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PRONAC 2414468ArquivadoMecenato

SOLOS FÉRTEIS - Uma Jornada Regenerativa

15.642.727 JULIA LUDWIG DA FONTOURA RODRIGUES
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (5)
Canela Rio Grande do SulCaxias do Sul Rio Grande do SulDois Irmãos Rio Grande do SulLajeado Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto SOLOS FÉRTEIS - Uma Jornada Regenerativa prevê a remontagem do espetáculo "Solo Fértil _ Canção para o Povo em Pé" e a circulação do mesmo em cidades em situação de calamidade ou emergência em diferentes regiões do Rio Grande do Sul. Após cada apresentação do espetáculo, de temática ecológica, será realizada uma mesa redonda para discutir possíveis ações comunitárias e locais em enfrentamento à mudança climática e suas consequências. Além das ações formativas, o projeto contará com acessibilidade.

Sinopse

Espetáculo: Solo Fértil – Canção para o Povo em Pé Solo Fértil é um Teatro Documentário Ficcionalizado, que se passa em Porto Alegre, na atualidade. Acompanha a trajetória de uma mulher à espera do trem após sua jornada de trabalho. O ambiente cotidiano e maquinal no qual se encontra vai se transformando através de um olhar poético para o centro da cidade. Levada pelo mistério do tempo, ela transita entre um passado remoto, onde as ruas adquirem contornos de floresta, e o presente, onde o movimento da Andradas se faz canção. Paralelamente, narra a história real das 115 árvores condenadas ao corte na capital do estado em 2013, para ampliação da Avenida Beira Rio.A árvore e sua simbologia, desde tempos imemoriais até sua presença no ambiente urbano, é o mote desta aventura com dramaturgia e canções autorais que convida à reflexão e debate acerca dos desafios socioambientais que se apresentam e tem sua importância e urgência ampliadas face às consequências da crise climática enfrentadas pelo Rio Grande do Sul recentemente. Com direção de Adriano Basegio, trilha sonora de Duda Cunha, a cenografia do premiado artista plástico Élcio Rossini sobreposta pelo vídeo mapping de Jana Castoldi e atuação de Júlia Ludwig, indicada ao Açoriano de Melhor Atriz 2017 pelo espetáculo, propõe-se uma atmosfera imersiva e sensorial, onde todos os elementos convergem para provocar um novo olhar sobre nosso cotidiano, compondo uma ode às árvores e mulheres das cidades, campos e florestas. Mesas Redondas: Jornada Regenerativa RS – Caminhos de Reconstrução A série de Mesas Redondas traz um convidado da área da biologia, ecologia ou empreendedorismo com ética ecológica como mediador para promover uma reflexão e um debate sobre ações coletivas, comunitárias e locais em enfrentamento à mudança climática e suas consequências. A Mesa faz uma costura do tema abordado no espetáculo, cujo mote é o símbolo da árvore e sua preservação, com o contexto local, abordando desafios específicos da região e exemplos de iniciativas positivas realizadas pela comunidade. Entre as convidadas, contamos com a presença de Lara Lutzenberger, bióloga filha e seguidora do legado de um dos maiores ambientalistas do estado e do Brasil: José Lutzenberger. Mapeamento de Agentes Regenerativos