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PRONAC 2414396Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Amazonia: A Floresta como Construção

L3P SERVICOS CULTURAIS & EMPRESARIAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,91 mi
Aprovado
R$ 1,91 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-13
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

A proposta ‘Amazônia: A Floresta como Construção’ visa documentar, retratar, divulgar, propor e debater a ocupação humana nas florestas úmidas tropicas, sobretudo a Amazônia, dividindo-se em três ações paralelas: exposição, workshops e publicação.

Sinopse

do arco temporal do evento.

Objetivos

A proposta ‘Amazônia: A Floresta como Construção’ visa documentar, retratar, divulgar, propor e debater a ocupação humana nas florestas úmidas tropicas, sobretudo a Amazônia, dividindo-se em três ações paralelas: exposição, workshops e publicação. A proposta divide-se em três partes bem definidas: a. exposição, b. workshops e c. publicação. A. EXPOSIÇÃO A primeira parte da proposta consiste em uma exposição a ser montada durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém, que ocorrerá em novembro de 2025. A exposição será montada num espaço a ser definido em Belém, com área expositiva aproximada entre 600 e 1000 metros quadrados. O acesso será gratuito. A exposição será dividida em três módulos: Módulo 1: A floresta antrópica Procurando compreender a experiência de Brasília, o grande crítico Mário Pedrosa lançou uma definição da condição brasileira: por não termos aqui grandes civilizações pré-colombianas, não tivemos um passado em nome do qual lutar. Por isso, no Brasil, observa ele, somos "condenados ao moderno". Definição ambivalente, que valoriza nossa capacidade de construir futuros em detrimento de um passado sempre visto como pobre e desimportante. No campo da arqueologia, o professor do MAE-USP Eduardo Góes Neves e sua equipe têm mudado, recentemente, o modo como compreendemos a floresta Amazônica. Como mostram suas pesquisas, com tecnologia de sensoriamento remoto chamada Lidar, os grandes geoglifos da floresta são indícios de antigas cidades, cujas construções eram feitas de palha e madeira. Ainda, seus estudos mostram que parte expressiva das espécies vegetais existentes ali hoje _ como a castanheira _ foram trazidas de outros locais, e plantadas de forma condensada e deliberada em áreas específicas. Isto é, a floresta não é um fato puro da natureza, e sim, também, um produto da atividade humana. Assim, sua configuração atual é resultado de longos processos de manejo postos em prática pelos povos ameríndios que a ocuparam ao longo de séculos. Exemplo por excelência de um produto biocultural e antrópico, a floresta Amazônica pode ser lida, nessa chave, também como uma espécie de monumento coletivo. E, se isso é verdade, trata-se de um monumento que não deve nada _ em termos de grandeza e excelência artística _ às pirâmides de pedra de Tiahuanaco, Machu Picchu, Palenque ou Teotihuacán. Algo que elide as fronteiras entre os conceitos de "natural" e de "domesticado", colocando em cena uma nova compreensão de relação entre construção e paisagem, e que se apresenta como crítica em relação às dicotomias ocidentais que estruturam nossa forma de pensar. Uma proposição conceitual que pretende superar tais dualidades, enxergando na dimensão coletiva dos gens (pessoas, comunidade) a ponte para a compreensão da natureza e do artifício como dobras de um mesmo plano, e não como oposições inconciliáveis. A cultura como cultivo. Módulo 2: Projetos e ações para um desenvolvimento sustentável Aqui, abordamos as formas de ocupação humana da Amazônia no passado recente, no presente, e lançamos perspectivas de futuro, com base em modelos e experiências coletivas e sustentáveis. O objetivo é mapear projetos e práticas que indiquem uma superação da dicotomia "preservação versus desenvolvimento". Se o modelo moderno-colonialista produziu experiências malogradas como a cidade de Fordlândia (1927-1945), outros projetos podem ser apontados como matrizes de raciocínios que permanecem válidos, como a Vila Serra do Navio (1956), ou o Centro de Proteção Ambiental de Balbina (1983). Ainda, se do lado da informalidade e da cultura vernacular a chamada "Cidade Flutuante" de Manaus representa um exemplo interessante acerca das formas de ocupação de um território fluvial, com suas cheias e secas, as grandes obras públicas e privadas dos tempos do "milagre econômico" impulsionaram um desenvolvimento questionável da região amazônica, simbolizado pela Rodovia Transamazônica e pelo extrativismo descontrolado de Serra Pelada. Hoje, vemos o contraste entre a ação predatória de madeireiros, grileiros e garimpeiros, num contexto de aumento da violência e expansão do tráfico de drogas, de um lado, e as iniciativas do governo federal para frear esses processos, por outro, associadas a uma série de ações pontuais exemplares que pretendemos mapear. Referimo-nos a ações lideradas por instituições, por ONGs, por projetos de pesquisa acadêmicos, e, ainda, por associações comunitárias indígenas. Exemplos de articulações entre povos ribeirinhos e desenvolvimento tecnológico, capazes de gerar renda e sentido de pertencimento pelo processamento sustentável de recursos locais e sua distribuição e comercialização. Afirmações de convivência simbiótica e regenerativa com a natureza, tratando-se as questões ambientais, culturais e sociais de forma integrada. Como no caso do povo Kutanawa, que está atualmente construindo uma "Universidade de Saberes" em suas terras a partir das referências da arquitetura dita ocidental, mas adaptando-as para sua cosmovisão, numa perspectiva agroecológica. A necessária preservação da floresta é um dos maiores desafios para o futuro da humanidade e do planeta, mas não pode ser feita através da restrição e do congelamento radical de suas práticas econômicas, sociais e urbanas. Como habitar de maneira responsável e criativo ambientes de mata, rios e igarapés, com grande diversidade de fauna e flora? Essa é a pergunta que nos guia. Entre os autores com obras presentes neste módulo, estão: Rede raio que o parta (Belém/PA), Thiago Benucci (etnias Munduruku e Yanomami), Casa Floresta (Rondonia Jupua), Estudio Flume, Haru Kuntanawa (Universidade Saberes da Floresta, Acre). O módulo também contará com ensaios fotográficos de autores como Leonardo Finotto (Altamira/PA e Ilha Bailiqui/Amapá) e de Luís Braga fotógrafo (Belém/PA) Módulo 3: A cidade amazônica como aliada Propositivo, este módulo pretende explorar a relação do meio urbano de cidades amazônicas com a floresta, e vice-versa. Como a cidade amazônica pode interagir positivamente na proteção do habitat natural e das comunidades da mata? O conteúdo exposto será fruto dos workshops que fazem parte da proposta e ocorrerão dois meses antes. Módulo 4: A floresta tropical universal Neste terceiro e último módulo abordamos experiências semelhantes da do Módulo 2, presentes sobretudo no território da Amazônia Legal, desenvolvidas em outras florestas tropicais do planeta, a começar por zonas fora da fronteira brasileira _ em países como Peru, Equador, Colômbia e Venezuela _, e em continentes como África, Oceania e a Ásia. Entre os autores latino-americanos com obras presentes neste módulo, estão: Al Borde (Equador), Taller General (Equador), El Sindicato (Equador), Cabine Del Curiosidad (Equador), Natura Futura (Equador), Jose Maria Saez (Equador) Ruta 4 taller (Colômbia) e Simon Vellez (Colômbia). B. WORKSHOPS A proposta pretende organizar dois workshops paralelos e complementares, batizados de "workshop realidade" e "workshop sonho". Ambos seriam realizados em Belém, entre agosto e setembro de 2025. A ideia é que os workshops contem com a participação de especialistas, gestores públicos, professores, estudantes e interessados, envolvendo assim a comunidade local. Os participantes serão convidados e ainda haverá acesso gratuito a demais interessados mediante a inscrição. B1. Workshop: "Mão na massa" O primeiro workshop, batizado de "Mão na massa", consiste numa ação real que visa transformar realidades preexistentes na periferia de Belém. A ideia é propor construções modulares, que possam ser utilizadas em centros comunitários, centros de saúde, escolas e até mesmo casas, utilizando madeiras locais não convencionais. O resultado do workshop seria a construções destes módulos. B2. Workshop: "Debates e desenhos" O segundo workshop, batizado de "debates e desenhos", consiste numa ação reflexiva e propositiva, que visa imaginar hipóteses transformadoras de realidades preexistentes nas periferias de Belém e outras cidades amazônicas. A ideia é propor debates e workshops de projetos urbanos, dirigidos por convidados brasileiros e estrangeiros, tendo como participantes estudantes de arquitetura das universidades públicas da Amazônia. O resultado do workshop seria apresentado na exposição. C. PUBLICAÇÃO A terceira e última ação da proposta é publicar um volume impresso, com 200 páginas, bilíngue (português/inglês) e tiragem de 2.000 exemplares (sendo parte deles destinados a distribuição a bibliotecas públicas) destacando o conteúdo apresentado na exposição e nos workshops. O volume pretende perpetuar o conteúdo apresentado e debatido para além do arco temporal do evento.

Justificativa

Lei 8.313/91 · Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Através do fomento à cultura, mediante a realização de exposições, festival de arte, oficinas, atividades musicais e de dança. _____________________________________________________________________________________________________________________________ Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Especificação técnica

LIVRO: 48 PAGINAS (Costura)- edição no tamanho fechado 21,5 x 29,0 cm.1 CAPA (1) no tamanho aberto 43,8x29,0 cm em papel DUO DESIGN LD 250 g/m2 impressos à 4x4 cores.Acabamentos:Click Indigo, Click Indigo, Prova, Corte Inicial, Laminação Fosco F148 MIOLO - (cad 04 = 2x1 (2) no tamanho 21,5x29,0 cm em papel OFFSET NACIONAL LD 120 g/m2 impressos à 4x4 cores.Acabamentos:Dobra, Prova, Corte Inicial

Acessibilidade

EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas de acesso, piso tátil, banheiro PNE e vagas reservadas para deficientes. DEFICIENTES AUDITÍVOS: animação em LIBRAS DEFÍCIENTES VISUAIS: audiodescrição DEFICIENTES CONGNITIVOS: a equipe educativa contará com um profissional com experiência em acessibilidade para atendimentos às pessoas neurodivergentes. LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica DEFICIENTES AUDITÍVOS: animação em LIBRAS DEFÍCIENTES VISUAIS: audiodescrição DEFICIENTES CONGNITIVOS: a equipe educativa contará com um profissional com experiência em acessibilidade para atendimentos às pessoas neurodivergentes. WORKSHOPS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas de acesso, piso tátil, banheiro PNE e vagas reservadas para deficientes. DEFICIENTES AUDITÍVOS: animação em LIBRAS DEFÍCIENTES VISUAIS: audiodescrição DEFICIENTES CONGNITIVOS: a equipe educativa contará com um profissional com experiência em acessibilidade para atendimentos às pessoas neurodivergentes.

Democratização do acesso

Ampliação de acesso: Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): Produto: Exposição · III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; A mostra terá o registro fotográfico disponibilizado em site vinculado ao evento Todas as atividades do projetos serão gratuitas e transmitidas pela internet.

