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A presente proposta visa levar o espetáculo teatral infantil "As Histórias do Vô Venâncio" para escolas da rede pública localizadas, principalmente, nas localidades mais afetadas pelas enchentes. A programação do projeto incluirá 30 apresentações do espetáculo em 15 municípios gaúchos atingidos pelas enchentes, sendo 02 apresentações por município, priorizando escolas de zonas rurais e territórios indígenas. Acreditamos que a arte é crucial no processo de reconstrução e no fortalecimento da identidade cultural dessas comunidades, especialmente em momentos de desafios adicionais como os enfrentados devido às enchentes. A expressão artística auxilia no estímulo à criatividade, na valorização das tradições locais e no acesso à cultura, desempenhando um papel significativo na retomada dessas comunidades.O público estimado que será contemplado com o projeto é de 6.000 pessoas.
Sobre o espetáculo “As Histórias do Vô Venâncio” Em cartaz há quinze anos, este é o espetáculo mais conhecido e com maior número de apresentações da Companhia Armazém. Com “As Histórias do Vô Venâncio”, já realizamos mais de 400 apresentações pelo Rio Grande do Sul, em eventos, feiras do livro e escolas, levando a arte milenar dos contadores de histórias, agregados à musica e à arte da encenação. O espetáculo tem faixa etária livre no entanto, é destinado, principalmente, as crianças de 05 a 11 anos. No espetáculo buscamos cultivar e propagar as tradições gaúchas através da união de várias artes. O espetáculo nasceu principalmente do interesse da Companhia Armazém em pesquisar a cultura e o folclore gaúcho. Não podemos esquecer nossas origens, de onde viemos e por que viemos. Afinal de contas o que é ser gaúcho? Quem é o gaúcho? A Companhia Armazém Cultura e Entretenimento tem se dedicado a uma extensa pesquisa sobre a cultura gaúcha desde 2009, explorando as tradições, costumes e elementos distintivos que caracterizam a rica história do Rio Grande do Sul. Essa pesquisa aprofundada tem sido fundamental na construção de espetáculos teatrais que celebram e preservam a identidade cultural gaúcha, levando ao público um mergulho nas histórias e vivências típicas da região. A companhia se orgulha de trabalhar esses elementos de forma autêntica e envolvente, enriquecendo suas produções com a essência e a profundidade da cultura gaúcha. Sinopse: Vô Venâncio é um personagem tipicamente gaúcho que, junto com sua neta Feliciana e seus dois amigos músicos, visita Feiras do Livro, escolas, espaços públicos e eventos de vários locais para proporcionar à criançada um divertido e inusitado momento cultural através de suas histórias. Através de histórias e causos contados pelo vô e sua trupe, as crianças assistirão ao espetáculo podendo não só atuar como espectadores, mas também como parte das peças encenadas. Uma das propostas do espetáculo é fazer com que a criança participe ativamente da história, podendo ela mesma ser um dos personagens, como: lobisomem, cacique, Imembuí, entre outros. Ficha Técnica: Direção Geral: Ricardo Paim Direçao Musical: Igor Tadielo Elenco: Cezar Leal Igor Tadielo Patrícia Garcia Ricardo Paim Cenário e Figurino: Luciano Santos
O objetivo geral do projeto cultural "As Histórias do Vô Venâncio pelos Rincões do Rio Grande", é levar o espetáculo teatral infantil "As Histórias do Vô Venâncio" para comunidades afetadas pelas enchentes, priorizando escolas rurais e territórios indígenas, a fim de promover a reconstrução, fortalecer a identidade cultural e proporcionar acesso à expressão artística. Objetivos específicos:1. Realizar 30 apresentações do espetáculo em 15 municípios gaúchos atingidos pelas enchentes. 2. Proporcionar momentos de entretenimento e reflexão por meio das apresentações teatrais. 3. Estimular a criatividade e expressão artística das comunidades afetadas. 4. Valorizar as tradições locais e promover o resgate cultural por meio da arte. 5. Proporcionar acesso à cultura e arte para crianças em situação de vulnerabilidade devido às enchentes. 6. Contribuir para o fortalecimento da identidade cultural das comunidades rurais e territórios indígenas afetados pelas enchentes. 7. Promover momentos de resiliência e superação por meio da arte e da cultura. 8. Gerar oportunidades para os artistas envolvidos, que também foram afetados pelas enchentes, nesta retomada cultural. 9. Reconhecer e valorizar o talento dos artistas locais, proporcionando-lhes visibilidade e reconhecimento, tanto em nível local quanto regional. 10. Promover o desenvolvimento profissional dos artistas, oferecendo oportunidades de expor seu trabalho em uma variedade de locais e públicos, contribuindo para a construção de suas carreiras e portfólios artísticos. 11. Estimular a geração de novas oportunidades no campo das artes e da cultura para os artistas locais, incentivando a participação ativa em eventos e projetos futuros.
