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Este projeto destina-se a remontagem e nova temporada da peça teatral "Diabinho e Outras Peças Curtas de Caryl Churchill". Serão realizadas 6 apresentações de forma gratuita no Instituto Brasileiro de Teatro.
Diabinho e outras peças curtas de Caryl Churchill - Quatro peças curtas da dramaturga britânica Caryl Churchill: “Vidro”, a primeira, é a história de uma menina feita de vidro que se depara com a questão da fragilidade imposta a ela pela sociedade. Em “Matar" os deuses discorrem com ironia sobre os mitos gregos, questionando sobre sua responsabilidade nos atos de violência históricos praticados pelos seres humanos. Em “Barba Azul" um grupo de amigos se reúne para beber, numa conversa divertida sobre seu amigo de longa data, recentemente condenado pelo assassinato de suas esposas. “Diabinho”, a última das histórias, brinca com a questão da crença ao apresentar personagens que estão o tempo todo afirmando e também duvidando da existência de algo que vai além da sua compreensão - como a presença de um diabinho dentro de uma garrafa. A PROPOSTA DE ENCENAÇÃO do espetáculo "Diabinho e outras peças curtas de Caryl Churchill" buscou destacar a rica narrativa de Churchill, mantendo a simplicidade no design para que a atenção estivesse voltada aos atores e ao texto provocativo da dramaturga. O cenário de Stephanie Fretin e Wagner Antônio, minimalista em sua concepção, foi composto por mesas e cadeiras de madeira, todas posicionadas sobre uma base do mesmo material. O arranjo desses elementos foi sutilmente modificado a cada peça, de modo a diferenciar os ambientes, mas ao mesmo tempo manter a continuidade do espaço cênico. Essa mudança de configuração apoiou a jornada dos atores ao longo das várias histórias, permitindo-lhes explorar diferentes aspectos de seus personagens. A iluminação, idealizada por Wagner Antônio, desempenhou um papel crucial na encenação, tanto na demarcação da estética da linguagem dramatúrgica de cada peça, quanto na criação de uma coesão narrativa. As mudanças na iluminação não só diferenciaram as histórias, mas também criaram uma progressão narrativa sutil que passou do "espaço fantástico" da primeira peça (Vidro) para o mundo realista. Os atores desempenharam múltiplos personagens com características distintas. A transição entre personagens foi sinalizada por mudanças rápidas e sutis nos adereços ou peças de vestuário. No entanto, o foco estava na transformação da linguagem corporal e vocal dos atores, que deu vida a cada personagem de maneira convincente. A trilha sonora do espetáculo, criada por Edson Secco, teve um papel fundamental em estabelecer uma atmosfera que rompia com a regularidade das coisas. A música, assim como a iluminação, contribuiu para a transição suave entre as 4 diferentes peças e personagens. Foi um elemento que, além de aprimorar a tensão e o humor de cada cena, funcionou como um elo emocional unificador ao longo das quatro peças. Na mistura única de humor ácido, absurdo e crítica social encontrada no texto de Churchill, o público foi levado a risos desconfortáveis. Mas o espetáculo foi mais do que uma série de peças: foi uma jornada que permitiu às pessoas mergulhar na banalidade do mal, explorar as fronteiras do absurdo e da realidade e, finalmente, se encontrar na profunda introspecção proposta por Churchill. Esta proposta de encenação, ao ressaltar os elementos centrais da obra de Churchill, buscou provocar um diálogo crítico sobre as complexidades da condição humana no mundo e no Brasil contemporâneo.
Objetivo Este projeto destina-se a remontagem e nova temporada da peça teatral "Diabinho e Outras Peças Curtas de Caryl Churchill". Serão realizadas 6 apresentações de forma gratuita no Instituto Brasileiro de Teatro. Objetivo específico (produtos) Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Realizar 06 apresentações da peça Diabinho e Outras Peças Curtas de Caryl Churchill. Trata-se da reunião de 04 peças curtas de Caryl Churchill em um único espetáculo. Pautado pelo já conhecido humor ácido da dramaturga, uma das maiores do teatro inglês, o espetáculo foi apresentado na primeira temporada com enorme sucesso em São Paulo, no decorrer de 2022.