Ficha técnica

CURADORIA Guilherme Wisnik (1972) é professor Livre-Docente na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, instituição na qual é Vice-Diretor (2023-2026). É curador do MuBE (Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia), em São Paulo. É autor de livros como Lucio Costa (Cosac Naify, 2001), Estado crítico: à deriva nas cidades (Publifolha, 2009), Espaço em obra: cidade, arte, arquitetura (Edições Sesc SP, 2018), Dentro do nevoeiro: arte, arquitetura e tecnologia contemporâneas (Ubu, 2018) e Lançar mundos no mundo: Caetano Veloso e o Brasil (Fósforo, 2022). Recebeu o prêmio “Destaque 2018” da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) em 2019. Foi o Curador-Geral da 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo (Instituto de Arquitetos do Brasil, 2013), do Pavilhão do Brasil na Expo 2020 em Dubai (2021), e Cocurador da exposição Infinito vão: 90 anos de arquitetura brasileira (Casa da Arquitectura de Portugal, 2018). Publicou ensaios em revistas como Cahiers d’Art, Artforum, Architectural Design, Architectural Review, Domus, Arquitectura Viva, AV Monografías, 2G, Rassegna, Arch +, Baumeister, JA – Jornal Arquitectos, Urban China e Monolito. Marcelo Rosenbaum é professor Honoris Causa de Arquitetura pelo Centro Universitário de Belas Artes de São Paulo e atua no escritório Rosenbaum há 37 anos. Ganhou o RIBA International Prize 2018 pelas Moradas Infantis de Canuanã, sendo considerado o melhor edifício do mundo. Utiliza a arquitetura e o design como ferramenta para valorizar a sociobiodiversidade brasileira, ancorada em conceitos de economia circular e sustentabilidade desenvolvendo projetos com o povo Kayapó e Tremembé, além do Conselho Indígena de Roraima e a Aldeia Sagrada Yawanawá. Em 2015, fundou o Instituto A Gente Transforma (IAGT), desenvolvendo projetos de longo prazo pelo “Brasil profundo”. Em 2023, ganhou o prêmio IAB pela Casa da Carnaúba, voltado as mulheres artesãs de Várzea Queimada, no sertão do Piauí. Marcelo também é designer, curador, comunicador e palestrante. Seu trabalho, reconhecido por mais de 20 prêmios, já foi tema de um episódio da série “Designers do Brasil” (Canal Curta, 2023) e da Monolito (2024), importante publicação monográfica de arquitetura. Foi curador da primeira Feira de Arte dos Povos Indígenas, reunindo mais de 60 etnias no Museu Nacional de Brasília durante o Festival Brasil é Terra Indígena, organizado pelo Mídia Indígena e o Ministério dos Povos Indígenas. Fernando Serapião (1971) é editor, crítico de arquitetura, consultor e curador. Fundou em 2010 a Editora Monolito, com sede em São Paulo, que foi premiada na categoria periódicos pela 10a Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo (10a BIAU) e recebeu o Prêmio de Design do Museu da Casa Brasileira (1º lugar na categoria trabalho escrito). É autor de centenas de artigos publicados em outros periódicos especializados, no Brasil e no exterior, como The Architectural Review, Domus China, A&V, Arquitectura Viva, Detail, Baumeister, l’Architecture d’Aujourd’hui, Area, Interni, Arquitectura Ibérica, Summa+, ARQ, Cityscapes e Damn. Entre os livros que publicou destaca-se A arquitetura de Croce, Aflalo & Gasperini (Editora Paralaxe, 2011), contemplado em 2012 com o Prêmio Jabuti. Atuou como organizador e jurado de concursos de arquitetura, nos quais se destaca o da nova sede do Instituto Moreira Salles em São Paulo (2011). De 2013 a 2023 foi o delegado brasileiro da Bienal de Arquitectura Latinoamericana (BAL – Pamplona, Espanha). Foi jurado de inúmeras premiações, tais como o World Architectural Festival (Barcelona, 2008 e 2009) e o Prêmio de Design do Museu da Casa Brasileira (2009 e 2011). Entre as cocuradorias de exposições que realizou, destacam-se “Nove Novos” (2013) no Museu de Arquitetura de Frankfurt, “10+10” (2013) em Viena, no Architekturzentrum Wien e “Infinito Vão – 90 anos de arquitetura brasileira” (2018) na Casa da Arquitectura, em Portugal, instituição na qual dirige, desde 2023, o departamento editorial e o centro de pesquisa. COORDENAÇÃO GERAL I PRODUÇÃO Regiane Rykovsky I São Paulo, 1970. Formada em Artes Plásticas pela Universidade Mackenzie, SP e em Expertise em Obra de Arte no IESA, Paris. Em 1997 foi coordenadora de exposições internacionais na Pinacoteca de São Paulo, entre 1999 e 2001 trabalhou na União Latina, Paris coordenando a exposição “Brésil Baroque” apresentada no museu Petit Palais, além de coordenar o departamento cultural dos correspondentes na América Latina. Em 2001/2003 trabalha na editora de arte Ars Latina, Paris. De 2003 a 2009 funda a Divinas Peças do Brasil e realiza diversos trabalhos com comunidades de artesãos pelo Brasil. De 2010 a 2012 foi coordenadora de projetos no Museu Afro Brasil. Neste período também atuou como coordenadora de produção para a exposição Hereros, apresentada no Museu Afro Brasil, São Paulo; Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro; Museu Nacional da República, Brasília; Centro Cultural Conde Duque, Madri, Espanha. De 2012 a 2014 foi diretora executiva do IAC. Em 2014 e 2015 foi diretora do departamento cultural da L3PS. Entre 2015 e 2017, presta serviços como produtora executiva para a Base7 Projetos Culturais onde produziu inúmeras exposições entre elas “Cícero Dias: um percurso poético” - CCBB DF, CCBB SP e CCBB RJ e “Oscar Niemeyer: The Man Who Built Brasilia” - Museum of Contemporary Art Tokyo, Japão. Desde Agosto de 2017 se dedica inteiramente ao departamento cultural da L3PS, onde realiza a produção executiva de exposições como: Yutaka Toyota, O Ritmo do Espaço (MAM Rio, FAAP SP – PRÊMIO APCA DE MELHOR RETROSPECTIVA 2018, MNdR DF e MON Curitiba), Sinfonia de uma Metrópole (FIESP SP, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos e SESI São José do Rio Preto), PRETATITUDE (SESC Ribeirão Preto, SESC São Carlos, SESC Vila Mariana, SESC Santos e SESC São José do Rio Preto), A Matriz do Tempo Real, MAC IBIRAPUERA, Kurt Klagsbrunn, Faces da Cultura, Retratos de um Tempo (Centro Cultural FIESP SP) Chiharu Shiota (Japan House e CCBB SP), Liam Porisse: Perigosos Encantos (SESI Ribeirão Preto), Da Vinci Experience: 500 anos (Pavilhão das Culturas Brasileiras, Parque Ibirapuera, SP), Infinito Vão (SESC 24 de Maio), Viver até o fim o que me cabe, Sidney Amaral (SESC Jundiaí e SESC Belenzinho, SP), O Amor e o Tempo, Romero Andrade de Lima, (SESI Campinas, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos), Era uma vez o moderno, (SESI São Paulo), Ideias, o Legado de Giorgio Morandi (CCBB São Paulo – PREMIO MELHOR APCA DE MELHOR EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL 2021 e CCBB Rio de Janeiro), Brasilidade Pós Modernismo, (CCBB Brasília e CCBB Belo Horizonte), Flavio de Carvalho Experimental (SESC Pompeia, SP), Magister Rafaello ( MAB FAAP e MON Curitiba).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.