A Companhia Armazém Cultura e Entretenimento é uma Companhia teatral de Santa Maria com 18 anos de atuação nas artes cênicas. Em seus histórico, são espetáculos, projetos culturais e inúmeras turnês por todo Brasil. Mas porque escolhemos o espetáculo "As Histórias do Vô Venâncio" para este projeto de retomada pós enchentes? O espetáculo é o mais antigo em nosso repertório. Foi criado em 2009 e, desde então, já realizou inúmeras apresentções por Santa Maria e região. Porém, o espetáculo desenvolveu-se de forma local e, em todos esses anos, não realizou uma trajetória por outras regiões do estado. Acreditamos que levar a nossa arte através do espetáculo "As Histórias do Vô Venâncio" para escolas localizadas em locais afetados pelas enchentes, zonas rurais, e territórios indígenas, tem uma relevância significativa não só para o público que receberá o projeto mas, também, para a história da Companhia Armazém e de todos os artistas envolvidos. Ao pensarmos nas escolas rurais, não podemos deixar de ressaltar a aproximação de um personagem popular com o meio, pois em cada rincão, em cada praça, em cada bairro, em cada família, existe um indivíduo bonachão, divertido e contador de causos e anedotas! Esse é o Vô Venâncio! Um personagem inspirado na humanidade de regiões e épocas menos dadas à tecnologia e de um pago que também já quase não existe, mas está na memória de muita gente. Ainda assim, suas histórias nos aproximam daquilo que nos é mais caro nos dias de hoje: o Tempo. Porque o teatro é realizado no aqui e agora e, essa relação temporal, necessita de uma atenção contínua e de qualidade. Tudo que um avô quer e faz questão de ressaltar em cada personagem ou situação inusitada. Se tiver uma gaita e um violão então... Ou seja, diversão garantida. Acreditamos que Artes/Educações buscam mediar e intensificar as relações entre arte e público, pretendendo, portanto, formar o público fruidor, o decodificador e o conhecedor. Essa mediação se dá através do fazer artístico, da leitura e interpretação das obras de arte e da contextualização, do acesso às manifestações culturais de todas as formas. Assim, o acesso às artes através da escola e das comunidades é importante nessa formação, nessa inclusão, principalmente neste momento de retomada, após um ano totalmente adverso devido às chuvas e suas consequências. Consequências essas que vão além do não ir à escola pela dificuldade de deslocamentos mas, pela crueldade a que foram submetidas muitas regiões do Rio Grande do Sul e, em especial, nossas crianças, jovens e comunidades rurais. Também devemos destacar que a presença da arte e do teatro nessas localidades distantes proporciona um contraste valioso com o ambiente cotidiano, enriquecendo a experiência educacional das crianças e adolescentes. Além disso, a arte desempenha um papel fundamental no fortalecimento da identidade cultural, na valorização das tradições locais e no estímulo à criatividade e expressão artística das comunidades. Ao contemplar escolas rurais e indígenas, o projeto contribui para a valorização e preservação das tradições locais, fornecendo um espaço para a expressão cultural e artística dentro dessas comunidades. Além disso, a vivência do espetáculo teatral pode promover o senso de pertencimento e orgulho nas crianças, jovens e suas famílias, reforçando sua conexão com a cultura e arte regional. Dessa forma, levar a arte a esses locais distantes e rurais é significativo não apenas pelo acesso à cultura, mas também por seu potencial de fortalecer as comunidades, ampliar horizontes, promover a inclusão cultural e enriquecer a educação e o desenvolvimento das crianças em ambientes muitas vezes carentes de atividades culturais. O