| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 61741690000124 | Cabot Brasil Ind. e Comércio Ltda | 1900-01-01 | R$ 320,0 mil |
| 03562124000159 | WILSON SONS SERVIÇOS MARÍTIMOS | 1900-01-01 | R$ 120,0 mil |
O Instituto SECI, desde 2017, promove a inclusão social por meio do projeto Solta o Som, dedicado ao ensino da música para jovens da periferia de Santo André. Com a continuidade do projeto, pretendemos expandir o alcance e aprofundar o impacto cultural e social através de aulas práticas de instrumentos musicais e oficinas complementares. O currículo inclui violão, canto, guitarra, bateria, contrabaixo, teclado, teoria musical e técnicas de áudio. Oficinas de prática de banda e combo instrumental promovem a colaboração e o trabalho em equipe.
Não se aplica.
Objetivo geral: O objetivo geral do projeto é incentivar a prática musical, promover o interesse pela cultura e incluir socialmente um público que é frequentemente marginalizado e excluído. O projeto visa possibilitar o desenvolvimento pessoal, fortalecendo a autoestima e o reconhecimento dos participantes como cidadãos de direitos culturais, além de prepará-los para a inserção na economia criativa. Objetivos específicosObjetivos específicos qualitativos: Elevar a autoestima e autoconfiança dos participantes: As aulas de música são estruturadas para que cada aluno descubra e desenvolva suas capacidades individuais, promovendo uma sensação de realização pessoal. Ao dominar um instrumento, os alunos superam desafios, o que contribui diretamente para o fortalecimento de sua autoestima e autoconfiança. Utilizar a música como ferramenta de inclusão social: O projeto busca proporcionar aos participantes o acesso a instrumentos musicais e ao aprendizado de técnicas que, de outra forma, seriam inacessíveis. A música, além de ser uma forma universal de comunicação, promove a inclusão social ao criar um espaço de respeito, diversidade e cooperação entre os alunos, fortalecendo o sentimento de pertencimento pessoal e como grupo. Desenvolver valores essenciais através da prática musical: A disciplina necessária para aprender um instrumento, o trabalho em equipe nas formações de bandas e o respeito à diversidade cultural são valores intrínsecos ao processo educativo do projeto. Esses valores são fundamentais para o desenvolvimento integral dos jovens, preparando-os não apenas como músicos, mas como cidadãos conscientes e ativos. Contribuir para a formação de público e para o desenvolvimento da cultura local: O projeto não apenas ensina música, mas também forma novos consumidores e criadores de cultura. As apresentações públicas, que fazem parte do cronograma do projeto, são oportunidades para que os alunos mostrem seu talento, ao mesmo tempo em que promovem a cultura local e engajam a comunidade, fortalecendo o vínculo cultural e comunitário. Despertar talentos e fomentar o interesse por carreiras na música: Ao oferecer uma educação musical de qualidade, o projeto abre portas para que talentos possam ser descobertos. Essa descoberta pode levar à profissionalização, com jovens optando por seguir carreiras na música, contribuindo assim para a economia criativa local e gerando novas oportunidades de renda. Objetivos específicos quantitativos: - Atender, de forma gratuita, a crianças e jovens de baixa renda do subdistrito do Capuava em Santo André, oferecendo oficinas/aulas de instrumentos, teoria musical e formação de banda. - Atender a um público médio de 350 alunos nas oficinas/aulas ao longo do projeto. - Realizar 03 apresentações oficiais com participação dos alunos, de forma gratuita ao público. - Atender a um público médio de 500 espectadores, no total, considerando as 03 apresentações realizadas.