Caryl Churchill, que completa 86 anos em 2024, uma vez disse que dramaturgos não devem dar respostas, mas sim fazer perguntas. E é isso o que impressiona em seus textos: a capacidade de levantar questões profundas de forma irreverente, sem nunca ir para o óbvio - convidando o público a completar a narrativa junto com ela. Por meio de uma escrita ágil, surreal e provocadora, ela transporta o espectador para um universo próprio, que nos indaga novas perguntas para velhas questões humanas. Se existe um tema central em Diabinho e outras peças curtas de Caryl Churchill, talvez seja a banalidade do mal. De forma independente, cada peça faz emergir o lado obscuro da sociedade branca ocidental. Nada mais concreto no atual cenário sócio-político brasileiro e mundial. Mas a crítica sagaz da autora se dá na maioria das vezes através do riso (de nervoso) e do absurdo das situações ali colocadas. O público se identifica com alguns comportamentos e sem que perceba, em um ato falho, está gargalhando de coisas terríveis. A genialidade de Caryl Churchill reside exatamente aí: em fazer com que as pessoas reflitam sobre algo que elas mesmas fazem sem se darem conta. A reflexão surge por meio do riso, do estranhamento, da surrealidade. A questão da crença também está presente em todas as peças. Do que o ser humano é capaz em função da fé? Quais atos violentos são justificados em nome de um "Deus". Deus: Ele existe mesmo? São algumas provocações das quais não há como sair ileso. O resultado são quatro narrativas brutais, porém cheias de humor, sobre nós mesmos. Um grande espelho é colocado diante do público no início da peça e uma vez que ela se inicia, nossa imagem refletida vai ficando cada vez mais nítida. E o que se vê não é bonito. Só nos resta rir. De nervoso. O teatro como linguagem é um importante meio para construir caminhos de reflexão e comunicação com a sociedade contemporânea e uma importante forma de aproximação e diálogo entre gerações. Algumas obras vencem os limites do tempo, das diferenças culturais e do espaço geográfico que as constituem para se tornarem expressões atemporais que provocam, sensibilizam e modificam o espectador por suas características e valores narrativos. SOBRE O USO DO INCENTIVO FISCAL a proposta se enquadra aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91: E o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
No que se refere a Rodas de conversa, previstas no Plano de Distribuição, trata se de 3 palestras que serão realizadas em torno do espetáculo transitando pelos seguintes temas: temas que atravessam a tema, a sustentabilidade dos materiais , cenários, figurino entre outros materiais que compõem a peça, a importância de produções como essa e o processo criativo
Obra de Diabinho e outras peças curtas de Caryl Churchill 06 apresentações no Instituto Brasileiro de Teatro. Locais com capacidade média para pessoas. Expectativa de público espectadores - 3 mil pessoas Classificação indicativa: 14 anos Ingressos: Gratuito Local: Instituto Brasileiro de Teatro.
Acessibilidade (Arquitetônica, deficiente visuais, surdos, intelectuais e neuro divergentes ) Atendendo ao disposto no art. 27 da IN nº11 de 2024, destacamos abaixo o detalhamento da acessibilidade prevista: PRODUTO 01. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ⇒ ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O local de realização do espetáculo, é o Instituto Brasileiro de Teatro. O espaço conta com recursos para receber pessoas idosas e com mobilidade reduzida. A área é adaptada para circulação de cadeirantes. Por fim, a estrutura é acessível, entretanto se necessário, reiteramos que vamos disponibilizar, rampas, corrimãos e até mesmo banheiros adaptados. ⇒ ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA DEFICIENTES VISUAIS: Durante as apresentações teremos monitores e serviço de audiodescrição devidamente preparados para atender deficientes visuais. ⇒ ACESSIBILIDADE SURDOS E ENSURDECIDOS: Durante as apresentações, prevemos sessões com intérprete de libras para atender a qualquer nível de deficiência auditiva. ⇒ ACESSIBILIDADE INTELECTUAL E NEURO DIVERGENTE - Teremos monitores durante todo o projeto espalhados pelo evento durante as apresentações para auxílio e apoio. * Reiteramos que terá acessibilidade em todas as apresentações inclusive as ações evidenciadas em atendimento ao Art. 30 da IN n°11/24