Projeto As Histórias de Vô Venâncio pelos Rincões do Rio Grande!, propõe a realização de espetáculos teatrais infantis, num total de 30 apresentações (02 apresentações por município) em 15 municípios gaúchos. A estimativa de alcance de público é de 6.000 alunos contemplados com as apresentações artísticas. As cidades escolhidas para as apresentações são: Roca Sales, Encantado, Lajeado, Estrela, Eldorado do Sul, Canoas, Porto Alegre, Montenegro, Guaiba, Bento Gonçalves, Igrejinha, Três Coroas, Gramado, Agudo e Santa Maria. Não podemos esquecer que tudo que aconteceu durante as enchentes e suas agruras ainda estão recentes em nossas memórias e, certamente, despertam ainda um temor em cada um de nós. Por meio do financiamento como este edital emergencial, vimos a possibilidade de realização do projeto que beneficia não somente a comunidade, como também e, principalmente, os artistas e fazedores de cultura que foram fortemente prejudicados nos últimos cinco anos. Primeiro, vivemos praticamente dois anos o tormento e a incapacidade de trabalhar durante a pandemia, e agora, fomos assolados pelo mais recente evento climático, agravando ainda mais a retomada que estava em curso. Acreditamos que as atividades culturais propostas para a realização do projeto possuem grande valor artístico e cultural e que despertarão no público reflexões pertinentes sobre arte, cultura e a importância das artes no processo da educação. Neste formato de projeto, estamos propondo a descentralização da cultura para escolas localizadas nas cidades atingidas, na zona rural e nas áreas indígenas do Rio Grande do Sul, oportunizando a inclusão social destes alunos oriundos destas regiões. Cabe ressaltar que toda a programação do projeto será gratuita. Dentro dessa filosofia, salienta-se que é importante e proveitosa, a socialização do ser humano através da arte enquanto recurso para a humanização do processo educacional, principalmente em momentos em que vivemos inseguranças emocionais oriundos de eventos que nos escapa o controle. Nesse sentido, sem medo de dizer... a arte salva! A pandemia nos provou. E, mais uma vez, estamos vivendo essa realidade. Salientamos que a união de arte e educação, proporcionam a prática verdadeira do que é declarado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no seu artigo 3º, dos princípios e fins da educação nacional, respeitar, valorizar e garantir ao educando uma formação completa de conteúdos práticos em sua existência. A arte humaniza, e se ela humaniza, precisamos mais do que nunca, da sua utilização no meio educacional e, mais ainda, na sociedade de modo em geral. Num tempo em que a responsabilidade social se sustenta como um dos principais indicadores de excelência de qualquer indivíduo, organização, empresa ou governo, é preciso apostar em ações diferenciadas que resgatem o valor humano, as pessoas, independente da classe social, da raça, do credo e das diferenças físicas e mentais. Há uma urgente necessidade de inclusão social das classes menos privilegiadas, para que todos se sintam cidadãos, valorizados e entendidos pela sociedade como parte de tal. Principalmente as crianças e adolescentes, precisam levar em suas bagagens o conhecimento e a garantia de um futuro melhor. Considerando tudo que aconteceu nestes últimos anos e a situação que o setor cultural enfrenta, procuramos envolver, através desta oportunidade, vários segmentos importantes. Além de ressaltarmos a importância da cultura e da economia criativa, conseguimos com um projeto desta amplitude, promover a contratação de serviços, gerar trabalho para artistas, técnicos e agentes culturais, que tiveram suas atividades artísticas, mais uma vez, prejudicadas.
