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PRONAC 2414544ArquivadoMecenato

Cabarezin: Palhaças do RS unidas!

KALISY CABEDA DE SOUZA 01489363009
Solicitado
R$ 199,3 mil
Aprovado
R$ 199,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-03
Término
2025-10-03
Locais de realização (5)
Garibaldi Rio Grande do SulImbé Rio Grande do SulLajeado Rio Grande do SulPelotas Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O presente projeto pretende levar a quatro cidades do RS: Garibaldi, Imbé,Lajeado e Pelotas; apresentações abertas ao público do espetáculo Meia Década e também a metodologia de criação do Cabarezin, através de uma oficina de Palhaçaria Feminina que terá como público-alvo mulheres artistas, palhaças e estudantes de circo e teatro de cada um dos municípios envolvidos.Tanto as oficinas,quanto o espetáculo serão oferecidos de forma gratuita ao público.Em 2023 o Cabarezin completou cinco anos e criou o espetáculo Meia Década, este projeto pretende difundir para o interior do RS o trabalho do Cabarezin, que surgiu em Porto Alegre com o objetivo deser um espaço de difusão e visibilidade para a arte palhacesca feita por mulheres e também um lugar de pesquisa sobre gênero e circo.

Sinopse

ESPETÁCULO MEIA DÉCADA “Meia Década” é um espetáculo de palhaçaria feminina que utiliza a linguagem do Circo-teatro e do Cabaré. O espetáculo desenvolve-se a partir de seis números de palhaçaria, intercalados por cenas coletivas. A encenação se desenvolve a partir do desejo das palhaças em realizar uma festa de aniversário para o Cabarezin. Ao se encontrarem para planejar o evento, recordam momentos importantes dos cinco anos de trajetória do projeto. As memórias coletivas se entrelaçam com as pessoais e a partir de seus números individuais compartilham alegrias e desafios em ser mulher, ser palhaça, ser uma mulher palhaça. De forma leve e descontraída, convidam o público a refletir sobre temas frequentes no universo feminino, como maternidade, menopausa, envelhecimento, relacionamento, sexualidade e sobrecarga. A linguagem da palhaçaria proporciona que tais temas sejam abordados de forma leve e descontraída, mantendo o clima festivo. OFICINA DE PALHAÇARIA: A oficina será realizada pelas artistas idealizadoras do Cabarezin, Kalisy Cabeda e Pati de La Rocha, em dois dias preferencialmente de sábado e domingo 6 horas por dia totalizando 12 horas/ aulas. A oficina será realizada a partir das seguintes etapas:-Breve exposição teórica sobre dramaturgia feminina na palhaçaria;-Exercícios de sensibilização e expressão corporal-Exercícios de improvisação, jogos cênicos e a integração do grupo;-Jogos de palhaçaria;-Criação de cenas de palhaçaria;-Criação do roteiro do exercício cênica final-Apresentação do exercício cênico final para um público convidado das participantes;

