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O projeto "Conexão e Afetos: Circulação de Teatro Infantil pela Retomada Cultural do RS" prevê a circulação de 10 apresentações do espetáculo de teatro infantil “A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare”, seguidas de bate-papo para formação de plateia, com intérprete de Libras, em 10 municípios de duas regiões do Rio Grande do Sul afetados pelas enchentes. Promovendo a descentralização e democratização de acesso gratuito à cultura e às artes cênicas para o público infantil, estudantes e professores da Rede Pública de ensino nos municípios contemplados na proposta.
O espetáculo de teatro infantil "A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare" é uma fábula sobre dois insetos que recebem, em um parquinho, a chegada da primavera. Ao seu modo, passam a conviver defendendo seus distintos trabalhos: a Cigarra dedicada ao encantador mundo das artes; a Formiga empenhada na coleta de alimentos para o formigueiro. Tendo como companheiro de parquinho um Caramujo, que vai e vem junto com as estações, a Cigarra e a Formiga se descobrem conectadas às histórias criadas pelo dramaturgo Besouro Shakespeare, uma referência para a Cigarra que tanto ama o seu ofício. Poeticamente ela vai balançando o cotidiano rígido da Formiga, apresentando a ela novas perspectivas sobre as formas de trabalhar. Ora oponentes nas ideias sobre o trabalho, ora aliadas na luta pela limpeza do parquinho, pouco a pouco os insetos percebem que têm mais em comum do que imaginam. A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare é a reinvenção do clássico a partir da ótica do reconhecimento do trabalho artístico, um estímulo à valorização da cultura e ao respeito às diferenças. A partir da dramaturgia inédita, de forma atraente e lúdica, pode-se trabalhar a transversalidade dos elementos, além de uma reflexão sobre a valorizaçao do trabalho artístico. A trilha sonora com canções inéditas especialmente compostas para o espetáculo são executadas ao vivo pelos atores acompanhadas por violão, percussão e acordeom. Com recursos cênicos e musicalização, criando imagens e estimulando o lúdico, os atores dão vida a um espetáculo brilhante. Classificação:livre; Faixa etária indicativa: de 07 a 12 anos; Duração:45 minutos.
Objetivo Geral O objetivo geral do projeto "Conexão e Afetos: Circulação de Teatro Infantil pela Retomada Cultural do RS" é fazer a circulação de 10 apresentações do espetáculo infantil "A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare", seguidas de sessão de bate-papo para formação de plateia em 10 municípios atingidos pela enchente no RS, promovendo a descentralização e democratização de acesso gratuito à cultura e às artes cênicas para o público infantil, estudantes e professores da Rede Pública de ensino nos municípios contemplados. Objetivos Específicos 1. Realizar 10 apresentações do espetáculo de teatro infantil "A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare" seguidas de debates para formação de plateia nos municípios de Porto Alegre, Canoas, Esteio, São Leopoldo, Guaíba, Santa Cruz do Sul, Lajeado, Cruzeiro do Sul, Estrela e Taquari. com 1 apresentação em cada local. 2. Garantir a acessibilidade das apresentações, incluindo a contratação de intérprete de LIBRAS e a instalação de rampas e banheiros adaptados, quando necessário. 3. Realiza as sessões de bate-papos após cada apresentação, visando a formação de plateia e a interação entre o público e o elenco. Contrapartida social. 4. Realizar palestra de formação para os 2 monitores (pessoas que vão orientar o público nas ações do projeto). Contrapartida social. 5. Alcançar aproximadamente 3.500 pessoas com as ações, incluindo alunos e professores da Rede Pública de ensino, proporcionando-lhes acesso ao teatro e à cultura de forma gratuita. 6. Produzir um vídeo dos melhores momentos da circulação do projeto de até 5 minutos para fruição e divulgação do projeto em ambiente virtual permanente. 7. Avaliar os resultados do projeto por meio de feedback do público e relatórios de prestação de contas, assegurando a transparência e a eficácia das ações realizadas.