Compreendendo a importância do Programa Rouanet Emergencial RS, temos a oportunidade e a responsabilidade de apresentar um projeto cultural que não apenas proporcionará entretenimento e respiro para as comunidades afetadas pelas enchentes, mas também oferecerá um meio de apoio vital para os artistas que foram impactados por esses eventos devastadores. Fomos afetados de forma direta com tudo o que aconteceu. Além de amigos e familiares que vimos perderem tudo, tivemos nossas agendas totalmente suspensas por quase três meses e, o impacto financeiro e psicológico é inevitável. Escolhemos por profissão a arte. Costumamos dizer que, enquanto os médicos curam o corpo, nós, os artistas, curamos a alma. Mas os últimos anos não estão sendo fáceis...primeiro uma pandemia com quase dois anos de trabalhos totalmente parados, e agora as enchentes...um misto de medo e incertezas que rodeiam nossas mentes: quando será a próxima? O que pode mais acontecer? Devemos pensar em outros caminhos para seguir? Este é um relato/desabafo de um grupo de artistas do interior do Rio Grande do Sul que tem em sua arte, sua única forma de sobrevivência. Somos artistas porque essa foi a nossa escolha. Trabalhamos à 19 anos levando arte e cultura para os lugares mais remotos do Brasil e temos muito orgulho do trabalho que desenvolvemos. Ao ser selecionado para este programa, nosso projeto tem o potencial de não apenas efetuar uma mudança positiva na paisagem cultural da região, mas também de oferecer suporte real e oportunidades de crescimento para os artistas. Esta iniciativa do governo é uma oportunidade vital para apoiar a retomada cultural pós-enchentes e nós estamos comprometidos em contribuir da melhor forma possível para esse processo de reconstrução artística e cultural. Escolhemos circular com nosso espetáculo mais querido e há mais tempo em cartaz - As Histórias do Vô Venâncio. e essa escolha deu-se também porque nosso projeto busca unir a rica e diversificada cultura gaúcha com a produção teatral, mergulhando nas tradições, lendas e personagens marcantes que caracterizam o Rio Grande do Sul. Através de uma extensa pesquisa e imersão na identidade cultural gaúcha, buscamos trazer esses elementos para o palco de forma autêntica e envolvente, oferecendo ao público uma experiência que celebra a essência e a profundidade da cultura local. Nossas produções teatrais visam preservar e enaltecer as tradições gaúchas, oferecendo um panorama emocionante e reflexivo das histórias e vivências típicas da região. Atualmente, no repertório da Companhia Armazém, temos em cartaz 05 espetáculos, que retratam e abordam de formas distintas a cultura gaúcha. São eles: As Histórias do Vô Venâncio (espetáculo infantil), Leões do Caverá (espetáculo de rua), Campeando Raízes (espetáculo infanto-juvenil), Lendas do Sul (espetáculo Musical) e Natal...uma canção de amor!(espetáculo Natalino). Estamos empenhados em compartilhar essa herança cultural de forma inspiradora e relevante, conectando passado e presente através da arte e do teatro. Acreditamos que a celebração da cultura gaúcha no palco não apenas enriquece as apresentações teatrais, mas também amplifica a compreensão e valorização da história e identidade do Rio Grande do Sul. Por todas essas razões, gostaríamos de reforçar o quanto acreditamos nesta união entre a arte teatral e a cultura gaúcha que, há 15 anos está presente em nossa pesquisa. Acreditamos profundamente em projetos que unem a cultura gaúcha com a produção teatral, pois desempenham um papel crucial no processo de recuperação das comunidades rurais, especialmente após as enchentes no Rio Grande do Sul. Ao proporcionar apresentações teatrais que celebram a identidade regional e narrativas tradicionais, esses projetos oferecem um espaço vital para a reflexão, cura e revitalização cultural. Além disso, essas produções contribuem significativamente para o fortalecimento da identidade local e historicamente enraizada, gerando um impacto positivo e duradouro nas comunidades afetadas. Através do teatro, é possível preservar, honrar e compartilhar o rico legado cultural gaúcho, oferecendo um farol de esperança e resiliência para aqueles que enfrentaram adversidades decorrentes das enchentes.