RS Solos Férteis – Jornada Regenerativa realizará uma extensa pesquisa ativa junto a produtores locais em cada uma das 5 regiões atendidas pelo projeto (Metropolitano Delta do Jacuí, Vale do Rio dos Sinos, Vale do Taquari, Campos de Cima da Serra e Serra) em busca de iniciativas regenerativas que tenham um impacto positivo em sua comunidade. Essa pesquisa tem como propósito gerar um encontro destes agentes através do espetáculo, como público e como debatedores na mesa redonda. Promove conexão entre iniciativas, reflexão e fortalecimento através da ampliação de uma rede de apoio. Também registra e divulga as mesmas, contribuindo com o banco de dados acerca do processo de reestruturação do RS após a crise vivenciada em 2024. Textos: Solos Férteis - Jornada Regenerativa Cada Mesa Redonda será acompanhada por um jornalista local, este vai elaborar um registro por escrito do evento, que será publicado no Site da Cia Circular. O Registro visa tecer relações do tema do espetáculo com os assuntos abordados na mesa redonda. Somado a experiência dos jornalistas, que vivenciaram o período das enchentes e sua visão do contexto de sua região, o documento colabora na elaboração do evento traumático e vislumbra possibilidades de restauração. O registro visa criar um produto permanente, gratuito e acessível a partir de um evento efêmero, contribuindo para a criação e organização de dados sobre o recente evento histórico das inundações no RS.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto pretende reativar o espetáculo "Solo Fértil - Canção para o Povo em Pé" que tem como tema a importância das árvores urbanas, quanto o debate que o mesmo promove acerca da preservação ambiental. O espetáculo pretende ser um dispositivo de encontro comunitário, reflexão e debate sobre a temática ecológica, em enfrentamento às mudanças climáticas e suas consequências. Para reforçar esse potencial, após o espetáculo, será realizado um debate com o público, visando reconhecer, fortalecer e desenvolver ações positivas coletivas, comunitárias e locais. Objetivos Específicos: - Remontagem do espetáculo cênico "Solo Fértil - Canção para o Povo em Pé";- 5 Apresentações do espetáculo "Solo Fértil - Canção para o Povo em Pé" nas cidades atingidas pelas enchentes de 2024: Porto Alegre (Metropolitano Delta do Jacuí), Dois Irmãos (Vale do Rio dos Sinos), Lajeado (Vale do Taquari), Canela (Campos de Cima da Serra) e Caxias (Serra);- 5 Mesas Redondas "Jornada Regenerativa RS - Caminhos para Reconstruir" com convidados da área ecológica para o público do espetáculo;- Pesquisa, mapeamento e publicação em Site de uma lista de entidades, associações, líderes comunitários, empreendedores e projetos com iniciativas regionais ecológicas positivas de cada uma das regiões com seus devidos contatos e links. Os membros da lista serão convidados a integrar o evento como público do espetáculo e participantes da mesa redonda. - Publicação no Site da Cia Circular de 5 textos, cada um escrito por um jornalista local, que cobrirá o evento (espetáculo + mesa redonda) somando ao registro a sua visão de como os eventos extremos impactaram sua região em particular.

