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PRONAC 2414489Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A MENINA QUE ALCANÇAVA AS ESTRELAS

FUNDO DO POCO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-06-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A MENINA QUE ALCANÇAVA AS ESTRELAS é um projeto de montagem e temporada de espetáculo teatral voltado para o público infantil de idades entre 05 e 10 anos, com dramaturgia inédita, que aborda temas como morte e luto na infância, de forma lúdica e sensível. O processo será desenvolvido na cidade do Rio de Janeiro, com previsão de uma temporada de 8 sessões.

Sinopse

Alya é uma menina de 07 anos, inteligente e curiosa que acaba de perder o seu melhor amigo, Dante. Após ouvir que ele foi morar numa estrela, Alya parte em uma aventura emocionante para reencontrá-lo. A MENINA QUE ALCANÇAVA AS ESTRELAS é um espetáculo teatral voltado ao público infantil que parte de uma dramaturgia inédita para abordar a morte e o luto na infância, de forma lúdica e sensível.

Objetivos

OBJETIVOS Em consonância com o artigo 03 do Decreto 11.453, de 2023, o projeto tem como finalidade: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais. OBJETIVO GERAL Realizar montagem e temporada de espetáculo voltado ao público infantil (dos 05 aos 10 anos de idade), composto por dramaturgia teatral e trilha sonora inéditas. A MENINA QUE ALCANÇAVA AS ESTRELAS apresenta Alya, uma menina de 07 anos, inteligente e curiosa que acaba de perder o seu melhor amigo, Dante. Após ouvir que ele foi morar numa estrela, Alya parte em uma aventura emocionante para reencontrá-lo. A MENINA QUE ALCANÇAVA AS ESTRELAS é um projeto que pretende abordar a morte e o luto de forma sensível e lúdica para a infância. A ideia é que o processo seja desenvolvido na cidade do Rio de Janeiro, bem como a montagem e a temporada, no ano de 2026. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Realizar montagem teatral com foco em audiência infantil, abrangendo a faixa etária dos 05 aos 10 anos de idade;2. Fazer uma temporada de 8 apresentações na cidade do Rio de Janeiro;3. Fomentar a cultura e as artes cênicas para a infância no estado do Rio de Janeiro;4. Promover acessibilidade com a presença de intérprete de libras e recurso de audiodescrição em 2 sessões;5. Promover a democratização do acesso, em caráter social ou educativo, a partir da oferta de ingressos gratuitos, no mínimo de 10% (dez por cento).6. Ampliar o acesso através da realização de Contação de História para 120 estudantes do ensino fundamental público, em cumprimento ao Art. 30, inciso VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil, da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024.7. Realizar ação formativa por meio de uma contação de história, seguida de palestra para 120 estudantes do ensino fundamental público.8. Criar postos de trabalho no mercado de arte e entretenimento, priorizando oportunidades para atores e atrizes de diferentes identidades etnicoraciais, pessoas LGBTQIAPN+ e PCDs na linha de frente do projeto;9. Divulgar o espetáculo como fonte de conhecimento, cultura e arte através das redes sociais, demonstrando a necessidade da existência da lei de incentivo para realização desse tipo de projeto.