Roteiro “As Histórias de Vô Venâncio” Vô Venâncio é um idoso cheio de energia e causos pra contar! Está sempre preparado para discorrer sobre alguma curiosidade e de como as coisas mudaram com o passar do tempo. O contraponto fica com sua neta Feliciana, que também adora uma história e que sabe um segredo de seu avô: tem medo de qualquer coisa que se mecha de forma estranha ou faça barulhos assustadores! O que ele nega com veemência! Cena 1 – Feliciana entra cantando e dançando, feliz da vida conversando com as crianças! Ao apresentar-se, afirma adorar contar histórias junto com seu avô, porque sempre fica mais divertido com ele. Por ser bom contador, com muita criatividade, mas também, por ter muito medo de bruxas, Saci Pererê, Mula sem Cabeça, Um boitatá, e tantos outros. Então, Feliciana estabelece uma parceria com as crianças que, quando o avô chegar, na hora em que ele perguntar qual histórias gostariam de ouvir, o pedido deveria ser histórias de lobisomem. As crianças atendem prontamente! Feliciana chama o Vô Venâncio. Cena 2 – Vô Venâncio vai entrando e, quando percebe o tanto de gente que há ali, fica numa faceirice, porque adora contar seus causos pra criançada! Se atrapalha um pouco até sentar. Cena 3 – Entram os amigos de Vô Venâncio para ajudar a dar ainda mais cor às peripécias que serão contadas: o Seu violeiro (Igor Tadielo) e o Seu Gaiteiro (Cézar Leal)! Cena 4 – Feliciana pede para seu gaiteiro abrir a gaita e assim é feito. Cena 5 – Feliciana pede para o avô ensinar às crianças o Grito do Sapucai, o qual atende prontamente, deixando a criançada alvoroçada! Cena 6 – Vô Venâncio pede para Igor “abrir a goela”, ou seja, cantar. O cantor, combinado com Feliciana, fazem uma “homenagem” para Vô Venâncio: Xote Carreirinho. Cena 7 – Vô Venâncio decide contar uma história. Como de costume, pergunta às crianças qual história gostariam de ouvir. Neste momento, deixamos livre para a escolha, sendo a Mula Sem Cabeça, o Lobisomem, o Urso, os mais pedidos. Certamente, todos metem medo no Vô, mas ele nega, pois é um gaúcho aguerrido, forte e bravo! Aqui, abrimos a oportunidade para uma ou mais crianças fazer parte da cena como personagens. Cena 8 – Contam a história escolhida. Cena 9 – Cantam uma música que tenha a ver com o tema: (canção da Meia Noite – Letra de Amauri Garcia). Cena 10 – Vô Venâncio aproveita para escapar da cantoria, afinal, até música pode ser “perigosa”, para propor uma nova história. Porém, ele vai escolher e contar do jeito dele. Aqui, é escolhida uma lenda de acordo com a faixa etária. Geralmente sugerimos a Lenda da Erva-Mate, que trás uma reflexão acerca da herança indígena até os dias de hoje, além do hábito de tomar o chimarrão! Aqui, convidamos uma criança para vivenciar um personagem muito importante: o Pajé! Cena 11 – A cena anterior leva para mais um momento musical com a música Doce Amargo do Amor, letra de Jader Moranci Teixeira Leonardo. Cena 12 – Este é o momento de despedida e, como bom gaúcho, só tem uma forma: com a saideira!! Cantamos a música Amigo, Letra de Elton Saldanha.
