Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto "Existência e Resistência: Teatro Infantojuvenil -Temática Negra", prevê a circulação de 9 apresentações do Espetáculo de Teatro Infantojuvenil "BANDELE", seguindo de sessões de bate-papo para formação de plateia, com intérprete de LIBRAS, para crianças, estudantes e professores da Rede Pública de ensino, em 9 municípios afetados pelas enchentes de quatro diferentes regiões no Estado do Rio Grande do Sul. Promovendo a descentralização e democratização das ações, com acesso gratuito, fomentando o processo de fruição de bens de cultura na área das artes cênicas e da cultura.
Espetáculo "BANDELE" O menino negro nascido longe de casa - bate seu tambor contando a trajetória de sua aldeia. Ele pede ajuda para os espíritos que moram no grande Baobá e protegem todas as histórias do mundo. Inspirado nos sons, tons e imagens da Mãe África, o espetáculo livremente adaptado da obra homônima da escritora gaúcha Eleonora Medeiros, ilustrada por Camilo Martins, reúne contação de histórias, bonecos, teatro de animação e teatro visual. A partir de dramaturgia inédita, abre espaços onde, de forma atraente e lúdica, pode-se trabalhar a transversalidade dos elementos das Culturas Afrodescendente, além de uma reflexão sobre as diferenças, e os aspectos que auxiliam na formação da identidade. É um espetáculo para VER, OUVIR E SENTIR. Classificação livre. Faixa etária indicativa: de 07 a 18 anos. Duração de 50 minutos.
Objetivo Geral O objetivo geral do projeto "Existência e Resistência: Teatro Infantojuvenil -Temática Negra", é realizar 9 apresentações do Espetáculo de Teatro Infantojuvenil "BANDELE", em 9 municípios afetados pelas enchentes no Rio Grande do Sul, sendo 1 em cada local, seguidas de sessões de bate-papo para formação de plateia, com intérprete de LIBRAS, para crianças, estudantes e professores da Rede Pública de ensino. Promovendo a descentralização e democratização das ações com acesso gratuito, fomentando o processo de fruição de bens de cultura na área das artes cênicas que tem como finalidade estimular o interesse pela cultura e proporcionar uma experiência enriquecedora que contribua para o bem estar emocional e social do público infantil, especialmente em cidades afetadas pelas enchentes. Objetivos Específicos 1. Realizar 9 apresentações do Espetáculo de Teatro Infantojuvenil "BANDELE", nos municípios de: Nova Santa Rita, Guaíba, Cachoeirinha, Santa Cruz do Sul, Cerro Branco, Cachoeira do Sul, Santa Maria, Pelotas e Rio Grande, com 1 apresentação em cada local. 2. Realizar os 9 sessões de bate-papo após cada apresentação, visando a formação de plateia e a interação entre o público e o elenco. Contrapartida social. 3. Garantir a acessibilidade das apresentações, incluindo a contratação de intérprete de LIBRAS e a instalação de rampas e banheiros adaptados, quando necessário. 4. Alcançar aproximadamente 3.600 pessoas no total, incluindo alunos e professores, proporcionando-lhes acesso ao teatro e à cultura de forma gratuita. 5. Realizar Registros fotográficos e captações para Reels e vídeo durante os processos de execução do projeto, para comprovações das ações e divulgação. 6. Realizar palestra de capacitação para os 2 monitores (pessoas que vão orientar o público especial nas apresentações e nos debates) Contrapartida social. 7. Produzir um vídeo dos melhores momentos da circulação do projeto de até 5 minutos para fruição e divulgação do projeto em ambiente virtual permanente. 8. Avaliar os resultados do projeto por meio de feedback do público e relatórios de prestação de contas, assegurando a transparência e a eficácia das ações realizadas.