Objetivos

OBJETIVOS O objetivo do projeto é realizar quatro apresentações gratuitas do espetáculo Cabarezin: Meia Década com acessibilidade em LIBRAS e levar a metodologia de criação do Cabarezin para quatro cidades do Rio Grande do Sul, através de quatro oficinas com duração de 12 horas/aulas e finalização com um exercício cênico resultante da oficina e apresentado para um público convidado. Todas essas atividades serão abertas e gratuitas ao público, fomentando e incentivando a pesquisa, a formação, a criação e a difusão da Palhaçaria Feminina do Rio Grande do Sul. As quatro cidades que irão receber o projeto Cabarezin: Palhaças do RS unidas, são:, Garibaldi, Imbé, Lajeado e Pelotas, todas estas são cidades que possuem núcleos de produção, ensino e criação teatral e circense atuantes no município, nos quais a oficina do Cabarezin poderia ter um público-alvo interessado, bem como interessados em assistir o espetáculo Meia Década. OBJETIVOS ESPECÍFICOS -Promover a difusão do trabalho de pesquisa e criação em circo e gênero feita pelo Cabarezin nos últimos seis anos; - Realizar a circulação de um espetáculo circense em quatro cidades do interior do RS, descentralizando a produção realizada na capital, e atingindo um público estimado de 800 pessoas; -Difundir a metologia de criação do Cabarezin através de quatro oficinas de Palhaçaria Feminina tendo como público- alvo 25 mulheres, artistas, palhaças e estudantes de circo e teatro do RS, contribuindo para a formação artística dessas profissionais e prevendo atingir diretamente em torno de 100 mulheres. - Realiazar apresentação dos exercícios cênicos finais de cada uma das 4 oficinas de Palhaçaria Feminina, para o público convidado das participantes; -Realizar o registro fotográfico e audiovisual, das apresentações do espetáculo e das oficinas, contratando profissionais mulheres destas áreas em cada uma das cidades que o projeto acontecer; -Fomentar a economia cultural e criativa oportunizando trabalho para profissionais mulheres tanto para as artistas e equipe técnica do projeto Cabarezin como para as profissionais de acessibilidade, de produção, de fotografia e filmagem das cidades onde o projeto irá circular; -Fomentar a economia local das cidades através da locação dos espaços para a realização dos espetáculos e das oficinas, locação de equipamentos, contratação das profissionais locais e a hospedagem e a alimentação de toda equipe que vem de Porto Alegre durante os dias em que o projeto acontece na cidade; -Fortalecer e apoiar as profissionais mulheres na área da cultura, circo, teatro, técnica, acessibilidade, vídeo e fotografia, pois todas as profissionais que participarão do projeto são mulheres;