Justificativa

O presente projeto tem como objetivo colaborar, através da arte, com a recuperação da estima de comunidades atingidas pela enchente no Sul do Estado do Rio Grande do Sul, bem como ser um espaço de sensibilização e reflexão sobre catástrofes climáticas como a que o Estado vivenciou nos últimos meses. Para tanto o projeto parte da obra artística "Solo Fértil - Canção para o Povo em Pé", a qual estreou em 2017 e teve seu curso interrompido pela Pandemia do Covid-19, e aproveita a oportunidade para ser remontada, uma vez que o contexto a faz extremamente pertinente e necessária. A mesma, então, atuará como dispositivo de encontro, debate público e mapeamento acerca da Regeneração dos ecossistemas riograndenses - que sofreram grande impacto com as enchentes de maio e que tendem a se repetir caso não sejam tomadas medidas preventivas e protetivas urgentes. O projeto contará com uma equipe qualificada e numerosa, composta de artistas que trabalharão na remontagem do espetáculo, somado a um time de profissionais locais da área da produção, comunicação e ecologia. SOLOS FÉRTEIS - Uma Jornada Regenerativa, se pretende de fato a uma jornada, um caminho de meses de trabalho em sala de ensaio para compor um espetáculo com a devida qualidade estética e uma pesquisa paralela que busca, contata e convida iniciativas positivas na área regenerativa em cada uma das regiões para participar do evento e da rede que o mesmo gera. Para além de uma obra de arte, o espetáculo pretende ser um mecanismo que tece uma rede de diálogo, reflexão e apoio mútuo entre cidadãos, líderes comunitários, entidades, associações, empresas e iniciativas que tem como objetivo contribuir com a reestruturação do Estado com ética ecológica. Para tal é necessário tempo e recursos financeiros, que remuneram uma grande equipe geral e também em cada um dos locais, fortalecendo os agentes da cultura, ecologia e comunicação das 5 regiões atendidas: Metropolitano Delta do Jacuí, Vale do Rio dos Sinos, Vale do Taquari, Campos de Cima da Serra e Serra. O projeto e suas posteriores publicações, gera ao fim um panorama que engloba as cinco regiões atendidas, buscando a especificidade de como o colapso ambiental impactou cada local mas também qual o quadro geral que essas nuances desenham. Através de uma itinerância cuidadosamente preparada junto às comunidades, o contato com antecedência, tanto na contratação das equipes locais quanto na pesquisa de iniciativas positivas de cada região, proporciona mais que a realização de um espetáculo, mas toma o evento em seu fundamento: o encontro e reunião presencial, o fomento a troca, contribuindo com enlaces comunitários, que tanto aliviam a tensão quanto investigam quais as possibilidades latentes que a comunidade está engendrando para superar os imensos desafios que estão postos. Para tal empreitada, o financiamento da Lei de Incentivo a Cultura é fundamental, a medida que para o espetáculo, aqui tomado como o dispositivo do encontro presencial e construção de conhecimento coletivo, necessita tanto de tempo de ensaio remunerado quanto reconfiguração de seus materiais, como cenografia e figurinos, não podendo levantar recursos através de bilheteria, por exemplo, sem o devido investimento inicial. Da mesma forma, o fato do projeto, a partir das artes cênicas, promover o encontro de profissionais de diversas áreas numa iniciativa inovadora, que pretende reunir e mapear iniciativas regenerativas no RS, requer recursos por ser oferecido gratuitamente a comunidade, gerando também novos dados e informações que serão úteis no acompanhamento da situação de reestruturação do Estado para diversos setores da sociedade civil. Desta forma a iniciativa terá forte impacto no mercado cultural da região, bem como impactos sociais a curto, médio e longo prazo. Resultados Esperados: - Promover a formação de novos públicos e difusão das artes cênicas. - Estimular a troca entre o público e os fazedores de arte, por meio das rodas de conversa após o espetáculo; - Contribuir para a formação de uma consciência crítica em relação ao papel transformador das artes alinhado a condutas de preservação e ecologia; - Inspirar iniciativas comunitárias que unem arte e ecologia. - Tecer redes de comunicação e fortalecimento entre comunidades de uma mesma região, pessoas e projetos que estão trabalhando pela reestruturação do RS com ética ecológica e empreendedorismo. - Contribuir com a elaboração da crise vivenciada através do encontro presencial e a troca que o mesmo proporciona, recosturando relações comunitárias, de maneira a inspirar novos caminhos e apoio mútuo. - Através da publicação do Mapeamento de Agentes Regenerativos e dos Textos: "Jornada Regenerativa RS - Caminhos para a Reconstrução" de cada uma das 5 regiões, contribuir com a coleta, registro e difusão de dados relativos a este período histórico, bem como divulgar e fortalecer ações positivas nesse contexto. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto se enquadra nos seguintes objetivos do do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