Existimos e resistimos, o Espetáculo de Teatro Infantojuvenil "BANDELE" é da Cia Trupi de Trapu da cidade de Porto Alegre e teve muitas perdas com as enchentes, principalmente de agendas que foram canceladas devido à recentemente catástrofe climática que atingiu o Estado do Rio Grande do Sul, com enchentes que devastaram diversas cidades, causando perdas significativas em infraestrutura, habitação e, principalmente, no bem-estar emocional e social da população. Devido as perdas sofridas, é necessário incentivo a propostas para a retomada cultural no Estado, e assim dar continuidade ao trabalho dos profissionais da cultura, atores, músicos, técnicos, etc. Fundamental para os profissionais da cultura existir e resistir é à geração de trabalho e renda e também contribuir através da arte que produzem para o bem-estar emocional e social da sociedade, pois a arte é essencial para manter a população salutar. Em geral a maioria da população do Estado do Rio Grande do Sul foi afetada, direta ou indiretamente, porém, as crianças e os jovens, que são o futuro da nossa sociedade, foram especialmente afetados, enfrentando não apenas a perda de bens materiais, mas também a interrupção de suas rotinas escolares e culturais. Neste contexto nossa proposta de retomada cultural no RS é direcionada ao público escolar infantojuvenil, estudantes e professores da Rede Pública de ensino. O projeto "Existência e Resistência: Teatro Infantojuvenil -Temática Negra" surge com a proposta de realizar ações culturais descentralizadas em 9 municípios afetados pelas enchentes em 4 regiões diferentes do Estado: Na Região Funcional 1 nos municípios de (Nova Santa Rita, Guaíba e Cachoeirinha), na Região Funcional 2 no município de (Santa Cruz do Sul), na Região Funcional 8 nos municípios de (Cerro Branco, Cachoeira do Sul e Santa Maria) e na Região Funcional 5 nos municípios de (Pelotas e Rio Grande). O projeto abrange 9 municípios, 4 regiões, promove a descentralização atingindo uma diversidade de públicos em diferentes regiões e a democratização de acesso gratuito ao público da Rede Pública de ensino, essa abrangência garante que diferentes comunidades periféricas e centrais tenham acesso a produções teatrais de qualidade, fomentando o processo de fruição de bens de cultura na área das artes cênicas com a finalidade de estimular o interesse pela cultura e proporcionar uma experiência enriquecedora que contribua para o bem estar emocional e social do público, especialmente em cidades afetadas pelas enchentes. O Espetáculo de Teatro Infantojuvenil "BANDELE" foca na temática negra, reúne contação de histórias, bonecos, teatro de animação e teatro visual. A partir de dramaturgia inédita, abre espaços onde, de forma atraente e lúdica, pode-se trabalhar a transversalidade dos elementos das Culturas Afrodescendente, além de uma reflexão sobre as diferenças, e os aspectos que auxiliam na formação da identidade. E não menos importante, o Espetáculo de Teatro Infantojuvenil "BANDELE" está perfeitamente alinhado e pode colaborar com a implementação nos planos de ensino das escolas da Lei 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de história da África e das culturas africana e afro-brasileira no currículo da educação básica. A equipe do projeto é qualificada profissionalmente para executar o projeto a contento. O elenco é composto por pessoas negras, homens e mulheres e com alguns membros da comunidade LGBTQIA+. A cultura NEGRA faz parte da identidade do povo brasileiro e reconhecer sua cultura é essencial para a compreensão da sua própria identidade. O projeto "Existência e Resistência: Teatro Infantojuvenil -Temática Negra" com tamanha dimensão, proposta, e objetivos, necessita de apoio de Lei de Incentivo, para executar a proposta e levar as ações para diversos municípios afetados, promovendo a estudantes e professores da Rede Pública de ensino novas experiências e reflexões sobre o universo das artes cênicas e da cultura. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar essa iniciativa, permitindo que recursos sejam captados para a realização das apresentações e das ações de contrapartida social. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto alcançará os seguintes objetivos conforme o Art. 3º da mesma norma: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas; e) - Realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura se torna um instrumento vital para a execução deste projeto, permitindo que a arte e a cultura sejam acessíveis a todos, especialmente em momentos de crise, contribuindo para a reconstrução social e emocional das comunidades afetadas.
Sobre o Espetáculo "BANDELE" O Espetáculo "BANDELE" foi produzido em 2018 com a tematica negra, para comemorar os dez anos de existência da Cia Tupi di Trapu, dramarurgia inédita livremente inspirada no livro homônimo de Eleonora Medeiros. O espetáculo já recebeu diversas indicações e prêmiações. Sobre a Cia Tupi di Trapu, Fundada pelo proponente em 2008 pelo na cidade de Porto Alegre-RS, completa em 2024, 16 anos de trabalho com dedicação especial à formação de plateia e capacitação de educadores para trabalhar com teatro de bonecos em sala de aula. A opção pelo teatro de bonecos se fez em virtude de ele possibilitar trabalhar diversos aspectos que estão relacionados ao processo ensino aprendizagem, a exemplo da oralidade, escrita, criatividade, trabalho em grupo, cooperação, solidariedade, senso crítico. Em junho de 2008 nascia o primeiro espetáculo da “Trupi di Trapu – Teatro de Bonecos”, nome que representa a inclinação do grupo pelo reaproveitamento de material e linguagem artesanal de panos e tecidos nas suas montagens. Em sua trajetória o grupo já representou o Brasil em mais de 20 festivais internacionais em países como Argentina, Uruguai, Colômbia e Peru, além de sua participação em diversos festivais no interior do Estado, sendo premiado por sua participação e mérito artístico. Trupi di Trapu celebra 16 anos com maturidade e trabalho inegavelmente valoroso nos âmbitos artístico e pedagógico, sendo um dos nomes da cena contemporânea teatral gaúcha. Em 2010 o grupo cria a Mostra SustentAÇÃO de teatro de bonecos, com objetivo de gerar um espaço de visibilidade para a cena bonequeira jovem do Estado, interagindo com outros artistas de maior currículo. A Mostra cumpriu três edições no formato de espetáculo livre para teatro de animação (2010, 2011 e 2012), atualmente já conta com duas edições em formato de mostra de teatro em miniatura (2016 e 2017), mais em consonância com a proposta base original de sustentabilidade ambiental. Em 2012 o grupo cria o espetáculo “As aventuras do Palhaço Sebastião”, uma livre adaptação inspirada no mamulengo, boneco patrimônio brasileiro. Espetáculo do grupo com maior número de apresentações (já ultrapassa 300) e premiado em diversos festivais. Em 2012 o grupo fez a primeira incursão internacional, Argentina e Peru em festivais de teatro de animação, atualmente o grupo já contabiliza mais de vinte Festivais Internacionais em países como Argentina, Uruguai, Colômbia e Peru. Em 2015 inicia-se a experimentação do grupo no teatro de caixa lambe-lambe, de onde origina-se a ideia da Mostra e também a formação de um coletivo de “lambe-lambistas” chamado Caixa de Pandora, hoje com três anos de existência com 14 membros, ocupação de diversos espaços da capital Porto Alegre/RS e com projetos de resgate do diálogo entre classe artística e o público como o encontro “Conversas EnCAIXAdas”, abordando temas variados do meio como “contribuição espontânea e o artista de rua”, por exemplo. Em 2018 estreou seu espetáculo comemorativo aos dez anos de existência: Espetáculo infantil BANDELE, livremente inspirado no livro homônimo de Eleonora Medeiros. O espetáculo já recebeu diversas indicações e prêmiações. Em 2019 o trabalho foi premiado no Festival Nacional de teatro de Floriano -PI como melhor espetáculo infantil, além de ter recebido indicações em todas categorias do evento, exceto maquiagem. Em 2022 novo reconhecimento, agora com prêmio de melhor espetáculo infantil no 3º Capão em cena (RS). Em 2024 integrou a programação do prestigiado FESTECRI, festival para infâncias ocorrido no Teatro São Pedro, em Porto Alegre e também foi contemplado no edital de ocupação do teatro Glênio Peres, da câmara de vereadores de Porto Alegre. Em 2020 a pandemia de covid- 19 obrigou o grupo a repensar a forma do fazer artístico, com alguns experimentos virtuais, entre eles o lançamento do primeiro espetáculo adulto “Páginas Amarelas - vida e obra de Carolina de Jesus" que narra um dia na vida da literata catadora de papel que viveu e narrou em seus diários o cotidiano de uma favela de SP. Trabalho ímpar mesclando atores, formas animadas, mídias tecnológicas e com uma novidade no cenário gaúcho: acessibilidade integrada à dramaturgia, com intérprete de Libras e Audiodescrição realizada pelos atores. O espetáculo, em sua versão virtual, já ganhou prêmios e indicações em três festivais/mostras. Outro espetáculo com temática afro referenciada que atingiu notoriedade é Trapos e Farrapos -Negrinho. A obra reconta a lenda do Negrinho do Pastoreio com um olhar mais cuidadoso sobre o corpo preto, trazendo à cena Oxum como amadrinha que protege o menino órfão. Espetáculo premiado como melhor obra infantil no festival Capão em Cena 2023 e com diversas indicações.
O Espetáculo de Teatro Infantojuvenil "BANDELE" tem duração de 50 minutos, Classificação Livre; Faixa-etária indicada: 7 a 18 Anos. Tempo de montagem e desmontagem: 3 horas; Passagem de palco, maquiagem e aquecimento: 1hora. O bate-papo tem duração de 25 minutos, classificação livre. O video de divulgação das ações do projeto terá duração de até 5 minutos. Palestra de monitoria - formação de monitores para recepção de público. Encontro de 2h para apresentar o plano de trabalho das açoes, mostrando do que se trata, como eles devem informar o publico e também como receber, ajudar e orientar os PCDs, levando em consideração cada tipo de necessidade. Teremos um material escrito para orientação mais pontual e para que possa servir de consulta caso seja necessário.
O projeto "Existência e Resistência: Teatro Infantojuvenil -Temática Negra" prioriza a acessibilidade para garantir que todas as crianças, estudantes e professores possam participar plenamente das apresentações e atividades propostas gratuitamente. Acessibilidade Física: Serão implementadas diversas medidas para facilitar a locomoção no espaço físico das apresentações. Disponibilizar espaço reservado para cadeirantes, surdos e pessoas com baixa visão com espaços também para responsáveis, banheiros adequados para cadeirantes e instalação de rampas e tablados, se necessário. Acessibilidade Atitudinal: Disponibilizar 2 monitores (pessoas capacitadas) para auxiliar na orientação de pessoas com deficiência visual e deficientes físicos garantindo que todos possam se deslocar com segurança e conforto e localizarem os melhores espaços para participarem das ações durante as apresentações. Além disso, havendo expectadores cegos na plateia, antes de cada apresentação é aberto espaço e feito convite para que toquem no cenário, atores, objetos e figurinos. Acessibilidade de Conteúdo: Para assegurar a compreensão do conteúdo apresentado, o projeto contará com a contratação de intérpretes de LIBRAS durante todas as apresentações e sessões de bate-papo, permitindo que surdos e deficientes auditivos tenham acesso à informação de forma plena. Também serão disponibilizadas legendas descritivas e audiodescrição para vídeos para facilitar a compreensão das cenas e ações do espetáculo para pessoas com necessidades especiais. Essas medidas visam criar um ambiente inclusivo e acolhedor, onde todos possam desfrutar da arte e da cultura.
