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Urbolab é um chamado para debater o futuro das cidades a partir de perspectivas inovativas e sustentáveis. Sob a perspectiva de futuro ancestral, o projeto volta-se à floresta para pensar as cidades e suas soluções. Ao longo de um mês ocupam-se as ruas e rios de Manaus com uma exposição interativa ligada às artes digitais, projeções e videomapping. Através de chamada aberta, Urbolab seleciona vinte artistas visuais para compor a curadoria da exposição de trabalhos de videoarte inéditos, focada em pensar o futuro das cidades sob a perspectiva do clima e da sustentabilidade. O projeto também apresenta laboratórios, oficinas e debates sobre o futuro das cidades em um ciclo formativo ligado ao tema, e propõe apresentações de música regional em sua programação.
A seguir apresentamos as sinopses de cada uma das ações apresentadas pelo Urbolab: Exposição “Urbolab” A exposição “Urbolab” retrata os futuros possíveis das cidades e tem curadoria realizada a partir de chamada pública aberta em meio digital, que selecionará obras inéditas de 20 artistas visuais, sendo 10 amazônidas, a serem expostas no meio urbano na cidade de Manaus. Ao longo de um mês, a cada final de semana, um novo local público da cidade é palco para as apresentações dos trabalhos, que têm foco em video-arte, videomapping e instalações projetadas em prédios públicos, adros de igrejas e leitos de rios da cidade. Gratuito. Público esperado: 30 mil pessoas Classificação indicativa: Livre Oficinas e Laboratórios O ciclo formativo de Urbolab tem como objetivo oferecer formação gratuita sobre temáticas congêneres às trazidas pela exposição. Serão quatro oficinas ligadas a arte e tecnologia, além de dois laboratórios de soluções para as cidades do amanhã. As oficinas têm 4 horas de duração, atendendo 30 participantes em cada, e os laboratórios duram, cada um, 20 horas/aula, também com 30 participantes. Gratuito. Público esperado: 240 pessoas Classificação indicativa: 14 anos Palestras Urbolab realizará três tardes de programação com ingressos pagos, apresentando 15 palestras com grandes nomes da tecnologia, inovação, futurologia, sustentabilidade, cultura ancestral e representantes de áreas congêneres ao debate sobre o futuro das cidades. Cada debate tem uma hora de duração. Programação paga Público esperado: 4500 pessoas (1500 por dia) Classificação indicativa: 12 anos Apresentações de música regional Após as palestras, a cada uma das três noites de programação paga, serão apresentados três shows de música regional, totalizando nove apresentações conectadas ao tema e à realidade cultural do estado do Amazonas. Programação paga Público esperado: 15000 pessoas (5000 por dia) Classificação indicativa: 16 anos
No Objetivo Geral deve-se descrever, resumidamente, qual o principal resultado que o projeto pretende alcançar, qual a sua finalidade. Pergunta-chave: PARA QUÊ? O projeto pretende ampliar o debate e visão global sobre tecnologia, sustentabilidade e clima, repensando o futuro das cidades a partir da reunião de 20 artistas visuais selecionados por convocatória que comporão exposição com obras inéditas de videoarte e videomapping, apresentadas gratuitamente nos adros, praças e rios da capital do Amazonas ao longo de um mês. Território fundamental para o futuro socioambiental global, Manaus torna-se cenário de um debate, também global, sobre como se dará a necessária transformação das cidades do futuro sob uma perspectiva sustentável. Objetivo específico Nos Objetivos específicos deve-se citar todas as ações que serão realizadas no projeto, ou seja, quais os produtos específicos que serão oferecidos à população. Os objetivos específicos devem ser mensuráveis e devidamente comprovados na prestação de contas. Pergunta-chave: QUAIS? QUANTOS? Realizar ciclo formativo gratuito complementar à exposição, composto por quatro workshops em arte e tecnologia que contemplam atividades sobre: (1) inteligência artificial, (2) realidade aumentada, (3) desenvolvimento de jogos/apps e (4) tecnologias ancestrais; e dois laboratórios de soluções para as cidades do amanhã, com atividades expositivas e práticas em temas como mobilidade urbana, moradia e sustentabilidade. Realizar ciclo com 15 palestras em três dias de programação paga, com grandes nomes do pensamento sobre futurologia, sustentabilidade, cultura ancestral, tecnologia e outros temas que atravessam as motivações de Urbolab, atraindo olhares do Brasil e do mundo para o debate sobre o futuro das cidades. Realizar nove apresentações pagas de música regional, em programação que conecta talentos de toda a Amazônia a importantes vozes da cultura brasileira. Realizar a compensação de carbono produzido durante o evento, visando dirimir o impacto ambiental causado pela iniciativa, corroborando à missão de Urbolab.
