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O projeto Na Trilha das Andarilhas - Gira RS tem por objetivo promover a circulação do espetáculo Na Trilha das Andarilhas, realizado pelo NuTA - Núcleo de Teatro de Animação do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo, por 10 municípios do Rio Grande do Sul em situação de calamidade pública por conta da tragédia climática de maio de 2024 que assolou o estado. Visa, portanto, contribuir para a retomada do setor cultural duramente impactado, colaborar para a reconstrução das comunidades atingidas a partir do acesso a formas diversas de fruição cultural e movimentar a cadeira produtiva da Cultura. Integra ainda o projeto a realização de Oficinas Afrocentradas para a comunidade escolar em cada cidade (contrapartidas sociais) e a produção de um videodocumentário de registro da circulação. Esperar-se com o projeto fortalecer a autoestima e contribuir com a reconstrução dos territórios atingidos, a partir do acesso à Cultura como direito.
Espetáculo Na Trilha das Andarilhas Sinopse: Na Trilha das Andarilhas" é um espetáculo híbrido e afrocentrado criado pelo NuTA - Núcleo de Teatro de Animação do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo. Com uma abordagem performática, a peça combina diversas linguagens artísticas, incluindo teatro de bonecos gigantes, poesia, música percussiva e dança, para homenagear e celebrar as lutas e a resistência das mulheres negras. As protagonistas da performance são quatro bonecas gigantes chamadas "Andarilhas", que atuam como figuras totêmicas representando elementos como a Mãe, a Natureza, a Negritude e as comunidades LGBTQIA+. Elas percorrem espaços públicos, expressando através de canções, danças e palavras, as histórias, os desafios e as conquistas das comunidades periféricas. O espetáculo foi concebido para ser itinerante e participativo, ocupando ruas, pátios e praças, com uma disposição circular que rompe hierarquias e conecta o público de maneira envolvente e horizontal. O projeto não se limita às apresentações teatrais. Ele também gerou uma série de produtos culturais, como um EP musical, um fotolivro, cartões postais, documentário e websérie, todos voltados para documentar e ampliar o impacto cultural do espetáculo. Essas iniciativas surgiram a partir de um esforço colaborativo que envolveu dezenas de profissionais da cultura, fortalecendo a produção cultural comunitária e contribuindo para a preservação e celebração das expressões afro-brasileiras Classificação indicativa etária: 14 anos Duração: 50 minutos
Objetivo Geral: Contribuir para a retomada do setor cultural, colaborar para a reconstrução das comunidades atingidas a partir do acesso a formas diversas de fruição cultural e movimentar a cadeia produtiva da Cultura em 10 municípios atingidos pela tragédia climática de maio de 2024 no Rio Grande do Sul, através da circulação de programação baseada no espetáculo afrocentrado Na Trilha das Andarilhas. Objetivos Específicos: - Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Realizar 01 apresentação do espetáculo Na Trilha das Andarilhas em 10 municípios do estado do Rio Grande do Sul declarados em estado de calamidade por conta da tragédia climática de maio de 2024, priorizando a realização das apresentações em espaços comunitários, periferias, zonas rurais e territórios indígenas e quilombolas atingigos. - Produto Vídeo (AUDIOVISUAL): Produzir 01 vídeodocumentário com o registro da circulação e posterior disponibilização para acesso gratuito na internet. - Produto Sítio de Internet - AUDIOVISUAL: Realizar 01 atualização do site georreferenciado do projeto com informações sobre cada municípios contemplado pela circulação. - Contrapartidas Sociais: Realização de 02 Oficinas Afrocentradas com os temas Vocalidades Negras em Cena e Dramaturgia e Animação de Bonecos Gigantes Afrocentrados em cada um dos munícípios contemplados, voltados para a comunidade escolar.
