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PRONAC 2414536Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

DRAMATURGIA EM MOVIMENTO

PALAVRA CERTA ARTE E CONTEUDO LTDA
Solicitado
R$ 196,3 mil
Aprovado
R$ 196,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-06
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Dramaturgia em Movimento é um projeto idealizado pelo dramaturgo paulistano Franz Keppler que completou 60 anos em janeiro deste ano e comemora 18 anos de carreira em 2025. Ao longo deste período, ele escreveu diversas peças, muitas delas produzidas e encenadas com grande sucesso como é o caso de Camille e Rodin, Divórcio e Brian ou Brenda.Para marcar esta data e a importância de se valorizar a dramaturgia produzida pelos autores 60+, o autor propõe neste projeto:Um ciclo de leituras dramáticas, com 4 textos inéditos do autor e Uma oficina gratuita de dramaturgia para autores e não autores 60+. A oficina terá quatro encontros e resultará na produção de cenas curtas. As cenas serão lidas durante o ciclo de leituras dramáticas pelo elenco de cada peça.

Sinopse

OFICINA A primeira ação do projeto Dramaturgia em Movimento será uma oficina de dramaturgia gratuita para autores(as) e não autores(as) 60+. Ou seja, destinada para quem já escreve, não importa o que nem quanto, e para os que sempre quiseram escrever, mas nunca tiveram oportunidade de exercitar. Serão quatro encontros de quatro horas cada, onde os e as participantes terão acesso a textos teatrais curtos e, através do estudo destes textos, tomarão contatos com ferramentas que possibilitarão que os próprios textos sejam criados e desenvolvidos durante a oficina. A turma será formada por até 20 participantes. A ideia é que sejam produzidas 4 cenas (uma por grupo que será formado) e essas cenas serão lidas no Ciclo de Leituras Dramáticas, ou seja, cada dia a leitura de uma cena e de uma peça do autor Franz Keppler. CICLO DE LEITURAS DRAMÁTICAS O ciclo compreende a leitura de quatro peças escritas pelo autor, sendo uma por semana. Com cada uma das peças, será lida uma das cenas curtas produzidas na oficina, para que os espectadores tomem contato com a dramaturgia produzida pelos participantes 60+ da oficina. As peças que participam do ciclo são: Caravaggio A peça conta a vida e obra de um dos maiores pintores de todos os tempos: Michelangelo Caravaggio. Em seu delírio de morte, ele se encontra com personagens e fatos que marcaram sua vida de artista e marginal. 2- O Tempo que Durar um Gim Há um casal se separando. Há uma peça sobre esse casal sendo escrita. Há essa peça sendo encenada por um casal de atores. Nesse jogo cênico que vai sendo desvendado aos poucos, vemos o fim do amor quando ainda se existe amor, mas ele não é mais suficiente para sustentar uma relação. 3 – Até o fim (escrita em parceria com Daniel Tavares) A trama do espetáculo trata da relação entre uma mãe e seu filho – ela, uma médica paliativista que cuida de pacientes à beira da morte e ele, um jornalista que cobre o mundo da alta sociedade e sente-se frustrado por não fazer parte deste universo. Com a morte do marido e pai, eles se distanciam, pouco se falam, quase nada sabem um do outro. E enquanto ela segue cuidando de seus pacientes terminais, ele aceita uma proposta arriscada que pode fazê-lo ganhar muito dinheiro. Seus planos dão errado, e ele é preso no aeroporto de um país distante, julgado e condenado. A partir daí, mãe e filho se reaproximam e tentam lidar juntos com o trágico desfecho que parece ser inevitável. 4 – Até aquele dia Pai e filho se reencontram muitos anos depois. O objetivo do pai é ter o perdão do filho por ele ter assassinado a mãe na sua frente. Por sua vez, o filho reluta nesta reaproximação, ao mesmo tempo que comete quase os mesmos erros do pai. Após o término de cada leitura, haverá um debate com autor , direção e elenco. Para a realização do ciclo, será formado um grupo de atores, atrizes e de direção que preza pela diversidade e se dividirá entre as leituras dos textos. Os nomes previstos até o momento são: Lavínia Pannunzio, Fábia Mirassos, Paula Cancian, Natállia Rodrigues, Einat Fabel Daniel Rocha, Daniel Tavares, Jui Huang, Paulo Campos, Rafael Primot, Kiko Rieser, Johny Araújo. Público de cada leitura: em torno de 200 pessoas.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto Dramaturgia em Movimento promove a Valorização da Produção Cultural de Autores 60+: Ao focar em dramaturgos com mais de 60 anos, o projeto ressalta a importância de reconhecer e valorizar a experiência, a criatividade e a contribuição contínua desses autores para a cultura e as artes cênicas. Em uma sociedade que muitas vezes privilegia a juventude, dar destaque aos autores seniores é uma forma de combater o etarismo e promover a inclusão. É mostrar que a diversidade está também na troca e parceria entre as gerações (como é o caso de Franz Keppler e Daniel Tavares, que se juntaram para escrever Até o Fim). Objetivos específicos Fomento ao Desenvolvimento de Novos Talentos: A oficina gratuita de dramaturgia para autores e não autores 60+ incentiva a criação e o desenvolvimento de novos talentos na dramaturgia. Este tipo de formação pode revelar novas vozes e perspectivas, contribuindo para a renovação e o dinamismo da produção teatral. Promoção da Diversidade Narrativa: A inclusão de textos inéditos de Keppler adiciona novas perspectivas e histórias ao repertório teatral. Textos como "Caravaggio", "Até Aquele Dia", "Até o Fim" e "O Tempo Que Durar um Gim" enriquecem a oferta cultural e oferecem ao público a oportunidade de conhecer novas obras que abordam diferentes temas e estilos. Engajamento da Comunidade e Formação de Plateia: O ciclo de leituras dramáticas e a produção de cenas curtas, lidas pelo elenco das peças, promovem o engajamento da comunidade com o teatro. Estas atividades não só ampliam o acesso ao teatro, mas também formam novas plateias, cultivando o interesse e a apreciação pelas artes cênicas.

Justificativa

O projeto DRAMATURGIA EM MOVIMENTO promove a valorização do trabalho do autor Franz Keppler, dramaturgo 60+, que está em plena atividade há 18 anos, sempre buscando criar obras relevantes, com temas pertinentes, sem medo de se desafiar em diferentes tipos de linguagens dramatúrgicas. Em uma sociedade que muitas vezes privilegia a juventude, dar destaque aos autores seniores, como Keppler, é uma forma de combater o etarismo e promover a inclusão. Com ações plurais, o projeto não só celebra e incentiva a produção de Keppler, como também ajuda a desenvolver novos Talentos por meio de uma oficina gratuita de dramaturgia para autores e não autores 60+, que será ministrada por Keppler, contribui para a formação de plateias, com a leitura pública de textos inéditos do autor, e promove a valorização da produção de autores 60+ dando a oportunidade de terem seus textos lidos por atores e atrizes relevantes no cenário teatral. Ressalta-se os motivos para a realização do projeto aqui apresentado bem como a necessidade do uso do mecanismo de incentivo a projetos culturais para financiamento do mesmo tendo em vista que ele se enquadra no inciso I e II, do Art. 1º da Lei 8313/91 bem como no objetivo II letras "c", e objetivo IV letra "a" do Art 3º da mesma lei, e ainda seu produto principal, está dentro do segmento, letra "c", do parágrafo 3º do artigo 18 que contempla espetáculos teatrais; Abaixo textos da lei no qual o projeto se enquadra para o uso do mecanismo de incentivo: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A oportunidade de oferecer apresentações de teatro, com

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FISICA Os locais onde aconteceão a oficina e as leituras são dotadosn de todas as medidas de acessibilidida. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Todas as leituras e a oficina contarão com intérprete de libras

Democratização do acesso

Todas as atividades serão gratuitas e abertas ao público. As leituras serão transmitidas pela internet e divulgadas na mídia.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA (nomes confirmados até o momento PALAVRA CERTA: Realização FRANZ KEPPLER – DRAMATURGO, IDEALIZADOR, COORDENADOR Roteirista e dramaturgo, foi duas vezes indicado ao prêmio APCA de melhor autor, por "Nunca Ninguém Me Disse Eu Te Amo", e Frames. Possui mais de 10 peças encenadas, entre elas “Camille e Rodin”, e “Divórcio”. As duas levaram juntas cerca de 150 mil espectadores ao teatro, e também ganharam montagens internacionais: Divórcio, em Barcelona (2014) e Camille e Rodin, em Buenos Aires. Outras peças encenadas são: “ Com Amor, Brigitte”, no Masp, “Chuva não. Tempestade”, no Eva Herz, Frames, em São Paulo e no Rio de Janeiro, Aquário com Peixes, no SESC Santana, e Brian ou Brenda, com direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim, ainda em cartaz. Em 2022, foi um dos premiados no edital de Desenvolvimento de Dramaturgia Inédita da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. DANIEL ROCHA – ATOR Iniciou no teatro no CPT de Antunes Filho. De lá, estreou na TV em Avenida Brasil, ganhando destaque na mídia pelo personagem Roni, um jogador de futebol. Seguiram-se várias novelas até desligar-se da TV Globo para protagonizar a série “Irmãos Freitas”, com direção de Sérgio Machado e Walter Salles, na qual interpreta o boxeador Popó, e a série “Spectrus”, para a Netflix. No ano passado, protagonizou a série Névoa que estreia este ano na HBO. No teatro, atuou, entre outros espetáculos, em “Amigos, Amigos, Amores à Parte”, “Inimigas de Infância” e “Frames”, de Franz Keppler, que percorreu diversas cidades do Brasil e realizou temporadas em São Paulo e no Rio de Janeiro entre 2017 e 2018. Já no cinema, esteve em “Sequestro Relâmpago”, “Assombrações do Recife Velho”, “A Queda” e “Quem vai Ficar com Mário?”. DANIEL TAVARES – ATOR Fez parte do Centro de Pesquisa Teatral coordenado por Antunes Filho (“O Canto de Gregório”), da Companhia de teatro Os Satyros ("A Vida na Praça Roosevelt", "Inocência"), do Núcleo Experimental, dirigido por Zé Henrique de Paula ("Senhora dos Afogados", "O Livro dos Monstros Guardados"), e da Sutil Companhia, de Felipe Hirsch ("Cinema"). Em 2011, ajudou a fundar a Cia dos Inquietos, cujo primeiro trabalho é o espetáculo “Limpe Todo Sangue Antes que Manche o Carpete”, do autor Jô Bilac. Em 2012, entrou para Cia D Teatro, com a qual fez “Luisa se Choca contra sua Casa”, e de 2016 a 2018, a Cia D Teatro e a Delicatessen Teatral fizeram "Eigengrau, No Escuro", de Penelope Skinner, com direção de Nelson Baskerville (indicado ao Shell de direção 2017 por este trabalho), na qual atuou e produziu. Em 2019, atuou e foi produtor associado de Brian ou Brenda, de Franz Keppler, com direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim e em 20021 atuou em Cook, com direção de Nelson Basrkeville. No cinema, atuou em produções premiadas, como "Café com Leite", de Daniel Ribeiro, e "Nem que Tudo termine como antes", de Mariana Martinez e Daniel Caselli. Na TV, participou das séries Descolados (MTV) e O Negócio (HBO), da novela Alto Astral e Haja Coração (Rede Globo), além de ter protagonizado dezenas de comerciais. EINAT FALBEL – ATRIZ É atriz, diretora, bailarina, professora de expressão corporal e interpretação para atores desde 1995. Fez parte do elenco fixo do Grupo durante sete anos. Ingressou na Cia do feijão, atuando nos espetáculos: O ó da viagem, Movido a feijão, Antigo 1850. Na Escola Livre de Santo André, atuou em Crime e Castigo, coordenado por Antonio Araujo, No Nosso Grupo de Teatro, atuou em A alma sem menino e Ensaio para inverno, ambos com direção e autoria de Tony Giusti. Na Cia do Ator Careca, atuou em Fracasso, de Alberto Guiraldelli. Com o Núcleo Experimental, atuou em Senhora dos Afogados, de Nelson Rodrigues; Bichado de Tracy Letts, No coração do mundo de Tony Cushner.Piscina sem água de Mark Ravenhill, Animais de hábitos noturnos de Robson Phoenix, Café Azedo de Paula Mandel, As Eruditas de Moliére.Atualmente em cartaz com Brian ou Brenda e Espiral de Ricardo leite da Confraria das pequenas mentiras nas funções de atriz, diretora e colaboradora de roteiro. FÁBIA MIRASSOS – ATRIZ É atriz trans, visagista e produtora. Iniciando sua carreira profissional em 2005 com a Companhia de Teatro Os Satyros, Fabia participou como atriz e visagista de diversos espetáculos, como "A vida na Praça Roosevelt”, “Justine”, “Por Trás das Lonas de Babilon”, “Pink Star”. Em 2018, com a Cia do Terreno, criou o espetáculo [A]Gente”, no qual atua, assina a dramaturgia e o visagismo. Nesse mesmo ano, passou a integrar o elenco da Cia Mungunzá, atuando nos espetáculos “Luis Antonio Gabriela” e "anonimATO", e assinando como visagista a peça “Por que a Criança Cozinha na Polenta”. Além dos trabalhos com a Mungunzá, a atriz segue participando de produções teatrais de outras companhias e também de espetáculos independentes, como "Máquina Branca”, de Ave Terrena Alves (2019), “Interditos”, com direção de Nelson Baskerville (2019), e "Brian ou Brenda”, de Franz Keppler (2019/2023), que lhe rendeu prêmio de melhor atriz coadjuvante do Observatório do Teatro. Em 2022, junto com a Cia Ultravioletas estreou “Uma Unidade Astronômica”, de Daniela Funez, e também produziu seu primeiro trabalho solo, “Vienen por MI” da ativista chilena Claudia Rodriguez, com direção de Janaina Leite. No audiovisual, protagonizou a série “Nós”, do Canal Brasil (2020), “Todx Nós”,da HBO, (2020) e “Manhãs de Setembro” (2021), da Amazon Prime. Também estrelou e co-produziu com o Estúdio NU o curta-metragem “Isolatta” e as peças teatrais online “Isso Não é Uma Peça” (2020) e “Porco-Espinho” (2021). JOHNY ARAÚJO – DIRETOR Mais de 15 anos de experiência na direção de filmes e séries de TV, com destaque para o sucesso da série "Sintonia" da Netflix. Entre seus trabalhos consta os filmes "O Magnata" (2007), "Chocante" (2016), "Anjos da Lapa" (2016), "Depois de Tudo" (2015), "No Retrovisor" (2015), as Séries: "Alice" (HBO, 2008), "Moda Capricho" (Boomerang, 2010), "Fora de Controle" (Record, 2012), "FDP" (HBO, 2012), "Copa Hotel" (GNT, 2013), "As Canalhas" (GNT, 2014), "E Aí Comeu?" (Multishow, 2015). Será sua primeira direção no teatro. JUI HUANG – ATOR 39 anos, taiwanês, reside na cidade de São Paulo, formado na Escola de Artes Dramática Incenna, compôs o elenco do Cpt “Centro de Pesquisa Teatral Antunes Filho” estreando na companhia o espetáculo “Marguerite Mon Amour” interpretando “O Amante” de Marguerite Duras. Atualmente está na série “Spectros” na plataforma de streaming Netflix com personagem “Wong” e em cartaz com espetáculo “Brian ou Brenda” dirigido por Yara de Novaes e escrito por Franz Kepller. Em 2023 no primeiro semestre estreiou na plataforma de streaming Amazon Prime com a série “O Negociador” com o personagem “Chao”. Participou da novela “Negocio da China”, “Malhação” e séries como “O Caçador”, “Lara com Z”, “Brado Retumbante”, “Pé na Cova” na rede Globo. KIKO RIESER - DIRETOR Formado em Artes Cênicas pela ECA-USP. Recebeu o Prêmio Bibi Ferreira 2023 de melhor dramaturgia por “Nasci pra ser Dercy”. Escreveu e dirigiu “Amarelo distante”, “A vida útil de todas as coisas” (diversas indicações no Prêmio Aplauso Brasil), “Nasci pra ser Dercy” (vencedor dos prêmios Bibi Ferreira, Shell, APCA e Prio) e o infantil “O que fica das pessoas que vão”. Dirigiu “Capitu, olhos de mar”, “A dama da noite”, “Quando as máquinas param”, “Fôlego”, “O anjo de cristal” e o infantil “Braguinha – sons, canções e histórias” (4 indicações no Prêmio São Paulo). Produziu vários desses espetáculos, além de outros como “Consertando Frank” (indicado a melhor espetáculo no Prêmio APCA), “Volpone”, “Brian ou Brenda?” e “O arquiteto e o imperador da Assíria” . Produziu também o livro “Amor ao teatro”, compilação de críticas de Sábato Magaldi, finalista do Prêmio Jabuti 2015. É autor de “Lapsos” (poemas, Ed. Patuá, 2017) e “Átimo” (romance, Ed. Instante, 2018). LAVINIA PANNUNZIO – DIRETORA/ATRIZ Dirigiu A Serpente, de Nelson Rodrigues; Unfaithful, de Owen MacCafferty; 3 Mulheres Baixas, de Emilio Boechat; Cora Coralina, Removendo Pedras e Plantando flores, de Mauro Hirdes; Covil da Beleza, de Eduardo Ruiz; Serpente Verde, Sabor Maçã, de Jô Bilac; Clausura, de Gustavo Sol – vencedor do Edital de Co-Patrocínio para Primeiras Obras, do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso; Pelos Ares, de Pedro Guilherme – vencedor do 14º festival da cultura inglesa; Chorávamos Terra Ontem à Noite, de Eduardo Ruiz; O Rufião nas Escadas, de Joe Orton. Quando eu era Criança, de Duílio Ferronato. Adaptou e dirigiu Veludinho e Era uma vez um Rio de Martha Pannunzio – que rendeu-lhe os Prêmios – APCA 2006 de melhor espetáculo, COCA-COLA FEMSA – 2006 de melhor espetáculo e melhor direção. Como atriz foi indicada à vários prêmios e recebeu os prêmios SHELL de melhor atriz – 2012 por Um Verão Familiar, de João Fábio Cabral, direção de Eric Lenate; APCA de melhor atriz – 2011 por A Serpente no Jardim, de Alan Ayckbourn, direção de Alexandre Tenório; A Ilusão Cômica, de Pierre Corneille, e A Bilha Quebrada, de H. Von Kleist, NATALLIA RODRIGUES – ATRIZ Aos 15 anos, decidiu se dedicar à atuação e começou a estudar teatro. Sua estreia na televisão ocorreu na novela "Desejos de Mulher", da Rede Globo, onde interpretou a filha dos personagens de José Wilker e Renata Sorrah. O grande destaque veio com sua participação na novela teen "Malhação", onde interpretou a vilã Carla, conquistando o público e consolidando seu nome na televisão. Após o sucesso em "Malhação", Natallia, participou de diversas novelas e minisséries, como "Linha Direta", "Essas Mulheres", "Alta Estação", "Luz do Sol", "Chamas da Vida" e "Verdades Secretas". A atriz também atuou em diversos filmes, como "Valsa nº 6", "O Doutrinador", "A Volta" e "Virando a Mesa" e no teatro Natallia possui uma vasta experiência, tendo participado de diversas peças e musicais, como Sobre Ratos e Homens, Aquário com Peixes e Divórcio. PAULA CANCIAN – ATRIZ Paula Cancian, PCD, é atriz e improvisadora. Formada na Escola de Arte Dramática (EAD/ECA - USP) desde dezembro de 2023. Estuda teatro desde 2012. Já participou e ganhou três prêmios de Melhor Atriz no FESCETE (Festivais de Cenas Teatrais) em 2013, 2016 e 2017. Atuou em peças como "Improvisação 70" direção de Cristiane Paoli Quito. "Matéria de Poesia - No quintal de Manoel de Barros" direção de Isabel Setti. Ficou em temporada com a peça "Tudo Aquilo que já Dissemos" com direção de Silvana Garcia. Idealizou o projeto "Vai Surgir...?!" um espetáculo de improviso longform. Atualmente integra o elenco de "Brian ou Brenda?" direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim e texto de Franz Keppler. PAULO CAMPOS – ATOR Formado pelo Indac e pelo CPT, Paulo Campos integra o Grupo Garagem 21, com o qual realizou os seguintes espetáculos, todos sob direção de Cesar Ribeiro: “Esperando Godot” (indicada ao Prêmio Shell 2017 de melhor figurino), “Cigarro frio em noites mornas”, “Fim de partida”, “Fodorovska”, “Sessenta minutos para o fim”, “Diálogo inútil do abismo com a queda” e “Sinfonia patética”. Também atuou nos espetáculos “Brian ou Brenda”, direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim; “Banzai Brasil”, direção de Alice K; “Um inesquecível presente de quinze andares”, direção de Rogério Harmit; “Vertigem” e “Bonitinha, mas ordinária”, ambas sob direção de Marco Antonio Braz; “Ollantaytambo” e “Lugares”, ambas sob direção de Maucir Campanholi; e “A vida como ela é”, direção de Walter Portella. Em cinema, atuou nos longas-metragens “Segundo tempo”, de Rubens Rewald; “São ateu”, de Hiro Ishikawa; e “Quanto vale ou é por quilo?”, de Sergio Bianchi e no curta-metragem “Narrativas de um crime” deAlison Zago.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.