Justificativa

A MENINA QUE ALCANÇAVA AS ESTRELAS, apresenta Alya, uma menina de 7 anos, inteligente e curiosa, que enfrenta o desafio de lidar com a perda de seu melhor amigo, Dante. Quando ouve que ele "foi morar em uma estrela", Alya, em sua inocência e determinação, decide partir em uma jornada a fim de reencontrá-lo. A infância se constitui dentro de um imaginário partilhado também por saberes acadêmico-científicos, como diz Sirota (2007), ela é tramada sob uma "constelação de olhares". Ao lado de representações e de práticas, os discursos experts das Ciências Humanas, tais como a História, a Psicologia, a Sociologia e a Filosofia ajudaram a pensar e a construir políticas sociais e os imaginários da infância. A infância surge também no conjunto de imagens e sentidos atribuídos às crianças, representadas como puras, incompletas, incompetentes, assexuadas, sujeitos da falta, um "vir-a-ser adulto" cujo caminho deve ser governado numa condução "para determinados ‘lugares’ numa cultura, para determinadas posições numa sociedade e para determinadas formas de vida já partilhadas por aqueles que já estavam aí" (VEIGA-NETO, 2015, p. 56). Assim, a sociedade muitas vezes subestima sua inteligência e percepção de mundo. Um exemplo é o tema morte, que muitas vezes é considerado tabu até mesmo para os adultos. Consequentemente, evita-se conversar sobre isso com os pequenos, por ser considerado um assunto complexo e que não diz respeito à criança. No entanto, a morte faz parte da realidade do ser humano, por ser algo que se contrapõe à vida. Fugir do tema impede a criança de atravessar o luto de maneira saudável. A prática de evitar este tema se torna um aspecto cultural que vem se perpetuando por gerações. No cotidiano das crianças, a morte está presente também em mídias que elas consomem, como jogos, desenhos animados e afins. Ainda assim, em muitos casos, a temática é tratada de forma superficial, sem a devida atenção e responsabilidade. Com o espetáculo A MENINA QUE ALCANÇAVA AS ESTRELAS, morte e luto na infância serão retratados de maneira saudável, responsável e sem perder a ludicidade. A arte é uma ferramenta poderosa que estimula as crianças a refletir sobre o mundo e a compreenderem melhor suas emoções. Ao se identificarem com personagens que enfrentam desafios semelhantes aos seus, as crianças são incentivadas a encontrar soluções criativas para lidar com mudanças e processos pessoais. Por isso, A MENINA QUE ALCANÇAVA AS ESTRELAS é uma significativa contribuição cultural para a infância. Para além do exposto, este projeto se justifica por estar alinhado com os requisitos postos pela Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, em seu Art. 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Que se considere ainda que o projeto está em acordo com o Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Ademais, estima-se alcançar um público de 1200 pessoas, considerando 8 apresentações e 150 espectadores por sessão. Deste modo, o custo por beneficiário está orçado no valor de R$166,67 (cento e sessenta e seis reais e sessenta e sete centavos). Sem patrocínio não será possível a realização deste espetáculo. Este projeto se defende também pelas razões seguintes: uma forma de apoiar novos artistas no mercado das artes cênicas; apoiar o encontro, o compartilhamento e a produção criativa entre artistas de diferentes realidades e territórios; a produção de uma dramaturgia teatral inédita; realização de montagem teatral inédita; criação de postos de trabalho no mercado de arte e entretenimento, priorizando oportunidades para atores e atrizes de diferentes identidades etnicoraciais, pessoas LGBTQIAPN+ e PCDs na linha de frente do projeto. REFERÊNCIAS SIROTA, Régine. A indeterminação das fronteiras da idade. Perspectiva, Florianópolis, v.25, n.1, p. 41-56, jan.-jun., 2007. VEIGA-NETO, Alfredo. Por que governar a infância? In: RESENDE, Haroldo (org.). Michel Foucault: o governo da infância. Belo Horizonte: Autêntica, 2015, p. 49-56.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL: O espetáculo tem um caráter intimista e busca proximidade com o espectador. Ele é pensado para palcos italianos, em teatros de pequeno porte, e também pode ser realizado em espaços alternativos, como salas multiuso, por exemplo. A proposta é realizar uma temporada, com 08 apresentações e poder alcançar um público de até 150 pessoas por sessão e até 1200 pessoas no total. SUBPRODUTO 1: A MENINA QUE ALCANÇAVA AS ESTRELAS em formato de CONTAÇÃO DE HISTÓRIA, seguida de PALESTRA. Realizar A MENINA QUE ALCANÇAVA AS ESTRELAS em formato de CONTAÇÃO DE HISTÓRIA, seguida de PALESTRA, em uma escola pública a ser definida. Por se tratar de um espaço sem a infraestrutura necessária para realização de um espetáculo, escolhemos esta linguagem como uma forma de manter a atmosfera lúdica e criativa. A ação formativa tem como objetivo estimular a fruição artística com as crianças e pretende criar um espaço acolhedor para que elas possam se expressar e trazer apreensões acerca da história e da temática abordada. A ação prevê alcançar 120 estudantes do ensino fundamental e será ofertada em caráter gratuito. CARÁTER: gratuito DURAÇÃO: 50 min PÚBLICO-ALVO: estudantes do ensino fundamental PÚBLICO ESTIMADO: 120 crianças no total LOCAL: escola pública a definir SUBPRODUTO 2: Promover arrecadação e doação de alimentos não perecíveis, junto ao público, nas sessões do espetáculo, ofertando desconto no ingresso para aqueles espectadores que doarem. Os alimentos serão entregues a alguma organização do terceiro setor. Estima-se arrecadar, ao menos, 40 kg de alimentos.

Acessibilidade

No que se refere à acessibilidade, considerando os termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, adota-se tais medidas: 1. Contratar monitor para receber PCDs em todas as sessões.2. Promover um áudio descritivo sobre o reconhecimento de todos os elementos cênicos para pessoas com deficiências visuais ou visão reduzida.3. Promover, antes do início das sessões, o reconhecimento tátil do espaço, dos cenários, dos objetos, dos artistas e figurinos, para pessoas com deficiências visuais ou visão reduzida.4. Realizar 2 sessões com intérprete de LIBRAS e com audiodescrição.5. Utilizar ferramenta de texto alternativo em todos os posts da campanha digital de comunicação.6. Conceber o espetáculo considerando a redução de estímulos de luz e som, para viabilizar o acesso de pessoas com transtorno do espectro autista em todos os níveis de suporte (Sessão Azul).7. Quanto ao aspecto arquitetônico, serão priorizados espaços culturais que estejam alinhados com o que pregam as leis.

Democratização do acesso

Estimular a formação de plateia e possibilitar a democratização do acesso às artes cênicas a partir da oferta de ingressos gratuitos: reservando uma cota de 10% do total de público estimado para o espetáculo para pessoas com deficiência, ONGs, instituições sociais e grupos afins, com integrantes em situação de risco e condição de vulnerabilidade. Conforme o inciso “II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo”, da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024.

Ficha técnica

FUNDO DO POÇO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA é a empresa proponente, sob a direção de FRANCIANE MELO, que atuará na DIREÇÃO DE PRODUÇÃO. FRANCIANE MELO (DIREÇÃO DE PRODUÇÃO): Franciane Melo: atriz, cantora, professora, contadora de histórias, produtora cultural, natural de Aracaju/SE. Atriz (DRT 893/SE) formada pela Oficina de Teatro da Companhia das Artes Tetê Nahas (2015) e em Artes Dramáticas pela Escola Sesc de Artes Dramáticas do Polo Educacional Sesc, Gardênia, RJ/RJ (2021-2023). Integrante e co-fundadora da Companhia das Artes Tetê Nahas (2012 - 2021). Trabalhos mais relevantes na Cia. enquanto atriz incluem os musicais: "Desconto" (2017 - 2021), "O Corcunda de Notre Dame" (2012 - 2019) e "Um Sonho de Natal" (2018 - 2019). Cantora, formada em nível técnico pelo Conservatório de Música de Sergipe no ano de 2021/2022. Formada em Teatro Licenciatura pela Universidade Federal de Sergipe, professora de Arte com pós graduação em História da Arte pela Estácio; contadora de histórias. Últimos trabalhos foram: Monitora e Assistente de Produção no II Fórum Nacional Sesc de Juventudes do LABmais; atriz no Cortejo Musical: Encantadas: no caminho das Tias Pretas, projeto contemplado pelo FOCA e no Musical A Fabulosa Fábrica de Música produzido pela Turbilhão de Ideias e Miniatura 9, projetos executados no Rio de Janeiro. Em 2023 torna-se sócia-proprietária da Fundo do Poço Produções LTDA, CNPJ: 52.287.744/0001-32, sediada em São Paulo. DIOGO TELES (COORDENAÇÃO DE PROJETO E ATOR): Diogo Teles, natural de Aracaju/SE, é Mestre em Cinema e Bacharel em Comunicação Social - Audiovisual. Atua como realizador audiovisual com obras como "Respiro" (2022) e "Por que ficam os que ficam?" (2020). É membro do Núcleo Interdisciplinar de Cinema e Educação (NICE/UFS) e do Grupo de Estudos Balbucios (DPS/UFS). Como ator, é formado pelo Projeto EnCena SESC e pela Escola Sesc de Artes Dramáticas. Esteve no elenco dos musicais "O Corcunda de Notre Dame" (Prêmio Myriam Muniz) e "Desconto". Integrou as práticas “O amor, pelo buraco da fechadura”, com direção de Michele de Almeida Zaltron, e “Borandá: auto do migrante”, dirigido por Eduardo Vaccari. Diogo é também cantor lírico pelo Conservatório de Música de Sergipe e compõe o Grupo Fundo do Poço. THALITA FLORIANO (PRODUÇÃO EXECUTIVA E ATRIZ): Thalita Floriano é atriz, formada em teatro pela Escola Sesc de Artes Dramáticas e capacitada em Teatro Musical pela Cia. Teatro Transforma. Em 2021, foi campeã do festival “Army em ação” e atuou em “Permita que eu fale” e “O beijo no asfalto - musical”. Recentemente, participou das práticas “O amor, pelo buraco da fechadura”, com direção de Michele de Almeida Zaltron, e “Borandá: auto do migrante”, dirigido por Eduardo Vaccari. Também foi Mestre de Cerimônias no “Noite dos musicais” (2021) e integrou a equipe do musical “Vozes Negras”. Em 2023, participou do concerto “Rosas Negras”, com Zezé Motta, e atualmente estuda Produção Cultural e Harmonia Vocal para Teatro Musical. LÍLIAN RODRIGUES (ARGUMENTO ORIGINAL E ATRIZ): Lílian Rodrigues é atriz formada pela Escola SESC de Artes Dramáticas e pela Escola Técnica de Formação de Atores Espaço Nandi. Atuou em montagens como “O assassinato de Carmem Santiago”, “O amor, pelo buraco da fechadura”, com direção de Michele de Almeida Zaltron, e “Borandá: auto do migrante”, dirigido por Eduardo Vaccari. É graduada em Artes Visuais e atua com arte-educação em escolas da rede pública e particular, articulando projetos culturais com crianças e adolescentes. EDUARDO VACCARI (DIREÇÃO ARTÍSTICA): Diretor teatral e professor. Doutor em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (UNIRIO) com PDSE na Université Sorbonne-Nouvelle/ Paris III. É professor de Artes na FEBF/UERJ e diretor e professor do "Maschere – Ateliê de Pesquisa em Máscaras Teatrais". Pesquisa a comicidade, máscaras e mascaramentos teatrais desde 1996, e foi integrante da Companhia dos Bondrés, com a qual desenvolveu pesquisa sobre máscaras e manipulação de objetos. Dirigiu diversos espetáculos, dentre eles: "Aniversário de Bu" com a Inepta Cia, "A Corrida do Ouro", baseado no conto 'A Nova Califórnia' de Lima Barreto, "Distorções" de Fabrício Branco, "Em uma manhã de Sol", de Flávia Lopes, "Arsênico e Alfazema", de Joseph Kesselring; "O Bigode", uma adaptação da obra de Emmanuel Carrère; "A Prosa delas não é de panelas" uma criação coletiva com o grupo Do buraco sai o quê? "O Capote", uma adaptação da obra de Nicolai Gógol. CECILIA RIPOLL (DRAMATURGIA): Dramaturga, diretora, atriz e professora, formada em Artes Cênicas pela UNI-RIO, Cecilia Ripoll foi indicada ao PRÊMIO SHELL RJ 2023 pela dramaturgia PANÇA (sua direção) e ao PRÊMIO SHELL RJ 2018 pela dramaturgia ROSE (direção Vinicius Arneiro). O ano de 2023 marca a sua estreia internacional como dramaturga, quando seu texto ROSE ganha uma nova encenação na Cidade do México, com direção de Alejandro Velis (Teatro Foro Lucerna). Dentre outras dramaturgias que assinou recentemente, estão “Memórias de uma Manicure”, 2023, direção René Guerra; “FEIO”, 2023, direção Helena Marques; e “Constituição, o ovo ou a galinha?”, 2022, idealização de Natasha Corbelino. Ao longo de 2022m foi professora de dramaturgia na Escola Sesc de Artes Dramáticas. Dramaturgias já publicadas: “ROSE”, pela Editora Cobogó, “Hamlet, candidato”, pela Cândido Editora e “Paco e o Tempo”, pela Editora Escola Sesc. Está entre os 100 nomes que integram o Portal de Dramaturgia Brasileira. CARLA COSTA (DIREÇÃO DE ARTE): Carla Costa é Professora Efetiva na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Ministra as disciplinas de Indumentária, Traje de cena, Corte e Costura. No teatro atua como figurinista e cenógrafa. É Mestra e doutoranda em Artes Cênicas pelo PPGAC - Unirio. Bacharel em Cenografia e Indumentária - Unirio (2017). É membro do Grupos de Pesquisas "Os estudos sobre mulheres negras do Brasil" (Linha de Pesquisa Raça, Gênero e Opressão); Com mais de quinze anos na produção de vestuário, atualmente se dedica às produções e pesquisas sobre o vestuário cênico do Personagem Negro no Teatro Brasileiro e outros teatros. Entre seus trabalhos recentes estão: Crepúsculo das Máscaras (2024); Sal (2024); Último Ensaio (2024); Amor de Baile (2024); Mariposas Amarillas (2024); Exposição e performance Rosto de Mulher (2024); Degraus (2023); Marielle, Presente: Uma ópera funk ou um retrato afetivo (2023); Benjamim, te sigo daqui (2022); Borboletas (2022); quem é Zezinho? (2022); Pastrana: a mulher mais feia do mundo (2022); Candelária (2022); Baquaqua (2021), Nuang (2021), Fina Linha (2021), A Protagonista (2020), Mostre-me a Saída (2019), Corpo Minado (2018) e Arame Farpado (2017). Indicada ao prêmio de melhor adereço no prêmio CBTIJ pelo espetáculo História das Histórias (2018) e Melhor Cenário no Prêmio Fetaerj pelo espetáculo Olho por Olho (2020) LUCIANNO MOREIRA (DIREÇÃO E PRODUÇÃO MUSICAL): Lucianno Moreira é um artista multifacetado, atuando como ator, compositor, músico e diretor musical. Natural do Rio de Janeiro, iniciou sua trajetória profissional em 1995, acumulando uma rica experiência nos palcos, na televisão e no cinema. Ao longo de sua carreira, participou de diversos espetáculos, onde atuou, dirigiu, compôs e se apresentou como músico. Também fez parte do grupo "Bala, Bombom e Chocolate", com o qual gravou dois álbuns lançados pela gravadora Abril Music. Nos últimos dois anos, Lucianno vem se dedicando à sua carreira solo, explorando seu potencial criativo em um projeto autoral. Suas composições estão disponíveis nas principais plataformas de streaming, onde ele busca expandir sua presença e conquistar novos ouvintes. Prêmios e Indicações: “CABEÇA - Um Documentário Cênico” (2016) Vencedor do Prêmio Shell de Teatro na categoria Melhor Música, Indicado ao Prêmio APTR e Prêmio Cesgranrio de Melhor Música; “Contra o Vento - Um Musicaos” (2015) Indicado ao Prêmio Shell de Melhor Música Original.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.