Em maio de 2024, o estado do Rio Grande do Sul foi severamente atingido por uma tragédia climática que deixou um rastro de destruição em diversas comunidades, resultando em perdas humanas e materiais significativas. Em resposta a essa calamidade, o projeto "Na Trilha das Andarilhas - Gira RS" surge como uma ação de retomada cultural, resiliência comunitária e fortalecimento dos laços sociais nos territórios afetados. A tragédia abalou profundamente a estrutura social e econômica de diversas regiões, e o setor cultural não foi poupado. Espaços culturais foram danificados, eventos cancelados, e produtores e artistas locais enfrentaram dificuldades para manter suas atividades. Nesse cenário, a cultura assume um papel vital para a reconstrução e o fortalecimento das comunidades. A circulação do espetáculo "Na Trilha das Andarilhas" por 10 municípios em situação de calamidade pública visa não apenas oferecer entretenimento e arte, mas também atuar como um agente de transformação social e emocional. O projeto tem como foco alcançar espaços comunitários, periferias, zonas rurais e territórios indígenas e quilombolas afetados pela tragédia. Assim, o espetáculo busca resgatar a autoestima das comunidades locais e proporcionar momentos de esperança e renovação, utilizando a arte como um meio de expressão, reflexão e cura. Além disso, ao incluir oficinas afrocentradas como contrapartida social, o projeto valoriza e promove a diversidade cultural, oferecendo à comunidade escolar ferramentas para a compreensão e o respeito às culturas de matrizes africanas. Ademais, o impacto do projeto vai além das apresentações. Ao registrar essa circulação em um videodocumentário, será possível documentar não apenas a viagem do espetáculo, mas também as histórias de superação das comunidades visitadas, criando um material que servirá para sensibilizar o público em geral sobre a importância da solidariedade e da reconstrução cultural. Esse registro será disponibilizado gratuitamente na internet, permitindo que a mensagem do projeto alcance ainda mais pessoas. Por fim, a atualização do site georreferenciado do projeto com informações sobre cada município contemplado fortalece a transparência e a acessibilidade da iniciativa, proporcionando um canal direto de comunicação entre as comunidades e o público. Essa ferramenta digital permitirá que o público acompanhe o percurso do espetáculo e conheça as histórias dos territórios atingidos, reforçando a importância da descentralização cultural e do fortalecimento das redes de apoio locais. O projeto "Na Trilha das Andarilhas - Gira RS" propõe, assim, uma ação concreta de reerguimento cultural e social, alinhada aos princípios do Programa Rouanet RS, ao promover a diversidade cultural, o acesso democrático à arte, e a valorização das culturas locais. Ao movimentar a cadeia produtiva da cultura e estimular a cooperação entre artistas, produtores e comunidades, o projeto contribui significativamente para a recuperação do setor cultural gaúcho e para a revitalização dos territórios atingidos. Trata-se de um exemplo claro de como a arte pode não apenas refletir a realidade, mas também ajudar a transformá-la. A necessidade de utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para o financiamento do projeto "Na Trilha das Andarilhas - Gira RS" se justifica pela abrangência e complexidade das ações previstas, bem como pelo impacto cultural, social e econômico que se busca alcançar. O projeto não se limita à realização de apresentações artísticas, mas também envolve atividades formativas, produção audiovisual e mobilização de comunidades, todas essenciais para a recuperação cultural e social das regiões afetadas pela tragédia climática de maio de 2024 no Rio Grande do Sul. Esse escopo requer um aporte financeiro significativo, e o apoio através da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91) é fundamental para viabilizar sua execução. Enquadramento nos Incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 O projeto "Na Trilha das Andarilhas - Gira RS" se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: Inciso I: O projeto promove a difusão cultural e a preservação dos valores artísticos brasileiros, levando um espetáculo teatral para comunidades que, em muitos casos, têm pouco acesso a atividades culturais. As apresentações e oficinas, além de fortalecerem a identidade local, promovem o resgate e valorização da cultura afro-brasileira. Inciso III: A circulação do espetáculo e a realização das oficinas em diferentes municípios demonstram o compromisso com a democratização do acesso aos bens culturais. O projeto levará atividades culturais a regiões periféricas, rurais e a comunidades indígenas e quilombolas, reforçando a importância da descentralização cultural. Alcance dos Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 O projeto atende a diversos objetivos descritos no Art. 3º da Lei 8.313/91, como segue: Inciso I - Estimular a formação de recursos humanos na área da cultura e das artes: As oficinas afrocentradas oferecidas pelo projeto têm caráter formativo, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades criativas e culturais, especialmente entre o público escolar. Inciso II - Estimular a produção e difusão de bens culturais: A circulação do espetáculo promove a difusão de um bem cultural específico e acessível, permitindo que o teatro de animação alcance novos públicos em diferentes localidades do Rio Grande do Sul. Inciso III - Apoiar e patrocinar a difusão da criação artística e os intercâmbios culturais: O projeto fomenta o intercâmbio cultural ao percorrer diversas comunidades, promovendo o diálogo e a troca de experiências entre artistas, produtores e moradores das regiões visitadas. Inciso V - Contribuir para o desenvolvimento da consciência cultural da população brasileira: As atividades propostas fortalecem a autoestima e a identidade cultural dos participantes, especialmente ao valorizar expressões culturais afro-brasileiras e ao levar a arte para comunidades impactadas por adversidades. Inciso VI - Facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura nacional: Ao realizar apresentações gratuitas e oferecer oficinas, o projeto garante que a cultura seja acessível a um público diversificado, inclusive em regiões onde há pouca oferta de atividades culturais.