Com relação a acessibilidade, o projeto compromete-se em cumprir os termos dos incisos I, II e III do art.18º da Instrução Normativa nº 10/2023 do Ministério da Cultura. Acessibilidade de conteúdo: as apresentações serão todas realizadas com Intérprete em Libras. Nos casos de alunos com deficiência visual, será realizada antes da apresentação uma visita sensoril ao palco e com os artistas Acessibilidade física: as escolas escolhidas para as apresentações serão devidademente verificadas com relação às medidas de acessibilidade quanto ao aspecto arquitetônico (banheiros, rampas, guias tãteis). Acessibilidade atitudinal: para o projeto, também serão realizadas medidas de acessibilidades atitudinais, como por exeplo, os cuidados que devemos com o caminho que será percorrido pelo cadeirante para que o acesso ao local reservado a ele esteja livre para a sua passagem. Sabendo o quanto algumas acessibilidades ainda são desconhecida para a comunidade e também, para os artistas. Por esta razão, o projeto firmou uma parceria com o Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Maria. Com essa parceria, todos os envolvidos com o projeto, participarão de uma manhã formativa com a Professora Orientdora, e sua turma, Vanessa Goulart Dornelles.
Entendemos que as medidas de democatização de acesso visam promover o acesso equitativo e inclusivo ao projeto cultural, assegurando que todas as pessoas, independentemente de sua localização geográfica ou condição socioeconômica, tenham a oportunidade de desfrutar das apresentações e participar das atividades culturais proporcionadas pelo projeto. Desta forma, destacamos sete medidas de democratização de acesso que serão realizadas pelo projeto: 1. Acesso a públicos diversos: Buscar locais variados para as apresentações, incluindo áreas de fácil acesso para comunidades carentes e bairros periféricos, ampliando o alcance do projeto para todos os públicos. 2. Ação em territórios indígenas: Incluir apresentações em territórios indígenas, promovendo o acesso à cultura e às artes para essas comunidades. 3. Acolhimento especial: Promover estratégias de acolhimento para pessoas com deficiência, garantindo que as apresentações sejam acessíveis a todos os públicos. 4. Divulgação ampla: Utilizar diferentes canais de comunicação e divulgação para garantir que o público-alvo esteja ciente das apresentações, incluindo parcerias com associações locais, escolas e organizações comunitárias. 5. Atividades acessórias: propõe-se a realização de debates interativos com o público após as apresentações, visando promover um diálogo enriquecedor sobre a arte teatral e as possibilidades da profissão artística. O objetivo é ampliar o alcance do projeto, oferecendo ao público infantil a oportunidade de compreender a importância da arte e da profissão artística, enriquecendo assim a sua experiência cultural. 6. Entradas gratuitas: todas as ativiades do projeto acontecerão de forma gratuita para o público. 7. A adaptação do espetáculo para locais que não são considerados ideais: a adaptação do espetáculo para apresentação em locais nao considerados ideais, como refeitórios de escolas, salões paroquiais, quadras esportivas, salas de aula e ginásios, é uma medida crucial para ampliar o alcance do projeto e alcançar públicos que de outra forma não teriam acesso à produção cultural. Ao levar o espetáculo para esses locais, estamos reduzindo as barreiras tradicionais, permitindo que um número maior de pessoas tenha a oportunidade de vivenciar a experiência teatral. Isso reflete nosso compromisso com a democratização do acesso à cultura, garantindo que a produção artística seja acessível a uma ampla gama de públicos, independentemente de seu contexto social ou geográfico. Esta abordagem reforça a importância de tornar a arte e a cultura integradas e acessíveis a todos.