O município de Porto Alegre e mais 94 cidades do Rio Grande do Sul se encontram em estado de calamidade, a população do estado foi profundamente afetada pela recentemente catástrofe climática sem precedentes, com enchentes que devastaram diversas cidades, causando perdas expressivas em diversos segmentos, como: infraestrutura, habitação e, principalmente, situações que abalaram o bem-estar emocional e social das pessoas. O grupo de Teatro Polográfico, responsável pelo espetáculo desta proposta também teve perdas, mas acredita no poder da arte para reconstrução. Os profissionais do segmento cultural em geral no estado foram profundamente impactados e é essencial encontrar formas para dar continuidade ao processo de trabalho de atores, músicos e técnicos, como incentivo à geração de trabalho e renda. Nesse contexto, é fundamental proporcionar oportunidades de trabalho e de acesso à cultura e à arte, que desempenham um papel crucial na recuperação emocional e na formação de uma identidade cultural saudável. As crianças e os jovens, foram especialmente afetados, enfrentando não apenas a perda de bens materiais, mas também a interrupção de suas rotinas escolares e culturais, por tal razão, apresentamos nossa proposta direcionada ao público infantil, estudantes da Rede pública de ensino, preferencialmente com a realização das ações em bairros mais pobres de cada município contemplado que foi atingido pelas enchentes. O projeto "Conexão e Afetos: Circulação de Teatro Infantil pela Retomada Cultural do RS" propõe promover a descentralização e a democratização de acesso com as apresentações teatrais e as sessões de bate-papo em 10 municípios localizados nas 2 Regiões do RS mais atingidas pelas enchentes, na Região Funcional 1, propõem nos municípios de (Porto Alegre, Canoas, Esteio, São Leopoldo e Guaíba) e na Região Funcional 2, propõem nos municípios de (Santa Cruz do Sul, Lajeado, Cruzeiro do Sul, Estrela e Taquari). A Região Funcional 2 tem 35 municípios (36,85%) em estado de calamidade, seguida da Região Funcional 1 que tem 27 municípios (28,42%) em estado de calamidade, o que justifica a escolha pelos municípios destas 2 regiões do estado que foram mais afetadas. A equipe do projeto é qualificada profissionalmente para executar o projeto a contento, no elenco tem pessoa negra e membros da comunidade LGBTQIA+, também está contemplado a questão de gênero e diversidade nos demais integrantes da Ficha Técnica do espetáculo assegurando a representação de grupos de minorias no processo, destacando a importância das ações afirmativas, participação e protagonismo. O espetáculo "A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare" é uma criação inédita do dramaturgo YANNIKSON do Grupo de Teatro Polográfico, que visa não apenas entreter, mas também educar e sensibilizar o público infantil sobre temas relevantes, como a valorização do trabalho artístico, a diversidade e a importância da preservação ambiental, e poderá também servir de inspiração para as crianças, plantando sementes e novos simbolismos no coração de muitos deles, oferecendo motivação para que essas crianças e o público espectador possam fazer reflexões sobre temas importantes para a sociedade. O projeto abrange 10 cidades, promovendo a descentralização das ações e a democratização do acesso à cultura gratuito atingindo uma diversidade de públicos em diferentes municípios de 2 regiões do estado, essa abrangência permite possibilidades de participação de diferentes comunidades da Rede Pública de ensino, como: alunos, estudantes e professores de comunidades periféricas, rurais, indígenas e centrais, nas ações do projeto. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar essa iniciativa, permitindo que recursos sejam captados para a realização das apresentações e das ações de contrapartida social. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto alcançará os seguintes objetivos conforme o Art. 3º da mesma norma: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas; e) - Realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura se torna um instrumento vital para a execução deste projeto, permitindo que a arte e a cultura sejam acessíveis a todos, especialmente em momentos de crise, contribuindo para a reconstrução social e emocional das comunidades afetadas.