Solos Férteis - Uma Jornada Regenerativa vale-se do fundamento do teatro para tecer sua proposta: o encontro presencial, seu caráter de reunião pública e fórum para observar determinada temática num âmbito comunitário. Neste caso, refletimos a partir da simbologia milenar da árvore, em sua forma nativa e ancestral até sua presença e importância nas grandes cidades. Debatemos sobre a preservação, sobre o desenvolvimento que desejamos e sobre nossos valores coletivos. Acompanhados pela vocação do teatro para o jogo, para o fazer compartilhado entre atores e espectadores, capaz de articular de modo produtivo a estética, a ética e a política, nos propomos a remontar o espetáculo Solo Fértil e circular por 5 regiões do estado atingidas pela calamidade climática. Tomamos a encenação como um dispositivo para o encontro de uma platéia previamente contatada e selecionada em 3 meses de pesquisa junto as produções locais, de modo potencializar o encontro da comunidade através do espetáculo, buscar, conhecer e reconhecer iniciativas locais que estejam impactando positivamente suas comunidades, de forma a pesquisar e difundir soluções num ambiente tão desafiador que nos encontramos como população. Tal Mapeamento será compartilhado.Temos como referências teóricas o autor francês Denis Guénoun, e seu olhar do Teatro como uma Assembléia. Também o brasileiro e atualmente residente do RS, professor Eurico Vianna, doutor em desenvolvimento comunitário pela Griffith University na Austrália. Sua pesquisa é voltada para o desenvolvimento de áreas de habitação, produção alimentar e cultural onde ações e relações são pautadas pela restauração social, econômica e ecológica. Entendemos que é necessário unir um pensamento ecológico ao desenvolvimento econômico, e incentivar o empreendedorismo, porém com ética e respeito a vida. As mesas redondas que acompanham a sessão do espetáculo visam identificar e compartilhar as práticas locais que caminham neste sentido, consturando com o tema do espetáculo e ampliando-o para a vida cotidiana e para os sonhos de reestruturação. Entendemos que não basta repetir os modelos anteriores, pois estes já colapsaram. É necessário articular-se de outras formas e o espetáculo pretende contribuir no sentido de inspirar essas possibilidades com sua passagem.Apesar do caráter efêmero do fenômeno teatral, o projeto prevê, finalmente, um produto que perdura no tempo: registros escritos realizados por diferentes jornalistas locais que cobrirão o evento como um todo. Estes registros não são exatamente uma ata, mas um exercício de reflexão destes profissionais que vivenciaram na pele a emergência climática sofrida pelo estado, e sua visão sobre os impactos da mesma na sua região, criando assim um panorama composto por 5 importantes regiões do estado.Como uma grande árvore o espetáculo é o tronco forte, ligando a copa e as raízes. Dela brotam inúmeras espécies e formas de vida. Da peça, desdobramos para Mapeamento, Mesa Redonda e Registro Escrito, todas aprofundando e difundindo o tema central do espetáculo e ampliando seu sentido e impacto social.