Urbolab se vale das artes visuais para construir novas possibilidades de futuro para as cidades globais. O objeto principal do projeto e seu ciclo formativo serão oferecidos gratuitamente à população de Manaus e demais interessados no projeto em todo o país, cumprindo a primeira finalidade do Art. 1º da Lei 8313/91, de "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O projeto "promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" e "salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira". Estas finalidades da Lei Federal de Incentivo à Cultura podem ser vistas na curadoria de artistas da exposição, em que ao menos metade serão obrigatoriamente amazônidas, nas apresentações de música regional, que unem expoentes da cultura popular do Norte a grandes vozes da cultura nacional e "priorizam o produto cultural originário do País". A valorização dos recursos humanos locais também está presente na montagem da equipe de produção e no foco do ciclo formativo oferecido gratuitamente, que contribui para a profissionalização do arranjo criativo da cultura digital no Amazonas e, consequentemente, na região Norte. Ao convocar lideranças globais e nacionais sobre assuntos congêneres ao tema do projeto para palestras sobre o futuro das cidades e a, consequentemente, colocá-los em contato com a produção criativa local, o projeto "estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". Cumprindo os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, em seu ciclo formativo, os workshops e laboratórios do projeto "incentivam a formação artística e cultural" no aspecto da "instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos". No que diz respeito aos objetivos de "fomento à produção cultural e artística", o projeto se enquadra duplamente na alínea de "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore", ao ter como objeto principal uma exposição de artes visuais e um dos objetos secundários as apresentações de música regional. Além de dispor de ações gratuitamente oferecidas, o projeto se enquadra no objetivo de "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais", garante acesso às atividades pagas por meio da "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos" para escolas públicas, rede pública de saúde e coletivos culturais independentes. Conforme apresentado anteriormente, Urbolab está de acordo com os objetivos da Lei 8313/91. A necessidade de injeção de recursos incentivados em um projeto de cunho sustentável como este torna-se um dos poucos, senão único, meio possível de realizá-lo. Embora muitas empresas incentivadoras ainda pratiquem uma antiga mentalidade em relação a práticas de reposicionamento ambiental, há uma gama de empresas interessadas em projetos de cunho cultural-ambiental, com financiamento de projetos culturais ligados a sustentabilidade e impacto ambiental sempre atrelados à Lei Federal de Incentivo à Cultura. Às incentivadoras que compreendem a importância de prestar contas à sociedade sobre quais impactos querem deixar às futuras gerações, Urbolab se apresenta como projeto de ampla pertinência.
POR QUE PENSAR O FUTURO DAS CIDADES? As cidades modernas são símbolos do fracasso dos sistemas de exploração massiva da terra e da força de trabalho. Seus super povoamentos, desigualdades nos direitos e acessos, e consecutivas crises advindas do descuidado e apressado impacto ambiental imposto em nome do progresso, comprovam. Quanto maior, mais frágil. Vivemos um momento em que de um lado se apresenta a tecnologia como grande força motriz para o tal projeto de desenvolvimento, e do outro se coloca o debate ambiental, impondo a cada dia sua urgência não mais anunciada, e sim presente. Para garantir a permanência da espécie, as cidades da forma como se apresentam precisam ser refundadas sob uma lógica ancestral, em que as práticas sustentáveis sejam retomadas nos hábitos individuais e coletivos, comunitários ou corporativos. Não estamos falando em reinvenções ou descobertas de soluções, e sim numa retomada das formas de permanecer no mundo como faziam os nossos antigos, respeitando a terra e dela cuidando. Nesta perspectiva, a tecnologia e outras fontes de indagações que permeiam a contemporaneidade também podem ser compreendidas como ferramentas para projetar um futuro sustentável para as gigantescas populações do planeta. Urbolab se coloca como um projeto no meio do caminho entre a cidade e a floresta, que busca nas artes visuais e no exercício do pensamento e formação, diálogos e ideias para conformar novas mentalidades acerca dos impactos ambientais causados pelas conglomerações urbanas. POR QUE NA AMAZÔNIA? O passado e o futuro das cidades está na floresta. É na sabedoria ancestral que se basearão as soluções para as crises ecológicas anunciadas há anos por especialistas. E nada melhor do que valorizar um dos mais importantes biomas do planeta como cenário para esta exposição e as atividades que se desenvolvem a partir dela. Urbolab escolhe estar à beira do Rio Amazonas e, consequentemente, valorizar as narrativas que unem aspectos urbanos e rurais específicas da região, para puxar um debate de importância global e grande atração midiática. As soluções para as cidades modernas não sairão delas mesmas, e sim de um reencontro com suas origens: na memória de seus primeiros rios aterrados, de suas montanhas recortadas ou preenchidas com alvenaria e favelizadas. Estas soluções não podem ser forjadas a partir do repertório urbano que acelera o crescimento, e sim das práticas de valorização de todas as espécies de vida. Por isso os olhares do mundo se voltam à Amazônia durante a realização de Urbolab. Dada a distância política e cultural do Norte do país em relação ao restante do Brasil, estrategicamente o projeto convida lideranças nacionais e globais para falar sobre uma revolução urgente da vida urbana na capital do maior Estado da Amazônia e do país. Manaus é a segunda cidade com mais favelas no Brasil e seus traços de desigualdade escancaram a necessidade de uma atividade como esta, que relembre a população de forma geral da importância global do território a que pertencem. SUSTENTABILIDADE Urbolab desenvolve seu plano de sustentabilidade propondo práticas integradas que consideram, para além dos impactos ambientais gerados pela aglomeração de quase 50 mil pessoas, aspectos socioeconômicos, de mobilidade, questões de consumo e classe social do público. Como medida essencial, Urbolab não produz nenhum tipo de material gráfico impresso em seu plano de comunicação. Sua produção cenográfica será feita a partir de materiais reciclados será contratada cooperativa de coleta seletiva do lixo produzido em todas as ações de aglomeração de público, com o manejo, pesagem e destinação corretas, e geração de relatório de impacto da edição pela cooperativa. Nestas ações de reunião ampla de público, como na exposição ou nas apresentações musicais, o projeto não disporá de utensílios descartáveis, priorizando ecocopos e embalagens recicláveis, além de oferecer pontos de hidratação com água potável gratuita. Urbolab também será um evento Carbono Zero, realizando a medição da emissão de carbono e sua posterior compensação. O projeto também desenvolve campanhas de arrecadação de lixo eletrônico, de consumo consciente e de práticas de reciclagem que estimulem, também virtualmente, uma nova práxis urbana em relação à terra e ao território. DIVERSIDADE Urbolab tem a paridade de gênero como diretriz para a composição de toda sua programação e equipe. Entre os artistas a serem selecionados para a exposição, bem como entre oficineiros, palestrantes e músicos, ao menos 50% das vagas serão preenchidas por mulheres. Na equipe, a predominância de mulheres nos cargos de coordenação e produção somam 75% de mulheres. Narrativas LGBTQIA+, de pessoas pretas e indígenas e de profissionais com deficiência também nortearão a curadoria, que vislumbra o acolhimento das diferenças simbólicas e identitárias como uma estratégia de reconstrução das cidades atuais. PERFIL DE PÚBLICO A exposição e os demais desdobramentos do projeto são voltados para público de 18 a 69 anos, homens e mulheres das classes A, B, C e D da cidade de Manaus. Além de interessados nos temas e artistas selecionados, a exposição atrai a comunidade acadêmica e de ensino técnico, professores e estudantes da rede pública de ensino. COMUNICAÇÃO O plano de comunicação de Urbolab é inteiramente digital e investe em contratação de agência de comunicação responsável por coordenar os seguintes serviços: criação de identidade visual, assessoria de imprensa nacional e internacional, gestão de redes sociais, impulsionamentos, contratação de mídia em TV, rádio e web, mobiliário urbano, cobertura das ações em foto e vídeo, criação de ecocopos, desenvolvimento de website, gestão de newsletters, contratação de influenciadores e publi-posts em canais de relevância na web, com alcance nacional.
projeto pedagógico. Urbolab é uma exposição de artes visuais apresentada em meio urbano, com público esperado de 30 mil pessoas, que dispõe, também, de ciclo formativo, ciclo de palestras e apresentações de música regional, atendendo a 240, 4500 e 15000 pessoas, respectivamente. Ao todo o projeto chega a 50 mil pessoas em modo presencial. As obras serão expostas em meios de projeção de conteúdo digital e as atividades formativas e apresentações musicais disporão de estruturas que atendam a tais demandas.
