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Maré - Lembranças e imaginários de mar

GRIFO PROJETOS HISTORICOS E EDITORIAIS LTDA
Solicitado
R$ 2,52 mi
Aprovado
R$ 2,52 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-04-03
Término
2026-04-03
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A exposição Maré _ lembranças e imaginários de mar propõe uma experiência de imersão lúdica e poética no universo do mar e da costa brasileira, voltada ao público infantil e familiar. Por meio de recursos multimidia, instalações lúdicas e obras de arte os visitantes descobrem ativações que contam histórias, incentivam o brincar no espaço e a consciência ambiental, trazem a arte de Sandra Cinto, e disparam trocas e lembranças sobre a infância na praia em vários tempos.

Sinopse

A exposição Maré – lembranças e imaginários de mar é voltada a crianças e famílias inspirada no universo do mar do Brasil. Os imaginários, as vivências e a inspiração que o mar desperta em crianças e adultos de muitos tempos são o mote deste mergulho. Nele, o visitante vivencia através das 5 áreas as tradições orais, a ciência, as artes visuais e a literatura com o corpo e em encontros. Propondo uma experiência de imersão lúdica e poética no universo do mar e da costa brasileira. Ao ritmo das marés, os visitantes descobrem ativações que contam histórias, incentivam o brincar no espaço e a consciência ambiental. A exposição é dividida em seis áreas, reproduzindo o ciclo de um dia, a saber:1. No ritmo das marés – área de recepção do público, em que a proposta da exposição é apresentada a partir de uma contação de história ligada à idéia de Maré. 2. Chegada dos Pescadores (Tarde): Nosso ciclo narrativo começa à tarde, com a chegada do barco dos pescadores e seus peixes à praia 3. Cores e luzes (Pôr-do-sol): O momento do por-do-sol marítimo é trabalhado na exposição com o convite a contemplar e manusear a beleza das cores e de elementos em diferentes formas, explorar elementos manuseáveis e conhecer nesses interativos o funcionamento das marés.4. Mistérios e belezas (Noite): A noite é o momento do mistério, em que os elementos luminosos se fazem mais contrastantes e provocam encantamento. 5. Ciência e esportes (Amanhecer): O nascer do dia é o momento dos surfistas adentrarem os mares e dedicarem-se a sua criações corporais de pranchas e mar.6. Brincar na praia (Dia pleno): Para encerrar a jornada da narrativa a proposta é uma apoteose com uma área dedicada ao brincar na praia. Como vemos, a exposição Maré traz também a arte de Sandra Cinto como disparador artístico para o tema abordado. Sandra Cinto tem as metáforas da água, do céu e do mar revolto, o sublime do romantismo e a saudade ultramarina como elementos que mobiliza para transformar completamente espaços expositivos e oferecer escadas e portais para uma dimensão poética do cosmos. Suas obras dialogam com o tema MARÉ e se conectam com a proposta visual da exposição. Encantando, provocando e nos transportando a outro tempo reflexivo. As obras selecionadas pela curadoria têm a intenção de alinhavar as temáticas abordadas, estimulando trocas.