O Projeto será realizado pela Companhia Armazém Cultura e Entretenimeto. Serão funções realizadas pelo proponente: Coordenação administrativae atores do projeto. Os sócios da empresa proponente Garcia e Paim Ltda, também participam do espetáculo que será apresetado. Por essa razão, os atores e músicos do projeto serão remunerados de forma separada. Sobre Companhia Armazém Quais são as nossas referências e inspirações? A nossa história! Os espetáculos, produções e intervenções artísticas da Armazém trazem diversos aspectos culturais de nossa cidade, nosso estado e nosso país! Fundada em março de 2008, a Companhia tem como sua principal atividade a apresentação de e espetáculos culturais, porém, também trabalha com organização e produção de eventos, espetáculos, ações promocionais, marketing de produtos e empresas. Usamos e abusamos de tudo o que a arte, o teatro, o cinema e a música proporcionam: emocionar, divertir, relacionar-se e confiar. Relacionar empresas e pessoas. Promover sensações, estímulos, vivências a cada um que nos assiste. Essa é a proposta da Armazém! A Cia. trabalha com as mais diversas atividades relacionadas à arte, entretenimento e criação. Nós buscamos unir a arte e a nossa história e nossas experiências para levar arte, cultura e entretenimento á todos os públicos! Espetáculos em ordem cronológica. “Tutti Buona Gente” 2009/2015 - A história é uma comédia na qual um grupo de italianos envolve-se em várias peripécias para realizarem seus afazeres diários. Quando um jarro, a maior aquisição da fazenda, aparece quebrado, o caos começa. Doce Encanto, 2004/2018. Em 2004 a Cia Armazém estreou seu primeiro espetáculo infantil, “Doce Encanto”, com a direção de Andrisa Kemel Zanella. Nesta época a Companhia não possuía nome ainda, porem a relação e equipe mantiveram-se até os dias de hoje. O espetáculo participou de diversos projetos culturais e, desde sua estréia até o ano de 2018 realizou 48 apresentações, tendo um público estimado de 16.500 pessoas. Os Maluquinhos, 2008/2015. Em 2008 a Armazém estreou o espetáculo infantil “Os Maluquinhos”, com direção de Leonardo Roat. O espetáculo realizou mais de 100 apresentações por todo Rio Grande do Sul e Uruguai. As Histórias do Vô Venâncio, 2009/2024.Em 2009, a Armazém montou o espetáculo “As Histórias do Vô Venâncio”, sob a direção de Ricardo Paim. Os Leões do Caverá, 2012/2024 - No ano de 2012 a Cia Armazém participou do Projeto “Humor e Tradição para todos – 1ª edição”, com o espetáculo “Os Leões do Caverá”, direção de Ricardo Paim. O espetáculo realizou mais de 75 apresentações mambembes e está em cartaz até hoje. As Aventuras de Emília e Dom Quixote, 2013/2024.Em março de 2013, a Cia estreou o espetáculo infantil “As Aventuras de Emília e Dom Quixote”, inspirado no livro de Monteiro Lobato “Dom Quixote para crianças”, com direção de Ricardo Paim. Los Viajantes 2013/2023. Em maio de 2013, a Armazém estreou na FeiTUR – Feira de Turismo de Porto Alegre, o espetáculo “Los Viajantes”, com direção de Patrícia Garcia. Terra à Vista 2015/2023.O espetáculo já realizou 120 apresentações, por várias cidades do Rio Grande do Sul. Em abril de 2016 o espetáculo esteve em cartaz Belém/PA, onde realizou uma temporada com 07 apresentações e, em outubro/2016, realizou uma temporada com 08 apresentações no Espaço Cultural Barroquinha, em Salvador/BA. A Tartaruguinha que perdeu o casco 2018/2022- A peça “A Tartaruguinha que perdeu o Casco”, é uma adaptação de um livro infantil que conta a jornada de uma tartaruga que perdeu seu casco e encontra vários amigos durante a busca por algo que possa ajudá-la. Uma linda história sobre amizade, solidariedade e doação de órgãos! Terra à Vista...a aventura continua !Abril 2019/2024. Terra à Vista, a aventura continua - conta a história dos irmãos, Mateus, Miguel e Manuela, que após receberem