O Instituto SECI oferece desde 2017, com o apoio de leis de incentivo, aulas musicais baseadas na demanda dos participantes, que demonstram um profundo interesse em aprender a tocar diferentes instrumentos. Essa escuta ativa e entendimento das necessidades dos jovens nos motivou a ampliar nossa grade de atividades, permitindo que pudéssemos oferecer aquilo que realmente faz sentido para eles. Morando na periferia da cidade, esses jovens têm acesso extremamente limitado a atividades culturais, e nosso objetivo é preencher essa lacuna.O Instituto Socioesportivo Educacional Cultural e Inovador (SECI), uma entidade sem fins lucrativos, trabalha de forma democrática para proporcionar inclusão social por meio de atividades esportivas, educacionais e culturais. A cultura é utilizada como uma ferramenta fundamental na construção de um espaço de troca de experiências, aprendizado e transformação da realidade da comunidade. Por isso, a continuidade do projeto Solta o Som SECI, que há oito anos consecutivos ensina música em seus contextos prático, técnico e teórico para crianças e adolescentes da periferia de Santo André, é tão essencial. Este projeto é oferecido de forma totalmente gratuita.O público beneficiado pelo projeto é composto, em sua maioria, por crianças e adolescentes de 6 a 21 anos, que nunca tiveram contato com instrumentos musicais antes de ingressarem no programa. Esses jovens são moradores da região do subdistrito do Capuava, abrangendo Santo André, Mauá e a Zona Leste de São Paulo. Destes participantes, 43% são meninas, 55% se identificam como negros ou pardos, e 80% são estudantes das escolas públicas locais.O Solta o Som pretende ampliar o número de beneficiários e as atividades oferecidas, respondendo ao crescente interesse dos jovens em participar do projeto, evidenciado pela lista de espera que não pára de aumentar (atualmente com 500). A maioria dos interessados compartilha o perfil descrito, enfrentando dificuldades significativas para acessar atividades culturais na cidade que nasceram e cresceram.Santo André, como município, enfrenta uma carência crítica de espaços e projetos culturais acessíveis na periferia. Os poucos equipamentos culturais gratuitos são centralizados, tornando-os de difícil acesso para uma parte considerável da população, ampliando o sentimento de exclusão e, por conseguinte, diminuição da perspectiva de uma vida melhor. Por exemplo, o Teatro Municipal de Santo André, um dos principais espaços culturais, fica a 5 km de distância do subdistrito do Capuava. A caminhada até lá levaria mais de uma hora por trajetos perigosos, sem passagem adequada para pedestres, e o acesso por transporte público requereria a utilização de dois ônibus. Outro espaço, o Parque Central da cidade, conhecido por receber shows gratuitos, fica a 7 km de distância, também com acesso complicado a pé e por transporte público.Embora a região do ABC conte com a Fundação das Artes em São Caetano, um espaço de referência no ensino de música, os jovens da comunidade do Capuava muitas vezes não conseguem sequer imaginar a possibilidade de se profissionalizar na música. Antes de integrar o projeto, a maioria deles nunca havia visto e menos ainda tocado em instrumentos como bateria ou guitarra, exceto alunos que frequentam igrejas.Nos anos de existência do projeto, temos exemplos inspiradores de jovens que encontraram na música um caminho de transformação. Um desses jovens, que começou como aluno de música, hoje atua como monitor do projeto e está cursando Piano Popular na Fundação das Artes. Sua história é um exemplo concreto de como o projeto pode ajudar a desenhar carreiras e abrir novas oportunidades para jovens da periferia.A cultura, a música, o incentivo à arte e à criatividade são ferramentas poderosas para afastar crianças e jovens da criminalidade, ajudando-os a se perceberem como parte valiosa da sociedade. Eles desenvolvem autoestima, descobrem suas habilidades e talentos, e percebem que têm algo a contribuir. Esta é a missão do Instituto SECI: criar espaços de criação e produção artística que são essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e diversa. Este projeto, portanto, representa a continuidade de um trabalho fundamental de difusão cultural para crianças e adolescentes da região, promovendo mudanças reais e duradouras na vida de seus participantes. Nesse sentido, a Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar projetos como o Solta o Som, pois permite a democratização do acesso à cultura e à música em regiões periféricas, onde as oportunidades culturais são escassas. Sem esse recurso, a continuidade do trabalho seria inviável, já que a organização não dispõe de recursos próprios suficientes para atender à crescente demanda. Através desse apoio, conseguimos transformar a vida de jovens, oferecendo um caminho de desenvolvimento artístico, formação cidadã e oportunidades reais para um futuro melhor.Este projeto atende aos artigos 1º e 3º da Lei nº 3.313 de 23 de dezembro de 1991, porque contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; incentiva à formação artística e cultural por meio das aulas de musicalização previstas e estimula o conhecimento dos bens e valores culturais por meio da gratuidade total nas apresentações propostas.
Embora este projeto seja de continuidade, ele contém importantes alterações e ampliações em relação aos anos anteriores. Uma das principais mudanças é a distinção das aulas em turmas para iniciantes e turmas intermediárias, permitindo um ensino mais focado e adequado ao nível de habilidade dos alunos. Além disso, foram incluídas novas aulas, como instrumentos de sopro e produção musical, enriquecendo ainda mais o currículo oferecido.Atividades complementares:Além das aulas regulares, o projeto incluirá uma série de atividades complementares que visam expandir o aprendizado musical e contribuir para a formação cultural dos alunos. Estas atividades incluem: Masterclass sobre formação de banda: Será realizada com músicos profissionais e o foco é formação da banda do projeto, com técnicas avançadas sobre presença de palco, performance e feedback especializado.Visita ao SESC Santo André: Os atendidos poderão vivenciar a riqueza da música popular brasileira ao visitar o SESC Santo André para um show que celebra a brasilidade, a MPB e suas nuances, enriquecendo o conhecimento musical adquirido no projeto.Visita ao concerto: Os alunos poderão desfrutar de um concerto da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, reconhecendo a importância e a grandiosidade que esta orquestra representa para a cultura do estado, o que enriquecerá o aprendizado prático com uma experiência cultural marcante e significativa. Essas atividades complementares são essenciais para a formação integral dos alunos, proporcionando um entendimento mais amplo da música como arte e como expressão cultural. No mesmo sentido, é essencial para o desenvolvimento coletivo dos alunos e complemento importante à formação teórica. Processo de inscrição dos alunos:As inscrições para o projeto serão realizadas nos dois primeiros meses do ano, permitindo uma preparação adequada para o início das aulas. O processo de inscrição incluirá os seguintes passos: - Documentos necessários: Os alunos deverão apresentar cópias do RG ou certidão de nascimento, comprovante de residência e declaração de matrícula escolar. Para menores de idade, será necessária a autorização dos pais ou responsáveis.- Locais de inscrição: As inscrições poderão ser feitas diretamente na sede do Instituto SECI, bem como em pontos de inscrição temporários montados em escolas públicas e centros comunitários da região. - Prazos: As inscrições estarão abertas durante os meses de janeiro e fevereiro. Caso o número de inscritos exceda o número de vagas disponíveis, serão inseridos na lista de espera do projeto.- Critérios de Seleção: Se houver mais inscritos do que vagas, os critérios de seleção incluirão a análise da situação socioeconômica dos candidatos, em ordem de prioridade para crianças de orfanato, seguido por estudantes de escolas públicas e moradores da periferia de Santo André. O orçamento do projeto foi elaborado com base em cotações de mercado atualizadas, garantindo valores realistas e compatíveis com os custos atuais. Como parte de um projeto de continuidade, o orçamento contempla a aquisição de novos instrumentos para manter a alta qualidade do ensino e atender às necessidades dos alunos já existentes. Este processo detalhado de elaboração do orçamento assegura que o projeto tenha os recursos necessários para uma entrega de excelência, mantendo transparência e responsabilidade financeira.
Oficinas/aulas:O projeto utiliza metodologia própria desenvolvida a partir do entendimento de que a música é uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento humano e a preservação de valores culturais. Essa metodologia se baseia nos princípios da aprendizagem prática, da inclusão e da valorização da diversidade cultural, buscando transformar o ensino musical em uma experiência significativa para todos os participantes.Metodologia:A metodologia do projeto é composta por várias etapas, que incluem tanto a aprendizagem técnica dos instrumentos quanto o desenvolvimento da sensibilidade e apreciação musical. As aulas são coletivas, com no máximo 8 alunos por sala, permitindo uma atenção personalizada e a criação de um ambiente colaborativo. Princípios:A metodologia é fundamentada em teorias educacionais de Piaget e Vygotsky, que destacam a importância da música no desenvolvimento cognitivo e social. Também se inspira no método Jaques-Dalcroze, que enfatiza o aprendizado por meio da prática e da experiência sensorial. Esses princípios guiam o formato das aulas e a forma como os alunos interagem com os instrumentos.Etapas:As aulas são organizadas em módulos trimestrais, começando com a iniciação ao instrumento, onde o objetivo é despertar o interesse e a paixão dos alunos pela música. Essa fase é menos técnica e mais exploratória, permitindo que os alunos