Especificação técnica

Espetáculo: Solo Fértil – Canção para o Povo em Pé Duração do Espetáculo: 50mClassificação: 14 anosIngressos gratuitos ou a preços populares. Aberto a comunidade. Mesas Redondas: Jornada Regenerativa RS – Caminhos de Reestruturação Duração: entre 1h e 1h30Público: Aberto a comunidade com convite especial para associações e participantes de iniciativas positivas na reestruturação de sua comunidade.Temática: Áreas de habitação, produção alimentar e cultural onde ações e relações são pautadas pela restauração social, econômica e ecológica.Mediadores: Biólogos, profissionais da área da ecologia e empreendedorismo com ética ecológica. Mapeamento de Agentes Regenerativos RS Pesquisa com duração de 3 meses realizada pela produção do projeto junto a produtores locais. Serão incluídos dados como nome, sinopse da iniciativa, contatos e links de acesso.Mapeamento publicado no Site da Cia Circular na aba “Jornada Regenerativa”. Registros: Solos Férteis - Jornada Regenerativa Registro reflexivo com aproximadamente 2 laudas, realizado por jornalista local, cobrindo o evento como um todo: espetáculo mais mesa redonda. Soma-se ao texto a visão do jornalista sobre as particularidades do impacto dos eventos extremos em sua região. Publicado no Site da Cia Circular na aba “Jornada Regenerativa”.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO Acessibilidade Física O evento será realizado em teatros e espaços culturais em atividade em cada uma das cidades atendidas. Na escolha dos locais serão observados e priorizados espaços que ofereçam estrutura adequada, como: Rampas de acesso com inclinação adequada e corrimãos; espaços amplos para manobra de cadeiras de rodas; banheiros adaptados com barras de apoio, assentos sanitários e pias adequados; portas com largura suficiente para passagem de cadeiras de rodas; lugares reservados para pessoas com deficiência em locais estratégicos, com boa visibilidade e fácil acesso; iluminação de emergência adequada e sinalização de rotas de fuga; etc. Além disso, será confeccionada uma placa com o mapa do espaço em Braille, que ficará de legado do evento para cada um dos espaços culturais. Acessibilidade de Conteúdo O espetáculo contará com uma visita sensorial antes da sessão, onde pessoas com deficiência visual poderão realizar uma experiência tátil com os figurinos e cenografia, especialmente o elemento de tecido composto pelo artista visual Élcio Rossini. Poderão também conhecer e conversar com a atriz, familiarizando-se com o tema do espetáculo e sua protagonista. Ainda atendendo o público com deficiência visual, que será previamente convidado pela produção do espetáculo, este contará com audiodescrição. O espetáculo contará com intérprete de Libras e receptivo treinado. PRODUTO: CONTRAPARTIDA / RODA DE CONVERSA Acessibilidade Física O evento será realizado em teatros e espaços culturais em atividade em cada uma das cidades atendidas. Na escolha dos locais serão observados e priorizados espaços que ofereçam estrutura adequada, como: Rampas de acesso com inclinação adequada e corrimãos; espaços amplos para manobra de cadeiras de rodas; banheiros adaptados com barras de apoio, assentos sanitários e pias adequados; portas com largura suficiente para passagem de cadeiras de rodas; lugares reservados para pessoas com deficiência em locais estratégicos, com boa visibilidade e fácil acesso; iluminação de emergência adequada e sinalização de rotas de fuga; etc. Além disso, será confeccionada uma placa com o mapa do espaço em Braille, que ficará de legado do evento para cada um dos espaços culturais. Acessibilidade de Conteúdo A atividade será seguida do espetáculo e contará com audiodescrição, intérprete de Libras e receptivo treinado.

Democratização do acesso

O espetáculo contará com uma equipe especializada em comunicação, contando com designer, especialista em mídias sociais e assessoria de imprensa, visando uma ampla divulgação nos meios digitais e impressos, programas de rádio e televisão feitos no Rio Grande do Sul. Os ingressos serão distribuídos gratuitamente ou vendidos a preços populares, de no máximo R$ 25,00, de acordo com a realidade da região e espaço cultural onde se apresente. De qualquer forma os limites do Plano de Distribuição da IN vigente serão respeitados. A equipe do espetáculo conta com um membro da equipe de produção exclusivamente para fazer o mapeamento de Agentes Regenerativos, ou seja, líderes comunitários, empresários locais, associações e iniciativas que estejam alinhados com uma ação regenerativa no RS. Estes serão previamente contatados e convidados para participar do espetáculo e da mesa redonda, com acesso gratuito. Da mesma forma serão distribuídos convites para grupos de pessoas com deficiência visual e deficiêntes auditivos. O projeto conta ainda com as Rodas de Conversa após cada apresentação, entre a equipe do espetáculo, agentes locais convidados e comunidade. AÇÃO DE AMPLIAÇÃO DE ACESSOVisando uma ampliação do debate provocado pelo evento nas mesas redondas, acerca da regeneração dos ecossistemas riograndenses, serão publicados 5 Relatos produzidos por jornalistas locais e publicados na internet, dando acesso a um amplo público a essas informações por prazo indeterminado. Será igualmente publicado na internet um mapeamento de todas as iniciativas regenerativas levantadas, contribuindo com o registro, divulgação e contato das mesmas de forma ampla e gratuita.