a casa dos avós de herança, resolvem transformá-la em um Parque Pirata para crianças. Porém, ao chegarem no quintal, deparam-se com grandes desafios: diferentes tipos de lixo e uma visita inesperada. Natal...uma canção de amor! 2018/2024 Conta com uma equipe de 29 artistas de diversas areas: músicos, atores, bailarinos e artistas circenses que, ao longo do espetáculo, mostram suas habilidades para contar nossa história. No enredo, um avô e suas duas netas que esperam ansiosamente a chegada de sua família para a noite de Natal. Porém, um imprevisto faz com que a mãe das meninas não possa comparecer. O avô, na tentativa de “salvar” a noite, mergulha nas mais diversas histórias e fantasias. A trama se desenvolve com muito humor, magia, encantamento e emoção. Um espetáculo para toda família, que nos faz refletir sobre o verdadeiro significado do Natal! Campeando Raízes: Os netos de Vô Venâncio retornam ao campo com um grande dilema a resolver: diante de um grande dilema: largar ou não a vida no campo e tentar a sorte na cidade. Seria essa a melhor opção?Uma jornada divertida e emocionante que confronta os obstáculos da vida no campo e na cidade. Um choque cultural que trará à tona a certeza do que realmente precisa-se para ser feliz! Estreou em fevereiro/2020 segue em cartaz. Patrícia Garcia - Atriz e Produtora no projeto DRT - 12320/RS Perfil nas redes sociais: @patriciamartinsgarcia Bacharel em Artes Cênicas em Interpretação Teatral (2006), pela Universidade Federal de Santa Maria. Sócia fundadora da empresa Garcia e Paim Ltda – CNPJ: 09435195/0001-77 – Companhia Armazém Cultura e Entretenimento, que em 2018 completou 10 anos. A empresa tem como sua principal atividade a apresentação de shows e espetáculos, porém, também trabalha com organização e produção de eventos, espetáculos, ações promocionais, marketing de produtos e empresas. Como atriz, participou de mais de 30 montagens, sendo as mais recentes ainda em cartaz: “As Histórias do Vô Venâncio”, Direção: Ricardo Paim, “ “Os Leões do Caverá”. Direção: Ricardo Paim. “Los Viajantes”. Direção Patrícia Garcia. “As Aventuras de Emília e Dom Quixote”. Direção Patrícia Garcia. “Histórias de um Gauchinho”. Direção Leonardo Roat “Terra á Vista”. Direção Leonardo Roat. “Lendas do Sul”. Direção Patrícia Garcia. “A Tartaruguinha que perdeu o casco”. Direção Leonardo Roat. “Natal...Uma Canção de Amor!” Direção Patríca Garcia. “Terra à Vista...a Aventura Continua!” Direção Leonardo Roat. “Campeando Raízes”. Direção: Patrícia Garcia. “Cores da Imaginação”. Direção Patrícia Garcia. “Reciclamundo”. Direção: Leonardo Roat. “Doador do Futuro”. Direção: Leonardo Roat. Ricardo Paim - Ator, produtor e diretor do espetáculo. Currículo resumido: DRT – 12312/RS Bacharel em Artes Cênicas em Interpretação Teatral (2006), pela Universidade Federal de Santa Maria. Sócio fundador da empresa Garcia e Paim Ltda – CNPJ: 09435195/0001-77 – Companhia Armazém Cultura e Entretenimento, que em 2018 completou 10 anos. Como ator, participou de mais de 35 montagens, sendo as mais recentes ainda em cartaz: “As Histórias do Vô Venâncio”, Direção: Ricardo Paim, “ “Os Leóes do Caverá”. Direção: Ricardo Paim. “Los Viajantes”. Direção Patrícia Garcia. “As Aventuras de Emília e Dom Quixote”. Direção Patrícia Garcia. “Histórias de um Gauchinho”. Direção Leonardo Roat “Terra á Vista”. Direção Leonardo Roat. Lendas do Sul. Direção Patrícia Garcia. “A Tartaruguinha que perdeu o casco”. Direção Leonardo Roat. “Natal...Uma Canção de Amor!” Direção Patríca Garcia. “Terra à Vista...a Aventura Continua!” Direção Leonardo Roat. “Trem Maravilha”. Direção: Patrícia Garcia. “Cores da Imaginação”. Direção Patrícia Garcia. “Reciclamundo”. Direção: Leonardo Roat. “Doador do Futuro”. Direção: Leonardo Roat. “Então é Natal...e o que você fez?”. Direção: Patrícia Garcia.
PROJETO ARQUIVADO.