artes e membro do projeto há muitos anos. 3. Oficina de percussão Metodologia: A oficina de percussão será ministrada por 1 musicista e percussionista profissional, com a assistência de 1 artista usuário da rede de saúde mental. Serão trabalhadas técnicas de percussão e a criação de ritmos carnavalescos. Duração: 9 meses Carga horária: 86 horas (2 horas semanais) Alunos: 20 Profissionais: 1 musicista e percussionista, 1 assistente artista usuário da rede de saúde mental Local: Instituto Municipal Philippe Pinel (Botafogo) PRODUTO 2 - DESFILE DO BLOCO NA AV. PASTEUR Escolha do enredo por meio de votaçãoRealização do desfile Data: Domingo que antecede ao carnaval Média de público: 8000 pessoas PÚBLICO E ABRANGÊNCIA O público prioritário são os usuários da rede mental de saúde pública. Como público geral, temos cerca de 6 mil pessoas no desfile e eventos. Indiretamente, estima-se impactar cerca de 6 mil pessoas através das redes sociais.

Acessibilidade

Curso/Oficina/Capacitação Acessibilidade física: Espaço de realização adaptado com rampasItem orçamentário: Não se aplica Acessibilidade de conteúdo: As atividades são desenvolvidas por arte educadores com trajetória de realizações junto aos grupos público alvo da ação e acompanhadas por profissionais da saúde mental, sendo o coordenador do projeto profissional deste campo que conjuga a vivência no campo da arte e cultura.A oficina conta com 1 assistente, sendo este participante de atividades do projeto em anos anteriores.Item orçamentário: Assistente Desfile de Carnaval ou FestivosTrata-se de desfile em logradouro público, mais especificamente na Avenida Pasteur, onde é realizado historicamente. Acessibilidade física: A Avenida Pasteur comporta adequadamente cadeiras de rodas no trajeto. O bloco reserva espaço à frente do carro alegórico para pessoas cadeirantes e com mobilidade reduzida. Estão previstos banheiros químicos para atendimentos a cadeirantes.Item orçamentário: Banheiro químico

Democratização do acesso

Curso/Oficina/CapacitaçãoO acesso às oficinas se dará de forma inteiramente gratuita, destinados aos usuários da rede pública de saúde mental, com expectativa de impactar diretamente 55 participantes. Desfile de Carnaval ou FestivosO tradicional desfile na Avenida Pasteur tem acesso público e gratuito com previsão de alcance médio de 6.000 pessoas. As atividades formativas contam também com um evento que celebra o Dia Nacional da Luta Antimanicomial em 18 de maio com uma roda de samba na Cinelândia, aberto ao público e contando com a participação dos usuários como músicos, acompanhados de outros profissionais. Este evento, oferecido gratuitamente e realizado em espaço público, prevê a participação de 200 pessoas. Em atendimento ao art. 30, o projeto prevê a adoção da seguinte medida de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO CAIS - AMOCAIS (PROPONENTE) ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO CAIS é uma associação civil fundada em 1997 com a finalidade de dar suporte ao Núcleo de Atenção Psicossocial do Instituto Philippe Pinel. Dentre seus projetos e iniciativas está o Tá Pirando, Pirado, Pirou! . Alexandre Wanderley, cofundador e coordenador do coletivo, desempenha a função de presidente da AMOCAIS. Ao longo dos seus quase 20 anos de existência, com 19 edições consolidadas do desfile, o coletivo conquistou quatro prêmios nacionais: “Cultura Viva” (2008), “Loucos pela Diversidade” (2009) e "Cultura Viva Sérgio Mamberti" (2023) – todos concedidos pelo MinC –, “Arte, Cultura e Renda” (2009), pelo Ministério da Saúde, além do “Diploma Heloneida Studart de Cultura” (2016), da ALERJ. Entre 2010 e 2012, o projeto foi apoiado pela Brazil Foundation. Desde 2014, integra a Rede Carioca de Pontos de Cultura. Em 2017, foi convidado a participar da Sessão Solene pelos 30 anos da Luta Antimanicomial promovida pela Câmara dos Deputados. Em 2021, apresentou o minicurso on-line "Carnaval e Luta Antimanicomial", com recursos da Lei Federal Aldir Blanc. Em 2022, com recursos do Edital Cultura do Carnaval Carioca (SMC), gravou o curta-metragem "Infinitos Carnavais". Em 2023, foi convidado a integrar a principal liga de blocos de rua do Rio, a Sebastiana. Em 2024, foi convidado pelo CCBB RJ a realizar palestra e pocket show no "Espaço Conceito". O histórico do bloco avaliza a experiência da equipe em realizar as ações previstas no presente projeto. ALEXANDRE RIBEIRO WANDERLEY (COORDENAÇÃO GERAL) Psicólogo e psicanalista (filiado ao Círculo de Psicanálise do Rio de Janeiro). Residência Integrada em Saúde Mental pelo convênio firmado entre o INSTITUTO PHILIPPE PINEL/MS e a ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA/FIOCRUZ/MS (1994-1996) e Residência em Saúde Mental pelo INSTITUTO MUNICIPAL PHILIPPE PINEL na área de reabilitação psicossocial (1996-1997). Possui mestrado em Saúde Coletiva (Ciências humanas e saúde) pelo INSTITUTO DE MEDICINA SOCIAL/UERJ (2000) e doutorado em Saúde Coletiva pelo IMS/UERJ (2012), ambos sob orientação de Jurandir Freire Costa. Realizou "séjour doctoral" (2010-2011) na SORBONNE (UNIVERSITÉ PARIS-DESCARTES - PARIS V, CENTRE DE RECHERCHE PSYCHOTROPES, SANTÉ MENTALE, SOCIÉTÉ), sob orientação de Alain Ehrenberg. É avaliador da PHYSIS, Revista de Saúde Coletiva do INSTITUTO DE MEDICINA SOCIAL/UERJ, em coedição com o CEPESC - Centro de Estudos e Pesquisa em Saúde Coletiva. Como psicólogo concursado da Secretaria de Estado de Saúde/RJ, atuou na experiência pioneira de implementação de enfermaria psiquiátrica em hospital geral, sob supervisão de Pedro Gabriel Delgado (Hospital Estadual Pedro II, em Santa Cruz) (1999-2001). Como psicólogo concursado da Secretaria Municipal de Saúde /RJ, atuou no PAM Ilha do Governador (1999-2000) e no Instituto Municipal Philippe Pinel (2000 a 2010). No Ministério da Saúde, exerceu a função de supervisor no Programa de Desospitalização de Pacientes de Longa Permanência, atuando na Clínica da Gávea (2005-2008). No IMPP, lotado no Núcleo de Atenção Psicossocial (Cais), foi cofundador do Coletivo Carnavalesco Tá Pirando, Pirado, Pirou!, exercendo a função de coordenador geral. RIZOMA CONSULTORIA E GESTÃO CULTURAL (COORDENAÇÃO DE PROJETO) A RIZOMA é uma consultoria em gestão, desenvolvimento institucional e políticas que tem como sócias Tatiana Richard e Deborah Balthazar, profissionais com atuação nos setores público e privado, agregando a empresa larga experiência na formulação de políticas públicas, políticas de fomento, parcerias estratégicas, gestão de programas e projetos, e desenvolvimento de pesquisas para os setores social e cultural. Entre 2021 e 2024 desenvolveu os setores de Cultura de instituições como o Istituto Europeo di Design e Timelinfy. Desenvolveu e implementou em parceria com o IED o projeto Habitar a História - Santa Cruz. Realizou consultorias para o desenvolvimento institucional do Museu Casa Scliar e a Casa de Cultura de Paraty, bem como realiza a Coordenação de Desenvolvimento Institucional do Museu do Pontal. OSWALDO LUIS FREITAS MAIA (COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA) Psicólogo, com formação e longa experiência de trabalho no campo da saúde mental. Em 1998 iniciou estágio no CAPS Pedro Pellegrino, Campo Grande. Pós-graduação em Psicanálise e Saúde Mental pela UFRJ em 2001. Mestrado em Pesquisa e Clínica Psicanalítica pela UERJ, concluído em 2003. Publicou o livro A Sublimação e a Direção do Tratamento Psicanalítico. Em 2003 iniciou Estágio Profissional no Instituto Municipal Phillippe Pinel, período em que participou do trabalho realizado pela musicoterapeuta Bianca Bruno, numa articulação entre a música e a psicanálise. Nesse período, participou da oficina de música no pátio do Pinel, que era coordenada pelo psicólogo Alexandre Wanderley, então lotado no Núcleo de Atenção Psicossocial do IMPP. Testemunhou o surgimento do bloco Tá Pirando, Pirado, Pirou! e passou a participar ativamente das atividades do coletivo desde os seus primeiros anos. Em 2010 foi contratado para trabalhar no primeiro CAPS III do Município do Rio de Janeiro, situado na favela da Rocinha. Foram 10 anos de trabalho no CAPS III Maria do Socorro. Ao longo desse período, em que desenvolveu formação musical na Escola Portátil de Música,implementou a atividade "Som Ambiente", com participação de usuários, trabalhadores e familiares atendidos pelo CAPS da Rocinha. É professor de cursos de graduação e pós-graduação, ministrando disciplinas no campo da Saúde Mental e Intervenção Cultural, além de oferecer supervisão de estágio na rede de Saúde Mental de Niterói. Em Niterói, desenvolveu trabalhos em parceria com Centro de Convivência Dona Ivone Lara e o Bloco Loucos pela Vida. No Tá Pirando, participou ativamente das atividades do ponto de cultura, especialmente as oficinas de composição musical, apoiando compositores usuários e trabalhadores que participaram de diversos concursos de samba enredo do Tá Pirando. Desde 2016 passou a integrar o conselho de coordenadores do bloco. IURI BITTAR (ARTE EDUCADOR: OFICINA DE COMPOSIÇÃO E REGISTRO FONOGRÁFICO) Iuri Bittar é violonista, compositor, produtor musical e professor. Natural da cidade de Franca, interior de SP, Iuri há 20 anos se dedica ao violão, especialmente ao choro e ao samba. Há mais de 10 anos integra o corpo docente da Escola Portátil de Música e do Instituto Casa do Choro, referências internacionais no ensino e pesquisa da música através da linguagem do choro. Já atuou como professor de violão em importantes festivais de música, como o 40º Festival de Música de Londrina e o 1º Festival de Choro de Niterói, além de países como Itália, Espanha e Estados Unidos, onde foi professor e artista convidado do Chorocamp New England 2023. Como pesquisador acadêmico, sua pioneira tese de Mestrado sobre o violonista Jayme Florence – o Meira, se tornou referência no estudo histórico e musicológico do violão brasileiro. Em seus 20 anos de carreira como violonista Iuri participou de diversos grupos de choro e samba, com os quais dividiu o palco com relevantes nomes da música brasileira, como Paulinho da Viola, Paulo César Pinheiro, Luciana Rabello, Áurea Martins, Monarco, Nelson Sargento, Pedro Amorim, João Camarero, entre outros. Seu trabalho mais recente foi o elogiado álbum "Alma Brasileira" lançado pela gravadora Biscoito Fino e que traz arranjos inéditos para obras de Ernesto Nazareth e Radamés Gnattali. Com esse trabalho, Iuri Bittar percorreu importantes palcos do Rio de Janeiro, além de Itália, Portugal e Espanha. Em 2023, Iuri Bittar realizou performances nos EUA, Chile, França e Itália, onde foi convidado pela Embaixada do Brasil em Roma para lançar seu álbum solo e ministrar um workshop de violão brasileiro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro