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PRONAC 2414495IndeferidoMecenato

Companhia Espaço em Branco 20 anos - Espetáculo Teatral Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre

JOAO RICARDO DA CUNHA SANTOS 93474326015
Solicitado
R$ 198,3 mil
Aprovado
R$ 198,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-02
Término

Resumo

O projeto "Companhia Espaço em Branco 20 anos - Espetáculo Teatral Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre" tem como objetivo a criação, estreia e temporada de 9 apresentações de um espetáculo teatral original, baseado em textos inéditos do dramaturgo gaúcho Júlio Zanotta. A montagem estará alinhada às práticas corporais e ao desenvolvimento de linguagem cênica que o diretor João de Ricardo vem explorando com a Companhia Espaço em Branco desde sua fundação, em 2004, unindo pesquisa no trabalho de atuação e hibridização de linguagens na arte do espetáculo. O projeto prevê 3 apresentações inclusivas para público PCD com perda auditiva - tradução ao vivo em LIBRAS. Bem como medidas de inclusão social com oficinas e ensaio aberto, ambos gratuitos, bem como 100% dos ingressos à venda com preços populares (- de 3% de salário mínimo).

Sinopse

Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre O espetáculo narra a história de uma linda capital do Sul do Brasil que sofre uma catástrofe ambiental, sob a perspectiva de dois personagens singulares cujos destinos se cruzam: o Médico e o Escritor, ambos interpelados por um coro de afogados, vítimas da enchente de 2024. O médico é um jovem cirurgião plástico que se muda para Porto Alegre em busca de crescimento profissional e de formar uma família. Dr. Beira-Mar, como gosta de ser chamado, se torna um entusiasta das belezas e prazeres da capital gaúcha, sendo rapidamente acolhido pela alta sociedade. Em pouco tempo, encontra o amor na enfermeira Mel, e juntos vivem um sonho dourado, pois ela ama se submeter a cirurgias, o que é a especialidade de Beira-Mar: abrir pessoas. Paralelamente aos relatos entusiasmados do Dr., que se dirige diretamente à plateia, acompanhamos a vida do Escritor em várias cenas distintas, que retratam sua trajetória desde a infância até a velhice, em uma cama de hospital. Nesse momento, as duas histórias se entrelaçam em meio ao colapso e destruição da cidade de Porto Alegre. Duração prevista 120 minutos Classificação indicativa 16 anos.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo geral do projeto é dar visibilidade a obras inéditas do dramaturgo Júlio Zanotta por meio da criação, estreia e temporada de 9 apresentações de um espetáculo teatral original. A montagem "Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre" oferece uma perspectiva crítica e inovadora sobre a cidade, explorando as relações de poder distorcidas e as dinâmicas sociais em um cenário de colapso urbano, marcado por crises climáticas e sanitárias. A cidade torna-se um reflexo cruel das realidades de seus habitantes, com personagens grotescos que revelam aspectos sombrios da convivência humana. Além de dar visibilidade à obra de Zanotta, o projeto tem como finalidade dar continuidade à pesquisa de linguagem cênica realizada pelo encenador João de Ricardo e pela Cia. Espaço em Branco ao longo de 20 anos. A proposta envolve um processo criativo imersivo, que combina a leitura e análise dos textos inéditos do dramaturgo com a criação de uma dramaturgia cênica original. Esse processo será construído a partir da experiência viva dos atores no palco, utilizando improvisações e práticas corporais desenvolvidas pela companhia. O projeto culminará na estreia e temporada de 9 apresentações, oferecendo ao público uma reflexão profunda sobre as relações humanas em tempos de crise, ao mesmo tempo que expande os horizontes estéticos e artísticos do teatro contemporâneo. Objetivos Específicos Os objetivos específicos do projeto são: Realizar uma temporada de 9 apresentações do espetáculo teatral original "Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre", com ingressos acessíveis, respeitando o limite de 3% do salário mínimo. Oferecer 3 apresentações com tradução ao vivo para Libras, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. Realizar uma oficina gratuita de teatro composta por 3 aulas, com duração total de 12 horas-aula, ministradas por João de Ricardo (JdR), destinada a 25 participantes. A oficina será focada em técnicas de atuação e criação cênica, seguindo o método de pesquisa da Cia. Espaço em Branco. Promover um ensaio aberto do espetáculo "Colapso...", seguido de um bate-papo com a equipe criativa, aberto para 100 alunos da rede pública de ensino. Após o bate-papo, haverá uma mini oficina de atuação, proporcionando uma introdução às práticas teatrais e aos processos criativos da companhia. Essas ações visam ampliar o acesso à cultura, promovendo inclusão, formação artística e diálogo com a comunidade escolar, fortalecendo a relação entre a companhia, o público e abrir espaço para novos talentos.

Justificativa

O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), é essencial para o financiamento do projeto "Cia. Espaço em Branco 20 anos - Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre", pois este visa promover o acesso democrático à cultura, fortalecer a criação teatral contemporânea e garantir a inclusão de públicos diversos. A realização do projeto depende de recursos que possibilitem a criação, estreia e temporada de 9 apresentações de um espetáculo teatral original, além de ações de acessibilidade e formação artística, como a tradução ao vivo para Libras, oficinas gratuitas e atividades voltadas para alunos da rede pública. O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, que visam apoiar a produção e a difusão de obras culturais e assegurar a democratização do acesso à cultura, promovendo o desenvolvimento da educação e da formação cultural no país. Ao realizar oficinas gratuitas, oferecer traduções em Libras e integrar o público escolar em ensaios abertos com bate-papo e mini oficinas, o projeto atinge diretamente esses objetivos. Além disso, de acordo com o Art. 3º da referida lei, o projeto contribui para:- I: a defesa e valorização do patrimônio cultural brasileiro, ao trabalhar com a obra inédita de Júlio Zanotta, importante dramaturgo gaúcho.- II: a produção e difusão de bens culturais de valor universal, ao realizar um espetáculo original e inédito que aborda temas sociais e urbanos críticos.- III: o estímulo à democratização do acesso aos bens culturais, por meio de ingressos acessíveis, apresentações com tradução em Libras e ações educativas abertas à comunidade.- IV: o incentivo à produção cultural em suas várias formas, ao promover a continuidade da pesquisa de linguagem cênica da Cia. Espaço em Branco e suas inovações teatrais. Portanto, a Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para a viabilização do projeto, garantindo que ele cumpra suas metas de inclusão, formação artística e promoção do teatro contemporâneo.

Estratégia de execução

Prólogo - Ou sobre o que a alegria de morrer nos ensina e como ela nos move. Nos conhecemos durante a Semana Julio Zanotta em 2013, quando fui convidado para realizar uma leitura da obra Ninfa Dragão. O dramaturgo, ao se deparar com a abordagem performativa, multimídia e trash-futurista da Companhia Espaço em Branco, imediatamente estabeleceu uma relação de amizade, especialmente comigo. Visitei a casa do escritor e, pela primeira vez, tive acesso aos seus manuscritos: páginas coladas e rabiscadas em um mosaico de textos originais, recortes de jornal e escrita automática à mão. Um processo criativo de um verdadeiro modernista, um artista fora da curva no cenário do nosso estado. Alguns anos depois, iniciei o processo de propor um espetáculo a partir de suas obras inéditas — textos curtos e novelas — para criar uma nova montagem da Companhia. Fiz tentativas com o SESC, com o CHC, por meio de leis como a Aldir Blanc, Fumproarte Funcultura e nada. Sim, tenho consciência que existe uma demanda infinita e crescente por verbas na área do teatro, mas também tenho consciência que 20 anos de carreira de uma Cia. independente e a encenação de textos inéditos de um autor ancião poderiam ter mais carinho por parte das bancas e curadorias. No final de contas, antes apenas não estávamos sob o risco de estrearmos com o autor falecido. Em 2023, Julio publicou quase toda a sua obra teatral em um belíssimo box pela editora Giostri, de São Paulo. Mais uma vez, fomos convidados a levar ao palco suas ideias extravagantes, bem-humoradas e ferozmente críticas aos costumes provincianos. O mote: Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre. No entanto, devido à extensão quase mítica do tema e dos textos associados, optamos por um recital mais enxuto, com músicas cantadas ao vivo, piano, e os textos-bomba de Zanotta. Recital Hino à Bandeira com Galinha ao Molho Pardo. Foi uma noite inesquecível, com o Teatro Renascença lotado. No último sábado, Julio nos fez um convite formal para um jantar em sua casa. Frente a um saboroso risoto de funghi preparado por sua companheira, Elaine, ele anunciou que seus dias estão contados devido à reincidência de um câncer que afetou fígado e pulmões. O artista decidiu acolher a morte com alegria, enquanto continua a produzir. Seu filho, Bernardo Zanotta, retornou da Europa para documentar os últimos dias do pai, e nós, da Companhia Espaço em Branco, nos unimos a esse esforço para celebrar, enquanto ele ainda está entre nós, a obra e a pessoa de Julio, com as seguintes propostas para o festival Porto Alegre em Cena. João de Ricardo Companhia Espaço em Branco 30-09-2024 nos documentos em anexo vai esta carta que dirijo aos Tecnicos do Ministerio da Cultura com fotos dos eventos citados e das pessoas envolvidas.