Justificativa

A Palhaçaria Feminina no Brasil evoluiu ao longo das décadas, superando desafios históricos e criando espaços de atuação e visibilidade para as mulheres palhaças no circo e no teatro. Por muito tempo, a atuação na Palhaçaria chegou até mesmo a ser proibida para as mulheres. A partir da década de 1990, com os hibridismos entre teatro e circo que permitiram que as mulheres adentrassem nesse espaço, a Palhaçaria Feminina ganha contornos mais expressivos. O movimento de Palhaçaria Feminina, a partir de então, foi se estendendo pelo país, graças a uma série de iniciativas lideradas por artistas palhaças determinadas a quebrar barreiras e promover a igualdade de gênero. Algumas ações como festivais, debates, pesquisas, escolas e oficinas específicas foram fundamentais para que esse movimento se consolidasse. Atualmente, praticamente todos os estados têm representantes na área. Com o intuito de fortalecer e viabilizar um espaço de atuação para as mulheres palhaças em Porto Alegre/RS, as artistas Kalisy Cabeda e Pati de La Rocha se uniram para criar o Cabarezin. No entanto, além do espaço, incorporaram ao projeto conceitos que pautam o fazer como um todo, refletindo-se na estética e na produção dos Cabrezins. Para o espetáculo em si, a primeira resolução foi abolir a figura do Monsieur ou Mestre de Cerimônias que normalmente é usado como condutor nas apresentações em formato de cabaré. Resolveram, em seu lugar, inserir ligas, criadas coletivamente entre as artistas participantes de cada edição. Uma estrutura horizontal de criação e direção que refletisse o compromisso com as pautas feministas. A segunda diretriz foi que a equipe técnica fosse exclusivamente de mulheres, dando visibilidade a quem já atuava e abrindo espaço para novas profissionais.Considerando que as criações palhacescas geralmente se caracterizam por números solo e de curta duração, a atuação independente se torna muito difícil, sendo fundamental o espaço associativo e coletivo promovido pelo cabarezin para fomentar o trabalho coletivo em palhaçaria feminina. Com essas bases, o Cabarezin é mais que um cabaré ou um espaço, é uma plataforma para promoção, pesquisa, fortalecimento, visibilidade e difusão da arte feita por mulheres.Um espaço de resistência e empoderamento.Ao longo dos últimos anos, o Cabarezin já teve cinco edições: Cabarezin, Cabarezin Bem-Me-Quero, Cabaré Mathurine (edição online durante a pandemia), Cabarezin Noite das Palhaças e Cabarezin Meia Década, contabilizando, assim, dezenas de mulheres entre artistas e profissionais que já participaram das diferentes edições do Cabarezin. É Importante salientar que o Cabarezin já participou de mostras e festivais como: Virada Sustentável, Semana da Mulher do Teatro de Arena, Semana da Mulher Sesc Canoas, 1°Festival Palhaças do Sul, VI Mostra Glênio Peres de Artes Cênicas, 7° Sesc Circo e Mostra Gaúcha de Artes Cênicas Quero-Quero no Fórum Social Mundial de 2023. Nos anos de 2022 e 2023 o CaBareZin recebeu ao todo 21 indicações ao Prêmio Açorianos de Circo e conquistou: Melhor Trilha Sonora, Melhor Direção, Melhor Performance em Palhaçaria e Melhor Produção. A relevância do projeto encontra sentido quando se pensa na importância do incentivo e manutenção de espaços de protagonismo feminino na Palhaçaria cada vez mais ampliados. Através deste projeto pretendemos difundir a arte palhacesca feita por mulheres, no diálogo entre circo e gênero, incentivando a pesquisa e as trocas, levando o espetáculo Meia Década a cada uma das quatro cidades atendidas e estimulando a formação de plateia a partir da Palhaçaria Feminina e de seus fundamentos que tomam por base uma comicidade baseada em um riso não depreciativo e não violento, que celebra as diferenças e convida o público a rir junto e a refletir sobre temas frequentes no universo feminino, como maternidade, menopausa, envelhecimento, relacionamento, sexualidade e sobrecarga. A linguagem da palhaçaria proporciona que tais temas sejam abordados de forma leve e descontraída, mantendo o clima festivo e convidando o público para a reflexão. Assim, o projeto resultará em: 4 apresentações do espetáculo Meia Década e 4 oficinas de Palhaçaria Feminina em 4 cidades do RS: Garibaldi, Imbé, Lajeado e Pelotas. O objetivo é que o trabalho desenvolvido no Cabarezin possa chegar ao público do interior do estado do RS através da apresentação do espetáculo e da oficina formativa para as mulheres artistas circenses, mulheres estudantes de teatro e de circo, ou interessadas na arte da palhaçaria.Prevendo assim um impacto direto na pesquisa, visibilidade e difusão da Palhaçaria Feminina feita em cada cidade.O público local também será impactado, pois terá acesso a um espetáculo gratuito de Palhaçaria Feminina, com acessibilidade em LIBRAS e audiodescrição, receptivo treinado para atendimento a pessoas com deficiência intelectual, fomentando a difusão, a discussão e a reflexão sobre o tema. O público-alvo das apresentações do espetáculo Meia Década serão pessoas integrantes de grupos e coletivos culturais e de associações comunitárias, alunos e professores de escolas públicas ou universidades públicas ou privadas, que tenham estudantes do Programa Universidade para Todos (Prouni) e a distribuição de ingressos também irá priorizar a comunidade surda de cada cidade. É importante salientar que o projeto prevê, além da locação do espaço para a realização da oficina e da apresentação do espetáculo e de equipamentos de luz e som, prevê também a contratação de profissionais locais como: produtora local, assessoria de imprensa, intérprete de LIBRAS, equipe de vídeo e fotografia, impactando de forma direta a produção e a economia cultural e criativa de cada município. Além disso todas profissionais da equipe do Cabarezin são mulheres e se pretende contrar profissionais mulheres nas cidades onde o projeto irá passar, fortalecendo e incentivando o trabalho das profissinais mulheres da cultura. Sendo assim o projeto Cabarezin: Palhaças do RS unidas! se adequa a projetos culturais com financiamento do Mecanismo Incentivo apresentando o enquadramento nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/9, bem como quais objetivos do Art. 3º. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Não tem informações adicionais a serem acrescentadas.

Especificação técnica

Espetáculo MEIA DÉCADA da cidade de Porto AlegrePRODUÇÃO E REALIZAÇÃO: CabarezinCLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 12 anosTEMPO DO ESPETÁCULO: 60 minutos Oficina de PALHAÇARIA FEMININAPRODUÇÃO E REALIZAÇÃO: CabarezinPÚBLICO-ALVO: Mulheres a partir de 18 anos, mulheres palhaças, mulheres artistas e mulheres estudantes de circo e teatro.TEMPO DA OFICINA: 12horas/aula

Acessibilidade

Para a realização do projeto o foco será encontrar espaços com o máximo de acessibilidade arquitetônica preparada para a realização das oficinas e para a apresentação do espetáculo Meia Década, como rampas de acesso e banheiros adaptados. O projeto prevê a contratação de uma profissional especializada em capacitação para orientações em relação a acessibilidade atitudinal e acessibilidade para PcD Intelectuais, que fará uma formação, em modo remoto, com todas as pessoas e as equipes que trabalharão no projeto. Em relação a acessibilidade comunicacional teremos tradução em LIBRAS durante as quatro apresentações dos espetáculos e audiodescrição, conforme demanda destes públicos, nas quatro cidades. O espetáculo Meia Década terá seu roteiro em LIBRAS feito pela equipe de acessibilidade da cidade de Porto Alegre, esse roteiro será utilizado para as apresentações nas quatro cidades, prevendo a contratação de uma intérprete de LIBRAS em cada cidade que irá receber o roteiro e dialogar com a equipe de acessibilidade de Porto Alegre, para fazer adaptações no roteiro quando necessário para a comunidade surda de cada cidade onde o espetáculo será apresentado. O espetáculo Meia Década terá seu roteiro em audiodescrição elaborado pela equipe de acessibilidade da cidade de Porto Alegre, sendo necessário o deslocamento destes para as cidades de realização das apresentações. A acessibilidade também estará presente na divulgação das ações do projeto tanto na divulgação do espetáculo quanto das oficinas, utilizando legendas nos vídeos de divulgação e descrição das imagens como recurso de acessibilidade que possibilita a apropriação dos conteúdos de todo tipo de imagem por meio de sua descrição em palavras. É necessário descrever textualmente todas as imagens que transmitem informações relevantes, transformando o que era apenas visual em texto, possibilitando o acesso para as pessoas com deficiência visual. Estes recursos são muito importantes para a promoção de uma divulgação inclusiva. Sem eles, as definições de acessibilidade, igualdade e autonomia são diretamente impactadas pelas barreiras de acesso. PRODUTO ESPETÁCULO DE CIRCO MEIA DÉCADA – apresentações ACESSIBILIDADE FÍSICA: As quatro apresentações acontecerão em espaços sem restrição de acesso físico. Na escolha dos locais se dará preferência para os espaços que apresentem acessibilidade arquitetônica como rotas acessíveis com espaço de manobra para cadeiras de roda, rampas, vagas de estacionamento para PCD e iluminação adequada. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: As quatro apresentações do espetáculo terão tradução para LIBRAS. No que tange à comunicação do projeto (focado nas redes sociais) todas as postagens terão legendas e legendas descritivas, assim como posts específicos em LIBRAS. ACESSIBILIDADE PARA PCDs INTELECTUAIS: O projeto prevê a contratação de uma profissional especializada em capacitação para orientações em relação a acessibilidade atitudinal e acessibilidade para PcD Intelectuais que fará uma formação, em modo remoto, com todas as pessoas e as equipes que trabalharão no projeto, para treinar a equipe para a recepção de pessoas que necessitam dessa acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA PCDs VISUAIS: as apresentações ocorrerão com audiodescrição conforme demanda destes públicos. Devido a isso, foi necessário adequar o orçamento do projeto, prevendo na etapa de produção as despesas das diárias dos narradores de audiodescrição e equipamentos. Já a elaboração do roteiro de AD será custeado com recursos dos custos vinculados de divulgação. PRODUTO – OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas acontecerão em espaços sem restrição de acesso físico.Na escolha dos locais se dará preferência para os espaços que apresentem acessibilidade arquitetônica como rotas acessíveis com espaço de manobra para cadeiras de roda, rampas, vagas de estacionamento para PCD e iluminação adequada. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PCDs INTELECTUAIS: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PCDs VISUAIS: não se aplica

Democratização do acesso

A democratização do acesso nesse projeto será feita a partir do acesso gratuito para as comunidades das cidades contempladas em todas ações do projeto: as apresentações do espetáculo Meia Década e as oficinas de Palhaçaria Feminina. As apresentações do espetáculo além do acesso gratuito terão acessibilidade com intérprete de LIBRAS e nas oficinas, quando houver necessidade, também terá uma intérprete de LIBRAS e audiodescrição, democratizando assim o acesso de PCDs auditivos e visuais de cada cidade. PRODUTO ESPETÁCULO DE CIRCO MEIA DÉCADASerão realizadas 4 apresentações do espetáculo com distribuição gratuita de ingressos estimasse atngir em torno de 800 pessoas. A divulgação será feita com foco em atingir à comunidade e na distribuição dos ingressos gratuitos será oferecida prioridade para pessoas integrantes de grupos e coletivos culturais e de associações comunitárias, ou de atividades em espaços públicos de sua comunidade, para alunos e professores de escolas públicas ou universidades públicas ou privadas, que tenham estudantes do Programa Universidade para Todos (Prouni), e para a comunidade surda de cada cidade. PRODUTO OFICINAA democratização do acesso prevista no projeto que alcança a comunidade local também no que diz respeito à oficina gratuita em Palhaçaria Feminina tendo como público-alvo mulheres, mulheres palhaças, mulheres artistas e mulheres estudantes de circo e teatro. Serão oferecidas 4 oficinas com entrada franca, sendo 25 vagaspor oficina, por ordem de inscrição, totalizando uma estimativa de atingir diretamente 100 mulheres. Durante as oficinas será realizado o registro fotográfico do processo após o final de cada oficina essas fotografias serão disponibilizadas para as participantes, de forma gratuita, para elas usarem como portfólio em seus materiais artísticos e profissionais. Para finalizar é importante dizer que todas as ações do projeto, tanto as apresentações como as oficinas contam com cobertura fotográfica e audiovisual. Ao final do projeto, será divulgado em plataformas virtuais um registro audiovisual editado sobre o projeto, contendo trechos do espetáculo, de momentos das oficinas, depoimentos e entrevistas do público, das artistas, da equipe e das participantes das oficinas,disponibilizando esse material para o público fora das cidades onde o projeto aconteceu.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Projeto Cabarezin: Palhaças do RS Unidas!Produção executiva e Idealização: Kalisy Cabeda e Pati de La RochaContadora: Paula Abreu - CRC RS 073876Realização: Cabarezin Espetáculo Meia DécadaDireção,dramaturgia e palhaças: Ana Fuchs, Karine Rico, Lolita Goldschmidt, Kalisy Cabeda, Mônica Blume e Pati de La Rocha.Figurino e Maquiagem: Ana Fuchs, Karine Rico, Lolita Goldschmidt, Kalisy Cabeda, Mônica Blume e Pati de La Rocha.Criação e operação de trilha sonora: Manu GoulartCriação de luz: Pati de La RochaOperação de luz: Vigo CigoliniRoteiro do espetáculo Meia Década Roteiro em LIBRAS: Para Todos Acessibilidade Roteiro / narração audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal Oficinas de Palhaçaria Feminina Oficineiras: Kalisy Cabeda e Pati de La RochaCapacitação em Acessibilidade: Gisele Tesch Colar Kalisy Cabeda (DRT: 10.072 ) é Mestra em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo. É Bacharel em Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Professora Habilitada do Método DanceAbility (método de improvisação de movimento que integra pessoas com habilidades mistas). Atua em diferentes áreas como, teatro, dança, palhaçaria, cinema e direção cênica/artística de espetáculos de teatro e de show musicais. Integra o Grupo Cerco de teatro e o Coletivo Âmago, dentro desses grupos já conquistou prêmios como: Prêmio Açorianos de Teatro, Prêmio Braskem em Cena e Prêmio Cenym de Teatro. Como professora ministra oficinas de teatro desde 2011 em diferentes projetos e espaços.Desde 2018, pesquisa a temática feminina no teatro com a oficina ELA: Experiência Cênica para Mulheres, uma oficina de teatro para mulheres, que em seus 6 anos de trajetória já atingiu centenas de mulheres. Na palhaçaria em 2018 ao lado da artista Pati de La Rocha, criou o projeto CaBareZin, um espaço de visibilidade e difusão da palhaçaria feminina em Porto Alegre/RS. Nos de 2022 e 2023 o CaBareZin recebeu 21 indicações ao Prêmio Açorianos de Circo. Links das redes sociais: @kalisy.cabeda/ @cabare.zin/ @oficina_ela/ @grupocerco/@amagocoletivo Pati de La Rocha (DRT 14.921/RS) Produtora, atriz, circense, iluminadora e operadora de som. Formada em Direito na PUCRS e Graduanda em Teatro na UFRGS. Destaques - Produção: Cabarezin (vencedor do Prêmio Açorianos de Circo em 2023, indicado em 2022) e do Festival Palhaças do Sul (3 edições). Circo: Palhaça Maçaroca, Indicada ao Açorianos de Circo em 2021, Mestre de Cerimônias do 8º (2023) e 9º (2024) SESC Circo. Atuação: "A Princesa Careca", "Os Excessivos na Terra da Abundância", "Burlescagens" e “Mahagonny - Cidade Arapuca”. Iluminadora: Teatratia, Cia Rústica, Cia Ronald Radde. Operação de som: espetáculos "Terra sem Mapa" "Esperando Godot" e "O inverno do nosso descontentamento, nosso Ricardo III". Ana Fuchs (DRT 4772) Doutora pela UFRGS, na qual desenvolveu estudos sobre as pedagogias do riso e a palhaçaria feminina. Formada em Artes Cênicas e Mestre em Educação pela mesma instituição. Possui cursos de palhaçaria: Ana Elvira Wuo, Karla Concá (RJ), Ricardo Puccetti (SP), Pepe Nunes (Espanha), Avner Eisenberg (EUA), Leris Colombaione (Itália), Ivan Prado (Espanha), Lily Curcio (Argentina), Andréa Macera (SP) e Raquel Socolowski (ARG). Criou e atua no solo de palhaçaria AMOSTRA GRÁTIS. É professora de teatro do Colégio de Aplicação da UFRGS. Integra o coletivo de palhaças AS THEODORAS e o grupo Baphônicas Produções que realiza o Festival Palhaças do Sul. Karine Rico Souza (DRT 12014) Artista circense, arte educadora, educadora social, instrutora de yoga e pedagoga. Em 2013 integrou o elenco da Cia. Circo Híbrido, no espetáculo "Ora Bolas". Também em 2013 atuou no espetáculo "Circo Portátil". Em 2014 se junta ao NECITRA com edições do espetáculo"Desdobramentos". Em 2015 desenvolveu a criação e produção do espetáculo “Eu e ela na Janela” que participou do Festival de Teatro de rua de Porto Alegre de 2016. Em 2018 realizou o projeto “Dias de chuva…com financiamento do FAC-RS. Em 2023 participou do I Festival de mulheres na comédia de Novo Hamburgo e integrou o elenco do espetáculo Cabarezin:Meia Década. Lolita Goldschmidt (DRT 1146) Doutoranda em Educação pelo PPGEDU/UFRGS desde 2020. Mestre em Teatro pelo PPGAC/UFRGS (2015), especialista em Gestão Cultural pelo SENAC/EAD (2012), graduada em Licenciatura em Teatro pelo DAD/UFRGS (2008), professora de yoga (2007), experiência como atriz, professora e pesquisadora. É membro fundadora da Las Brujas CIA de Teatro e Artes integradas desde 2011 e do NIC Mulheres Palhaças desde a sua formação em 2016. Integrante do Coletivo Fora da Casa desde 2023. Manu Goulart (DRT 11559/RS) Atriz graduada em Interpretação Teatral na UFRGS, atua desde 2010 como operadora de som. Em 2012, ingressa no espetáculo “O Feio”, como operadora de som. Também operou outros espetáculo: “O Casal Palavrakis”, “Alice: Além da Toca do Coelho”, “HIATO", “Ricardo III: O inverno do nosso descontentamento” e "Cabarezin: Noite das Palhaças" (premiada, em 2022, junto a Alessandra Bier, pelo Açorianos de Circo de Melhor Trilha Sonora). Mônica Blume (DRT 9963) Atriz, palhaça, diretora, professora de arte e de teatro e produtora cultural, graduada em Teatro Licenciatura pela UERGS e pós graduada em Teatro e Educação pelo IF do Norte de Minas Gerais. Iniciou suas atividades teatrais no ano de 1986. Atuou em vários grupos e espetáculos como atriz e/ou diretora. Ministra aulas de teatro para turmas de todas as idades, atua no Grupo Hora Vaga de Garibaldi-RS, além de desenvolver a linguagem da palhaçaria em números individuais e em dupla. Recebeu indicação ao Prêmio Açorianos de Circo em 2023 na categoria Melhor Performer de Comicidade e Palhaçaria pelo espetáculo “Cabarezin Meia Década”. Vigo Cigolini (DRT 9.101) Licenciada em Teatro DAD/UFRGS. Atriz, performance, iluminadora, sonoplasta e eletrotécnica. Tem experiência técnica em luz e som, com concepções próprias e operadora. Com a concepção e operação de luz, atuou nos espetáculos: “Mulheres Atravessadas na Garganta” direção de Guadalupe Casal, “Rinha” direção de Roberta Fofonka, “Tratos e Farrapos” direção de Anderson Gonçalves, entre outras. Atualmente trabalha como técnica nos teatros da Casa de Cultura Mário Quintana (CCMQ). Gisele Tesh Colar: Gisele é uma pessoa com baixa visão, possuiu formação em Gestão de Recurso Humanos pelo Centro Universitário Ritter dos Reis, e atualmente cursa pós-graduação em Gerenciamento de Projetos no Setor Público. Tem experiência como Monitora Voluntária no Núcleo de Práticas em Negócios da RH-FADERGS, foi assistente social na Associação de Cegos do Rio Grande do Sul-ACERGS e trabalhou na Fundação de Assistência Social e Cidadania-Prefeitrua de Porto Alegre. Atualmente trabalha em projetos na parte de capacitação de equipes sobre o tema da acessibilidade e inclusão. A Para Todos Acessibilidade é um coletivo de profissionais qualificados e com uma vasta experiência em serviços e soluções de acessibilidade em diversos produtos. Tem como missão a promoção da acessibilidade de qualidade PARA TODOS, comprometida com as especificidades dos projetos e respeitando as necessidades dos usuários e as legislações vigentes. Produz acessibilidade para filmes, teatros, shows, materiais literários, publicidade, debates políticos, âmbito educacional, lives e para seu site. A OVNI Acessibilidade Universal: criada em 2014 e dirigida por Mimi Aragón e Kemi Oshiro, produz audiodescrição (AD), legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Reúne as experiências de suas profissionais, que desde 2010 atuam na produção de recursos de acessibilidade comunicacional. Paula Conceição de Abreu CRC RS 073876 CPF 9303919091- Contadora há 18 naos, graduada pela PUCRS. Pós-graduação em Perícia Judicial e Extrajudicial pela FADERGS. Experiência em formalização, acompanhamento e regularização de MEI, contabilidade para cooperativas de crédito, contabilidade societária, e contabilidade geral. Experiência em Prestação de Contas Eleitorais e Editais e Emendas Parlamentares. Mentora na Maratona de Empreendedorismo da UFRGS em 2021. Mentora Preojeto Feira Preta- PretaHub/SP.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.