Site Georreferenciado Na Trilha das Andarilhas - Versão 2023: https://andarilhas.redelivre.org.br/?lang=pt-br Fotolivro - “Na Trilha das Andarilhas” - 1a Edição: https://online.fliphtml5.com/nyoyw/uljo/#p=1 Pasta de Imprensa e Mídia “Na Trilha das Andarilhas - 2ª Edição”: https://drive.google.com/drive/folders/1PjE5F9BB2k1zcpUkjevMRjNL-vm347GM?usp=sharing Redes sociais: https://www.instagram.com/quilombodosopapo/ https://www.facebook.com/quilombo.dosopapo Vídeos: https://www.youtube.com/watch?v=nzBl18jnW8U https://www.youtube.com/watch?v=55_sFaPUzx0&list=PLV-z6pH6Q5EKA05F-QWgCPZDFfjkY6mY5&index=1 https://www.youtube.com/playlist?list=PLV-z6pH6Q5EKLTM6V-SOyyuqbNk0bFwht https://www.youtube.com/watch?v=GeYHy2_R3m4>
Site Georreferenciado Na Trilha das Andarilhas Descrição: Artualização de produto virtual Link: https://andarilhas.redelivre.org.br/ Videodocumentario da circulação Duração: 20 minutos Descrição: Registro das atividades realizadas nos 10 municípios contemplados na circulação, com mescla de imagens e depoimentos dos envolvidos, equipe e público.
Para garantir que o projeto Na Trilha das Andarilhas - Gira RS seja inclusivo e acessível a todos serão implementadas medidas de acessibilidade física e de conteúdo que atendam às necessidades de pessoas com deficiência, considerando as características dos espaços e as atividades propostas. Acessibilidade Física - Acessos Desobstruídos: Os espaços internos e externos serão organizados para permitir uma locomoção segura, com caminhos amplos, livres de obstáculos e sinalizados adequadamente para facilitar a circulação de pessoas com deficiência visual e mobilidade reduzida. - Banheiros Adaptados: Serão priorizados locais que contem com banheiros adaptados e, caso contrário, providenciar a instalação de unidades móveis acessíveis para atender ao público com deficiência. - Transporte Acessível: Será disponibilizado transporte adaptado para facilitar a chegada de pessoas com deficiência aos locais de eventos, principalmente em áreas rurais ou de difícil acesso. - Espaço Adequado para Cadeiras de Rodas: As áreas de plateia e oficinas contarão com espaços reservados para cadeiras de rodas, garantindo visibilidade adequada e fácil acesso aos pontos de entrada e saída. Acessibilidade de Conteúdo - Libras (Língua Brasileira de Sinais): Disponibilização de intérpretes de Libras durante todas as apresentações do espetáculo e oficinas, garantindo que pessoas surdas possam compreender e participar das atividades. - Audiodescrição: Oferta de audiodescrição para pessoas com deficiência visual, especialmente durante as apresentações e para o videodocumentário, descrevendo as cenas, figurinos, expressões faciais e cenários de forma a permitir uma compreensão completa do conteúdo artístico. - Legendas e Subtítulos: O videodocumentário e quaisquer vídeos utilizados nas atividades contarão com legendas, beneficiando pessoas surdas e pessoas que têm dificuldade de compreensão auditiva. - O site georreferenciado do projeto será adaptado para seguir diretrizes de acessibilidade digital (WCAG 2.1) para ser navegável por pessoas com diferentes deficiências: a adaptação para leitores de tela, contraste adequado para pessoas com baixa visão, navegação por teclado e textos alternativos para imagens. - Vídeos com Legendas e Audiodescrição: Os vídeos disponibilizados no site contarão com opções de legendas e audiodescrição para tornar o conteúdo acessível a todos. As medidas de acessibilidade física e de conteúdo acima propostas visam garantir que o projeto Na Trilha das Andarilhas - Gira RS seja inclusivo e promova o acesso pleno à cultura como direito universal. Implementando essas ações, o projeto ampliará sua abrangência, permitindo que pessoas com deficiência possam participar ativamente das apresentações, oficinas e outras atividades, reforçando a missão de democratização cultural e inclusão social, especialmente em contextos de recuperação e reconstrução comunitária.