Ficha técnica

Direção Geral do projeto: Júlia LudwigProdução: Luiza CarmonaAssessoria de Produção e pesquisa: Ale Rodrigues Assessoria de Imprensa: Bebê BaumgartenRedes Sociais: Ananda AliardiDesign: Paula LixDireção: Adriano BasegioAtuação e dramaturgia: Júlia Ludwig Cenografia: Élcio RossiniTrilha Sonora: Duda CunhaVídeos autorais: Thiago LazeriPesquisa de vídeos e vídeo mapping: Jana CastoldiFigurino: Chico MacalãoMontador e contrarregra: Rodrigo ShalakoConvidados Mesa Redonda área ecologia: Lara Lutzenberger e Eurico Vianna Júlia Ludwig - Diretora geral projeto e atrizDiretora de Teatro, formada pela UFRGS (2008). Idealizadora da Cia Circular e uma das Diretoras do Bloco da Laje. A composição dramatúrgica permeia seu trabalho como encenadora e professora: é diretora e Roteirista do podcast “Bendita Sois Voz” ao lado de Luciane Panisson e proponente do projeto “Solos Férteis”, no qual dirigiu solos autorais femininos de Dedy Ricardo, Maria Falkembach, Renata de Lélis, Deborah Finocchiaro, e atua em Solo Fértil: Canção para o Povo em Pé, pelo qual foi indicada a Melhor Atriz ao Prêmio Açorianos em 2017. Premiada como Melhor Diretora do Festival da Cidade do Rio de Janeiro em 2011 por “Tempografia”. Dirige também “Descrição de Uma Imagem” pelo Goethe Institut Poa (Prêmio Açorianos de Melhor Iluminação 2011), “AYÊ” (II Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras - 2012), “O Cortiço” (2016) e “Avenida das Maravilhas” (Projeto Transit 2020). Como professora foi premiada como Melhor Orientação, Melhor Roteiro Original, Melhor Sonoplastia e Melhor Espetáculo no 6° Festival de Teatro Escolar de Canela em 2003, por “Brincadeira no Escuro”, em sua primeira experiência como diretora. Atualmente é professora da A_Barca, Escola Aberta de Teatro. Adriano Basegio - Diretor espetáculo:Ator, diretor e professor de teatro e música, Licenciado em Educação Artística - Hab. Artes Cênicas/UFRGS e Escola de Música da OSPA. Fundador da A_Barca - Escola Aberta de Teatro. Foi cofundador da Cia do Giro e Diretor do TEPA - Teatro Escola de Porto Alegre. Formação em Mimo Corporal com Thomas Leabhart (Paris) e École Philippe Gaulier (Paris); Aperfeiçoamento na SITI Company - Técnica Suzuki e Viewpoints (Nova York). Especializações e cursos com: Yoshi Oida (Japão), Sotigui Kouyaté (Burkina Fasso), Leo Bassi (Itália);Maria Lucia Raimundo e Roberto Birindelli (POA), Grupo LUME (Campinas), Angela de Castro, Ivaldo Bertazzo (SP), entre outros. No teatro participou de diversos espetáculos nas funções de ator, diretor e músico onde destacam-se “LARVÁRIAS” e “O SONHOS DE UMA NOITE DE VERÃO” pela Cia do Giro; "Solo Fértil"/2017 e "Aquele que Nasceu"/2016; e as codireções de “Encontros”/2004, “Carrilhão” da Cia Nopok/2015 e o Show musical “Canção para Voar” de Vanessa Longoni/2013. É Professor do ITI (Intercultural Theatre Institute) em Singapura/Ásia e da Escola Aberta Vale do Ser (RS). Luiza Carmona - Produtora:Produtora e gestora de projetos culturais há mais de 10 anos. Atualmente está como Coordenadora de Projetos Culturais na Opus Entretenimento, atuando no setor da empresa desde 2015 com elaboração, gestão e prestação de contas de projetos incentivados de diversos portes e em diferentes leis de incentivo do País. Compõe o Coletivo Gurias dos Projetos desde 2022 como consultora de projetos culturais incentivados para empresas e artistas independentes. Desde 2013 compõe o Coletivo Bloco da Laje na equipe de comunicação e elaboração de projetos. Em 2014 fundou o Coletivo Crionças, junto com Diego Machado, onde produziu o espetáculo Crionças. 