O objeto do projeto será totalmente gratuito, entretanto como complemento e em atendimento ao Art. 30 30 da IN nº11/24 destacamos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Teremos 3 rodas de conversa a respeito dos seguintes: 1) tema da peça, 2) a respeito da sustentabilidade dos materias , cenários, figurino entre outros materiais que compoem a peça 3) sobre a importancia de produções como essa e o processo criativo
Elisa Volpatto 007.855.290-71 Função: Proponente / Elenco / Coordenação Administrativo Elisa Volpatto é atriz formada em Artes Cênicas pela UFRGS e estudou também Method Acting no The Lee Strasberg Theater and Film Institute, em Nova York. Acumula longa trajetória no audiovisual, tendo ganhando o Kikito de melhor atriz no Festival de Cinema de Gramado pelo curta-metragem “Um Animal Menor”. Na TV se destacam as séries "Mulher de Fases" da HBO, “Assédio” da Globoplay, com Adriana Esteves e Antônio Calloni e “Aruanas”, também da Globoplay, junto das atrizes Leandra Leal, Taís Araújo, Camila Pitanga e Débora Falabella. Na série "Doce de Mãe", da Rede Globo, interpretou a neta de Fernanda Montenegro, dirigida por Jorge Furtado. No thriller policial da Netflix “Bom dia, Verônica” se destacou como a antagonista Anita, ao lado de Tainá Muller, Reynaldo Gianecchini, Eduardo Moscovis e Camila Morgado. No teatro, Elisa deu vida à poetisa americana Sylvia Plath no monólogo “PULSO” e recentemente também participou do espetáculo “Diabinho e outras peças curtas de Caryl Churchill”, dirigida por Guto Portugal. Em 2023 dirigiu a peça “Stalking - um conto de terror documental”, sobre assédio no ambiente de trabalho. GUTO PORTUGAL 398.857.258-65 DIRETOR Roteirista, dramaturgo e diretor, com experiência tanto no cinema quanto no teatro. Cursou atuação no Célia Helena Centro de Arte e Educação e fez parte do núcleo de dramaturgia do SESI, com Marici Salomão. Sua peça Desnaturados foi publicada pela editora SESI. Além disso, cursou o Intensivo Direção no departamento de Artes Dramáticas da Universidade de Yale com Evan Yionoulis e foi assistente de direção de Joe Cacaci na peça Some Old Black Man, de James Anthony Tyler. Dirigiu o espetáculo Diabinho e outras peças curtas de Caryl Churchill, considerada uma das 25 melhores peças de 2022 pela Folha de São Paulo. É co-fundador do iBT (Instituto Brasileiro de Teatro), uma organização sem fins lucrativos voltada para as artes cênicas. É também professor e coordenador do Laboratório de Dramaturgia com Silvia Gomez e Angela Ribeiro. Em São Paulo, três textos de sua autoria foram encenados: Há de Ter Fim, Cinza Névoa e Pássaro Molotov. No audiovisual, criou a série de thriller amazônico Cienfuegos, desenvolvida pela produtora Chatrone para a HBOMax. Além disso, atuou como roteirista do curta E Se Fossem Crianças?, dirigido por André Gustavo, da O2 Filmes. No Rio2C 2023, foi vencedor do pitching Anonymous Content Brasil com o projeto Ratos D'Água, junto com Lucas Abrahão. Atualmente integra o Kino Eyes - European Film Masters, mestrado conjunto em Portugal, Escócia, Irlanda e Estônia. NOEMI MARINHO 212.555.838-60 ELENCO Atriz, dramaturga e diretora. Formada em 1977 pela EAD - Escola de Arte Dramática da ECA/USP, acumula longa trajetória nas artes cênicas, tendo participado de diversas peças de teatro, novelas e séries de TV. Trabalhou no Grupo Mambembe nos anos 80 e também fez parte do Grupo TAPA. No 1º Seminário de Dramaturgia para Atores ministrado por Chico de Assis dentro do projeto Rosa dos Ventos de Fauzi Arap, escreveu seu texto de estreia "Fulaninha e Dona Coisa", que venceu o Prêmio Shell de melhor dramaturgia e foi montado diversas vezes depois disso, com enorme sucesso. Outros de seus textos importantes são: "Homeless" (1989), "Plantonista Vilma" (1992) e "Cor de Chá" (2001). Dentre seus trabalhos mais recentes no teatro, destacam-se: “OUTONO INVERNO ou O QUE SONHAMOS ONTEM”, de Lars Noren, direção de Denise Weinberg; “DIABINHO E OUTRAS PEÇAS CURTAS de Caryl Churchill”, direção de Guto Portugal; “O LOUCO E A CAMISA”, de Nelson Valente, direção de Elias Andreato; “ATOR MENTE”, de Steven Berkoff, direção de Marco Antônio Pâmio; “UNFAITHFUL”, de Owen McCafferty, direção de Lavínia Panúnzio; “GATA EM TELHADO DE ZINCO QUENTE” de Tenesse Williams, direção de Eduardo Tolentino; “A GAIVOTA” de Anton Tchecov, direção de Nelson Baskerville e “SIT DOWN DRAMA” de Michelle Ferreira com direção de Eric Lenate. Na televisão participou da série “Assédio” da Globoplay e da novela “Sangue Bom”. NORIVAL RIZZO 585.698.478-15 Elenco O ator Norival Rizzo é formado pela EAD - Escola de Arte Dramática da ECA/USP em 1978. Tem mais de 40 anos de experiência nos palcos, já participou de mais de 100 peças de teatro ao longo de sua trajetória e também de novelas, filmes, séries e programas emblemáticos da TV Cultura como "X-Tudo", "Mundo da Lua" e "Ra-tim-bum". Em 2005 ganhou o Prêmio Shell de Melhor Ator, por seu trabalho em ”Oração Para Um Pé de Chinelo”. Também foi indicado como Melhor Ator na peça ”12 Homens e Uma Sentença”, que ganhou o Prêmio APCA de Melhor Espetáculo Teatral em 2010. Em "Diabinho e Outras Peças Curtas de Caryl Churchill", Norival repete a parceria com a atriz Noemi Marinho no teatro pela décima terceira vez. Já participou das novelas “Sangue Bom”, “Alto Astral”, “Fina Estampa”, “Haja Coração”, “Apocalipse”, “Cúmplices de um resgate” e “Gênesis”. Em séries esteve presente em “9 MM São Paulo”, “171 Negócios em Família”, “3%” da Netflix, “Sessão de Terapia” da GNT e “Rota 66” da Globoplay. WAGNER ANTÔNIO 345.611.228-93 Cenário / Iluminação Encenador e iluminador. Artista formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André (2009). É cofundador do coletivo teatral 28 Patas Furiosas, onde dirigiu e iluminou os espetáculos lenz, um outro (2014), A Macieira (2016), PAREDE (2019), PAREDE DE DENTRO (2021), Da Instabilidade aos Sonhos (2021), Parabólica dos Sonhos (2022) e se prepara para o próximo espetáculo da cia, Um Jaguar Por Noite (2022/2023). Como encenador destacam-se os trabalhos: O Homem Elefante (2014), co-direção de Cibele Forjaz para a Cia. Aberta (Oi Futuro/ RJ) e KAIM, com texto de Dione Carlos, realizado na Ocupação do Teatro do Centro da Terra (2017). Como Iluminador assinou a luz de diversas produções teatrais e trabalhou com diversas companhias teatrais, diretoras e diretores: Grace Passô, Luiz Fernando Marques e Janaina Leite (Grupo XIX de Teatro); Rafael Gomes e Vinícius Calderoni (Empório de Teatro Sortido); Juliana Monteiro; Laura Vinci; Cibele Forjaz (Cia.Livre); Adolf Shapiro (mundana companhia), Caetano Vilela e Gerald Thomas (Cia de Ópera Seca); Alexandre Dal Farra (Tablado de Arruar); Diego Moschkvich (LABTD); Guto Portugal; Yara de Novaes; José Fernando de Azevedo; Vinícius Torres Machado; Maria Thais. Foi indicado ao Prêmio Shell de Melhor Iluminação pela luz de H.A.M.L.E.T. (2010) e Com os Bolsos Cheios de Pão (2023). Em 2022 foi indicado ao prêmio APTR do Rio de Janeiro com o espetáculo DORA e para a 9ª edição do Prêmio Bibi Ferreira com o espetáculo Terremotos. Ganhou os prêmios Aplauso Brasil e Bibi Ferreira de Iluminação com o espetáculo musical Gota D’água a Seco (2016/2017). Em Ópera assinou a luz das produções: Il Trovatore e Otello no Festival de Ópera do Theatro da Paz em 2013 e 2014 (Belém), as duas com direção de Mauro Wrona. Em 2015 foi iluminador adjunto do encenador Caetano Vilela nas Óperas: Um Homem Só e Ainadamar no Theatro Municipal de São Paulo. Em 2019 iluminou a Ópera L’Italiana in Algeri no Theatro São Pedro com a direção de Lívia Sabag e também em 2019 ilumina a Ópera Vanessa com direção de Marcelo Gama. Em 2020 iluminou a Ópera O Cônsul com direção de Pablo Maritano e em 2021 a Ópera Os Sete Pecados Capitais e em 2022 A Ópera dos Três Vintêns, ambas com direção de Alexandre Dal Farra no Theatro São Pedro. Agora em 2023, iluminou Cosi Fan Tutte com direção da Juliana Santos no Theatro Municipal de São Paulo.
PROJETO ARQUIVADO.