Urbolab é pensado sob a perspectiva de garantir acessibilidade total e irrestrita a todas as suas ações. A seguir apresentamos as medidas a serem realizadas pelo projeto: Contratação de profissionais com deficiência para atuar em coordenações e produção do projeto; Criação de um plano de atendimento a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, executado pelo receptivo da exposição, do ciclo formativo, das palestras e das apresentações de música regional; Equipe de atendimento composta por profissionais com deficiência para compreender e auxiliar o público PCD;Todas as ações do projeto serão realizadas em locais com acessibilidade física garantida. Em atividades realizadas nas ruas e a beira-rio, serão providas estruturas que garantam a ampla passagem de pessoas com mobilidade reduzida, além de áreas e estacionamentos exclusivos para PCDs;Banheiros acessíveis em todas as áreas e etapas do evento;Serão contratados intérpretes de libras para todas as atividades públicas que demandam tradução simultânea (obras em exposição com narração, palestras e apresentações musicais); Website do projeto disporá de ferramenta de acessibilidade; Vídeos promocionais legendados para o português em closed-captions; Legendas de conteúdos e posts com descritivo de imagem e outras informações #PraTodosVerem;Disponibilização de serviços de audiodescrição e aluguel de equipamentos para acessibilidade das obras expostas em áudio; Disponibilização de protetores auriculares e espaço de descompressão para pessoas neuroatípicas no caso de atividades em alto volume, como apresentações musicais e obras sonorizadas em exposição;Disponibilização de kits de autocateterismo para pessoas ostomizadas, com área confortável para realização do procedimento de troca.
A exposição Urbolab e suas ações de desdobramento são pensadas de modo a democratizar o debate sobre o futuro das cidades no Norte do país. Embora seja o território de onde possivelmente sairão as soluções para os super povoamentos urbanos, em completo declínio do ponto de vista ambiental, a Amazônia é frequentemente deixada de lado quando o assunto é investimento de recursos em cultura. Não só os talentos dos estados da Amazônia legal veem-se sem perspectivas de financiamento cultural, como a população em geral carece de eventos de artes visuais e da ordem do pensamento, sobretudo da proporção de Urbolab. Desta forma, acreditamos que a primeira estratégia de democratização de acesso do projeto é de fato ele acontecer em toda sua dimensão no coração da Amazônia Legal. Sua etapa principal, a exposição de 20 artistas, sendo 10 amazônidas, nos adros, fachadas e leito de rios da capital amazonense, é inteiramente gratuita e acontece em espaços públicos da cidade. Estas exibições pretendem juntar ao menos 30 mil pessoas ao longo de um mês. O ciclo formativo do projeto, composto por oficinas e laboratórios de soluções para o futuro das cidades, também é oferecido gratuitamente e atende a aproximadamente 240 pessoas, com inscrições prévias e reservas de vagas para pessoas pretas, indígenas, LGBTQIAPN+ e PCD. Para além, a participação de agentes criativos periféricos nestas atividades será estimulada por articulação direta do projeto junto a entidades e grupos culturais atuantes em comunidades. Para as palestras e shows de música regional apresentados, serão cobrados valores de ingressos dentro dos limites da Lei 8313/91, sob a necessidade de complementar o custeio de cachês de artistas e palestrantes a se apresentarem nas atividades. Serão apenas três dias de programação paga, frente a outros 27 dias de programação gratuita oferecida. Todas as garantias de meia-entrada e gratuidade regidas por lei serão praticadas e o projeto também disporá de 10% dos ingressos distribuídos de forma gratuita para oferecer a professores, escolas e lideranças periféricas da cidade de Manaus.