2014-15 esteve a frente da Produção Geral do TEPA/Teatro Escola de Porto Alegre. Formada em Comunicação Social – Jornalismo/PUCRS, Especialista em Economia da Cultura/UFRGS, com MBA em Gerenciamento de Projetos na FGV e cursando História da Arte/UFRGS. Élcio Rossini - CenógrafoProfessor Adjunto na Universidade Federal de Santa Maria, Departamento de Artes Cênicas. Graduado em Licenciatura em Educação Artística pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Possui Mestrado e Doutorado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Pós-Doutorado em Ciência da Informação - Museologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Tem larga experiência na área de Artes, com ênfase em Cenografia e Direção Teatral, Performance, Instalação e Expografia. Atualmente desenvolve a pesquisa Cenografia Expandida: invenção e instauração de espaços provisórios com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.Membro do NDE e do colegiado do curso de Bacharelado em Artes Cênicas também na UFSM. Thiago Lazeri - FilmmakerFilmmaker e produtor de conteúdo audiovisual. Se graduou em Jornalismo / Comunicação Social em 2004 e logo em seguida escreveu, produziu e dirigiu um seriado de TV diário em Porto Alegre, cidade ao sul do Brasil (POARS). Em seguida trabalhou como roteirista em produtoras de vídeos publicitários, até fundar sua própria companhia. Atualmente atua como filmmaker freelancer produzindo projetos autorais e atendendo demandas de conteúdo e marketing digital. Duda Cunha - Diretor MusicalMúsico e arte educador desde 2003 compositor de trilhas sonoras como da peça de teatro “Qual a Diferença Entre o Charme e o Funk” vencedora do Prêmio Açorianos de melhor trilha sonora de teatro com João Pedro Cé e grupo Pretagô. Atua nas aulas e workshops da bailarina e professora Roberta Campos com danças populares brasileiras e dança Afro Brasileira. Acompanha a bailarina Ana Medeiros e Hiroshi Nishiyama (Japão) em trabalhos de pesquisas e apresentações de Butoh. Músico da banda Chimarruts desde 2019 e banda MOIO (música instrumental).Faz parte do grupo Piá, grupo de extensão da UFRGS e faz parte do Tributo a Fela Kuti com o músico Idowù Akinrulí (Nigéria). Chico Macalão - FigurinistaChico Macalão é ator, figurinista, aderecista, cenotécnico e produtor cultural. Formado em estilismo/confecção industrial pelo Senai/Cetiqt RJ em 2000 e pela escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo Ói Nóis Aqui Traveis-RS em 2016. Atua no Bloco da Laje desde a sua fundação, é bricante, cantor, porta bandeira e produtor cultural. Bebê Baumgarten Comunicação - Assessoria de Imprensa Está entre as empresas de comunicação mais antigas e atuantes no sul do país. Em atividade ininterrupta há 33 anos, trabalhou com produtoras de renome como a OPUS Promoções, entre 1990 a 2006; festivais internacionais como o Porto Alegre em Buenos Aires e o projeto Sud a Sul, que levou uma comitiva de 40 artistas para o sul da França; o Fórum Social Mundial - em suas três edições na capital gaúcha; edições da Feira do Livro de Porto Alegre. Realizou, como coordenadora de comunicação, 17 edições do Porto Alegre em Cena, além de ter divulgado edições do Festival do Teatro Brasileiro em Porto Alegre, Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre, Natal Luz de Gramado e Planeta Atlântida. Implementou a comunicação do Santander Cultural, para o qual prestou serviços desde sua inauguração, em 2001, até dezembro de 2004, e do Studio Clio – Instituto de Artes e Humanismo, entre 2005 e 2006.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.