O grupo de Teatro Polografico é diverso e plural integra profissionais qualificados e formados nas mais diversas áreas e contempla a diversidade: homens e mulheres, pessoas LGBTQIA+, pessoas idosas e pessoas negras, hoje ele integra profissionais qualificados e formados nas mais diversas áreas. Ficha Técnica Completa do Espetáculo “A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare” Direção: Eduardo Arruda Direção Musical: Dani Reis Dramaturgia: Yannikson Produção: Dirce Maria Orth Argumento: Eduardo Arruda Elenco/Atuação: Dani Reis, Eduardo Arruda e Yannikson Figurinos: Eduardo Arruda e Carmen Arruda Costuras: Carmen Arruda e Rita de Oliveira Maquiagem: Grupo Polográfico Trilha Sonora Original: Dani Reis, Fredi Bessa e João Schmidt Composição das Músicas: Fredi Bessa Interpretação em LIBRAS: Joana Amaral e ou Ketelin Oliveira Arranjos: João Schmidt Preparação Vocal: Joana Orth Cenografia e adereços: Eduardo Arruda Projeto da casinha cenário: Ricardo Sanguiné Iluminação e Som: Roger Santos Fotografias: Tom Peres Identidade Visual/Designer: Eduardo Arruda Mídias Sociais: Dani Reis e Yannikson Realização: Teatro Polográfico SOBRE O GRUPO: Criado em 2020, o Grupo de Teatro Polográfico, da cidade de Porto Alegre/RS, vem desenvolvendo uma extensa pesquisa literária para a cena teatral do universo infantil, como gênese de seu processo de trabalho. A sua formação nasce do desejo do universo e da vontade de quatro fazedores da arte e da cultura (Dani Reis, Dirce Orth, Eduardo Arruda e Yannikson) em gestar um grupo com ênfase na pesquisa teatral e na literatura infanto-juvenil. Desbravar cidades ‘’mundo a fora’’, sendo na praça, no teatro, na escola, num ginásio de esportes, ou num quintal de uma igreja, onde estiverem as crianças dessas cidades, é onde o Teatro Polográfico estará levando seus espetáculos. Em seus trabalhos, o grupo parte de estudos acerca das dramaturgias infantis, começando com Maria Clara Machado, do Teatro Tablado, e Ilo Krugli, do Teatro Ventoforte, inspirações importantes para traçar novos caminhos. Um caminho que se criou foi o estudo das fábulas de Esopo e suas versões divulgadas por La Fontaine, os contos dos Irmãos Grimm, Hans Christian Andersen, Charles Perrault e as fantásticas histórias de Lewis Carrol (Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho), L. Frank Baum (O Mágico de Oz), Carlo Collodi (Pinóquio), J. M. Barrie (Peter Pan), Antoine de Saint-Exupéry (O Pequeno Príncipe), e o maravilhoso livro de André Maurois (Bolofofos e Finifins), assim como as aventuras do Sítio do Pica-Pau Amarelo, de Monteiro Lobato. Outras inspirações para esse estudo foram as gravuras de Gustave Doré e as ilustrações de Fritz Wegner. A criação cênica, quando voltada para crianças e adolescentes, é capaz de influenciar diretamente nos seus modos de ver e vivenciar o mundo ao seu redor, por isso a importância de pensar produtos de qualidade que gerem identificação e estímulo de valores que as ajude a se ver como agentes de transformação da sociedade. Através de seus projetos infantis e infantojuvenis, o grupo Polográfico segue se especializando na área do teatro para as infâncias, proporcionando a este público novas maneiras de vivenciar, consumir, experimentar e apreciar a arte dramática voltada para a infância. Com isso, um dos objetivos centrais do grupo se renova e se fortalece: o desejo de propiciar às crianças um conteúdo que gere reflexão, entretenimento e principalmente que funcione como um fomentador de todas as suas potencialidades.
O espetáculo de teatro infantil “A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare” tem duração de 45 minutos, classificação livre, faixa etária indicativa: de 7 a 12 anos. Tempo de montagem e desmontagem: 4 horas. Passagem de palco, maquiagem e aquecimento: 1hora. Peso Cenário: 40 kg/3 volumes. O bate-papo para formação de plateia tem duração de 25 minutos e classificação livre. Vídeo para divulgação do projeto tem duração de até 5 minutos. Palestra de monitoria: Formação de monitores para recepção de público. Encontro de 2h para apresentar o plano de trabalho das ações do projeto, mostrando do que se trata, como eles devem informar o público e também como receber, ajudar e orientar os PCDs, levando em consideração cada tipo de necessidade. Teremos um material escrito para orientação mais pontual e para que possa servir de consulta caso seja necessário. Transporte Cenário e Figurinos: Três cases de até 23kg cada que podem ser carregados junto à equipe através de despacho de bagagens, tanto em avião quanto em transporte terrestre.
O projeto "Conexão e Afetos: Circulação de Teatro Infantil pela Retomada Cultural do RS" prioriza a acessibilidade para garantir que todas as crianças, estudantes e professores possam participar plenamente das apresentações e atividades propostas. Acessibilidade Física: Serão implementadas diversas medidas para facilitar a locomoção no espaço físico das apresentações. Disponibilizar espaço reservado para cadeirantes, surdos e pessoas com baixa visão com espaços também para responsáveis, banheiros adequados para cadeirantes e instalação de rampas e tablados, se necessário. Além disso, serão disponibilizados guias táteis para auxiliar na orientação de pessoas com deficiência visual, garantindo que todos possam se deslocar com segurança e conforto. Acessibilidade Atitudinal: Disponibilizar 2 monitores (pessoas capacitadas) para auxiliar na orientação de pessoas com deficiência visual e deficientes físicos garantindo que todos possam se deslocar com segurança e conforto e localizarem os melhores espaços para participarem das ações durante as apresentações. Além disso, havendo expectadores cegos na plateia, antes de cada apresentação é aberto espaço específico e feito convite para que toquem no cenário, atores, objetos e figurinos. Acessibilidade de Conteúdo: Para assegurar a compreensão do conteúdo apresentado, o projeto contará com a contratação de intérpretes de LIBRAS durante as apresentações e debates, permitindo que surdos e deficientes auditivos tenham acesso à informação de forma plena. Também serão disponibilizadas legendas descritivas e audiodescrição para vídeos para facilitar a compreensão das cenas e ações do espetáculo para pessoas com necessidades especiais. Essas medidas visam criar um ambiente inclusivo e acolhedor, onde todos possam desfrutar da arte e da cultura.
O projeto "Conexão e Afetos: Circulação de Teatro Infantil pela Retomada Cultural do RS" fará uma abordagem inclusiva para a distribuição e comercialização dos produtos da proposta, assegurando que todas as apresentações da circulação do espetáculo “A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare” sejam oferecidas gratuitamente ao público infantil, estudantes e professores da Rede Pública de ensino. A distribuição será realizada em parceria com as Secretarias Municipais de Educação dos municípios contemplados, que indicarão as escolas e o público beneficiado, garantindo que as sessões sejam acessíveis a todos. Democratização do acesso: Todas as ações do projeto serão gratuitas. Ampliação do acesso: Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Medida: Adicionalmente, o projeto prevê a produção de Reels (vídeos curtos) durante sua circulação e, no final, a produção de um vídeo de até 5 minutos contendo imagens dos melhores momentos e ações realizadas durante o processo de produção, circulação, apresentação e formação de plateia do espetáculo, para democartizar o acesso, divulgação e posterior promoção em ambiente virtual (Instagram e YouTube) acompanhado com libras e audiodescrição. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas: Medida: Serão realizadas sessões de bate-papo após a apresentação do espetáculo “A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare” nas 10 cidades contempladas no projeto. Além das apresentações, o projeto implementa outras medidas de ampliação de acesso, como a realização de bate-papos, nos quais a comunidade poderá interagir com os artistas, promovendo uma maior aproximação entre o público e a arte, e proporcionando uma experiência educativa e prática que complementa as apresentações, oferecidas gratuitamente ao público infantil, estudantes e professores da Rede Pública de ensino. VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Medida: Serão realizadas 10 apresentações do espetáculo “A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare” e 10 sessões de bate papo após cada apresentação direcionadas ao público infantil preferencialmente alunos do fundamental 1 nas 10 cidades contempladas no projeto. .
Dani Reis: Proponente/Coordenação Geral/Atriz Mulher branca, integrante da comunidade LGBTQIA+, é atriz DRT 0014575/RS , diretora, fotógrafa, produtora cultural e arte-educadora. Graduada em Licenciatura em Teatro pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (2022) e Bacharelanda em Direção Teatral pela UFRGS (2023). Em sua trajetória já atuou em diversos espetáculos como O Empurrado e o Empurrador - Theatro Vanguarda (2012-2014) – As Aventuras de Lilico - Theatro Vanguarda (2012-2014) Fidélis - Theatro Vanguarda (2012-2014) O Médico que Receitava Livros - Grupo Teatral Trupe (2014-2017) Pais e Filhos - Grupo Teatral Trupe (2014-2017) Yeva - Grupo Teatral Trupe (2014- 2017) Vermelho Esperança - Grupo Teatral Trupe (2016-2017) A Revolta das Fadas - Grupo Teatral Trupe (2016-2018) X - um exercício em prática performativa - Marcelo Àdams (2019) Virginias - Vika Schabbach (2019) Projeto Folclore-se – Matheus Ramires (2021) Projeto A Voz Feminina na Literatura (2021)- Quaquarela – Grupo Foi O Que Eu Disse (2021) Ave-doParaíso ou o Volátil Desejo da Rubra Rosa - Gaiola Aberta (2022) Curta "Outra Chance para o Amor - Rococó Produções Artísticas (2022-2023) Beco de Três Ruas - Teatro Centelha (2022-2024) Memória de Elefante - Handia Produções (2023/2024), Reino Infante - Grupo Atrito (2023-2024) Vampirices - Rococó Produções Artísticas (2023/2024), A Cigarra e a Formiga, a história não é bem assim, deixa que a gente te conta (2024). Dirigiu espetáculos como Espetáculo “ A História Não Contada ou Depois do Felizes Para Sempre ” (2018) Espetáculo O Imutável Julgamento - Grupo de Ensaio (2019) Quarentenado com Vovó Vilminha – FAC DIGITAL – (2020) Projeto Contação Conectada – FAC DIGITAL (2020) Projeto Contação Virtual de Histórias Infantis (2021) A Voz Feminina na Literatura (2021) Beco de Três Ruas - Teatro Centelha (2022-2024). Em sua trajetória, já recebeu mais de 20 indicações por seu trabalho como atriz, além de 11 prêmios em festivais de teatro do estado, incluindo o de Atriz Revelação pelo Prêmio Açorianos de Teatro. Como diretora, já recebeu dois prêmios com o espetáculo Beco de Três Ruas e três de Melhor Cenografia com o mesmo trabalho: Melhor Atriz com o espetáculo Yeva no Festival Estadual de Esquetesde Novo Hamburgo (2014) Melhor Atriz com o espetáculo Vermelho Esperança no Três Coroas em Ação (2016) Atriz-Revelação com o espetáculo Vermelho Esperança no Prêmio Açorianos de Teatro (2017) Melhor Atriz com o espetáculo Vermelho Esperança no 12º Art in Vento (2017) Prêmio 3° Lugar por "Artista em Quarentena" Festival Artmovie (2020) Melhor Atriz com o espetáculo Beco de Três Ruas no FESTCARBO (2022) Melhor Cenografia com o espetáculo Beco de Três Ruas no FESTCARBO (2022) Melhor Direção com o espetáculo Beco de Três Ruas - ART IN VENTO (2022) Melhor Cenografia com o espetáculo Beco de Três Ruas - ART IN VENTO (2022) Melhor Cenografia com o espetáculo Beco de Três Ruas - CAPÃO EMCENA (2022) e Melhor Direção com o espetáculo Beco de Três Ruas - CAPÃO EM CENA - (2022) Como professora, já escreveu e dirigiu espetáculos como "O Imutável Julgamento" (2019) e "A História Não Contada ou Depois do Feliz Para Sempre" (2018). Mantém uma pesquisa musical em seus trabalhos, introduzindo o canto e o acordeom em suas criações cênicas e é integrante da Rococó Produções Artísticas, Teatro Centelha e Grupo Polográfico. Eduardo Arruda: Diretor e Ator do Espetáculo Homem branco, é diretor, ator DRT 0013421/RS, figurinista, designer e cenógrafo. Tem mais de 20 anos de trajetória no segmento cultural. Formado em Teatro na Escola da Terreira da Tribo, História (FAPA). Atuou e dirigiu diversos espetáculos desde 2000, entre eles: A guarda cuidadosa (2000); Doce Vampiro (2001); A Serpente (2008); Mª Minhoca (2009); O Amor de Madalena (2005); Pluft... (2006); As Máscaras (2010); Cupido & Psique (2007); Perséfone (2017); Quanto Custa o Ferro (2012); MedeaMaterial (2013); Minha Cabeça era uma Marreta (2013); Hamlet envenenado ou o gosto do azedo (2014); Com Ói Nóis Aqui Traveiz: Viúvas (2016); Medeia Vozes (2016) e Caliban (2017), participando de Festivais como Mirada e Festival Palco Giratório do Sesc, como Grupo Homenageado em 14 estados brasileiros e do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016, cidade do Crato-CE. Com o Grupo Coadjuvantes dirigiu e atuou em Leonce e Lena (2018), A Morte de Danton (2019) e encena Woyzeck-Preto-Poético-Politico (2023), espetáculos do Projeto Büchner: a trilogia alemã. Indicado ao Prêmio Açorianos de Melhor Diretor Revelação pelo espetáculo Leonce e Lena. Criou recentemente os figurinos para a Performance ‘’Kuumba’’, que estreou no 28º Poa em Cena e Beco de Três Ruas do grupo Centelha. Com o Polográfico tem feito pesquisas desde 2020 direcionadas ao teatro infantil e com o grupo montou o espetáculo “A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare” Yannikson: Ator e Dramaturgo do Espetáculo Homem negro, integrante da comunidade LGBTQIA+, é ator DRT 0015436/RS, escritor, produtor e diretor teatral. Pós-graduando em Literatura Brasileira (UFRGS), é graduado em Escrita Criativa pela PUCRS. É autor da peça teatral "Beco de Três Ruas" (2022), da peça “A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare” e do livro infantojuvenil "A Terra das Coroas" (2022). Ator nos espetáculos “A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare” (2024), Woyzeck-Preto-Poético-Politico (2023-2024) "Bandele" (2023-2024) "Beco de Três Ruas" (2022-2024), "Quaquarela" (2021), "A Morte de Danton" (2019), "Leonce e Lena" (2018), "Entre Deuses e Mortais" (2017) e "O Amor de Catigeró" (2016). Dirigiu os espetáculos teatrais “Aurora de Giz: um sopro de alegria num raiar de liberdade” (2020), “Pássaros e suas asas” (2019), “O Bosque do Fauno” (2018), “Outro Dia, um Novo Destino” (2018) e “Notre-Dame“(2017). Como produtor está à frente das produções do grupo de teatro Coadjuvantes, espetáculo Leonce e Lena (2018), A Morte de Danton (2019) e encena Woyzeck-Preto-Poético-Politico (2023) e também produziu a performance urbana “Kuumba: criatividade, encontros e afetos” (2021) para a 28ª edição do Porto Alegre em Cena. Já recebeu diversos prêmios na sua trajetória cultural de escrita e atuação. Dirce Maria Orth: Coordenação de Produção Mulher Branca, idosa 60 anos, Técnica Contábil, Produtora Cultural, Figurinista, Cenógrafa. Desde 2006 atua no segmento cultural de forma continuada na ACEFH/RS. Organizou o intercâmbio e a apresentação de produtos culturais, como Espetáculos de Teatro, Dança e Musicais, promovendo a formação de plateia cultural e fruição da cultura. Coordenadora Geral e Produtora Executiva de diversos projetos culturais contemplados em editais, entre eles: Ano 2020 - EDITAL SEDAC nº 09/2020 Edital de Concurso - Produções Culturais e Artísticas, Lei Aldir Blanc (Escrita e Coordenação Geral); Ano 2022 - EDITAL SEDAC nº 05/2022 Edital de Concurso FAC Territórios Criativos (Escrita e Coordenação Geral); Ano 2023 - EDITAL SEDAC/LPG nº 12/2023 Edital de Concurso Criação Artística (Escrita e Produção executiva); Ano 2023 - Pro Cultura - LIC - Projeto Vivenciando Cidadania 2023 ACEFH Ponto de Cultura Harmonia em Cena (Escrita e Coordenação Geral) Ano 2023 – Edital Federal - Prêmio Sérgio Mamberti (Escrita e Coordenação do projeto). Produtora Cultural de diversos Espetáculos de Teatro entre eles: Teatro Infantil Memória de Elefante -2019/2023; Espetáculo de Teatro Filhas do Sal-2014/2024; Espetáculo de Teatro O Auto da Compadecida - 2014/2021; Espetáculo Woyzec-Preto-Poético-Politico -2023; "A Cigarra e a Formiga: Uma história de Besouro Shakespeare" 2023/2024. Figurinista: Espetáculo de Teatro Filhas do Sal; Espetáculo de Beco de Três Ruas; 2022/2024 (recebeu diversos Prêmios de Melhor Figurino em Festivais). Integrante da Comissão Nacional do Pontos de Cultura (CNPdC) de 2019 a 2023; Integrante do Comitê Gestor Cultura Viva RS (gestão atual 2024/25 e gestão 2019/2021).
PROJETO ARQUIVADO.