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Realização de uma exposição individual de Adriana Varejão à partir da nova série que a artista brasileira está desenvolvendo. Inspirada na fauna e flora da região amazônica, a série inclui imagens da rica diversidade deste bioma como sapos-flecha, a semente do guaraná,o pássaro urutau, botos rosas, serpentes e a mucura. Com curadoria de Guillaume Kientz, a exposição será realizada em uma instituição de renome, em Paris, França, pelo período de três meses, em 2025, no ensejo do ano do Brasil na França.
Classificação indicativa livre
O projeto tem como objetivo realizar uma exposição individual de Adriana Varejão em Paris, França, com curadoria de Guillaume Kientz. Vinte anos após sua vivência com os Yanomamis, Varejão revisita a cosmologia desse povo, que intercambia humanos e não humanos em uma relação de conhecimento e intimidade com a floresta. Para a mostra em Paris, a artista apresentará cinco obras com grandes dimensões em formato de prato, com diâmetros entre 150 e 180 cm. Esses "pratos" barrocos, que carregam grande diversidade e riqueza imagética, serão exibidos sobre suportes autoportantes, permitindo ao público a liberdade de circulá-los e apreciá-los de todos os ângulos. Os versos das obras serão pintados com inspiração em cerâmicas de diversas origens culturais, incluindo padronagens Marajoara, Iznik e chinesa. Cada peça também incorpora elementos tridimensionais, como mariposas e guaranás, ampliando a experiência sensorial. Esta série teve seu início com a obra Mucura, criada especialmente para a I Bienal das Amazônias, em 2023. Nessa obra, Varejão mesclou a imagem de seu corpo grávido com a cabeça de uma mucura, um gambá amazônico, explorando a íntima relação entre suas águas internas e externas, símbolos da fertilidade e dos mistérios da mata. Para além disso, o projeto objetiva: - contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Objetivos específicos: 1) Realizar uma exposição de artes visuais com duração de três meses, em uma instituição de renome, em Paris, França. Previsão de 15.000 visitantes.
A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parcerias na iniciativa privada para valorizar a arte brasileira no exterior. Esta exposição será realizada em Paris, França, aproveitando o ensejo do ano do Brasil na França e da França no Brasil. Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que oferece uma exposição de artes com uma das maiores artistas brasileiras da atualidade. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, através da seleção de uma artista, curadoria e profissionais culturais brasileiros para comporem a equipe do projeto, mesmo que a expoisição aconteça em Paris. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, uma vez que trata-se de um projeto de cunho artístico e cultural, através de uma exposição que valoriza a arte e cultura brasileira. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, através de uma mostra que além de exibir obras de uma artista nacional, irá valorizar o patrimônio histórico material brasileiro. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, uma vez que o projeto porpõe uma mostra de uma grande artista brasileira no exterior. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, uma vez que se trata de uma mostra de arte com uma artista nacional em uma instituição de renome no exterior. IX - priorizar o produto cultural originário do País, uma vez que Adriana Varejão e boa parte da equipe do projeto são brasileiros, além da temática da mostra. Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposição de artes. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. O projeto se justifica ainda, por realizar uma exposição de artes visuais que foca nos seguintes aspectos: - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que busca popularizar a cultura e retirá-la dos circuitos fechados de públicos; - Permitir o contato próximo entre público e obras; - Auxiliar na formação de plateia e público em geral, que terá a oportunidade de entrar em contato com criações brasileiras. - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Considerando as características apresentadas para a realização desta exposição de artes, é possível verificar a imensa capacidade que esta possui para a difusão da arte brasileira no local de sua realização, mais do que isso a exposição vislumbra uma aproximação da arte com o público.
Pelo sistema, não conseguimos incluir Paris como local de realização uma vez que não abria a opção de inclusão do orçamento. Desta maneira, colocamos o local de realização na cidade de São Paulo, que é a sede da empresa proponente, mas a exposição será realizada em Paris, França.
não se aplica
Em atendimento ao Art. 27 da Instrução Normativa nº 11 de 30/01/2024, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, as seguintes ações serão adotadas para acessibilidade: PRODUTO: EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local de realização terá estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Audioguia com roteiro de visitação à exposição, voltado para todos os públicos, em especial aos deficientes visuais, disponibilizado em QR Code - Acessibilidade de algumas das obras através de audiodescrição, disponibilizadas em QR Code. - Leitura dos textos de parede, disponibilizados em QR Code. - Desenvolvimento e produção de objeto(s) tátil(eis) para promover o acesso às pessoas com deficiência visual, a ser(em) utilizado(s) em grupos de atendimentos exclusivos à públicos com necessidades especiais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - As obras da exposição não possuem áudio, portanto são acessíveis a pessoas com deficiência auditiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: equipe treinada para auxiliar esse público.