Em conformidade com o Artigo 28 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura, que trata da Democratização de Acesso e Ampliação de Acesso, o projeto Na Trilha das Andarilhas - Gira RS adotará medidas que garantam a ampla participação da comunidade e o acesso a diferentes públicos, promovendo a inclusão social e cultural: Democratização de Acesso Entrada Gratuita para Todas as Apresentações: As apresentações do espetáculo "Na Trilha das Andarilhas" serão inteiramente gratuitas, garantindo que todos, independentemente de sua condição socioeconômica, possam participar e ter acesso à fruição cultural. Isso é especialmente importante em regiões afetadas pela calamidade, onde as dificuldades financeiras são mais acentuadas. Distribuição de Convites em Parceria com Organizações Locais: Para garantir a participação das comunidades mais vulneráveis, será feita a distribuição de convites antecipados por meio de parcerias com escolas, associações comunitárias, centros de atendimento social, e lideranças indígenas e quilombolas. Prioridade para Espaços Comunitários e de Fácil Acesso: As apresentações e oficinas serão realizadas preferencialmente em espaços comunitários, escolas, centros culturais locais e outras áreas que sejam de fácil acesso para a população das regiões periféricas, zonas rurais, e territórios indígenas e quilombolas. Isso facilita o deslocamento e a participação das comunidades locais. Ao se apresentar em 10 municípios distintos e em contextos variados (rural, periférico, comunidades tradicionais), o projeto amplia o alcance e promove uma maior integração com diferentes públicos, respeitando as especificidades culturais de cada território. Oficinas Afrocentradas para a Comunidade Escolar: As oficinas "Vocalidades Negras em Cena" e "Dramaturgia e Animação de Bonecos Gigantes Afrocentrados" serão oferecidas de forma gratuita para a comunidade escolar em cada município. Estas atividades formativas contribuem para a educação cultural e para a valorização da diversidade, promovendo o empoderamento de jovens e crianças. Capacitação Local e Fomento ao Protagonismo Juvenil: A realização das oficinas criará oportunidades de formação e aprendizado em práticas artísticas e culturais afrocentradas, ampliando as habilidades e conhecimentos de jovens locais, que poderão replicar as técnicas aprendidas em suas comunidades. Videodocumentário com Acesso Gratuito na Internet: O videodocumentário produzido durante a circulação será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais, permitindo que um público mais amplo, incluindo aqueles que não puderam comparecer fisicamente aos eventos, tenha acesso ao conteúdo e aos registros das atividades realizadas. Atualização do Site Georreferenciado: O site do projeto será atualizado com informações detalhadas sobre cada município visitado, as histórias e imagens captadas durante as apresentações e oficinas, e recursos educativos sobre as técnicas artísticas exploradas. Esta plataforma permitirá o acesso remoto e contínuo ao conteúdo, democratizando o conhecimento e promovendo a inclusão digital. Disponibilização para Transporte Local: Serão feitas parcerias com organizações locais e prefeituras para garantir o transporte de pessoas das áreas mais distantes ou de difícil acesso para os locais de apresentação e oficinas. Essa medida visa facilitar a participação de comunidades que, de outra forma, teriam dificuldade de deslocamento devido à falta de infraestrutura ou recursos financeiros.Conclusão As medidas de democratização e ampliação de acesso propostas para o projeto "Na Trilha das Andarilhas - Gira RS" estão alinhadas com o Artigo 28 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura, promovendo a inclusão social e cultural de públicos diversos, com especial atenção às comunidades vulneráveis e marginalizadas. Ao oferecer apresentações gratuitas, oficinas formativas, conteúdo acessível e estratégias de transporte, o projeto visa garantir que a cultura seja acessível a todos, fortalecendo o direito à fruição cultural e colaborando com a reconstrução social das regiões atingidas pela tragédia climática de maio de 2024.