se familiarizem com o instrumento. No segundo trimestre, os alunos começam a aprofundar seu conhecimento técnico e teórico, aprendendo a ler partituras, identificar notas e compreender a estrutura das músicas.Ferramentas:Durante as aulas, são utilizados recursos como exercícios práticos, audições guiadas e análises musicais. Os alunos têm a oportunidade de tocar em conjunto, desenvolvendo habilidades de trabalho em equipe e compreensão rítmica. Além disso, a aula de Teoria Musical é integrada à prática instrumental, oferecendo uma abordagem completa que conecta teoria e execução. As aulas são coletivas, com um máximo de 8 alunos por turma, e abrangem cordas dedilhadas, sopro, teclado, bateria, canto, além de formação de bandas, produção musical e Teoria Musical. Todas as atividades seguem planos pedagógicos aplicados em edições anteriores, que são revisados anualmente. Para referência e melhor compreensão, anexamos esses documentos. Durante a fase de pré-produção, também revisaremos o material, se necessário. Seguindo a metodologia dos anos anteriores, os primeiros meses de trabalho focam na iniciação ao instrumento. Nesse momento, nosso objetivo é despertar a paixão do aluno pelo instrumento e apresentar seu funcionamento de forma simples, com menor ênfase em aspectos técnicos. A partir do segundo trimestre, os alunos começam a explorar conceitos musicais mais técnicos e teóricos. A aula de Teoria Musical tem como ponto de partida os períodos em que o som não era reconhecido como música. Nossos professores pesquisaram a história do continente africano para contextualizar a evolução da música ao longo do tempo. As aulas teóricas são divididas em três áreas: história da música, apreciação e rítmica. Na parte de história, os alunos são convidados a viajar no tempo, explorando as músicas dos povos tradicionais e fundadores da Terra até chegar às produções contemporâneas. Na apreciação, o foco é exercitar a escuta e compreensão das linguagens musicais, identificando propriedades como altura, duração, intensidade e timbre. Com o tempo, os alunos passam a reconhecer os sons de diferentes instrumentos em uma composição. Por fim, na rítmica, eles aprendem sobre a estruturação das músicas, compreendendo as bases rítmicas que sustentam diferentes estilos musicais.
Oficinas/aulas:(PARA DEFICIENTES EM GERAL): As aulas serão realizadas em um local com acesso facilitado, garantindo que todos os participantes, independentemente de suas limitações físicas, possam participar plenamente das atividades. O local conta com rampas de acesso e profissionais responsáveis por orientar e apoiar pessoas com necessidades especiais. *Conforme termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999.(PARA DEFICIENTES VISUAIS): As aulas serão inclusivas e adaptadas para atender as necessidades dos deficientes visuais que desejarem participar. Haverá ao menos um professor capacitado para trabalhar com esses alunos, além de monitores disponíveis para fornecer suporte adicional, garantindo que a experiência educativa seja enriquecedora e acessível.(PARA DEFICIENTES AUDITIVOS): As oficinas/aulas serão projetadas para incluir pessoas com deficiência auditiva, com um enfoque especial na musicalização por meio da percepção de vibrações. O processo envolverá a teoria musical escrita, percussão corporal, e o uso de instrumentos percussivos, aproveitando a capacidade dos deficientes auditivos de sentir vibrações através dos graves, que reverberam no chão ou no corpo. Pelo menos um professor capacitado estará disponível para atender a esse público, garantindo que todos os participantes possam se engajar de maneira significativa.Apresentações:(PARA DEFICIENTES EM GERAL): As apresentações ocorrerão em um local que oferece acesso facilitado para pessoas com deficiência, com rampas de acesso, assentos exclusivos e profissionais preparados para orientar e apoiar os participantes com necessidades especiais, *Conforme termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999.(PARA DEFICIENTES VISUAIS): Como as apresentações são musicais, elas já são naturalmente acessíveis para deficientes visuais. No entanto, haverá sempre uma equipe disponível para auxiliar os participantes no que for necessário, garantindo uma experiência segura e confortável.(PARA DEFICIENTES AUDITIVOS): A experiência musical para deficientes auditivos será possibilitada através das vibrações produzidas pelos sons graves durante as apresentações. Essas vibrações, que podem ser sentidas no chão e no corpo, permitirão que os participantes com deficiência auditiva "ouçam" a música de maneira única. Além disso, haverá sempre pessoas responsáveis por prestar a assistência necessária durante as apresentações, assegurando que todos possam aproveitar o evento.
Oficinas/aulas:Acesso totalmente gratuito às oficinas/aulas: As oficinas e aulas serão oferecidas sem qualquer custo para os participantes, garantindo que todos tenham a oportunidade de participar, independentemente de sua condição socioeconômica.Veiculação de imagens e áudio: As imagens e o áudio das atividades poderão ser veiculados por redes públicas de televisão e outras mídias, caso haja interesse, conforme previsto e em atendimento ao Art. 24, inciso III da Instrução Normativa SECULT/MTUR nº 01/2022 – “permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.”Apresentações:Acesso totalmente gratuito às apresentações: As apresentações serão gratuitas, abertas a toda a comunidade, garantindo que todos possam assistir e participar sem qualquer restrição financeira.Veiculação de imagens e áudio: As apresentações serão registradas, e as imagens e áudio poderão ser veiculados por redes públicas de televisão e outras mídias, caso haja interesse, conforme previsto e em atendimento ao Art. 24, inciso III da Instrução Normativa SECULT/MTUR nº 01/2022 – “permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.”Reserva de vagas para estudantes e crianças de orfanatos nas apresentações: Similar às oficinas, será reservada uma cota de ingressos para estudantes do ensino público e crianças em orfanatos, que terão prioridade na distribuição dos ingressos para as apresentações. As escolas e orfanatos envolvidos serão notificados antecipadamente sobre as datas e locais das apresentações, garantindo que possam organizar o transporte e a participação dos alunos.O processo de inscrição será realizado em parceria com as escolas públicas locais e orfanatos, que farão a ponte com os alunos elegíveis com base em critérios socioeconômicos e de vulnerabilidade social. As escolas e orfanatos interessados serão convidados a participar de uma reunião inicial para entender o projeto e o processo de seleção. Após essa fase, será realizada a inscrição dos alunos indicados, que passarão por uma triagem para confirmar a adequação ao perfil do projeto. A seleção será transparente, com foco em atender aqueles que mais se beneficiarão das atividades oferecidas.Público-alvo do projeto:Para as aulas: Crianças e jovens da periferia do subdistrito do Capuava, em Santo André, principalmente das classes C e D, com idades entre 6 e 21 anos. A inclusão de estudantes do ensino público e crianças de orfanatos será garantida pela reserva de vagas mencionada.Para as apresentações: A população em geral da periferia do subdistrito do Capuava e seus arredores no ABC Paulista, abrangendo principalmente as classes C e D, com idades de 6 a 60 anos, sem restrições de participação.Estimativa de público do projeto:- Oficinas e aulas: Cerca de 355 alunos participando das aulas.- Apresentações: Espera-se um público total de aproximadamente 300 pessoas nas três apresentações.- Público final: Um total de 555 pessoas atingidas presencialmente, além de pelo menos 450 pessoas alcançadas de forma digital através do conteúdo produzido para as redes sociais do Instituto.Plano de Comunicação:O plano de comunicação do projeto inclui os seguintes meios para garantir ampla divulgação e acesso:- Redes sociais: Comunicação gerenciada por um profissional dedicado ao projeto, com especialização na função. O objetivo é alcançar resultados significativos, engajar o público e divulgar os patrocinadores;- Multimídia: Contratação de serviço de multimídia para gravar as atividades do projeto, ampliando o acesso ao conteúdo através de diferentes plataformas, ampliando a exposição digital das entregas do projeto;- Distribuição de materiais impressos: Folders, calendários e banners serão distribuídos nas escolas e comunidade local para divulgar as oficinas, aulas e apresentações;- Certificados de conclusão: Ao término do projeto, serão entregues certificados de conclusão das aulas, reconhecendo o esforço e a participação dos alunos.IMPORTANTE: Todo o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto informará sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, assegurando que todos os interessados, independentemente de suas limitações, possam participar plenamente das atividades e eventos do projeto.
Guilherme Ferreira de SousaFunção: Coordenador do Projeto Solta o Som SECIFormação Acadêmica:2018: Pós-Graduação em Gestão Pública – Faculdade de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP)2016: Graduação em Relações Internacionais – Faculdade Santa Marcelina (FASM), BrasilFormação Complementar:2023: Curso de Produção Musical2019: Curso de Violão2017: Curso de Comunicação no 3º Setor2016: Gestão do Terceiro Setor – FGV2016: Participação no Fórum Social Mundial – Porto Alegre2015: Palestrante no Seminário das Cidades Educadoras - AICE2014: Participação na Feira ONG Brasil2013: Participação no Fórum Mundial de Direitos Humanos - Brasília2010-2011: Inglês Fluente – Intercâmbio na AustráliaExperiência Profissional:2015-Atual: Fundador do Instituto SECI. Idealizador e Coordenador do Projeto Cultural do Instituto SECI Nino GomesFunção: Coordenador Técnico Formação Acadêmica:Fundação das Artes (em andamento)Impacta Unidade Paulista Formação Complementar:3D Max, Illustrator, Photoshop, InDesignLaboratório de Projetos Gráficos e Editoriais Cursos Livres:Filmagem e EdiçãoMixagem e MasterizaçãoHistória da MúsicaPercepção MusicalTeoria RítmicaGestão de Projetos Experiência Profissional:Mais de 20 anos de experiência como baterista e educador musicalGravou e entrevistou renomados bateristas como Aaron Spears, Virgil Donati, Wilson das Neves, Sandro Haick, e Cuca TeixeiraCoordenador técnico do projeto Solta o Som desde 2021 Flavio do Nascimento IrineuFunção: Professor de Contrabaixo Formação Musical:Curso de Contrabaixo pelo Instituto Musical Guitar WorldEstudo particular com o professor Gabriel Cont (formado na ULM)Curso Intensivo de Harmonia no Instituto Guitar World Experiência Profissional:2009-Atual: Professor de Contrabaixo na Guitar World e AMP Estúdio2013-2016: Professor na Escola de Música Equalize2018-2020: Professor na Music HouseAulas particulares de contrabaixo desde 2009 Atuação no Mercado Musical:Atuou no mercado gospel com Paloma Possi, Coral Soul Livre, entre outrosParticipou do mercado sertanejo com Roberta Miranda e Leo & KaiqueParticipou de festivais instrumentais e workshops com Marcelo Mariano, Michael Pipoquinhabe Denis Silva Carlos Roberto de AraújoFunção: Professor de Violão e Guitarra (experiência com alunos PcD) Formação Acadêmica:2002-2009: Ponto de Encontro Musical Mooca – Aulas Particulares de Violão e Guitarra1990-1992: Fundação das Artes de São Caetano do Sul – Violão Clássico e Popular1993-1996: Conservatório Musical André da Silva Gomes – Violão Clássico e Popular1980-1982: Espaço Camerati – Violão Popular e Clássico Experiência Profissional:1986-Atual: Professor de Violão e Guitarra 1987: Professor de Guitarra na Obradec – São Caetano2017-Atual: Professor de Violão, Guitarra e Contrabaixo no Instituto SECI Atuação Musical:Preparou e formou vários músicos, incluindo Baffo Neto, da banda Project46Experiência com bandas de rock e MPB, além de gravações com a Banda Moral e Bons Costumes Felipe Ferreira RobertoFunção: Professor de Bateria Formação Acadêmica:2019: Técnico em Música, com especialização em Bateria – Fundação das Artes de São Caetano do Sul2017: Curso Livre de Música – Fundação das Artes de São Caetano do Sul2015: Ensino Médio Completo – Escola Técnica Estadual Presidente Vargas Experiência Profissional:Professor de Bateria em diversas escolas de música, incluindo Escola de Música Allegro, Escola de Música Denilson Cléber & Cia, Escola de Música Roberta Coentro, e Sound Escola de MúsicaExperiência com aulas particulares e em projetos sociais de rítmica e instrumento Atuação Musical:Baterista e percussionista na Big Band Salada Mista e Jazz Sinfônica Jovem da FASCSBaterista na Banda Blue AirlinesPercussionista no Grupo de Percussão Contemporânea e Repertório FASCSApresentações com artistas renomados como João Bosco, Toquinho, Toninho Ferragutti, Graça Cunha e Fernando Lauria Informações Adicionais:Prática de Banda (Combo) na FASCS com professores como Ogair Junior, Mário Chechetto e Éder SandoliApresentações em locais prestigiados como Sala São Paulo e Festival de Inverno de Campos do Jordão Ivan Chagas Função: Educador Musical e Produtor MusicalFormação Acadêmica:- EMESP Tom Jobim – Trombone PopularFormação Complementar:- Técnica Vocal e Performance, Canto Black com Renato Max (Raiz Coral)- Arranjo e Composição, Produção Musical – Festival Internacional de Música (FIMUCA); Professores: Danilo Santana, Jacques Figueras (França), Clarice Assad (EUA), Gaia Wilmer (EUA) - Trombone Popular e Erudito – Festival Internacional Projeto Bone BrasilExperiência Profissional:Fundador do grupo Benksoul: Coral versátil inspirado na black musicBacking Vocal e Trombonista:- Banda Altas Horas (Rede Globo) - TV Record – Programa The Four Brazil - Filme e Seriado Hebe (Rede Globo)Trombonista: - Banda Sinfônica Paulista - Grupo Pixinguinha na Pauta - Atos Big Band- Big Band de Jazz e MPB (SESC Vila Mariana) - Grupo de Samba e Gafieira Davi Damarques - Musical “Vida e Obra de Nelson Rodrigues” (Teatro Ruth Escobar) Colaborações Musicais:- Tocou com Baby do Brasil, Grupo Katinguelê, Andréa Beltrão, Thaíde, Lady Zu, Maestro Tiquinho, entre outros. - Colaborações internacionais: Brad Kerns (EUA), Jacob Coleman (EUA), Martin Schippers (Holanda). Ronaldo Aparecido da SilvaFunção: Técnico e Operador de SomFormação Acadêmica:Ensino Médio CompletoFormação Técnica e Atualizações:2016: Console PM5D – Workshop – Colégio CAM SP2017: Áudio Profissional – Colégio CAM SP2017: Áudio para Games – Workshop – #SOS no Estúdio – EM&T2017: Um dia no Estúdio – Workshop – #SOS no Estúdio – MOSH2018: Elétrica para áudio – Workshop – MAXI Áudio2020: Alinhamento de Sistemas – Áudio Seminars (Alexandre Rabaço)2021: Treinamento RIVAGE PM em CASA – Yamaha Musical do Brasil – Audioversity (Matheus Madeira)2022: Imersão ALLEN&HEATH – MAXI ACADEMY (Guilherme Fahl)2023: Experience Producer – Casa do Roadie Formação Complementar:Informática – Senai A. Jacob LaferTécnico em Hardware – Microcamp Santo André Experiência Profissional:2013 - 2017: Studio PriscoAtividades: Músico, Técnico de gravação, Edição e Produção Musical, Técnico e Operador de Som em eventos privados 2018 - Atual: MCI São PauloAtividades: Técnico e Operador de Som Experiências como Freelancer:Produtores Audiovisuais: Estúdio NB, Usina Brasil, F8 Films, Instituto Shofar, BenFilms ProdutoraInstituições: Igreja El Shaday, Cogic Monte Calvário, Instituto SECI Rafael Rodrigues FilgueirasFunção: Músico - Guitarrista, Violonista e Cantor Formação Acadêmica:2021: Formado em Guitarra – Escola de Música e Tecnologia (EM&T) Em curso: Curso Livre de Música – Fundação das Artes de São Caetano do Sul Curso Livre: Professor de Música Empreendedor – Mateus Starling Experiência Profissional:- Liderança Musical: Lidera grupo de músicos em uma igreja, atuando aos finais de semana - Professor Particular: Aulas de Guitarra e Violão- Projeto Social: Fundador e Professor do Projeto de Musicalização nas Igrejas, atualmente responsável por mais de 20 alunos- Músico Freelancer: Atua em cerimônias e casamentosAtuação Musical:- Guitarrista: Big Band Salada Mista, sob direção do Maestro Ogair Júnior- Participação em Coral: Musical de Natal "O Maestro e a Estrela" – Dezembro de 2019, Teatro Ítalo Brasileiro- Gravação: Participação em gravação com o cantor Izzy Mistura, integrante da banda Dois Africanos revelada no programa SuperStar (2015)- Violonista: Apresentação com Davidson Silva (cantor católico) – 2021, Catedral do Carmo, Santo André- Show: Violonista para Luiza Possi no evento de 145 anos de São Caetano do Sul- Guitarrista: Apresentação com Luciana Mello no show dos 55 anos da Fundação das Artes de São Caetano do Sul- Concerto: Guitarrista na Big Band Salada Mista – 2022, Teatro Municipal Santos Dumont
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.