Especificação técnica

Detalhamento Técnico do EspetáculoTítulo: Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre Duração: 120 minutos Material: - Texto: Obras inéditas de Júlio Zanotta e relatos reais de vítimas da enchente de 2024 em Porto Alegre.- Figurinos: Criados através de upcycling, utilizando materiais reciclados e peças do acervo da Companhia Espaço em Branco.- Cenário: Elementos cênicos pontuais, como uma maca de hospital, cadeira de rodas, mesa longa, cadeiras e projeções de vídeo.- Iluminação: Uso de tubos de LED como fontes de luz e elementos de composição espacial bem como desenho de luz a partir da luz cenica convencional dos espaços teatrais - palcos. Projeto Pedagógico:O projeto pedagógico do espetáculo visa: Educação e Sensibilização: Promover uma reflexão sobre a crise climática, o impacto social da enchente de 2024 e suas consequências. Formação de Atores: Desenvolver habilidades técnicas e criativas nos atores, enfatizando o corpo como principal meio de expressão e explorando a comédia física e o grotesco. Integração Comunitária: Integrar histórias reais de cidadãos de Porto Alegre, promovendo um diálogo entre arte e realidade social. Elenco e Equipe Técnica: Número de Atores: 8 atoresNúmero de Técnicos: 6 técnicos (som, luz, cenografia, figurino, direção)Músicos: 2 músicos (piano, sintetizadores e loopers) Atuação - Pesquisa e Desenvolvimento da Linguagem dos 8 AtoresTreinamento: Enfoque no corpo como instrumento artístico, explorando a autonomia e a criatividade individual de cada ator.Comédia Física: Adoção de humor como ferramenta para abordar temas delicados, facilitando a comunicação entre elenco e plateia.Canções ao Vivo: Intermezzos musicais executados pelo elenco e músicos, adicionando ironia e promovendo reflexão. Abordagem Temática: A dramaturgia discute a conexão entre a crise climática e o excesso de lixo na sociedade de consumo, destacando as consequências do descaso ambiental.Integração de relatos de cidadãos afetados pela enchente de 2024, criando um panorama de feridas sociais que precisam ser observadas. Paisagem teatral distópica. O Fim do mundo que conhecemos como metáfora da urgência das transformações. Escatologia. Proposta de Espaço Cênico, Cenário e Figurino: Espaço Cênico: Cenário minimalista que destaca a atuação e a conexão emocional entre artistas e plateia.Figurinos Sustentáveis: Utilização de upcycling para criar figurinos originais a partir do acervo dos 20 anos de trajetória da Companhia Espaço em Branco, promovendo uma atitude ecologicamente engajada aliada ao processo criativa.Iluminação Cênica: Exploração do cruzamento entre espaço e luz, utilizando tubos de LED para criar uma experiência visual única e ampliar as possibilidades narrativas. Bem como uso de vídeo projetado por sobre atores plateia e ou sala de espetáculo.

Acessibilidade

O projeto "Companhia Espaço em Branco 20 anos - Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre" contempla diversas ações voltadas para garantir a acessibilidade física e de conteúdo, promovendo uma experiência inclusiva para todos os públicos. Acessibilidade Física: O local das apresentações será equipado para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência (PCD) e mobilidade reduzida. Serão disponibilizados banheiros acessíveis, rampas de acesso e sinalização adequada para garantir que o público tenha plena autonomia no espaço. O teatro também contará com áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade, assegurando o conforto e segurança de todos os espectadores. Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir a compreensão do conteúdo do espetáculo por públicos com diferentes necessidades, o projeto inclui as seguintes medidas: - 3 apresentações com tradução simultânea para Libras, garantindo que pessoas com deficiência auditiva tenham acesso ao conteúdo do espetáculo.- Bilheteiro apto em Língua Brasileira de Sinais (Libras), assegurando que os espectadores possam realizar a compra de ingressos e obter informações sobre o evento de forma acessível.- Divulgação acessível, com descrições de imagem nos materiais visuais e vídeos promocionais com tradução em Libras.- Nos materiais de divulgação digital, será adotada a legenda descritiva, de forma que os vídeos e conteúdos visuais possam ser acessados também por pessoas com deficiência auditiva ou baixa visão. Essas medidas reforçam o compromisso da Cia. Espaço em Branco com a inclusão e a democratização do acesso à cultura, assegurando que todos possam participar plenamente da experiência teatral.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso O projeto "Companhia Espaço em Branco 20 anos - Espetáculo Teatral Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre" visa garantir a democratização do acesso à cultura por meio de uma distribuição e comercialização inclusivas dos ingressos para as apresentações. A proposta inclui: Preço Acessível: Os ingressos serão vendidos a preços populares, ao valor de R$ 40,00, com a possibilidade de meia-entrada conforme a legislação vigente. Essa política de preços visa tornar o espetáculo acessível a um público mais amplo. Distribuição Gratuita: 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita para alunos da rede pública de ensino, especialmente para aqueles matriculados no Educação de Jovens e Adultos (EJA). O EJA é um programa que oferece educação formal a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada, permitindo a essas pessoas ter acesso ao conhecimento e melhorar suas perspectivas de vida. Essa medida visa promover a inclusão e garantir que estudantes em situação de vulnerabilidade possam vivenciar a experiência teatral. Ensaio Aberto: Será promovido um ensaio aberto do espetáculo, onde o público poderá assistir a uma das sessões de ensaio e participar de um bate-papo com a equipe criativa. Após o bate-papo, será oferecida uma mini oficina de atuação voltada para alunos da rede pública, permitindo que até 100 participantes explorem as práticas teatrais e o processo criativo de forma prática. Essa ação não só possibilita uma imersão no processo de criação teatral, mas também aproxima a companhia da comunidade. Oficina Gratuita: Será realizada uma oficina gratuita de teatro com um total de 12 horas-aula, destinada a 25 participantes. Essa oficina, ministrada por João de Ricardo em parceria com o dramaturgo Julio Zanotta, visa proporcionar uma experiência prática e enriquecedora, permitindo que os participantes desenvolvam suas habilidades teatrais e conheçam mais sobre o universo da atuação. Essas iniciativas refletem o compromisso da Companhia Espaço em Branco em promover a inclusão e garantir que o teatro seja uma experiência acessível e enriquecedora para todos os segmentos da sociedade, contribuindo para a democratização do acesso à cultura.

Ficha técnica

João de Ricardo (direção): Diretor, ator e professor independente, graduado em Interpretação e Direção Teatral pela UFRGS e Mestre em Artes pela UNICAMP. Criador do método PHC – Processos Híbridos de Criação, que foi ministrado no Grupo Experimental de Dança de 2014 a 2018. Fundou a Cia. Espaço em Branco, com destaque para os espetáculos "Prata Paraíso" (Açorianos 2017 de Melhor Espetáculo) e "Tocar Paraíso" (Açorianos 2019 de Melhor Direção e Espetáculo). João dirigiu diversas peças como "Extinção", "Andy/Edie", "Prata Paraíso" e "A Infestação", além de "Ubu Rei" e "Fatale". Julio Zanotta (dramaturgia): Dramaturgo, contista e romancista brasileiro, conhecido por suas personagens inconformadas e utópicas. Zanotta subverte estereótipos de gênero e é um dos principais expoentes do pós-pornô no Brasil. Participou ativamente do movimento estudantil contra a ditadura e foi fundador do grupo teatral Ói Nóis Aqui Traveiz. Zanotta foi exilado e viveu em diversos países da América Latina, onde apresentou espetáculos com sua esposa, a atriz Lisaura Andréia Souto. Autor de obras como "Teatro Lixo" e "O Apocalipse Segundo Santo Ernesto De La Higuera", Zanotta recebeu o título de Cidadão Honorário de Porto Alegre e teve sua obra celebrada em 2013 com a Semana Julio Zanotta. Sissi Venturin (atuação e produção): Atriz, bailarina, cineasta e produtora cultural, cofundadora da Cia. Espaço em Branco com João de Ricardo. Foi premiada no Prêmio Açorianos e no Braskem em Cena por suas atuações em "Extinção" e "A Fome". Também é fundadora do Coletivo Ämago, com o qual explora dança e vídeo. Sissi dirigiu o curta "Mora" (2022) e atua no cinema, com prêmios em festivais como Gramado e Festcineamazonia. Anildo Böes (atuação): Ator e oficineiro de teatro, formado pela Intercultural Theatre Institute de Singapura. Fundador do Grupo Cerco, onde atua desde 2008, também colabora com a Cia. Espaço em Branco e o coletivo R.A.T.S. Foi premiado como Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação em "Trago Sorte Mentira e Morte". Anildo estudou com mestres como Carlos Simione e Jorge Parente, além de realizar trabalhos no exterior. Eduardo d’Avila (atuação): Ator e professor, integra a Cia. Espaço em Branco, onde atuou em espetáculos premiados como "Prata Paraíso" e "Tocar Paraíso". Também participa do grupo Casa de Madeira e do coletivo Cena Expandida, além de integrar a Cia. Caixa do Elefante. Eduardo foi indicado ao Prêmio Açorianos por seu trabalho como ator. Fernanda Carvalho Leite (atuação): Atriz, bailarina, produtora e professora, premiada no teatro e cinema. Estudou na The Lee Strasberg Theatre Institute e foi sucesso em espetáculos como "Velha D+" e "Inimigas Íntimas". Fernanda promove o Contato Improvisação em Porto Alegre e integra a Cia. Espaço em Branco, com destaque em "Tocar Paraíso", pelo qual foi indicada como Melhor Atriz no Prêmio Açorianos. Evelyn Ligocki (atuação): Atriz, performer e dramaturga, com formação em Artes Cênicas pela UFRGS. Foi premiada com o Troféu Açorianos por sua atuação em "Borboletas de SOL de Asas Magoadas" e "Tocar Paraíso". Evelyn também desenvolve trabalhos voltados à pesquisa vocal e corporal. Iandra Cattani (atuação): Bailarina, cantora e performer, com licenciatura em Ciências Sociais pela UFRGS. Atuou em espetáculos como "A Casa" e "Tocar Paraíso", sendo indicada a prêmios de Melhor Bailarina. Rodrigo Fernandez (músico e compositor): Músico e compositor, foi pianista e performer em várias produções da Cia. Espaço em Branco, como "Tocar Paraíso", que recebeu indicações a prêmios, incluindo Melhor Trilha Sonora. Participou de trilhas sonoras de espetáculos como "Velha D+" e integra o duo O Fino da Fossa. Deni Roitman (trilha sonora e operação de som): Produtor musical e técnico de som, com formação em Psicologia. Vencedor do Prêmio Profissionais da Música 2020 e indicado ao Prêmio Açorianos por trilhas sonoras. Colabora com diversos artistas e festivais, incluindo o Morrostock e Virada Cultural SP. Bruna Casali (iluminação): Iluminadora de espetáculos como "O Misterioso Segredo das Pequeninas Grandes Coisas" e "Matrizes". Foi assistente de elétrica em séries de TV e chefe de elétrica em curtas-metragens e videoclipes. Atualmente, é iluminadora do projeto "Zum Zum Zum, a união faz a vida", financiado pela Fundação Sicredi. Roberta Guimarães do Amaral (assessoria de imprensa): Jornalista com 27 anos de experiência em assessoria de imprensa. Trabalhou na Secretaria de Estado da Cultura e na Casa de Cultura Mario Quintana. Atualmente, é responsável pela comunicação da Fundação Iberê Camargo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul