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"UBUMPURU pelas Encruzilhadas do Sul do País" é um projeto de circulação da Obra Cênico-Performática-Social "UBUMPURU TRANSVERSAL - Uma Corpa Marginal", espetáculo Solo da Atriz e Performer AJeff Ghenes, vinda de Veranópolis para a capital Porto Alegre. Emergindo da necessidade de reconstrução neste momento de retomada para o Estado, o projeto se conduz pela perspectiva da continuidade, buscando entre cruzar saberes e agentes ao desenvolver debates sobre a Obra e um Eixo Formativo. Atividades realizadas junto às suas respectivas apresentações que passarão por 3 cidades do RS gravemente atingidas pelas enchentes e 2 cidades de SC, estado-ponte para se criar um corredor sul de conexões artísticas.
Das rodas feitas em volta de uma fogueira, da bruma borrifada pelas nuvens, das águas calmas e ritmadas de um rio-mar emerge uma Lenda, um Mito, um Rito. Ubumpuru surge para conectar estórias e histórias corporificadas pela simbologia cênica, trazendo ao palco lembranças adormecidas da memória coletiva, narrativas do real e ficcional. Uma Corpa Travesti, Não-Binária, Racializada e Periférica ressignificando no hoje, o corpo que antes foi exposto em galeria como desumano, que agora se expõe e impõe para ser e contar sobre tantas que nos foram tiradas. A oralidade que reconta um feitiço, um pedido, uma canção, no encontro e relação com o outro, no Afeto. Uma estratégia de sobrevivência de quem continua a procurar... As navalhas que carregam o fio da vida, ela quebrou quando criança. UBUMPURU vê o Aquário... UBUMPURU sente o Fio d’água escorrer... UBUMPURU mira a Água. Sintam! Classificação Indicativa: 14 anos Tempo de Duração: 70 minutos
Objetivo geral: O projeto se propõe a uma circulação de espetáculo cênico/performático por 5 cidades de 2 estados do Brasil, sendo elas: São Leopoldo/RS, Canoas/RS, Montenegro/RS, Itajaí/SC e Florianópolis/SC. Além da realização de 1 apresentação com recurso de Libras em cada cidade, serão feitos também 1 bate-papo junto ao público presente e 1 atividade formativa em cada um dos 5 municípios. Além disso, será viabilizado junto a comunidade escolar e universitária de cada território, que seu corpo discente e/ou doscente possam ter acesso às atividades ofertadas, assim como as comunidades artísticas e organizações/coletivos/agrupamentos de caráter social, que trabalhem com comunidades marginalizadas: pessoas Transvestigêneres, LGBTQIAPN+, Negras, Mulheres, PCD's e outras pautas sociais, estabelecendo uma conexão direta com a comunidade local e as temáticas anordadas no espetáculo. Para que esse objetivo se concretize na presença efetiva dessas comunidades, será disponibilizado uma cota de transporte custeada pelo Projeto, com ônibus gratuito para que os coletivos interessados possam chegar até nossas atividades. Objetivo específico: - 5 apresentações teatrais do espetáculo "UBUMPURU TRANSVERSAL - Uma Corpa Marginal", seguindo de bate-papo com o elenco e direção; - 5 atividades formativa (prevista na planilha de custo com Oficineiro).
Referente ao cumprimento do Artigo 1o, este projeto busca: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Referente ao cumprimento do Artigo 3o, este projeto proporcionará: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; "UBUMPURU pelas Encruzilhadas do Sul do País" é um projeto que busca continuidade e constância na sua essência, pois é um desdobramento do projeto "UBUMPURU TRANSVERSAL- Uma Corpa Marginal: Em Travessias InTRANSitivas por Encruzilhadas" selecionado pelo Edital Fac das Artes do Espetáculo 2022, que pode ser realizado graças ao financiamento da SEDAC/RS, o que proporcionou a criação do Espetáculo Cênico-Performático-Social "UBUMPURU TRANSVERSAL - Uma Corpa Marginal". Criação essa, que resultou num grande alcance de produção e de público e que em seu fazer, nos mostrou a sua importância, relevância e o quanto essa obra pode chegar ao público de maneiras diferentes, mas sempre com muita intensidade. É uma Obra para ser sentida, vivida e compartilhada. Por isso, neste projeto, queremos provocar não só uma circulação, mas uma fusão entre nossa Obra e ações formativas junto a jovens estudantes, universidades, professores e aos artistas locais que já existem e que podem, junto de nós, compor uma residência de trocas e mudança social, artística, estética e produtiva de suas comunidades. Clique no link a seguir e acesso uma prévia da Vídeo Arte deste Espetáculo: (LINK DO Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=jUGZove9W5A)Este, se trata de um projeto Sócio-Cênico-Cultural que prevê como objeto principal de sua execução a Circulação do Espetáculo Artístico-Performático "UBUMPURU TRANSVERSAL - Uma Corpa Marginal" tendo em vista sua relevância artística, cultural e principalmente social, já que é uma Obra criada e protagonizada por uma artista Travesti Não-Binária, Racializada e Periférica vinda do Sul do Sul do País. Clique no link a seguir e veja o portfólio do Espetáculo: https://drive.google.com/file/d/1i7JXnSfSI3pqOuOjRTr4vDNmdvWDBAVH/view?usp=drivesdkA proposta é passarmos por cidades onde existem grupos teatrais, no RS que foram fortemente atingidos pelas enchentes, e também por territórios onde existem polos universitários, tanto do IFSUL, quanto de outras instituições doscentes para que possamos mobilizar as comunidades artísticas e universitárias destes locais, assim como, locais onde existam instituições e/ou organizações da comunidade LGBTQIAPN+ principalmente ao que diz respeito as vivências de pessoas Transvestigêneres nestes locais, pois acreditamos ser fundamental possibilitarmos o acesso dessas pessoas a troca e contato com nosso trabalho que dialoga profundamente com as realidades dessa Artista Travesti que é AJeff, assim como de tantas outras. Assim, com o apoio dessas comunidades e seus artistas locais, realizarmos a apresentação do espetáculo com debate junto ao público e uma ação formativa junto aos artistas e comunidade local, ação essa que fará parte de um circuito chamado Residência Artística Itinerante, que assim como a Obra teatral, passará pelas 5 cidades com diferentes atividades em cada uma delas.
Atividades formativa/oficina: Eixo Formativo - Residência Artística Itinerante: Com o intuito de fundir arte com vida real, estabelecendo diálogos junto à comunidades em busca por mudanças quanto à Cidadania e Acessos, realizaremos ações formativas em cada Cidade por onde o Espetáculo se apresentar dentro desta Circulação. Após a apresentação sempre teremos um Bate-papo junto ao público presente e na data seguinte, realizaremos naquele território uma residência de trocas, sociais, artísticas, estéticas e de produções junto de suas comunidades locais. Essas duas ações, o Bate-papo e o Encontro/Oficina Formativa com foco na área das Artes Cênicas irão compor o que chamamos de Residência Artística Itinerante, em seu 1° Módulo. A proposta é que para cada uma das cidades nós teremos um encontro diferente, com temáticas e focos específicos que se correlacionam e transversam junto à Obra Cênica Apresentada. Às temáticas desse Módulo 1, a ser realizado neste Projeto, são: (Des)Construções de uma Poética Decolonial; A Direção Teatral repensada em uma abordagem contemporânea e Feminina; Iluminação Viva em Performances; Dramaturgia e Travaturgismos; Danças Afro-Brasileiras e Orixalidade. Sendo que em todos encontros, a Multiartista Performer AJeff Ghenes estará co-ministrando as atividades, sendo ela a Corpa Protagonista da Obra Cênica Apresentada e também a vivência que costura o fazer artístico em rede, pensado e composto para essa criação e também circulação de Residência Artística. Facilitadores: Nome do Encontro/Oficina: Composição para a Cena - Outras Perspectivas Facilitador: Daniel Colin Homem cis, ateu, negro de pele clara, militante LGBTQIAP+, pai. Doutor em Teatro (PPGT-UDESC), Mestre em Artes Cênicas (PPGAC-UFRGS) e Bacharel em Artes Cênicas (UFRGS). Pesquisador das inter-relações entre artes da cena, giro decolonial, pensamento afrodiaspórico e estudos de gênero e sexualidade. Diretor, ator, dramaturgo, performer, professor de teatro. Vencedor de vários prêmios (Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantil, Braskem em Cena e RBS Cultura) em diversas categorias. Quantidade vagas: 20 pessoas Duração: 4 horas Nome do Encontro/Oficina: Direção e Composição Feminina - Poéticas artesanaisFacilitadora: Izabel Cristina É diretora e professora de teatro, produtora, dramaturga, pesquisadora e Diretora de Cultura no município de Gravataí. Licenciada em Teatro pela UFRGS, Pós-Graduada em Acessibilidade Cultural pela UFRJ e Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS. Diretora na Cia Teatral Tem Gente no Palco de Veranópolis e no GET- Grupo de Estudos Teatrais de Gravataí, sendo responsável pela autoria e criação de espetáculos e projetos nas Artes da Cena, tanto no teatro quanto no audiovisual com videoartes, videoperformances e documentários. Compõe a Diretoria do Colegiado Setorial Teatro do RS, do SATED/RS e do Coletivo de Festivais de Teatro Interior em Cena. Atua como crítica teatral no Agora Crítica, curadora e avaliadora em Festivais de Teatro e Editais Culturais, e na gestão de Políticas Públicas Culturais no RS. Quantidade vagas: 20 pessoas Duração: 4 horas Nome do Encontro/Oficina: Iluminação cênica - o uso de materiais alternativos em performanceFacilitadora: Fabi Santos DRT 1077 (Iluminadora) e 11648 (Atriz) Fabi Santos é professora, atriz e iluminadora de teatro. Graduada em Licenciatura em Teatro pela UFRGS e especialista em Artes Visuais. Em treze anos de carreira já trabalhou com diversos grupos como iluminadora e atriz, tais como Projeto Gompa, Depósito de Teatro, Cômica Cultural, Atrito e Grupo Jogo. Atualmente pesquisa a visualidade do teatro de animação para crianças na Cia Luminosa, pesquisando as possibilidades dramatúrgicas e sensoriais entre imagem, luz e sombra. Como iluminadora, trabalhou em mais de 30 espetáculos ao longo de sua carreira. Tais como O QUE SERIA DO VERMELHO SE NÃO FOSSE O AZUL, UM VERDADEIRO COWBOY, BUKOWSKI, MISSÃO ÁGUA e HISTÓRIAS DO VOVÔ CASCUDO (Indicado ao prêmio Tibicuera de Melhor Iluminação) ambos com direção de Roberto Oliveira; A MECÂNICA DO AMOR, LATIDOS e A PARTÍCULA DE DEUS, direção de Júlio Conte. TEIMA FILHO, TEIMA QUE DÁ (vencedor do prêmio de Melhor Iluminação nos Festivais de Teatro de Erechim, Rolante e Capão da Canoa, com direção de Izabel Cristina). IMOBILHADOS e 2068 (Indicado ao prêmio Açorianos de Melhor Iluminação), ambos com direção de Liane Venturella. E o mais recente BRANCO, com direção de Lucas Prado e Guadalupe Casal, indicado a Melhor Iluminação no Prêmio Açorianos de 2023. E o mais recente Ubumpuru Transversal - Uma Corpa Marginal, onde iluminação e performance são investigadas. Quantidade vagas: 20 pessoas Duração: 4 horas Nome do Encontro/Oficina: Travaturgismo: travestilizando a escrita para o teatro - Facilitadora: Hênrica da Silva Ferreira é travesti, atriz, produtora e mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAC/UFRGS) e licenciada em Teatro pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Possui publicações na área de gênero e representatividade trans e travesti no teatro, e está em processo de criação transcênica, chamada “Atravecamentos”, como parte de sua pesquisa de mestrado, na qual investiga uma prática em travaturgismo. Quantidade vagas: 20 pessoas Duração: 4 horas Nome do Encontro/Oficina: Danças Negras: memórias que movem o corpo Facilitadora: Alessandra Souza é doutoranda e Mestre no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS. Pesquisadora no GETEPE - Grupo de Estudos em Educação, Teatro e Performance da UFRGS, e pesquisadora no grupo de pesquisa GINGA – Grupo Interseccional de Pesquisas em Negritude, Gênero e Arte. É investigadora da área das Artes e tem como foco os temas: culturas populares, práticas cênicas e relações étnico-raciais. Atriz, bailarina, palestrante e preparadora corporal. Em 2022 atuou no espetáculo "Páginas Amarelas- vida e obra de Carolina de Jesus" , o qual recebeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Teatro do Vale do Paranhana no RS. Atualmente atua nos espetáculos " BANDELE" , "Trapos e Farrapos - Negrinho", e dirige o espetáculo "Carolina e outras vozes " ambos do Grupo de Teatro Trupi Di Trapu. É bailarina do Grupo de Música e Dança Afro-sul Odomodê. AJeff Ghenes - Corpa Protagonista da Obra Cênica e Co-Ministrante junto das 5 Ações formativas junto de cada artista convidado a ministrar. Helena atuará realizando um momento de assessoramento quanto ao planejamento das atividades pensando numa comunidade de alunos e professores e sobretudo Interseccionando as temáticas. E será a mediadora dos momentos de Bate-Papo após apresentações. Quantidade vagas: 20 pessoas Duração: 4 horas
Buscamos alcançar os quatro pilares da acessibilidade: física, sensorial, cognitiva e digital, tanto nas apresentações dos espetáculos como das atividades formativas/oficinas: -Todas as apresentações do espetáculo e atividades formativas/oficinas terão um intérprete de Libras; -As peças gráficas impressas que serão distribuídas ao público e as peças virtuais publicadas nas redes sociais, com áudio descrição e também serão apresentadas esteticamente no sentido de que contribuam para a compreensão das pessoas com deficiências; -Através de Código QR com o programação acessível, serão disponibilizadas no acesso aos teatros (local de apresentação) e no acesso as atividades formativas/oficinas com as informações básicas sobre o espetáculo e do grupo para oferecer acessibilidade digital através do aplicativo utilizado por deficientes visuais; -Todos os locais onde o projeto será desenvolvido oferecem as necessidades básicas para acessibilidade das pessoas com deficiências; - Os teatros onde serão apresentados o espetáculo e os locais que serão as atividades formativas/oficinas oferecem as exigências básicas de acessibilidade para o público, as quais evitam as barreiras físicas e arquitetônicas, que impediriam ou dificultariam o acesso e a mobilidade das pessoas com deficiências: possuem rampas de acesso, local para cadeira de rodas e banheiro adaptado.
Todas as atividades previstas neste projeto serão gratuitas; Em todas as cidades será disponibilizado transporte estabelecendo uma conexão direta com a comunidade local e as temáticas abordadas no espetáculo.
Ficha Técnica da Obra: Dramaturgia e texto: AJeff Ghenes e Izabel Cristina Performer/Atriz e Produtora do Espetáculo: AJeff Ghenes Direção: Izabel Cristina e Daniel Colin Agenciadora de Composição e Produtora do espetáculo: Izabel Cristina Provocações Dramatúrgicas: Vika Shabbach Provocações de Materialidades e Soluções Cênicas: Translúcida / Bruta – Carolina Sudati Figurinos e Caracterização Cênica: AJeff Ghenes Cenografia Pesquisada: AJeff Ghenes, Daniel Colin, Izabel Cristina Cenotécnico - Execução dispositivo cênico (suporte aquário): Rodrigo Shalako Composição Sonora - Pesquisa e Criação: Lucas Nunes Dj da Cena: Vigo Cigolini Concepção de Iluminação - Criação e Execução: Fabi Santos Projeções e Visualidades: Mário Bressiani Preparação Corporal: Jessé da Cruz Preparação Vocal: Franciele Zimmer Produção de Palco: Eulália, Júlia Bueno Produção Executiva: Luka Machado Identidade Visual: Renata Stein Artes Gráficas e Mídias Sociais: Renata Stein Proponente e Coordenação Geral: Luciana Bitello - Engenho da Arte Engenho da Arte - Luciana Bitello (Proponente e Coordenação Geral) Sobre o Proponente – A produtora cultural Luciana Bitello, graduada em História, Especialista em Cultura e Educação e pós-graduada em Antropologia Cultural, é a proprietária da empresa Engenho Da Arte, proponente deste projeto, possui larga experiência em diferentes eventos literários. A Engenho da Arte já prestou serviços de produção cultural e técnica para diferentes feiras, com as Feiras do Livro de Porto Alegre, Gravataí, Cachoeirinha, Viamão, Picada Café, Novo Hamburgo, Bienal do Livro de São Paulo e também para a Feira Literária de Paraty (FLIP). Em 2018, recebeu o prêmio/troféu de evento literário, comemorativo aos 50 anos do Conselho Estadual de Cultura/RS, referente à produção da 25ª Feira do Livro de Morro Reuter. A Engenho da Arte prestou assessoria e realizou produção, produção executiva em projetos como SESI Música (2002 a 2011); SESI Crescendo em Arte e SESI Bonecos do Rio Grande. Também produziu o SESI Arte e Cultura, com a realização de Concertos no Teatro do SESI e pelo interior do RS, com a Orquestra de Câmara SESI-Fundarte, tendo como convidados os músicos Luiz Melodia, Daniel Drexler, Vitor Ramil, entre outros. Atuou na produção de concertos especiais, como “La Serva Padrona” e “Piazzolla Coreografado”, bem como no concerto comemorativa de “70 anos de maestro Antônio Borges-Cunha”, todos com regência de Antônio Borges-Cunha. Também realizou produção executiva de espetáculos com múltiplas linguagens, como os de abertura dos Jogos Nacionais nos SESIs do RS e de GO, Sesi Arte e Identidade, Interiorização do projeto Crescendo com Arte entre outros. Fez a Produção Executiva e de palco do projeto Concertos Danna, que teve convidados como Edu Lobo, Zeca Baleiro, Yamandú Costa, Renato Borghetti, Ernesto Fagundes, Nenhum de Nós, Papas da Língua, entre outros, com a regência de Tiago Flores; e do Projeto Canções Aos Pares, em Porto Alegre, que teve como convidados Tatiana Parra Adriana Deffenti, Cláudio Levitan, Nilze Carvalho, Cristina Braga, Cida Moreira, Liliana Herrero, entre outros. A Engenho da Arte, proponente deste projeto, possui ampla experiência na elaboração de propostas apresentadas através dos mecanismos das Leis de Incentivo à Cultura e de projetos concorrentes a editais e premiações. www.engenhodaarte.com AJeff Ghenes (Performer/Atriz) DRT: 0013364/RS MultiArtista - Corpa Cafusa, Travesti Não-Binária, Periférica - Graduande em MODA na Universidade FEEVALE. Integrante na Cia Teatral Tem Gente no Palco (desde 2012), do Grupo GET (desde 2018) e da Trupi di Trapu Teatro de Bonecos (desde 2022). Artista Proponente do Projeto “UBUMPURU TRANSVERSAL – Em Travessias InTRANSitivas por Encruzilhadas” e do 1º Projeto EmQuadros da 27ª Edição(1ªVirtual) do Porto Alegre Em Cena com o trabalho “pER [FORMA] nC – sE : TRANSITaR MARGInal”, além de outros projetos contemplados por editais do RS. Premiada em Festivais de Teatro e Dança, como intérprete, caracterizadora e figurinista, têm em sua bagagem conexão com a dança e o audiovisual como plataformas de expressão. Em 2022 Foi Curadora e Produtora do Evento alusivo ao Janeiro Lilás intitulado "Translúcidas - Narrativas Reais e Visíveis" realizado junto e com financiamento do Teatro de Arena, entrando na Programação Estadual de ações do mês da Visibilidade Trans. É Fazedora das Artes da Cena e Produtora Cultural a mais de 10 anos. Daniel Colin(direção) Homem cis, ateu, negro de pele clara, militante LGBTQIAP+, pai. Doutor em Teatro (PPGT-UDESC), Mestre em Artes Cênicas (PPGAC-UFRGS) e Bacharel em Artes Cênicas (UFRGS). Pesquisador das inter-relações entre artes da cena, giro decolonial, pensamento afrodiaspórico e estudos de gênero e sexualidade. Diretor, ator, dramaturgo, performer, professor de teatro. Vencedor de vários prêmios (Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantil, Braskem em Cena e RBS Cultura) em diversas categorias. Izabel Cristina (direção) É diretora e professora de teatro, produtora, dramaturga, pesquisadora e Diretora de Cultura no município de Gravataí. Licenciada em Teatro pela UFRGS, Pós-Graduada em Acessibilidade Cultural pela UFRJ e Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS. Diretora na Cia Teatral Tem Gente no Palco de Veranópolis e no GET- Grupo de Estudos Teatrais de Gravataí, sendo responsável pela autoria e criação de espetáculos e projetos nas Artes da Cena, tanto no teatro quanto no audiovisual com videoartes, videoperformances e documentários. Compõe a Diretoria do Colegiado Setorial Teatro do RS, do SATED/RS e do Coletivo de Festivais de Teatro Interior em Cena. Atua como crítica teatral no Agora Crítica, curadora e avaliadora em Festivais de Teatro e Editais Culturais, e na gestão de Políticas Públicas Culturais no RS. Fabi Santos DRT 1077 (Iluminadora) Fabi Santos é professora, atriz e iluminadora de teatro. Graduada em Licenciatura em Teatro pela UFRGS e especialista em Artes Visuais. Em treze anos de carreira já trabalhou com diversos grupos como iluminadora e atriz, tais como Projeto Gompa, Depósito de Teatro, Cômica Cultural, Atrito e Grupo Jogo. Atualmente pesquisa a visualidade do teatro de animação para crianças na Cia Luminosa, pesquisando as possibilidades dramatúrgicas e sensoriais entre imagem, luz e sombra. Como iluminadora, trabalhou em mais de 30 espetáculos ao longo de sua carreira. Tais como O QUE SERIA DO VERMELHO SE NÃO FOSSE O AZUL, UM VERDADEIRO COWBOY, BUKOWSKI, MISSÃO ÁGUA e HISTÓRIAS DO VOVÔ CASCUDO (Indicado ao prêmio Tibicuera de Melhor Iluminação) ambos com direção de Roberto Oliveira; A MECÂNICA DO AMOR, LATIDOS e A PARTÍCULA DE DEUS, direção de Júlio Conte. TEIMA FILHO, TEIMA QUE DÁ (vencedor do prêmio de Melhor Iluminação nos Festivais de Teatro de Erechim, Rolante e Capão da Canoa, com direção de Izabel Cristina). IMOBILHADOS e 2068 (Indicado ao prêmio Açorianos de Melhor Iluminação), ambos com direção de Liane Venturella. E o mais recente BRANCO, com direção de Lucas Prado e Guadalupe Casal, indicado a Melhor Iluminação no Prêmio Açorianos de 2023. E o mais recente Ubumpuru Transversal - Uma Corpa Marginal, onde iluminação e performance são investigadas. Vigo Cigolini Licenciada em Teatro DAD/UFRGS, conclusão em 2017/2. Atriz, performance, iluminadora, sonoplasta e eletrotécnica. Tem experiência técnica em luz e som, com concepções próprias e operadora, com registro DRT. Iniciou como bolsista de iluminação, cenografia e sonoplastia na UFRGS dentro do Departamento de Arte Dramática, em 2015. Com a concepção e operação de luz, atuou nos espetáculos: “Palavras”, direção de Camile Villanova,“Os Dragões não conhecem o paraíso”, direção de Guilherme Conrad,“Almodóvar motopeças”, direção de Jéssica Lusia, “Pterodátilos”, direção de Brenda Knevitz,“Os doisfodidos” direção de Ralph Duccini, “Mulheres Atravessadas na Garganta” direção de Guadalupe Casal,“Rinha” direção de Roberta Fofonka, “Tratos e Farrapos” direção de Anderson Gonçalves, entre outras. Realizou a pesquisa acadêmica intitulada “Composição e Construção da Luz Cênica como Atuante Poético”, apresentada no Salão de Iniciação Científica da UFRGS, em 2017/2. Atualmente trabalha como técnica nos teatros da Casa de Cultura Mário Quintana (CCMQ). Eulália Atua como atriz no coletivo teatral Tem Gente no Palco com quem esteve presente, como atriz e cantora, em apresentações em alguns Festivais Teatrais do Rio Grande do Sul, como: Capão em cena, Festival itaquiense de teatro, Festivale - Festival de rolante de teatro, Festival internacional de teatro Cena viva - Santa Rosa/Rs, Feste Festival de teatro do RS - Casa de cultura Mário Quintana. Durante os anos de 2020 e 2021 trabalhou em projetos digitais como atriz e nos anos de 2022 e 2023 continua fazendo parte de projetos teatrais de pesquisa e formação com os coletivos teatrais que faz parte. Em 2023 ingressou no curso de Teatro - Licenciatura na Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Júlia Bueno Graduanda em bacharelado em interpretação teatral. Iniciou a vida teatral aos 13 anos, e desde os 15 trabalha como atriz e produtora pela companhia teatral Dell'Arte Produções. Também já ministrou aulas de teatro para crianças, adultos e adolescentes, pela mesma companhia. Com ênfase em espetáculos infantis, já atuou em produziu em espetáculos como "O Natal dos Sonhos" e "As Aventuras do Capitão Tormenta", sob direção de André Asmmann. Luka Machado Travesti. Multi-artista: Atriz, artista visual e gráfica, empreendedora, produtora, poetisa e pesquisadora de linguagens e visualidades anticoloniais. É ativista, criadora de conteúdo na internet e trabalha no desenvolvimento de projetos com foco no acolhimento e na visibilidade LGBTQIA+. Ao todo, produziu e desenvolveu 17 projetos aprovados em editais pelo Rio Grande do Sul durante a pandemia, suas mídias são portas de divulgação deles e sempre um convite a quem busca esse acesso com pessoas LGBTQIA+. No ano de 2021 produziu o filme "INTRANSITIVO: um documentário sobre narrativas trans", onde foi uma das idealizadoras e produtoras, além de co-diretora, co-roteirista, diretora de arte das mídias sociais, social mídia, assessora de imprensa e responsável pelo planejamento de ações, decupagem, pesquisa e captação de recursos. Renata Stein Atriz e professora formada em Teatro Licenciatura na UFRGS. Idealizadora do Vem Mover e bailarina e co-criadora do Coletivo Moebius de dança contemporânea Moebius, dançou “Procedimento 21+1”, “Ìgbà: exercício de contemplação”, “(De)Colagem”, “Ranhuras”, “Pode ser um SPAM” e “Aguaçal”. Produtora na peça “Terra sem Mapa” com Mirna Spritzer e Sergio Lulkin e na peça “Gordança: uma palestra dançada” com Renata Teixeira. Assistente de produção em “Rinha” e “Artifícios da Virtuose Dissidente”. Também atua, através da criação de artes, na área de divulgação de projetos artísticos, como espetáculos de teatro e dança, no instagram. Fotógrafo Cênico - Anselmo Cunha Com mais de 10 anos de atuação no mercado fotográfico, Anselmo Cunha possui grande experiência no campo da comunicação. Formado em jornalismo pela Universidade Metodista, coleciona passagens pelas principais redações do Rio Grande do Sul, com destaque para Zero Hora, Diário Gaúcho, Diário de Santa Maria e Pioneiro. Atualmente realiza produções em parceria com a Agence France-Presse (AFP) e com o jornal Folha de S. Paulo. Foi com estas experiências que desenvolveu sua linguagem documental com a capacidade de aplicá-la nos mais diversos campos de atuação. Sempre atento às sutilezas de cada cena, seu trabalho busca realizar registros com pouca intervenção, deixando eventos fluírem naturalmente. Assim capta cenas espontâneas, registros reais, com sensibilidade e delicadeza. Júlio Estevan - Registros em Vídeo Graduando do curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com uma vasta experiência na área do audiovisual e Teatro. Na UFRGS TV, desempenha as funções de repórter, operador de câmera, edição de matérias e elaboração de pautas jornalísticas. Na Rede Multivídeos, realizou diversas transmissões ao vivo, ocupando a tarefa de operador de switch, monitoramento de áudio e operação de câmera. No ramo comercial, trabalhou como editor de peças publicitárias para a marca de camisas TricTric. Com a empresa de toldos Ville DC, trabalhou como fotógrafo e editor de vídeo. Na produtora de eventos Epic!, realizou a edição de som e animação do vídeo promocional. Trabalhou com diversas companhias gaúchas do Rio Grande do Sul, como o Projeto Gompa, Rococó Produções, Cia de Solos & Bem Acompanhados, Cia Incomodete, Grupo Borogodó, Bando de Brincantes, SM Produções entre outras, realizando o registro dos espetáculos no formato audiovisual e também na criação de peças de divulgação em formato de vídeo, sempre explorando as possibilidades do hibridismo da cena teatral com o vídeo, muitas vezes adaptando os espetáculos presenciais para o ambiente virtual. Têm experiência com os softwares Adobe Premiere e Adobe After Effects. Em 2021, foi indicado ao Prêmio Açorianos na categoria Destaque Técnico, com o espetáculo De La Mancha: O Cavaleiro Trapalhão, da Rococó Produções Artísticas e Culturais. Assessoria de Imprensa - Raphaela Donaduce Flores / Dona Flor Raphaela Donaduce Flores é jornalista, especialista em Gestão Cultural e Comunicação Empresarial. É graduanda no curso de Escrita Criativa, na Escola de Humanidades da Pucrs. MBA em Desenvolvimento Sustentável e Economia Circular, na mesma universidade. No mercado desde 2006, atuou no Grupo RBS, Grupo Amanhã e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Em 2011, fundou a Dona Flor Comunicação, agência que presta serviços de assessoria de imprensa e produção de conteúdo. No portfólio da empresa constam projetos para diversos segmentos. Na área da cultura, atua junto a produtoras culturais, artistas, grupos musicais, de teatro, artes visuais, literatura, fotografia e dança. É assessora de imprensa da Orquestra de Câmara da Ulbra, do Espaço Multicultural Grezz e da TAG Experiências Literárias. Também atua em projetos com diversas produtoras culturais do estado. Entre os trabalhos mais recentes, estão a comunicação para o Instituto Cultural Remanso, livraria Clareira, Pro-Bloco, com o circuito dos blocos do carnaval de Porto Alegre, projeto social Ouviravida, Justa Trama, Festival de Choro da Serra Gaúcha, Circo Híbrido, VIla Flores, entre muitos outros. Acompanhe o portfólio completo no Instagram @donaflorcom e também pelo site www.donaflorcomunicacao.com.br Acessibilidade em Libras - Ângela Russo / Para Todos Formação em Pedagogia nas habilitações de Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental pela Faculdade de Educação da UFRGS. Mestre em Educação pelo Programa e Pós-Graduação em Educação da mesma Universidade. Atua como tradutora e intérprete de Libras de 1997. Desde 2014 vem atuando no teatro, cinema, comerciais, shows. Atualmente é tradutora e intérprete de Libras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, membro do Grupo de Teatro Signatores - Teatro com Surdos e sócia da empresa Para Todos Acessibilidade. Assessoria educacional e Mediação de Debates - Helena Meireles Mestra em Educação: Cultura e Humanidades pela UFRGS. Formada em Artes Visuais/Artes Plásticas: Licenciatura: Artes, Pedagogia e Educação. Trabalhou como Professora e Arte Educadora em Escolas de Porto Alegre e Sapucaia do Sul. Hoje em dia trabalha como Arte-Educadora pela SMED (Secretaria Municipal de Educação) de Porto Alegre. Em 2023 iniciou um novo ciclo profissional, passando a trabalhar dentro da SMED, no grupo responsável pelas ações referentes a ERER, aplicação da LEI 10639 nas Escolas da Rede Municipal e implementação dos EABIS (espaços nas escolas, responsáveis pelo trabalho pedagógico da ERER).
PROJETO ARQUIVADO.