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O projeto trata-se da circulação de dois espetáculos de palhaçaria feminina do coletivo "As Phynas", sendo eles "As Phynas em Fenabephy" e "Enólifa Someliê", em três cidades do estado do RS, com tradução simultânea em libras. Será realizado um bate papo abordando os temas relacionados nos espetáculos que tratam do universo feminino. E também uma vivência de iniciação à palhaçaria dando preferência ao público feminino, em estado de vulnerabilidade, mulheres negras, de baixa renda e público trans. Realização de um mini documentário.
Espetáculos: As Phynas em Fenabephy: As Palhaças Enólifa e Isveralda, amigas íntimas e ambas amantes de vinhos e espumantes, marcaram de se encontrar na FENABEPHY (Festa Nacional das Bebidas Phynas), mas para as mulheres nem sempre é fácil sair de casa. Depois de muito tempo sem se encontrar as novidades são muitas e já que quem bebe o que quer, fala o que deve, entre bebidas e conversas elas vão passeando por temas do universo delas tais como padrões de beleza, menopausa, sistema patriarcal, maternidade, sobrecarga da mulher, entre outros. Tudo isso com muito humor, irreverência e leveza. Duração 45 minutos, classificação indicativa 12 anos. Enólifa Someliê: A palhaça Enólifa Polenta é sommelier, especialista em vinhos. Neste espetáculo ela ministra um curso de análise e degustação de vinhos, contando com o auxílio técnico de sua amiga Roseta. Entremeado às explicações técnicas do vinho ela vai contando várias histórias. A intenção séria de dar um curso se perde na facilidade de comunicação da palhaça e na capacidade de relacionar a bebida com a vida, sempre de forma leve, divertida e muitas vezes inusitada. O espetáculo presencial surgiu inspirado no espetáculo on line, ao vivo, “Enólifa Someliê”, que foi o trabalho de conclusão do Curso de Graduação em Teatro: Licenciatura da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul no ano de 2020-2 desenvolvido pela atriz Mônica Blume, Usando referencial teórico e prático nas técnicas de clown e na palhaçaria feminina, a atriz busca nas memórias pessoais e no contexto pandêmico vivido na época os elementos essenciais para compor a dramaturgia autoral. Duração 50 minutos, classificação indicativa 12 anos. Vivência de palhaçaria feminina: Inicialmente será compartilhada a experiência das ministrantes sobre palhaçaria feminina, tanto na montagem dos espetáculos “As Phynas em Fenabephy” e “Enólifa Someliê”, quanto nas buscas e descobertas individuais de cada uma. Os participantes também terão a oportunidade de participar de algumas propostas práticas de jogos de iniciação à palhaçaria onde serão explorados os seguintes aspectos: presença cênica, relação com o espaço, relação com o outro, noções de triangulação, leveza, simplicidade e generosidade. A finalização será de diálogo e compartilhamento das sensações e emoções que a experiência prática trouxe. Carga horária: 3 (três) horas. O minidocumentário será com as imagens e entrevistas realizadas durante a realização de todo o projeto. O mesmo terá um tempo estimado entre 30 e 50 minutos.
Objetivo geral: Realizar a circulação de dois espetáculos teatrais de palhaçaria feminina em três cidades atigidas pela enchente do RS. Serão dois espetáculos do coletivo "As Phynas", sendo eles "As Phynas em Fenabephy" e "Enólifa Someliê", com tradução simultânea em libras. Objetivos específicos: - Seis bate papos, um ao final de cada apresentação. - Três vivências de iniciação à palhaçaria, uma em cada cidade. - Criação de um mini documentário com as ações do projeto.
O projeto busca promover a circulação de dois espetáculos de palhaçaria feminina, "As Phynas em Fenabephy" e "Enólifa Someliê", em três cidades do estado, com o objetivo de fortalecer a visibilidade e a voz de mulheres em um espaço artístico tradicionalmente dominado por homens. A inclusão de tradução simultânea em libras garantirá que as apresentações sejam acessíveis a pessoas surdas, ampliando o alcance e a participação do público. A proposta se fundamenta na importância da palhaçaria como uma forma de expressão que, além de entreter, provoca reflexões sobre questões sociais e identitárias. Os bate-papos pós-apresentações proporcionarão um espaço seguro para discutir temas relevantes do universo feminino, como empoderamento, diversidade e a luta contra a opressão, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. A realização de vivências de iniciação à palhaçaria feminina é um dos pilares do projeto, com foco em mulheres em situação de vulnerabilidade, mulheres negras, de baixa renda e público trans. Essas vivências permitirão que participantes desenvolvam habilidades artísticas e fortaleçam sua autoestima, promovendo um ambiente de acolhimento e empoderamento. A escolha das cidades de São Leopoldo, Caxias do Sul e Santa Maria que enfrentaram severas enchentes em maio de 2024, reflete um compromisso com a reabilitação social e cultural de comunidades afetadas. Ao levar arte e cultura para essas áreas, o projeto não apenas promove a recuperação emocional, mas também estimula a coesão social e a resiliência. A produção de um minidocumentário que registrará todo o processo do projeto visa garantir a continuidade da discussão sobre os temas abordados, ampliando o impacto das ações por meio de plataformas digitais. A expectativa é alcançar indiretamente 20.000 pessoas, promovendo maior acesso à cultura e à informação. A inclusão de em torno de 30 artistas e técnicos, alguns dos quais são da comunidade LGBTQIAPN+, reforça o compromisso do projeto com a diversidade e a inclusão, proporcionando oportunidades de trabalho e valorização cultural na região da Serra e nas cidades visitadas. Por fim, a realização de ações em zonas de interesse social evidenciam a responsabilidade social do projeto, buscando respeitar e valorizar as culturas locais, promovendo um diálogo intercultural essencial para o fortalecimento da identidade comunitária. Em síntese, o projeto se apresenta como uma iniciativa necessária e transformadora, que visa não apenas entreter, mas também educar, empoderar e integrar comunidades em situações de vulnerabilidade, promovendo a arte como um meio de resistência e expressão. Considerando a proponente, que atua na palhaçaria feminina e necessita, para execução de suas ações, de recursos oriundos de Leis de Incentivo à Cultura e encontrou na Lei 8.313/91 - Programa Emergencial Rouanet RS, a oportunidade de concretizar esse importante projeto.Pelas razões expressas, o projeto está inserido nas finalidades previstas no CAPÍTULO 1, ART 1º da Lei 8313/91, a saber:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Segundo as finalidades da referida Lei no Artigo 3º, serão alcançados:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: o ensino da arte e à produção de obras artística.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Não se aplica
- Utilização linguagem inclusiva e não discriminatória em todos os materiais de divulgação, como folhetos, cartazes e postagens em redes sociais.- Uso de legendas em vídeos promocionais e no minidocumentário- Uso de diversos canais de comunicação acessíveis para consultas e feedback, como telefone, e-mail e chat online.- Proporcionar um ambiente inclusivo, garantindo que os locais das apresentações e vivências sejam acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida e que haja sinais visuais e auditivos claros. Espaços definidos para cadeirantes e vagas de estacionamento para idosos e PCD- Disponibilizar intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) e áudio descrição para os espetáculos e vivências.- Estabelecer uma política clara de respeito e inclusão, garantindo que todos os participantes se sintam seguros e valorizados.- Oferecer adaptações nas atividades da vivência para atender às necessidades de participantes com deficiências e permitir adaptações nas dinâmicas de jogos e exercícios.- Garantir que todos os participantes tenham a oportunidade de contribuir para as discussões e atividades, promovendo um ambiente onde cada voz é ouvida e respeitada.- Disponibilizar o vídeo do documentário final com legendas e em canais abertos de transmissão.- Promover capacitação sobre acessibilidade atitudinal, comunicacional e arquitetônica para todos os profissionais da equipe- Prever um local destacado, próximo ao local das apresentações, para apoio à pessoas com transtorno do espectro autista caso for necessário.
Cada cidade receberá as ações durante três dias seguidos, sendo que no primeiro e no segundo acontecem as apresentações dos espetáculos e bate papo final e no terceiro será realizada a vivência. Todas as ações serão gratuitas e abertas à toda a comunidade. Em cada cidade será contratada uma equipe para atuar na divulgação, na parte técnica (som, luz, foto/vídeo). O projeto em vai envolver em torno de 30 artistas, técnicos e/ou empresas da área cultural entre os da equipe principal, que são da região da Serra, e os contratados nas cidades que receberão o projeto. Destacamos que na equipe principal estão participando profissionais LGBTQIAPN+. Também pretende-se atingir diretamente um público de 1.800 pessoas nas apresentações teatrais e 90 nas vivências, além de indiretamente 20.000 nas mídias e plataformas digitais com a divulgação e a publicação do minidocumentário.
Mônica Blume - Produtora executiva, atriz e orientadora da vivênciaAtriz, palhaça, diretora, professora de arte e de teatro e produtora cultural, graduada em Teatro Licenciatura pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul e pós-graduada em Teatro e Educação pelo Instituto Federal do Norte de Minas Gerais. Iniciou suas atividades teatrais no ano de 1986. Desde 2019 participa de formações, com mestras da palhaçaria feminina como Karla Concá, Andrea Macera e Sue Morrison, em 2020 desenvolveu o espetáculo de palhaçaria feminina on line e ao vivo “Enólifa Someliê” e em 2021 participa como selecionada no Festival Benditas Genis de SP, e como convidada nos Festivais Palhaças do Sul do RS e Esse Monte de Mulher Palhaça do RJ. No mesmo ano, ganhou o Prêmio Trajetória Mestra Sirley Amaro na área do teatro, que contemplou figuras do cenário artístico e cultural do Rio Grande do Sul. Em 2022 com a direção de Karla Concá e com a atriz e palhaça Diane Schzzi Becker atua no espetáculo “As Phynas em Fenabephy”. Também participa de pesquisa cênica com as atrizes Marina Martins e Raquel Peres que resulta no espetáculo teatral “Fragmentos D’elas”. Em 2023 põe em cena o número “Um Jantar Romântico” também dirigido por Karla Conká, que recebe prêmio de melhor esquete no I Festival Estadual Mulheres na Comédia na cidade de Novo Hamburgo - RS. Neste mesmo ano recebe indicação para o Prêmio Açorianos de Circo na categoria Melhor Performer de Comicidade Circense e Palhaçaria. Em 2024 como atriz coloca em cena o espetáculo “Enólifa Someliê”, novamente com direção de Karla Conká e como produtora aprova projetos em diversos editais voltados para as artes da cena. Registro no sated/RS 7245. Diane Schizzi Becker - Atriz, orientadora da vivênciaAtriz, Palhaça, Diretora, Produtora e cofundadora do Grupo Teatral Hora Vaga desde 1998, graduanda do curso Teatro Licenciatura, tem por formação cursos com renomados diretores de todo o Brasil. Com atriz do Hora Vaga, participou de vários Festivais Nacionais e Internacionais pelo Brasil e fora dele. Ministra curso de teatro e iniciação as técnicas circenses para crianças, jovens e adultos desde 2002. Em 2021, tem seu primeiro número intitulado “Tamanho tem número”, dirigido por Karla Concá, e participa dos Festivais: Palhaças do Su(PoA), Esse Monte de Mulheres Palhaças(RJ), EIMPA( SP). No ano de 2022, estreia o espetáculo As Phynas em Febabephy, com direção de Karla Concá. Em 2023 participa do Cabaré Fora da Casa, estreando o número “Um sonho de Spé” e teve participação no festival Esse Monte de Mulheres Palhaças (RJ) e no Festival Estadual Mulheres na Comédia. Registro no sated-rs 7402 Marina Martins - Atriz, auxiliar da vivênciaMarina Tronco Martins da Silva é atriz, diretora, professora de teatro e operadora e criadora de som e luz. Atuou de 2013 a 2020 no passeio turístico de Maria Fumaça em BG (RS). Fez curso de teatro de 2012 a 2015 na Artistas No Palco em BG. Formada na Uergs em Teatro: Licenciatura, desde 2020/02. Fez parte do elenco do espetáculo “Nosso Estado de Sítio”. É integrante do Grupo teatral Hora Vaga, atuando na peça “O jardineiro dos pensamentos”. Atua como palhaça e tem a criação e operação de som e luz na peça “Enólifa Sommelier”. É co-criadora e atriz da peça teatral Fragmentos D’Elas, também criadora da trilha sonora e iluminação. Pós-graduada em Produção Audiovisual para web pela Unopar. Fez concepção e operação de iluminação para as peças: "Os sovos - a evolução da espécie". Para a peça Status Quo, de direção própria, em 2019. E concepção de iluminação e trilha sonora para as mostras de teatro do Espaço Coletivo das Artes, da Casa de Cultura de Farroupilha, para o espetáculo de palhaçaria "As Phynas em Fenabephy". Registro no sated-RS 9580 Nicoli Mazziero Mathias - Produção Artística Atriz, palhaça, professora de teatro e produtora cultural. Bacharela em Artes Cênicas (Hab. em Interpretação Teatral) pela UFSM (2016), Licenciada em Teatro pela UFSM (2019) e Mestra em Artes Cênicas pela UDESC (2022). Atualmente integra o Coletivo Fora da Casa (Garibaldi - RS) onde atua como palhaça nas edições do Cabaré Fora da Casa. Como produtora já atuou em eventos dentro da UFSM, como Encontro Internacional de Palhaços da Coxilha (em Santa Maria) nos anos 2012, 2013, 2014 e 2017. Atualmente está trabalhando como produtora do espetáculo teatral Fragmentos D’Elas comtemplado pelo edital Atos e Cena – 2024 e Assistente de produção do projeto “Hora do Cinema” comtemplado pelo Edital da Lei Paulo Gustavo de 2024. Artista com Registro Profissional número: 0014167/RS. Gilberto Ghidorsi Junior - Designer Gráfico – criação de identidade visualGilberto Ghidorsi Junior é designer atuante no mercado criativo desde 2013. É graduado em Design de Produto mas ao longo de sua jornada sempre atuo no mercado do design gráfico e da publicidade. Esteve presente em estúdios de design, agências e marketing de empresas. Destacam-se dois grandes nomes: Dígitro Tecnologia em Florianópolis/SC e Agência Lápis Raro em Belo Horizonte/MG. Com seu próprio estúdio desde 2023, atua em diferentes nichos de mercado atendendo empresas que buscam soluções criativas e de comunicação eficiente através do design. Atualmente presta consultoria em comunicação e design e se dedica ao desenvolvimento de identidades visuais com design inteligente, sempre buscando expressar com clareza, criatividade e qualidade os valores que a marca possui. Luiz André Cancian - Filmaker, Direção, montagem e finalização de imagens e vídeosLuiz André Cancian é filmaker, fotógrafo e artista da dança, Graduado em Ed. Física (UCS e IPA) e pósgraduação em Corpo, Cultura: ensino e criação (UCS). Iniciou seus trabalhos artísticos na dança em 2006 como bailarino na Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul. Desenvolveu projetos de dança com pessoas com e sem deficiências. Participou do projeto de extensão da UFRGS Mimese Cia de dança-coisa por 4 anos. Participou como bailarino e coreógrafo do curta metragem Passos, dirigido por Samuca Bovo. Co-dirigiu e atuou os vídeodanças Quarentena, Poema para sossego, Encontro entre música, dança natureza (financiado pela lei Aldir Blanc), Limítrofe que foi selecionado na mostra Meme Expressões poéticas de 2021, HiAtO(2022) selecionado no festival internacional de videodança de Buenos Aires. Fez direção, fotografia e montagem de Pequenos Jardins do Sul - Documentário (2024). Proprietário da empresa Terra à Vista - Criações Audiovisuais, realizando produções de vídeos artísticos, espetáculos, workshops, performances urbanas, documentários, fotografia e edição de vídeo. Elisa Lentes - Assessoria de imprensa GeralElisa Lentes, mulher transexual, parda, 24 anos. Atuo na assessoria de imprensa com foco no desenvolvimento de estratégias de comunicação e divulgação para eventos culturais em Bento Gonçalves, incluindo a Feira do Livro e a Semana do Livro da Biblioteca Pública Castro Alves, além de diversos projetos de produtores locais. Atua no contato direto com veículos de comunicação, redação e veiculação de textos, e criação de materiais digitais para promoção. Secretária do Conselho Municipal de Política Cultural, e funcionária da Secretaria de Cultura, atua em elaboração de editais, com ênfase na gestão cultural voltada à inclusão e democratização do acesso à cultura. Daniela Sandrin Copat – Assessoria AdministrativaProdutora Cultural, formada em Ciências Econômicas, Pós-Graduada em Gestão Empresarial e em Marketing Estratégico, participou da produção e publicação dos livros Quase Todos os Segredos das Cachaças Gaúchas, Expedição Vou de Vinho. Foi Coordenadora Geral do projeto Canarinhos de Bento Gonçalves, atual presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Bento Gonçalves e integrante da Comissão Oficial do Sesquicentenário da Imigração Italiana no Rio Grande do Sul.
PROJETO ARQUIVADO.