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PRONAC 2414501ArquivadoMecenato

Histórias de Mulheres Silenciadas - Arte como forma de acolhida no RS

45.783.121 EDUARDA FERLA RHODEN
Solicitado
R$ 77,0 mil
Aprovado
R$ 77,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-10
Término
2025-12-31
Locais de realização (3)
Alvorada Rio Grande do SulGaribaldi Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto "Histórias de Mulheres Silenciadas - Arte como forma de acolhida no RS" propõe a circulação de um espetáculo sobre mulheres silenciadas e que são postas à margem da sociedade. Trata-se do espetáculo "Meretrizes". Serão realizadas apresentações em 3 cidades do RS atingidas pelas enchentes. O projeto prevê ainda a realização de 3 oficinas "Escrita de mulheres e Atuação", que propõe a criação de fragmentos de textos autorais e improvisações, buscando trazer à tona questões de invisibilização da mulher e dos preconceitos em torno de suas escolhas pessoais e profissionais. Este projeto visa contemplar artistas mulheres atingidas pelas enchentes e promover a sua formação.

Sinopse

MERETRIZES é um espetáculo que mescla teatro, piano ao vivo e histórias reais contadas em cena para mostrar fragmentos de vida de mulheres silenciadas em nossa sociedade. A partir de relatos reais, a obra documental traz histórias de mulheres que tem suas vidas cerceadas pelo preconceito e discriminação, atestando a urgência de trazer este debate para a cena. Por meio de uma mescla entre a atuação multifacetada de Liane Venturella e a trilha sonora original executada ao vivo pela grande pianista Catarina Domenicci, a peça, com aspectos performativos, é um grito por respeito a todas as mulheres e a todas suas escolhas pessoais e profissionais.

Objetivos

Objetivo geral: O projeto "Histórias de Mulheres Silenciadas - Arte como forma de acolhida no RS" tem por principal objetivo a circulação do espetáculo MERETRIZES, a mais recente criação do Coletivo Gompa. Serão realizadas apresentações em 3 cidades com altos índices de violência contra a mulher: Porto Alegre, Alvorada e Garibaldi. A obra busca visibilizar as realidades destas mulheres que são frequentemente violentadas, seja física, seja moralmente, trazendo um debate aberto e sensível ao público. Objetivos específicos: - Realizar uma apresentação do espetáculo "Meretrizes" em Porto Alegre/RS, atendendo até 600 pessoas; gratuitamente; - Realizar como contrapartida social uma oficina de "Escrita de mulheres e Atuação" em Porto Alegre, para até 40 pessoas, gratuitamente; - Realizar uma apresentação do espetáculo "Meretrizes" em Alvorada/RS, atendendo até 400 pessoas; gratuitamente; - Realizar como contrapartida social uma oficina de "Escrita de mulheres e Atuação" em Alvorada, para até 40 pessoas, gratuitamente; - Realizar uma apresentação do espetáculo "Meretrizes" em Garibaldi/RS, atendendo até 200 pessoas; gratuitamente; - Realizar como contrapartida social uma oficina de "Escrita de mulheres e Atuação" em Garibaldi, para até 40 pessoas, gratuitamente;

Justificativa

O projeto irá promover a produção artística gaúcha, por meio da circulação de uma obra de arte com apresentações gratuitas às comunidades afetadas pelas enchentes, democratizando o acesso aos bens culturais. Igualmente, irá permitir que artistas que foram afetados pelas enchentes possam dar continuidade ao seu trabalho, retomando a sua produção. Contemplando entre seus espectadores pessoas PCDs, LGBTQI+, Negras, Ciganas, Quilombolas, Indígenas, Mulheres no geral, Idosas e pessoas em vulnerabilidade social, o espetáculo tem foco na violência que as mulheres sofrem em relação a suas escolhas pessoais e profissionais, e busca sensibilizar os espectadores para estas realidades freqüentemente silenciadas. O projeto surge da atenção voltada ao combate à violência de gênero, buscando trazer, por meio da arte, estratégias que assegurem direitos humanos a todas as pessoas. Para isso, prevê ações de impacto na sociedade voltadas especialmente a mulheres em seus núcleos mais vulneráveis, localizadas em 3 cidades do RS com amplos índices de violência. O projeto prevê ainda a realização de 3 oficinas de "Escrita de mulheres e Atuação", uma em cada uma das cidades contempladas, buscando incentivar mulheres artistas a contar suas histórias e retratar as mesmas em situações cênicas. Partimos da premissa que nos levou a construir este espetáculo, de que todas as mulheres possuem alguma história silenciada para contar. Esta ação busca visibilizar mulheres postas à margem da sociedade por meio da escuta de suas histórias, ao mesmo tempo em que promove ações de aperfeiçoamento da escrita e da atuação para artistas. Ao todo, mais de 120 artistas mulheres serão contempladas nas oficinas e na circulação do espetáculo, gerando alto índice de empregabilidade e aproveitamento dos recursos públicos em prol de projetos de coletivos de artistas.

Estratégia de execução

O projeto lida com os seguintes legados e valores agregados, tendo em vista que, no último ano, no RS, houve o registro de 49 mil casos de violência contra a mulher, atestando que a questão do feminicídio e da violência de gênero está longe de ser um assunto superado. Assim, os resultados esperados são: SOCIAL: O projeto surge da atenção voltada ao combate à violência de gênero, buscando trazer, por meio da arte, estratégias que assegurem direitos humanos a todas as pessoas. Para isso, prevê ações de impacto na sociedade voltadas especialmente a mulheres e seus núcleos mais vulneráveis. As ações abarcam público, temática e ficha técnica de artistas LGBTQI+, Pessoas Negras e Mulheres, contemplando premissas da Rouanet. Todas as ações serão gratuitas, enfatizando a democratização do acesso. Haverá uma apresentação do espetáculo em LIBRAS e audiodescrição em todas as cidades, atestando o caráter inclusivo da proposta. Atentos às poucas oportunidades de inserção social para mulheres em situação de vulnerabilidade social, o projeto lança luz às suas histórias, reforçando o laço dessas mulheres com suas comunidades, melhorando a autoestima através do sentimento de pertença e, principalmente, dando visibilidade a suas demandas, o que atesta a relevância do projeto. Igualmente, fomenta a escrita e atuação de mulheres. ECONÔMICO: O projeto possibilita a continuidade do trabalho artístico de diversos agentes culturais, prevendo também a contratação de assistentes de produção e estimulando a economia e o mercado cultural das cidades visitadas. Outro aspecto previsto e que corrobora com a ideia de fomento público/privado é o incentivo à fruição de bens culturais e visibilização de demandas por parte de mulheres em situação de vulnerabilidade social e no trabalho, sendo esta uma questão ainda pouco abordada no teatro gaúcho. Estas ações visam mobilizar as mulheres por meio do espetáculo, das campanhas realizadas na mídia e da participação das profissionais em cena, permitindo que se instaure uma troca de saberes e experiências, o que por si só já justifica o investimento neste projeto que mobiliza a comunidade e gera impacto no seu território de ação, respeitando o princípio de economicidade orçamentária. SIMBÓLICO: O projeto é altamente relevante no plano simbólico, posto que mobiliza mulheres na criação de uma rede de apoio por meio da arte, deixando um legado de conscientização, coletividade e afeto. A afirmação de nossa consciência coletiva por meio da arte traz visibilidade e alcance das ações, afetando a subjetividade das mulheres. A arte nos dá uma linguagem com a qual interagimos e nos expressamos no mundo, sendo essa uma de suas principais forças de mobilização social. REGIONAIS/LOCAIS: O projeto contempla apresentações em Alvorada, Garibaldi e Porto Alegre, cidades do programa RS Seguro com ampla violência contra a mulher e que foram amplamente afetadas pelas enchentes. O incentivo à continuidade de uma nova produção dramatúrgica deixa um importante legado na medida em que o estado não possui prêmios, fomentos ou outras formas de incentivo voltado especificamente à dramaturgia, além de incentivar uma obra autoral que é feita de modo criativo e inovador no contexto do teatro gaúcho, ao propor novas metodologias de criação e difusão cultural. Assim, o projeto possui uma perspectiva de continuidade a partir deste legado de criação e difusão associados a uma temática urgente que trará o engajamento da comunidade. AMBIENTAIS: O projeto não causará quaisquer danos ambientais, sendo pensado com o uso de materiais permanentes e locações, não possuindo material de consumo ou contaminação. As ações contemplam a interação da sociedade com espaços culturais de suas cidades, estando já projetados para este fim e sem modificação do sistema ambiental. As ações irão respeitar todos os aspectos ambientais da cidade, não gerando resíduos e adotando práticas sustentáveis. O projeto possui a particularidade de incentivar a fala de mulheres em torno de questões que normalmente são silenciadas devido à dificuldade de expressar sentimentos mais ambíguos e íntimos, como questões de violência, afeto, precariedade das condições de trabalho e cuidado. Isso se dá tanto na pesquisa em história oral quanto no espetáculo, na divulgação midiática e na interação entre artistas e comunidade. A partir desta experiência de expressão e compartilhamento, acredita-se que estas mulheres possam ser também incentivadoras de outras mulheres, para que esta rede de apoio possa ser ampliada e multiplicada por meio de um compartilhamento de experiências, gerando impacto e legado nos locais contemplados.

Especificação técnica

As 3 apresentações do espetáculo, nas 3 cidades contempladas, serão gratuitas e amplamente divulgadas. Estima-se um público de até 1200 pessoas ao todo. Haverá uma reserva de assentos de 10% para patrocinadores e 10% para ações de divulgação. O projeto prevê ainda a realização de: - 3 oficinas para as atrizes e jovens estudantes de teatro de escolas da rede pública, uma em cada cidade contemplada (Alvorada, Garibladi e Porto Alegre). Estima-se a participação de até 40 pessoas por oficina, contemplando um total de 120 pessoas. As oficinas também irão funcionar como difusoras das apresentações do espetáculo, ampliando o acesso do público. As escolas serão escolhidas pensando no impacto que as enchentes tiveram em seus territórios, contemplando a rede pública e priorizando estudantes de teatro.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para a realização dos espetáculos, serão escolhidos espaços que contenham acessibilidade física, tais como: rampas de acesso, elevadores, espaços para pessoas com mobilidade reduzida, prioridade de entrada. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Prevemos intérprete de LIBRAS para cada uma das 3 cidades (Alvorada, Garibaldi e Porto Alegre) e audiodescrição para cada uma das 3 cidades (Alvorada, Garibaldi e Porto Alegre).

Democratização do acesso

As 3 apresentações do espetáculo, nas 3 cidades contempladas, serão gratuitas e amplamente divulgadas. Estima-se um público de até 1200 pessoas contempladas como espectadores. Haverá uma reserva de assentos de 10% para patrocinadores e 10% para ações de divulgação. 50% dos ingressos serão garantidos para escolas da rede pública e 30% será com distribuição gratuita de senhas, por ordem de chegada. O projeto prevê ainda a realização de: - 3 oficinas para as atrizes e jovens estudantes de teatro de escolas da rede pública, uma em cada cidade contemplada (Alvorada, Garibladi e Porto Alegre). Estima-se a participação de até 40 pessoas por oficina, contemplando um total de 120 pessoas. As oficinas também irão funcionar como difusoras das apresentações do espetáculo, ampliando o acesso do público.

Ficha técnica

A proponente irá realizar a produção geral do projeto. Direção: Camila Bauer Elenco: Liane Venturella e Catarina Domenici Trilha sonora original e piano ao vivo: Catarina Domenici Participação especial: Paula Assunção e Soila Mar Dramaturgia: Camila Bauer e Liane Venturella, a partir dos relatos das mulheres entrevistadas Pesquisa em História Oral/ Entrevistas: Juliana Wolkmer Ambientação cenográfica, iluminação e videografia: Isabel Ramil Figurino: Liane Venturella Consultoria: Paula Assunção, Monique Prada e Soila Mar Voz na canção Figueira Maldita: Lívia Itaborahy Arte gráfica: Mitty Mendonça Assessoria de imprensa: Léo Sant’Anna Mídias sociais: Natália Severo Fotografia: Laura Testa Realização: Coletivo Gompa Produção geral: Eduarda Rhoden

Providência

PROJETO ARQUIVADO.