Objetivos

A exposição se propõe a criar um espaço de lazer e aprendizagem, tendo a participação e a sensibilização do público como objetivos principais. Seu propósito é fomentar a relação do visitante com os temas apresentados, mas também estimular as trocas e encontros entre pessoas nesse ambiente. As crianças e famílias, público principal da exposição, são ávidas por interagir e têm, no brincar, a sua forma de compreender o mundo e dele se apropriar. Em um contexto favorável, elas podem se expressar e se desenvolver, incorporando um repertório visual e cultural variado _ a expectativa é que a exposição oportunize tudo isso. O imaginário do mar e as lembranças da praia ou da costa são, certamente, ricos disparadores para trabalhar assuntos como histórias de diferentes matrizes culturais da tradição oral brasileira, a prática e a cultura da pesca artesanal e da navegação, os ecossistemas marinhos e costeiros do Brasil e sua conservação, conceitos e história da ciência (como o funcionamento das marés e a passagem de Charles Darwin por Abrolhos), o encanto do surfe e outros esportes aquáticos, entre outros temas. Haverá também uma curadoria de obras da artista Sandra Cinto, que se voltou a diversos aspectos da visualidade do mar em pinturas, esculturas e instalações. As produções trazem o movimento das ondas, a leveza dos barcos, as nuances de cores, e os encontros entre céu e mar capazes de levar o público a uma fruição, seja ela mais ou menos participativa. Igualmente, na exposição, serão trabalhados conteúdos socioemocionais, como a participação do visitante em diferentes propostas (contemplar, explorar com o corpo, interagir, expressar) e o vínculo entre gerações, por meio da conversa e do brincar junto. De maneira intencional ao longo do espaço, o fio da história e da memória aproxima a todos, crianças e adultos, tornando evidente que compartilhamos uma cultura comum de filhos do mar. Considerando os incisos artigo 3º do DECRETO Nº 11.453, sobre as contribuições dos mecanismos de fomento cultural, o projeto pretende: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; X - apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. A exposição é dividida em seis áreas, reproduzindo o ciclo de um dia, a saber: No ritmo das marés _ Entrada: Área de recepção do público, em que a proposta da exposição é apresentada a partir de uma contação de história ligada à idéia de Maré. Uma instalação multimidia cumpre esse papel, tendo destaque na sala, que traz também uma projeção imersiva de mar e seus movimentos, a partir da obra de Sandra CintoChegada dos Pescadores - Tarde: Nosso ciclo narrativo começa à tarde, com a chegada do barco dos pescadores e seus peixes à praia. As histórias de pescador, a rede como elemento para construção de brincares e o universo dos barcos compõem essa área, seja na cenografia, nos elementos interativos, audiovisuais e nas instalações para brincar. O canto das sereias é outro destaque, com uma instalação sonora que envolve os visitantes. A sala ainda conta com a obra "Sem título", com encantadores barquinhos de papel.Cores e luzes - Por-do-sol: O momento do por-do-sol marítimo é trabalhado na exposição com o convite a contemplar e manusear a beleza das cores e de elementos em diferentes formas, explorar elementos manuseáveis e conhecer nesses interativos o funcionamento das marés. Desde a cenografia que inspira à integração com as cores no ambiente até a manipulação de elementos físicos, gelatinas e água sobre retroprojetores e seus efeitos no espaço, tudo remete à exploração do corpo e dos sentidos.Mistérios e belezas _ Noite: A noite é o momento do mistério, em que os elementos luminosos se fazem mais contrastantes e provocam encantamento. Nesse contexto de mar e praia, a noite da narrativa enfoca os fitoplânctons e o luar como elementos, interativos com pontos de luz que emulem essa vida marinha brilhante e audiovisuais que valorizem o contar histórias da tradição popular brasileira sob o luar e as estrelas à beira marCiência e esportes - Amanhecer: O nascer do dia é o momento dos surfistas adentrarem os mares e dedicarem-se a sua criações corporais de pranchas e mar. Desenhos de "prancha sobre onda": um tipo de imaginação que encanta as crianças e os adultos desde sua popularização e que traz novos heróis para o imaginário com os campeões brasileiros do esporte. O público poderá brincar de surfar em estações interativas, experimentar em um mar projetados e conhecer esportistas de vários tempos e suas realidades. O amanhecer também é dos cientistas e suas pesquisas e, aqui, mergulharemos em um cenário lúdico para conhecer a história de Charles Darwin e do barco Beagle no arquipélago de Abrolhos, no Brasil do século 19.Brincar na praia - Dia pleno: Para encerrar a jornada da narrativa a proposta é uma apoteose com uma área dedicada ao brincar na praia. Uma cenografia que contemple chão de areia e outros disparadores, elementos e brinquedos de praia de vários tempos, depoimentos em áudio com brincares, projeção de diferentes tipos de cena de praia, espaço e mobiliário para se sentir à vontade. Como vemos, a exposição Maré traz também a arte de Sandra Cinto como disparador artístico para o tema abordado. Sandra Cinto tem as metáforas da água, do céu e do mar revolto, o sublime do romantismo e a saudade ultramarina como elementos que mobiliza para transformar completamente espaços expositivos e oferecer escadas e portais para uma dimensão poética do cosmos. Suas obras dialogam com o tema MARÉ e se conectam com a proposta visual da exposição. Encantando, provocando e nos transportando a outro tempo reflexivo. As obras selecionadas pela curadoria têm a intenção de alinhavar as temáticas abordadas, estimulando trocas. A sensorialidade do tema vem também como forma de despertar lembranças sobre a infância e a praia, possibilitando trabalhar as múltiplas vivências praianas e marinhas no hoje e no ontem. Uma narrativa poética e lúdica é a base da exposição, que convida o público à experiência corporal, do encantamento dos sentidos e das emoções das histórias. A interatividade é proposta como forma de investigação, de descobrir com o corpo as propostas e de encontrar nele seu lugar. Mira também convidar as crianças a brincarem juntas, numa experiência coletiva. A proposta é criar um espaço de lazer e aprendizagem, tendo a participação e a sensibilização do público como objetivos principais. Maré traz a criança para o foco, invertendo a lógica e colocando seu olhar para o mundo como forma de pensar o espaço expositivo e suas proposições. Tira, também, o adulto do seu lugar de conforto de "detentor da verdade". Isso possibilita simultaneamente outros tipos de experiências, atualmente por vezes raras às crianças, tão restritas à virtualidade das telas e apartadas da riqueza das experiências corporais no mundo. Maré traz estações audiovisuais em telas e projeções, mas privilegia trabalhar com tecnologias analógicas, propondo interações com materialidades que possuem seus mecanismos visíveis e possíveis de explorar.

Justificativa

O projeto justifica-se por se enquadrar nos seguintes incisos do ART. 1o da Lei 8.313/91 I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art 3o da Lei 8.313/91): II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênica, de música e de folclore. E tem entre seus propósitos impactar positivamente os cenários da arte e da educação com suas ações. Além disso, a exposição coloca em prática uma proposta curatorial que tem linguagem e processo de construção inovadores, de forma a criar uma narrativa que traga a público um conteúdo ao mesmo tempo cultural (trabalhando o repertório de histórias orais, literatura, criações tradicionais e arte contemporânea), informativo e atitudinal (trazendo ao público elementos de ciência, história e sustentabilidade), lúdico e poético (com obras artísticas e espaços livres para criação de brincadeiras). O espaço expositivo irá valer-se de elementos de variadas linguagens artísticas, e apresentará "disparadores de conversas" entre visitantes, inclusive de gerações diferentes, com documentos, objetos e reproduções que remetam à infância de cada um e ao espaço do mar e da praia. As áreas serão desenvolvidas tendo as experiências corporais, de atenção e de recepção das crianças no centro do interesse, fazendo da visita um momento de educação, relacionamento interpessoal e criação por parte do público. A exposição ambiciona, assim, fomentar o campo das exposições (e das criações, em geral) para as infâncias e contribuir com a formação de profissionais capacitados para atender e estimular esse público.

Especificação técnica

A exposição Maré – lembranças e imaginários de mar, propõe a realização dos produtos conforme especificações e detalhamento descritos abaixo: 1. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Período expositivo de 3 meses com expectativa de público de 50.000 pessoas 2. PRODUTO CATÁLOGO DIGITAL: Editar catálogo bilíngue (português / inglês) em formato digital, para possibilitar o acesso ao público geral. 3. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: Tendo como contrapartida social, visando ampliar o alcance do projeto por meio da realização de atividade formativa, propomos: PALESTRAS – Serão realizadas 3 palestras gratuitas, com expectativa de 180 pessoas e mais 2000 acessos síncronos e assíncronos virtualmente. Como sugestão, temos para as três palestras os seguintes enfoques:Brincar na praia Mar como encantamento Pesquisar para conservar OFICINAS - serão realizadas 4 oficinas cada uma sobre uma tema, sendo elas:oficina com a artista Sandra Cinto;oficina sobre práticas sustentáveis;oficina sobre cultura imaterial;oficina sobre imaginário popular sobre o mar. CAPACITAÇÃO DO EDUCATIVO DA EXPOSIÇÃO - para capacitação serão realizados 8 encontros de 3 horas de duração com a curadoria, onde os educadores terão acesso ao processo final da montagem fina da exposição e todo o processo curatorial e percorrerão o roteiro expositivo, possibilitando a vivência e o desenvolvimento de um repertório rico que possibilitará, durante as visitas guiadas, um diálogo reflexivo e uma troca de experiências com público visitante.

Acessibilidade

Em cumprimento ao art. 25 da IN 1/2023, a proponente apresenta as medidas de acessibilidade de cada produtor cultural vinculado ao projeto. PRODUTO – EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais. Os espaços expositivos são amplamente acessíveis, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidades especiais, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: não se aplica. Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos as seguintes medidas: Deficiente auditivo: A proponente prevê a medida de acessibilidade de intérprete de libras para o conteúdo aplicável. Item orçamentário: Intérprete de libras: Haverá disponibilidade de guias que realizarão a audiodescrição além de transmitir todo o contexto das obras e espaço expositivo. Item orçamentário: A proponente contará com a parceria de profissionais de entidades especialistas em audiodescrição, sendo desnecessário item orçamentário específico. Ademais a Exposição contará com recursos visuais que irão explorar a interatividade entre arte e espectador, e terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo a participação e interação de todos os públicos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos contemplem a exposição, assim como os textos explicativos em português. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao usuário encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utlização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura. A proponente reconhece que as pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos do projeto são atores sociais, ou seja, sujeitos com capacidade de ação e interpretação sobre suas escolhas e decisões, e ter acesso a arte pode ser um meio de contribuir em sua socialização e na efetivação da aplicação de seus direitos, uma vez que também possuem interesse superior e gozam de absoluta prioridade. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo à essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto. PRODUTO – CATÁLOGO ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos as seguintes medidas: O catálogo será disponibilizado na internet, em redes sociais. O catálogo terá o formato PDF, o que permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” possibilitando a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, sendo que a diagramação do catálogo permitirá que todos se contemplem o conteúdo da exposição assim como os textos explicativos em português. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao usuário encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utlização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura. A proponente reconhece que as pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos do projeto são atores sociais, ou seja, sujeitos com capacidade de ação e interpretação sobre suas escolhas e decisões, e ter acesso a arte pode ser um meio de contribuir em sua socialização e na efetivação da aplicação de seus direitos, uma vez que também possuem interesse superior e gozam de absoluta prioridade. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo à essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto. PRODUTO - CONTRAPARTIDA (PALESTRAS, OFICINAS E CAPACITAÇÃO) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Acessibilidade física: O local em que ocorrerão as palestras estará em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Leino 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: não se aplica. Acessibilidade de Conteúdo: Deficiencia auditiva: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, serão adotadas asseguintes medidas: a contratação de tradutor de libras como medida de acessibilidade nas palestras. Item orçamentário: Intérprete de libras: O conteúdo será transmitido oralmente, sendo de total compreensão por deficientes visuais. Item orçamentário: Não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, os contéudos das aulas da ação formativa terão formato inteligível para qualquer públco, assim como os textos explicativos em português. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao usuário encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utlização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura. A proponente reconhece que as pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos do projeto são atores sociais, ou seja, sujeitos com capacidade de ação e interpretação sobre suas escolhas e decisões, e ter acesso a arte pode ser um meio de contribuir em sua socialização e na efetivação da aplicação de seus direitos, uma vez que também possuem interesse superior e gozam de absoluta prioridade. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto, toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo à essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto.

Democratização do acesso

Os ingressos da exposição serão acessíveis a toda população. Para garantir o acesso ao produto pela população de baixa renda, será feita a divulgação, por meio de convites eletrônicos, enviados Secretaria Municipal de Educação e diretores de instituições públicas de ensino, ONGs, instituições e projetos sociais do entorno do espaço cultural onde será realizada, para formalizar o convite e garantir a distribuição comprovada de ingressos gratuitos. Palestras, oficinas e capacitação serão amplamente divulgadas nas mídias tradicionais e virtuais, serão registradas em foto e vídeo e terão seus REGISTROS DISPONIBILIZADOS VIA INTERNET.1. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE: Será respeitada a distribuição do produto cultural (ingressos para a exposição) prevista na IN nº 1/2023, Art. 27, a saber: a) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; b) até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% do salário-mínimo vigente. Como democratização de acesso, o projeto prevê também, de acordo com a IN nº 1/2023, Art. 28: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; 2. PRODUTO CATÁLOGO: A disponibilização do catálogo digital em plataforma específica será totalmente gratuita e amplamente divulgada pelo projeto. Como democratização de acesso, o projeto prevê também, de acordo com a IN nº 1/2023, Art. 28: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); 3. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: A realização da atividade formativa cultural a ser realizada na Contrapartida Social do projeto será totalmente gratuita, nos termos do art. 30 da IN n° 1/2023. Como democratização de acesso, o projeto prevê também, de acordo com a IN nº 1/2023, Art. 28: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento).