Em atendimento aos Artigos 29, 30 e 31 da Instrução Normativa nº 11 de 30/01/2024, todos os ingressos da exposição serão para distribuição gratuita. Em complemento, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme estipulado no Art. 30. : IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.
Beto Amaral (Cisma Produções)- direção geral Beto Amaral produziu, entre outros projetos, Insolação (Felipe Hirsch e Daniela Thomas, 2009) que teve sua estreia mundial no Festival de Veneza 2009. Foi corroteirista e produziu Vazante (Daniela Thomas, 2018), que abriu a Mostra Panorama do Festival de Berlin 2017. Colaborou no roteiro e produziu o filme O Banquete (Daniela Thomas, 2018). Produziu o DOC Partida (Caco Ciocler, 2020) que teve sua estreia internacional no Festival de Málaga onde recebeu prêmio de Melhor Documentário. Dirigiu o longa documentário Para onde voam as feiticeiras junto com Eliane Caffé e Carla Caffé, produzido pela Aurora Filmes. Selecionado no Rencontres Cinelatino Toulouse, estreou em circuito comercial em agosto de 2023. Beto dirigiu junto com Sandra Corveloni e Daniela Thomas o documentário Diamantes, ainda em planejamento para distribuição comercial, que será realizada no Brasil pela Descoloniza Filmes. Julia Borges Araña - produção executiva Julia Borges Araña é curadora, pesquisadora e produtora especializada em projetos de arte contemporânea, novas mídias e cultura pós-internet. É diretora da produtora cultural Phi Projetos e do Instituto URBE. Organizou e produziu diversos projetos culturais de amplitude internacional, com destaque para as exposições: Smart Lights - Luzes Inteligentes (Farol Santander São Paulo, 2024 e Porto Alegre, 2023), Movimentos Convexos (CCBB São Paulo, 2023), Banksy (Shopping Village Mall e Shopping Eldorado, 2023), Frida Kahlo (Shopping Eldorado, 2023), Tina Turner (Museu da Imagem e do Som, 2023), Joan Jonas – Cinco Décadas (Pinacoteca, 2020), Björk Digital (CCBB Brasília, CCBB RJ, CCBB Belo Horizonte, 2019/ 2020), Chantal Akerman - Tempo Expandido (Oi Futuro/ 2018-2019), URBE – Mostra de Arte Pública (2016 e 2018), Perfume de Sonho, exposição individual de Sebastião Salgado (Instituto Tomie Ohtake/ 2016), Eija‐Liisa Ahtila ‐ Sobre assuntos desconhecidos, natureza dos milagres e possibilidades da percepção, exposição com curadoria de Catherine de Zegher (Oi Futuro Flamengo/ 2015), Memórias da Obsolecência – com obras de videoarte da coleção de Ella Fontanals Cisneros (Paço das Artes/ 2014), Retumbante Natureza Humanizada, com fotografias de Luiz Braga e curadoria de Diógenes Moura (Sesc Pinheiros – 2014), Rumos Legado, curadoria de Aracy Amaral, Paulo Myiada e Regina Silveira (Itaú Cultural – 2014), Expoprojeção 1973‐2013, curadoria de Aracy Amaral e Roberto Cruz (Sesc Pinheiros ‐ 2013), Bom Retiro e Luz – Um Roteiro, curadoria de Diógenes Moura e Benjamin Seroussi (Sesc Bom Retiro, Pinacoteca e Parque da Luz – 2013), Stanley Kubrick, em parceria com o Deutsches Filmmuseum (MIS ‐ 2013), STILL EM MOVIMENTO: Lição de pintura, curadoria de Berta Sichel (Paço das Artes – 2013), Piotr Kunce (MIS ‐ 2012), Game On, em parceria com o Barbican Center, de Londres (MIS ‐ 2012), VALIE EXPORT: CORPO = LINGUAGEM, curadoria de Berta Sichel (Centro de Arte Contemporânea e Fotografia ‐ 2011), Cinema Sim – Narrativas e Projeções (Itaú Cultural ‐ 2008), Ocupação Rogério Sganzerla (Itaú Cultural – 2010). De 2013 a 2019 foi responsável na América Latina pela The Wrong Digital Art Biennale. De 2004 a 2012 trabalhou na equipe de produção e curadoria do Itaú Cultural e do Museu da Imagem e do Som‐SP. Possui MBA em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão, pela Fundação Getúlio Vargas e é graduada em Comunicação Social - Cinema pela FAAP. Bernardo Bath - coordenação de produção Trabalha em produção de audiovisual desde 2008. Atuou na equipe de produção em diversos projetos entre eles; “A Festa da Menina da Morta” estreou na mostra Un Certain Regard, "Feliz Natal", "Billi Pig", "Amazônia" e “O Palhaço”, “Elena”; “Onde