Nome Completo: Leandro SilvaFunção no projeto: Diretor do espetáculo e coordenador pedagógico das oficinasCurrículo: Artista bonequeiro (filiado à Associação Brasileira de Teatro de ABTB Centro UNIMA Brasil União Internacional de Marionetistas UNIMA), diretor teatral (DRT 12402 RS) e pesquisador. Doutorando em Antropologia Social pelo PPGAS UFRGS. Mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Bacharel em Direito pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e Especialista em Processo Civil pelo Centro Universitário Uninter. Entre seus campos de interesse e pesquisa, estão as relações entre Arte, Tecnologias, Arte Ciborgue e o Corpo Pós-Orgânico. Atuou e dirigiu vários espetáculos teatrais, realizados de forma independente ou com o Grupo Fuzuê Teatro de Animação (Porto Alegre RS). Entre seus trabalhos de atuação e/ou direção, destacam-se: Fuzuê no Sertão Encantado (2013-2015), Devaneios (2015-2016), As Malditas (2016), Bandele (2018), Wonderland Ave. - Experiência de Criação Cênica em Confinamento (2020), trabalho integrante do projeto TRANSIT realizado pelo Goethe Institut Porto Alegre e SESC RS, Páginas Amarelas - A Vida e a Obra de Carolina de Jesus (2021) e Na Trilha das Andarilhas (2021 e 2023). Criador, encenador e diretor do projeto Grimm Para os Pequenos (desde 2015). Artista Colaborador do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo e membro da Associação Espiritualidade em Saúde, onde coordena o Departamento de Arte-Educação. Link: http://linktr.ee/leandrosilva_art Beatriz RodriguesFunção no projeto: Atriz e oficineiraCurrículo: Multiartista negra, é associada e membro da Coordenação do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo. Como tamboreira, integra atualmente o Núcleo de Música Percussiva e fez parte da formação do grupo feminino Yalodê Idunn. Oficineira de contação de histórias com Abayomis. No Teatro de Animação, integrou os projetos “Os Três Presentes Mágicos” (2016) e “Na Trilha das Andarilhas” (2020-2021), na função de tamboreira, animadora e compositora. Compõe música autoral. Também coordena o projeto autônomo "Plantando Para Viver”, nos jardins do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo, com o cultivo de plantas medicinais, ervas de poder e temperos, sendo uma profunda conhecedora desse saber ancestral. Link: https://www.facebook.com/negraalmaa Diane BarrosFunção no projeto: Atriz e oficineiraCurrículo: Artista integrante da Associação Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo, onde também atuou na Coordenação Executiva. Foi coordenadora do projeto “Comunicação e Arte - Uma Onda no Ar do Quilombo do Sopapo”, integrou o grupo feminista de Radioarte Sopapo de Mulheres e no período de 2013 a 2018, atuou como bonequeira no Grupo Fuzuê Teatro de Animação. Experiência também como Educadora Social e Popular (Ong Maria Mulher). Integrou, como atriz animadora, os projetos “Os Três Presentes Mágicos” (2016) e “Na Trilha das Andarilhas” (2020-2021). Integra atualmente o Coletivo D’versas de Economia Solidária Antirracista e Afroempreendedorismo. Link: https://www.facebook.com/dversas Silvia DuarteFunção no projeto: Atriz e oficineiraCurrículo: Atriz e produtora (DRT 5183). Diretora do Instituto Girassol. Assistente social graduada na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e licencianda em Teatro na mesma instituição. Curadora e produtora da Mostra CURA - I Mostra de Artes Cênicas Negras de Porto Alegre. Desenvolve importantes projetos culturais nas áreas de literatura, música e teatro. Atualmente, integra o elenco dos espetáculos “Sarau Carolina e Outras Vozes - Vida e Obra de Carolina de Jesus”, da Trupi di Trapu e “Na Trilha das Andarilhas - Cortejos e Festejos” do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo. Já realizou cursos de técnica vocal, expressão corporal, locução para publicidade e propaganda, vídeo e propaganda e contação de histórias. “Sempre estivemos ali: produzindo, atuando, tocando, cantando, iluminando, operando o som, mas também estava presente a insistência em nos invisibilizar. Daí é que vem a necessidade de fortalecer e dar a devida atenção e dignidade aos artistas e profissionais negros.”Link: https://silviadart.com/sobre/ Jeisy AlvarezFunção no projeto: Atriz e oficineiraCurrículo: Assistente social, Educadora Social, Produtora Cultural. Profissional Bacharela em Serviço Social, atuação em diversas áreas como estagiária (Tribunal de Justiça, DEMHAB, Hospital Ernesto Dornelles). Acolhimento e atendimento à famílias e usuários em vulnerabilidade social e experiência em rotinas institucionais, acompanhamentos com equipe multidisciplinar, interlocução com rede de serviços, conhecimento da Política de assistência, rotinas administrativas, atendimento telefônico,pacote Office, cadastros em sistemas, demais atividades relacionadas. Atuante como diretora de projetos no projeto Areal da Baronesa do Futuro com crianças e adolescentes da comunidade Quilombola Areal da Baronesa, conhecimento em captação de recursos e editais. Link: https://www.linkedin.com/in/jeysi-alvarez-723765250/ Viviane MarmittFunção no projeto: Atriz bonequeira e oficineiraCurrículo: Artista bonequeira e atriz (DRT 14922). Professora de formação em Letras, com cursos, oficinas e workshops de teatro, teatro de bonecos e de percussão. Faz parte do grupo de teatro de bonecos Trupi di Trapu e participa do Coletivo de Teatro em Miniatura Caixa de Pandora, assim como de alguns blocos de carnaval de Porto Alegre. É atriz no espetáculo de formas animadas Bandele (2019), vencedor na categoria de Melhor Espetáculo Infantil no Festival Nacional de Teatro do Piauí em 2019 e indicações em prêmios ao Tibicuera de Teatro Infantil (2018). É atriz ainda nos espetáculos “Trapose Farrapos” (2018), "Páginas Amarelas - Vida e Obra de Carolina de Jesus" (2021) e "Na Trilha das Andarilhas" (2023). Link: https://www.instagram.com/vivianemarmitt/ Alexandre MaltaFunção no projeto: Ator bonequeiro e oficineiroCurrículo: Ator profissional (DRT 14904). Graduando do curso de Biblioteconomia na UFRGS. Atua no meio teatral há 21 anos, realizando trabalhos em companhias teatrais do RS, tais como Cia Crakety – Teatro de Palco e de Bonecos, de Cachoeirinha, Teatro Ateliê, O Teatro Nó Cego e Trupi Di Trapu, de Porto Alegre. Dos trabalhos realizados como ator destacam-se: “A Maldição do Vale Negro”, “Barco Sem Pescador”, “O Pequeno Imperador”, “Intimidades”, “Yerma ou Quanto Tempo Leva para Transbordar um Balde” e “Bandele”. Como diretor, destaca-se "Lingua Lâmina - Sarau Sensorial". Link: https://www.facebook.com/alexandre.malta.96/ Cristina da RosaFunção no projeto: Técnico-AdministrativoCurrículo: Mulher preta, 30 anos, moradora da comunidade Vila União, no Morro Santa Tereza,em Porto Alegre. Educadora popular e produtora audiovisual. Acadêmica de Comunicação Social/ Habilitação Jornalismo na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Integrante da Cristalizar Vídeo Produções (CVP), núcleo de produção audiovisual criado e incubado na Associação Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo. É produtora, roteirista e diretora de produções audiovisuais com temáticas de gênero, raça e classe, sendo todas essas temáticas ressaltadas nos documentários e curta metragens da produtora desde 2014. Ingressou no Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo em cursos de fotografia e produção audiovisual em 2009 é membro da Coordenação Executiva.
PROJETO ARQUIVADO.