em 2011 no DF e atuante em todo o território nacional, especializada na criação de projetos criativos e no atendimento de comunicação para festivais e grandes eventos. A agência atende importantes contas de comunicação e produção de conteúdos audiovisuais, como o Cine Brasília, o Clube do Choro de Brasília, a Semana de Inovação da Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. No campo da produção, desenvolve projetos desde 2015, realizando inúmeros shows e festivais, tendo como carro chefe o Favela Sounds, criado pelos gestores da agência em 2016, que tornou-se plataforma ligada ao empreendedorismo criativo, audiovisual e pesquisa, para além da música. Inúmeros outros projetos criativos e de impacto social fazem parte da lista de realizações da Um Nome, a maioria deles ligados ao desenvolvimento humano e à sustentabilidade. Em Urbolab, além da idealização do projeto, a agência Um Nome assina a estratégia de branding, comunicação e a gestão executiva/administrativa-financeira do projeto. A seguir apresentamos breves currículos das principais empresas e profissionais envolvidos no projeto: GUILHERME TAVARES Produtor cultural e profissional de comunicação desde 2009. Coordenador de comunicação de importantes festivais brasilienses, tais como Cena Contemporânea, Brasília Outros 50, Festival Internacional de Artes de Brasília, Festival Brasileiro de Teatro de Terreiro, Festival Samba Brasília, Projeto Na Praia e Festival Latino-Americano e Africano de Arte e Cultura, o profissional já atuou em produção e comunicação de outros eventos, como a Bienal Brasil do Livro e da Leitura e o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Guilherme Tavares costuma prestar serviços de assessoria de imprensa e gestão de carreira para artistas, músicos e grupos teatrais de todo o Brasil, tanto em suas temporadas em terras brasilienses quanto nos caminhos que transcendem a cidade. Foi responsável pela programação e comunicação do Espaço Cena, espaço cultural independente de Brasília, nos anos de 2012 e 2013, e atua desde 2011 como coordenador de comunicação do Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro de Brasília, evento do qual é curador musical e produtor executivo desde 2015. Em sua primeira investida em produção cultural, em 2010, foi responsável por reunir parte da banda Novos Baianos em Brasília, quase 30 anos depois de seu término. No campo do conhecimento, foi produtor executivo dos seguintes eventos: Seminário Internacional 100 anos de McLuhan e a Conferência Brasileira de Mídia Cidadã. O profissional assina, há dois anos, a coluna de entretenimento e cultura GPS|Noite por Guilherme Tavares, da revista GPS|Brasília. AMANDA BITTAR Assessora de Comunicação dedicada ao mercado cultural. Sócia-diretora e administrativo-financeira da Um Nome Comunicação. Desde 2011, atua como jornalista, assessora de imprensa e gestora de mídias sociais, com trabalhos nas áreas de planejamento estratégico, gestão de crise, comunicação institucional e comunicação integrada. Atuação em conjunto com empresas produtoras de Brasília em shows, espetáculos teatrais e de dança, eventos literários e festivais, tais como o Festival Latino Americano e Africano de Arte e Cultura - FLAAC 2012, Bienal Brasil do Livro e da Leitura, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Festival Samba Brasília e Festival Vila Brasil. Atuação em eventos nacionais e internacionais, como as apresentação de Elton John (2013) e David Guetta (2015) em Brasília. Trabalha também a gestão de comunicação de eventos privados e presta assessoria de imprensa a grupos de música e artistas, além de possuir experiência de produção de seminários, tais como o Seminário Internacional 100 Anos de McLuhan e a Conferência Brasileira de Mídia Cidadã. UM NOME COMUNICAÇÃO A Um Nome Comunicação surgiu a partir de um encontro providencial entre dois colegas de profissão decididos a incorporar os conceitos de comunicação integrada ao mercado cultural de Brasília, além de prestar serviços de produção cultural. De 2011 para cá, a busca da empresa está na adequação do diálogo entre produção e gestão de comunicação institucional, assessoria de imprensa, marketing e o essencial trabalho de social media. Com trabalhos direcionados a públicos específicos e grande preocupação com a coerência entre linguagem e estilo, a Um Nome Comunicação já atuou em grandes projetos como o Festival Latino-Americano e Africano de Arte e Cultura, o 1º Festival Internacional de Artes de Brasília, o Festival Brasileiro de Teatro de Terreiro, o Hilaridade Fatal, assim como foi responsável pela gestão de conteúdo digital da 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura e do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, dentre outros projetos. Em 2013, a empresa ampliou sua atuação para o mercado de cultura e entretenimento de âmbito privado, prestando serviços para empresas de entretenimento como o grupo KM2C, R2 Produções, Três Produções e Rosa dos Ventos. Entre os eventos, as conhecidas festas Bomfim, Santa Copa, Santa Junina, o projeto Na Praia e o festival Samba Brasília. Gabriela de AlmeidaGraduada em Jornalismo pelo UniCeub, tenho especialização em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça pela Universidade de Brasília (UnB) e sou mestranda em Direitos Humanos e Cidadania pela UnB, onde pesquiso desinformação, raça, gênero e tecnologia. Minha carreira como jornalista inclui passagens pelo jornal Correio Braziliense, revista Veja Brasília e portal Metrópoles. Como assessora de imprensa, atuei como Analista de Comunicação na ONU Mulheres, coordenando as redes sociais e a comunicação institucional da organização. Na área de educação midiática, ministrei e coordenei oficinas de combate à desinformação e aos discursos de ódio com influenciadores, agentes comunitários de saúde e lideranças comunitárias. Atualmente estou como Diretora de Relações Institucionais do Redes Cordiais, onde atuo no desenvolvimento de projetos voltados para educação midiática, advocacy para políticas digitais mais inclusivas e responsáveis, além de estabelecimento de parcerias.
PROJETO ARQUIVADO.