O projeto "Existência e Resistência: Teatro Infantojuvenil -Temática Negra" adota uma abordagem inclusiva para a distribuição e comercialização dos produtos da proposta, assegurando que todas as apresentações do Espetáculo Infantojuvenil "BANDELE” sejam oferecidas gratuitamente ao público infantojuvenil, estudantes e professores da Rede Pública de ensino. A distribuição será realizada em parceria com as Secretarias Municipais de Educação dos municípios contemplados, que indicarão as escolas e o público beneficiado, garantindo que as sessões sejam acessíveis a todos. Além das apresentações, o projeto implementará outras medidas de ampliação de acesso, como a realização de bate-papos, nos quais o público poderá interagir com os artistas, promovendo uma maior aproximação entre o público e a arte, e proporcionando uma experiência educativa e prática. A produção de folder físico com QR Code para que o público possa acessar e acompanhar as ações do projeto nas mídias sociais após as apresentações. Adicionalmente, o projeto prevê a produção de Reels (vídeos curtos) durante sua circulação e,no final, a produção de um vídeo de até 5 minutos contendo imagens dos melhores momentos e ações realizadas durante o processo de produção, circulação, apresentação e formação de plateia do espetáculo, para divulgação e posterior promoção em ambiente virtual (Instagram e YouTube). Essa estratégia de democratização de acesso visa não apenas ampliar o alcance do projeto, mas também fomentar o interesse e a formação de plateia, contribuindo para a valorização e fruição da cultura e das artes cênicas.
ANDERSON GONÇALVES: Proponente e Coordenação Geral Homem negro, é diretor, ator, bonequeiro, produtor cultural, com formação em magistério e pedagogia. Atuou como educador por 7 anos, migrando para o teatro em 2007, após curso de formação com o grupo Ói Nóis Aqui Traveis, na escola de formação de atuadores em Porto Alegre/RS. Ano 2007 entrou para a equipe do programa infantil Pandorga, veiculado na TVE-RS, onde permaneceu até 2013, atuando como bonequeiro, ator e auxiliar de produção, o programa foi transmitido em todo território brasileiro. Em 2010 integrou o espetáculo infantil "Jogos de inventar, cantar e dançar" do grupo Bando de Brincantes de Porto Alegre/RS, como ator e também confecção de bonecos e adereços. O espetáculo recebeu o troféu especial do júri daquele ano. Em 2008 criou a Cia Trupi di Trapu, teatro de bonecos, grupo que se dedica à montagem de espetáculos de teatro de bonecos, formas animadas, tendo nesta trajetória de 16 anos se destacado em festivais do gênero pelo mérito de suas obras, acumulando reconhecimentos e premiações. Atualmente Anderson além de coordenar a Cia Trupi di Trapu e os espetáculos da Cia, também colabora com outros grupos, criando bonecos, adereços e elementos cenográficos. LEANDRO SILVA: Diretor do Espetáculo Homem negro, é artista bonequeiro (filiado à Associação Brasileira de Teatro de Bonecos - Centro UNIMA Brasil) e diretor teatral (DRT 12.402/RS). Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Dirigiu vários espetáculos teatrais, de forma independente ou para companhias parceiras na cidade de Porto Alegre – RS, destacando-se: “Fuzuê no Sertão Encantado” (2013-2015), “Devaneios” (2015-2016), “As Malditas” (2016), “Wonderland Ave.” (2020), “Páginas Amarelas – A Vida e a Obra de Carolina de Jesus” (2021), “Na Trilha das Andarilhas” (2021) e “Grimm Para os Pequenos” (desde 2015). “BAMBELE” (2018-2024). Artista colaborador do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo e membro da Associação Espiritualidade em Saúde, onde coordena o Departamento de Arteterapia. YANNIKSON: Produtor Executivo e Ator do Espetáculo Homem negro, membro comuninade LGBTQIA+, é escritor, ator DRT 0015436/RS, dramaturgo e produtor cultural. Natural de Santa Maria/RS, é graduado em Escrita Criativa (PUCRS) e pós-graduando em Literatura Brasileira (UFRGS). É autor do livro infanto-juvenil “A terra das coroas” de temática negra e dramaturgo do espetáculo Beco de Três Ruas e “A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare”. Atualmente integra o elenco dos espetáculos Beco de Três Ruas (Teatro Centelha), Bandele (Trupi di Trapu) e Woyzeck: preto, poético e político (Coadjuvantes - teatro de grupo) e “A Cigarra e a Formiga: uma história de Besouro Shakespeare” (Grupo Polográfico). Nos seus caminhos com a escrita e com o teatro vem se dedicando à produção de histórias múltiplas e diversas, o que lhe permite costurar as vivências que possui com a criação literária e teatral. Já recebeu diversas premiações em sua trajetória. SILVANA SILVA: Atriz do Espetáculo Mulher negra, é palhaça, atriz DRT 9397/RS, licenciada pela Ufrgs. Fez parte da ONG Esquadrão da Alegria, como palhaça e responsável pelo treinamento dos membros da ONG. É integrante do NIC - Mulheres Palhaças. Atualmente está no elenco do espetáculo Cabarezin, noite das palhaças, indicado a melhor espetáculo no Prêmio Açorianos de Circo 2022 e no espetáculo Bandele, da Trupi di Trapu, pelo qual foi indicada a melhor atriz coadjuvante, no festival Capão em Cena 2022. AJEFF GHENES: Atriz do Espetáculo Trans Não-Binária, negra, Corpa Cafusa é multiartista, triz DRT 13364/RS, Periférica, Graduande em MODA na Universidade FEEVALE. Formada em Maquiagem Profissional pelo Instituto Mix. Integrante na Cia Teatral Tem Gente no Palco desde 2012, como atroz, figurinista e caracterizadore da maioria dos espetáculos do Grupo, pelos quais recebeu algumas indicações/premiações. Artista da cena no Projeto “Canto de Cravo & Rosa”. Performer Proponente no Projeto “CORPOGRAFIA NA CENA: Processo de Estudo, Criação e Ocupação Artística” contemplado no Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas 2021 Participou de eventos como: Festival Internacional de Folclore de Nova Prata/RS – 2018 e 2019; Festival Garopaba em Dança/SC com 3 premiações na competição de Grupo - 2017; FIH2 Festival Internacional de Hip-Hop Curitiba/PR grupo premiado como Coreografia Destaque - 2018. Projetos envolvidos: Artista da Cena em: Bandele, Páginas Amarelas/Carolina e Outras Vozes e Negrinho-Trapos e Farrapos da Cia Trupi di Trapu. MAYURA MATOS: Atriz do Espetáculo Mulher negra é diretora, comediante, atriz DRT 13413/RS, mulherista africana, mãe, arte educadora, multiartista e estudante de Teatro licenciatura| UFRGS. Já se apresentou com teatro de rua no Brasil, Portugal, Argentina e Cuba. Autora das performances "Tomada de Consciência", "Kuumba: criatividade, encontros e afetos". Prêmios: melhor performer e melhor esquete pelo Festival Estadual FEED(2023), Multilinguagens(LPG/2023) por trajetória, Prêmio Artes da Fundação Palmares(2023). Atriz nos espetáculos Woyzeck: preto, poético e político (grupo Codjuvantes) e Bandele (Trupi di Trapu). Sua pesquisa é voltada para relações étnico - raciais e lei 10.639 no ensino do teatro, na comédia stand up, assim como questões voltadas à autoestima do povo-corpo preto através e a partir das artes cênicas como possibilidade de reencontro de si e arte terapia. ALESSANDRA SOUZA: Atriz do Espetáculo Mulher negra é atriz DRT 0016912/RS, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS. Pesquisadora no GETEPE - Grupo de Estudos em Educação, Teatro e Performance da UFRGS, e pesquisadora no grupo de pesquisa GINGA – Grupo Interseccional de Pesquisas em Negritude, Gênero e Arte. É investigadora da área das Artes e tem como foco os temas: culturas populares, práticas cênicas e relações étnico-raciais. Atualmente é bailarina no Grupo Afro-sul Odomodê e atriz no espetáculo BANDELE.
PROJETO ARQUIVADO.