Ficha técnica

PROPONENTE – Grifo Projetos: Fundada em 1985, a Grifo Projetos Históricos e Editoriais é uma empresa voltada ao desenvolvimento de projetos culturais baseados em pesquisa histórica e à difusão de narrativas que vinculem os públicos aos temas trabalhados. Dessa forma, realiza exposições, livros, audiovisuais e produtos digitais, além da constituição de centros de memória para instituições, empresas e criadores. Já realizou exposições como “São Vito: uma escavação” e “Elenco – a cara da bossa”. CURADORIA - Thais Gurgel: Formada em jornalismo, mestre em Educação pela USP e especialista em Linguagens da Arte, é curadora e pesquisadora da comunicação em ambientes expositivos e da extroversão de documentos em acervos históricos. Foi curadora das exposições “São Vito: uma escavação” (Sesc Parque D. Pedro II), “Semeadas” (Sicredi-Dexis, Maringá/SP); e coordenadora de conteúdo em exposições e museus, como “Bambu – Histórias de um Japão” (Japan House), Ciclo (CCBB), 19.924.458 +/- Christian Boltanski (Sesc Pompeia), “Invento” (Pavilhão da Oca) e “Água na Oca” (Pavilhão da Oca). É sócia-diretora da Grifo Projetos, e dedica-se ao desenvolvimento de narrativas expográficas, à pesquisa de linguagens para o público infantil e ao acesso a novas fontes documentais para abordagens temáticas. CENOGRAFIA - Amanda Vieira: Formada em Artes Visuais pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e em técnica cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema. Atua desde 2007 no mercado de cenografia, com vasta experiência em cenografia cênica e direção de arte audiovisual. Há 11 anos se dedica à pesquisa das artes das sombras, pré-cinema e tecnologias analógicas voltada para a exploração do público infantil através de peças de teatro, instalações artísticas e oficinas, desenvolvendo mecanismos analógicos de interação. Será responsável pelas propostas de interação e traquitanas da exposição, trabalhando diretamente com Tatiana Durigan na elaboração desses dispositivos em relação à expografia. Atuando nas equipes de cenografia e adereços. PRODUÇÃO EXECUTIVA – Fábia Feixas: Formada em Comunicação Social em 2003 pela UniSant’Anna e pós-graduada em Administração e Organização de Eventos em 2018 pelo Senac, atualmente sócia diretora da empresa Mais Produtora. Há 18 anos trabalha com desenvolvimento e produção de projetos e eventos culturais. Exercendo as atividades de produtora executiva, coordenadora técnica, produtora de conteúdo e curadoria. Atuando na pré-produção, produção e execução e pós-produção - formando e coordenando equipes multidisciplinares - e organizando exposições e coletivos. Administrando logística, produção gráfica e de conteúdo, contato, negociação e contratação de fornecedores e parceiros, elaborando e gerenciando planilhas orçamentárias e cronogramas de pagamento e execução. Com ampla experiência, atua também no desenvolvimento conceitual, elaboração e inscrição de projetos culturais em leis de incentivo à cultura, editais e pregões. EXPOGRAFIA – Tatiana Durigan: Diretora do escritório Bao Estúdio, é arquiteta formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo e pós graduada em Bens Culturais: Cultura Economia e Gestão pela Fundação Getúlio Vargas. Desde 2004 desenvolve projetos na área de arquitetura, museografia, expografia, cenografia, design, educação e cultura. Desenvolveu projetos de museus em diversos estados do Brasil, como Museu da Enfermagem (BA); Museu do Homem Americano (PI); Museu do Cocuruto (Museu do Bondinho - RJ); Panteão da Pátria (DF). Projetou diversas exposições de longa e curta duração para as principais instituições culturais do país como Essa Nossa Canção (Museu da Língua Portuguesa); Biosfera (Museu Catavento); Brasil 20 copas (Museu do Futebol); (Re)Inventar - Artistas Criadores (SESC); Você e a USP (Biblioteca Brasiliana USP); Bambu (Japan House); Theodor Preisign (FIESP); Jean François Rauzier (CCSP); Elifas Andreato 50 anos (Museu dos Correios); Música Canta Republica (Instituto Tomie Ohtake); Fotografia e Revista (MAB FAAP); entre outras. Também participou de projetos de exposições internacionais como o Ecossistema de la Comunicación no Espacio Telefonica em Buenos Aires. RELAÇÕES INSTITUCIONAIS – Laura Ming: Formada em jornalismo com mestrado em jornalismo cultural pela Columbia University, onde fez um projeto de pesquisa para o MoMA (Museum of Modern Art). No Brasil, trabalhou 10 anos na editora Abril, incluindo o cargo de crítica de Artes Visuais da VejaSP. Fez pesquisa e conteúdo para diversas exposições pelo Brasil, como “Cru” e “Patricia Piccinini”, no CCBB, o audioguia de “Conflitos”, no IMS. Fez parte do time que liderou a criação da Japan House SP como adjunta da presidência. Também produziu e editou produtos culturais, como livros e podcasts, para empresas como Netflix, Osesp e Bienal de Sp.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.