Quer Que Você Esteja” e “Coração das Trevas”. Com a Cisma Produções, produziu em 2018 o curta metragem “De Volta” dirigido por Daniela Thomas e o lançamento do longa metragem “O Banquete”. Em 2019 produziu PARTIDA dirigido por Caco Ciocler, premiado em 2020 como melhor documentário no Festival de Málaga e melhor filme no festival PORTO / POST / DOC. Em 2021 produziu o curta e série documentário "Origens do ECA" dirigidos por Marco Maida e Edson Cabral. Em 2022 e 2023 produziu o documentário "Diamantes" dirigido por Sandra Corveloni, Daniela Thomas e Beto Amaral, com lançamento previsto para 2024. Em 2023 produziu junto com a Descoloniza Filmes, o lançamento do documentário "Para onde voam feiticeiras" dirigido por Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral. Adriana Varejão - artista A obra de Adriana Varejão é abertamente política e propõe constantemente um diálogo com a história colonial e pós-colonial do Brasil. Suas exposições individuais recentes incluem Adriana Varejão: Suturas, fissuras, ruínas, Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil (2022); Talavera, Gagosian, Nova York, USA (2021); Por uma retórica canibal, MAM – Museu de Arte Moderna de Salvador, Salvador; MAMAM — Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife, Brasil (2019); Otros Cuerpos Detrás, Museo Tamayo, Cidade do Mexico, Mexico (2018) e Paula Rego e Adriana Varejão, Carpintaria, Rio de Janeiro, Brasil (2017). Participou também das exposições coletivas Histórias Brasileiras, MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo, Brasil (2022); Brasilidade Pós-Modernismo, CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro; São Paulo; Brasília; Belo Horizonte, Brasil (2021) Bustes de Femmes: Paris 10th Anniversary Exhibition, Gagosian, Paris, França (2020); Interiorities, Haus Der Kunst, Munich, Germany (2019) e Nous les Arbres, Fondation Cartier pour l’art Contemporain, Paris, França (2019). Varejão tem trabalhos nas coleções Berardo, Museu de Arte Moderna de Sintra, Portugal; Dallas Museum of Art, Texas, Estados Unidos; Fondation Cartier Pour l’Art Contemporain, Paris, França; Fundação Serralves, Porto, Portugal; Hara Museum, Tóquio, Japão; Instituto Inhotim, Minas Gerais, Brasil, MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil; MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil; MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo, Brasil; Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil; Solomon R. Guggenheim Museum, New York, Estados Unidos; Stedelijk Museum, Amsterdam, Holanda; Tate Modern, Londres, Reino Unido; The Metropolitan Museum of Art, Nova York, Estados Unidos e The Museum of Contemporary Art, San Diego, Estados Unidos. Guillaume Kientz - curador Guillaume Kientz é um historiador de arte e curador francês, especialista em arte europeia do século XVII, com destaque para o barroco espanhol e holandês. Formado em História da Arte pela École du Louvre, trabalhou como curador no Museu do Louvre de 2008 a 2018, onde liderou o departamento de arte espanhola e portuguesa. Durante seu tempo no Louvre, ele organizou exposições de grande impacto, como a retrospectiva de Diego Velázquez, que se tornou uma das mais completas já dedicadas ao artista espanhol. Em 2018, Kientz mudou-se para os Estados Unidos e assumiu o cargo de curador no Kimbell Art Museum, no Texas. Lá, ele foi responsável por exposições notáveis, incluindo "Murillo: From Heaven to Earth", que trouxe uma nova perspectiva sobre o pintor Bartolomé Esteban Murillo e seu olhar sobre o cotidiano da época. Desde 2021, Kientz atua como diretor e CEO do Hispanic Society Museum & Library, em Nova York, onde trabalha para revitalizar a instituição e ampliar sua programação, focando na diversidade da arte hispânica e ibero-americana. Sua trajetória é marcada pela valorização e pelo aprofundamento das tradições artísticas ibéricas e europeias, além de uma abordagem inovadora que conecta o passado à relevância cultural contemporânea.
PROJETO ARQUIVADO.